Início da operação privada: 01/02/1997

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Transcrição:

Início da operação privada: 01/02/1997

Cronologia Fatos e Datas Relevantes Inclusão PND: Decreto 473 de 10/03/1992; Lei n 9.491/97 Programa Nacional de Desestatização; Contrato de Concessão e Arrendamento: 30 anos prorrogável por igual período; Lei nº 10.233/01 Criação ANTT; Lei nº 11.483/07 Extinção da RFFSA e Transferência dos Bens Operacionais para o DNIT-MT.

Objetivos da Privatização Desonerar o Estado; Melhorar a alocação de recursos; Aumentar a eficiência operacional; Fomentar o desenvolvimento do mercado de transportes; e Melhorar a qualidade dos serviços.

Resultados das Concessões Ferroviárias de 2011 O Patrimônio Líquido da maioria das malhas concedidas ficou positivo... No processo de desestatização teve forte impacto positivo nas contas públicas: 1994-1997 Desoneração aos Cofres Públicos 1996-1998 Prejuízos acumulados da RFFSA R$ 2,2 Bilhões R$ 300 milhões por ano (déficits anuais de operação pela RFFSA) Valores apurados nos leilões das Malhas da Extinta RFFSA R$ 1,76 Bilhão

Programa Nacional de Desestatização PND: O Estado buscou novos mecanismos para aprimorar a prestação do serviço público: Atividade de regulação e fiscalização, por meio de Agências Reguladoras. Definir prioridades, padrão de qualidade dos serviços e a modicidade das tarifas; Regular e fiscalizar o patrimônio que permanece em poder da União.

Concessões das Ferrovias para a Iniciativa Privada Malhas ferroviárias operadas pela iniciativa privada - 28.366 km Transnordestina Logística EFVM-Estrada de Ferro Vitória a Minas EFC-Estrada de Ferro Carajás FCA- Ferrovia Centro - Atlântica ALL - América Latina Logística Malha Paulista ALL- América Latina Logística Malha Norte ALL- América Latina Logística Malha Oeste ALL - América Latina Logística Malha Sul FTC - Ferrovia Tereza Cristina MRS Logística FNS Ferrovia Norte Sul (Tramo Norte) Processo de Desestatização: 1996 a 1999 11 Malhas concedidas àiniciativa privada

Malha Ferroviária - Brasil Extensão do Sistema Ferroviário Brasileiro (km) Bitolas Ferrovias Larga Métrica Mista Total MRS Logística S.A 1.632 42 1.674 Ferrovia Tereza Cristina S.A FTC 164 164 A LL - A mérica Latina Logística Malha Sul S.A 7.293 11 7.304 A LL - A mérica Latina Logística Malha Oeste S.A (Novoeste) 1.945 1.945 A LL - A mérica Latina Logística Malha Paulista S.A. (Ferroban) 1.463 243 283 1.989 A LL - A mérica Latina Logística Malha Norte S.A. (Ferronorte) 500 500 Ferrovia Centro-A tlântico S.A FCA 7.910 156 8.066 EFVM - Estrada de Ferro Vitória a Minas 905 905 EFC - Estrada de Ferro Carajás 892 892 Transnordestina Logística S.A (CFN) 4.189 18 4.207 Ferrovia Norte Sul - FNS(Subconcessão do Tramo Norte de 720 km) 720 720 Subtotal Ferrovias de Carga - Concessões Privadas 5.207 22.649 510 28.366 FERROESTE - Estrada de Ferro Paraná Oeste 248 248 Trombetas/Jarí/Corcovado/Supervia/ Campos do Jordão 520 102 622 A mapá/cbtu/cptm/trensurb/centra L/METRO - SP RJ 456 425 881 Subtotal - Outras Ferrovias 976 775 0 1751 TOTAL 6.183 23.424 510 30.117

Resultados das Concessões Ferroviárias As Concessionárias Ferroviárias continuam superando o desafio de aumentar a produção na infraestrutura concedida Melhoria da condição operacional da via permanente, enfocando os aspectos de segurança e transit time; Aquisição de material rodante - locomotivas e vagões e recuperação da frota sucateada herdada da RFFSA; Introdução de novas tecnologias operacionais e gestão, visando o aumento da produtividade, segurança, confiabilidade e a preservação do meio ambiente; Adoção de parcerias com clientes e outros operadores, buscando mercados com maior valor agregado; Capacitação empresarial e aperfeiçoamento profissional, com a implantação de cursos, além de programas de trainee; Ações sociais com campanhas educativas, preventivas e de conscientização das comunidades limítrofes das ferrovias.

