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EXTRA / RJ - GANHE MAIS - pág.: 13. Sáb, 16 de Maio de 2015 Bancos privados elevam taxas de juros para imóveis Altas ocorreram no Bradesco e no Santander. Itaú reduziu o limite de financiamento AUMENTOS Só este ano, a Caixa elevou os juros duas vezes. Eles chegam a 9,45% ao ano Bradesco cobra taxa de até 9,8%, e Santander, de 10,1% ao ano. Itaú reduziu limite máximo dos empréstimos para 70% do valor do imóvel. Após os anúncios das mudanças no financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil (BB), desde o mês passado, as instituições privadas também decidiram tornar mais restritas as condições para o crédito. No último dia 7, dois depois da alta de juros do BB, o Bradesco elevou a taxa de juros de balcão - uma espécie de taxa padrão, que pode ser negociada - de 9,6% para 9,8% ao ano: um reajuste de 2%. O Santander subiu a taxa de 9,6% para 10,1% ao ano, segundo o jornal "Folha de S. Paulo". O reajuste representa uma alta de 5,2%. Procurado pelo EXTRA, o banco não confirmou a informação. O Itaú Unibanco não informou sobre aumento de juros, mas afirmou que, desde a última terça-feira, reduziu o limite de financiamento imobiliário - tanto pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), para imóveis de até R$ 750 mil, quanto pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), para os acima de R$ 750 mil - de 80% para 70%. Os demais bancos privados e o Banco do Brasil continuam com o teto de financiamento de 80%. A Caixa tem o mesmo percentual, exceto para imóveis usados que valem acima de R$ 190 mil, que só podem ter até 50% do valor financiado. A elevação das taxas pelos bancos privados já era esperada pelo setor imobiliário, uma vez que eles costumam acompanhar o movimento feito pelas instituições públicas. Além disso, a inflação mais alta e as recentes elevações da Selic, a taxa básica de juros da economia do país, incentivam o aumento dos juros porque, com o crédito mais caro, cresce o risco de inadimplência. Na próxima segunda-feira já começará a valer a nova taxa de juros nos empréstimos imobiliários do BB, de 10,4% ao ano. Até ontem, a tarifa era de 9,9%. 1
O DIA / RJ - ECONOMIA - pág.: 13. Sáb, 16 de Maio de 2015 Feirão da casa própria tem imóveis a partir de R$ 95 mil O Feirão da Casa Própria da Caixa começou nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, com venda de imóveis a partir de R$ 95 mil. Com a mudança de regras no financiamento de usados, o banco privilegiou a oferta de unidades novas e do programa "Minha Casa, Minha Vida" nesta edição do evento. Dos 22.300 mil imóveis anunciados, cerca de 63% são novos. Além disso, 5.200 casas e apartamentos se enquadram no "Minha Casa", com juros subsidiados para famílias com renda de até R$ 5.400 e valor de até R$ 190 mil. O vigilante Josevaldo Santos, 52, foi ao feirão pela segunda vez para procurar uma residência em Maricá, onde quer morar após se aposentar. "Quero achar uma casa de até R$ 160 mil. Sei que vou ter que andar muito para encontrar", disse ele. Apesar da mudança de estratégia da Caixa, os corredores do Feirão estavam mais vazios que em anos anteriores. Entre os corretores, era unânime a reclamação sobre a baixa circulação do público no primeiro dia do evento. As filas para entrar nos estandes deram lugar ao assédio aos compradores. "Participei dos onze feirões até hoje, e antes tinha uma fila enorme para entrar. Esse ano não vi isso", afirmou Jorge Bastos, proprietário da MP Bastos Construtora. No ano passado, foram comercializadas 9.500 unidades no feirão, movimentando R$ 1,6 bilhão de reais. Neste ano, a expectativa do banco é se aproximar deste valor, segundo José Domingos Martins, superintendente regional da Caixa. estoque Para se desfazer mais rapidamente de seus estoques, construtoras estão oferecendo descontos no Feirão. Na imobiliária Medina Vende, um dos lançamentos em São Gonçalo, baixou de R$ 160 mil para R$ 145 mil. Na construtora MP Bastos, focada no público de baixa renda, havia unidades com descontos de R$ 10 mil. "Temos que botar o estoque para fora. Pela primeira vez, estou com sobra de casas na construtora", afirmou o proprietário Jorge Bastos. Apesar do estoque elevado, Rubens Menin, presidente do Conselho de Administração da MRV, não acredita que o setor de habitação popular vai arrefecer. "Os juros do Minha Casa Minha Vida são de 5% ao ano. Se você compara com a inflação, o juro está negativo, a prestação pesa menos no bolso das pessoas. E ainda tem muita demanda por habitação no país", diz. Nesta sexta, o governador do estado, Luiz Fernando Pezão, ressaltou a importância do setor de construção civil para o desenvolvimento da economia do país. "Se a gente quer o Brasil crescendo e progredindo, investir na construção civil é essencial. É a atividade que mais gera emprego. A gente não pode brincar de paralisar investimentos nessa área", disse. "O sonho da Casa Própria é uma prioridade das famílias. Mesmo com o orçamento apertado, este dinheiro é o último que eles vão cortar. E mesmo com a mudança de regras, estamos com todas as linhas de crédito abertas", disse, lembrando que as regras do Minha Casa Minha Vida e dos imóveis novos não foram alteradas. Para imóveis usados, a Caixa aumentou a exigência do valor de entrada, que passou a ser pelo menos 50% do custo total do imóvel. O Feirão da Caixa continua neste sábado (10h às 21h) e domingo (10h às 18h), no Riocentro (Avenida Salvador Allende, 6.500, Recreio). Para requerer o crédito, basta levar documento de identidade, CPF e comprovantes de renda. Construtoras dão desconto para se desfazer de 2
