Período de Avaliação: 2007 a 2009 Etapa: Avaliação Trienal 2010 Área de Avaliação: 16 - MEDICINA II IES: 33002010 - USP - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Programa: 33002010177P7 - CIÊNCIAS (FISIOPATOLOGIA EXPERIMENTAL) Modalidade: Acadêmico Curso CIÊNCIAS (FISIOPATOLOGIA EXPERIMENTAL) Curso Nível Ano Ano Ano CIÊNCIAS (FISIOPATOLOGIA EXPERIMENTAL) Nível Dados Disponíveis na Coleta de Dados Ano Início Doutorado 1996 Mestrado 1996 Doutorado 2007 2008 2009 Mestrado 2007 2008 2009 PROPOSTA DO PROGRAMA Itens de Avaliação 1.1. Coerência, consistência, abrangência e atualização das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos em andamento e proposta curricular. Peso 50.00 Avaliação Muito 1.2. Planejamento do programa com vistas a seu desenvolvimento futuro, contemplando os desafios internacionais da área na produção do conhecimento, seus propósitos na melhor formação de seus alunos, suas metas quanto à inserção social mais rica dos seus egressos, conforme os parâmetros da área. 20.00 1.3. Infra-estrutura para ensino, pesquisa e, se for o caso, extensão. 30.00 Muito Muito O programa de pós-graduação tem uma área de concentração, a Fisiopatologia Experimental, com doze linhas de pesquisa: a) Matemática Aplicada à Biomedicina; b) Fisiopatologia das Afecções do Trato Digestório; c) Fisiopatologia das Afecções do Trato Respiratório; d) Investigação Científica Aplicada à Promoção de Saúde; e) Estudos Fisiopatológicos em Neurobiologia e Psicobiologia; f) Investigação em Fisiopatologia Renal e Equilíbrio Ácido-Básico; g) Fisiopatologia das Alterações Provocadas pela Poluição Ambiental; h) Mecanismos Fisiopatológicos nas Moléstias Infecciosas e Parasitárias; i) Fisiopatologia dos Distúrbios Cardiovasculares, Hemodinâmicos e da Sepse; j) Desenvolvimento e Avaliação de Métodos de Difusão de Ensino e Assistência; k) Fisiopatologia das Afecções do Sistema Ósteo-Articular e da Musculatura Esquelética; l) Aplicação de Técnicas de Biologia Celular e Molecular na Investigação da Patogenia e Terapêutica de Algumas Doenças Humanas. O Programa de Pósgraduação em Fisiopatologia Experimental é um programa aberto a todos os profissionais da área da saúde, como por exemplo, Medicina, Medicina Veterinária, Odontologia, Enfermagem, Farmácia e Farmácia-Bioquímica, Nutrição, Biologia, Biomédicas, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, e Fisioterapia. O objetivo do programa é atrair profissionais para o estudo de uma Biologia Médica, para a formação ao ensino e à pesquisa biológica. O programa visa dar suporte ao desenvolvimento de modelos experimentais e privilegiar abordagens inter- e transdisciplinares para investigar aspectos fisiopatológicos de diversas afecções humanas. O programa está sediado no Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo, embora se considere supradepartamental. O programa é composto de 66 docentes permanentes e 12 colaboradores, para 50 projetos de pesquisa distribuídos nas doze linhas de pesquisa. Todos os projetos recebem auxílio de pesquisa (FAPESP, CNPq, Capes, FINEP, Pronex, Fundação Zerbini e Fundação Faculdade de Medicina. São descritas 32 disciplinas de caráter metodológico ou relacionadas com as linhas de pesquisa ministradas pelos docentes do programa. Página 1 de 10
O programa reconhece que há um número importante de docentes com produção científica aquém do esperado para um programa nota cinco e se compromete a descredenciar estes orientadores quando terminarem as teses e/ou dissertações sob orientação. Há um compromisso também de melhorar a participação discente na produção científica, reconhecida como abaixo do desejado para o que se pretende no programa. O programa pretende diminuir o tempo de titulação, principalmente para o mestrado. O programa está inserido dentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo, com acesso a todas as clínicas e todos os 62 Laboratórios de Investigação Médica (LIMs). Os laboratórios são localizadas nos prédios da Faculdade de Medicina e Institutos de Medicina Tropical, Oscar Freire, Centro de Medicina Nuclear, além dos Institutos