(ASSINATURA DO ADQUIRENTE)



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CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998.

Transcrição:

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS NO EMPREENDIMENTO CONDOMÍNIO MONDIAL JUNDIAÍ ( OFERTA ) DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME DO ADQUIRENTE: ENDEREÇO: Nº INSCRIÇÃO NO CPF/CNPJ: AO ASSINAR ESTE TERMO, DECLARO QUE: 1) TENHO CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIA EM FINANÇAS, NEGÓCIOS E NO MERCADO IMOBILIÁRIO SUFICIENTES PARA AVALIAR OS RISCOS QUE ENVOLVEM A PARTICIPAÇÃO NA OFERTA E SOU CAPAZ DE ASSUMIR TAIS RISCOS; 2) TIVE PLENO ACESSO A TODAS AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS E SUFICIENTES PARA A DECISÃO DE INVESTIMENTO NA OFERTA, NOTADAMENTE AS CONSTANTES DO PROSPECTO RESUMIDO, DO ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICA DO HOTEL E DOS SEGUINTES CONTRATOS/DOCUMENTOS QUE REGEM O INVESTIMENTO: (A) PROMESSA DE COMPRA E VENDA; (B) CONTRATO DE LOCAÇÃO; (C) CONTRATO DE MANDATO CIVIL; (D) CONTRATOS DE AFILIAÇÃO ÀS MARCAS ADAGIO ACCESS E IBIS BUDGET ; (E) MINUTA DA CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO DO EMPREENDIMENTO; E (F) MEMORIAL DE INCORPORAÇÃO; 3) TENHO CONHECIMENTO DE QUE SE TRATA DE OFERTA CUJO REGISTRO E/OU OUTROS REQUISITOS DO REGISTRO FORAM DISPENSADOS PELA CVM; 4) TENHO CONHECIMENTO DOS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO RELACIONADOS À OFERTA E À OPERAÇÃO HOTELEIRA, QUE CONSTAM DESCRITOS NO ANEXO I; E 5) PARA OS FINS DO DISPOSTO NO INCISO III, ALÍNEA A, DA DELIBERAÇÃO CVM Nº 734, DE 17 DE MARÇO DE 2015, INFORMO QUE: [marcar com X a(s) alternativa(s) aplicável(is)] POSSUO AO MENOS R$1.000.000,00 (UM MILHÃO DE REAIS) DE PATRIMÔNIO, COMPROVADO, NESTE ATO, POR MEIO DA APRESENTAÇÃO DE CÓPIA DE: ( ) EXTRATO OU COMPROVANTE EMITIDO POR INSTITUIÇÕES INTEGRANTES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL; E/OU ( ) DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA; E/OU ( ) ESCRITURA DE IMÓVEL REGISTRADA NO REGISTRO GERAL DE IMÓVEIS (RGI); OU ESTOU INVESTINDO AO MENOS R$300.000,00 (TREZENTOS MIL REAIS) NA OFERTA. São Paulo, [ ] de [ ] de 2016. (ASSINATURA DO ADQUIRENTE)

