Alexandre Panov Momesso Medico Veterinário rio pela Universidade Paulista - UNIP Mestre em Saúde Pública P Pela Universidade de Saúde Pública P USP Auditor líder l para ISO 22000 - Gestão de Segurança a de Alimentos Docente do curso de nutrição da Universidade Municipal de São Caetano do Sul USCS nas matérias relacionadas à microbiologia básica, b microbiologia de alimentos, parasitologia de alimentos, legislação sanitária e controle sanitário dos alimentos. Docente da Unisênior Universidade Sênior da Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Responsável técnico t pelo Sonda Supermercados. Sócio fundador da Sanity Consultoria e Treinamento.
A Medicina Veterinária ria e o Controle Sanitário dos Alimentos Atuação do Médico M Veterinário rio em estabelecimentos varejistas, atacadistas e industriais de Alimentos Novembro 2008
ÁREA DE ALIMENTOS AUMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS FORA DO LAR ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS CONHECIMENTO DOS RISCOS MUDANÇA A DE HÁBITOS H NOVOS PROCEDIMENTOS NOVAS ETAPAS (DISTRIBUIÇÃO EM SELF-SERVICES) SERVICES)
ÁREA DE ALIMENTOS EXIGÊNCIAS DOS CONSUMIDORES LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS PORTARIA MINISTÉRIO DA AGRICULTIRA 304, DE 22 DE ABRIL DE 1996 1º As carnes de bovinos e bubalinos, somente poderão ser distribuídas das em cortes padronizados, devidamente embaladas e identificadas GLOBALIZAÇÃO/BARREIRAS SANITÁRIAS/EXIGÊNCIAS DO MERCADO EXTERNO QUALIDADE CERTIFICADA
RESPONSABILIDADE TÉCNICAT ASPECTOS LEGAIS OS ESTABELECIMENTOS QUE: FABRICAM, MANIPULAM, EMBALAM, IMPORTAM: ADITIVOS, COMPLEMENTOS NUTRICIONAIS, ALIMENTOS PARA FINS ESPECIAIS, EMBALAGENS; AS COZINHAS INDUSTRIAIS E UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) UNIDADE DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA TICA (UND), SÓ PODEM FUNCIONAR SOB A RESPONSABILIDADE DE UM TÉCNICO T LEGALMENTE HABILITADO. PARA A RESPONSABILIDADE TÉCNICA T É CONSIDERADA A REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL DE CADA CATEGORIA.
RESPONSABILIDADE TÉCNICAT ASPECTOS LEGAIS Capacitação de Pessoal Elaborar o Manual de Boas Práticas de Manipulação (PORTARIA CVS -66 DE 1999) Item 3. Os estabelecimentos devem ter um responsável técnico t de acordo com a Portaria CVS- 1- DITEP de 13/01/98. Este profissional deve estar regularmente inscrito no órgão fiscalizador de sua profissão. Para que o Responsável Técnico T (RT) possa exercer a sua função deve ter autoridade e competência para: Responsabilizar-se se pela aprovação ou rejeição de matérias rias- primas, insumos, produtos semi-elaborados, elaborados, produtos terminados, procedimentos, métodos m ou técnicas, t equipamentos e utensílios, de acordo com o manual elaborado Supervisionar os princípios pios ou metodologias que embasem o manual de boas práticas de manipulação e processamento. Recomendar o destino final de produtos
DA PROFISSÃO LEI Nº N 5.517, de 23 de outubro de 1968 - Dispõe sobre o exercício cio da profissão de Médico M Veterinário rio e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. ria. CAPÍTULO II -DO EXERCÍCIO CIO PROFISSIONAL Art. 5º 5 É da competência privativa do médico m veterinário: rio: O exercício cio das seguintes atividades e funções a cargo da União, dos Estados, dos Municípios, dos Territórios rios Federais, entidades autárquicas, paraestatais e de economia mista e particulares: O planejamento e a execução da defesa sanitária