Governança a Corporativa
|
|
|
- Domingos Padilha Antas
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Governança a Corporativa Governança a Corporativa Rosely Gaeta Notas de Aula 01 e 02 todo conjunto de mecanismos que investidores não controladores têm à disposição para limitar a expropriação ão. Estes mecanismos prescrevem regras de conduta e de disclosure, e garantem a observância das regras (enforcement). Uma vez que, em muitos casos, os responsáveis pela condução de uma empresa e&ou acionistas majoritários rios podem tomar decisões, após a venda de ações aos minoritários, rios, que prejudiquem o interesse destes. José Alexandre Scheinkman (2005). Rossetti, Critérios rios de Excelência, Instrumento de Avaliação da Gestão PúblicaP investidores não controladores: acionistas minoritários rios e credores limitar a expropriação: os direitos dos minoritários rios e credores pelos administradores e majoritários rios Governança a Corporativa das principais funções Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de Governança convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando o seu acesso a recursos e contribuindo para sua longevidade (IBGC, 2009: 19) Os princípios e práticas da boa Governança Corporativa aplicam-se a qualquer tipo de organização, independentemente do porte, natureza jurídica ou tipo de controle (IBGC, 2009: 15) Fonte: IBCG, 2009: 16
2 Atores e Órgãos Proprietários Assembléia Geral Conselho Fiscal Órgão soberano da sociedade Deliberação sobre questões de relevância maior Prestação de contas Destinação dos resultados Estrutura, emissões e reduções de capital Operações de alto impacto Reformar os estatutos Eleger os administradores Eleger o Conselho Fiscal Fiscalizar os atos dos administradores Opinar sobre o relatório anual de administração Analisar e emitir opinião sobre demonstrações financeiras Acompanhar o trabalho dos auditores independentes Fonte: IBCG, 2009: 16 denunciar irregularidades e fraudes Atores e Órgãos Administradores Conselho de Administração Órgão guardião dos interesses dos proprietários Eleger e avaliar o desempenho da Diretoria Executica Homologar e acompanhar a estratégia de negócios Homologar e acompanhar nas áreas funcionais Definir expectativas de resultados e acompanhar sua efetivação Definir criação e constituição de comitês Escolher e contratar a Auditoria Independente Definir a constituição do Comitê de Auditoria Fonte: IBCG, 2009: 16 Atores & Órgãos Administradores Comitê de Auditoria Auditoria Independente Auditoria Interna Acompanhar e avaliar oambiente de controle: auditoria externa e interna Identificar, avaliar e analisar riscos relevantes da companhia Supervisionar a elaboração de relatórios financeiros Verificar a conformidade no cumprimento de disposições legais Auditar as demonstrações econômico-financeiras Verificar se as demonstrações de resultado refletem adequadamente a realidade da sociedade Organizar o ambiente interno de controle Interagir e contribuir com o sistema de auditoria Implantar sistemas de controle e de auditoria, abrangendo todos os processos, práticas e rotinas internas Exigir que os relatórios contábil-financeiros sejam: a) aderentes às leis e regulamentos e b) confiáveis, abrangentes e oportunos Atores e Órgãos Administradores Direção Executiva Fonte: Rossetti & Andrade, 2009: 252 Interagir com o Conselho de Administração e executar as diretrizes dele emanadas. Exercer a gestão do negócio e das áreas funcionais da companhia Definir a estratégia e os planos operacionais, submetendo-os à homologação do Conselho de Administração Prestar amplas informações ao Conselho de Administração: resultados, riscos e oportunidades Produzir demonstrações patrimoniais e de resultados, responsabilizando-se pela sua auditagem interna e pela sua integridade.
