PÓS-GRADUAÇÃO CONTABILIDADE E FISCALIDADE 2015-2016
2 PÓS-GRADUAÇÃO CONTABILIDADE E FISCALIDADE COORDENAÇÃO Prof. Doutor Eduardo Barbosa do Couto Mestre António Samagaio APRESENTAÇÃO Este curso de Pós-Graduação pretende ser um espaço de aprendizagem e de reflexão para os participantes que desejam aprofundar os seus conhecimentos sobre os conceitos contabilístico-fiscais e assim elevar as suas competências técnicas. Este curso de Pós-Graduação em Contabilidade e Fiscalidade ajudará os alunos a desenvolver, com perspectivas de elevado desempenho, funções nas seguintes atividades: Administração e Direcção Financeira de empresas ou outras instituições; Controlador Financeiro; Consultoria nas áreas de Contabilidade, Fiscalidade ou Finanças Empresariais; Gabinetes de Contabilidade e de Fiscalidade; Técnicos nas áreas de Contabilidade, Fiscalidade ou Finanças Empresariais; ACESSO AO MESTRADO EM CONTABILIDADE, FISCALIDADE E FINANÇAS EMPRESARIAIS Aos alunos que concluirem a Pós-Graduação em Contabilidade e Fiscalidade têm creditação a cinco unidades curriculares: Contabilidade em Entidades Complexas, Contabilidade Financeira Avançada, Fiscalidade I, Fiscalidade II e Gestão Fiscal. OBJETIVOS Adquirir, aprofundar e consolidar conhecimentos técnicos na área da Contabilidade que possibilitem aos profissionais destas áreas responder pronta e eficazmente aos desafios que são colocados na preparação de informação de qualidade e tempestiva. Identificar as implicações fiscais das decisões de gestão. Possibilitar que os participantes criem uma rede de contactos e desenvolvam competências interpessoais (comunicação, integridade, liderança) que contribuam para um desempenho eficaz das suas funções. DESTINATÁRIOS > Licenciados nas áreas de Gestão, Economia, Contabilidade, Administração e outras áreas afins; > Alunos de outras Pós-Graduações do ISEG e de outras Universidades ou Institutos; > Alunos licenciados ou bacharéis que tenham como objetivo obter uma forte preparação para concorrer à obtenção de certificação de TOC. > Técnicos Oficiais de Contas que pretendam realizar acções de formação conducentes à possibilidade de obter créditos no âmbito do Controlo de Qualidade da OTOC. Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas De acordo com a deliberação da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, a Pós-Graduação em Contabilidade e Fiscalidade reúne as condições para atribuição de créditos nos termos previstos no seu Regulamento de Controlo de Qualidade.
3 CONTABILIDADE E FISCALIDADE Duração 180 horas Propina 3.000 Início Setembro KEY-FACTS Horário Pós-laboral e Sábados de manhã Alunos a admitir 35 PLANO CURRICULAR BLOCO 1 UNIDADE CURRICULAR CORPO DOCENTE HORAS CRÉDITOS CONTABILIDADE DE GRUPOS ECONÓMICOS Cristina Gaio Silva 18 3 FISCALIDADE Maria dos Prazeres Lousa 18 3 RELATO FINANCEIRO Inês Pinto 18 3 FISCALIDADE DE PRODUTOS FINANCEIROS Diogo Filipe Pires 18 3 SISTEMA FISCAL PORTUGUÊS III IRC João Pedro Santos 18 3 BLOCO 2 UNIDADE CURRICULAR CORPO DOCENTE HORAS CRÉDITOS CONTABILIDADE DE ENTIDADES COMPLEXAS José Miguel Azevedo Rodigues 18 3 CONTABILIDADE DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Mário Freire 18 3 SISTEMA FISCAL PORTUGUÊS I IRS Fernando Pinto Marques 18 3 GESTÃO FISCAL Pedro Tardão Alves 18 3 SISTEMA FISCAL PORTUGUÊS II IVA João Paulo Morais Canedo 18 3
4 PÓS-GRADUAÇÃO UNIDADES CURRICULARES BLOCO 1 CONTABILIDADE DE GRUPOS ECONÓMICOS Cristina Gaio Silva A harmonização contabilística e o sistema de normalização contabilística. Concentração de atividades empresariais. Interesses em Empreendimentos conjuntos. Investimentos em associadas. Consolidação de contas. FISCALIDADE Maria dos Prazeres Lousa Noção de imposto e algumas figuras afins. Estrutura e dinâmica do imposto: facto gerador do imposto; a incidência de um imposto; matéria colectável, taxas e colecta; as operações de lançamento, liquidação e cobrança. Classificação dos impostos: impostos diretos e impostos indiretos; impostos reais e impostos pessoais; impostos de quota fixa e impostos de quota variável; impostos periódicos e impostos de obrigação única; impostos principais, impostos acessórios e impostos dependentes; impostos estaduais e impostos não estaduais; impostos sobre o rendimento, impostos sobre o património e impostos sobre a despesa. Direito fiscal: características e relações com outros ramos de direito; fontes de direito fiscal; interpretação e integração da lei fiscal; aplicação da lei fiscal no tempo e no espaço; relação jurídicofiscal; obrigação fiscal e obrigações fiscais acessórias; sujeitos da obrigação fiscal; substituição e responsabilidade fiscais; garantias da obrigação fiscal; garantias dos contribuintes. Os benefícios fiscais: conceito, modalidades; situação portuguesa. RELATO FINANCEIRO