ANEXO I PRINCIPAIS FATORES DE RISCO INERENTES AO EMPREENDIMENTO E À OFERTA Os fatores de risco a seguir mencionados ( Fatores de Risco ) devem ser considerados pelos potenciais adquirentes, antes de ser tomada qualquer decisão de investir no subcondomínio hotel do empreendimento CONDOMÍNIO MONDIAL JUNDIAÍ ( Empreendimento e Hotel ), mediante a aquisição de uma ou mais unidades autônomas imobiliárias hoteleiras ( Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras ). O valor de mercado das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras e o retorno financeiro do Hotel podem, a qualquer momento, ser afetados por tais Fatores de Risco, os quais, portanto, devem ser analisados e avaliados por potenciais adquirentes. Os Fatores de Risco a seguir expostos são os que a Sei Jundiaí Empreendimento Imobiliário SPE Ltda., na qualidade de incorporadora e vendedora do Empreendimento ( Incorporadora ) e a Hotelaria Accor Brasil S.A., na qualidade de operadora hoteleira do Empreendimento ( Operadora Hoteleira e, em conjunto com a Incorporadora, as Ofertantes ) conhecem e que, em seu entendimento, podem vir a afetar o Hotel. Eventuais riscos ou incertezas adicionais, atualmente desconhecidos pelas Ofertantes ou que estas considerem atualmente irrelevantes, também podem vir a impactar o Hotel, e deverão ser considerados pelos potenciais adquirentes. 1) Não há garantia de que o retorno financeiro atenderá às projeções inicialmente realizadas. O retorno financeiro do Hotel depende de inúmeros fatores, como a demanda por hospedagem na região e, mais especificamente, no próprio Hotel, a capacidade de praticar as tarifas de hospedagem pretendidas pela Operadora Hoteleira, o controle dos custos de manutenção e despesas do Hotel de forma geral, e outros fatores, inclusive alguns alheios à vontade das Ofertantes, como a conjuntura econômica do País. Alterações de quaisquer desses fatores podem impactar no Hotel e prejudicar os seus resultados operacionais. Desta forma, não há garantia de que o retorno financeiro do investimento atenderá às projeções inicialmente feitas, inclusive as constantes do Estudo de Viabilidade do Hotel disponibilizado aos Adquirentes. Inclusive, em caso de Resultado Operacional NEGATIVO ou, em sendo POSITIVO, insuficiente para compensar eventual Resultado Operacional NEGATIVO acumulado nos meses anteriores, será pago aos Adquirentes apenas o valor mínimo do Aluguel fixado no Contrato de Locação. Para mais informações sobre a remuneração dos Adquirentes, o Adquirente deve consultar a seção Remuneração dos Adquirentes com o Hotel e Despesas, na página Erro! Indicador não definido. do Prospecto Resumido. Além disso, caso o Resultado Operacional negativo e/ou o pagamento do valor mínimo do aluguel se estendam por dois anos consecutivos ou três alternados, a Operadora Hoteleira poderá rescindir o Contrato de Locação, sem multa para qualquer das partes, de forma que as atividades hoteleiras do Hotel e, consequentemente, a remuneração dos Adquirentes poderão ser interrompidas. Nesta hipótese, os Adquirentes deverão, na proporção de suas quotas condominiais, fazer frente a todas as despesas de manutenção do Bloco Hotel, com o aporte de recursos adicionais aos inicialmente investidos. É importante ressaltar que os Adquirentes correm os riscos imobiliários relacionados ao investimento, incluindo o risco de desvalorização das suas unidades para revenda (seja em decorrência de desvalorização do mercado imobiliário como um todo ou da região em que se localiza o Hotel, seja em razão de resultados insatisfatórios deste), com a consequente perda do valor investido. 2) As Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras poderão ficar vagas e não gerar quaisquer rendas decorrentes de sua utilização.

Poderá ocorrer uma baixa demanda por hospedagem no Hotel, por fatores diversos, incluindo qualquer circunstância que possa reduzir o interesse de visitantes na cidade ou região do Hotel, ou ainda, no próprio Hotel, refletindo em uma redução da taxa de ocupação e, consequentemente, da receita gerada pelo Hotel. A rentabilidade da operação hoteleira poderá sofrer oscilação relevante em caso de vacância das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras, sendo que a baixa utilização das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras, com a consequente ausência de receitas de hospedagem, poderá acarretar, inclusive, resultados negativos para o Hotel, com o impacto direto sobre a remuneração dos Adquirentes. 3) O Hotel será explorado comercialmente por terceiros e eventuais deficiências na operação hoteleira poderão afetar os resultados do Hotel. O Hotel será explorado comercialmente pela Operadora Hoteleira, empresa especializada na administração de hotéis. Embora os Condôminos possam se valer de ferramentas contratuais e legais que lhes permitam fiscalizá-la ou exigir o cumprimento de suas obrigações, não é possível assegurar que ela prestará seus serviços de modo plenamente satisfatório. Eventuais deficiências na oferta de serviços hoteleiros, assim como a depreciação do Hotel, em função da não realização das melhorias, reformas e atualizações necessárias, ou riscos de imagem relacionados à desvalorização da marca poderão impactar na operação e prejudicar os resultados do Hotel, com efeitos negativos diretos sobre a remuneração dos Adquirentes. 4) Há risco de condenações em dinheiro em valor significativo em processos judiciais ou administrativos decorrentes da construção do Hotel e da exploração de sua atividade hoteleira. Eventuais processos judiciais e administrativos envolvendo reivindicações monetárias significativas, inclusive processos cíveis, trabalhistas, previdenciários, tributários, ambientais, ações civis públicas, ações populares, e outros, movidos contra o Empreendimento e o Hotel, inclusive decorrentes da sua construção pela Construtora ou da exploração da atividade hoteleira pela Operadora Hoteleira, poderão ter um considerável efeito negativo sobre o Resultado Operacional do Hotel e, consequentemente, a remuneração dos Adquirentes. Há possibilidade, ainda, de os Adquirentes, na qualidade de proprietários das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras e Condôminos, virem a ser responsabilizados, solidária ou subsidiariamente, em juízo, em decorrência destas demandas judiciais ou administrativas. 5) O surgimento de novos concorrentes e/ou o fortalecimento dos concorrentes já existentes pode alterar a dinâmica do mercado. O setor hoteleiro no Brasil é competitivo e a consolidação e profissionalização do setor podem levar ao surgimento de concorrentes mais preparados, o que poderá prejudicar a situação financeira e os resultados operacionais do Hotel. Deste modo, deve ser levada em conta a possibilidade de que novos concorrentes passem a oferecer produto equivalente ao Hotel e/ou que os concorrentes atuais fortaleçam-se no mercado, gerando vacância de Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras ou forçando os preços de estadia para valores mais baixos do que os pretendidos pela Operadora Hoteleira, prejudicando, pois, os resultados do Hotel e, como consequência, a remuneração dos Adquirentes. 6) Poderá haver atrasos ou imprevistos na execução das obras do Empreendimento. Poderá haver atrasos ou imprevistos durante a construção do Empreendimento, sendo que o prazo estimado para a conclusão das obras civis, com a expedição do Habite-se, poderá se estender além do prazo de tolerância de 180 dias, por motivos de caso fortuito ou força maior, desde que alegados e comprovados pela Incorporadora, tais como greves parciais ou gerais da indústria da construção civil ou de setores que a afetem diretamente; suspensão ou falta de transportes; falta de materiais na praça; chuvas prolongadas que impeçam ou dificultem etapas importantes da obra; eventuais embargos da obra, provocados pelos proprietários dos terrenos vizinhos, não resultantes da incúria ou erro técnico da Incorporadora; demora na execução dos serviços que são próprios das