Resultados das Concessões Ferroviárias de 1997-2011 Resultados da Iniciativa Privada Oferta Aumento da produção ferroviária em 112% (de 137,2 para 290,5 bilhões de TKU), obtendo 5,5% de Taxa de Crescimento Médio Anual (CAGR). Crescimento de 88% na movimentação (de 253,3 para 475,1 milhões de TU). Emprega mais de 41,5 mil funcionários diretos e indiretos. Investimentos Investimentos de R$ 28,6 bilhõesna malha e material rodante, incluindo recuperação da frota sucateada herdada da Rede. Setor Ferroviário Arrecadação à União Pagos R$ 15,1 bilhões em concessão e arrendamento; tributos Federais, Estaduais e Municipais. Segurança Redução em torno de 81% no índice de acidentes (de 75,5 para 14,2 acidentes por milhão trens.km). 2002-2011 Total da CIDE R$ 893 milhões

A Ferrovia Tereza Cristina

Ferrovia Tereza Cristina Leilão: 22/11/1996 Bolsa Valores RJ; Constituição da FTC: 30/12/1996; Início da operação: 01/02/1997; Crise Energética Desregulamentação do carvão; Pequena demanda de transporte Receitas inferiores ao ponto de equilíbrio (Receita x Despesa). Estrutura física deteriorada;

Ferrovia Tereza Cristina Metas da Concessão Metas estabelecidas pelo Contrato de Concessão: Meta anual de Produção, medida em TKU (175 milhões de TKU); Meta anual de Segurança, medida em acidentes por milhão de trens quilômetro (20 acidentes/milhão de trem km).

Ferrovia Tereza Cristina Malha FTC Atuação: 13 municípios/sc. (Siderópolis, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Morro da Fumaça, Cocal do Sul, Urussanga, Sangão, Jaguaruna, Tubarão, Capivari de Baixo, Laguna e Imbituba).

Ferrovia Tereza Cristina Extensão: 164 Km de linhas férreas. Especialização: Transporte de carvão mineral para o Complexo Termelétrico JL e carga geral conteinerizada com destino ao Porto de Imbituba. Frota: 11 Locomotivas e 466 Vagões. Oficinas: 3 Via Permanente, Locomotivas e Vagões, além de postos de manutenção. Terminais: 1 terminal intermodal em Criciúma (CTI) e 10 terminais de carga e descarga. Colaboradores: 135 Próprios e 153 Terceiros. Passagens em Nível: 214 (27 ativas + 187 passivas).

Ferrovia Tereza Cristina 1997 2011 Faturamento: 458,8 milhões Cargas movimentadas: 39,5 milhões de toneladas Arrecadação: Concessão, arrendamento e tributos = R$ 95,4 milhões Investimentos: R$ 56,2 milhões Redução de 92% indicador de acidentes ferroviários De 172 (RFFSA) para 14 acidentes/milhão.trem.km.

Investimentos Foram aplicados R$ 56,2 milhões na melhoria da prestação do serviço, principalmente em: Adequação operacional da via permanente; Recuperação e modernização do material rodante; Sistemas e programas de segurança; Reforma das instalações; Qualificação dos colaboradores; Sistema de gestão; Adequações ambientais e ações sociais Novos negócios.

