d) 400. Justificação:

Documentos relacionados
A Sociedade Jota, Lda. vendeu em 2008 uma viatura pesada de mercadorias 4. Justificação e Cálculos:

Grupo I. Exame de Fiscalidade Portuguesa (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) VERSÃO A

Grupo I. Exame de Fiscalidade Portuguesa (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) VERSÃO A

MÓDULO: IRC IMPOSTO SOBRE RENDIMENTOS

ANEXO B DECLARAÇÃO MODELO 22

FISCALIDADE DE EMPRESA II

Tribunal de Contas ANEXO II. Legislação sobre Benefícios Fiscais

Exame de. Fiscalidade de Empresas II. Ano Lectivo 2006/ /06/2007. Prática

Fiscalidade IRS-IRC. Exercícios de Aplicação

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA

IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA)

IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ACTIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA)

Tributação das Sociedades e do Consumo Ano Lectivo de 2011/2012 Exame Época de Recurso 15 de Fevereiro de 2012 Duração: 2 horas 30 minutos

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO

de Investimento em Angola e Cabo Verde

Comprovativo de Entrega da Declaração IES/DA Via Internet - Informação Vigente. Cód. Validação: VILA NOVA DE FOZ COA 1295

Instituto Politécnico de Tomar. Escola Superior de Gestão de Tomar. Fiscalidade (SEBENTA Nº 3) Caderno de exercícios práticos IRS

Imposto Industrial Lei n.º 19/14 de 22 de Outubro

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

MÓDULO: IRC Imposto sobre rendimento

Obrigações Fiscais e a relação com o Estado

Algumas Orientações da Administração Fiscal:

Tributação Autónoma Novas regras

Perspectivar os negócios de amanhã

Como fazer o IRS? 10 MARÇO DE 2012

IRC. Tributação de não residentes

O IRS no Orçamento do Estado para Audit Tax Advisory Consulting

PRINCIPAIS MEDIDAS FISCAIS DA PROPOSTA DE ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2013 (Parte 1 - IRS)

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS)

Exame de. Fiscalidade de Empresas I

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo:

ORGANISMOS INVESTIMENTO COLETIVO. Síntese do Regime Tributário

Caderno de Exercícios Práticos. Imposto sobre o Rendimento. das Pessoas Singulares (IRS)

Pensar Angola. Aspectos fiscais do investimento português em Angola. PwC. Jaime Esteves. Fevereiro Banco BIC Portugal

Fiscalidade. Licenciatura em Gestão

O REGIME SIMPLIFICADO DO IRC

Comprovativo de Entrega da Declaração IES/DA Via Internet - Informação Vigente. Cód. Validação: PAREDES 1848

PORTUGAL COMO PLATAFORMA DE INVESTIMENTO

ÍNDICE SISTEMÁTICO DECRETO-LEI N.º 159/2009, DE 13 DE JULHO

calendário fiscal para pessoas colectivas jan2016dez2016

21% 21% A Lei das Finanças Regionais prevê que a RAM possa fixar uma taxa 20% inferior à aplicável em Portugal Continental 2.

Comprovativo de Entrega da Declaração IES/DA Via Internet - Informação Vigente. Cód. Validação: PAREDES 1848

Auditoria Tributária QUESTIONÁRIO

GASTOS NÃO FISCALMENTE DEDUTÍVEIS

I - MOTIVOS DO PEDIDO

TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS - SAIBA SE TERÁ OU NÃO DE PAGAR IMPOSTOS

CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS E DE SEGURANÇA SOCIAL JULHO 2016

Economia e Finanças Públicas Aula T O sistema fiscal português. Bibliografia. Conceitos a reter

Medidas Fiscais: Impostos sobre o Rendimento TITLE. Samuel Fernandes de Almeida

FISCALIDADE DE EMPRESA II

FISCALIDADE DE EMPRESA II

EstatutoFiscalCooperativo Lei n.º 85/98, de 16 de Dezembro

DEPARTAMENTO DE FINANÇAS E CONTABILIDADE DISCIPLINA: FISCALIDADE. COORDENADOR: Prof. Dr. Américo Brás Carlos ÁREA CIENTÍFICA: CONTABILIDADE

