Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues

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CAUSAS DE PERICARDITE AGUDA

Transcrição:

Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues

Avaliação do paciente com queixa osteoarticular. Objetivos. Diagnóstico preciso. Terapêutica adequada e sem demora. Não realização de exames desnecessários. Abordagem. Localização da queixa. Articular X não Articular. Determinação da natureza do processo Inflamatório X Não inflamatório. Determinação da extensão do acometimento. Poliarticular X Oligoarticular X Monoarticular. Duração do processo. Crônico X Agudo. Considerar o diagnóstico mais comum. Realizar diagnóstico diferencial.

Avaliação do portador de patologia reumática.

Artrite reumatóide Distúrbio inflamatório sistêmico que pode afetar diversos tecidos e órgãos, como: Pele. Vasos sanguíneos. Coração. Pulmões.

Artrite reumatóide Patogênese Doença autoimune desencadeada pela exposição de um hospedeiro susceptível a um antígeno artritogênico ainda não identificado. Reação autoimune celular e humoral. Associação com HLA DR4.

Artrite reumatóide Fisiopatologia Reação mediada por linfócitos T CD4+ e linfócitos B. Mediadores da inflamação. FNT e IL-1. Destruição articular estimula fibroblastos sinoviais, osteoclastos e a sinóvia que fica hiperpasiada e infiltrada por células inflamatórias, criando o PANNUS, com lesão irreverssível da cartilagem articular e do osso subcondral.

AR Quadro clínico Poliartrite simétrica de pequenas articulações. Rigidez matinal. Febre. Perda de peso. Manifestações incomuns: Vasculite. Pulmão reumatóide. Serosites.

Critérios diagnósticos de artrite reumatóide Orientação para Classificação quatro dos sete critérios são necessários para classificar um paciente como tendo artrite reumatóide; pacientes com dois ou três critérios não são excluídos da possibilidade do futuro desenvolvimento da doença, não sendo considerados para inclusão neste protocolo. Critérios * Rigidez matinal: rigidez articular e periarticular durando pelo menos 1 hora antes de máxima melhora; Artrite em 3 ou mais áreas: pelo menos 3 áreas articulares com edema de partes moles ouderrame articular; Artrite de articulações das mãos (interfalangianas proximais ou metacarpofalangianas) ou punhos; Artrite simétrica: comprometimento simultâneo bilateral; Nódulos reumatóides: nódulos subcutâneos sobre proeminências ósseas, superfície extensora ou região justarticular; Fator reumatóide sérico; Alterações radiológicas: erosões localizadas ou osteopenia justarticular em radiografias de mãos e punhos. * Critérios: a até d devem estar presentes por, pelo menos, 6 semanas. O médico deve ter observado os critérios b até e.

Artrite reumatóide

Artrite reumatóide

Artrite reumatóide Hiperplasia sinovial. Nódulo linfóide.

Artrite reumatóide - Pannus Osso. Panus.

Nódulo reumatóide

Semiologia articular Exame físico Artrite reumatóide.

Semiologia articular Alterações articulares Artrite reumatóide.

Lesões terminais da artrite reumatóide

Progressão da artrite reumatóide

Articulações mais envolvidas na osteoartrose e na artrite reumatóide

Artrite reumatóide

Artrite reumatóide nódulos reumatóides

Artrite reumatóide vasculite reumatóide

Artrite reumatóide pulmão reumatóide

Subluxação C2-C1.

Cisto de Baker

AR Diagnóstico / Tratamento. Quadro clínico. Laboratório. FR + em 75% dos casos. Atividade inflamatória. Anemia. Critérios diagnósticos. Tratamento. Drogas que modificam a história natural da doença. Antimaláricos. Imunossupressores. Methotrexato. AINE. Corticóides. Fisioterapia.

Lupus eritematoso sistêmico.