Inês Pinto Informação contabilística e mercados de capitais. Estrutura conceptual da informação financeira. Estrutura das demonstrações financeiras. Acontecimentos posteriores à data do balanço. Erros e correcções, operações fora de balanço. Relatório de Gestão e Certificação Legal de Contas. Informação financeira intercalar. Informação financeira por segmentos. FISCALIDADE DE PRODUTOS FINANCEIROS Diogo Filipe Pires Introdução aos produtos financeiros numa perspectiva de financiamento e investimento. Gestão fiscal do financiamento empresarial: Financiamento através de capitais próprios; Remuneração convencional do capital social; Financiamento através de capitais alheios; Subcapitalização. Fiscalidade dos principais produtos financeiros: Partes de capital; Obrigações; Unidades de participação; Warrants autónomos. Fiscalidade dos principais instrumentos financeiros derivados: Swaps cambiais e de taxa de juro; Operações cambiais a prazo; Opções europeias e americanas; Futuros. O planeamento fiscal abusivo e os produtos financeiros híbridos: Portugal: planeamento fiscal abusivo e a norma geral anti- -abuso; Exemplos públicos de alguns esquemas ou actuações de planeamento fiscal. Breve referência aos Credit Default Swaps e Total Return Swaps. SISTEMA FISCAL PORTUGUÊS III - IRC João Pedro Santos Enquadramento do IRC. Incidência: Sujeitos passivos; Base tributável; Extensão da obrigação de imposto; Regime de transparência fiscal; Período de tributação. Isenções. Determinação da matéria colectável: Regras gerais; Lucro tributável. Taxas. Liquidação e pagamento: Deduções à colecta e prejuízos; Retenções na fonte; Pagamentos por conta; Tributações autónomas. Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades. Regime Especial Aplicável às Fusões, Cisões, Entradas de Ativos e Permutas de Partes Sociais. Regime dos Preços de Transferência. BLOCO 2 CONTABILIDADE EM ENTIDADES COMPLEXAS José Miguel Azevedo Rodrigues Definição de Entidades Complexas e seu contexto conceptual. Contabilidade de Ativos intangíveis, Locação, Contratos de Construção, Provisões. Contabilidade das operações em moeda estrangeira. Tópicos relevantes de contabilidade de Benefícios de empregados. Contabilidade das Entidades com fins Especiais. CONTABILIDADE DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Mário Freire Definições: Instrumento financeiro; Ativo financeiro; Passivo financeiro vs instrumento de capital próprio. Reconhecimento/ Desreconhecimento: Desreconhecimento de ativos financeiros; Desreconhecimento de passivos financeiros. Mensuração: Mensuração Inicial; Mensuração subsequente (justo valor, custo amortizado, custo); Imparidade e incobrabilidade de ativos financeiros. Tratamento contabilístico de produtos derivados e contabilização da cobertura. Divulgações. Adopção pela Primeira Vez. Casos particulares dos Bancos. SISTEMA FISCAL PORTUGUÊS I - IRS Fernando Pinto Marques Enquadramento do IRS. Incidência: Incidência real; Incidência pessoal. Determinação do rendimento colectável: Regras gerais; Deduções; Abatimentos; Processo de determinação do rendimento tributável. Taxas. Liquidação. Pagamento: Regras gerais; Retenções na fonte; Pagamentos por conta. Obrigações acessórias. GESTÃO FISCAL Pedro Tardão Alves Introdução. As empresas e os impostos. Importância da gestão fiscal. Gestão fiscal - princípios fundamentais: Natureza da gestão fiscal; Modalidades de gestão fiscal benefícios fiscais e alternativas fiscais; Distinção entre gestão fiscal e evasão e fraude fiscais; Gestão fiscal e segurança jurídica. Gestão fiscal e formas de exercício da atividade empresarial: Influência da fiscalidade sobre a escolha da forma jurídica da empresa empresas individuais; sociedades. Tratamento fiscal da cooperação entre empresas consórcio; associação em participação; agrupamento complementar de empresas. Gestão fiscal das reorganizações empresariais e dos grupos económicos: Reorganizações empresariais a fiscalidade das fusões, cisões e entradas de ativos; Regime fiscal dos grupos económicos. SISTEMA FISCAL PORTUGUÊS II - IVA João Paulo Morais Canedo A tributação do consumo e a sua coordenação internacional. Incidência: Incidência real; Operações tributáveis; Sujeitos passivos; A inversão do sujeito passivo (reverse charge); Territorialidade e localização das operações tributáveis; Facto gerador e exigibilidade. Isenções: Isenções completas (taxa zero) e isenções incompletas ou simples; Principais isenções nas operações internas. Valor tributável. Taxas de IVA. Liquidação e pagamento. Obrigações dos contribuintes: declarativas, contabilísticas e de facturação. Regimes especiais e particulares de tributação. O regime do IVA nas transacções intracomunitárias (RITI). As alterações do IVA que entraram em vigor na União Europeia em 2010.
