PLAQUETAS TROMBÓCITOS



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Transcrição:

PLAQUETAS TROMBÓCITOS CBHPM 4.03.04.044-2* AMB 28.04.056-2 * excluído da 4ª edição Sinonímia: Trombócitos. Plaquetograma. Plaquetometria. Volume Plaquetário Médio. VPM. Mean Platelet Volume. MPV. Platelet Distribution Width. PDW. Amplitude de Distribuição Plaquetária. Plaquetócrito. PCT. Obs.: função, adesão e agregação plaquetária ver no título Agregação Plaquetária. Fisiologia: Plaqueta em repouso. (x 10.000) Mesma plaqueta ativada com emissão de pseudópodos. (x 10.000). Observar o aumento do volume da plaqueta. As plaquetas são fragmentos citoplasmáticos anucleados oriundos dos megacariócitos. Têm formado esferóide oblato (tipo geóide) com um diâmetro plaquetário médio de 2,6 µm e espessura plaquetária média de 2,4 µm. Uma plaqueta em repouso apresenta três zonas: Zona periférica: responsável pela adesão e agregação. É constituída por membrana plaquetária trilaminar externa e interna, citoesqueleto e glicoproteínas envolvidas nas reações de adesão como receptoras desencadeando a ativação plaquetária. Além disso, contém os fatores de coagulação absorvidos I, V, VIII, XI, XII, receptores para ADP, trombina, vwf, colágeno, fibrinogênio, fibrina, fibronectina, epinefrina, PAF, trombospondina, tromboxano A 2, prostaciclina, serotonina e glicosil-transferase. Zona sol-gel: responsável pela contração e sustentação do sistema microtubular. Contém o sistema de canais conectados à superfície chamado sistema canalicular aberto e o sistema tubular denso. Zona de organelas: contém os grânulos densos, ADP não-metabolizável, serotonina, catecolaminas, cálcio, grânulos alfa, fator IV plaquetário, fator de crescimento derivado de plaquetas, vitronectina, fibrinogênio, beta-tromboglobulina, grânulos lisossômicos, mitocôndrias e grânulos de glicogênio. PSEUDOTROMBOCITOPENIA: Trombocitopenia fictícia que ocorre "in vitro". À temperatura ambiente e em presença de EDTA, auto-anticorpos anti-plaquetários reconhecem e se ligam a um epitopo da glicoproteína IIb (GPIIb), integrante do complexo GPIIb/IIIa da superfície plaquetária, comportando-se como aglutininas frias promovendo a agregação ou aglutinação

proporção relativa plaquetária ou, mais raramente, a formação de rosetas em torno dos neutrófilos, fenômeno chamado satelitismo plaquetário. Ocorre em raros pacientes (1:1.000.000), resultando em baixas contagens de plaquetas nos analisadores eletrônicos. O problema pode ser minimizado pré-aquecendo o tubo de coleta e mantendo imediatamente o sangue a 37ºC executando a contagem logo após a coleta ou ainda, coletando-o em citrato de sódio. Recomenda-se fazer, também, um esfregaço de sangue de ponta de dedo em lâmina para eventual método de Fonio. A contagem de plaquetas varia significativamente conforme o ciclo circadiano, estando sua quantificação na dependência da hora da coleta do material. CICLO CIRCADIANO ELEMENTOS SANGÜÍNEOS 100 95 90 85 80 75 70 65 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 4 8 12 16 20 24 hora do dia Linfócitos Monócitos Plaquetas Eosinófilos Material Biológico: Sangue total em EDTA ou citrato de sódio. Coleta: 3,0 ml de sangue total coletado com EDTA ou citrato de sódio a 3,8 %. Armazenamento: Refrigerar entre +2 a +8ºC Exames Afins: TS, Prova do Laço, Retração do coágulo. Valor Normal: Plaquetas em EDTA 150.000 a 400.000/µl Plaquetas em Citrato 123.000 a 330.000/µl MPV - Vol. Plaquetário Médio 9,0 a 13,0 fl (µm 3 ) Plaquetas contadas em citrato de sódio costumam dar valores mais baixos que as em EDTA. Pode-se estimar a contagem que determinada amostra apresentaria se tivesse sido coletada com EDTA aplicando a fórmula: Plaq EDTA Plaq Citrato 0,823 24,308