Central, da Criança, do Coração, Radiologia, Psiquiatria e Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas. Todos os docentes estão ligados a pelo menos um dos 62 laboratórios da Faculdade de Medicina, possibilitando uma rede ampla de oportunidades aos alunos do programa de pós-graduação. Há também o Programa Rede de EquipamentosMultiusuários (PREMiUM), que visa criar condições para que todos os pesquisadores do complexo, e de fora dele, tenham acesso às mais modernas tecnologias da pesquisa biomédica. A Biblioteca da FMUSP conta com Sala de Aprendizagem, equipada com computadores em rede. São oferecidos Cursos de Pesquisa Bibliográfica para os usuários. Os laboratórios contam com rede de informática com acesso livre às seguintes base de dados: Medline, Lilacs, EmBase(Excerpta Médica), JCR (Journal Citation Report), Biblioteca Virtual USP*. Todos os docentes, alunos do programa e alunos da graduação possuem acesso a rede VPN, sendo que em vários pontos da FMUSP há acesso Wireless para Internet. Através da Probe (Programa Biblioteca Eletrônica), OVID e da rede VPN, que permite o acesso, através de senha fornecida pela USP, a partir de qualquer computador conectado à WEB. CORPO DOCENTE Itens de Avaliação 2.1. Perfil do corpo docente, consideradas titulação, diversificação na origem de formação, aprimoramento e experiência, e sua compatibilidade e adequação à Proposta do Programa. 2.2. Adequação e dedicação dos docentes permanentes em relação às atividades de pesquisa e de formação do programa 2.3. Distribuição das atividades de pesquisa e de formação entre os docentes do programa. 2.4. Contribuição dos docentes para atividades de ensino e/ou de pesquisa na graduação, com atenção tanto à repercussão que este item pode ter na formação de futuros ingressantes na PG, quanto na formação de profissionais mais capacitados no plano da graduação. Peso 10.00 30.00 30.00 20.00 Avaliação Muito Muito 2.5. Captação de recursos em agências de fomento à pesquisa. 10.00 O corpo docente é formado por 78 docentes, 66 docentes permanentes (85%) e 12 colaboradores (15%), a maioria com doutorado na própria USP. O maior número de doutores é da área de Anatomia Patológica e Patologia Clínica. Por se tratar de um programa supradepartamental, os docentes pertencem a diferentes áreas do conhecimento: Psiquiatria, Genética, Cardiologia, Psicologia, Terapia Ocupacional, Educação Física, Bioética, Endocrinologia, Pediatria, Bioquímica, Fisiologia, Biologia Molecular, Farmacologia, Ortopedia, Doenças Infecciosas e Epidemiologia. O programa conta com 24 Bolsistas do CNPq, agregando docentes de excelente nível científico. Os 50 projetos de pesquisa em andamento recebem auxílio de pesquisa de várias fontes (FAPESP, CNPq, Capes, FINEP, Pronex, Fundação Zerbini e Fundação Faculdade de Medicina. Como o programa é formado por diferentes áreas há uma heterogeneidade quanto à produção científica dos docentes. A maioria dos docentes tem contrato de 40 horas e vínculo de Servidor Público, dividindo sua dedicação a Página 2 de 10
outro programa como permanente dentro da instituição. A maioria é formada dentro da própria universidade: quatro docentes são formados no exterior (Kings College, Nikon University, Universitat Wurzburg e Heidelberg). Em 2009, 55 docentes permanentes estavam orientando pelo menos um aluno no programa (11 docentes não tinham alunos sob orientação). Em 2009 o programa contou com 94 alunos matriculados (65 de mestrado e 29 de doutorado), com uma média de 1,42 alunos por docente (1,39 no mestrado e 1,32 no doutorado). 