COMUNICADO GEPAM nº 8/2015.



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Transcrição:

COMUNICADO GEPAM nº 8/20. Assunto: Tabela de incidências de INSS, FGTS e de IRRF. Prezado Gestor: A GEPAM, no exercício de sua função de orientação e, com o intuito de mantê-lo sempre informado, encaminha à essa Administração, com o objetivo de levar ao seu conhecimento e dos Departamentos de Recursos Humanos e de Contabilidade, a tabela de incidências de Contribuições Previdenciárias INSS, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, e do Imposto de Renda IRRF, que segue na forma do Anexo I, deste Comunicado. Na expectativa de estarmos satisfazendo o convencionado, colocamo-nos à disposição para dirimir quaisquer dúvidas a respeito do presente Comunicado, seja via contato telefônico, pelo número (18) 3521-5386 ou pelo site: www.gepam.adm.br, por meio do canal Fale Conosco. Ademais, convidamos a visitarem diariamente nosso site (www.gepam.adm.br), para que fiquem por dentro das principais notícias que afetam o Poder Público. Atenciosamente, GEPAM, em 11 de fevereiro de 20.

ANEXO I TABELA DE INCIDÊNCIAS INSS, FGTS E IR-FONTE HIPÓTESES DE INCIDÊNCIA E INCIDÊNCIA. RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Abono do Programa de Integração Social - PIS e do Programa de Assistência ao Servidor Público PASEP; 28, 9º, l 25/2001, art. 13, XXIII (RIR/99), art. 39, XXXII Abonos Pecuniário de Férias Correspondente à conversão de 1/3 das férias (art. 143 da CLT) e aquele concedido em virtude de contrato de trabalho, regulamento da empresa, convenção ou acordo coletivo de trabalho cujo valor não exceda a 20 dias (art. 144 da CLT); 28, 9º, e, 6 ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, 9º, V, i CLT, art. 144; Lei nº 8.036/90, art., 6º; e Instrução 25/2001, art. 13, II e III (1) art. 625 Abonos ou gratificações de férias, excedentes aos limites legais (art. 144 da CLT); 12, VIII Abono de qualquer natureza pago habitualmente, salvo o de férias; CLT, art. 457, 1º; e Abono único, desvinculado do salário e pago sem habitualidade, salvo o de férias; 28, 9º, e, 7 ; e Parecer PGFN/CRJ/Nº 2114/2011, 6º Adicionais de insalubridade, periculosidade, trabalho noturno, por tempo de serviço, por transferência de local de trabalho ou função; ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, I ; Instrução 25/2001, art. 12 III, IV e V; e Súmulas nºs 60 e 63, do TST art. 43, caput Ajuda de Custo, em parcela única, recebida exclusivamente em decorrência de mudança de local de trabalho do empregado, na forma do art. 470, da CLT, desde que não exceda 50% do salário do empregado; (2) CLT, art. 457, 2º; e 28, 9º, g (2) CLT, art. 457, 2º; Lei nº 8.036/90, art., 6º; e Instrução 25/2001, art. 13, XIII (3) 6º, XX; e Dec. nº art. 39, I

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Ajuda de Custo, acima de 50% do salário do empregado; (3) 6º, XX; e Dec. nº art. 39, I Alimentação, habitação e transporte, fornecidos pela empresa ao empregado contratado para trabalhar em localidade distante da de sua residência, em canteiro de obras ou local que, por força da atividade, exija deslocamento e estada, observadas as normas de proteção estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego; 28, 9º, m 25/2001, art. 13, XXIV 6º, I e II Auxílio-acidente ( primeiros dias de afastamento); Dec. nº 99.684/90 (RFGTS), art. II; e SIT nº 25/2001, arts. 9º, III e 13, XXVIII Auxílio-acidente (período do afastamento, decorrente do afastamento previdenciário); 28, 9º, a, 5º; Dec. nº 99.684/90 (RFGTS), art. II; e SIT nº 25/2001, arts. 9º, III e 13, XVIII (4) Lei nº 8.541/92, art. 48; e (RIR/99), art. 39, XLII Auxílio-acidente (complementação até o valor do salário, desde que este direito seja extensivo à totalidade dos empregados); (5) 28, 9º, a Dec. nº 99.684/90 (RFGTS), art. II; e SIT nº 25/2001, arts. 9º, III e 13, XXVIII Auxílio-doença ( primeiros dias de afastamento); (6) ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 75 Dec. nº 99.684/90 (RFGTS), art. I; e 9º, II art. 43, I Auxílio-doença (período do afastamento, decorrente do afastamento previdenciário); 28, 9º, a, 6º; Dec. nº 99.684/90 (RFGTS), art. I; e Instrução 25/2001, art. 9º, II (4) Lei nº 8.541/92, art. 48; e (RIR/99), art. 39, XLII

