DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - Como determinar distâncias de frenagem em situações de emergência?
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - Qual a energia associada ao movimento de um móvel? - De quais grandezas essa energia depende?
Energia Cinética: Energia do movimento Energia relativa ao movimento: ENERGIA CINÉTICA! Depende diretamente da MASSA do móvel. Depende diretamente da VELOCIDADE do móvel AO QUADRADO. Ec m Ec m 3Ec 3m 4Ec 4m 5Ec 5m 6Ec 6m E c Ec 4Ec 9Ec 16Ec 5Ec 36Ec 49Ec 64Ec = m v V V 3V 4V 5V 6V 7V 8V
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - O que se deve ou se pode fazer para parar um veículo em movimento? - Para frear um automóvel o motorista depende da força de atrito entre os pneus e a pista?
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM A energia relativa ao movimento do veículo: ENERGIA CINÉTICA. Reduzir a velocidade: reduzir a Energia Cinética. - Energia Mecânica dissipada pelo -Transformar a Ec em outros tipos de energia (energias potenciais, dissipação por atrito: som e calor, deformações...) E c = m v Trabalho da Força de Atrito; - Relação Trabalho-Energia Mecânica. E = M W total F Nc
- Energia Mecânica - ENERGIA MECÂNICA TOTAL: E = E + E + T c pg E pe -Energia Cinética: ( VELOCIDADE ) m -Energia Potencial Gravitacional: ( ALTURA/DESNÍVEL ) E c = v E pg = m g h -Energia Potencial Elástica: ( DEFORMAÇÃO ELÁSTICA ) E pe = k x E c - Forças conservativas: conservam a E T. E pg E pe - Forças NÃO conservativas: podem aumentar ou reduzir a E T. - Forças dissipativas: reduzem a E T.
- Testes de Colisões - Conservação da Energia Mecânica Total ENERGIA MECÂNICA TOTAL: E = E + E + T c pg E pe - Forças conservativas: conservam a E T. Ex.: Força gravitacional, força elástica, força elétrica. - Forças NÃO-conservativas: podem aumentar ou reduzir a E T. Ex.: Força de atrito estático. - Forças dissipativas: reduzem a E T. Ex.: Força de atrito cinético.
A energia relativa ao movimento do veículo = ENERGIA CINÉTICA; Reduzir a velocidade = reduzir a Energia Cinética; -Transformar a Ec em outros tipos de energia (energias potenciais, dissipação por atrito: som e calor, deformações...) Energia Mecânica E c = m v - Energia Mecânica dissipada pelo Trabalho da Força de Atrito; WF a = Fa.d.cosϕ F a = N. µ W = F a N. µ. d. cosϕ
- Lei da conservação de Energia Mecânica Total e relação da Energia com o Trabalho de uma força; M E = W M total F Nc E = E + E = W E c pot total F Nc c E c = W Fa E = f c i 1 F.d.cosϕ a. m. v i = N. µ. d N = Pm = m. g 1. m. v i = m. g. µ. d 1. v i = g. µ. d - Testes de Colisões - - Distância vi necessária para d = parar o veículo: gµ VELOCIDADE (Km/h) e (m/s) FRENAGEM (m) 0 5,6,0 30 8,3 4,4 40 11,1 7,9 50 13,9 1,3 60 16,7 17,7 70 19,4 4,1 80, 31,5 90 5,0 39,8 100 7,8 49, 110 30,6 59,5 10 33,3 70,8 130 36,1 83,1 140 38,9 96,4 g (m/s²) Coeficiente de Atrito Cinético 9,81 0,80
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - Suponha que você esteja trafegando de carro numa rodovia, quando percebe à sua frente um pedestre atravessando-a. Imediatamente você aciona o freio do automóvel. O que faz veículo parar? - Em que condição essa frenagem seria mais eficiente? d = vi gµ
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - Qual a diferença entre o uso de freios comuns, que permitem o travamento das rodas, e o sistema de freios ABS?
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - ABS (Antiblockier-Bremssystem), sistema antibloqueio de frenagem. -Obrigatório para 100% os veículos novos comercializados no Brasil a partir de janeiro de 014. - Vídeo Auto Esporte - ABS.
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - ABS: sistema antibloqueio de frenagem. F Ae. máx = µ N e F Ac = µ c N
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS DE FRENAGEM - ABS: sistema antibloqueio de frenagem. F Ae. máx = µ N e Sistema ABS: frenagem com força de atrito estático, sem derrapamento, próximo ao valor máximo. F Ac = µ c N Sistema sem ABS: frenagem com força de atrito cinético, com derrapamento. d = v i gµ Pressão nos pedais.
- Testes de Colisões - Diferença entre os freios; - Freios sem ABS: permite a derrapagem; (frenagem) d SemABS = i v gµ c - Freios com ABS: não permite a derrapagem; (espelhamento) - Asfalto, concreto; - Grama, cascalho, neve; d ABS i v gµ d ABS < d SemABS d ABS > d SemABS e
- Testes de Colisões - Diferença entre os freios; VELOCIDADE (Km/h) e (m/s) FRENAGEM (m) FRENAGEM com ABS (m) 0 5,6,0 1,6 30 8,3 4,4 3,5 40 11,1 7,9 6,3 50 13,9 1,3 9,8 60 16,7 17,7 14, 70 19,4 4,1 19,3 80, 31,5 5, 90 5,0 39,8 31,9 100 7,8 49, 39,3 110 30,6 59,5 47,6 10 33,3 70,8 56,6 130 36,1 83,1 66,5 140 38,9 96,4 77,1 g (m/s²) Coeficiente de Atrito Cinético Coeficiente de Atrito Estático 9,81 0,80 1,00
- Testes de Colisões - Diferença entre os freios; 10 56,6m 70,8m Velocidade e (km/h) 110 90 60 14,m 17,7m 31,9m 59,5m 47,6m 39,8m FRENAGEM (m) 30 4,4m 3,5m FRENAGEM com ABS (m) 0 0 40 60 80 Distância Frenagem (m)
- Testes de Colisões - Diferença entre os freios; - Vídeo Freios ABS - teste Bosch - Vídeo Teste ABS em motos.
ATIVIDADE 3: -Exercícios.
ATIVIDADE 4: -Mapa Conceitual.