48 docentes (62%) atuam na graduação, 20 docentes permanentes (26%) exerciam atividades de orientação para alunos de iniciação científica. São ministradas 36 disciplinas de cunho metodológico e/ou relacionadas com o conteúdo das linhas de pesquisa do programa. Somente um docente não se encontrava participando em projetos vinculados as linhas de pesquisa do programa. Todos os projetos de pesquisa em andamento recebem auxílio de pesquisa de várias fontes (FAPESP, CNPq, Capes, FINEP, Pronex, Fundação Zerbini e Fundação Faculdade de Medicina. Os projetos de pesquisa estão bem articulados com as linhas de pesquisa do programa. Vinte docentes permanentes exerciam atividades de orientação para 27 alunos de iniciação científica. Um docente do programa é responsável por Disciplinas de Introdução à Pesquisa Científica em Medicina (www.med.fm.usp.br), que é oferecida aos alunos do curso médico. Os alunos desenvolvam um projeto de pesquisa com um dos grupos das linhas de pesquisa. Segundo o desempenho, os alunos são encaminhados para um estágio de iniciação científica em um dos laboratórios da faculdade. Os alunos de graduação que realizam estes estágios chegam a 220 e 246 matrículas no primeiro semestre. A disciplina de Introdução à Pesquisa Científica em Medicina, em 2007, 2008 e 2009, recebeu respectivamente, 237, 198 e 215 alunos distribuídos nos diferentes grupos de pesquisa dos Laboratórios do Complexo HCFMUSP. O programa mantém um estágio de docência Programa de Aperfeiçoamento de Ensino (PAE) na Faculdade de Medicina. PAE é oferecido semestralmente e os alunos inscritos devem participar ativamente das atividades de uma disciplina obrigatória de graduação. É permitido ao estagiário, sob supervisão do docente responsável, participar de seminários, experimentos de laboratórios, estudos dirigidos e discussão de tópicos em pequenos grupos, bem como organizar e participar de plantões para elucidar dúvidas e aplicar provas e exercícios. Para que os alunos da Pós-graduação possam realizar o estágio PAE é necessário cumprir como etapa preliminar obrigatória uma disciplina "Preparação Pedagógica", que é oferecida, anualmente, para 50 alunos, pelo Programa. Todos os 50 projetos de pesquisa em andamento recebem auxílio de pesquisa de várias fontes (FAPESP, CNPq, Capes, FINEP, Pronex, Fundação Zerbini e Fundação Faculdade de Medicina. O programa conta com 24 Bolsistas do CNPq (37% do corpo docente). CORPO DISCENTE, TESES E DISSERTAÇÕES Itens de Avaliação 3.1. Quantidade de teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente. Peso 20.00 Avaliação 3.2. Distribuição das orientações das teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação aos docentes do programa. 20.00 3.3. Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes autores da pós-graduação e da graduação (no caso de IES com curso de graduação na área) na produção científica do programa, aferida por publicações e outros indicadores pertinentes à área 50.00 3.4. Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores bolsistas: Tempo de formação de mestres e doutores e percentual de bolsistas titulados. 10.00 Página 3 de 10
O programa produziu no período 80 dissertações de mestrado e 37 teses de doutorado para um universo de 66 docentes permanentes. Esta produção é de aproximadamente 1,77 alunos formados por docente no triênio (1,21 no mestrado e 0,56 no doutorado). No triênio foram matriculados 76 alunos de mestrado e 27 alunos de doutorado, números abaixo dos que foram formados no período. Em 2009 o programa contou com 94 alunos matriculados (65 alunos no mestrado e 29 alunos no doutorado), com uma média 1,2 alunos/docente (1,4 para o mestrado e 1,3 para o doutorado). Onze docentes (16% do corpo docente) estavam sem alunos sob orientação no ano de 2009. Os discentes e egressos participaram de 287 publicações científicas no período (113 publicações em 2007, 83 em 2008 e 91 em 2009), acumulando uma pontuação respectiva de 53,8, 47,5 e 54,4, com pontuação global de 155,8. O total de pontos da produção docente foi 519, o que se estima em 30% (115,8/519), a participação de discentes na produção do programa. Cabe ressaltar a participação de discentes em 31 artigos A1, 42 artigos A2, 79 artigos B1, 18 artigos B2, 64 na base Medline, 17 na base Scielo e 36 na Lilacs. A média de titulação no mestrado foi de 39, meses em 2007, 37,9 meses em 2008 e 40,7 meses em 2009, acima do desejado. A média de titulação do doutorado foi de 44,9 meses em 2007, 36,5 meses em 2008, e 41,2 meses em 2009. O programa manteve uma média alta na formação no mestrado nos três anos. No triênio 19 bolsistas de mestrado e sete bolsistas de doutorado concluíram suas teses, todos com tempo abaixo do esperado. O tempo de titulação de mestrado acima do esperado ocorre, portanto, com as teses que não estão recebendo financiamento. PRODUÇÃO INTELECTUAL Itens de Avaliação Peso Avaliação 4.1. Publicações qualificadas do Programa por docente permanente. 