3 Crises econômicas impacto nos mercados de capitais Fonte: Datastream Sparkasse Bonn Modelo Brasileiro de Excelência da Gestão Uma visão sistêmica da gestão organizacional PBQP - Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (1991) MBC Movimento Brasil Competitivo (2003) 4 Modelo Fundação Nacional da Qualidade Práticas de Governança a requeridas Modelo MEG - Foco Estabelecimento de valores e princípios Padrões de conduta e relacionamento ético esperados Estabelecimento de diretrizes Requisitos legais e regulamentares Valores e princípios para sustentar a visão, missão e negócio. forma de prevenção de desvios de conduta códigos de conduta canais de manifestações e denúncias de desvios e forma de tratamento. Limites de atuação de administradores e toda a força de trabalho EX: regras estatutárias, cláusulas de contrato, etc assegurar o pleno atendimento às leis, regulamentos, normas e códigs de adesão voluntária Prevenção, tratamento Observações Riscos Processo decisório Práticas de Governança a requeridas Modelo MEG - Foco Fatos relevantes Prestação de contas Observações Identificação, análise, gerenciamento e tratamento dos riscos riscos relacionados aos objetivos estratégicos, negócio (incertezas do mercado, setor de atuação, macroambiente e processos internos) Exemplos: riscos de reputação, riscos operacionais, segurança, entre outros Tomada de decisão: deliberação, comunicação, implementação e monitoração. divulgação dos fatos relevantes: pronta-comunicação e transparente autenticidade e suficiência das informações relativas à prestação de contas. Métodos utilizados para controlar os atos da direção Adaptado Critérios rios de Excelência, 2013, 20ªEdi Edição pág
4 Governança a Corporativa: Abordagem (NA 02) Proteção de direitos, transparência, valores e princípios pios organizacionais a) Como a organização assegura a equidade entre sócios, mantenedores ou instituidores e protege os direitos das partes interessadas? Citar os métodos utilizados para controlar os atos da Direção. b) Como são estabelecidos e atualizados os valores e princípios organizacionais necessários à promoção da excelência, à criação de valor para todas as partes interessadas e ao desenvolvimento sustentável? Apresentar os valores e os princípios organizacionais. Governança a Corporativa: Abordagem Conduta e comportamento ético c) Como a organização estabelece regras de conduta para os integrantes da sua administração e para a força de trabalho e trata as questões éticas, buscando assegurar um relacionamento ético com concorrentes e com as partes interessadas? Citar os códigos de conduta emitidos; Apresentar os canais de comunicação colocados à disposição da força de trabalho, da sociedade e das demais partes interessadas para receber reclamações, denúncias e sugestões; e Destacar a forma de tratamento dada às manifestações referentes às questões éticas. Governança a Corporativa: Abordagem Riscos Empresariais d) Como são identificados, classificados, analisados e tratados os riscos empresariais mais significativos, que possam afetar a imagem e a capacidade da organização de alcançar os objetivos estratégicos e do negócio? Apresentar os principais riscos empresariais assumidos pela organização, incluindo os riscos associados às parcerias, diante das incertezas inerentes ao negócio e às estratégias. Governança a Corporativa: Abordagem Tomada, comunicação e implementação de decisões e fatos relevantes e) Como as principais decisões são tomadas, comunicadas e implementadas para assegurar a transparência e levando em consideração o envolvimento dos principais interessados nos temas tratados? Destacar o papel dos integrantes da administração, inclusive no que se refere à aprovação das estratégias e dos objetivos da organização e do seu modelo de negócio. f) Como os fatos relevantes são prontamente comunicados à sociedade e às demais partes interessadas? Destacar o critério utilizado para determinar que tipo de fato deve ser considerado relevante para ser comunicado.
