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Sumário Parte I - de TI, ITIL, COBIT Parte II - JavaScript JavaScript Introdução; de TI; Introdução; Conceitos; Tipos de Dados; Operadores - Aritméticos; Operadores - Comparação; Operadores - Bit a Bit; Operadores - Atribuição; Operadores - Lógicos; Estruturas de Controle; Funções; Objetos; Testando o Código w3schools; ITIL Introdução; Livros; Certificação; OGC (Antigo CCTA); ITSMF; Considerações; COBIT Introdução; Princípios; Modelo de Referência; Ciclo de Vida de Implementação; Considerações; 2
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Autor Apresentação Albert Eije é bacharel em Sistemas Informação e especialista em Engenharia Software. Possui larga experiência desenvolvimento dos mais diversos tipos sistemas. de de no de O autor iniciou sua investida no universo da informática nos idos de 1990. Na época seu interesse era por computação gráfica: CorelDRAW, PageMaker, Photoshop, etc. Com o tempo conheceu o mundo da programação, primeiro através do Clipper, seguido do Delphi e várias outras linguagens e ferramentas. Desenvolver sistemas passou a ser o seu negócio. No início focou em pequenas e médias empresas: condomínios, livrarias, construtoras, etc. Um desenvolvedor que trabalha por conta própria costuma ser o faz-tudo da empresa por um bom tempo: analista, programador, vendedor, suporte, etc. Como funcionário do Banco do Brasil, trabalhou nas Diretorias de Governo e Tecnologia. Teve contato com sistemas de grande porte e participou do desenvolvimento de vários módulos do sistema do Banco do Brasil, o maior banco da América Latina. Atualmente faz parte da Equipe T2Ti, que já formou milhares de profissionais para o mercado de desenvolvimento de software, criando treinamentos personalizados e exclusivos não encontrados em outras empresas de treinamento. Escreveu dois livros que foram publicados pela Editora Ciência Moderna e outros 20 e-books que estão disponíveis no seu site: AlbertEije.COM. Contate o autor AlbertEije.COM. através do site 4
PARTE I de TI, ITIL, COBIT 5
Introdução vem da palavra grega kubernan, que significa navegação ou o processo de continuamente orientar e ajustar. O termo é utilizado em uma grande variedade de disciplinas, incluindo direito, políticas públicas, medicina e, especialmente, na administração. Entretanto, a popularização do seu uso, necessariamente, não tornou mais preciso o seu significado, especialmente em decorrência da aplicação multidisciplinar (LUNARDI, 2008). Segundo o Instituto Brasileiro de Corporativa (IBGC): " Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de Corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para sua longevidade." 6
Introdução 7
de TI Para o Information Technology Governance Institute (ITGI): de TI é de responsabilidade dos executivos e da alta direção, consistindo em aspectos de liderança, estrutura organizacional e processos que garantam que a área de TI da organização suporte e aprimore os objetivos e as estratégias da organização. Observa-se, portanto, que a Corporativa tem foco no direcionamento e monitoramento da gestão da instituição, e busca permitir a intervenção dos responsáveis finais sempre que houver desvio em relação ao esperado. Em última instância, esses responsáveis são os detentores da propriedade: sócios e acionistas, no caso das organizações privadas, e a sociedade, no caso das organizações públicas federais. 8
de TI Já a de TI tem foco no direcionamento e monitoramento das práticas de gestão e uso da TI de uma organização, tendo como indutor e principal beneficiário a alta administração da instituição. Tal processo é necessário para garantir que as ações de TI estejam alinhadas com os objetivos institucionais e para garantir que as demandas que tenham maior impacto nesses objetivos tenham atendimento prioritário. Um exemplo prático de mecanismo de governança de TI é o estabelecimento de um processo transparente de tomada de decisão sobre a priorização de grandes demandas de TI. Esta é uma decisão que não cabe às unidades de TI (embora devam sempre opinar). Portanto, o estabelecimento desse processo, os participantes e suas competências é uma iniciativa de governança de TI a ser liderada pela alta administração. 9
de TI 10
de TI Existe uma dependência entre a Corporativa e a de TI. Existe ainda uma relação entre A de TI e a Gestão/Gerenciamento de TI. Resumindo, uma organização que faça uso intenso de TI (situação comum, atualmente), não pode afirmar ter uma boa governança corporativa sem ter boa governança de TI. O gerenciamento de serviços de TI é, de fato, um facilitador da governança de TI e esta é um facilitador da governança corporativa. E Igualmente, a instituição não pode afirmar ter uma boa governança de TI sem ter um bom gerenciamento de (serviços) de TI. As imagens das páginas seguintes ilustram essa interdependência. 11
de TI 12