50.00 4.2. Distribuição de publicações qualificadas em relação ao corpo docente permanente do Programa. 40.00 4.3. Produção técnica, patentes e outras produções consideradas relevantes. 10.00 O programa produziu 696 artigos no período: 239 em 2007, 201 em 2008 e 256 em 2009. Aplicando-se os critérios de avaliação de qualidade científica como definidos na área chega-se a seguinte distribuição: 101 artigos em A1, 127 em A2, 191 em B1, 38 em B2, 158 em B3, 27 artigos em revistas da base Scielo e 53 artigos na base Lilacs. Se considerarmos a base internacional, somente com artigos acima da fração B3 que inclui a base Medline, o programa publicou no triênio 457 artigos internacionais, para um universo de 66 docentes permanentes atingindo a média de 3,1 artigos internacionais por docente por ano. Se contarmos o número de publicações científicas com fração de impacto acima de B1 (419 artigos), a média de publicações é de 2,1 artigos internacionais de bom nível por docente po ano. Esta produção científica transformada na pontuação da área originou os seguintes valores: 170 em 2007, 153,4 em 2008 e 195,4 em 2009. O programa tem uma produção científica de qualidade, mas levando-se em conta a síntese ponderada dos docentes no triênio, 65% cumprem o critério para nota cinco e 80% cumprem o critério para nota quatro. Dos 66 docentes permanentes, 23 docentes (35%) não apresentaram nenhuma participação em A1 ou A2 durante o triênio. Ao mesmo tempo 30 docentes (46% do corpo docente) publicaram pelo menos um artigo em A1 ou dois artigos A2, preenchendo o critério para nota 7 na área. Este desequilíbrio demonstra a heterogeneidade na distribuição das publicações científicas do corpo docente. 23 docentes (35%) pontuaram abaixo de 150 pontos no triênio, abaixo do critério para nota 4. A distribuição é, portanto heterogênea, convivendo no mesmo programa docente de alta qualificação científica, com outros de Página 4 de 10
produção científica mais modesta. O docente envolvido em pesquisas sobre os efeitos da poluição vem ocupando posições de grande prestígio em sociedades científicas internacionais e participando de comitês que formulam diretrizes para regulamentação do ambiente. Vários de seus docentes inserem-se no conceito de líderes de opinião. Os docentes e discentes publicam regularmente artigos em revistas leigas, revistas médicas de divulgação e jornais de grande circulação e concedem entrevistas para revistas, emissoras de Rádio e TV. Vários docentes pertencem a conselho editorial de revistas científicas nacionais e internacionais. INSERÇÃO SOCIAL Itens de Avaliação Peso Avaliação 5.1. Inserção e impacto regional e (ou) nacional do programa. 30.00 Muito 5.2. Integração e cooperação com outros programas e centros de pesquisa e desenvolvimento profissional relacionados à área de conhecimento do programa, com vistas ao desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação. 55.00 Muito 5.3 - Visibilidade ou transparência dada pelo programa à sua atuação. 15.00 Muito Muito O programa foi inovador dentro da USP em aceitar alunos não médicos, permitindo a formação no nível de pós-graduação de diferentes profissionais. O programa formou profissionais não médicos que passaram a orientar outros profissionais em um efeito multiplicador, mudando a cultura dentro da Faculdade de Medicina da USP de focar exclusivamente na formação médica. Neste sentido, o programa serve de incubadora para novas áreas. Por exemplo, dois novos programas na Fonoaudiologia foram aprovados com docentes formados no programa (Comunicação Humana e Movimento, Postura e Ação Humana). A mudança de cultura dentro da Faculdade de Medicina permitiu que várias outras disciplinas passassem a aceitar profissionais não médicos em seus programas de pós-graduação. O fato de deste