5 Governança a Corporativa: Abordagem Prestação de Contas g) Como a Direção presta contas das suas ações e resultados alcançados a quem a elegeu, nomeou ou designou? Governança a PúblicaP É o sistema que assegura às partes interessadas pertinentes, o governo estratégico das organizações públicas e o efetivo monitoramento da alta administração. A relação entre a coisa pública e a gestão se dá por meio de práticas de medição, tais como: auditorias independentes; unidades de avaliação; unidades de controle interno e externo; instrumentos fundamentais para o exercício do controle. Fonte: Instrumento de Avaliação da Gestão Pública, 2010: 38 Governança a PúblicaP Governança a PúblicaP A Governança Pública assegura às partes interessadas: eqüidade; transparência, responsabilidade pelos resultados; com obediência aos princípios constitucionais e às políticas de conseqüência. A Governança pública requer práticas que tenham por objetivo: gerar transparência e aprimorar o nível de confiança entre todas as partes interessadas e que geram impacto no valor, na sustentabilidade financeira e orçamentária, social e ambiental e na governabilidade da organização. Fonte: Instrumento de Avaliação da Gestão Pública, 2010: 38 Fonte: Instrumento de Avaliação da Gestão Pública, 2010: 38
6 Governança a Pública: P Governabilidade É o poder do Estado para governar, dada sua legitimidade democrática e o apoio com que conta na sociedade civil. Ela decorre da imagem institucional favorável junto à sociedade e da confiança que os cidadãos e outras partes interessadas depositam em sua atuação. A governabilidade de uma organização está relacionada com a sua capacidade de assegurar condições sistêmicas e institucionais para que a organização exerça a sua missão. Governança a Pública: P Governabilidade Envolve a intermediação e o equilíbrio de interesses, portanto, está: relacionada com a atuação das diversas partes interessadas (Incluindo a participação democrática da sociedade nos assuntos de Estado) e com a capacidade, especialmente, dos integrantes do sistema de liderança, de exercer a sua autoridade política de forma a garantir o alcance dos objetivos institucionais e o atendimento ao interesse público. Aspecto importante da governabilidade: capacidade institucional em equilibrar os interesses específicos dos seus usuários diretos com o interesse público geral, assim como com os interesses dos demais atores políticos interessados em sua atuação. Fonte: Instrumento de Avaliação da Gestão Pública, 2010: Glossário Fonte: Instrumento de Avaliação da Gestão Pública, 2010: Glossário Governança a Pública P - MEGP Processos Gerenciais: requisitos A) Alinhamento do órgão/entidade: com sua finalidade e competências legais àdiretrizes de governo B) Atuação dos servidores, orientados pela alta direção, para atuação alinhada com: finalidade e competências legais valores e princípios constitucionais e legais C) Identificação, classificação, análise e tratamento dos riscos organizacionais Governança a Pública P - MEGP Processos Gerenciais: requisitos D) Tomada de decisão, comunicação e monitoramento da implementação: decisões alinhadas às diretrizes de governo transparência Envolvimento das partes interessadas nos respectivos temas de decisão E) Comunicação dos fatos relevantes para a sociedade e demais partes interessadas. F) Prestação de Contas dos atos e resultados do órgão/entidade para: órgãos de controle interno órgãos de controle externo (inclui *controle social/sociedade) outros poderes Fonte: Instrumento de avaliação da Gestão Pública, 2014, págs 15-16
7 Governança a PME 1º.. NívelN Governança a PME 2º.. NívelN
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A.
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A. 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 4 3. DEFINIÇÕES... 4 4. FUNDAMENTAÇÃO... 5 5. REVISÃO DESTA
Política institucional de governança corporativa. 1. Esta Política institucional de governança corporativa:
1. Esta Política institucional de governança corporativa: a) é elaborada por proposta da área de Normas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação), entidade definida como
PALESTRA SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA NO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS
PALESTRA SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA NO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS GOVERNANÇA CORPORATIVA ORIGENS Na primeira metade dos anos 90, em um movimento iniciado na Europa e nos Estados Unidos os acionistas
Gestão da Tecnologia da Informação
TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Agosto de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Apresentação do Programa Introdução a Governança
Glossário Acordo entre sócios/acionistas Administração Agenda de reunião
Glossário Acordo entre sócios/acionistas Regula os direitos e obrigações entre sócios/acionistas, as condições que regem as transferências de ações de emissão da organização, o exercício dos direitos políticos,
POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
REFERÊNCIA DIRETORIA Presidência GERÊNCIA Desenvolvimento Organizacional e de Pessoas PROCESSO Governança Corporativa TIPO DE DOCUMENTO Política Nº DO DOCUMENTO ÁREAS INTERVENIENTES Gedep SUMÁRIO 1. ÁREA
A Importância da Liderança na Cultura da Excelência
XIX Seminário de Boas Práticas CIC Caxias do Sul A Importância da Liderança na Cultura da Excelência Msc. Eng. Irene Szyszka 04/ABR/2013 O negócio, o mercado e a sociedade Pressão dos clientes e mercado;
ENDP 2015 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E GESTÃO ARIO ZIMMERMANN. PORTO ALEGRE/RS, Setembro de 2015
ENDP 2015 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E GESTÃO ARIO ZIMMERMANN PORTO ALEGRE/RS, Setembro de 2015 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E GESTÃO» ROTEIRO PLANEJAMENTO e GESTÃO GOVERNABILIDADE GOVERNANÇA GESTÃO PLANEJAMENTO
Sumário. 1. Política de Sustentabilidade da Rede D Or São Luiz Objetivos Abrangência Diretrizes...2
Rede D Or São Luiz Sumário 1. Política de Sustentabilidade da Rede D Or São Luiz...2 1.1. Objetivos...2 1.2. Abrangência...2 1.3. Diretrizes...2 Diretriz Econômica...2 Diretriz Social...3 Diretriz Ambiental...4
Boas Práticas de Governança Corporativa. Treinamento Palestra para a ANS 06/02/2013. Gilberto Mifano
Boas Práticas de Governança Corporativa Subtítulo Agregam Valor ou Módulo de Treinamento Palestra para a ANS 06/02/2013 Gilberto Mifano O que é Governança Corporativa? Conflitos entre sócios? A defesa
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS. Viviane Vieira Malta - Diretora de Administração e Finanças
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS Viviane Vieira Malta - Diretora de Administração e Finanças POLÍTICAS GOVERNANÇA REGRAS REGULAMENTOS COMPLIANCE LEIS REQUERIMENTOS RISCOS PADRÕES BENEFÍCIOS DE UM PROGRAMA
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS José Carlos da Silva Junior Controladoria Diretoria de Administração e Finanças
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS José Carlos da Silva Junior Controladoria Diretoria de Administração e Finanças POLÍTICAS GOVERNANÇA REGRAS REGULAMENTOS COMPLIANCE LEIS REQUERIMENTOS RISCOS PADRÕES BENEFÍCIOS
A ATUAÇÃO DO CONSELHEIRO. Romildo Gouveia Pinto CURITIBA, 6 DE JULHO DE 2016
A ATUAÇÃO DO CONSELHEIRO Romildo Gouveia Pinto CURITIBA, 6 DE JULHO DE 2016 Fundado em 27 de novembro de 1995, o IBGC associação de âmbito nacional, sem fins lucrativos é uma organização exclusivamente
GOVERNANÇA CORPORATIVA
GOVERNANÇA CORPORATIVA AULA 2 Prof. Wellington www.maestrocarreira.com.br A Sociedade Anônima regida pela Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das SA) possui o capital dividido em partes iguais chamadas
DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS
DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS O objetivo deste documento é estabelecer diretrizes para o modelo de governança corporativa da Petrobras, visando à atuação ativa do Conselho de Administração
DIRETRIZ DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES NO ÂMBITO DAS SOCIEDADES DO CONGLOMERADO PETROBRAS Adoção pela Transportadora Associada de Gás S.A.
DIRETRIZ DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES NO ÂMBITO DAS SOCIEDADES DO CONGLOMERADO PETROBRAS Adoção pela Transportadora Associada de Gás S.A. - TAG *ATA DE APROVAÇÃO Ata CA-TAG 193 de 31/07/2018, item 1.2,
Gestão da Tecnologia da Informação
TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Agosto de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Continuação do Domínio de Processos PO (PO4, PO5
OBJETIVO PÚBLICO-ALVO PROGRAMA
Curso de Auditoria Interna, Controle Interno e Gestão de Riscos carga-horária: 16 horas OBJETIVO Fornecer aos participantes o conhecimento básico e bases técnicas e práticas fundamentais para que possam
Governança. Corporativa e. Gestão de Riscos
Governança Corporativa e Gestão de Riscos Século XX Linha do tempo 1992 1999 2018 Criado pelo Banco da Inglaterra o 1º código de boas práticas de Governança Corporativa. No mesmo ano foi elaborado o 1º
Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.
Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade Energia S.A. do Grupo CPFL Energia Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Objetivo 4 3. Âmbito de
POLÍTICA DE CONFORMIDADE
Sumário 1. OBJETIVO... 1 2. ABRANGÊNCIA... 1 3. DEFINIÇÕES... 1 3.1 Conformidade... 1 3.2 Estrutura Normativa Interna... 1 3.3 Programa de Integridade... 1 4. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES... 1 4.1 Princípios
ÍNDICE 1. OBJETIVO ABRANGÊNCIA DEFINIÇÕES GESTÃO DE RISCOS ETAPAS DA GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS...
GESTÃO DE RISCOS Folha 1/10 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DEFINIÇÕES... 2 4. GESTÃO DE RISCOS... 3 5. ETAPAS DA GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS... 4 5.1. Identificação dos Riscos:...
Governança Corporativa Transparência e Sustentabilidade
FECOMERCIO - 21/11 SÃO PAULO Governança Corporativa Transparência e Sustentabilidade LUIZ DE LUCA Coordenador Comissão GC em Saúde - IBGC Superintendente Corporativo Hospital Samaritano Governança Corporativa
GOVERNANÇA CORPORATIVA
GOVERNANÇA CORPORATIVA ÍNDICE: 1. Introdução...3 2. Valores e Princípios...3 3. Composição Acionária...4 4. Estatuto Social...4 5. Diretoria......5 6. Auditoria Externa e Auditoria Interna...5 7. Controles
Política de Responsabilidade Socioambiental
Política de Responsabilidade Socioambiental Sumário 1. OBJETIVOS... 3 2. PRINCÍPIOS... 3 3. DIRETRIZES... 4 4. GOVERNANÇA CORPORATIVA... 5 4.1. Diretor Executivo... 5 4.2. Departamento de Crédito e Risco...
REGULAMENTO DA AUDITORIA INTERNA CORPORATIVA
REGULAMENTO DA AUDITORIA INTERNA CORPORATIVA 15/05/2018 1. Definição da atividade de auditoria A Auditoria Interna da TOTVS é uma atividade independente e objetiva que presta serviços de avaliação e de
Compliance aplicado às cooperativas
Compliance aplicado às cooperativas A implantação do Programa na Unimed-BH Outubro de 2016 Unimed BH 45 anos Nossa Unimed bem cuidada para cuidar bem de você Unimed-BH 1ª operadora de plano de saúde de
Governança Corporativa
Perfil Governança Corporativa Nossas boas práticas de governança corporativa são atestadas pela adesão ao Novo Mercado da B3, listagem que reúne empresas com elevado padrão de governança corporativa 04
Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016
Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que
GOVERNANÇA CORPORATIVA
GOVERNANÇA CORPORATIVA CONTEÚDO 1 Prof. Wellington www.maestrocarreira.com.br DESAFIO 1-2º SEMESTRE PRAZO - 25/08 - SEXTA http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/produtos/listados-a-vista-ederivativos/renda-variavel/empresas-listadas.htm
Política de Transações com Partes Relacionadas
Política de Transações com Partes Relacionadas FORJAS TAURUS S.A. Data: 20/jul/15 1. OBJETIVO A presente Política de Transações com Partes Relacionadas. ( Política ou PTPR ), aprovada na Reunião do Conselho
Gestão da Tecnologia da Informação
TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Novembro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Finalizar o conteúdo da Disciplina Governança de
Instrumento Organizacional. Política Institucional GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS PI0028 V.2
Instrumento Organizacional Tipo: Política Institucional Fase: Vigente Título: Número e Versão: GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS PI0028 V.2 Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão:
Política de Compliance
Política de Compliance Capítulo 1 Objetivo do documento A Política de Conformidade (Compliance) da cooperativa estabelece princípios e diretrizes de conduta corporativa, para que todos os dirigentes, empregados
MANUAL DE GOVERNANÇA NEXA RESOURCES MANUAL DE GOVERNANÇA. Nexa Resources S.A.
