Tecnologia Hidráulica

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Transcrição:

Tecnologia Hidráulica

Tecnologia Hidráulica Industrial

Lei de Pascal F = Força A = Área P = Pressão 1. Suponhamos uma garrafa cheia de um líquido, o qual é, praticamente, incompressível 2. Se aplicarmos uma força de 10kgf numa rolha de 1 cm 2 de área 3. o resultado será uma força de 10kgf em cada centímetro quadrado das paredes da garrafa 4. Se o fundo da garrafa tiver uma área de 20 cm 2 e cada centímetro estiver sujeito a uma força de 10kgf, teremos, como resultante, uma força de 200kgf aplicada ao fundo da garrafa. Conservação de Energia Princípio Prensa Hidráulica ENTRADA 1. Uma força de 10kgf aplicada em um pistão de 1 cm 2 de área 2. desenvolverá uma pressão de 10kgf/cm 2 (10atm) em todos os sentidos dentro deste recipiente 3. Esta pressão suportará um peso de 100kgf se tivermos uma área de 10 cm 2 4. As forças são proporcionais às áreas dos pistões. 10kgf 100kgf 1cm 2 = 10 cm 2 SAÍDA 1. Se o pistão se move 10 centímetros, desloca 10 centímetros cúbicos de líquido (1cm 2 x 10 cm - 10 cm 3 ). 2. 10 centímetros cúbicos de líquido movimentarão somente 1 centímetro neste pistão. 3. A energia transferida será igual a 10 quilogramaforça x 10 centímetros ou 100kgf. cm. 4. Neste ponto também teremos uma energia de 100kgf. cm (1cm x 100kgf).

Fundamentos Físicos P = F A F O R Ç A P= Pressão F= Força A= Área ÁREA

Fundamentos Físicos 1 Kg 1 Kg Baixa Pressão Alta Pressão Variação de área

Fundamentos Físicos Transmissão de pressão

Fundamentos Físicos 1000 Kg 1000 Kg 100 Kg/cm2 10 cm2 10 cm2 Transferência de força

Fundamentos Físicos 1000 kg 100 kg 100 cm² 10 kg/cm2 10 cm² A Multiplicação de força

Fundamentos Físicos Multiplicação de pressão

Fundamentos Físicos Multiplicação de pressão

Fundamentos Físicos F A x 10 = VOLUME = 10 A x 1 W 10 F A 10 1 10 A Transmissão de deslocamento

Fundamentos Físicos Q = V t V = A. s Q = A. s t Q= A. v velocidade Q= vazão V= volume t= tempo A= área s= distância v= velocidade Vazão Distância Área Vazão X Velocidade

Manômetro 50 O tubo tende a endireitar-se sob pressão causando a rotação do ponteiro 4000 5000 Articulação Entrada Tubo de Bourdon Entrada de pressão 3000 2000 psig 1000 0 Pivô Pistão Quando a pressão é aplicada esta luva move o sistema articulado

Reservatórios Hidráulicos Funcionamento Do que consiste um Reservatório Hidráulico

Tipos de Reservatório Dimensionamento Convencional em forma de L Suspenso Reservatório (litros) Dimensões (mm) A B C D E 20 330,0 327,0 430,0 87,5 13,0 60 400,0 410,0 600,0 114,0 13,0 80 410,0 473,0 720,0 114,0 13,0 120 490,0 495,0 870,0 114,0 13,0 180 620,0 500,0 950,0 114,0-250 660,0 550,0 1050,0 114,0-300 680,0 600,0 1100,0 114,0-400 770,0 600,0 1270,0 114,0-500 800,0 700,0 1300,0 114,0 - Notas: 1) As medidas dos reservatórios podem sofrer uma variação ± 1% nas medidas mencionadas na tabela; 2) Os reservatórios de 180 a 500 litros não possuem tampa removível; 3) O reservatório de 60 litros possui uma janela de inspeção; os reservatórios de 120 a 500 litros possuem 2 janelas de inspeção.

