Sumário Apresentação Siglas e abreviaturas Direito Administrativo Dica 1 Princípios constitucionais explícitos da administração pública Dica 2 Improbidade administrativa Dica 3 Administração pública e atos administrativos 1 Conceito de ato administrativo 2 Atributos do ato administrativo 3 Elementos ou requisitos do ato administrativo 4 Controle dos atos administrativos
Direito Administrativo e Direito Constitucional Simplificado Dica 4 Emprego público vs. cargo efetivo 1 Estágio probatório vs. estabilidade Dica 5 Classificação dos agentes públicos Dica 6 Licitações públicas Direito Constitucional Dica 1 Classificação da Constituição Dica 2 Princípios estruturantes e fundamentais Dica 3 Repartição de competências Dica 4 Nacionalidade, direitos políticos e diferença entre plebiscito e referendo Dica 5 Direitos e deveres individuais e coletivos: aspectos relevantes Aloizio Sinuê
Sumário Dica 6 Ações constitucionais 1 Habeas corpus 2 Habeas data 3 Mandado de segurança (individual ou coletivo) 4 Mandado de injunção 5 Ação popular Dica 7 Controle de constitucionalidade 1 ADI 2 ADO 3 ADC 4 ADPF 5 Reclamação constitucional e súmula vinculante Posfácio Referências bibliográficas
Apresentação O presente material foi especialmente preparado para os candidatos aos cargos de técnico e analista dos tribunais de todo o país. Os tribunais localizados em todo o território nacional, mais de sessenta, são objeto de inúmeros concursos abertos anualmente, fazendo com que surjam centenas de vagas nas carreiras de técnico e analista judiciário com e sem especialidade. As oportunidades são oferecidas para o nível médio e superior, e os salários passam de dez mil reais. Esses fatos atraem milhares de candidatos que sonham em ingressar no Poder Judiciário. Os tribunais a seguir são frequentemente objeto de certames para preenchimento de seus quadros funcionais: 1. Tribunais de Justiça dos estados, do Distrito Federal e Territórios, nos quais temos as serventias das Varas, na primeira e segunda instâncias, no âmbito da Justiça Estadual. 2. Na Justiça Federal, temos a Justiça Federal especializada do Trabalho, Eleitoral e Militar. 3. Tribunais Regionais do Trabalho, sendo pelo menos um em cada estado (em São Paulo, temos dois: um na capital, da 2ª Região, e um localizado em Campinas, da 15ª Região). 4. Tribunais Regionais Federais: atualmente há no país cinco TRFs Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul. A criação de novos tribunais foi aprovada no Congresso Nacional e barrada no Supremo Tribunal Federal, pelo Ministro Presidente Joaquim Barbosa, e deverá aguardar a volta do Ministro Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade, Luiz Fux, para levar a proposta a plenário e, assim, os 11 ministros deverão autorizar ou não
Direito Administrativo e Direito Constitucional Simplificado a criação. A ADI foi proposta pela Associação Nacional dos Procuradores Federais. 5. Tribunais Regionais Eleitorais, sendo um em cada estado e um no Distrito Federal. 6. A Justiça Militar da União, que existe desde a primeira instância até o STM. 7. Os Tribunais Superiores, que são basicamente o Tribunal Superior do Trabalho, o Tribunal Superior Eleitoral, o Superior Tribunal de Justiça e o Superior Tribunal Militar. Não se pode esquecer do Conselho Nacional de Justiça, criado pela Emenda Constitucional 45/2004 e que faz parte da estrutura do Poder Judiciário, e do Supremo Tribunal Federal, que obviamente também possui servidores concursados de carreira. A obra é indicada especificamente para os combativos concurseiros e não tem nenhuma pretensão de concorrer com os mestres, com a densa doutrina estudada nas universidades, nos bancos das faculdades de Direito, mas, dentro das matérias elencadas, apenas visa a uma rápida abordagem de temas cobrados de forma reiterada nos principais concursos do país. O objetivo central é ajudar de alguma forma os candidatos, que na maioria não possuem formação jurídica, oferecendo um material que eles podem ler em sua preparação, principalmente nos últimos dias que antecedem a aplicação da prova, ou mesmo naquelas horas em que buscamos no isolamento, na sorte, recorrer a uma rápida leitura de algum material que possivelmente será útil e objeto de cobrança na prova. O candidato sempre deve recorrer a um material atualizado como este, buscando ainda a utilização de alguns macetes que vão ajudar a memorizar temas jurídicos, assim como certas dicas ensinadas nos principais cursinhos preparatórios para concursos públicos, nas carreiras de técnico e analista dos tribunais. Aloizio Sinuê