empresas concessionárias; demora dos poderes públicos na concessão do "Habite-se" definitivo, por razões independentes dos serviços de responsabilidade da Incorporadora; problemas consequentes da eventual demora na execução das fundações e no escoramento de prédios vizinhos; falta ou racionamento de água, energia elétrica ou combustível; guerras, revoluções, epidemias ou quaisquer calamidades públicas que impeçam ou reduzam o andamento ou ritmo da obra; embargos das obras por terceiros ou pelos poderes públicos; exigência dos poderes públicos decorrentes de legislação superveniente que retardem direta ou indiretamente a execução dos serviços, falta de materiais essenciais, paralisação dos meios de transportes e falta de combustível, deficiência no fornecimento dos serviços públicos, bem como os resultantes de embargos judiciais das obras, ou ainda, por culpa exclusiva dos Adquirentes, causas essas que impõem prorrogação no prazo de entrega das unidades por tantos dias quantos forem os de retardamento por tais eventos. O atraso na entrega das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras poderá ter, como consequência, efeitos negativos diretos sobre a rentabilidade esperada dos Adquirentes. 7) A Incorporadora contratou financiamento para a construção do Empreendimento, constituindo hipoteca e cessão de recebíveis em garantia. A Incorporadora contratou com instituição financeira de primeira linha financiamento para construção do Empreendimento, tendo-lhe outorgado, como garantia, hipoteca sobre o terreno, as frações ideais, as Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras, as acessões e benfeitorias que a elas aderirão, bem como cessão fiduciária dos recebíveis decorrentes das parcelas do preço de venda das unidades. O eventual inadimplemento, pela Incorporadora, do referido contrato de financiamento poderá gerar atrasos nas obras e prejuízos para os Adquirentes, incluindo, mas não se limitando, na hipótese de excussão das garantias pelo agente financeiro. 8) Poderá haver alterações físicas e de montagem, equipagem e decoração nas Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras. Em razão das atividades que serão desenvolvidas no Hotel, parte das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras (i) será destinada ao uso de portadores de necessidades especiais; (ii) poderá ser interligada com outras; e (iii) poderá ser subdividida pela Operadora Hoteleira para ser utilizada operacionalmente como duas Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras. Consequentemente, as Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras em questão sofrerão alterações físicas e de montagem, equipagem e decoração necessárias ao atendimento de disposição legal e operacional, não cabendo aos Adquirentes destas unidades o direito de reclamação, indenização, retenção ou compensação a que tempo e título forem. 9) Poderá haver conflito de interesse na contratação de serviços com parte relacionada e/ou na contratação da empresa responsável pela elaboração do Estudo de Viabilidade do Hotel como mandatária dos Condôminos. Conforme previsto na Promessa de Compra e Venda, para a prestação de serviços relacionados à aquisição de bens e equipamentos para decoração, montagem e equipagem do Hotel, foi contratada a Implantadora, empresa pertencente ao Grupo SETIN especializada na prestação destes serviços. A Implantadora será responsável por assegurar a montagem do Hotel em estrito acordo com as especificidades exigidas pela Operadora Hoteleira, mediante remuneração correspondente a 15 % sobre os valores incorridos para as aquisições dos bens e equipamentos, mesmo percentual cobrado pela Implantadora de adquirentes de unidades hoteleiras ofertadas por incorporadoras não relacionadas ao Grupo SETIN. A contratação de parte relacionada à Incorporadora para a prestação destes serviços poderá representar um conflito de interesses. Além disso, foi contratada para realizar a gestão do ativo, na qualidade de mandatária dos Condôminos, a mesma empresa que elaborou o Estudo de Viabilidade do Hotel, havendo o risco, pelo menos teórico, de se caracterizar um conflito de interesses na prestação do serviço aos Condôminos. Para mais detalhes sobre esta contratação e o entendimento das Ofertantes e da Mandatária com