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O GLOBO / RJ - ECONOMIA - pág.: A27. Sáb, 16 de Maio de 2015 Pacote de concessões deverá incluir aeroportos regionais DANILO FARIELLO DANILO FARIELLO danilo. fariello@ bsb.oglobo.com. br Rio tem oito terminais na lista de 270 que podem ser privatizados -BRASÍLIA- Sem caixa para investir em aeroportos regionais, o governo federal vai incluir esses terminais no novo pacote de concessões para viabilizar os empreendimentos. Segundo fontes a par das discussões, o modelo proposto prevê uma participação maior dos governos estaduais e prefeituras na expansão desses aeroportos, com a possibilidade de concessão ao setor privado ou Parcerias Público- Privadas (PPPs). MARCOS TRISTÃO/16-2-2012 Costa do Sol O aeroporto regional de Cabo Frio, no Rio, já é administrado pela iniciativa privada Lançado em dezembro de 2012, o programa da aviação regional seria bancado pela União desde a fase de projetos até a licitação das construtoras responsáveis pelas obras nos 270 terminais de pequeno porte do país, sendo a maioria de estados e prefeituras. Nesses dois anos, o Banco do Brasil ( BB) foi contratado para ajudar nessa missão, mas a falta de recursos inviabilizou os planos do governo. No lado federal, há restrição de caixa na Infraero, e o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), que deveria destinar os recursos das outorgas dos aeroportos já concedidos a essas instalações, tem sido utilizado para outros propósitos. O fundo tem previsão de receita de R$ 4 bilhões neste ano, e o Congresso já aprovou seu uso para subsídio de passagens em até 15% nos voos que passem por aeroportos regionais. RIO TEM NOVE AEROPORTOS NA LISTA Entre os aeroportos regionais incluídos no pacote de concessões, nove estão no Rio - sendo que o de Cabo Frio já é administrado por entidade privada. Os outros ficam em Itaperuna, Campos, Macaé, Nova Friburgo, Volta Redonda, Resende, Angra dos Reis e Parati. Destes, só Macaé e Campos são administrados diretamente pela Infraero. Nos últimos dias, em conversas com o governo, representantes da iniciativa privada manifestaram interesse em participar mais ativamente das obras em aeroportos regionais e, eventualmente, concorrer em leilões desses terminais. Os empreendimentos seriam atrativos para empreiteiras de médio porte das regiões dos aeroportos ou grupos que também possuam participação em rodovias nos arredores dos aeroportos. A série de conversas que o Ministério do Planejamento vem promovendo com governadores e prefeitos tem também como tema os terminais aéreos regionais. Embora enfrentem restrições de caixa, os governos locais se dispõem a ajudar na busca por recursos, principalmente junto à iniciativa privada. Outra opção em discussão no governo federal é exigir dos vencedores dos grandes aeroportos a serem concedidos, como os de Porto Alegre, Florianópolis e Salvador, que também façam investimentos em aeroportos menores nos arredores, de forma a otimizar o investimento dos grupos privados. Esse caso vem sendo estudado especialmente para o Salgado Filho, em Porto Alegre. Quando lançou o lote de aeroportos no Programa de Investimentos em Logística (PIL), há mais de dois anos, o governo federal previu um investimento de R$ 7,3 bilhões na melhoria das condições dos aeroportos regionais do país, com o objetivo de desenvolver a integração do território nacional, polos regionais, centros turísticos e melhorar o acesso às comunidades da Amazônia Legal. Na época, existiam 689 aeroportos regionais no país, sendo que quase um terço seriam fortalecidos. A meta do governo era que 96% da população brasileira estivessem a menos de cem quilômetros de distância de um aeroporto apto ao recebimento de voos regulares. AZUL E AVIANCA FAZEM PROPOSTA PELA TAP David Neeleman, fundador da Azul Linhas Aéreas, Germán Efromovich, controlador da Avianca, e o empresário português Miguel do Amaral fizeram propostas para comprar a aérea portuguesa TAP. Sérgio Monteiro, secretário de Estado de Transportes 9
de Portugal, confirmou o negócio, que segundo o jornal "Diário Económico", deve ser anunciado até o fim de junho. O GLOBO / RJ - ECONOMIA - pág.: A27. Sáb, 16 de Maio de 2015 "Confirmamos que a Parpública recebeu três propostas para a aquisição de 61% do capital da TAP, as quais acrescem até 5% de uma oferta pública de vendas destinada a trabalhadores", disse Monteiro ao jornal. De acordo com comunicado da Parpública, empresa portuguesa de participações públicas, as propostas serão analisadas em cinco dias úteis. A cereja do bolo são os 77 voos semanais para o Brasil. A empresa conta com malha de voos igual para a África, mantendo mais de 40 rotas na Europa. "Vamos trabalhar de forma próxima com a Azul e trocar passageiros", disse Neeleman à Bloomberg. Procurada, a Avianca não respondeu. A TAP teve prejuízo de 46 milhões em 2014. 10
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