CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

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Transcrição:

PLANO DE ENSINO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Disciplina PAVIMENTAÇÃO Código Docente Helio Marcos Fernandes Viana Semestre 2013.1 Carga horária 60h 1 EMENTA Materiais asfálticos para pavimentação; Ensaios em ligantes asfálticos; Misturas asfálticas ou tipos de revestimentos asfálticos; Dosagem Marshall do concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ); Agregados para pavimentação; Ensaios em agregados utilizados em pavimentação; Camadas do pavimento e subleito; Desmonte de bancadas rochosas; Dimensionamento de pavimentos flexíveis de rodovias e aeroportos; Introdução ao gerenciamento de pavimentos; Defeitos de superfície de pavimentos flexíveis; Pavimentos rígidos; Dimensionamento de pavimentos rígidos pelo método da PCA (1984); Prova de carga estática; e Selagem de juntas de pavimentos rígidos. OBJETIVO GERAL 2 OBJETIVOS DO COMPONENTE CURRICULAR 1 - Adquirir noções dos principais ligantes asfálticos utilizados em pavimentação; 2 - Conhecer os principais ensaios realizados nos ligantes asfálticos; 3 - Capacitar para realização de ensaios em ligantes asfálticos; 4 - Fornecer os subsídios necessários para produção e execução do CAUQ (concreto asfáltico usinado a quente); 5 - Conhecer as principais misturas afálticas utilizadas para construção de pavimentos flexíveis no Brasil; 6 - Capacitar para realização de dosagem Marshall do concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ); 7- Adquirir noções sobre os agregados que são apropriados para produção de misturas asfáltcas; 8 - Capacitar para realização de ensaios em agregados utilizados em misturas asfálticas; 9. Adquirir noções de desmonte de bancadas rochosas; 10 - Conhecer os principais tipos de bases e subbases utilizadas em pavimentos no Brasil; 11 - Capacitar para sondar o subleito de pavimentos; 12 - Fornecer os subsídios necessários para o dimensionamento de pavimentos flexíveis de rodovias e aeroportos; 13 - Adquirir noções básicas do gerenciamento de pavimentos; 14 - Fornecer os subsídios necessários para o dimensionamento de pavimentos rígidos; 15 - Capacitar para realização de selagem de juntas de pavimentos rígidos; e 16 - Capacitar para realização de prova de carga estática em pavimentos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (Competências/Habilidades aprendizagens que serão consolidadas pelos estudantes) O aluno deverá, ao final do semestre: - Dominar os conceitos básicos da disciplina; - Aplicar os conhecimentos adquiridos à vida prática de sua formação ética e profissional; - Está familiarizado com os ensaios rotineiros realizados em ligantes asfálticos e agregados; - Está apto a realizar a dosagem Marshall do concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ); - Está capacitado para projetar pavimentos flexíveis de rodovias e aeroportos; - Está apto para calcular o volume de rocha desmontada de bancadas rochosas; - Está capacitado para projetar pavimentos rígidos de rodovias; - Possuir noções básicas de gerenciamento de pavimentos; - Possuir noções de produção e execução das principais misturas asfálticas utilizadas no Brasil; - Está capacitado para selecionar bases e subbases a serem utilizadas em pavimentação de trechos; e - Está capacitado para fiscalizar a qualidade de subleitos para pavimentos de rodovias e aeroportos.