Apresentação Aqueles candidatos que já estão na estrada há algum tempo, aos quais carinhosamente chamamos de dinossauros dos concursos, certamente já conhecem vários destes macetes, fato que revela a experiência e conhecimento técnico. Caso você se enquadre nessa situação, parabéns, você está maduro para passar no seu concurso. Caso contrário, ou seja, você nunca ouviu falar deste ou daquele bizu, tentaremos transmiti-los sem mistérios, indo direto ao ponto, com a utilização de linguagem direta e informal. Esse é o objetivo da obra. Ao falar de linguagem, não poderia me furtar de mencionar uma passagem do então procurador do Estado e professor Luis Roberto Barroso, hoje ministro do Supremo Tribunal Federal, que comentou em uma concorrida palestra na UERJ, quando eu ainda era acadêmico:...quando começamos a estudar Direito, achamos a linguagem jurídica estranha, mas depois de um tempo nos acostumamos, isso porque nos tornamos estranhos.... Prometo que vou tentar não ser estranho a você, leitor e futuro servidor do Poder Judiciário, pois sei que você não tem tempo para ficar decifrando a irritante linguagem jurídica, que muitos já chamam de juridiquês. Anteriormente informamos que temos dezenas de tribunais em nosso território nacional que anualmente recrutam servidores por meio do democrático processo seletivo do acirrado concurso público. Na minha experiência como candidato, fui aprovado em vários deles, entre os quais Tribunal de Justiça, Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região e Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Portanto, conheço há anos o estilo de prova. Atualmente, como professor, preparo presencialmente e a distância candidatos há mais de dez anos, sentindo-me preparado para lhe ajudar a fazer parte de nossa estatística de vitoriosos. Aliado a esta parceria com a competente Editora Ferreira e, principalmente, à sua força de vontade e dedicação, meu amigo, fatalmente venceremos juntos. Pode acreditar! Tenho certeza da sua vitória, ou melhor, da nossa vitória. Falando um pouco mais sobre a obra, ela se debruça sobre o Direito Administrativo e o Direito Constitucional.
Direito Administrativo e Direito Constitucional Simplificado O Direito Administrativo estuda principalmente as relações entre o Estado e seus servidores, entre o Estado e particulares; as manifestações do poder de polícia, destacando relevância ao princípio da supremacia do interesse público em face do interesse particular, da indisponibilidade dos bens públicos; as agências reguladoras; licitações; que refletem o princípio da impessoalidade, da moralidade, improbidade administrativa, enfim, questões que envolvem necessariamente os interesses do Estado. Conforme sinalizado, não nos furtaremos de enfrentar diretamente alguns aspectos que consideramos mais importantes de cada disciplina do Direito. A respeito do estudo do Direito Constitucional, está voltado principalmente para a compreensão do papel do Estado, seus órgãos; do processo legislativo, ou seja, de como são feitas as leis; dos Poderes da República; dos direitos e garantias fundamentais dos indivíduos; das competências de cada um dos Poderes. Tem como objetivo principal revelar a estrutura do Estado e as limitações impostas aos Poderes. O princípio da supremacia da Constituição revela sua superioridade em relação às demais normas. Hierarquicamente superior às leis, a Constituição, para ser emendada, necessita de um procedimento mais dificultoso, conforme será apreciado. O autor Aloizio Sinuê