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Auxílio-doença (complementação até o valor do salário, desde que este direito seja extensivo à totalidade dos empregados); (5) 28, 9º, n 25/2001, art. 13, XXV Aviso prévio indenizado; (6)(7) Dec. nº 6.727/09, art. 1º ; Instrução 25/2001, art. 12, XIX; e Súmula nº 305, do TST 6º, V; e Dec. nº art. 39, XX Aviso prévio trabalhado; ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, I ; e Instrução 25/2001, art. 12, XIX art. 43, I Benefícios da Previdência Social, nos termos e limites legais, salvo o salário-maternidade; 28, 9º, a 25/2001, art. 13, XVIII (4) Lei nº 8.541/92, art. 48; e (RIR/99), art. 39, XLII Bolsa de complementação educacional de estagiário, quando paga nos termos da Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977; (8) 28, 9º, i ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, 9º, IX (8) 25/2001, art. 13, XVII art. 43, I Creche (reembolso pago em conformidade com a legislação trabalhista, observado o limite máximo de 6 anos de idade, quando devidamente comprovadas as despesas realizadas); 28, 9º, s, 6º Ato Declaratório PGFN nº 002/10 Comissões; Décimo terceiro salário (1ª parcela); (9) Dec. nº 57.5/65, art. 8º, único; e Dec. art. 214, 6º e 7º ; e Instrução 25/2001, art. 12, XIV Lei nº 8.134/90, art. 16, I; e Dec. nº art. 638, I Décimo terceiro salário (2ª parcela); (9) Dec. nº 57.5/65, art. 8º, único; e Dec. art. 214, 6º e 7º (9) ; e Instrução 25/2001, art. 12, XIV Lei nº 8.134/90, art. 16, II; e Dec. nº art. 638, II

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Décimo terceiro salário (proporcional pago na rescisão); Dec. nº 57.5/65, art. 8º, único; e Dec. art. 214, 6º e 7º ; e Instrução 25/2001, art. 12, XIV 638, II Décimo terceiro salário (1/12 avos correspondente à projeção do aviso prévio indenizado); (6)(7) Dec. nº 6.727/09, art. 1º 12, XIV Décimo terceiro salário (parcela de ajuste paga em janeiro do ano seguinte); Nota: Aplicar a alíquota correspondente à soma do 13º pago até dezembro mais a parcela de ajuste. Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, 6º (RIR/99), art. 638, II Descanso Semanal Remunerado; Nota: Domingos e feriados, inclusive reflexo de horas extras, adicional noturno, comissões e produtividade. ; e Instrução 25/2001, art. 12, XVIII 43, I Diárias para viagens, desde que não excedam 50% da remuneração mensal do empregado; (10) 28, 9º, h ; e Dec. art. 214, 9º, VIII (10) CLT, art. 457; Lei nº 8.036/90, art., 6º; e Instrução 25/2001, art. 13, XV (10) 6º, II; e Dec. nº 39, XIII Diárias para viagens, pelo seu valor total, quando excederem 50% da remuneração mensal do empregado; (10) 28, 8º, a ; e Dec. art. 214, 8º (10) CLT, art. 457; Lei nº 8.036/90, art. ; e 12, XI (10) 6º, II; e Dec. nº 39, XIII Férias em dobro na vigência do contrato; Nota: A incidência de INSS e FGTS far-se-á somente sobre a remuneração simples das férias. Sobre o valor correspondente à dobra da remuneração (CLT, art. 137, caput) não haverá incidência de INSS e FGTS. (11) 28, 9º, d ; e Dec. art. 214, 9º, IV (11), 6º; Instrução 25/2001, art. 13, IV; e Orientação Jurisprudencial nº 195, da SDI-I, do TST (12) (RIR/99), arts. 43, II e 625; e Solução de Divergência COSIT nº 1/2009

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Férias indenizadas e/ou proporcionais + 1/3 constitucional (empregado com mais ou com menos de um ano); (11) 28, 9º, d ; e Dec. art. 214, 9º, IV (11), 6º; Instrução 25/2001, art. 13, V; e Orientação Jurisprudencial nº 195, da SDI-I, do TST (12) (RIR/99), arts. 43, II e 625; e Solução de Divergência COSIT nº 1/2009 Férias normais gozadas na vigência do contrato de trabalho + 1/3 constitucional; (6)(13) ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, I e 4º e 14 ; e Instrução 25/2001, arts. 9º, V, e 12, IX arts. 43, II e 625 Fretes e Carretos pagos à pessoa jurídica (transporte de passageiros, fretes e carretos em geral); Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 219, 2ª, XIX; e Instrução Normativa RFB nº 971/09, arts. 112, caput, 118, XVIII, 122, II e 149, V Decreto-Lei nº 1.625/78, art. 3º Fretes e Carretos pagos à pessoa física (transporte de passageiros, fretes e carretos pagos à pessoa física autônoma); Nota: A base de cálculo do IRRF será de 10% do rendimento bruto, quando for transporte de carga, e de 60% do rendimento bruto, quando for transporte de passageiros. (14) Lei nº 8.212/91, arts. II, e 30, 4º; Lei nº 10.666/03, art. 4º; Dec. nº 3.048/99 (RPS), arts. 201, 4º e 216, 20; Instrução Normativa RFB nº 971/09, art. 55, 2º; e Portaria MPAS nº 1.135/2001 9º, I e II; e Dec. nº 47, I e II Gorjetas (espontâneas ou compulsórias); ; e Instrução 25/2001, art. 12, XIII Gratificações ajustadas (expressas ou tácitas, inclusive de função e de cargo de confiança); CLT, art. 457, 1º; Lei nº 8.212/91, art. 28, I; Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, I; e Súmula nº 207, do STF CLT, art. 457, 1º; Lei nº 8.036/90, art. ; e 12, XV 43, IV