MANUAL DE GOVERNANÇA Nexa Resources S.A. 1 POR QUE UM MANUAL DE GOVERNANÇA NEXA? O Manual de Governança Corporativa da Nexa ( Companhia ou Nexa ) se alicerça na visão, missão e nos valores da Companhia,
Governança aplicada à Gestão de Pessoas
Governança de pessoal: aperfeiçoando o desempenho da administração pública Governança aplicada à Gestão de Pessoas Ministro substituto Marcos Bemquerer Brasília DF, 15 de maio de 2013 TCU Diálogo Público
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Unidade VI Planejamento Estratégico de TI. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático 6.1 Governança de tecnologia da Informação 6.2 Planejamento e Controle da TI 6.3 O Papel Estratégico da TI para os Negócios 6.4
Política de Conformidade (Compliance) do Sistema CECRED
Aprovado por: Conselho de Administração Data aprovação reunião: 23/ SUMÁRIO Capítulo 1 Objetivo do documento... 2 Capítulo 2 Responsabilidades... 3 Capítulo 3 Glossário / Definições... 8 Capítulo 4 Regras...
Companhia de Saneamento de Minas Gerais REGIMENTO INTERNO DA SUPERINTENDÊNCIA DE CONFORMIDADE E RISCOS DA COPASA MG
Companhia de Saneamento de Minas Gerais REGIMENTO INTERNO DA SUPERINTENDÊNCIA DE CONFORMIDADE E DA COPASA MG Sumário Da Finalidade... 3 Da Estrutura... 3 Das Competências... 4 Do Orçamento Próprio... 5
Governança Corporativa
FACULDADES DE CAMPINAS Administração Gestão de Responsabilidade Social II Governança Corporativa Testes para revisão Prof. Luciel H. de Oliveira [email protected] INSTRUÇÕES Avalie o seu aprendizado na
Institui a Política de Gestão de Riscos - PGR do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União - CGU.
CONTEÚDO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II - DOS PRINCÍPIOS CAPÍTULO III - DOS OBJETIVOS CAPÍTULO IV - DA OPERACIONALIZAÇÃO CAPÍTULO V - DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Corporativa e Compliance
Lei 13.303 Lei 13.303 - Aspectos de Governança Corporativa e Compliance Aspectos de Governança 25a CONVECON Corporativa e Eliete Martins Compliance Sócia- Diretora Governança Corporativa - KPMG 25a CONVECON
POLÍTICA ORGANIZACIONAL
Diretoria Responsável: Diretoria de Planejamento e Controladoria Normas vinculadas: Publicado em: 04/10/2018 até: 04/10/2020 1. Objetivo O objetivo desta Política é estabelecer as diretrizes, o processo
POLÍTICA GERAL DE GESTÃO DE RISCO CORPORATIVO. A Política Geral de Gestão de Risco Corporativo se baseia nos seguintes princípios:
POLÍTICA GERAL DE GESTÃO DE RISCO CORPORATIVO O Conselho de Administração da NEOENERGIA tem a responsabilidade de aprovar e supervisionar as Políticas Corporativas que atendem aos princípios de governança
Caixa de Assistência dos Empregados. do Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Cabergs POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
Caixa de Assistência dos Empregados do Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Cabergs POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Apresentação A Governança Corporativa é um conjunto eficiente de mecanismos, tanto
REGIMENTO INTERNO TÍTULO II - DA FINALIDADE DO REGIMENTO INTERNO DA COMPANHIA TÍTULO III - DOS PRINCÍPIOS DE GESTÃO DA COMPANHIA
REGIMENTO INTERNO ÍNDICE TÍTULO I - DA NATUREZA JURÍDICA DA COMPANHIA TÍTULO II - DA FINALIDADE DO REGIMENTO INTERNO DA COMPANHIA TÍTULO III - DOS PRINCÍPIOS DE GESTÃO DA COMPANHIA TITULO IV DA ASSEMBLÉIA
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CONTAX PARTICIPAÇÕES S.A CAPÍTULO I OBJETIVO E ABRANGÊNCIA