IRS IRC IMI IMT EBF

ERRATA RELATÓRIO E CONTAS

II Curso de Formação para os Tribunais Administrativos e Fiscais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 96/XII/2.ª. Exposição de Motivos

Calendário das Obrigações Fiscais e Parafiscais para o mês de MAIO DE 2015

Parte Prática. Exame de Recurso. Fiscalidade de Empresa 11 17/09/200$ Gestão de Empresas - Contabilidade e Administração. Ano Lectivo 2004/2005

Instruções de preenchimento do anexo D da declaração modelo 22 (impresso em vigor a partir de 2012)

Índice PPU CD Controlador de Gestão Introdução

IVA - IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO

ANEXO DECLARAÇÃO PERIÓDICA (Decreto Lei n.º 347/85, de 23 de Agosto)

Auditoria Tributária. Casos Práticos Sessão 3 Respostas

BENEFÍCIOS FISCAIS RENDIMENTOS ISENTOS REGIME DE ISENÇÃO TEMPORÁRIA ZONA FRANCA DA MADEIRA E DA ILHA DE SANTA MARIA

Fiscalidade na actividade de olivicultura

Transcrição:

1. Os juros de suprimentos recebidos (pessoas singulares e colectivas): a) São objecto de retenção na fonte à taxa de 15%; b) São objecto de retenção na fonte a uma taxa liberatória de 15%; c) São objecto de retenção na fonte à taxa de 15% no caso de residentes e tributação liberatória no caso de não-residentes (sem EE); d) São objecto de retenção na fonte a uma taxa liberatória. 2. A Sociedade X tem a seguinte estrutura societária desde 2000 (Soc. Y1 5% com sede em PT; Soc. Y2 20% com sede em Espanha; Sr. W1 40% e Sr. W2 35%, residentes em PT). As retenções na fonte efectuadas em 2008, pela Soc. X, na distribuição dos lucros de 2007, foram feitas mediante a aplicação das taxas seguintes: a) todos os sócios 20%; b) Soc. Y1 e Sr. W1 e W2 20%; Soc. Y2 dispensada a retenção; c) Sr. W1 e Sr. W2 20%; Soc. Y1 10%; Soc. Y2 dispensada a retenção; d) Nenhuma das anteriores. 3. Qual o tratamento em IVA do transmissão de um estabelecimento que constitui um ramo de actividade independente em favor de um sujeito passivo? a) Transmissão de bens isenta de IVA; b) Não sujeita a IVA; c) Prestação de serviços sujeita a IVA; d) Prestação de serviços não sujeita a IVA. 4. O que entende por isenção incompleta, simples ou parcial? a) São as isenções de que beneficiam os sujeitos passivos mistos; b) São isenções que conferem, por vezes, direito à dedução do IVA; c) São isenções que conferem o direito à dedução do IVA suportado; d) São isenções que não conferem o direito à dedução do IVA suportado. Justificação (identifique 2 situações de enquadramento da situação): 1