relação ao tema, o Adquirente deve consultar o item Características Principais do Empreendimento Estudo de Viabilidade do Hotel, página Erro! Indicador não definido. do Prospecto Resumido. 10) O Hotel pode ser prejudicado por mudanças no mercado hoteleiro brasileiro. Embora o mercado hoteleiro brasileiro venha se expandindo ao longo dos últimos anos, não é possível garantir que essa tendência de crescimento continuará a existir. Alterações das condições econômicas e sociais do País poderão impactar o mercado hoteleiro brasileiro como um todo, prejudicando também o Hotel. 11) Os setores imobiliário e hoteleiro são extensamente regulados, e eventuais mudanças nessa regulação podem influenciar os resultados do Hotel. As atividades dos setores imobiliário e hoteleiro estão sujeitas a uma extensa regulação. A Operadora Hoteleira se empenhará em manter a observância das leis, regulamentos e demais atos normativos pertinentes à operação hoteleira, mas, caso isso não seja possível, estará sujeita à aplicação de sanções previstas em tais atos normativos, o que pode afetar negativamente o Hotel. Adicionalmente, não é possível garantir: (i) que novas normas não serão aprovadas ou, se aprovadas, não serão aplicáveis ao Hotel; ou (ii) que não ocorrerão alterações ou interpretações mais rígidas das leis e regulamentos existentes. A ocorrência de qualquer dos referidos eventos poderá exigir que o Hotel utilize fundos adicionais para cumprir as exigências decorrentes de interpretações ou de novas normas, tornando a sua operação mais custosa. Todos esses fatores podem afetar os custos do Hotel e limitar o seu retorno financeiro. 12) O valor de mercado dos imóveis no Brasil ou na região do Empreendimento pode sofrer redução, o que levará a uma consequente desvalorização do Empreendimento e das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras. O valor de mercado dos imóveis no Brasil, de forma geral, ou especificamente na região do Empreendimento pode, em razão de circunstâncias variadas, oscilar. Caso ocorra uma desvalorização imobiliária, o valor de mercado do terreno em que será realizado o Empreendimento (incluindo o Hotel) também poderá ser impactado, afetando-se valor de mercado das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras e do Empreendimento como um todo. 13) O Hotel poderá não dispor de seguro para se proteger contra perdas substanciais, o que pode afetar adversamente os seus resultados. Nos termos do Contrato de Locação, a Incorporadora, a partir da data de assinatura do Contrato de Locação e até o início da Fase Operacional, deve contratar, às suas expensas, seguro de (i) riscos de engenharia, compreendendo a cobertura contra danos físicos decorrentes de acidentes de qualquer natureza ocorridos no local de risco ou canteiro de obras, causados aos bens segurados, com valor de cobertura equivalente ao valor total da obra; e (ii) responsabilidade civil em obras civis, incluindo responsabilidade civil cruzada, com valor de cobertura adequado ao potencial de danos que a obra poderá causar. Por sua vez, a Operadora Hoteleira deverá, ao início da Fase Operacional, incluir o Hotel nas apólices de seguros contratadas por ela, anualmente, para os empreendimentos que opera sob suas marcas, com cobertura de danos ao prédio, suas instalações, móveis, máquinas, utensílios e equipamentos, responsabilidade civil em operações hoteleiras (compreendendo a cobertura para reclamações por danos materiais ou corporais causados a terceiros, decorrentes da operação do Hotel), transfer e lucros cessantes (lucro líquido e despesas fixas). Os custos dos seguros contratados pela Operadora Hoteleira serão considerados despesas operacionais do Hotel, nos termos do Contrato de Locação. A Incorporadora e a Operadora Hoteleira não podem garantir que suas coberturas estarão sempre disponíveis ou serão sempre suficientes para cobrir eventuais danos decorrentes de tais sinistros e nem podem garantir que, quando do vencimento de suas atuais apólices de seguro,

