Índice 1.Características Gerais... 2 2.Seleção do Tamanho do Acoplamento... 2 2.1- Dimensionamento dos acoplamentos Henflex HXP para regime de funcionamento contínuo... 2 2.2 Seleção do Acoplamento... 3 3.Tabelas de Dados dos Acoplamentos Henflex HXP... 5 4.Ajuste recomendado para furos dada a tolerância do eixo... 8 5.Chaveta Paralela... 8 6.Acoplamento elástico-material, características físicas e aplicação... 10 7-Instalação e Montagem... 12 7.1-Procedimento de montagem do acoplamento para os tamanhos 4 a 14... 12 7.2-Procedimento de montagem do acoplamento para o tamanho 16... 13 7.3-Procedimento de montagem do acoplamento para os tamanhos 18 a 20... 14 7.4-Procedimento de montagem do acoplamento para os tamanhos 22 a 79... 15 8-Alinhamento... 16 9-Torques recomendados para Parafusos... 18 10-Balanceamento segundo a NBR 8008... 18 11-Manutenção... 18 Indústria Metalúrgica Ltda. - 1 -
O acoplamento Henflex HXP é um acoplamento dotado de elementos flexíveis que o tornam torcionalmente elástico. Devido a isso ele pode ter uma vasta gama de aplicações que requerem transmissão confiável de torque. Os elementos elásticos, que são montados axialmente, permitem que o acoplamento trabalhe com desalinhamentos radiais, axiais e angulares. Os elementos elásticos permitem também absorção de choques e vibrações provenientes da máquina acionada ou da acionadora. Cubos Pino Figura 1- Aspecto Geral Os pinos são dimensionados de modo a suportar várias vezes a carga de cisalhamento 1.Características Gerais Elemento Elástico originária do máximo choque permissível, o que permite grande confiabilidade de aplicação. Por suas características construtivas, o acoplamento Henflex HXP pode ser empregado em ambos sentidos de rotação e, devido à sua robustez pode, inclusive trabalhar sujeito a reversões de rotação, sem prejudicar seu bom funcionamento. Os acoplamentos Henflex HXP requerem baixa manutenção, pois não necessitam de lubrificação. Se forem seguidas as recomendações de montagem quanto ao alinhamento, os elementos elásticos terão longa vida útil, pois eles são sujeitos somente à compressão quando em trabalho. A linha HXP oferece vários tamanhos de acoplamentos, que cobrem torques de trabalho de 200 a 1.300.000 Nm e eixos de até Ø600 mm. Devido à criteriosa seleção de materiais, os acoplamentos Henflex HXP podem trabalhar em aplicações tanto de alta quanto de baixa rotação. Neste catálogo será apresentada apenas a forma construtiva básica. Para aplicações especiais consulte nosso Departamento de Engenharia de Aplicação. 2.Seleção do Tamanho do Acoplamento 2.1- Dimensionamento dos acoplamentos Henflex HXP para regime de funcionamento contínuo Primeiramente deve-se obter o torque de operação ( T o ) que é dado por: T C P = n o m Onde: T 0 = Torque de operação do sistema [Nm]; P = Potência de entrada [kw ou Cv]; n m = Velocidade de rotação [rpm]; C : C = 9550 para Potência em kw; C = 7030 para Potência em Cv. A partir do torque de operação, obtém-se o torque nominal do acoplamento ( na ), que é dado por: T na To f 1 Onde: T na = Torque nominal do acoplamento; f 1= Fator de serviço (consulte a Tabela 1). Indústria Metalúrgica Ltda. - 2 - T