5. José Silva, estudante, celebrou um contrato de trabalho com a empresa Alfa, ao abrigo do qual presta funções, a tempo inteiro, como secretária de direcção. Deverá liquidar IVA? a) Sim, excepto se puder beneficiar do regime de isenção do art.º 53.º do Código do IVA; b) Não, porque não é trabalhadora independente; c) Sim, porque está a trabalhar a tempo inteiro; d) Não, os estudantes beneficiam de isenção de IVA. 6. António Freitas, fiscalista, fez um parecer para o Governo Angolano. Deverá liquidar IVA? a) Não, porque a cooperação está isenta de IVA; b) Não, porque está a transmitir uma obra intelectual; c) Não, porque a operação é localizada em Angola; d) Sim, porque o parecer foi feito em Portugal. 7. Para uma empresa industrial no Continente, as vendas (sujeitas a IVA) dos seus produtos ao distribuidor sedeado no Funchal: a) Estão sujeitos às taxas de IVA praticadas no continente. b) Poderão estar sujeitas às taxas de IVA aplicáveis às operações que, se considerem efectuadas na RAM. c) Estão sempre isentas de IVA. d) Não estão sujeitos a IVA. 9. A Sociedade X recebeu em 2008 da Sociedade Y, em cujo capital tem uma participação de 5% (desde 2000), dividendos no montante de 680 (líquidos de retenções obrigatórias). Por força do regime aplicável em termos de dupla tributação económica dos lucros distribuídos, qual a dedução que irá fazer no quadro 07 da declaração modelo 22 do IRC relativamente a esses dividendos? a) 680; b) 340; c) 800; 2

d) 400. 10.O volume de negócios obtido pela empresa Y, com sede na RAM, foi de 800 000 em 2007. Qual o montante do pagamento especial por conta de IRC que a empresa Y deverá efectuar em 2008, tendo em consideração que os pagamentos por conta efectuados pela empresa em 2007 ascenderam a 2.000? Justificação e Cálculos: 11. Qual dos seguintes custos ou encargos não é aceite para efeitos de tributação em IRC: a) A derrama incidente sobre a colecta do IRC; b) Uma penalidade paga a um cliente pelo atraso na entrega de mercadorias; c) A despesa suportada com a reparação de uma viatura da própria empresa, por danos sofridos num acidente, por não existir seguro contra todos os riscos; d) Uma remuneração em espécie paga a um trabalhador. Justificação (também porque aceites as outras alíneas): 12. Um aumento de capital de uma sociedade realizado por um sócio através da entrega de um imóvel: a) Constitui para a sociedade uma variação patrimonial tributada em IRC; b) É tributada em imposto do selo, por se tratar de uma transmissão gratuita; c) Embora sujeita a tributação em imposto do selo, está isenta de tributação por se tratar da transmissão de um bem entre o sócio e a sociedade de que faz parte; d) Constitui para a sociedade uma variação patrimonial não tributada em IRC. 3

13. A Sociedade X adquiriu em 2008 uma viatura ligeira de passageiros pelo preço de 49 927,87. No fim do exercício praticou em relação à mesma uma reintegração de 7 489,18. a) Tem uma quota perdida de 4 992,79. b) Vai ter que acrescer ao lucro tributável a quantia de 3.000,00. c) Vai ter que acrescer ao lucro tributável a quantia de 2.000,00. d) Nenhuma das respostas anteriores está correcta. 14. A deliberação de atribuição de gratificações ao pessoal (10.000 ) e ao Sr. X sóciogerente (20.000 ), tomada em assembleia geral de aprovação de contas da sociedade Y tem implicações no sentido de fazer reduzir o lucro tributável em IRC (no montante de?). Nota: Sr. X é sócio-gerente, detendo uma quota de 55%, e teve um total de remunerações no ano de 180.000. Justificação e Cálculos: 15. A Sociedade Jota, Lda. vendeu em 2008 uma viatura pesada de mercadorias que tinha adquirido em 2000 por 40 000, tendo apurado uma mais-valia de 11250. As reintegrações ou amortizações acumuladas da viatura eram na altura da venda de 34 000, correspondendo à aplicação da taxa máxima fiscalmente aceite (20%) nos anos de 2000 e 2001 e a aplicação da taxa de 7,5% nos exercícios de 2000 a 2005, inclusivé. O coeficiente de desvalorização da moeda aplicável a alienações em 2008 de bens adquiridos em 2000 é de 1,30. Sabendo que o valor de realização foi reinvestido parcialmente (70%) na aquisição de uma nova viatura pesada de mercadorias, a importância a acrescer no Quadro 07 da declaração modelo 22 do exercício de 2008 é de (?): 4

Justificação e cálculos: 5