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Horas Extras; CLT, art. 457 1º; Lei nº 8.212/91, art. 28, I; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, I CLT, art. 457; Lei nº 8.036/90, art. ; 12, II; e Súmula nº 63, do TST 43, caput Indenização do tempo de serviço, anterior a 5 de outubro de 1988, do empregado não optante pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço FGTS; Indenização por despedida sem justa causa do empregado nos contratos por prazo determinado (art. 479, da CLT); 28, 9º, e, 2 28, 9º, e, 3 25/2001, art. 13, VI 25/2001, art. 13, VIII 6º, V, e Dec. nº 39, XX 6º, V, e Dec. nº 39, XX Indenização a que se refere o art. 9º da Lei nº 7.238, de 29 de outubro de 1984 (dispensa sem justa causa até trinta dias antes da data base); 28, 9º, e, 9 25/2001, art. 13, VII 6º, V, e Dec. nº 39, XX Indenização compensatória de quarenta por cento do montante depositado no FGTS, como proteção à relação de emprego contra a despedida arbitrária ou sem justa causa, previstas no inc. I, do art. 10, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias; 28, 9º, e, 1 25/2001, art. 13, XI 6º, V, e Dec. nº 39, XX Indenização recebida a título de incentivo à demissão; Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, 9º, V, e, 5 25/2001, art. 13, X Lei nº 9.468/97, art. 14; (RIR/99), art. 39, XIX; e Súmula nº 2, do STJ Licença-Prêmio indenizada; 28, 9º, e, 8 25/2001, art. 13, XII (12) (RIR/99), art. 43, III Multa paga ao empregado em decorrência da mora no pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão do contrato de trabalho, conforme previsto no 8º, do art. 477 da CLT; 28, 9º, x ; e Dec. art. 214, 9º, XXII 25/2001, art. 13, XXI 6º, V, e Dec. nº 39, XX

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Participação nos lucros e resultados; () 28, 9º, j ; e Lei nº 9.711/98, art. 20 (), 6º; Lei nº 10.101/00, art. 3º; e 13, I () arts. 43, IV e 626 Percentagens; 43, IV Prêmios; 43, IV Produtividade; Quebra de Caixa; ; e Instrução 25/2001, art. 12, XX Remuneração/Subsídio paga ao exercente de mandato eletivo; 43, I Remuneração paga a contribuintes individuais sem FGTS (serviços autônomos de prestador inscrito na Previdência Social); Lei nº 8.212/91, arts. II, e 30, 4º; e Lei nº 10.666/03, art. 4º arts. 37, 38 e 45, II Retiradas de Diretores Empregados; ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, I arts. 43, I e XIII, c, e 637 Retiradas de Diretores não Empregados; II FACULTATIVO (16) 16; e Instrução 25/2000, art. 12, XVI arts. 43, XIII, d, e 637

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Retirada de Titulares de Firma Individual; II FACULTATIVO (16) 16; e Instrução 25/2000, art. 12, XVI arts. 43, XIII, d, e 637 Salário e saldo de salário; ; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, I ; e Instrução 25/2001, art. 12, I 43, I Salário-família; 28, 9º, a ; e Dec. art. 92 (17) 25/2001, art. 13, XVIII Lei nº 8.218/91, art. 25; e (RIR/99), art. 39, XLI Salário-família (no que exceder o valor legal obrigatório); 28, 9º, a 12, VI 43, I Salário-maternidade (afastamento compulsório); 28, 2º; e Dec. nº 3.048/99 (RPS), art. 214, 2º Dec. nº 99.684/90 (RFGTS), art. V; e 9º, IV 43, I Salário utilidade in natura (parcela recebida de acordo com os programas de alimentação aprovados pelo Ministério do Trabalho, nos termos da Lei nº 6.321, de 14 de abril de 1976); 28, 9º, c 25/2001, art. 13, XIX 6º, I, e Dec. nº 39, 8º Salário utilidade in natura (plano educacional que vise à educação básica, nos termos do art. 21, da Lei nº 9.394/96, e a cursos de capacitação e qualificação profissionais vinculados às atividades desenvolvidas pela empresa, desde que este não seja utilizado em substituição de parcela salarial e que todos os empregados e dirigentes tenha acesso ao mesmo); 28, 9º, t, 6º (RIR/99), art. 43, I Salário utilidade in natura (previdência complementar, aberta ou fechada valor da contribuição efetivamente para pela pessoa jurídica, desde que disponível à totalidade de seus empregados e dirigentes, observados, no que couber, os arts. 9º e 468, da CLT); 28, 9º, p 25/2001, art. 13, XXVII 6º, VIII, e Dec. nº 39, XI