3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Materiais asfálticos para pavimentação; 2. Ensaios em ligantes asfálticos; 3. Misturas asfálticas ou tipos de revestimentos asfálticos; 4. Dosagem Marshall do concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ); 5. Agregados para pavimentação; 6. Ensaios em agregados utilizados em pavimentação; 7. Camadas do pavimento e subleito; 8. Desmonte de bancadas rochosas; 9. Dimensionamento de pavimentos flexíveis de rodovias; 10. Dimensionamento de pavimentos flexíveis de aeroportos; 11. Introdução ao gerenciamento de pavimentos; 12. Defeitos de superfície de pavimentos flexíveis; 13. Pavimentos rígidos; 14. Dimensionamento de pavimentos rígidos pelo método da PCA (1984); e 15. Prova de carga estática; e Selagem de juntas de pavimentos rígidos. SEMANA 1. 2. 3. 3 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS / CRONOGRAMA DAS AULAS MÉTODOS E TÉCNICAS DE APRENDIZAGEM ASSUNTO (indicar as estratégias didáticas que serão utilizadas) Materiais asfálticos para pavimentação (1. o Parte); e aula prática: Ensaios em ligantes asfálticos (1. o Parte). Materiais asfálticos para pavimentação (2. o Parte); e aula prática: Ensaios em ligantes asfálticos (2. o Parte). Aulas de tirar eventuais dúvidas. (aulas fora do horário normal). Método de ensino visando à otimização do aprendizado. APRENDIZAGENS QUE SERÃO CONSOLIDADAS PELOS ESTUDANTES Aquisição de conhecimento sobre: - O asfalto; - Os processos de produção, estocagem e manuseio do asfalto (CAP) - O CAP e os ligantes asfálticos existentes no mercado; - Oxidação ou envelhecimento do CAP. - O ensaio de penetração; - Os ensaios de viscosidade; - O ensaio ponto de amolecimento; e - O ensaio de ductilidade. - A emulsão asfáltica; - Os asfaltos diluídos; - O asfalto modificado por polímero; - O asfalto-borracha; - Os agentes rejuvenescedores e asfalto-espuma; - O ensaio ponto de fulgor; - O ensaio de solubilidade ou ensaio do teor de betume; - O ensaio de massa específica do ligante asfáltico; - O ensaio de durabilidade tipo TFOT, ou ensaio da película delgada (ou fina) em estufa, ou ensaio de efeito calor e ar tipo TFOT; - O ensaio de durabilidade tipo RTFOT, ou ensaio de efeito calor e ar tipo RTFOT; e - O ensaio ponto de ruptura Fraass. Consolidação dos tópicos da disciplina e aniquilação de dúvidas existentes.

4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. Materiais asfálticos para pavimentação (3. o Parte); e aula prática: Determinação do Índice de suscetibilidade Térmica. Aulas de tirar eventuais dúvidas. (aulas fora do horário normal). Misturas asfálticas ou tipos de revestimentos asfálticos (1. o Parte); e aula prática: temperaturas de trabalho com o CAP e CAUQ. Misturas asfálticas ou tipos de revestimentos asfálticos (2. o Parte). e aula prática: Dosagem de misturas asfálticas (1. o Parte). Agregados (1. o Parte). E aula prática: Dosagem de misturas asfálticas (2. o Parte). Aulas: Agregados (2. o Parte). e aula prática: Exercício resolvido de dosagem tipo Marshall. Estudo das camadas do pavimento e subleito. E aula prática: Exercícios para construção da base. Dimensionamento de pavimentos flexíveis. E aula prática: Exemplos de cálculo de N de tráfego e de calculo de acréscimo de pista de aeroporto quando o número de decolagens é superior a 100.001 decolagens anual.. Aula expositiva e método de aprendizagem por meio de resolução de exercício. Método de ensino visando à otimização do aprendizado. Aula expositiva e método de aprendizagem por meio de resolução de exercício. Aula expositiva e estudo dirigido. Aula expositiva e estudo dirigido. Aula expositiva e estudo dirigido. - A suscetibilidade térmica; - Temperaturas de utilização do CAP; e - A especificação brasileira para os CAPs. Consolidação dos tópicos da disciplina e aniquilação de dúvidas existentes. Aquisição de conhecimento sobre: - As formas de classificar a mistura utilizada na camada de revestimento asfáltico; - As misturas usinadas; e - Os cálculos para obtenção das temperaturas de trabalho com o CAP e CAUQ. - As misturas usinadas; - A mistura asfáltica tipo tratamento superficial; e - A dosagem de misturas asfálticas. - Da classificação dos agregados - Da produção de agregados britados; - Da dosagem Marshall do concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ); e - Das exigências que o concreto asfáltico usinado a quente deve atender. - Das características tecnológicas importantes dos agregados utilizados para pavimentação asfáltica; e - Da dosagem tipo Marshall. Aquisição de conhecimento sobre: - Tipos de bases e subbases; - Materiais rotineiramente empregados em bases e subbases estabilizadas ou não; - Procedimento de estudo dos subbleitos para fins rodoviários; e - Alguns procedimentos construtivos da base de pavimentos. - Dimensionamento de pavimentos flexíveis de rodovias; - Dimensionamento de pavimentos flexíveis de aeroportos; - Cálculo do N do tráfego; e - Cálculo do acréscimo de espessura em pavimento flexível de pista de aeroporto, quando o número de decolagens for maior que 100.001 decolagens anual.