Obs.: Os acoplamentos são dimensionados para suportar partidas ou frenagens a um máximo torque de três vezes o torque nominal do acoplamento e essa operação pode ser repetida até 25 vezes/hora. Portanto, para efeito de seleção quando o acoplamento estiver susceptível a cargas que envolvam choques deve ser considerada a seguinte relação: T na max = 3 T na T s Onde: T namax = Máximo Torque nominal do acoplamento. T s = Máximo torque de impacto do sistema. Na seleção do acoplamento, além do que já foi exposto, deve-se considerar ainda as dimensões das pontas de eixo das máquinas acionadas, acionadoras e também a velocidade de rotação permissível do acoplamento. B.1- Fator de Serviço O fator de serviço é um número obtido empiricamente que leva em consideração os regimes de funcionamento das máquinas acionadoras e acionadas. A Tabela 1 indica em que regime de serviço a máquina acionada se enquadra e o fator de serviço em função do tipo de acionamento. Para 2.2 Seleção do Acoplamento efeito de simplificação dividimos os regimes de serviço em três: 1. Regime de serviço com carga uniforme; 2. Com choques médios; 3. Com choques fortes; B.2- Condições de Aplicação O mecanismo de seleção apresentado é válido para temperatura ambiente entre -30ºC e 80ºC, montagem e alinhamento conforme o manual e até 25 partidas/hora. Para aplicações mais severas ou qualquer dúvida consulte nosso Departamento de Engenharia de Aplicação. Indústria Metalúrgica Ltda. - 3 -
Fatores de Serviço para operação diária de até 24 horas Tipo de Carga * Carga Uniforme -Ventiladores P/n=0,1; -Bombas centrífugas (baixa viscosidade); -Bombas de parafuso Choques Médios -Exaustores e Ventiladores P/n>0,1; -Transportador de Correia e Corrente; -Elevadores de Canecas; -Guinchos; -Agitadores, Centrífugas e Misturadores; -Betoneiras; -Máquinas Lavadeiras; -Máquinas para madeiras; -Calandras, Extrusoras e Misturadores de Plásticos; -Máquinas Ferramenta Rotativas; -Dobradeiras de Chapas; -Hélices Marítimas; -Fornos e Cilindros Rotativos. Choques Fortes -Geradores e Transformadores; -Bombas de Pistão; -Moinhos em geral; -Britadores; -Tambores e Moinhos Rotativos; -Máquinas para papel e celulose; -Pontes Rolantes; -Rodas de Caçamba; -Prensas, Marteletes e Tesouras; -Laminadoras e Extrusoras de metais; -Misturadores e Extrusoras de borracha; -Elevadores. Motor Elétrico Acionamento Motor a Combustão com 4 a 6 cilindros Motor a Combustão com 1 a 3 cilindros 1 1,25 1,75 1,25 1,5 2 1,75 2 2,5 Tabela 1- Fatores de Serviço f 1 *Para outros equipamentos, consulte nosso Departamento de Engenharia de Aplicação. Indústria Metalúrgica Ltda. - 4 -