Ferrovia Tereza Cristina Sistema de Gestão Certificação: Transporte ferroviário de cargas na malha Tereza Cristina; Operação de descarga, movimentação e abastecimento de carvão mineral dos silos das unidades do CTJL. NBR ISO 9001:2000 Qualidade NBR ISO 14001:2004 Ambiental OHSAS 18001:2007 Segurança e Saúde Ocupacional

Ferrovia Tereza Cristina Meta de Produção TKU Milhão de TKU 300 250 200 150 100 50 0 283 214 191 165 166 148 147 169 170 183 214 191 203 185 173 175 93 130 130 130 130 130174 175 175 175 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Produção Realizada Meta Contratual Nota: A meta para o período de 1997 a 2002 era o atendimento do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. Produção Total no Período: 2,9 bilhões de TKU

Ferrovia Tereza Cristina Volume Transportado (TU) 4.000 3.650 3.500 MIL TONELADAS 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 1.300 2.070 2.255 2.198 3.036 2.789 2.8562.637 2.625 2.497 2.698 2.439 2.448 2.669 2.281 2.401 1.857 1.857 1.857 1.857 1.857 2.486 2.500 2.500 2.500 2.500 500 0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 TU Meta

Ferrovia Tereza Cristina Meta de Segurança Acidentes por milhão de Trem.km Acidentes / Milhão Trem.km 200 180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 172 172 155 121 129 86 60 60 39 39 36 32 23 23 28 26 20 12 13 13 12 20 10 20 14 20 13 10 10 15 20 10 1995 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Indicador FTC Meta Contratual ACIDENTES 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 NÚMERO DE ACIDENTES 27 10 6 9 4 4 3 4 3 3 4 3 3 2 3 INDICADOR LIMITE ANTT 172 154,8 129 86 60,2 60,2 39,0 36,0 32,0 28 26 20 20 20 20 INDICADOR FTC 120,6 39,5 22,9 23,2 12,3 13,2 12,9 13,2 10,0 10,2 15,4 10,0 11,5 9,7 14,0

Ferrovia Tereza Cristina Transporte Contêineres 1.400 CONTÊINERES TRANSPORTADOS 1.200 Quantidade 1.000 800 600 400 200 0 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Cheio Vazio

Ferrovia Tereza Cristina Carga Geral Transporte Realizado (t) Toneladas 45.000 40.000 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Pallets + Contêineres 42.091 38.048 29.880 8.749 0 TOTAL: 162.816 t. 22.009 16.985 5.054 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011

Ferrovia Tereza Cristina Principais Ações Sociais Ser Eficiente Ressocialização de Detentos Convênio SATC Campanha Carnaval com Mais Saúde Escola Futsal Aulas de Capoeira Aulas de Dança Trem de Natal

Ferrovia Tereza Cristina Expansão da Malha para acesso à carga Três trechos: Ramal USITESC (12 km) R$ 13 milhões; Ramal Mina 101 (4,5 km) R$ 7 milhões; Ramal Maracajá (11 km) R$ 15 milhões.

INVESTIMENTOS Operação e Manutenção Ferroviária

Locomotivas

Vagões Plataforma Fechado Gôndola Hopper Fechado

Via Permanente

Sinalização e Segurança Sinalização Ativa Passagem Inferior Sinalização Passiva

Adequações Meio Ambiente e Normas Canaletas Posto de Abastecimento

Preservação Patrimonial Galpão Via Permanente Prédio Administração Vedação da Faixa de Domínio

Modernização da Frota Computador de Bordo Vagões de Plástico

Oportunidades de Negócios Porto de Imbituba Capacidade Movimentação de Contêineres: 300 mil contêineres/ano

Novos Negócios Criciúma Terminal Intermodal

Novos Negócios Transporte de Pallets e Contêineres

Viação Catarinense Projeto de prolongamento da E. F. Thereza Christina A ferrovia idealizada por Oscar de Oliveira Ramos, estender-se-ia de São Francisco do Sul até Porto Alegre, com um ramal até a fronteira com a Argentina.

Cronologia 2000-2003 Estudos de Viabilidade do Sistema Ferroviário de SC (Ferrovia Litorânea e Leste-Oeste); 2006 Inclusão no PNV da EF-140 Ferrovia Litorânea (Lei Nº 11.297, de 9/05/2006); 2008 a 2010 Editais para elaboração e contratação do projeto executivo de engenharia para a implantação do Sistema Ferroviário de Santa Catarina (DNIT).