RUBRICAS/EVENTOS INSS FGTS IRRF Salário utilidade in natura (serviço médico ou odontológico, próprio da empresa ou por ela conveniado, inclusive o reembolso de despesas com medicamentos, óculos, aparelhos ortopédicos, despesas médico-hospitalares e outras similares, desde que a cobertura abranja a totalidade dos empregados e dirigentes da empresa); 28, 9º, q 25/2001, art. 13, XXVIII (RIR/99), art. 39, XLV Salário utilidade in natura (outras utilidades concedidas aos empregados); (RIR/99), art. 43, I Vale-transporte, recebido na forma da legislação própria; Lei nº 7.418/85, art. 2º b ; e Lei nº 8.212/91, art. 28, 9º, f Lei nº 7.418/85, art. 2º b ; e Instrução 25/2001, art. 13, XX 6º, I; e Dec. nº 39, IV Veículo no emprego (ressarcimento de despesas pelo uso de veículo do empregado, quando devidamente comprovadas); 28, 9º, s, 6º (RIR/99), art. 43, X Vestuários, equipamentos e outros acessórios (fornecidos ao empregado e utilizados no local do trabalho para prestação dos respectivos serviços); 28, 9º, r 25/2001, art. 13, XXIX 6º, I; e Dec. nº 39, IV

OBSERVAÇÕES: (1) Com a publicação da Solução de Divergência COSIT nº 001/2009, a partir de 06/01/2009, ficou determinado que não incidirá Imposto de Renda sobre o abono pecuniário correspondente à conversão de 1/3 (um terço) das férias em pecúnia (art. 143, da CLT). (2) Se o empregador pagar ao empregado todos os meses um determinado valor para cobrir despesas decorrentes do trabalho não poderá designar como ajuda de custo. Logo, esse valor mensal passará a ser parte integrante do salário e o empregador estará sujeito ao pagamento de todos os encargos trabalhistas e previdenciários (INSS, FGTS, entre outros) referentes àquele valor. (3) Para o IRRF, a isenção é somente para a ajuda de custo destinada a atender às despesas com transporte, frete e locomoção do beneficiado e seus familiares, em caso de remoção de um município para outro, sujeita à comprovação posterior pelo contribuinte. (4) Os benefícios da Previdência Social sofrerão incidência do imposto de renda nas seguintes situações: a) Aposentadoria..., exceto a parcela isenta (R$ 1.787,77/mês) para os beneficiários com mais de 65 anos e aqueles recebidos por pessoas que possuem doenças graves. b) Auxílio-doença, salário maternidade, auxílio-acidente e auxílioreclusão... c) Pensão por morte..., exceto a parcela isenta (R$ 1.787,77/mês) para os beneficiários com mais de 65 anos e aqueles recebidos por pessoas que possuem doenças graves. (5) A não-incidência de contribuição previdenciária nesse caso fica condicionada a que o direito ao benefício (complementação) seja extensivo à totalidade dos empregados da empresa - Medida Provisória nº 1.596-14/97. Acrescente-se que a MP nº 1.596-14/97 foi convertida, com alterações, na Lei nº 9.528, de 10.12.97. (6) Em março/2014 a Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que não incide contribuição previdenciária (RGPS) sobre o aviso prévio indenizado, terço constitucional de férias (usufruídas) e importância paga nos dias que antecedem o auxílio-doença. Sobre a não incidência de contribuição nos dias anteriores à concessão de auxílio-doença, a Seção entendeu que a verba paga pelo empregador não tem natureza salarial. Esse entendimento já estava definido na jurisprudência do STJ e agora foi consolidado no âmbito dos recursos repetitivos. O fundamento é que o empregado afastado por doença não presta serviço algum e por isso o pagamento nesses dias não tem caráter remuneratório. Conforme observou o relator, a incapacidade não se dá a partir do 16º dia, de modo que não se pode confundir o início do pagamento do benefício pela Previdência Social com o início do período de incapacidade. Quanto ao terço constitucional sobre férias indenizadas, a Seção entendeu que a não incidência da contribuição está prevista em lei. Já o adicional referente às férias usufruídas tem natureza compensatória e não constitui ganho habitual do empregado, motivo pelo qual não há incidência da contribuição previdenciária. (7) O Decreto nº 6.727, de 12/01/2009, revogou a alínea f, do inc. V, do 9º, do art. 214, do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Dec. nº 3.048, de 06/05/99, que previa que o aviso prévio indenizado não integrava o salário-de-contribuição. Sendo assim, a partir