conseguirão renová-las em termos suficientes e favoráveis. Adicionalmente, existem determinados riscos que poderão não estar cobertos por suas apólices, tais como, guerra, caso fortuito, força maior ou a interrupção de certas atividades. Ressalta-se que sinistros não cobertos pelas apólices da Incorporadora ou da Operadora Hoteleira, ou a impossibilidade de renovação de apólices de seguro, podem afetar adversamente os negócios ou a condição financeira do Hotel. 14) Em caso de inadimplemento no pagamento das parcelas, a Promessa de Compra e Venda poderá ser rescindida, com a imposição de multa penal não compensatória de rescisão em valor elevado, além de outras retenções. A Promessa de Compra e Venda, celebrada em caráter irrevogável e irretratável, poderá ser resolvida pela Incorporadora em razão do inadimplemento do Adquirente. Nesta hipótese, parte dos valores já pagos será restituída aos Adquirentes, sendo o percentual equivalente a 30% retido pela Incorporadora a título de multa penal não compensatória, sem prejuízo dos demais valores que poderão ser retidos, conforme previsto contratualmente. Para mais informações sobre os valores que serão retidos em caso de inadimplemento no pagamento das parcelas, o Adquirente deve consultar a seção Contratos do Hotel Promessa de Compra e Venda, na página Erro! Indicador não definido. do Prospecto Resumido. 15) A Incorporadora ou terceiro podem vir a exercer influência significativa nas assembleias de condomínio, caso venham a manter, em sua propriedade, quantidade relevante de Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras do Empreendimento. A Incorporadora é, na data do Prospecto Resumido, ou poderá se tornar, nas hipóteses de devolução em razão do inadimplemento do adquirente e distrato, proprietária de até 185 Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras, correspondentes a 51,4% do total das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras do Empreendimento. Da mesma forma, os permutantes receberam, como parte do pagamento pelo terreno, direitos aquisitivos sobre 70 Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras, correspondentes a 19,45% do total das Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras do Empreendimento. Enquanto mantiverem tais Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras, a Incorporadora e/ou os permutantes poderão ter parcela relevante de votos em deliberações assembleares, o que pode ensejar eventual conflito de interesses em matérias que sejam de interesse da Incorporadora ou dos permutantes, conforme o caso. A Operadora Hoteleira não é proprietária, direta ou indiretamente, de Unidades Autônomas Imobiliárias Hoteleiras do Empreendimento. 16) O Estudo de Viabilidade do Hotel e este Prospecto Resumido serão atualizados anualmente, podendo haver informações importantes que, no período intermediário, não serão disponibilizadas. Em atendimento ao disposto na Deliberação CVM 734, o Estudo de Viabilidade do Hotel e o Prospecto Resumido serão atualizados anualmente, enquanto a Oferta estiver em curso. Não obstante, não é possível garantir que, entre uma atualização e outra, no momento de sua consulta pelos Adquirentes: (i) as informações constantes destes documentos estarão plenamente atualizadas, ou (ii) não haverá informações relevantes que ainda não estarão refletidas nestes documentos. Adicionalmente, em função da ausência de empreendimentos em operação no mercado efetivamente comparáveis com o Hotel, o Estudo de Viabilidade do Hotel pode não ter considerado elementos relevantes relacionados à operação desse Hotel, que poderão impactar sua viabilidade econômica. 17) A taxa interna de retorno do investimento pode ser muito inferior à projetada no Estudo de Viabilidade do Hotel, em caso de aquisição financiada da Unidade Autônoma Imobiliária Hoteleira. No caso de aquisição financiada da Unidade Autônoma Imobiliária Hoteleira, a taxa interna de retorno do investimento pode ser muito inferior às projetadas no Estudo de Viabilidade do Hotel, uma vez que o saldo devedor, após a entrega das chaves, é corrigido pela variação do IGPM mais 12% (doze por cento) ao ano, o que representa um custo financeiro muito superior às taxas internas de retorno projetadas no Estudo de Viabilidade do Hotel, assumindo desembolso do preço à vista no ano imediatamente anterior ao início dos recebimentos do fluxo de caixa operacional. Ressalta-se, por

oportuno, que as taxas internas de retorno do investimento projetadas no Estudo de Viabilidade não consideram a inflação.