Resfriadores Resfriadores de Ar entrada de fluido duto aletas de refriamento tubos símbolo de resfriador de ar-óleo Resfriadores de Água resfriador de ar-óleo carcaça símbolo de resfriador de água-óleo tubos resfriador de água-óleo

Resfriadores no Circuito

Elementos Filtrantes

Elementos de Filtro de Profundidade Construção típica da fibra de vidro grossa (100x) Construção típica da fibra de vidro fina (100x)

Elementos do Tipo de Superfície

Filtros Filtro de Sucção Interno Filtro de Pressão Filtro de Linha de Retorno filtro de pressão filtro de linha de retorno filtro de sucção interno

Válvula de Desvio ( Bypass ) do Filtro Indicador visual e elétrico da condição do elemento Conjunto da válvula de alívio (bypass) Canal de entrada Indicador de Filtro Desvio Canal de saída Limpo Limpo mostrador Carcaça de pressão Elemento de filtro

Funcionamento do Indicador de Filtro Limpo Necessita Limpeza Desvio Desvio Desvio Desvio Limpo Limpo Limpo

Mangueiras e Conexões Cano (pipe) Tubo (tubing) Mangueira (hose)

Principais Tipos de Mangueiras Hidráulicas Parker Aplicação Norma Tipo de Tipo de Dimensões Código Catálogo Construtiva Reforço Cobertura Parker Parker Baixa pressão WOA. Trançado têxtil Borracha Ø interno real 801 4400 Água, óleo, ar. 250 psi Baixa pressão WOA. Água, óleo, Trançado têxtil Trançado têxtil Ø interno real 821FR 4400 ar. 250 psi. Resistente à chamas Baixa pressão WOA. Água,óleo, Trançado têxtil Trançado têxtil Ø interno real 821 4400 ar. 250 psi. Resistente à abrasão Baixa pressão. 565-1250 psi SAE 100R3 Trançado têxtil Borracha Ø interno real 601 4400 Sucção. 200-1200 psi SAE 100R4 Um fio de aço disp. Borracha Ø interno real 881 4400 em forma helicoidal Média pressão. 200-3000 psi SAE 100R5 Trançado têxtil Trançado têxtil Ø nominal 201 4400 Trançado aço cor preta bitola cano Média pressão. 375-2750 psi SAE 100R1AT Trançado aço Borracha Ø interno real 421 4400 capa fina Média pressão. 350-3000 psi Similar ao Trançado têxtil Borracha Ø nominal 225 4400 SAE 100R5 Trançado aço bitola cano Média pressão. Alta Temperatura SAE 100R5 Trançado têxtil Trançado têxtil Ø nominal 206 4400 350-3000 psi Trançado aço cor azul bitola cano Média pressão. Alta Temperatura SAE 100R1AT Trançado aço Borracha Ø interno real 421 HT 4400 375-2750 psi capa fina Média pressão. Hi-Impulse SAE 100R1AT/ Trançado aço Borracha Ø interno real 481 4400 1275-3250 psi DIN 20022-1SN capa fina Média pressão. 350-3000 psi SAE 100R1A Trançado aço Borracha Ø interno real 215 Stratoflex capa grossa Alta pressão. 1125-5000 psi SAE 100R2AT 2 Trançados aço Borracha Ø interno real 301 4400 capa fina

Gráfico de Auxílio na Escolha do Diâmetro Interno da Mangueira em Função da Vazão do Circuito O Gráfico ao lado foi baseado na seguinte fórmula: D = Q x 0.4081 V Onde: Q = Vazão em Galões por Minuto (gpm) D = Velocidade do Fluido em Pés por Segundo V = Diâmetro da Mangueira em Polegadas Vazão em galões por minuto (gpm) 200 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 98 7 6 5 4 3 2 1.0.9.8.7.6.5.4 Diâmetro Interno da Mangueira em pol Mangueiras Bitola Cano 2.3/8 1.13/16 1.3/8 1.1/8 7/8 5/8 1/2 13/32 5/16 1/4 3/16 40 32 24 20 16 12 10 8 6 5 4 Todas as Outras - Diâmetro Real 32 24 20 16 12 10 8 6 5 4 3 2 1.1/2 1.1/4 1 3/4 5/8 1/2 3/8 5/16 1/4 3/16 Velocidade do Fluido em pés por segundo 2 3 4 5 6 7 8 10 15 20 30 Velocidade máxima recomendada para linha de sucção Velocidade máxima recomendada para linha de retorno Velocidade máxima recomendada para linha de pressão

Conexões Permanentes

Olhal Bombas Hidrodinâmicas Saída Entrada As lâminas, ao girar, propiciam a força centrífuga que causa a ação de bombeamento. Lâminas impulsoras Saída Tipo centrífugo (impulsor) Impulsor Fluxo axial é gerado por uma hélice rotativa. Hélice Entrada Tipo axial (hélice)