de 13/01/2009, a parcela paga na rescisão de contrato de trabalho a título de aviso prévio indenizado passou a ter a incidência da contribuição previdenciária. Com essa alteração, a contribuição previdenciária também passou a incidir sobre a parcela do 13º salário relativa à projeção do aviso prévio indenizado. Em que pese todo o esforço do Governo para manter o desconto, o inc. I, do art. 28, da Lei nº 8.212/91, com a redação dada pela Lei nº 9.528/97 trouxe novo texto quanto ao conceito de salário de contribuição, estabelecendo que este se caracteriza pela retribuição de qualquer trabalho. A Lei nº 9.528/97 dispõe quais são as verbas indenizatórias pagas aos trabalhadores em que não há incidência do INSS, das quais podemos citar as férias indenizadas e o 1/3 adicional constitucional, a indenização de que trata o art. 479 da CLT, o valor correspondente à dobra da remuneração de férias, entre outras. No entanto, a Lei não cita o aviso prévio. O aviso prévio indenizado tem natureza indenizatória, e mesmo sem ser citado pela Lei nº 9.528/97, entende-se que não têm incidência de INSS, tendo em vista a sua natureza. Ademais, não há que se falar em incidência de INSS sobre o aviso, já que o pagamento deste decorre da despedida imediata (indenização) e não da retribuição do trabalho. Não obstante, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) entende que não deve haver cobrança de tributo sobre qualquer parcela indenizatória. Podemos observar nas Jurisprudências abaixo, decisões unânimes sobre a não incidência de INSS sobre o aviso prévio indenizado e nem sobre o 13º salário indenizado, entendendo os Ministros da Suprema Corte que o aviso prévio não é parte do salário de contribuição, por se tratar de uma verba indenizatória. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. AVISO PRÉVIO INDENIZADO. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. Descabe a incidência da contribuição social sobre o aviso prévio indenizado, uma vez que não corresponde a contraprestação pelo trabalho ou pelo tempo à disposição do empregador, mas sim indenização pelo descumprimento de uma obrigação inscrita no art. 487 da CLT, razão pela qual a revogação da alínea "f" do inciso V do 9º do art. 214 do Decreto nº 3.048/99, que expressamente excluía o aviso prévio indenizado da composição do salário de contribuição, não viabiliza a alteração do entendimento desta Corte. Incidência do art. 896, 7º, da CLT, bem como da Súmula nº 333 do TST. Agravo de instrumento a que se nega provimento. (AIRR - 848-36.2010.5.01.0049, Relator Ministro: André Genn de Assunção Barros, Data de Julgamento: 04/11/2014, 7ª Turma, Data de Publicação: DEJT 07/11/2014). RECURSO DE REVISTA. AVISO PRÉVIO INDENIZADO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. INCIDÊNCIA 1. A jurisprudência majoritária do Tribunal Superior do Trabalho é no sentido de que o aviso prévio indenizado não integra o salário de contribuição. Assim, a contribuição previdenciária não incide sobre aludida parcela. Precedentes. 2. Recurso de revista de que se conhece, na espécie, e a que se dá provimento. (RR - 244500-68.2009.5.04.0018, Relator Ministro: João Oreste Dalazen, Data de Julgamento: 22/10/2014, 4ª Turma, Data de Publicação: DEJT 07/11/2014). Portanto, se o Órgão Público se sentir lesado ao ter que recolher a contribuição previdenciária sobre o aviso prévio indenizado, cabe a ela buscar na justiça não só o direito de não mais contribuir, bem como o de requerer o ressarcimento de todos os valores pagos indevidamente à Receita Federal. (8) O descumprimento de qualquer dos incisos do art. 3º, da Lei nº 11.788, de 25/09/2008, ou de qualquer obrigação contida no termo de compromisso caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. ( 2º, do art. 3º e caput, do art., ambos da Lei nº 11.788/08) Poderá o educando inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral de Previdência Social. ( 2º, do art. 12, da Lei nº 11.788/08) (9) A contribuição previdenciária sobre o 13º salário incidirá sobre o pagamento efetuado no mês de dezembro, ou no mês de rescisão do contrato de trabalho, conforme o caso.