12. 13. 14. 15. 16. Cálculo: pav. flexível de aeroporto e entrega II lista de exercícios. E aula prática: Cálculo: pav. flexível rodoviário. Introdução ao gerenc. de pavimentos. E aula prática: Defeitos de superfície. Pavimentos rígidos (1. o Parte). E aula prática: Exercícios relacionados à pav. rígidos. Pavimentos rígidos (2. o Parte). E aula prática: Prova de carga estática. Aulas de tirar eventuais dúvidas. (aulas fora do horário normal). Estudo dirigido. Aula expositiva e estudo dirigido. Método de ensino visando à otimização do aprendizado. - O cálculo de pavimento rodoviário; e - O cálculo de pavimento de aeroporto. - Dos elementos fundamentais do gerenciamento de pavimentos; e - Apresentação dos principais defeitos que ocorrem em pavimentos flexíveis e os procedimentos de solucioná-los. - A comparação entre pavimentos rígidos e flexíveis; - Tipos de pavimentos rígidos; - Juntas, barras de transferência e barras de ligação de pavimentos rodoviários de concreto; - Elementos para o cálculo da dilatação térmica do concreto; e - O dimensionamento de barras de ligação para juntas longitudinais com barras de ligação. - De subleitos e subbases para pavimentos rígidos - Do coeficiente de recalque; - Da avaliação da resistência característica do concreto à tração na flexão (Fctk); - Do dimensionamento de pavimentos rígidos pelo método da PCA (1984) (Portland Cement Association, 1984); e - Dos valores típicos (ou usuais) de abatimento ou slump para concretos utilizados em pavimentação. Consolidação dos tópicos da disciplina e aniquilação de dúvidas existentes. OBS: 1) Este cronograma poderá ser alterado durante o período letivo, desde que não cause prejuízo das atividades pedagógicas e dos conteúdos da disciplina. 2) Fora as horas aulas previstas para as avaliações individuais e, as horas aluas previstas para a entrega das avaliações no final do curso, que somam 12 horas aula, pois há 2 (duas) avaliações e 1 (uma) VMD no curso de Pavimentação; os registros acima corresponderam a 48 horas aula de 50 minutos.

4 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES DISCENTES EXTRACLASSE (Relacionar as Atividades Discentes Extraclasse previstas) UNIDADE ATIVIDADES CONTEÚDO 1ª 1ª 2ª 2ª Resolução da I (primeira) lista de exercícios. Correspondendo a 4 horas aula, que serão computadas no dia 15/03/2013. Resolução da I (primeira) lista de exercícios. Correspondendo a 4 horas aula, que serão computadas no dia 22/03/2013. Resolução da II (segunda) lista de exercícios. Correspondendo a 4 horas aula, que serão computadas no dia 19/04/2013. Resolução da II (segunda) lista de exercícios. Correspondendo a 4 horas aula, que serão computadas no dia 26/04/2013. OBS: Os registros acima correspondem a horas de atividades acadêmicas efetivas. Exercícios que promovem familiaridade com os termos técnicos, e introduzem os embasamentos necessários para os alunos elaborarem projetos de Engenharia. (4 horas aula) Exercícios que promovem familiaridade com os termos técnicos, e introduzem os embasamentos necessários para os alunos elaborarem projetos de Engenharia. (4 horas aula) Exercícios que promovem familiaridade com os termos técnicos, e introduzem os embasamentos necessários para os alunos elaborarem projetos de Engenharia. (4 horas aula) Exercícios que promovem familiaridade com os termos técnicos, e introduzem os embasamentos necessários para os alunos elaborarem projetos de Engenharia. (4 horas aula) 5 CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO A VMD - Verificação Multidisciplinar corresponderá a 10% da nota da média curricular e será realizada ao final da II unidade, em período direcionado pela Coordenação de Curso conforme Calendário Acadêmico. Conforme os Critérios de Avaliação da Rede FTC, fora o VMD, o restante da média semestral será dividida do seguinte modo 80% da média da unidade semestral corresponde à nota da avaliação individual e 20% da média para avaliações em grupo. A composição da nota é gerada pelo sistema (Intranet). A VMD será corrigida (pela Fundação FTC) por disciplina, gerando uma nota específica para cada disciplina corrigida. Considerando a necessidade de um uso correto da linguagem, será considerado, na correção dos trabalhos, o uso adequado da linguagem escrita - correção gramatical e ortográfica, coesão e coerência da linguagem escrita: - Os docentes procederão a correção devida, descontando 0,1 (um décimo) por incorreção na linguagem escrita, não devendo ultrapassar 10% do valor total da avaliação. - Os critérios gerais de avaliação atendem ao Regulamento aprovado no Conselho Superior Acadêmico. UNIDADE I (Peso 45% do total de pontos do semestre) INSTRUMENTO NOTA Prova Individual (Peso 80% dos pontos da I unidade) 0-10 Trabalho em Grupo (Peso 20% dos pontos da I unidade) 0-10 UNIDADE II (Peso 45% do total de pontos do semestre) INSTRUMENTO NOTA Prova Individual (Peso 80% dos pontos da II unidade) 0-10 Trabalho em Grupo (Peso 20% dos pontos da II unidade) 0-10 VMD (Peso 10% do valor do total semestre) 0-10