3.Tabelas de Dados dos Acoplamentos Henflex HXP Ødf Øe2 i i Øe1 G ep2 ep1 Tam. Torque nominal T na [Nm] Rotação Admissível [rpm] Figura 2 - Desenho dimensional para os tamanhos 4 a 14 Diâmetros das pontas de eixo [mm] De até Dimensões Gerais [mm] Massa dos Cubos [kg] Momentos de inércia dos Cubos GD 2 [kgm 2 ] * e 1/2 e 1 e 2 df i ep 1 ep 2 G 1 2 1 2 4 200 5.000-32 38 102 45 13 12 2 ~ 4 1,00 1,00 0,003 0,004 5 350 5.000-40 48 127 50 16 15 2 ~ 4 1,50 2,00 0,010 0,013 5,5 500 4.900-45 55 142 55 16 15 2 ~ 4 2,00 2,50 0,016 0,022 6 750 4.300-50 60 160 60 20 18 2 ~ 5 3,00 5,00 0,034 0,045 7 950 3.800-60 70 180 70 20 18 2 ~ 5 4,50 5,00 0,056 0,072 8 1300 3.400-70 80 202 80 20 18 2 ~ 5 7,50 7,50 0,109 0,128 9 2.200 3.000-80 90 230 90 26 24 2 ~ 5 8,50 11,00 0,176 0,254 10 2.750 2.700 38 90 100 254 100 26 24 2 ~ 5 12,50 15,00 0,301 0,412 11 4.300 2.400 48 100 110 283 110 32 30 3 ~ 6 17,00 21,00 0,520 0,736 13 5.500 2.100 55 110 120 325 125 32 30 3 ~ 6 24,50 29,00 0,992 1,294 14 7.800 1.900 65 120 130 358 140 42 42 3 ~ 6 34,00 43,50 1,688 2,472 Tabela 2- Torques Nominais, Rotações admissíveis, dimensões, massa e momentos de inércia *Para calculo de J dividir GD2/4. Massa dos cubos e momentos de inércia referem-se a acoplamentos com furo médio. Indústria Metalúrgica Ltda. - 5 -
Figura 3- Desenho Dimensional para o Tamanho 16 Rotação Diâmetros das pontas Momentos de inércia Torque de eixo [mm] Dimensões Gerais Massa dos Cubos* Admissível de até GD 2 [kgm 2 ]* por Cubo Tam. nominal [mm] [kg] T na [Nm] [rpm] e 1 e 1 df i ep 1 G 1 1 16 12500 1700 75 140 400 160 42 3 ~ 6 52 3,273 Tabela 3- Torques Nominais, Rotações admissíveis, dimensões, massa e momentos de inércia *Para calculo de J dividir GD2/4. Massa dos cubos e momentos de inércia referem-se a acoplamentos com furo médio. i i Ødf Øe1 Øe1 ep1 ep1 G Figura 4- Desenho Dimensional para os Tamanhos 18 a 20 Tam. Rotação Diâmetros das pontas Momentos de inércia Torque Dimensões Gerais Massa dos Cubos* Admissível de até GD 2 [kgm 2 ]* de eixo [mm] por Cubo nominal [mm] [kg] T na [Nm] [rpm] e 1 e 1 d f i ep 1 G 1 1 18 18.500 1.500 85 160 455 180 52 4 ~ 7 77,50 6,544 20 25.000 1350 95 180 505 200 52 4 ~ 7 102 10,46 Tabela 4- Torques Nominais, Rotações admissíveis, dimensões, massa e momentos de inércia *Para calculo de J dividir GD2/4. Massa dos cubos e momentos de inércia referem-se a acoplamentos com furo médio. Indústria Metalúrgica Ltda. - 6 -
i i Ødf Øe1 Øe1 C C C C ep1 ep1 G Figura 5- Desenho Dimensional para os Tamanhos 22 a 79 Tam. Torque nominal T na [Nm] Rotação Admissível [rpm] 22 39.000 1.200 25 52.000 1.050 28 84.000 950 31,5 110.000 850 36 150.000 750 40 195.000 680 44 270.000 600 49 345.000 550 55 530.000 490 63 750.000 430 71 975.000 380 79 1.300.000 340 Diâmetros das pontas de eixo [mm] de até 100 >140 >180 100 >140 >180 100 >160 >200 125 >180 >220 140 >220 >260 150 >240 >280 160 >200 >250 >300 180 >230 >280 >330 200 >260 >320 >380 260 >320 >380 >440 320 >380 >440 >500 380 >440 >500 >560 Dimensões Gerais [mm] Massa dos Cubos [kg] Momentos de inércia por Cubo GD 2 [kgm 2 ] * e 1 e 1 d f I ep 1 C G 1 1 140 132 180 558 220 68 70 4 ~ 8 140 200 142 140 180 200 160 200 240 180 220 260 220 260 290 240 280 320 200 250 300 350 230 280 330 380 260 320 380 440 320 380 440 480 380 440 500 540 440 500 560 600 635 240 68 80 4 ~ 8 712 260 