Escala de Pressão do Vácuo

Como é Determinado o Vácuo

Bombas de Engrenagem

Como Funciona uma Bomba de Engrenagem

Detalhes dos Componentes de uma Bomba de Engrenagem retentor engrenagem motora placa de apoio seção central alumínio extrudado placa de apoio bimetálica anel O cabeçote dianteiro alumínio fundido cabeçote traseiro alumínio fundido anel O gaxetas de vedação engrenagem movida

Bombas de Palheta

Como Funciona uma Bomba de Palheta

Detalhes dos Componentes de uma Bomba de Palheta Placas flexíveis 1 - Parafuso cabeça sextavada 2 - Tampa traseira 3 - Kit conjunto rotativo industrial 4 - Anel O 5 - Anel de encosto 6 - Anel selo 7 - Anel elástico 8 - Anel espiral 9 - Rolamento 10 - Eixo código A - 1.25 Ø Chavetado 11 - Anel O - Corpo Dianteiro 12 - Arruela 13 - Vedação do eixo 14 - Corpo dianteiro 15 - Chaveta para eixo (Eixo código A) 1.25 Ø Chavetado 16 - Eixo código C - 1.5: Ø Chavetado 17 - Chaveta para eixo código C 18 - Eixo código B - 14 dentes estriados 19 - Somente para kit de vedação mobil 20 - Somente para kit de vedação mobil 21 - Kit conjunto rotativo mobil

Bombas de Palheta Balanceada

Como Funciona uma Bomba de Palheta Balanceada saída anel elíptico entrada rotação palheta saída eixo carregado lateralmente entrada pressão saída rotor Eixo motriz entrada aberturas de pressão opostas cancelam cargas laterais no eixo pressão Carcaça oval anel elíptico eixo balanceado pressão

Bombas Duplas

Bombas de Palheta de Volume Variável

Como Funciona uma Bomba de Palheta de Volume Variável

Bombas de Pistão

Como Funciona uma Bomba de Pistão

Detalhes dos Componentes de uma Bomba de Pistão

Bombas de Pistão Axial de Volume Variável

Como Funciona uma Bomba de Pistão Axial de Volume Varíavel pistão do compensador Ajustamento de Pressão Numa válvula de controle de pressão, a pressão da mola é usualmente variada pela regulagem de um parafuso que comprime ou descomprime a mola.

Bombas de Pistão Axial Reversível

Válvula Limitadora de Pressão

A Válvula pode Assumir Várias Posições, entre os Limites de Totalmente Fechada a Totalmente Aberta Totalmente Fechada Totalmente Aberta

Ajustamento de Pressão 50

Válvula de Sequência

Válvula de Sequência no Circuito

Válvula de Contrabalanço

Válvula de Contrabalanço no Circuito

Válvula Redutora de Pressão

Válvula Redutora de Pressão no Circuito

Válvula de Descarga 1 HP = (l/min) x (kgf/cm 2 ) x 0,0022 Observação sobre segurança: Em qualquer circuito com acumulador deve haver um meio de descarregar automaticamente quando a máquina é desligada.

Sistema de Alta e Baixa Pressão (Alta-Baixa)

Relief Pressure Válvula de Controle de Pressão Operada por Piloto bar psi 210 3000 175 2500 140 2000 105 1500 70 1000 35 500 150 SSU. HYD. OIL 0 0 25 50 75 100 Percent of Rated Flow Relief Pressure vs: Flow Simbolo de válvula Limitadora de pressão Operada por piloto

Diferencial de Pressão das Válvulas Operadas por Acionamento Direto e Acionamento por Piloto

Outras Válvulas de Controle de Pressão Operadas por Piloto

Regulagem do Piloto Remoto

Ventagem de uma Válvula Limitadora de Pressão Operada por Piloto Ventagem

Como Trabalha uma Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial

Válvula de Controle Direcional

Atuadores de Válvulas Direcionais

Pino de Trava (Detente)