É legítima a incidência da contribuição previdenciária sobre o 13º salário. (Súmula nº 688, do STF) A incidência do FGTS na 2ª parcela do 13º salário será sobre a diferença entre o valor total e o adiantamento da 1ª parcela. (10) Não incide o INSS e o FGTS nas diárias que correspondam a até 50% do salário. Excedendo 50%, a incidência será sobre o total do valor pago a este título. Entretanto, de acordo com o art. 1º c.c. art. 2º, ambos da SRT nº 08, de 01/11/91, as diárias para viagem consideradas como de natureza salarial (quando excedentes a 50% do salário mensal e não sujeitas à prestação de contas) sofrerão incidência de contribuição previdenciária e de FGTS, bem como deverão ser computadas no 13º salário, férias, repouso semanal remunerado etc. Porém, não serão consideradas de natureza salarial as diárias para viagem sujeitas à prestação de contas, ainda que o total dos gastos efetivos exceda a 50% do salário do empregado no mês respectivo. Estão isentas de Imposto de Renda apenas as diárias destinadas exclusivamente ao pagamento de despesas de alimentação e pousada, por serviço eventual realizado em município diferente do da sede do trabalho, ou no exterior - Parecer Normativo CST nº 10/92 e art. 39, XIII, do RIR/99. Ressaltamos, por fim, que de acordo com a Decisão SRRF nº 29/1998, da 1ª Região Fiscal (DOU 1 de 29.10.1998) e Decisão SRRF nº 31/1998, da 3ª Região Fiscal (DOU 1 de 18.08.1998), para efeito de isenção do IR, a caracterização de importâncias pagas a título de diárias não se sujeita a teto fixado pela Consolidação das Leis do Trabalho CLT. (11) A não incidência de contribuição previdenciária sobre o valor pago a título de férias indenizadas verificou-se, inicialmente, a contar de 18/01/85, data de vigência do Decreto nº 90.817, de 17/01/85, que alterou a redação de alguns dispositivos do RCPS, a contar de 06/10/89, conforme estabelecido na Portaria nº 33, de 04/10/89, a não-incidência de contribuição previdenciária sobre férias indenizadas verifica-se também com relação a fatos gerados ocorridos anteriormente a 18/01/85. O adicional constitucional relativo a férias indenizadas não sofre incidência de contribuição previdenciária, nos termos do art. 28, 9º, letra d, da Lei nº 8.212/91, e art. 214, 9º, IV, do RPS. Por não sofrer incidência de contribuição previdenciária, o 1/3 constitucional relativo a férias indenizadas estará isento também da incidência de FGTS, tendo em vista que a Lei nº 8.036/90, em seu art., 6º, estabelece que não se incluem na remuneração, para efeito de FGTS, as parcelas mencionadas no 9º, do art. 28, da Lei nº 8.212/91. (12) O Ministro de Estado da Fazenda aprovou, por meio de Despacho s/nº, de 14.02.2005, o Parecer PGFN/CRJ nº 1.905, de 29.11.2004, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, publicado no DOU 1 de 18.02.2005, págs. 29 e 30, o qual traz orientação específica sobre a incidência de IRF sobre férias. O referido Parecer concluiu pela dispensa de interposição de recursos ou pelo requerimento de desistência dos já interpostos, desde que inexista outro fundamento relevante, com relação às decisões que afastaram a incidência do imposto de renda das pessoas físicas sobre as verbas recebidas em face da conversão em pecúnia de licença-prêmio e férias não gozadas por necessidade do serviço, na hipótese de o empregado não ser servidor público. Dessa forma, embora o art. 43, inc. II, do Regulamento do Imposto de Renda (RIR), aprovado pelo Decreto nº 3.000/1999, preveja que as férias, inclusive as pagas em dobro, transformadas em pecúnia ou indenizadas, acrescidas dos respectivos abonos, são rendimentos tributáveis para fins de incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte, o referido parecer apresenta disposição diversa. Lembramos, ainda, que o Procurador-Geral da Fazenda Nacional, por meio do Ato Declaratório PGFN nº 1, de 18.02.2005, confirmou a conclusão contida no referido Parecer, e posteriormente, a Secretaria da Receita Federal - SRF editou o Ato Declaratório Interpretativo nº 5, de 27/04/2005, dispondo acerca da revisão dos créditos tributários lançados. Contudo, naquele mesmo ano, a SRF editou o Ato Declaratório Interpretativo nº 14, de 1º/12/2005,