Lupus eritematoso sistêmico

Vespertilho - LES

Lupus eritematoso sistêmico - LES

Critérios diagnósticos de LES. 4 entre os 11 seguintes critérios 1. Eritema malar: lesão eritematosa fixa em região malar, plana ou em relevo. 2. Lesão discóide: lesão eritematosa, infiltrada, com escamas queratóticas aderidas e tampões foliculares, que evolui com cicatriz atrófica e discromia. 3. Fotossensibilidade: exantema cutâneo como reação não usual à exposição à luz solar, de acordo com a história do paciente ou observado pelo médico. 4. Úlceras orais/nasais: úlceras orais ou nasofaríngeas, usualmente indolores, observadas pelo médico. 5. Artrite: artrite não erosiva envolvendo duas ou mais articulações periféricas, caracterizadas por dor e edema ou derrame articular. 6. Serosite: pleuris (caracterizada por história convincente de dor pleurítica, ou atrito auscultado pelo médico ou evidência de derrame pleural) ou pericardite (documentado por eletrocardiograma, atrito ou evidência de derrame pericárdico). 7. Comprometimento renal: proteinúria persistente (>0,5g/dia ou 3+) ou cilindrúria anormal. 8. Alterações neurológicas: convulsão (na ausência de outra causa) ou psicose (na ausência de outra causa). 9. Alterações hematológicas: anemia hemolítica ou leucopenia (menor que 4.000/ml em duas ou mais ocasiões) ou linfopenia (menor que 1.500/ml em duas ou mais ocasiões) ou plaquetopenia (menor que 100.000/ml na ausência de outra causa). 10. Alterações imunológicas: anticorpo anti-dna nativo ou anti-sm ou presença de anticorpo antifosfolípide baseado em: a) níveis anormais de IgG ou IgM anticardiolipina; b) teste positivo para anticoagulante lúpico ou teste falso positivo para sífilis, por no mínimo seis meses. 11. Anticorpos antinucleares: título anormal de anticorpo antinuclear por imunofluorescência indireta ou método equivalente, em qualquer época, e na ausência de drogas conhecidas por estarem associadas à síndrome do lúpus induzido por drogas.

Gromerulonefrite lúpica

LES - tratamento Tratamento em serviços especializados em clínica médica ou reumatologia. APS realiza acompanhamento e monitoramento de longo prazo. Drogas. Corticóides. Imunossupressores. AINE.

Espondiloartropatias

Critérios para diagnóstico de Espondilite anquilosante 1. Dor lombar, com mais de três meses de duração, não aliviada com o repouso; 2. Dor e rigidez na região torácica; 3. Limitação da expansibilidade torácica; 4. Limitação de movimento (flexão) da coluna lombar; 5.Historia ou evidencia de irite ou suas seqüelas. 6. Sacroileite bilateral, característica da espondilite anquilosante. O diagnóstico será firmado com quatro dos cinco critérios ou com o sexto e mais um critério

Espondilite anquilosante

Artrite psoriasica

Artrite reativa

Gota Ponto terminal comum a vários distúrbios que levam à hiperuricemia aumento dos níveis sanguíneos de ácido úrico. Gota aguda Monoartrite. Gota crônica Agregados de ácido úrico denominados tofos em articulações e outros tecidos como a pele.

Gota Patogênese. O ácido úrico é a via final da degradação de bases púricas. 90% - gota primária defeitos enzimáticos desconhecidos. 10% - gota secundária Associada ao aumento do ácido úrico por outras patologias: Leucemias e anemias hemolíticas aumento do turnover celular. Insuficiência renal Déficit de excreção. Erros inatos do metabolismo.

Semiologia articular Exame físico Gota.

Gota

Gota tofo gotoso

Gota tratamento. Crise de gota. Colchicina. AINE. Tratamento profilático. Em caso de gota secundária, se possível, tratar a condição de base. Uricosúricos.

Artrite infecciosa Microorganismos no espaço articular. Artrite supurativa. Gonococo. Outras bactérias piogênicas. Artrite tuberculosa. Artrite viral. Parvovirus B19. Rubéola. HCV. HBV. HIV.

Semiologia articular Exame físico Artrite séptica.

Semiologia articular Exame físico Esclerodermia.