Condição de Centro Aberto

Válvulas de Centro Aberto no Circuito

Condição de Centro Fechado

Válvulas de Centro Fechado no Circuito

Condição de Centro em Tandem

Válvulas de Centro em Tandem no Circuito

Centro Aberto Negativo

Válvulas de Centro Aberto Negativo no Circuito

Outras Condições de Centro

Centragem de Carretel

Controle por Estrangulamento

Uso de Válvula de Retenção para Pilotagem

Dreno

Pressão Piloto Externa

Válvula de Desaceleração

Válvulas de Retenção

Válvulas de Retenção no Circuito

Válvula de Retenção Operada por Piloto

via de saída A válvula de retenção operada por piloto permite um fluxo livre da via de entrada para a via de saída igual a uma válvula de retenção comum. piloto Fluido impelido a passar através da válvula, através da via de saída para a via de entrada, pressiona o assento contra a sua sede. Fluxo através da válvula é bloqueado. piloto via de entrada via de saída via de entrada via de saída Quando uma pressão suficientemente alta age sobre o pistão, a haste avança e desloca o assento da sua sede. piloto via de entrada

Válvulas de Retenção Operada por Piloto no Circuito Linha A Carga Linha B

Válvula de Retenção Operada por Piloto Geminada saída A 1 saída B 1 entrada A entrada B

Válvulas de Retenção Operada por Piloto Geminada no Circuito Carga

Válvulas Controladoras de Vazão

Orifício Fixo Orifício Variável

Área de 20 cm 2 Velocidade da haste 400 cm/min. Válvulas de Controle de Vazão Variável no Circuito 35 kgf/cm 2 8 35 kgf/cm 2 12 12 Velocidade da Haste (cm/min) = Vazão (l/min) x 1.000 (cm 3 ) Área do pistão (cm 2 ) 20 litros/min. 8

Válvula de Controle de Vazão Variável com Retenção Integrada parafuso de ajuste válvula de retenção

Métodos de Controle 1º Método - Meter-In 2º Método - Meter-Out 3º Método - Bleed-Off Controle na entrada

Válvula Controladora de Vazão com Pressão Compensada

Tipo Restritora êmbolo de compensação válvula controladora de fluxo A B

Funcionamento Para determinar como uma válvula tipo restritora funciona, devemos examinar a sua operação passo a passo. êmbolo de compensação válvula controladora de fluxo A B A B mola 35 kgf/cm 2 7 kgf/cm 2 A B A B 7 kgf/cm 2

Tipo By Pass (Desvio) mola saída tanque entrada

Funcionamento Para determinar como uma válvula tipo desvio funciona, devemos examinar a sua operação passo a passo. 7 kgf/cm 2 tanque tanque tanque 7 kgf/cm 2 passagem de piloto 7 kgf/cm 2 14 kgf/cm 2 tanque tanque 21 kgf/cm 2

Compensação de Temperatura com uma Haste Bimetálica tamanho de orifício normal haste bimetálica ou de alumínio tamanho de orifício diminuído haste expandida condição normal com temperatura aumentada tamanho de orifício aumentado haste contraída com temperatura diminuída

Válvula Controladora de Fluxo com Temperatura e Pressão Compensadas A B

Válvula Controladora de Fluxo com Temperatura e Pressão Compensadas no Circuito Área do pistão 20 cm 2 Área do pistão 20 cm 2 25 C 50 C 60 C Velocidade da haste 600 cm/min. Velocidade da haste 600 cm/min. 20 litros/min. 12 8 8 3 2 2 20 litros/min.

Controle de Impacto A B

Elemento Lógico (Válvula de Cartucho)

5 4 1. Camisa 2. Êmbolo 3. Mola 4. Assento 5. Tampa 5 4 1 3 X 1 3 2 2 B A A B X

Função de Retenção de B para A Função de Retenção Pilotada X Y B B X B B A A Y A A Função VCD 2/2 com Retenção Função de Retenção com Estrangulamento X X B B B B A A A A

C016B e C025BS C032B e C063B C080B e C100BS C050B

Função de 2 vias, com Pilotagem Interna Através de x Tamanho Nominal 25, 50 e 80

Função de 2 vias, com Limitações de Curso, Pilotagem Interna Através de x Tamanho Nominal 25, 50 e 100

Função de 2 vias, Através de Conexão A uma Válvula Piloto Tamanho Nominal 32, 50 e 100

Função de 2 vias com Válvula Controle Direcional Tamanho Nominal 32, 50 e 80

Função de Limitadora de Alívio de Pressão com Válvula Piloto Regulável Tamanho Nominal 25 e 50

