TRANSPORTE FERROVIÁRIO NOVEMBRO DE 2016
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- Eliza Monteiro Canedo
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1 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRANSPORTE FERROVIÁRIO NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas publicações e projeções. Todos os dados ou opiniões dos informativos aqui presentes são rigorosamente apurados e elaborados por profissionais plenamente qualificados, mas não devem ser tomados, em nenhuma hipótese, como base, balizamento, guia ou norma para qualquer documento, avaliações, julgamentos ou tomadas de decisões, sejam de natureza formal ou informal. Desse modo, ressaltamos que todas as consequências ou responsabilidades pelo uso de quaisquer dados ou análises desta publicação são assumidas exclusivamente pelo usuário, eximindo o BRADESCO de todas as ações decorrentes do uso deste material. Lembramos ainda que o acesso a essas informações implica a total aceitação deste termo de responsabilidade e uso.
2 PRODUTOS
3 O transporte ferroviário responde por 20,7% do transporte de cargas no Brasil e por 0,5% do transporte de passageiros. O transporte de passageiros é focado no transporte urbano; O transporte ferroviário está subdividido em: Transporte de Carga (67%) e Transporte de Passageiros (33%).
4 PARTICIPAÇÃO NO PIB 2013 Outros Serviços 33,7% Administração, saúde e educação públicas 17,7% Indústria de Transformação 13,0% Extrativa Mineral 4,1% Comércio 12,7% Produção e Distribuição de Eletricidade, gás e água 2,3% Construção Civil 5,4% Transportes, armazenagem e correio 5,3% Agropecuária Total 5,7% FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO
5 CARGA TRANSPORTADA (TONELADAS ÚTEIS) NO BRASIL POR Fonte: Geipot MODAL Aquaviário 13,9% Dutoviário 4,5% Aéreo 0,3% 1996 Aquaviário 11,5% Dutoviário 3,8% Aéreo 0,3% Ferroviário 20,9% Rodoviário 60,5% 2000 Ferroviário 20,7% Rodoviário 63,7% Aéreo 0,4% Dutoviário 4,2% Aquaviário 13,6% 2013 Ferroviário 20,7% Rodoviário 61,1% FONTE: CNT ELABORAÇÃO: BRADESCO
6 PARTICIPAÇÃO DOS MODAIS NO TRANSPORTE DE PASSAGEIROS Ferroviário 0,5% Aquaviário (Cruzeiros Marítimos) 0,3% Rodoviário (Interestadual e Internacional) 49,0% Aeroviário (embarque e desembarque) 50,2% FONTE: CNT ELABORAÇÃO: BRADESCO
7 Fonte: IBGE RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO 2013 Transporte ferroviário de passageiros 33,2% Transporte ferroviário de cargas 66,8% FONTE: IBGE PAS 2011 ELABORAÇÃO: BRADESCO
8 EXTENSÃO DA MALHA FERROVIÁRIA (KM) Operadoras Origem Bitola Larga Métrica Mista Total ALL- América Latina Logística Malha Oeste S.A. FCA - Ferrovia Centro-Atlântica MRS - MRS Logística S.A. FTC - Ferrovia Tereza Cristina S.A. ALL- América Latina Logística Malha Sul S.A. FERROESTE EFVM - Estrada de ferro Vitória a Minas EFC - Estrada de ferro Carajás Transnordestina Logística S.A. ALL- América Latina Logística Malha Paulista S.A. ALL- América Latina Logística Malha Norte S.A. VALEC/ Subconcessão: Ferrovia Norte-Sul S.A. Subtotal RRFSA RRFSA RRFSA RRFSA RRFSA RRFSA RRFSA FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
9 MATERIAL RODANTE: LOCOMOTIVAS E VAGÕES Existem três tipos de locomotivas: A vapor: Atualmente estão restritas a rotas turísticas; Elétrica: Possui um alto custo fixo de manutenção e, por isso, se restringe aos sistemas de transporte metropolitano. Diesel-elétrica: Modelo predominante no transporte de cargas brasileiro.
10 MATERIAL RODANTE: LOCOMOTIVAS E VAGÕES Existem 7 tipos de vagões: Fechados: Para granéis sólidos, ensacados, caixarias, etc. Produtos que não podem ser expostos ao tempo; Gôndola: Granéis sólidos que não podem ser expostos ao tempo; Hopper: Fechado para granéis corrosivos e granéis sólidos que não podem ser expostos ao tempo e abertos para os granéis que podem ser expostos ao tempo; Isotérmico: Produtos congelados em geral; Plataforma: contêineres, produtos siderúrgicos, grandes volumes, madeira, peças de grandes dimensões; Tanque: cimento a granel, derivados de petróleo claros e líquidos não corrosivos em geral; Especiais: produtos com características de transporte bem distintas das anteriores.
