4. Exemplo de Aplicação SAP2000. Objectivos:

Documentos relacionados
MODELAÇÃO NÃO LINEAR DE EDIFÍCIOS

MODELAÇÃO NÃO LINEAR DE EDIFÍCIOS

Exemplo de aplicação do método N2 proposto no EC8 Pórtico 2D. André Belejo, Rita Bento e Carlos Bhatt

Análises Estáticas Não Lineares (Pushover) para o Dimensionamento e Avaliação Sísmica de Estruturas. Parte 4 Diferentes Procedimentos

ANÁLISES ESTÁTICAS NÃO LINEARES Eurocódigo 8

Instruções básicas para a análise de um pórtico 2D com o programa SAP2000

Avaliação Sísmica e Reforço de Edifícios Antigos de Alvenaria. Parte 1 - Introdução!

Comparação de Modelos com Não Linearidade Concentrada ou Distribuída na Análise Pushover de Edifícios em Betão Armado

Avaliação da vulnerabilidade sísmica de edifícios de alvenaria

INTRODUÇÃO AO SAP2000 Utilização do SAP2000 para acções sísmicas em edifícios ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Rita Bento.

(1)P Para efeitos do projecto sismo-resistente, as estruturas dos edifícios são classificadas em regulares e não regulares.

Análises Estáticas Não Lineares (Pushover) para o Dimensionamento e Avaliação Sísmica de Estruturas. Parte 2 Método N2

Análises Estáticas Não Lineares (Pushover) para o Dimensionamento e Avaliação Sísmica de Estruturas. Parte 1

ESTRUTURAS ESPECIAIS Mestrado em Engenharia Civil 5º Ano 2º Semestre 6 de Junho de 2011 Responsável: Prof. José Oliveira Pedro

Anexo 4. Resistência dos Materiais I (2º ano; 2º semestre) Objetivos. Programa

ESPECIALIZAÇÃO EM ESTRUTURAS

Lista de Exercício 3 Elastoplasticidade e Análise Liimite 18/05/2017. A flexão na barra BC ocorre no plano de maior inércia da seção transversal.

CAPÍTULO IV ASPECTOS NORMATIVOS PARA CONTENTORES

ESPECIALIZAÇÃO EM ESTRUTURAS

Avaliação Sísmica e Reforço de Edifícios Antigos de Alvenaria. Parte 4

EFEITO DO CONFINAMENTO LATERAL NO COMPORTAMENTO ESTRUTURAL

FIDESC4 Um programa de cálculo para verificação da resistência ao fogo de elementos em aço com secção transversal de Classe 4

TUTORIAL DO SAP 2000 Versão: (Vigas com Aberturas)

Instituto Politécnico de Tomar MODELAÇÃO E ANÁLISE DE ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS EXISTENTES EM ALVENARIA

Modelação Tridimensional de Estruturas Sujeitas a Sismos utilizando o OpenSees

MEMÓRIA DE CÁLCULO. Figura 1 - Dimensões e eixos considerados no provete submetido a ensaio.

RESISTÊNCIA DE MATERIAIS II

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO

Modelação de paredes em alvenaria estrutural de tijolo

P-Δ deslocamentos horizontais dos nós da estrutura ou efeitos globais de segunda ordem;

Análises Estáticas Não Lineares (Pushover) de Edifícios 3D Parte 5. Carlos Bhatt, Rita Bento e André Belejo

Parâmetros para o dimensionamento

Análise do revestimento de um coletor

Análise do revestimento de um coletor

CURSO AVANÇADO SAP2000

Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013

1. Introdução. Isabel B. Valente a, Ricardo Lage b e José António C. Matos c. Minho. carregamento, distribuição dos

Obras Geotécnicas. Cortinas multi-apoiadas. Nuno Guerra

Dimensionamento e análise da deformação de um grupo de estacas

ÍNDICE LISTA DE EXEMPLOS PREFÁCIO 1 INTRODUÇÃO 1.1 Considerações gerais 1.2 Conceito de estrutura mista 1.3 Principais características 1.