definindo que a não incidência do imposto de renda aplica-se somente nas hipóteses de pagamento de valores a título de férias integrais e de licença-prêmio não gozadas por necessidade do serviço quando da aposentadoria, rescisão de contrato de trabalho ou exoneração, previstas nas Súmulas nos 125 e 136 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a trabalhadores em geral ou a servidores públicos. Ademais, dispôs ainda, que sofrem a incidência do imposto de renda, prevista no art. 3º, 1º e 4º, da Lei nº 7.713, de 1988, e no art. 43, inciso III, do Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999 - Regulamento do Imposto de Renda (RIR/1999), as demais formas de pagamento em pecúnia a título de férias e de licença-prêmio não gozadas. Os Pareceres PGFN 2.140, de 30/01/2006, aprovado pelo Despacho S/Nº, de 6-11-2006, 2.603 e 2.607, ambos de 20/11/2008, aprovados pelo Ministério da Fazenda, através do Despacho S/Nº, de 01/12/2008, concluíram pela dispensa de apresentação de contestação, de interposição de recursos, bem como pela autorização de desistência dos já interpostos, desde que inexista outro fundamento relevante, nas ações judiciais nas quais se discuta a não incidência do Imposto de Renda sobre o adicional de um terço previsto no artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal, quando agregado a pagamento de férias simples ou proporcionais vencidas e não gozadas, convertidas em pecúnia, em razão de rescisão do contrato de trabalho; naquelas que versem acerca da incidência do Imposto de Renda sobre os valores recebidos pelo empregado a título de férias em dobro na rescisão contratual, sob o fundamento de que tal verba possui natureza indenizatória. Assim, recomenda-se como medida preventiva que, nas hipóteses de pagamento de férias indenizadas, o órgão público consulte antecipadamente o respectivo órgão local de jurisdição da Receita Federal, a fim de certificar-se do procedimento tributário adequado que deverá adotar por ocasião do pagamento de férias indenizadas. (13) Seguem algumas jurisprudências acerca da incidência sobre o terço constitucional de férias, porém, recomenda-se como medida preventiva que, nas hipóteses de pagamento de férias, o órgão público consulte antecipadamente o respectivo órgão local de jurisdição do Receita Federal, a fim de certificar-se do procedimento tributário adequado que deverá adotar por ocasião do pagamento do 1/3 das férias. Ou, que tenha em mãos uma decisão administrativa ou judicial antes de qualquer medida. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PATRONAL SOBRE O TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. VERBA DE NATUREZA INDENIZATÓRIA. IMPOSTO DE RENDA. INCIDÊNCIA. ADICIONAL CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. NATUREZA SALARIAL EXERCÍCIO REGULAR DO DIREITO A FÉRIAS. A verba paga ao empregado a título de adicional constitucional de férias não se sujeita à incidência da contribuição previdenciária. Quanto à incidência do imposto de renda, o terço constitucional de férias, regularmente usufruídas, tem natureza remuneratória. Correta a tributação pelo imposto de renda. (TRF-4 - AC: 506531520114047100 RS 5065311-55.2011.404.7100, Relator: MARIA DE FÁTIMA FREITAS LABARRÈRE, Data de Julgamento: 04/12/2013, PRIMEIRA TURMA, Data de Publicação: D.E. 04/12/2013). SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EDcl no AgRg no AREsp 85096 / AM ED EM RECURSO ESPECIAL 2011/0277488-0 Relator(a): Ministro HERMAN BENJAMIN (1132) Órgão Julgador: SEGUNDA TURMA Data do Julgamento: 26/06/2012 Ementa PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. EMPREGADOS. INCIDÊNCIA. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. (...) 2. As Turmas que compõem a Primeira Seção do STJ consolidaram o entendimento no sentido de afastar a contribuição previdenciária do terço de férias também de empregados celetistas.

3. Embargos de Declaração acolhidos sem efeito infringente. Acórdão Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça: "A Turma, por unanimidade, acolheu os embargos de declaração, sem efeitos modificativos, nos termos do voto do Sr. Ministro-Relator, sem destaque e em bloco." Os Srs. Ministros Mauro Campbell Marques, Cesar Asfor Rocha, Castro Meira e Humberto Martins votaram com o Sr. Ministro Relator. FÉRIAS SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Processo AG 1420247 / DF Agravante: GLOBEX UTILIDADES AS Recorrido: FAZENDA NACIONAL Relator(a): Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO Órgão Julgador: PRIMEIRA TURMA Data da Publicação/Fonte: DJe 10/02/2012 AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. FÉRIAS GOZADAS. AUSÊNCIA DE EFETIVA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PELO EMPREGADO. NATUREZA INDENIZATÓRIA QUE PODE SER ALTERADA. INCIDÊNCIA DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. RELEVÂNCIA DA MATÉRIA A EXIGIR REABERTURA DA DISCUSSÃO PERANTE A 1a. SEÇÃO. 1. O preceito normativo não pode transmudar a natureza jurídica de uma verba. (...) nas férias gozadas, independentemente do título que lhes é conferido legalmente, não há efetiva prestação de serviço pelo empregado, razão pela qual, não é possível caracterizá-los como contraprestação de um serviço a ser remunerado, mas sim, como compensação ou indenização legalmente previstas com o fim de proteger e auxiliar o Trabalhador. 2. Da mesma forma que só se obtém o direito a um benefício previdenciário mediante a prévia contribuição, a contribuição também só se justifica ante a perspectiva da sua retribuição em forma de benefício (ADI-MC 2.010, Rel. Min. CELSO DE MELLO); destarte, não há de incidir a contribuição previdenciária sobre tais verbas. 3. Apesar de esta Corte possuir o entendimento pacífico em sentido oposto a relevância da matéria exige a reabertura da discussão perante a 1ª. Seção. (...) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EDcl no AgRg Nº 1.358.108-MG (2010/0185837-9) RELATOR : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES EMBARGANTE : FAZENDA NACIONAL EMBARGADO : AP MOTOS COMÉRCIO IMP. E EXP. LTDA Data do Julgamento: 12/11/2011 EMENTA TRIBUTÁRIO. TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. ENTENDIMENTO DA PRIMEIRA SEÇÃO DO STJ, CONFORME LINHA DE PENSAR ADOTADA PELO STF. (...) 2. Inexiste omissão no acórdão embargado que de forma clara e fundamentada, consignou: a) a Primeira Seção deste Tribunal, no julgamento da Petição 7.296/PE (Rel. Min. Eliana Calmon), acolheu Incidente de Uniformização de Jurisprudência para adotar entendimento do STF no sentido da não incidência de contribuição previdenciária sobre o terço constitucional de férias; b) a posição referida aplica-se aos empregados celetistas contratados por empresas privadas (AgRg no EREsp 957.719/SC, Rel. Min. César Asfor Rocha, DJ de 16/11/2010). (...) ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Hamilton Carvalhido, Teori Albino Zavascki e Arnaldo Esteves Lima votaram com o Sr. Ministro Relator.