5 CONTABILIDADE E FISCALIDADE CORPO DOCENTE CRISTINA GALO SILVA Professora Auxiliar do ISEG. Doutorada em Gestão pelo ISCTE. DIOGO FILIPE PIRES Tax Manager na Deloitte Portugal. Licenciado em Gestão pelo ISEG/UTL. Pós-Graduado em Gestão de Banca e Seguros pelo Instituto Superior de Economia e Gestão / IDEFE. FERNANDO PINTO MARQUES Gestor de PME. Professor Auxiliar Convidado do ISEG. Licenciado em Gestão pelo ISEG/UTL. INÊS PINTO Gestor de PME. Professora Auxiliar do ISEG Lisboa School of Economics & Managment. Doutoramento em Gestão pelo ISEG Lisboa. JOÃO PAULO MORAIS CANEDO Director da Unidade dos Grandes Contribuintes na Autoridade Tributária e Aduaneira. Assistente Convidado no ISEG. Licenciado em Organização e Gestão de Empresas pelo ISCTE. JOSÉ MIGUEL AZEVEDO RODRIGUES Consultor e membro estagiário da OROC. Licenciado em Gestão pelo ISCTE. MARIA DOS PRAZERES LOUSA Investigadora- Economista do Centro de Estudos Fiscais e Aduaneiros da Autoridade Tributária e Aduaneira. Professora Auxiliar Convidada do ISEG. Licenciada em Finanças pelo ISEG/UTL. MÁRIO FREIRE Presidente do European Enforcement Coordination Sessions do Comité Europeu de Reguladores de Valores Mobiliários. Assistente Convidado no ISEG. Licenciado em Gestão pelo ISEG/UTL. PEDRO TARDÃO ALVES Licenciado em Economia pelo ISEG/UTL; Pós-Graduado em Controlo de Gestão e Finanças Empresariais pelo ISEG/IDEFE; Pós-graduado em Contabilidade e Fiscalidade pelo ISEG/IDEFE. Responsável pela área fiscal da Nexia CPLA & Associados, SROC e da Expertax; Experiência profissional como Senior Manager no departamento do impostos da KPMG Portugal. JOÃO PEDRO SANTOS Assessor economista do Centro de Estudos Fiscais e Aduaneiros. Mestre em Economia Monetária e Financeira pelo ISEG/ UTL.
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7 CONTABILIDADE E FISCALIDADE CANDIDATURAS E PROPINAS Podem candidatar-se à admissão neste curso de Pós-Graduação os: - Detentores de um grau académico superior equivalente ao 1º ciclo em áreas de Contabilidade, Gestão e Administração de Empresas, Finanças, Economia. - Detentores de um grau académico superior equivalente ao 1º ciclo em outras áreas, e que apresentem um currículo adequado às exigências do curso ou demonstrem uma adequada preparação científica de base. Cabe ao Responsável pelo curso efectuar esta análise. Os candidatos serão seleccionados em função do seu curriculum académico e profissional. Será dada preferência a alunos que já exerçam alguma atividade profissional. Poderá ser solicitada a realização de uma entrevista ou uma prestação de provas ou testes adicionais para avaliar competências linguísticas ou outras. Candidaturas online em IDEFE.PT CALENDÁRIO O curso terá inicio em Abril e Setembro. As sessões decorrem dois dias por semana, em regime de horário pós-laboral (a partir das 18:00) e /ou aos Sábados de manhã. PROPINAS O valor das propinas é de 3.000. *Pago em 3 prestações. Existem reduções aplicáveis e protocolos com diversas entidades CONTACTOS Secretariado secretaria @idefe.pt Tel: +351 21 392 5889 www.idefe.pt iseg.pt iseg.pt NOTA: A informação desta brochura está atualizada à data de impressão.
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