Plaq EDTA Plaq Citrato r 2 = Contagem estimada das plaquetas para coleta sob EDTA em plaquetas/µl = Contagem das plaquetas coletadas sob Citrato de sódio em plaquetas/µl = 0,9191 (coeficiente de determinação) Preparo do Paciente: Jejum de 4 ou mais horas. Água ad libitum. Interferentes: Coleta traumática. Microcoágulos. Anticoagulante inadequado. Método: Automação: contagem eletrônica. Manual: Fonio. Interpretação: AUMENTO (PLAQUETOSE, TROMBOCITEMIA OU TROMBOCITOSE): trombocitemia essencial, policitemia vera, metaplasia mielóide idiopática, leucemia mielóide crônica, artrite reumatóide, enterite, tuberculose, sarcoidose, infecção aguda, hemorragia, deficiência de ferro, hemólise, carcinoma, D. de Hodgkin, linfomas não-hodgkin, pós-esplenectomia. DIMINUIÇÃO (PLAQUETOPENIA, TROMBOPENIA OU TROMBOCITOPENIA): 1º dia do ciclo menstrual, rubéola, citomegalovirose, vírus Epstein-Barr, HIV, alcoolismo, cocaína, hipersensibilidade a heparina, diuréticos tiazídicos, espironolactona, estrógenos, quimioterápicos e drogas imunossupressoras como: ciclofosfamida, grisulfan, metotrexato, G-mercaptopurina, citosina, araginosina, daunorrubicina, alcalóides; antibióticos como novobiocina, sulfatiazol; quinidina, digitoxina, metildopa, carbamazepina e fenitoína, D. medular generalizada, câncer, brucelose, ehrlichiose, febre macular das montanhas rochosas, anemia aplástica, deficiência de B 12 e/ou ácido fólico, D. de Bernard-Soulier, S. Wiskott-Aldrich, anomalia de May-Hegglin, S. de Kasbach- Meritt, trombocitopenia autossômica recessiva, púrpura trombocitopênica idiopática aguda e crônica, pós-transfusional, púrpura trombocitopênica trombótica, S. de Moschowitz, S. de Marchiafava-Michelli, S. urêmico-hemolítica, coagulação intravascular disseminada, lúpus eritematoso sistêmico, S. antifosfolípides, hiperesplenismo, hipotermia, pseudotrombocitopenia induzida "in vitro" por EDTA. Macroplaquetas ou plaquetas dismórficas demonstram regeneração medular. Ocorrem quando há grande destruição periférica: púrpura trombocitopênica idiopática, tromboses importantes e S. de Bernard-Soulier. VOLUME PLAQUETÁRIO MÉDIO (VPM ou MPV) O MPV pode ser obtido aplicando-se a equação: 4 DPM EPM MPV 3 2 2 MPV = Volume Plaquetário Médio em fl (µm 3 ) = pi = 3,14159... (geralmente ao redor de 1,2 µm) Normal de 9,0 a 13,0 fl (µm 3 ) 2

AUMENTO (Macrocitose plaquetária): indicação de ativação plaquetária, infarto agudo do miocárdio, angina instável, diabetes mellitus, pré-eclâmpsia, isquemia cerebral aguda, talassemia heterozigótica, anemia falciforme, trombocitopenia auto-imune, DD. mieloproliferativas, insuficiência renal crônica tratada com eritropoietina, S. de Bernard-Soulier, tabagismo, esplenectomia, hipoesplenismo, estresse, exercício exagerado, adrenalina, intoxicação por solventes orgânicos, macrotrombocitopenia do Mediterrâneo, tireotoxicose. DIMINUIÇÃO (Microcitose plaquetária): deficiência de ácido fólico, anemia ferropriva, D. inflamatória do intestino, S. de Wiskott-Aldrich, hiperesplenismo, hipoplasia medular, óleos de peixe, trombocitose reativa. PLATELET DISTRIBUTION WIDTH (PDW) (Amplitude de Distribuição Plaquetária) que se constitui num Índice de anisoplaquetose. O PDW é obtido através da equação: PDW 80º centil 20º centil K 80º centil 20º centil PDW = Índice de anisoplaquetose em R (ratio) 80º centil = largura do histograma plaquetário a 80 % de sua altura 20º centil = largura do histograma plaquetário a 20 % de sua altura K = constante para obter PDW=10,0 em pacientes normais Normal de 10,0 a 16,0 R (ratio) ou: PDW SD100 MPV PDW = Índice de anisoplaquetose em % SD = Desvio-padrão do histograma do MPV MPV = Volume Plaquetário Médio em fl Normal de 40,8 a 73,2 % PLAQUETÓCRITO (PCT) O PCT é obtido através da equação: PCT Plaq MPV 10.000.000 PCT = Plaquetócrito em % Plaq = Contagem de plaquetas/µl MPV = Volume Plaquetário Médio em fl Normal de 0,113 a 0,480 % ÁREA SUPERFICIAL PLAQUETÁRIA MÉDIA

Calcula-se primeiro a excentricidade plaquetária: EXCP EPM DPM EXCP = Excentricidade Plaquetária Normal de 0,88 a 0,96 Depois aplica-se a equação: 2 EPM 2 DPM 2 1 EXCP ASPM log 2 EXCP 1 EXCP ASPM = Área Superficial Plaquetária Média em µm 2 = pi = 3,14159... EXCP = Excentricidade Plaquetária Normal de 9,0 a 11,0 µm 2 AVALIAÇÃO DO DPM E DA EPM Se não se dispuser de uma ocular micrométrica para fazer a medida do DPM em µm, pode-se aplicar as equações seguintes, sem grande erro, partindo do MPV fornecido pelos modernos contadores eletrônicos de células: DIÂMETRO PLAQUETÁRIO MÉDIO (DPM): DPM 6 MPV 3 0,92 MPV = Volume Plaquetário Médio em fl (µm 3 ) = pi = 3,14159... 0,92 = Excentricidade Plaquetária média Normal de 2,6 a 3,1 µm ESPESSURA PLAQUETÁRIA MÉDIA (EPM): EPM 6 MPV DPM 2 MPV = Volume Plaquetário Médio em fl (µm 3 ) = pi = 3,14159...

Normal de 2,4 a 2,6 µm Sitiografia: E-mail do autor: ciriades@yahoo.com http://focosi.altervista.org/blood.html http://www.platelet-research.org/1/function_morpho.htm# http://www.clinchem.org/cgi/content/full/43/6/1072 http://focosi.immunesig.org/blood.html#megakaryocytopoiesis