Função de Limitadora de Alívio de Pressão, Operada por Solenóide Proporcional Tamanho Nominal 32 e 50

Compensador de 3 vias com Múltiplas Funções Tamanho Nominal 32 e 50

Função de 2 vias e Função de Retenção Tamanho Nominal 32 e 80

M

Atuadores Hidráulicos

Força de Avanço Teórico e Volume do Fluido Deslocado

Volume do Circuito Volume da Haste Volume do Cilindro = Área do Pistão x Curso cm 3 cm 2 cm Velocidade da Haste = cm/min Vazão (l/min) x 1.000 Área do Pistão cm 2 5 cm Área do pistão 65 cm 3 Área do pistão 130 cm 3 Carga 2,5 cm

Guarnições

Dreno da Guarnição Dreno da guarnição

Amortecimentos Fluxo sai livremente do cilindro até que

Estilo de Montagem do Cilindro Montagens Disponíveis e Onde Encontrá-las

Estilo de Montagem do Cilindro Montagens Disponíveis e Onde Encontrá-las

Tipos Comuns de Cilindros Cilindro de Ação Simples Cilindro de Haste Dupla Cilindro com Retorno com Mola Cilindro Telescópico ou de Múltiplo Estágio Cilindro Martelo Cilindro Duplex Contínuo ou Cilindro Tandem Cilindro Dupla Ação Cilindro Duplex

Atuadores Rotativos Osciladores Hidráulicos Osciladores de Palheta Tipos - Palheta Simples - Palheta Dupla

Motores Hidráulicos

Motores de Palheta Retenção interna Guia Mola espiral Mola de arame Pressão

Motores de Pistão

Torque Torque = Força x Distância ao Eixo ou Kgfm = kgf x m Torque no eixo 25 kgf Torque 25 kgf 0,3 m 0,4 m

Velocidade do Eixo do Motor A velocidade pela qual o eixo de um motor gira é determinada pela expressão: Potência A máquina que realiza o trabalho requerido em 3 segundos gera mais potência do que a máquina que realiza o mesmo trabalho em 3 minutos. Velocidade do Eixo do Motor (rpm) = Vazão (l/min) x 1.000 Deslocamento do Motor (cm 3 /revolicação) ( kgf.m 9,81 s = watt ) Potência Mecânica A unidade de potência mecânica é o: Obs.: O cavalo - vapor é uma medida de potência muito usada e equivale a: kgf.m s : 9,81 = joule s = W 1 cv = 735.75 W = 75 kgf.m s

Equivalência em Potência Elétrica e Calor 1 cv = 0,986 HP 1 cv = 4.500 kgm/min ou 75 kgm/s 1 cv = 736 W (potência elétrica) 1 cv = 41,8 BTU/min = 10,52 kcal/s 1 HP = 33.000 Ib pé por minuto 1 HP = 746 W 1 HP = 42,4 BTU/min Cálculo da Potência do Motor Para calcular a potência desenvolvida por um motor hidráulico, a seguinte expressão é usada: Potência (cv) = rpm x Torque (kgf.m) 729 Cálculo de Potência de Cilindros e Sistemas Para calcular a potência desenvolvida por um cilindro hidráulico, ou a total do sistema hidráulico, a seguinte expressão é usada: cv = Potência = Vazão x Pressão Vazão (l/min) x Pressão (kgf/cm 2 ) 456

Motores Hidráulicos no Circuito Válvula de contrabalanço diferencial Válvula limitadora de pressão para frenagem Válvula limitadora de pressão Válvula limitadora de pressão Válvula limitadora de pressão

Combinação Motor-Bomba Potência, torque e velocidade fixos Potência, torque e velocidade variáveis Potência e velocidade variáveis, torque constante

Transmissão Hidrostática bomba de abastecimento sistema de circuito fechado

Acumuladores Hidráulicos

Acumuladores Carregados por Peso peso pistão A pressão é o quociente do peso pela área do pistão

Acumuladores Carregados à Mola mola pistão Pressão = Força da mola dividida pela área do pistão abertura de saída

Acumuladores Hidropneumáticos Gás Esta base de metal evita a extrusão da bolsa

Acumuladores no Circuito Veja observações sobre segurança mantendo a pressão do sistema válvula de descarga observação sobre segurança: em qualquer circuito com acumulador deve haver um meio de descarga automaticamente quando a máquina é desligada