80 80 5 ~ 9 800 290 80 90 5 ~ 9 905 320 90 100 5 ~ 10 1010 350 90 110 5 ~ 10 1118 380 100 120 6 ~ 11 1248 420 100 130 6 ~ 11 1402 480 120 145 6 ~ 12 1604 540 120 165 6 ~ 12 1805 600 140 185 8 ~ 16 2006 660 140 200 8 ~ 16 168 177 191 240 245 260 322 328 353 440 474 496 582 625 657 763 775 842 882 983 1.000 1.077 1.141 1.469 1.494 1.609 1.692 2.068 2.109 2.261 2.328 3.063 3.111 3.333 3.413 3.970 4.030 4.300 4.370 16,236 17,720 18,440 26,596 28,292 31,404 48,80 50,64 54,80 81,80 84,68 91,84 144,44 153,28 164,76 235,52 248,68 264,20 395,4 402,4 424,8 449,2 601,6 613,2 645,2 684,0 1.126,4 1.149,6 1.213,2 1.289,6 2.030,8 2.079,2 2.175,2 2.254,8 3.821,2 3.900,8 4.112 4.240 5.840 5.976 6.324 6.468 Tabela 5- Torques Nominais, Rotações admissíveis, dimensões, massa e momentos de inércia *Para calculo de J dividir GD2/4. Massa dos cubos e momentos de inércia referem-se a acoplamentos com furo médio. Indústria Metalúrgica Ltda. - 7 -
4.Ajuste recomendado para furos dada a tolerância do eixo As tolerâncias dos furos devem ser observadas segundo a tabela abaixo de acordo com a ISO. Tolerância do eixo k6 m6 n6 k6 m6 h6 h8 Tolerância do furo H7 H7 K7 M7 N7 Tabela 6-Aplicação da tolerância ISO para furo dada tolerância do eixo parte 1. 5.Chaveta Paralela Os acoplamentos Henflex HXP são fixados com chaveta paralela de acordo com a DIN 6885 Figura 6-Chaveta de acordo com a DIN 6885/1 Indústria Metalúrgica Ltda. - 8 -
Diâmetro largura altura Chaveta paralela DIN 6885/1 Profundidade da ranhura da chaveta no eixo Profundidade ranhura da chaveta no cubo d b h d+t 2 acima de até 1) t 1 mm mm mm mm mm mm 8 10 3 3 1,8 d+ 1,4 10 12 4 4 2,5 d+ 1,8 12 17 5 5 3 d+ 2,3 17 22 6 6 3,5 d+ 2,8 22 30 8 7 4 d+ 3,3 30 38 10 8 5 d+ 3,3 38 44 12 8 5 d+ 3,3 44 50 14 9 5,5 d+ 3,8 50 58 16 10 6 d+ 4,3 58 65 18 11 7 d+ 4,4 65 75 20 12 7,5 d+ 4,9 75 85 22 14 9 d+ 5,4 85 95 25 14 9 d+ 5,4 95 110 28 16 10 d+ 6,4 110 130 32 18 11 d+ 7,4 130 150 36 20 12 d+ 8,4 150 170 40 22 13 d+ 9,4 170 200 45 25 15 d+10,4 200 230 50 28 17 d+11,4 230 260 56 32 20 d+12,4 260 290 63 32 20 d+12,4 290 330 70 36 22 d+14,4 330 380 80 40 25 d+15,4 380 440 90 45 28 d+17,4 440 500 100 50 31 d+19,4 Tabela 7- Dimensões da chaveta e rasgo de chaveta segundo a DIN 6885/1 1) A zona de tolerância para a largura b do rasgo da chaveta no cubo é a ISO JS9 ou ISO P9 para condições severas de operação. (ex. reversão sob carga) Indústria Metalúrgica Ltda. - 9 -
6.Elemento elástico- Material, características físicas e aplicação. Design material Dureza Perbunan Padrão preto 80 Shore Design especial de solicitação intervalo de temperatura de -30 ºC à +80 ºC Perbunan preto 60 Shore 1) de -30 ºC à +80 ºC Borracha natural, Preta Perbunan verde 80 Shore 80 Shore 1)Redução de torques devem ser levados em consideração. de -50 ºC à +50 ºC de -30 ºC à +80 ºC Critério de seleção mudança na velocidade de ressonância através da mudança da dureza dinâmica torcional mudança na escala permissível de temperatura para uso em baixas temperaturas Isolante elétrico Tabela 8-Características do elemento elástico. Campo de aplicação Toda aplicação de acionamento no campo da engenharia mecânica Acoplamento flexível- Partes separadas Tamanhos 4-16 Tamanhos 18-20 Tamanhos 22-79 Figura 7-Detalhe dos componentes de acoplamento Indústria Metalúrgica Ltda. - 10 -