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio NECE. Experimento de ensino baseado em problemas. Módulo 01: Análise estrutural de vigas

Capítulo 6. Conclusões e Desenvolvimentos Futuros Introdução Sumário e conclusões

MODELO NUMÉRICO NÃO-LINEAR PARA PAINÉIS DE ALVENARIA DE ENCHIMENTO EM PÓRTICOS DE BETÃO ARMADO

Título: Comportamento mecânico de materiais compósitos FRP a temperatura elevada. Orientador: João Ramôa Correia

Alterações no Mestrado Integrado em Engenharia Civil (MEC):

Desenvolvimento de um bloco cerâmico para a construção sustentável

DINÂMICA DE ESTRUTURAS (SISTEMAS DE 1 GDL + MÉTODO DE RAYLEIGH)

ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO I 12 EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM PROVOCADOS POR ESFORÇO AXIAL

Sistemas Estruturais. Prof. Rodrigo mero

Estabilidade. Marcio Varela

Análise da vulnerabilidade sísmica de um edifício escolar

6 Exemplos Numéricos no Domínio da Frequência

A REGULAMENTAÇÃO SÍSMICA

ANÁLISE PUSHOVER CASO DE ESTUDO

Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologia 2001/02 Estruturas II (aulas teóricas)

Tensões associadas a esforços internos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105)

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Departamento de Engenharia Civil

A9 Rigidez e peso: densidade e módulo de elasticidade. Projecto limitado pela rigidez dos materiais

Resistência dos. Materiais. Capítulo 3. - Flexão

Possibilidade das técnicas experimentais e numéricas

Objetivo do capítulo. O ensaio de tração e compressão

DISCIPLINA DE DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS

Resistência dos Materiais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Curso de Graduação em Engenharia Civil ECC 1006 Concreto Armado A ESTRUTURAS. Gerson Moacyr Sisniegas Alva

SUMÁRIO PREFÁCIO INTRODUÇÃO UNIDADE 1 ASPECTOS BÁSICOS 1.1. Definições Elementos constituintes das pontes

ANÁLISE DE ESTRUTURAS I Ano lectivo de 2015/2016 2º Semestre

Disciplina de Estruturas Metálicas

Prof. Willyan Machado Giufrida Curso de Engenharia Química. Ciências dos Materiais. Propriedades Mecânicas dos Materiais

PROJETO ESTRUTURAL. Marcio A. Ramalho ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND

ASPECTOS GERAIS DO EUROCÓDIGO 8 Aplicação em Portugal

Análise numérica de uma parede de contenção

MODELAÇÃO DE LIGAÇÕES METÁLICAS E MISTAS PELO MÉTODO DAS COMPONENTES: UM PRÉ-PROCESSADOR PARA A GERAÇÃO DE MODELOS GENERALIZADOS BIDIMENSIONAIS

Palavras chave: Alvenaria estrutural, Ações horizontais, Painéis de contraventamento.

REFORÇO SÍSMICO DE EDIFÍCIOS ANÁLISE DE UM CASO DE ESTUDO

INFLUÊNCIA DA LARGURA DA MESA DA VIGA DE SEÇÃO I NA RESISTÊNCIA DA LIGAÇÃO COM O PILAR TUBULAR DE SEÇÃO CIRCULAR RESUMO

6.00 m. z (y) 3.00 m. 920 kn. 15 kn/m. Secção transversal do pilar A-B. (x) SHS 200x150x8 mm 1/29

CONGRESSO NACIONAL DA FADIGA EM TABULEIROS PRÉ-FABRICADOS DE PONTES FERROVIÁRIAS EM LINHAS DE ALTA VELOCIDADE. Carlos Sousa Rui Calçada A.

Transcrição:

4. Exemplo de Aplicação SAP2000 Objectivos: 1. Modelação de uma parede de alvenaria através de um pórtico equivalente constituído por colunas e vigas definidas por elementos de barra susceptíveis de deformações de corte e flexão. 2. Definição do comportamento não linear da alvenaria através de rótulas plásticas (plastic hinges). 3. Determinação da curva de capacidade da estrutura. Estruturas de Alvenaria e Madeira Ana Simões 2º Semestre 2013/2014 1. Definição da Geometria Pombalino Gaioleiro [m] Estruturas de Alvenaria e Madeira Ana Simões 2º Semestre 2013/2014 1. Definição da Geometria Pombalino Gaioleiro [m] A parede é modelada através de um pórtico equivalente onde cada nembo e lintél de alvenaria é definido através de um macro-elemento (elemento de barra). O modelo fica definido por um conjunto de colunas e vigas, ligadas entre si através de elementos de ligação rígidos. Estruturas de Alvenaria e Madeira Ana Simões 2º Semestre 2013/2014 1

