VASOS DO MEMBRO SUPERIOR Marcos Vinicius da Silva Doutorando do Departamento de Anatomia Humana Instituto de Ciências Biomédicas III Universidade São Paulo São Paulo 2013
Não quero ouvir mais nada!
1 - INTRODUÇÃO ARTÉRIAS 2 - A. Subclávia 3 - A. Axilar 4 - A. Braquial 5 - A. Radial 6 - A. Ulnar VEIAS 7 Vv. Superficiais 8 Vv. Profundas 9 V. Subclávia
ARTÉRIAS DO MEMBRO SUPERIOR
A. SUBCLÁVIA DIREITA
A. SUBCLÁVIA ESQUERDA
A. SUBCLÁVIA
A. AXILAR 2 1 3
A. AXILAR
A. BRAQUIAL
A. RADIAL
A. RADIAL Aa. metacarpais dorsais Aa. digitais dorsais
A. RADIAL
A. ULNAR
A. ULNAR
6 - A. ULNAR R. carpal palmar R. carpal dorsal R. palmar profundo
PULSOS 1) Axilar 2) Braquial-braço 3) Braquial-cotovelo
PULSOS 4) Radial-punho 5) Radial-TA 6) Ulnar 7) Arco palmar sup.
VEIAS DO MEMBRO SUPERIOR
VV. SUPERFICIAIS Arco venoso palmar superficial Vv. Metacarpais dorsais Rede venosa dorsal da mão V. basílica do antebraço V. cefálica do antebraço V. intermédia do antebraço V. basílica V. cefálica
VV. SUPERFICIAIS Vv. Metacarpais dorsais Rede venosa dorsal da mão V. basílica do antebraço V. cefálica do antebraço
VV. SUPERFICIAIS V. basílica do antebraço V. cefálica do antebraço V. intermédia do antebraço
7 VV. SUPERFICIAIS
QUAL IMPORTANCIA DISSO?
FOSSA CUBITAL
VV. SUPERFICIAIS V. basílica V. cefálica
VV. PROFUNDAS Vv. digitais palmares Vv. metacarpais palmares Arco venoso palmar profundo Vv. radiais Vv. ulnares Vv. interósseas Vv. braquiais V. axilar
8 VV. PROFUNDAS 8.1 Vv. digitais palmares 8.2 Vv. metacarpais palmares 8.3 Arco venoso palmar profundo 8.4 Vv. radiais 8.5 Vv. ulnares 8.6 Vv. interósseas 8.7 Vv. braquiais 8.8 V. axilar
8 VV. PROFUNDAS 8.7 Vv. Braquiais 8.8 V. axilar 7.7 V. basílica 7.8 V. cefálica
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Plexo Braquial
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Temas Abordados: Definição de plexo; Descrição do plexo Braquial; Nervos espinais e sua constituição; Trajeto dos nervos espinais; Inervação dos músculos do membro superior ; Aplicação clínica do plexo braquial.
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Qual a primeira impressão?
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch O que é Plexo? Plexus ( Latim) = Trançado, entrelançado. Termos Atuais = Internet do Membro Superior
Síndrome escalena decorrente do estreitamento do espaço interescaleno
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch
Raízes Tronco superior Fascículo lateral Fascículo medial Fascículo medial e lateral Fascículo posterior
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Troncos C6 Divisões C8 Fascículos T1 N. Axilar Divisões Anteriores Ulnar Divisões Posteriores
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Fascículos
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Dragoeiro O dragoeiro (Dracaena draco) é natural da península Ibérica, mas também pode ser encontrado em abundância nas ilhas Canárias (Espanha) e em alguns pontos do arquipélago de Madeira e Açores (Portugal).
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Plexo Braquial: Constituição: RaÍzes: C5,C6,C7,C8 e T1 T roncos: Superior. Médio e Inferior Divisões : Cada tronco Tem divisões anteriores e posteriores Fascículos: Lateral, Medial e Posterior Nervos espinais...
Anatomia Humana Martini, Timmons & Tallitsch Dermátomos (Área de cobertura) Nervos: Ramos Motores Ramos Sensitivos
Nervo Tóraco Nervo Tóraco Dorsal
Fascículo Medial Fascículo Lateral Nervo Peitoral Lateral Nervo Peitoral Medial
Nervo Subescapular
Nervo Axilar
Nervo Radial
Nervo Ulnar
Nervo Mediano
Quais outras possíveis patologias relacionadas ao plexo braquial?
Paralisia Obstétrica?
Importância da Anatomia Fisiológica Inflamação Lesão
Será que tem muitos assim?
Vamos Relembrar o que foi abordado. Vamos Abrir a cabeça
Resumo
É triste ver-se o homem por dentro: tudo arrumado, cerrado, dobrado como objetos num armário. A alma, não. É triste ver-se o mapa das veias, e esse pequeno mar que faz Trabalhar seus rios como por obscuras aldeias indo e vindo, a carregar vida, estranhos escravos. Mas a alma? É triste ver-se a elétrica floresta dos nervos: para estrelas de olhos e lagrimas, para a inquieta brisa da voz, para esses ninhos contorcidos do pensamento. E a alma? É triste ver-se que de repente se imobiliza esse sistema de enigmas, de inexplicado exercício, antes de termos encontrado a alma. Pela alma choramos. Procuramos a alma. Queríamos alma. Anatomia Cecília Meireles O Estudante Empírico (1959-1964)
Força para as próximas aulas