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CONTAX PARTICIPAÇÕES S.A CAPÍTULO I OBJETIVO E ABRANGÊNCIA 1.1 Definir os processos de identificação, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos riscos inerentes
18º Congresso Brasileiro de Contabilidade. Auditoria e Controles Internos no SFN. agosto
18º Congresso Brasileiro de Contabilidade Auditoria e Controles Internos no SFN agosto - 2008 1 Agenda 1. Lei Sarbanes-Oxley 2. Auditoria, Controles Internos e Compliance no SFN 3. Governança Corporativa
Tipo de Documento Política Corporativa Responsável: Compliance Assunto: RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Vigência: Outubro / 2017
Objetivos Os objetivos da Política de Responsabilidade Socioambiental são: - Estabelecer os princípios e diretrizes que conduzirão a gestão e as ações estratégicas socioambientais nos negócios e no relacionamento
A Governança na Estrutura do Relatório de Sustentabilidade/GRI. Campinas, 02 de Dezembro de 2016 Solange Maroneze Gerente de Governança Corporativa
A Governança na Estrutura do Relatório de Sustentabilidade/GRI Campinas, 02 de Dezembro de 2016 Solange Maroneze Gerente de Governança Corporativa Estrutura e Conceito do Relatório de Sustentabilidade
A PETROBRAS E A GOVERNANÇA CORPORATIVA. Desenvolvimento de Sistemas de Gestão. Comunicação Institucional
A PETROBRAS E A GOVERNANÇA CORPORATIVA Desenvolvimento de Sistemas de Gestão Comunicação Institucional A Petrobras já integra o grupo das grandes companhias que adotam as melhores práticas de governança
DOCUMENTO DE USO INTERNO 1
Política Data da última atualização Controles Internos 30.11.2017 Área Responsável Versão Compliance 07 1. Objetivo Estabelecer as diretrizes relacionadas aos controles internos, bem como a estrutura de
Política de Sustentabilidade do Grupo Neoenergia
Política de Sustentabilidade do Grupo Neoenergia 1 Índice: 1. Introdução 2. Objetivo 3. Abrangência e público-alvo 4. Referências 5. Valores 6. Princípios de Sustentabilidade 7. Responsabilidades 8. Atualização
Melhores Práticas de Governança Corporativa
Melhores Práticas de Governança Corporativa 27.11.2014 Melhores Práticas de Governança Corporativa A. Propriedade B. Conselho de Administração C. Gestão D. Auditoria Independente E. Conselho Fiscal F.
MANUAL de GOVERNANÇA CORPORATIVA
MANUAL de GOVERNANÇA CORPORATIVA I OBJETIVO... 3 II MISSÃO... 5 III PRINCÍPIOS BÁSICOS... 7 IV COMPROMISSO... 9 V CONTROLES INTERNOS... 11 VI COMPLIANCE... 13 VII AGENTES DE GOVERNANÇA... 15 VIII LEGISLAÇÃO
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DO GRUPO MRV
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DO GRUPO MRV SUMÁRIO 1 Objetivo... 2 2 Abrangência... 2 3 Conceitos... 2 4 Tipologias de Risco... 3 5 Responsabilidades... 4 5.1 Conselho de Administração... 4 5.2 Comitê de
Política de Partes Relacionadas
Política de Partes Relacionadas SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 A QUEM SE APLICA... 3 3 DEFINIÇÃO DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS... 3 4 DEFINIÇÃO DE PARTES RELACIONADAS... 4 5 DEFINIÇÃO DE SITUAÇÕES
Como as empresas estão se preparando para Implantação do Código Brasileiro de Governança Corporativa - Companhias Abertas - SP
IBRI - Instituto Brasileiro de Relações com Investidores Como as empresas estão se preparando para Implantação do Código Brasileiro de Governança Corporativa - Companhias Abertas - SP 2 CBGC Aumento do