6 RECURSOS Pincel, quadro branco e apagador; Réqua de 1m; Xérox de textos e exercícios para estudos dirigidos; Datashow com computador e software powerpoint; e Mira laser. 7 REFERÊNCIAS BÁSICAS 1 - VIANA, H. M. F. Pavimentação. CD. 2012. (Paginação personalizada). 2 - BALBO, J. T. Pavimentação asfáltica - Materiais, projeto e restauração. São Paulo - SP: Oficina de Textos, 2007. 558p. 3 - BALBO J. T. Pavimentos de concreto. São Paulo - SP: Oficina de Textos, 2009. 472p. 4 - BERNUCCI, L. B.; MOTA, L. M. G.; CERRATTI, J. A. P.; SOARES, J. B. Pavimentação asfáltica - Formação básica para engenheiros. Rio de Janeiro - RJ: Petrobrás, ou ABEDA (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos, 2008. 501p. 5 - SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Vol. 1. São Paulo - SP: Pini, 2005. 746p 6 - SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Vol. 2. São Paulo - SP: Pini, 2005. 671p 8 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES 1 -AMERICAN ASSOCIATION OF STATE HIGHWAY AND TRANSPORTATIO OFFICIALS - AASHTO Guide for design of pavement structures. Washington, 1993. 2 - AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. ASTM d 2940-92. Standard Specification for graded aggregate materials for bases or subbases for highways or airports. Philadaphia, 1992. 3 - Anuário Exame de Infaestrutura. Revista Exame. Abril editora. Outubro, 2011. 154p. 4 - ASHFORD, N.; WRIGHT, P. H. Airport engineerig. New York: John Wiley & Sons, 1979. 449p 5 - ALVARENGA B.; MÁXIMO A. Curso de Física. Volume 2. Ediçao 2. São Paulo - SP: Harper & Row do Brasil, 1986. 605p. (mais anexos) 6 - BAPTISTA, C. N. Pavimentação - tomo I (ensaios fundamentais para pavimentação, dimensionamento de pavimentos). Porto Alegre-RS: Globo, 1976. 253p. 7 - BAUER L. A. F. Materiais de construção civil. Volume 1. Edição 4. São Paulo - SP: Livros técnicos e científicos, 1992. 435p. 8 - BAUER, L. A. Materiais de Construção. Volume 4. ed. São Paulo - SP: Livros Técnicos e Científicos Editora LTDA, 1992. 892p. 9 - BOTELHO M. H. C.; MARCHETTI O. Concreto armado eu te amo. Volume 1. São Paulo - SP: Edgard Blücher, 2006. 463p.