11 A MALHA FERROVIÁRIA É DIVIDIDA ENTRE TRÊS PRINCIPAIS TIPOS DE ESPAÇAMENTO ENTRE OS TRILHOS, CHAMADA BITOLA Bitola Métrica Distância de 1 metro; Bitola Larga São aquelas com distância maior que 1,435 metros. No Brasil, é definida como a distância de 1,6 metros; Bitola Mista - Possui três ou mais trilhos para permitir a passagem de veículos com bitolas diferentes. São elas que definem que tipo de Locomotiva e Vagões poderão circular.
12 SAZONALIDADE
13 SAZONALIDADE DA CONSTRUÇÃO E MONTAGEM DE VAGÕES FERROVIÁRIOS, Sazonalidade da INCLUSIVE construção e montagem REPARAÇÃO de vagões ferroviários, 1991 inclusive 2013 reparação Fonte: IBGE 8,8% 8,6% 8,4% 8,2% 8,2% 8,7% 8,5% 8,5% 8,6% 8,5% 8,6% 8,4% 8,3% 8,2% 8,0% 7,8% 7,8% 7,8% 7,6% 7,4% 7,2% jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez FONTE: IBGE ELABORAÇÃO: BRADESCO
14 CUSTOS DE PRODUÇÃO
15 CUSTOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO Mercadorias e materiais de reposição 7,4% Combustíveis e Lubrificantes 21,8% Mão de Obra 70,8% FONTE: IBGE PAS ELABORAÇÃO: BRADESCO
16 Não existe competição direta entre as empresas, pois cada linha possui um trajeto específico; Existe uma correlação entre o preço do frete cobrado pelo Transporte Ferroviário e o do Transporte Rodoviário. Isto porque eles são considerados substitutos perfeitos para alguns trajetos e, com isso, passam a ser concorrentes. Para distâncias superiores a km, os custos ferroviários para cargas podem representar cerca de 50% dos custos rodoviários: * Rodoviário: R$ 35 a R$ 45 por ton./km * Ferroviário: R$ 15 a R$ 26 por ton./km
17 O frete é composto pelas Tarifas de Deslocamento (na qual incluem-se as Tarifas de Interconexão) e pelas Tarifas Adicionais de Serviços Acessórios. Tarifa de deslocamento é a fonte de receita básica da Concessionária e é determinada de acordo com a carga transportada. É utilizado o modelo de preço-teto, sendo a concessionária livre para escolher a tarifa a ser aplicada. Tarifa de Interconexão é a tarifa que será cobrada caso o produto ultrapasse a fronteira de uma concessão. Ela dá o direito de passagem de uma concessão para outra. Taxas Adicionais de Serviços Acessórios (Carga /Descarga /Transbordo/ Outros). Custo do frete é calculado pela multiplicação da distância (km), pelas tarifas homologadas pela ANTT, para cada concessão e por tipo de mercadoria, em termos de peso, volume ou unidade de contêiner.
18 FORNECEDORES
19 A indústria fornecedora de bens de capital para o transporte ferroviário atua sob encomenda. Essas empresas também fazem os serviços de manutenção e recuperação dos componentes.
20 PRINCIPAIS FABRICANTES E PRESTADORES DE SERVIÇOS POR PRODUTOS PARA O TRANSPORTE FERROVIÁRIO Produtos Fabricantes Locomotiva Vagões Carros de Passageiros Gevisa Amsted Maxion TTrans TTrans Alstom AD Tranz Alstom Equipamento para via permanente Adtranz FONTE: SIMEFRE ELABORAÇÃO: BRADESCO
21 REGIONALIZAÇÃO
22 MAPA FERROVIÁRIO BRASILEIRO FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
23 RANKING
24 PARTICIPAÇÃO DAS EMPRESAS NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS (TKU) Ranking 2013 mundial de extensão da malha ferroviária Fonte: Anuário Exame de Infra-estrutura EFC - Estrada de Ferro Carajás 42,4% EFVM - Estrada de Ferro Vitória a Minas 36,8% MRS Logística S.A. 27,9% ALLMN - América Latina Logística Malha Norte S.A. Ferrovia Centro-Atlântica S.A. - FCA ALLMS - América Latina Logística Malha Sul S.A. ALLMP - América Latina Logística Malha Paulista S.A. VALEC/Subconcessão: Ferrovia Norte-Sul - FNS Carga Transportada em milhões de TKU ALLMO - América Latina Logística Malha Oeste S.A TLSA - Transnordestina FTC - Ferrovia Tereza Cristina S.A. 1,8% 1,1% 0,9% 0,7% 0,2% 0,1% 8,1% 7,2% 9,4% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
25 CONSUMIDORES
26 O sistema ferroviário de transporte de cargas é predominantemente voltado para as commodities, mas é um cenário que está em mudança devido aos grandes avanços técnicos.
