Alterações Músculo- esqueléticas
Sistema Neurológico Alteração no tempo de reação e equilíbrio. A instabilidade articular. Alteração da visão Sensibilidade da córnea. c Aumento ou diminuição dos sentidos do paladar e olfato. Alteração nos processos emocionais e cognitivos.
Aumento de ÚTERO Sistema Reprodutor - 5 a 6 vezes o tamanho - 3000 a 4000 vezes a capacidade 20 vezes em peso 10 vezes o comprimento da célula DESLOCAMENTO DE ÓRGÃOS Desloca os intestinos Contato direto com a parede abdominal
SISTEMA RESPIRATÓRIO RIO Ângulo subesternal - de 68 graus no primeiro trimestre para 103 graus no terceiro trimestre. - Ocorre, portanto, um aumento de 5 a 7 cm da circunferência. do tórax. t Elevação do diafragma de até 4cm.
RETO ABDOMINAL Na evolução da gravidez o reto abdominal se alonga até 115% e alarga-se. Afastamento da linha alba durante 3 o trimestre: - normal de 2-4cm de largura e 2-5cm de comprimento, - pode aumentar e tornar-se diástase. Força completa do músculo para flexão está prejudicada até 24 semanas pós-parto.
SISTEMA ENDÓCRINO RELAXINA Suas concentrações são durante e ao final do primeiro trimestre e então no segundo trimestre, permanecendo estável por todo o restante da gravidez e parto.
ALTERAÇÕES POSTURAIS DURANTE A GESTAÇÃO Ganho de peso Aumento do volume de sangue Crescimento ventral do feto Determinam modificações na postura, equilíbrio e locomoção. Centro de gravidade não cai mais entre os pés. Precisa se inclinar para trás para ter equilíbrio.
LORDOSE LOMBAR NA GESTANTE Mecanismo de compensação postural mais relatado na literatura e na clínica ROTAÇÃO DA PELVE SOBRE O FEMUR O O sacro é que se move nos ílios e a pelve num todo não pende para frente para produzir a lordose lombar. A A inclinação pélvica p pode continuar a mesma.
MODIFICAÇÕES POSTURAIS Redução da pressão da parte anterior do pé pressão na região posterior Andar gingado MUDANÇAS AS NO PÉP DA GESTANTE??
- aumento da base de suporte - aumento do tempo de duplo apoio da marcha - diminuição do tempo de apoio simples - diminuição da cadência MARCHA
Síndromes Dolorosas durante a Gestação 1. Dor lombar Dor pélvica posterior 2. Dor púbica diástase 3. Dor no joelho condromalacia patelar 4. Síndromes de compressão nervosa - túnel do carpo - túnel do tarso
DOR LOMBAR Estimulada quando se faz a flexão do tronco Causa diminuição da AM Dor à palpação da musculatura paravertebral lombar Característica - dor inicia entre terceiro e sexto mês, do tipo pontada, intensidade moderada que se apresenta principalmente entre os períodos da tarde e noite.
DOR PÉLVICA POSTERIOR Lombalgia específica do período gestacional, parto e primeiros meses pós-parto. Dor de caráter intermitente, comum irradiar-se para os glúteos e membros inferiores e o carregamento de peso pode desencadeá-la. Irritação provocada pela movimentação articular sacro-ilíaca e sínfise púbica (geralmente ocorre em associação com a dor pélvica posterior.
CAUSAS Aumento da lordose lombar? Alterações biomecânicas Sobrecarga de peso sobre a pelve instável. FATOTES DE RISCO Mulheres acometidas de DL anterior à gestação; Prevalência aumenta com a idade materna; Baixo nível sócio-econômico Fatores ocupacionais
Dor Púbica Dor na sínfise s púbica. p Denominada dor púbica p ou sinfisite.. QUEIXAS: dor e/ou sensibilidade sobre a sínfise. s Geralmente ocorre em associação com a dor pélvica posterior Ocorre principalmente nos últimos estágios da gravidez resultado de uma irritação provocada pelo aumento da movimentação da articulação.
Dor PúbicaP Diástase da sínfise s pubiana A largura da sínfise s púbica p aumenta 4 a 9 mm. As vezes a articulação se separa completamente. Dor temporária, ria, às s vezes incapacitante Pode irradiar para baixo medialmente na coxa. Abdução do quadril causam dor.
CONDROMALACIA PATELAR Ocasionada devido a maior lassidão ligamentar, uma pelve mais larga e torção femural. Alterações posturais Ângulo Q QUEIXAS Dor na frente do joelho Dores atrás ou ao redor da patela. Aumenta se ficar muito tempo sentada (joelho forçado em flexão) ou atividade de extensão do joelho Subir escadas e agachar.
SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO Clinicamente reconhecida como a diminuição da função nervosa sensorial e às vezes motora da mão. Causada pela compressão do nervo mediano ao passar pelo estrito túnel cárpico sob o retínaculo dos flexores no punho. Parece estar ligada com o edema generalizado ou local. QUEIXAS Parestesia Dor Dificuldade em segura objetos Dificuldade em realizar movimentos finos
SÍNDROME DO TÚNEL DO TARSO O edema do tornozelo comprime o nervo tibial posterior ao passar por detrás do maléolo medial. Leva a parestesia da planta do pé e artelhos. TRATAMENTO PARA AS SÍNDROMES DE COMPRESSÃO Movimentos lentos Bolsas de gelo Elevação dos segmentos para cima
TRATAMENTO PARA AS SÍNDROMES DE COMPRESSÃO Movimentos lentos Bolsas de gelo Elevação dos segmentos para cima Polden & Mantle (1997)