10 - DELATTE N. Concrete pavement design, conservation and performance. New York - Taylor & Francis, 2008. 372p. 11 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT Manual de pavimentos rígidos. 2. Edição. Rio de Janeiro, 2005. 234p. 12 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGEM. DNER Glossário de termos técnicos rodoviários. Rio de Janeiro, 1997. 296p. 13 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES. DNIT 009-PRO Avaliação subjetiva da superfície de pavimentos flexíveis e semi-rígidos. Rio de janeiro, 2003. 14 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGEM. Manual de pavimentação. 2. ed., Rio de janeiro, 1996. 15 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGEM. Manual de implantação. 2. ed., Rio de janeiro, 1996. 16 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGEM. Método de projeto de pavimentos flexíveis. 3. ed., Rio de Janeiro, 1981. 17 - FABBRI, G. T. P. Notas de aulas da disciplina Misturas Betuminosas - STT5830. São Carlos - SP: Escola de Engenharia de São Carlos - USP, 2005. 18 - FEDERAL AVIATION ADMINISTRATION AC/150/5320-6D - 7/7/95 Airport pavement design and avaluation. 1995. 19 - FERNANDES JÚNIOR, J. L.; BARBOSA, R. E. Estimativa das cargas dinâmicas dos veículos rodoviários que atuam sobre os pavimentos e pontes. Transportes. São Paulo, Vol. 8. n. 2, 2000. p. 32-50. 20 - FERNANDES JÚNIOR, J. L.; ODA, S.; ZERBINI, L. F. Defeitos e atividades de manutenção e reabilitação em pavimentos asfálticos. São Carlos - SP: Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo, 1999. 101p. 21 - FERNANDES JUNIOR, J. L. Notas de aulas da disciplina Sistemas de Gerência de Pavimentos - STT5866. São Carlos - SP: Escola de Engenharia de São Carlos - USP, 2000. 22 - FERREIRA A. B. H. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa. Rio de Janeiro - RJ: Nova Fronteira, 1986. 1838p. 23 - GIECK, K. Manual de fórmulas técnicas. 3. ed.. São Paulo - SP: Hemus, [198-?]. Paginação personalizada (letras e números) 24 - GOLDNER L. G. Apostila de Aeroportos - 2010. Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Departamento de Engenharia Civil, 2010. 213p. 25 - HASS, R.; HUDSON, W. R.; ZANIEWSKI, J. Modern Pavement Management. Malamar - Florida: Krieger Publishing, 1994. 26 - HORONJEFF R. Aeroportos planejamento e projeto. Rio de Janeiro - RJ: Livro técnico S. A., 1966. 513p. 27 - LIMA D. C. Notas de aulas de pavimentação - Pavimentos rígidos. CIV 311. Universidade federal de Viçosa, 2008. 28 - MEDINA J. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro - RJ: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1997. 380p. 29 - MENDONÇA, A. A.; LIMA, D. C.; BUENO, B. S.; FONTES, M. P. F. Caracterização tecnológica de misturas solocal: estudo de caso dirigido a dois solos de Viçosa - MG. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MECÂNICA DOS SOLOS E ENGENHARIA GEOTÉCNICA, 11., 1998, Brasília, DF. Anais... Brasília, DF: ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos), 1998. v. 2, p. 1175-1182. 30 - NOGAMI, J. S.; VILLIBOR D. F. Pavimentação de baixo custo com solos lateríticos. São Paulo - SP: Vilibor, 1995. 213p.

31 - SARDELLA, A. Química. 3. ed. São Paulo - SP: Ática, 2000. 406p. 32 - SERPA, O. Dicionário escolar Inglês - Português, e Português - Inglês. 7. ed. Rio de Janeiro - RJ: FENAME (Fundação Nacional de Material Escolar), 1975. 1301p. 33 - SOUZA, M. L. Pavimentação rodoviária. 2. ed., Rio de Janeiro - RJ: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1980. 361p. 34 - ROBERTS, F. L.; KANDHAL, P. S.; BROWN, E. R.; LEE, D-Y; KENNEDY, T. W. Hot mix asphalt materials, mixture design and construction. 2. ed. Lanham, Maryland: Napa Research and Education Foundation, 1996. Assinatura do(a) Professor(a) Assinatura da Coordenação do Curso