1. Definição da Geometria Pombalino Gaioleiro Pórtico Equivalente Estruturas de Alvenaria e Madeira Ana Simões 2º Semestre 2013/2014 1. Definição da Geometria Pombalino Gaioleiro Pórtico Equivalente Colunas Vigas Nós Rígidos Estruturas de Alvenaria e Madeira Ana Simões 2º Semestre 2013/2014 1. Definição da Geometria Colunas Heff Altura Deformável H1 e H2 Altura Rígida (ligação) Estruturas de Alvenaria e Madeira Ana Simões 2º Semestre 2013/2014 2

1. Definição da Geometria Colunas H eff Altura eficaz h Altura resultante das relações geométricas H Altura entre pisos D Largura da coluna (Dolce, 1989) 1. Definição da Geometria Vigas (a) Aberturas alinhadas (b) Aberturas desalinhadas L eff Comprimento Deformável 1. Definição da Geometria Definir a geometria do pórtico no programa SAP2000 Colunas e Vigas modeladas com elementos de barra 3

1. Definição da Geometria Define > Sections Properties > Frame Sections > Add New Property Coluna PA1 e PA2 Draw Solid Shape 1. Definição da Geometria Nós Rígidos Seleccionar barra > Assign > Frame > End (Lenght) Offsets Colunas: h i e h j Vigas: L i e L j 1. Definição da Geometria Analyse > Set Analysis Options 4

2. Definição do Material Define > Materials > Add New Material 2. Definição do Material Define > Materials > Add New Material Massa Material = 0 Massa concentrada no topo das colunas 2. Definição do Material Define > Materials > Add New Material > Nonlinear Material Data 5

2. Definição do Material Define > Materials > Add New Material > Nonlinear Material Data ε = f d / E = 2500 / 1230000 = 2,033E-03 Relação Tensão Deformação Diagrama parábola rectângulo (Eurocódigo 6) 2. Definição do Material Massa Material = 0 > Massa concentrada no topo das colunas Define > Load Pattern Define > Mass Source 2. Definição do Material Massa Material = 0 > Massa concentrada no topo das colunas Define > Load Pattern Define > Load Cases 6

O programa SAP2000 permite modelar o comportamento não linear que resulta das características geométricas da estrutura ou das propriedades mecânicas dos materiais através de rótulas plásticas (plastic hinges). Modelação do comportamento de cedência e pós-cedência. Definidas em qualquer ponto da barra. Possível coexistência de rótulas na mesma posição. A Origemdo referencial B Cedência (início das deformações narótula) C Força Última D Força Residual E Colapso Deformação (indicativo): IO ImmediateOccupancy;LS LifeSafety; CP ColapsePrevention Resistência última das colunas (nembos) de alvenaria a acções no plano σ o tensão normal de compressão; D largura da coluna; t espessura da coluna; f d tensão máxima de compressão; k factor de distribuição da tensão normal equivalente a rectângulo (0,85); τ o tensão de corte diagonal máxima (TC); b = H/D (1 b 1,5); c u coesão; μ coeficiente de atrito; H comprimento secção comprimida. Resistência última das colunas (nembos) de alvenaria a acções no plano Rótulas de Flexão Momento M u Rotação φ u Rótulas de Corte V u = min (V u,f_diag ; V u,desliz) Força V u Deslocamento δ u 7

Resistência última das colunas (nembos) de alvenaria a acções no plano Deformação última, elástica e plástica Norma Italiana (NTC 2008) preconiza que a deformação última dos nembos é igual a 0,006 H eff para a flexão e 0,004 H eff para o corte (resultados baseados em ensaios experimentais). Rótulas Plásticas modelam o comportamento de cedência e pós-cedência. Deformação elástica (modelo bi-encastrado) (FEMA 356) Deformação plástica Resistência última das colunas (nembos) de alvenaria a acções no plano Posição das Rótulas de Flexão (Momento M u Rotação φ u) Diagrama de Momento Flector característico. Rótula Plástica na secção de momento máximo. 8

Resistência última das colunas (nembos) de alvenaria a acções no plano Posição das Rótulas de Corte (Força V u Deslocamento δ u) Diagrama de Esforço Transverso característico. Rótula Plástica a ½ H eff. Resistência última das vigas (lintéis) de alvenaria a acções no plano Posição das Rótulas de Corte (Força V u) Diagrama de Esforço Transverso característico. Rótula Plástica a ½ L eff. Resistência última das vigas (lintéis) de alvenaria a acções no plano Comportamento Frágil Diagrama de Esforço Transverso característico. Rótula Plástica a ½ L eff. 9