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA AgRg RESP Nº 957.719-SC (2010/0103922-1) RELATOR: MINISTRO CESAR ASFOR ROCHA AGRAVANTE: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS AGRAVADO: COMPANHIA HEMMER INDÚSTRIA E COMÉRCIO Data do Julgamento: 27/10/10 EMENTA AGRAVO REGIMENTAL. EMPRESA PRIVADA. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. EMPREGADOS CELETISTAS. Jurisprudência das Turmas que compõem a Primeira Seção desta Corte consolidada no sentido de afastar a contribuição previdenciária do terço de férias também de empregados celetistas contratados por empresas privadas. Precedentes. Agravo regimental improvido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da PRIMEIRA SEÇÃO do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, negar provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO (SÚMULAS 282 E 356 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL). IMPOSSIBILIDADE DA INCIDÊNCIA DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE O TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO. 1. A matéria constitucional contida no recurso extraordinário não foi objeto de debate e exame prévios no Tribunal a quo. Tampouco foram opostos embargos de declaração, o que não viabiliza o extraordinário por ausência do necessário prequestionamento. 2. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de que somente as parcelas que podem ser incorporadas à remuneração do servidor para fins de aposentadoria podem sofrer a incidência da contribuição previdenciária. (AI 710.361/MG, Rel. MINISTRA CARMEN LÚCIA, PRIMEIRA TURMA, DJ 08/05/2009) (14) O condutor autônomo de veículo rodoviário (inclusive o taxista), o auxiliar de condutor autônomo, bem como o cooperado filiado à cooperativa de transportadores autônomos, estão sujeitos ainda, ao pagamento da contribuição para o Serviço Social do Transporte - SEST (1,5%) e para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte - SENAT (1,0%), totalizando a alíquota de 2,5% incidente sobre alíquota de 20% do valor bruto auferido pela prestação de serviços (Decreto n.º 1.007/91; inc. II, do art. 7, da Lei Federal n.º 8.706/93, e 5º, do art. 65, e inc. III, do 1º, do art. 231, ambos da IN RFB n.º 971/09). () A Participação nos Lucros ou Resultados da Empresa, nos termos do art. 7º, inc. XI, da CF/88, encontra-se regulada pela Lei nº 10.101, de 19/12/2000, a qual dispõe que a forma dessa participação deve ser convencionada pela empresa com seus empregados e, ainda, estabelece as regras que devem constar do instrumento de negociação, fixa alguns dos critérios a serem observados, determina periodicidade mínima para seu pagamento e dá outras providências. Em relação à tributação na fonte, determina que esta deve se verificar em separados dos demais rendimentos recebidos no mês, ficando a pessoa jurídica (fonte pagadora) responsável pela retenção e pelo recolhimento do imposto. (16) A Lei nº 6.919, de 02/06/81, facultou às empresas sujeitas ao regime da legislação trabalhista estender a seus diretores não empregados o regime do FGTS. Usando dessa faculdade, referidas empresas ficam obrigadas a depositar, até o dia sete de cada mês, em

nome de cada um dos diretores abrangidos pela medida, importância correspondente a 8% da respectiva remuneração relativa ao mês anterior. (17) Nos termos da Instrução 25/2001, o valor pago a título de salário-família, em conformidade com a Lei nº 4.266/63 e no limite nela estabelecida, não integra a remuneração do empregado para efeito de depósito do FGTS (inc. XVIII, do art. 13). Na hipótese de o salário-família ser pago em valor superior ao estabelecido em lei, o excedente será considerado como salário, integrando a remuneração do empregado, inclusive para fins de depósitos de FGTS (IN SIT nº 25/2001, inc. VI, do art. 12). A estipulação de valor superior ao legal decorre, em regra, de acordo, convenção ou dissídio coletivo de categoria.