27 MERCADORIAS TRANSPORTADAS NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS 2013 Minério de Ferro Minerais 17,6% Grãos 9,1% Produtos Siderúrgicos 2,8% Açúcar 1,8% Combustíveis 1,7% Carvão / Coque 1,2% Fertilizantes 1,2% Cimento 0,8% Material de construção (areia, cal, gesso) 0,6% Conteiner 0,5% Celulose 0,4% Madeira 0,1% Carga geral - não conteinerizada 0,0% Alumínio 0,01% 62,2% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
28 PROCESSO DE DESESTATIZAÇÃO
29 A Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) e a Ferrovia Paulista S.A. (FEPASA) tiveram seus investimentos reduzidos a partir da década de Em 1990, foi instituído o Programa Nacional de Desestatização (PND), sendo a RFFSA incluída neste em A partir disso, o BNDES realizou alguns estudos para se chegar ao melhor modelo de desestatização da RFFSA: Dividiu a RFFSA em seis malhas (Nordeste, Sudeste, Sul, Oeste, Centro-Leste e Teresa Cristina). A transferência ao setor privado do serviço de transporte férreo seria realizado mediante leilão. Arrendamento dos bens da RFFSA aos novos operadores. A implementação desse modelo iniciou-se em março de 1996 com o primeiro leilão realizado. Em 1998, a Fepasa foi incorporada à RFFSA e o modelo passou a ter mais uma malha, a malha Paulista, que passou a concessão da Ferrovia Bandeirantes S.A. em 1999.
30 FATORES DE RISCO
31 Utilização de bitolas diferentes na malha ferroviária brasileira o que dificulta a integração entre elas. Custo fixo da atividade é alto e torna-se ainda maior devido a baixa distância percorrida. Os trens brasileiros percorrem, em média, 500 km quando o ideal é acima de km. Complexidade dos sistemas tributários estaduais dificultam a operação de ferrovias que atravessam mais de um estado. Problemas de invasões de famílias que moram nas áreas de domínio das Concessionárias. Segundo a ANTF, 824 trechos estão comprometidos por esse problema. Excesso de cruzamento de ferrovias com rodovias e avenidas, o que faz com que o desempenho do transporte fique prejudicado (reduz nível de segurança e a velocidade média da locomotiva fica abaixo de 10 km/h). Quantidade excessiva de passagens de nível Influenciado pelo nível de exportações brasileiro, principalmente de commodities, e pelo ritmo de atividade do mercado internacional.
32 CENÁRIO ATUAL E TENDÊNCIAS
33 PRODUÇÃO FERROVIÁRIA (VOLUME TRANSPORTADO) Em bilhões de TKU (Tonelada por quilômetros úteis) FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
34 Produção Ferroviária - VAR % VARIAÇÃO % DA PRODUÇÃO FERROVIÁRIA (VOLUME TRANSPORTADO) Em bilhões de TKU 15,0% 13,3% 12,6% 10,0% 7,7% 7,5% 7,9% 5,0% 3,8% 5,5% 2,8% 0,0% -0,9% -5,0% -10,0% -8,1% FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
35 MOVIMENTAÇÃO DE CONTÊINERES NA MALHA FERROVIÁRIA BRASILEIRA Em TEU s * 2012 : estimativa - último dado disponibilizado pela fonte FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
36 INVESTIMENTOS NA MALHA FERROVIÁRIA CONCEDIDA À INICIATIVA PRIVADA Em milhões de R$ FONTE: ANTT ELABORAÇÃO: BRADESCO
37 Produção de Vagões PRODUÇÃO DE VAGÕES FERROVIÁRIOS Em unidades FONTE: ABIFER ELABORAÇÃO: BRADESCO
38 fev/08 abr/08 jun/08 ago/08 out/08 dez/08 fev/09 abr/09 jun/09 ago/09 out/09 dez/09 fev/10 abr/10 jun/10 ago/10 out/10 dez/10 fev/11 abr/11 jun/11 ago/11 out/11 dez/11 fev/12 abr/12 jun/12 ago/12 out/12 dez/12 fev/13 abr/13 jun/13 ago/13 out/13 dez/13 fev/14 abr/14 jun/14 ago/14 out/14 dez/14 fev/15 abr/15 jun/15 ago/15 out/15 dez/15 fev/16 abr/16 jun/16 ago/16 out/16 10,000 8,000 6,000 4,000 2,000 EVOLUÇÃO DO SALDO DO EMPREGO FORMAL DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO - ACUMULADO 12 MESES 0-2,000 Transporte Ferroviário de Carga Transporte Metroferroviário de Passageiros 7,929 1, ,170 3,082 1,729 7,381 4,838 1, ,100 1, , FONTE: CAGED ELABORAÇÃO: BRADESCO
39 DEPEC-BRADESCO
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