Repartição Modal SC Matriz de Transporte de Produtos Selecionados 1999 Matriz de Transporte de Produtos Selecionados 2010 8% 32% 68% RODOVIÁRIO 92% FERROVIÁRIO Matriz de Transporte de Produtos Selecionados 2020 MATRIZ FERROVIÁRIA ----------------------------------- MATRIZ GLOBAL RODOVIÁRIO FERROVIÁRIO Matriz de Transporte de Produtos Selecionados 2030 34% 35% 66% 65% RODOVIÁRIO FERROVIÁRIO RODOVIÁRIO FERROVIÁRIO

Demanda de Transporte (2030) NORTE 98,7 milhões t. Discriminação 10³ t (%) Demanda Total de Transporte 98.695,6 - Fluxos ferroviários alocados ao Stan 34.528,0 35 Ferrovia Litorânea Demanda potencialmente captável 27.956,2 28 Demanda Ferroviária 11.435,0 12 Ferrovia Leste - Oeste Demanda potencialmente captável 17.487,3 17,7 Demanda Ferroviária (Itajaí - Chapecó) 11.431,0 11,6 SUL

Principais Corredores Analisados

Cenário Ferroviário 2030 Configuração Completa

Corredores de Maior Viabilidade Módulo 3 Módulo 1 Módulo 2

Avaliação do Sistema Ferroviário de SC O Estudo de Viabilidade aponta para 2030: O mercado de SC terá uma demanda de transporte de aproximadamente 144 milhões de toneladas de cargas para serem movimentadas. Para atender esta demanda, três vezes superior ao volume atual, a duplicação da BR-101 e as rodovias existentes poderão não suportar, considerando também o crescimento dos veículos de passageiros.

O Mercado Projeção da Demanda por Transporte Taxa de Crescimento 2030/1999 = 3,64 % a.a. (em milhões de toneladas)

Matriz Ferroviária (Em mil toneladas) (Modelo STAN Strategic Transportation Analysis)

Participação Modal 160 140 143,89 Milhão de Toneladas 120 100 80 60 40 44,03 47,50 100,64 72,47 28,17 109,37 34,53 20 0 3,47 1999 2020 2030 Ferroviário Rodoviário Total

Investimentos por módulo do Sistema Ferroviário de SC Discriminação Ferrovia Litorânea Módulo 1 (236 km) Imbituba - Araquari Ferrovia Leste-Oeste Módulo 2 (390 km) Itajaí - H. Oeste Ferrovia Leste-Oeste Módulo 3 (220 km) H.Oeste - Chapecó IMPLANTAÇÃO DA VIA FERROVIÁRIA 441,1 1.173,2 441,1 2.055,4 Obras Civis 425,8 1.132,1 425,8 1.983,7 Projeto e Supervisão 15,3 41,1 15,3 71,7 AÇÕES NO MEIO AMBIENTE 6,9 13,6 6,8 27,3 Ações Mitigadoras 4,7 7,9 4,7 17,3 Ações Compensatórias 2,2 5,7 2,1 10,0 TOTAL R$ 10³ TOTAL (846 km) 448,0 1.186,8 447,9 2.082,7 Fonte: CONSÓRCIO ENEFER/STE. Estudo de Viabilidade do Sistema Ferroviário no Estado de Santa Catarina. Florianópolis, 2003.

Benefícios Econômicos e Sociais Efeitos do Investimento Discriminação (Horizonte 30 anos) Ferrovia Litorânea Módulo 1 Ferrovia Leste-Oeste Módulo 2 Ferrovia Leste-Oeste Módulo 3 TOTAL Empregos (pessoas) 29.313,0 69.199,0 31.853,0 130.365,0 Direto 8.665,0 20.225,0 9.289,0 38.179,0 Indireto 4.527,0 10.737,0 4.947,0 20.211,0 Efeito-renda 16.121,0 38.237,0 17.617,0 71.975,0 Renda Total (R$ milhões)¹ 2.598,4 6.665,9 2.955,5 12.219,8 (¹) Valor presente. Fonte: CONSÓRCIO ENEFER/STE. Estudo de Viabilidade do Sistema Ferroviário no Estado de Santa Catarina. Florianópolis, 2003.