Tabela de Performance Abiabática/Isotérmica - Acumulador 231 pol3

Circuitos Hidráulicos Básicos 1. Circuito de Descarga 2. Circuito Regenerativo 3. Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial 4. Circuito de Descarga de um Acumulador 5. Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado 6. Descarga Automática da Bomba 7. Sistema Alta-Baixa 8. Circuito de Controle de Entrada do Fluxo 9. Circuito de Controle de Saída do Fluxo 10. Controle de Vazão por Desvio do Fluxo 11. Válvula de Contrabalanço 12. Circuito com Redução de Pressão 13. Válvula de Contrabalanço Diferencial 14. Válvula de Retenção Pilotada

Circuito de Descarga - Pressão Alta-Máxima A B B A P T PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M B A T A P B VÁLVULA LIMITADORA DE PRESSÃO REMOTA PILOTO SISTEMA PRINCIPAL DE ALÍVIO PARA O SISTEMA BOMBA RETORNO

Circuito de Descarga - Pressão Intermediária A B B P T A PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M B A T A P B PILOTO SISTEMA PRINCIPAL DE ALÍVIO PARA O SISTEMA BOMBA RETORNO

Circuito de Descarga - Recirculando A B B P T A PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M B A T A P B VÁLVULA LIMITADORA DE PRESSÃO REMOTA PILOTO SISTEMA PRINCIPAL DE ALÍVIO PARA O SISTEMA RETORNO BOMBA

FLUXO Circuito Regenerativo - Avanço CILINDRO 2:1 T P VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M CIRCUITO REGENERATIVO AVANÇO FLUXO CILINDRO 2:1 FLUXO

Circuito Regenerativo - Retorno CILINDRO 2:1 T P VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M CIRCUITO REGENERATIVO RETRAÇÃO FLUXO CILINDRO 2:1 FLUXO TANQUE

Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial PARA O SISTEMA NOTA SOBRE SEGURANÇA M ACUMULADOR SENDO CARREGADO PISTÃO NITROGÊNIO CAMISA DO CILINDRO PISTÃO PARA O SISTEMA TANQUE

Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial PARA O SISTEMA NOTA SOBRE SEGURANÇA ACUMULADOR CARREGADO NITROGÊNIO M PISTÃO PISTÃO CAMISA DO CILINDRO PARA O SISTEMA

Circuito de Descarga de um Acumulador ACUMULADOR A B RESTRIÇÃO FIXA P T DA BOMBA PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL T A P RESTRIÇÃO FIXA VÁLVULA GLOBO DA BOMBA PARA O SISTEMA ACUMULADOR A B RESTRIÇÃO FIXA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL P T DA BOMBA PARA O SISTEMA T A P B RESTRIÇÃO FIXA VÁLVULA GLOBO DA BOMBA PARA O SISTEMA

Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado Avanço Rápido CILINDRO VÁLVULA DE DESACELERAÇÃO CONTROLE DE FLUXO VÁLVULA DE RETENÇÃO VÁLVULA LIMITADORA DE PRESSÃO VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA AVANÇO RÁPIDO

Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado Velocidade do Trabalho CILINDRO CONTROLE DE FLUXO VÁLVULA DE DESACELERAÇÃO VÁLVULA DE RETENÇÃO VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA VELOCIDADE DE TRABALHO

Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado Retorno CILINDRO VÁLVULA DE DESACELERAÇÃO CONTROLE DE FLUXO VÁLVULA DE RETENÇÃO VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA RETORNO

Descarga Automática da Bomba - Cilindro Avançado CILINDRO 1 A B 2 P P T VÁLVULA ATUADA POR CAME 2 P M 1 A B PILOTAGEM P T VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA

Descarga Automática da Bomba - Cilindro Retornado 1 A B 2 P P T CILINDRO M VÁLVULA ATUADA POR CAME 2 P 1 VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL A B PILOTAGEM P T BOMBA

Descarga Automática da Bomba - Bomba em Descarga

Sistema Alta-Baixa - Operação à Baixa Pressão 162

Sistema Alta-Baixa - Operação à Alta Pressão

Circuito de Controle de Entrada do Fluxo

Circuito de Controle de Saída do Fluxo

Controle de Vazão por Desvio do Fluxo

Válvula de Contrabalanço

Circuito com Redução de Pressão

Válvula de Contrabalanço Diferencial

Válvula de Retenção Pilotada