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de TI Na imagem ao lado observamos a proposta esquemática do inter-relacionamento da nas Organizações, onde a de TI é apresentada como subconjunto da Corporativa e o Gerenciamento da área de TI como uma projeção das políticas e diretrizes emanadas da de TI. Para KORAC-KAKABADSE; KAKABADSE (2001), a Corporativa está preocupada com a ação do conselho: seus papeis, sua composição, suas características, sua estrutura, e, ainda, com a estrutura e o processo organizacionais, de modo a desenvolver, implementar e acompanhar a estratégia corporativa. Já a de TI, em um nível abaixo, concentra-se na estrutura das relações e processos para desenvolver, dirigir e controlar os recursos de TI, de modo a alcançar os objetivos da empresa, por meio do valor de contribuições que representam um equilíbrio entre risco versus retorno sobre recursos TI e seus processos. 14
de TI A norma ISO/IEC 38500, 2008 (p.7) propõe um modelo para de TI, prevendo que os executivos governem a TI por meio de três atividades principais Avaliação-DireçãoMonitoramento, a saber: Avaliar o uso corrente e futuro da TI; Dirigir a preparação e implementação de planos e políticas para assegurar que o uso da TI cumpra os objetivos empresariais; Monitorar a conformidade com as políticas e com o desempenho, em relação ao que foi planejado. A linha divisória entre a de TI e o Gerenciamento da área de TI, embora tênue, pode ser estabelecida pela declaração de Bird (2006), afirmando que os executivos (gestores) de TI administram, desenvolvem, implementam e monitoram estratégias empresariais no dia a dia, enquanto os conselheiros e outras estruturas de governança lidam com a política, a cultura e a direção de toda a organização. Para o autor, Executivos [ ] gerenciam organizações em virtude da autoridade delegada a eles, por aqueles que as governam. 15
PARTE II JavaScript 16
JavaScript Introdução JavaScript é uma linguagem de programação interpretada, ou seja, não é preciso compilar o programa feito, o navegador interpreta cada linha de programação e age de acordo. Foi originalmente implementada como parte dos navegadores web para que scripts pudessem ser executados no lado do cliente e interagissem com o usuário sem a necessidade deste script passar pelo servidor, controlando o navegador, realizando comunicação assíncrona e alterando o conteúdo do documento exibido. É atualmente a principal linguagem para programação no lado do cliente (client-side) em navegadores web. Note que se trata de uma linguagem de programação e, como tal, exige muito estudo. O que vamos abordar aqui será apenas a ponta do iceberg. O leitor deverá estudar profundamente a linguagem JavaScript. A trinca JavaScript + CSS + HTML é a base para construir aplicações web. É preciso ter conhecimento das três para avançar. 17
JavaScript Introdução A linguagem JavaScript foi criada pela Netscape Communications Corporation e foi desenvolvida com o nome de Mocha, depois passou a se chamar LiveScript e foi finalmente lançada como JavaScript em 1995 integrando a versão 2.0B3 do navegador Netscape e visava implementar uma tecnologia de processamento no lado do cliente. A denominação da linguagem, JavaScript, se deve a similaridades com a sintaxe do Java. Fora isso, as duas linguagens não têm nenhuma outra relação. JavaScript permite criar pequenos programas embutidos no próprio código de uma página HTML capazes de gerar números, processar alguns dados, verificar formulários, alterar valores de elementos HTML e criar elementos HTML. Tudo isso diretamente no lado do cliente (no navegador), evitando a troca de informações com o servidor. Sendo assim, passa a depender somente do processamento local do cliente, não mais da latência da rede. 18
JavaScript Introdução JavaScript é uma linguagem completa e poderosa que possui muitas das qualidades de diversas outras linguagens, como: listas associativas, tipagem dinâmica, expressões regulares e sintaxe similar a C/C++. Além disso, JavaScript é multi paradigma, ou seja, é possível programar de forma estruturada e orientada a objetos. Lembrando que o JavaScript é uma linguagem interpretada, ou seja, não é compilada. Para executar um programa compilado é necessário escrever o seu código fonte correspondente e compilá-lo. No caso do SO Windows, costumamos dizer criar um executável. Durante a compilação, o código fonte é lido pelo compilador que gera então um arquivo de saída com uma tradução daquele código fonte para linguagem de máquina (o código executável). Esse arquivo em linguagem de máquina pode ser então executado no computador e não pode ser facilmente editado, pois não é compreensível por nós seres humanos. 19
JavaScript Introdução Para editar o programa compilado, será necessário acessar o seu código fonte original e compilar o programa novamente para criar um novo executável. Diferente disso, para executar um programa em uma linguagem interpretada (script) precisamos apenas digitar o código fonte e o interpretador irá ler esse código e executar as instruções, comando por comando, a partir do próprio texto do código fonte, cada vez que o script for rodado. Para alterar o programa basta alterar o código e ele já estará pronto para rodar novamente. Podemos observar que existe uma vantagem óbvia na utilização do script: a agilidade para se alterar o programa, eliminando a sequência editar-compilar-linkar-rodar comum em softwares compilados. Como preço dessa flexibilidade, perde-se um pouco em desempenho e será sempre necessário possuir um interpretador no computador onde será rodado o script. Além disso, seu código estará sempre visível, podendo ser facilmente copiado. JavaScript é uma linguagem de script. 20