Definição das Rótulas Plásticas: (1) Determinação das tensões normais de compressão (σ o) nas colunas Load Case: DEAD (2) Determinação dos esforços resistentes nas colunas e vigas Definição das Rótulas Plásticas: (3) Determinação das deformações elásticas Definição das Rótulas Plásticas: (4) Define > Section Properties > Hinge Properties > Add New Property... Colunas: Rótulas Momento - Rotação 10

Definição das Rótulas Plásticas: (4) Define > Section Properties > Hinge Properties > Add New Property... Colunas: Rótulas Momento - Rotação IO Deformação de cedência LS Valor não superior a ¾ da deformação última CP Deformação última Definição das Rótulas Plásticas: (4) Define > Section Properties > Hinge Properties > Add New Property... Colunas: Rótulas Força - Deslocamento Definição das Rótulas Plásticas: (4) Define > Section Properties > Hinge Properties > Add New Property... Vigas: Rótulas Força 11

Definição das Rótulas Plásticas: (5) Selecionar barra > Assign > Frame > Hinges Definição das Rótulas Plásticas: (5) Display > Show Misc Assigns > Frame/Cable/Tendon > Hinges A análise estática não linear (pushover) consiste na aplicação de incrementos monotónicos de uma solicitação horizontal sobre uma estrutura, com o intuito de avaliar a sua capacidade resistente a acções sísmicas (horizontais). A resposta de estrutura é traduzida através de curvas de capacidade, que relacionam a força de corte basal com o deslocamento horizontal observado num determinado ponto de controlo (usualmente coincidente com o CM do último piso). 12

A análise estática não linear (pushover) consiste na aplicação de incrementos monotónicos de uma solicitação horizontal sobre uma estrutura, com o intuito de avaliar a sua capacidade resistente a acções sísmicas (horizontais). A resposta de estrutura é traduzida através de curvas de capacidade, que relacionam a força de corte basal com o deslocamento horizontal observado num determinado ponto de controlo (usualmente coincidente com o CM do último piso). Carregamentos Laterais (EC8) Distribuição Uniforme: proporcional à massa independentemente da altura (resposta de aceleração uniforme). Distribuição Modal: proporcional à massa e ao deslocamento modal normalizado. A análise estática não linear (pushover) consiste na aplicação de incrementos monotónicos de uma solicitação horizontal sobre uma estrutura, com o intuito de avaliar a sua capacidade resistente a acções sísmicas (horizontais). A resposta de estrutura é traduzida através de curvas de capacidade, que relacionam a força de corte basal com o deslocamento horizontal observado num determinado ponto de controlo (usualmente coincidente com o CM do último piso). Carregamentos Laterais (EC8) Distribuição Uniforme: proporcional à massa independentemente da altura (resposta de aceleração uniforme). Distribuição Modal: proporcional à massa e ao deslocamento modal normalizado. SAP2000 (a) Introdução manual das forças estáticas equivalentes (distribuição por piso proporcional à massa do nó). (b) Definição automática, opção particularmente vantajosa no caso da distribuição modal por considerar o deslocamento em cada nó. Definir a Load Case DEAD para Análises Não Lineares Define > Load Cases > DEAD > Nonlinear 13

Análise Pushover: Define > Load Cases Distribuição Modal Distribuição Uniforme Análise Pushover: Define > Load Cases Distribuição Modal Distribuição Uniforme Análise Pushover: Define > Load Cases Análise termina quando o nó de controlo atingir o deslocamento definido. 14

Análise Pushover: Define > Load Cases Análise termina quando o nó de controlo atingir o deslocamento definido. Quanto maiores os valores indicados, mais refinada será a curva de capacidade e maior será o número de outputs da análise Análise Pushover: Define > Load Cases Análise termina quando o nó de controlo atingir o deslocamento definido. Valores definidos pelo utilizador com o objectivo de optimizar a análise (ex: aumento do número de passos casoocorram problemasdeconvergência) Quanto maiores os valores indicados, mais refinada será a curva de capacidade e maior será o número de outputs da análise Análise Pushover: Define > Load Cases Controla o tempo de análise. Número excessivo pode indicar que análise parou devido a problemas numéricos. Para cada etapa de análise inicia iterações do tipo constant-stiffness. Se não convergir, adopta iterações do tipo Newton-Raphson (tangent-stiffness). Tolerância de erro relativamente à intensidade da força aplicada na estrutura. É muito eficaz e tende a reduzir o número de iterações necessária. Margem de erro usada para determinar os estados de uma rótula plástica. 15