animal; A inspeção e a fiscalização sob o ponto-de de-vista sanitário, higiênico e tecnológico dos matadouros, frigoríficos, ficos, fábricas f de conservas de carne e de pescado, fábricas f de banha e gorduras em que se empregam produtos de origem animal, usinas e fábricas f de laticínios, entrepostos de carne, leite, peixe, ovos, mel, cera e demais derivados da indústria pecuária e, de um modo geral, quando possível, de todos os produtos de origem animal nos locais de produção, manipulação, armazenagem e comercialização;
DA PROFISSÃO ART. 6º 6 CONSTITUI, AINDA,, COMPETÊNCIA DO MÉDICO M VETERINÁRIO RIO O EXERCÍCIO CIO DE ATIVIDADES OU FUNÇÕES PÚBLICAS P E PARTICULARES, RELACIONADAS COM: AS PESQUISAS, O PLANEJAMENTO, A DIREÇÃO TÉCNICA, T O FOMENTO, A ORIENTAÇÃO E A EXECUÇÃO DOS TRABALHOS DE QUALQUER NATUREZA RELATIVOS À PRODUÇÃO ANIMAL E ÀS INDÚSTRIAS DERIVADAS, INCLUSIVE ÀS S DE CAÇA A E PESCA; A PADRONIZAÇÃO E A CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL; A RESPONSABILIDADE PELAS FÓRMULAS F E PREPARAÇÃO DE RAÇÕES PARA ANIMAIS E A SUA FISCALIZAÇÃO;
MERCADO DE TRABALHO OPORTUNIDADE EM 1991, O SERVIÇO O DE INSPEÇÃO FEDERAL (SIF) DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA INICIOU A IMPLEMENTAÇÃO EM CARÁTER EXPERIMENTAL DA APPCC NO SETOR DE PESCADO ALIMENTOS LIGADOS À AGRICULTURA PASSO À FRENTE: BARREIRAS SANITÁRIAS, HISTÓRICO: (DYPHILOBOTRÍASE X SALMÃO, DOENÇA A DE CHAGAS x BEBIDAS VEGETAIS, BOTULISMO X PALMITO)
MERCADO DE TRABALHO OPORTUNIDADE EXIGÊNCIA DE MERCADOS - TRABALHO MULTIDISIPLINAR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS (ESPECIALISTA OU GENERALISTA?) MÉDICO VETERINÁRIO RIO - CONHECIMENTO MULTIFACETÁRIO COMUNICAÇÃO ENTRE OS SETORES SETORES CRÍTICOS ÁREAS NÃO PRIVATIVAS FALAR EM DIFERENCIAIS - VANTAGENS
EXIGÊNCIAS DA ÁREA CONHECIMENTO PARASITOLOGIA E MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS LEGISLAÇÃO X FISCALIZAÇÃO (AGRICULTURA, SAÚDE, INMETRO, PROCON, MEIO AMBIENTE, ETC.) DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS, USO DE ADITIVOS, TECNOLOGIAS, EMBALAGENS EPIDEMIOLOGIA ANÁLISE DE PROJETOS...
ÁREAS DE ATUAÇÃO CAMPOS DE TRABALHO OPORTUNIDADES
INDÚSTRIA CONSULTORIA MARCAS PRÓPRIAS, PRIAS, ISO 22000 AUDITORIAS
VAREJO RESPONSABILDADE TÉCNICA T - VÁRIAS INDÚSTRIAS EM UMA SÓ. S Áreas de grande complexidade (açougue e peixaria) Específicas - rações animais área PET CONSULTORIA
COMÉRCIO CONSULTORIAS CAPACITAÇÃO/GERENCIAMENTO DE TERCEIROS/IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DA QUALIDADE INTERFACE COM A VIGILÂNCIA SANITÁRIA SAC
ISO 22000 MARCO (2006) Aplicável em qualquer setor Aplicável em todas as organizações independente do tamanho e qualquer etapa da cadeia Processo dinâmico, se adapta a realidade da empresa e necessidades do mercado Conceitos aplicáveis a todos os segmentos da cadeia alimentar, desde o campo até à mesa do consumidor
QUALIDADE Qualidade mensurável Conceitos certificáveis que podem ser aplicados em qualquer ramo de atividade (necessidade de adaptar conceitos, linguagem, legislações específicas, etc.) - DESAFIO
DESAFIOS Necessidade de atualização constante Capacidade de trabalhar em equipe Interface com áreas afins Adaptabilidade Adquirir conhecimentos específicos aprender na prática e com a prática (experiência) Empreender encarar os desafios - antever RETROALIMENTAR O SISTEMA EDUCAR O CONSUMIDOR
DESAFIOS CONSUMIDOR VIGILÂNCIA SANITÁRIA MERCADO TÉCNICO
OBRIGADO! panov@terra.com.br