programa ser composto com docentes de outros programas facilita a comunicação entre áreas, permitindo a interdisciplinaridade e aumenta o leque de opções para os alunos de graduação e pósgraduação. É particularmente forte a interação com o Programa de Ciências Médicas, que compartilha cerca de 50% de docentes que iniciaram sua formação na Fisiopatologia Experimental, assim como o programa Instituto de Medicina Tropical. Por ser um programa supradepartamental a sua interação com outros programas na instituição é naturalmente muito forte. Os laboratórios envolvidos no Programa são coordenados por docentes com reconhecida experiência de pesquisa. Funcionam sob a coordenação de docentes do programa, a Microdissecção a Laser, a Microscopia Confocal, a Microscopia Eletrônica, o Tissue Microarray & Imuno-histoquímica e a Unidade de Transgênicos. Três dos cinco Centros Multiusuários estão sob responsabilidade de Docentes Permanentes do Programa. O programa Fisiopatologia Experimental tem um site próprio, que pode ser acessado diretamente ou através da página da FMUSP. O endereço eletrônico é: http://www.fm.usp.br/fisiopatologia/index.php. O Programa possui um mural, em zona de grande fluxo de pessoas, no qual são divulgadas todas as atividades do Programa, além de outras de interesse geral aos alunos da Pós-graduação. Página 5 de 10
Qualidade dos Dados Quesitos PROPOSTA DO PROGRAMA CORPO DOCENTE CORPO DISCENTE, TESES E DISSERTAÇÕES PRODUÇÃO INTELECTUAL INSERÇÃO SOCIAL Qualidade Muito Muito Comentário Os dados forncecidos pelo programa são apresentados de forma clara e objetiva permitindo avaliar o estado atual de nível funcional atingido nos seus pontos favoráveis e desfavoráveis. Página 6 de 10
Conceito/Nota CA Quesitos Peso Avaliação Comissão PROPOSTA DO PROGRAMA 0.00 Muito CORPO DOCENTE 20.00 CORPO DISCENTE, TESES E DISSERTAÇÕES 30.00 PRODUÇÃO INTELECTUAL 40.00 INSERÇÃO SOCIAL 10.00 Muito Data Chancela: 23/07/2010 Conceito Nota O programa apresenta grande heterogeneidade no corpo docente quanto a produtividade científica. Somente 65% do corpo docente apresentou no triênio produção cienifica compatível com a nota cinco. A produção científica discente vinculada é modesta, assim como o número de alunos titulados e sob orientação científica. A captação de alunos é baixa, sendo que vários docentes permanecem no programa sem exercer atividades de orientação. 4 Página 7 de 10
Complementos Apreciações ou sugestões complementares sobre a situação ou desempenho do programa. Recomendações da Comissão ao Programa. O programa mantém docentes de alta qualificação científica com outros de produção mais modesta. Praticamente todos os docentes exercem atividades em outros programas, o que pode estar influenciando no baixo número de alunos sob orientação. A participação dos docentes dever ser mais ativa, melhorando a identificação do docente com o programa. É preciso melhorar a qualidade da produção discente vinculada. O programa tem pesquisadores de excelente nível, mas com impacto modesto na produção do corpo discente. O programa precisa captar mais alunos, principalmente de doutorado e buscar mais homogeneidade na produção científica entre os docentes para que possa atingir critério mínimo para nota cinco. O comitê realizou visitas anteriores ao programa, que por estar inserido em centro de tradição científica com amplo domínio dos critérios da área, não considera necessidade de visita mesmo havendo reclassificado o programa para nota quatro. A CAPES deve promover visita de consultores ao Programa? Justificativa da recomendação de visita ao programa. Não A Comissão recomenda mudança de área de avaliação? Não Área Indicada: Justificativa da recomendação de mudança de área de avaliação do programa (em caso afirmativo) Página 8 de 10