Benefícios Gerais A ampliação do sistema ferroviário em Santa Catarina, em seu conjunto, apresenta também uma Taxa de Retorno Social elevada, em função da: Redução de encargos das rodovias (manutenção); Redução do consumo de combustíveis; Redução da emissão de poluentes (CO2); Redução do número de acidentes rodoviários, reduzindo vítimas e custos de indenizações; Redução nos custos dos materiais perdidos em acidentes; Redução do roubo de cargas; Redução da evasão fiscal; Geração de empregos.

Densidade Ferroviária Sul UF Malha Área Territorial Densidade Densidade Densidade (Km) (Km²) População Hab/Km² Km ferrovia/mil Km² Km ferrovia/mil hab. BR 30.117 8.514.876,6 185.712.713 21,8 3,54 0,16 PR 2.287 199.314,9 10.266.737 51,5 11,47 0,22 RS 3.259 281.748,5 10.576.758 37,5 11,57 0,31 SC 745 95.346,2 6.178.603 64,8 7,81 0,12

Densidade Rodoviária Sul UF Característica Rodovias Federais Estaduais Municipais Total % % BR Pavimentada 62.093,2 123.770,6 26.826,7 212.690,5 13,5 BR Não Pavimentada 13.759,2 119.506,9 1.234.918,3 1.368.184,4 86,5 Total 75.852,4 243.277,5 1.261.745,0 1.580.874,9 100,0 Pavimentada 1.757,1 12.200,3 6.353,1 20.310,6 17,3 100,0 PR Não Pavimentada 88,0 1.675,8 95.025,2 96.789,0 82,7 Total 1.845,1 13.876,1 101.378,3 117.099,5 100,0 Pavimentada 5.316,0 6.593,0 699,0 12.608,0 8,2 7,4 RS Não Pavimentada 366,0 4.430,0 136.556,0 141.352,0 91,8 Total 5.682,0 11.023,0 137.255,0 153.960,0 100,0 Pavimentada 2.137,7 3.813,0 903,4 6.854,1 11,0 9,7 SC Não Pavimentada 29,7 2.485,5 52.977,0 55.492,2 89,0 Total 2.167,4 6.298,5 53.880,4 62.346,3 100,0 3,9

Densidade Rodoviária de SC

Mapa Ferroviário de SC

Projeto Ferrovia Litorânea Projeto Executivo de Engenharia Edital nº 101/08-00 Estudos Ambientais Edital nº 223/09-00 Ferrovia: EF 451 (EF 140) Trecho: Imbituba Araquari/SC Distância: 236 Km Investimentos: Projeto Executivo: R$ 14,76 milhões (Consórcio Magna-Astep e Vega-Prosul) Estudos Ambientais: R$ 4,14 milhões (Consórcio STE-OIKOS) Status: Em andamento.

Projeto Corredor Ferroviário SC Projeto Básico de Engenharia Edital nº 466/10-00 Estudos Ambientais Edital nº 327/10-00 Ferrovia: EF 280 (EF-487 e EF-499) Trecho: Itajaí Chapecó/SC Distância: 623 Km Investimentos: Projeto Básico de Engenharia: R$ 31,5 milhões Estudos Ambientais: R$ 6,4 milhões Status: Aviso de reabertura das licitações/ em andamento.

PNLI O Governo Federal irá lançar, ainda esse ano, um novo plano econômico destinado à infraestrutura de transportes do país. Trata-se do, que terá como objetivo como ferrovias, rodovias e hidrovias -, visando dinamizar o transporte de cargas e reduzir custos logísticos. Estamos conversando há dois meses sobre esse projeto, ou seja, para os acessos terrestres. (José Leônidas de Menezes, ministro-chefe da Secretaria de Portos). Não se pode pensar em transportes de maneira isolada.. E aí, a tendência é que os custos logísticos caiam. (Paulo Sérgio Passos, ministro dos Transportes). Investimentos previstos com base do PNLT e PNLP: R$ 30 bilhões. Fonte: Governo lançará Plano Nacional de Logística Integrada. Revista Ferroviária. Rio de Janeiro. Disponível em: www.revistaferroviaria.com.br. Acesso em: 16 de abr de 2012.

Benony Schmitz Filho Diretor-Presidente FIESC 18/04/2012