DISCIPLINA: GCS 104 1ª AULA PRÁTICA DECLIVIDADE DE TERRENOS

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Transcrição:

DISCIPLINA: GCS 104 1ª AULA PRÁTICA DECLIVIDADE DE TERRENOS Professor Geraldo C. de Oliveira Professor Jose M. de Lima II SEMESTRE/2011

N PRÁTICA 1ª Apresentação do conteúdo prático de Conservação do Solo e da Água. Determinação da declividade, apresentação de equipamentos, importância da determinação e exercícios em sala de aula 2ª Determinação da declividade prática de campo 3ª Práticas mecânicas de controle da erosão: terraceamento espaçamento entre terraços 4ª Locação de terraços em nível e em gradiente simulação em sala de aula 5ª Locação de terraços em nível e em gradiente prática de campo 6ª Estimativa do volume de enxurrada e dimensionamento de canais de terraços em nível. Conservação de estradas rurais. 7ª Estimativa do volume de enxurrada e dimensionamento de canais de terraços em gradiente 8ª Classificação de Terras no Sistema de Capacidade de Uso - exercícios

http://www.dcs.ufla.br/site/ Materiais para a

Agenda a 1 ª Aula Introdução Classificação de relevo e relação com erosão Determinação da Declividade de glebas de terras Princípios Aparelhos utilizados Exercícios Discussão sobre tema atual que depende do conhecimento adquirido

CLASSIFICAÇAO DE RELEVO RELEVO DECLIVIDADE % PLANO 0 3 SUAVE ONDULADO 3 8 ONDULADO 8 20 FORTE ONDULADO 20-45 MONTANHOSO 45 75 ESCARPADO > 75 OBS - procurar na internet imagens que relacionam declividade, relevo, classe de solo, manejo de solo e erosão. Fonte EMBRAPA SISTEMA BRASILEIR0 DE CLASSIFICAÇAO DE SOLOS, PAG. 307.

DECLIVIDADE DO TERRENO EH D = EV/EH a EV D (%) = (EV/EH) * 100 tan a = EV/EH D (%) = tan a * 100

Equipamentos utilizados na determinação da declividade

1,8 a 2 m Níveis tipo pé-de-galinha 4 m Nível de borracha 10 a 20 m CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 2

EV 1 EV 2 EV = EV 1 + EV 2 + EV 3 + EV 4 EV 3 EV 4 EV = L 1 L 2 L 1 L 2 EH CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 3

Aparelhos para Determinação da Declividade Clinômetro tipo Abney Clinômetro tipo Bússola Nível Ótico CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 4 Nível Laser

altura do olho do observador D = 7% D = 4 60 0 60 20 15 10 5 0 CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 5

SS SM SI d a c b h D A B C S D/d = S/h D = S d/h d/h = K = 100 S = SS-SI D = (SS - SI) 100 S M I S MI CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 6

Exercícios sobre Determinação da Declividade 1 - Calcular a declividade de um terreno para 6 leituras com nível pé-de-galinha, com as leituras de EV (parciais) 35, 32, 26, 28, 29 e 31 cm, sendo o comprimento do pe- de-galinha igual a 3 metros. 2 - Calcular a declividade de um terreno onde as leituras inferior e superior do nível ótico foram 50 e 60 cm (para o ponto 1) e 250 e 374 cm ( para o ponto 2), com o aparelho entre os dois pontos de leitura. 3 - Transformar a inclinação de 25 graus em % de declive. 4 - A declividade avaliada com nível de borracha foi de 8%. Sendo o nível de borracha de comprimento igual a 12 metros, qual é a diferença de nível entre um ponto e outro no terreno. CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 7

Tema atual relacionado com os conhecimentos adquiridos

LEGISLAÇAO Código Florestal Brasileiro: áreas em topos de morros ou com inclinação acima dos 45º devem ser preservadas. Os dispositivos da Resolução que tratam de APP de 'topo de morro' e 'linha de cumeada' são: Art. 2 Para os efeitos desta Resolução, são adotadas as seguintes definições: [...] IV - morro: elevação do terreno com cota do topo em relação a base entre cinqüenta e trezentos metros e encostas com declividade superior a trinta por cento (aproximadamente dezessete graus) na linha de maior declividade; V - montanha: elevação do terreno com cota em relação a base superior a trezentos metros; Boa discussao www.cartilhaflorestal.com.br

Art. 3 Constitui Área de Preservação Permanente a área situada: [...] V - no topo de morros e montanhas, em áreas delimitadas a partir da curva de nível correspondente a dois terços da altura mínima da elevação em relação a base; VI - nas linhas de cumeada, em área delimitada a partir da curva de nível correspondente a dois terços da altura, em relação à base, do pico mais baixo da cumeada, fixando-se a curva de nível para cada segmento da linha de cumeada equivalente a mil metros;

http://www.ambiente.sp.gov.br/wp/pactodasaguas/files/2011/05/aula_2_leis_protecao.pdf

FONTE: SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DE SP http://www.sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam2/repositorio/222/documentos/200 6_Agua%20e%20Floresta/20063_DelimitacaoAPP.pdf

Como calcular declividade do terreno usando mapa planialtimetrico OBS - Informações detalhadas em sala de aula pratica

Fonte - http://www.dcs.ufla.br/site/