Nota CTC-ES Data Chancela: 09/09/2010 Nota CTC-ES: 4 Comissão Responsável pela Avaliação: Sigla IES JOÃO PEREIRA LEITE USP/RP Coordenador(a) da Área GERALDO BRASILEIRO FILHO UFMG Coordenador(a) Adjunto(a) da Área ALUISIO AUGUSTO COTRIM SEGURADO USP Consultor(a) ANTONIO AUGUSTO MOURA DA SILVA UFMA Consultor(a) ANTONIO CARLOS DOS SANTOS USP Consultor(a) ARNALDO LOPES COLOMBO UNIFESP Consultor(a) CLAUDIO SERGIO PANNUTI USP Consultor(a) DRÁULIO BARROS DE ARAÚJO USP Consultor(a) ERYVALDO SÓCRATES TABOSA DO EGITO UFRN Consultor(a) FAUSTO EDMUNDO LIMA PEREIRA UFES Consultor(a) GILBERTO KAC UFRJ Consultor(a) GIL GUERRA JUNIOR UNICAMP Consultor(a) GISELIA ALVES PONTES DA SILVA UFPE Consultor(a) GUILHERME SANTORO LOPES UFRJ Consultor(a) JADERSON COSTA DA COSTA PUC/RS Consultor(a) JAIR DE JESUS MARI UNIFESP Consultor(a) JULIO SÉRGIO MARCHINI USP/RP Consultor(a) LUIS AUGUSTO PAIM ROHDE UFRGS Consultor(a) LUIS EDUARDO COELHO ANDRADE UNIFESP Consultor(a) LUIZ ANTONIO RODRIGUES DE FREITAS FIOCRUZ Consultor(a) MARCELO ZUBARAN GOLDANI UFRGS Consultor(a) MARIA TERESA ANSELMO OLINTO UNISINOS Consultor(a) PAULO CARAMELLI UFMG Consultor(a) PAULO HILÁRIO NASCIMENTO SALDIVA USP Consultor(a) PEDRO ISRAEL CABRAL DE LIRA UFPE Consultor(a) RICARDO ARRAES DE ALENCAR XIMENES UFPE Consultor(a) Página 9 de 10
Nota CA Data Chancela: 10/11/2010 Reconsideração O programa foi avaliado no triênio 2004-2006 com nota 5, tendo sido avaliado com nota 4 no triênio atual. O programa apresentou pedido de reconsideração em relação aos quesitos 2 (itens 2.3 e 2.5), 3 (itens 3.1 a 3.4), e 4(itens 4.1 e 4.2). Quanto ao item 2.3, o programa justifica sua heterogeneidade por incentivar a inserção de novos orientadores em 2009 (23%). Os esforços de ampliação do programa são importantes e apontam na direção de consolidação do mesmo, o que certamente se refletirá em melhores indicadores nas futuras avaliações, mantendose a avaliação em B. O item captação de recursos foi avaliado como B tendo o solicitante argumentado que este seja avaliado como MB. Neste caso, a comissão reviu e considerou o item como MB. No entanto, considerando o peso relativo (10%), a avaliação final do quesito 2 não muda, mantendo-se em B. Quanto aos itens 3.1 e 3.2, os argumentos são semelhantes ao exposto no parágrafo anterior. Acrescenta uma informação, i.e., transferência de 23 alunos de mestrado e seis de doutorado para um novo programa entre 2005 e 2006, cujas defesas ocorreram em 2007. Segundo a solicitante, caso estes discentes tivessem permanecido no programa Fisiopatologia Experimental, o número de defesas seria teoricamente maior. A comissão entende que o programa tem sido solidário e generoso no seu papel de integração e cooperação. Tal apreciação foi avaliada, tendo o programa recebido MB em todos os itens de inserção social. Quanto ao fluxo de discentes (item 3.1) a comissão entende que este deve mudar de R para B. 3.3. Segundo os parâmetros estabelecidos pela área indica MB quando este percentual é maior do que 30%. O programa atingiu 29,8%. Considerando o arredondamento, a comissão reclassifica este item como MB. 3.4. A CAPES recomenda para mestrado no máximo 26 meses e para o doutorado 52 meses, para ser considerado MB. Os dados indicados na ficha estão muito além destes parâmetros. Manter regular. Assim, o quesito 3 (Corpo discente), passa a ter os seguintes conceitos 3.1 (), 3.2 (), 3.4. (Muito ), 3.4 (), com um conceito final passando de para. Nota: Quanto aos itens 4.1. e 4.2 a Comissão refez a avaliação e modificou o conceito de para Muito para o 4.1., e manteve para o 4.2. Em razão de todas essas considerações, e tendo em vista que as modificações em alguns itens e quesitos não são suficientes para alteração da nota, essa Comissão recomenda manter a nota 4. 4 Nota CTC-ES Data Chancela: 13/12/2010 Nota: 4 O CTC aprova o parecer do CA, não acolhendo o pedido de reconsideração e, por conseguinte, mantendo o conceito atribuído na avaliação trienal. Comissão Responsável pela Reconsideração: Sigla IES JOÃO PEREIRA LEITE USP/RP Coordenador(a) da Área GERALDO BRASILEIRO FILHO UFMG Coordenador(a) Adjunto(a) da Área FAUSTO EDMUNDO LIMA PEREIRA UFES Consultor(a) JOSÉ ALEXANDRE DE SOUZA CRIPPA USP Consultor(a) LEILA MARIA CARDÃO CHIMELLI UFRJ Consultor(a) MARK DREW CROSLAND GUIMARAES UFMG Consultor(a) THAIS HELENA ABRAHÃO THOMAZ QUELUZ UNESP/BOT Consultor(a) VIRGÍNIA PAES LEME FERRIANI USP Consultor(a) Página 10 de 10