Análise Pushover: Define > Load Cases Controla o tempo de análise. Número excessivo pode indicar que análise parou devido a problemas numéricos. Para cada etapa de análise inicia iterações do tipo constant-stiffness. Se não convergir, adopta iterações do tipo Newton-Raphson (tangent-stiffness). Tolerância de erro relativamente à intensidade da força aplicada na estrutura. É muito eficaz e tende a reduzir o número de iterações necessária. Margem de erro usada para determinar os estados de uma rótula plástica. Não é usado em análises estáticas lineares. Deformação é imposta de forma iterativa até corresponder à força pretendida. Margem de erro em relação à força pretendida. Factor que condiciona a deformação imposta resultante da diferença entre a força pretendida e a força real aplicada na estrutura. Análise Pushover: Analyse > Run Analysis Display > Show Static Pushover Curve Análise Pushover: Analyse > Run Analysis Seleccionar Nó de Controlo > Display > Show Tables 16

Análise Pushover: Analyse > Run Analysis Display > Deformed Shape > Step 19 Distribuição Modal Distribuição Uniforme Análise Pushover: Analyse > Run Analysis Display > Deformed Shape > Step 19 Distribuição Modal Distribuição Uniforme 17

Referências Calderini, C.; Cattari, S.; Lagomarsino, S. (2009). In-plane strength of unreinforced masonry piers. Earthquake Engineering and Structural Dynamics, Volume 38, Issue 2, pp. 243-267. Cattari S., Lagomarsino S. (2012). Performance-based approach to earthquake protection of masonry cultural heritage. SAHC Conference, Jerzy Jasieńko (ed) DWE, Wrocław, Poland, pp. 2914-2922. Cattari S., Lagomarsino, S. (2013). Seismic assessment of mixed masonry-reinforced concrete buildings by non-linear static analyses. Earthquake and Structures, 4 (3). Deliverable D26 (2012). Modelling strategies for seismic global response of building and local mechanisms. Perpetuate Project (downloadable from http://www.perpetuate.eu). Galasco, A.; Lagomarsino, S.; Penna, A.; Resemini, S. (2004). Nonlinear analysis of masonry structures. 13th World Conference on Earthquake Engineering, Vancouver, Canada. Kappos, A., Penelis, G.; Drakopoulos, C. (2002) Evaluation of Simplified Models for Lateral Load Analysis of Unreinforced Masonry Buildings. Journal of Earthquake Engineering, Vol. 128, No. 7. Lagomarsino, S.; Penna, A.; Galasco, A.; Cattari, S. (2013). TREMURI program: An equivalent frame model for the nonlinear seismic analysis of masonry buildings. Engineering Structures, Vol. 56, pp. 1787-1799. Referências Lagomarsino, S.; Penna, A.; Galasco, A.; Cattari, S. (2012). TREMURI program: Seismic Analyses of 3D Masonry Buildings, Release 2.0. University of Genoa, Italy (mailto: tremuri@gmail.com). Magenes, G.; Della Fontana, A. (1998). Simplified nonlinear seismic analysis of masonry buildings. British Masonry Society, Volume 8, pp. 190-195. Marques, R. (2012). Metodologias Inovadoras no Cálculo Sísmico de Estruturas em Alvenaria Simples e Confinada. PhD Thesis in Civil Engineering, Universidade do Minho, Portugal. Meireles, H. (2012). Seismic Vulnerability of Pombalino Buildings. PhD Thesis in Civil Engineering, IST, UTL, Lisbon, Portugal. Pasticier, L.; Amadio, C.; Fragiacomo, M. (2007) Non-linear Seismic Analysis and Vulnerability Evaluation of a Masonry Building by Means of the SAP2000 v.10 Code. Earthquake Engineering and Structural Dynamics, No. 37, pp. 467-485. Pereira, D. (2009) Estudo Sísmico de Edifícios Antigos. Reforço e análise não linear. Dissertação Mestrado, IST, UTL, Lisboa. Simões, A.; Bento, R.; Lagomarsino, S.; Cattari, S. (2013) Seismic Pushover Analysis of Gaioleiro Buildings in Lisbon. SE-50EEE, Macedonia. Simões, A.; Bento, R.; Gago, A.; Lopes, M. (2012) Seismic Vulnerability of old masonry Gaioleiro Buildings in Lisbon. 15º Conferência Mundial de Engenharia Sísmica (15WCEE), Lisboa. 18