Pino Completo Nº de ref. da peça Denominação Tamanhos 4-16 Tamanhos 18-20 Tamanhos 22-79 1 Pino X X X 3 Arruela Lisa X X X 4 Porca X 5 Arruela de pressão X X 8 Parafuso X X 9 Anél eslástico X Tabela 9-peças utilizadas nos acoplamentos Acoplamento elástico Nº de ref. da peça Denominação Tamanhos 4-16 Tamanhos 18-20 Tamanhos 22-79 2 Acoplamento elástico X X X Tabela 10-elemento elástico Tamanho do acoplamento 4 58 5,5 6 7 8 9 10 11 13 14 16 18 20 22 25 28 31,5 36 40 44 49 55 63 71 79 Nº por conjunto 8 8 10 9 10 12 11 12 11 12 10 14 12 14 12 14 14 16 16 18 18 20 20 24 22 26 Tabela 11-Quantidade de conjuntos segundo o tamanho do acoplamento. Indústria Metalúrgica Ltda. - 11 -
7-Instalação e Montagem 7.1-Procedimento de montagem do acoplamento para os tamanhos 4 a 14 Monte o pino(4) com a arruela de encosto(6) e o elemento elástico (5) (figura 8). Figura 8-Esquema de montagem do pino. Fixe os cubos (1) nos respectivos eixos (2). Aproxime os cubos, já em sua posição final, e com o relógio (3) comparador realizar o alinhamento (figura 9), conforme a tabela 12. Figura 9-Montagem dos eixos e alinhamento Introduza os pinos (4), de modo cruzado, até promover o assentamento do pino em sua parte cônica, (figura 10). Figura 10-Introdução dos pinos Fixe as porcas (7) utilizando o torque de aperto da tabela 13. Figura 11- Aperto final das porcas Indústria Metalúrgica Ltda. - 12 -
7.2-Procedimento de montagem do acoplamento para o tamanho 16 Monte o pino (4) com a arruela de encosto (6) e o elemento elástico (5) (figura 12). Figura 12-Esquema de montagem do pino Fixe os cubos (1) nos respectivos eixos (2). Aproxime os cubos, já em sua posição final, e com o relógio comparador (3) realizar o alinhamento (figura 13) de acordo com a tabela 12. Figura 13-Montagem dos eixos e alinhamentos Introduza os pinos (4), de modo cruzado, até promover o assentamento do pino em sua parte cônica, (figura 14). Figura 14-Introdução dos pinos Fixe as porcas (7) utilizando o torque de aperto da tabela 13. Figura 15-Aperto final das porcas Indústria Metalúrgica Ltda. - 13 -
7.3-Procedimento de montagem do acoplamento para os tamanhos 18 e 20 Monte o pino (4) com a arruela de encosto (6) e o elemento elástico (5) (figura 16). Figura 16- Esquema de montagem do pino Fixe os cubos (1) nos respectivos eixos (2). Aproxime os cubos, já em sua posição final, e com o relógio comparador (3) realizar o alinhamento das faces do cubo e dos eixos, como (figura 17) de acordo com a tabela 12. Figura 17-Montagem dos eixos e alinhamentos Introduza os pinos (4), de modo cruzado, até promover o assentamento do pino em sua parte cônica, (figura 18). Figura 18- Introdução dos pinos Fixe as arruelas de pressão (8) e os parafusos (11) utilizando o torque de aperto segundo a tabela 13. Figura 19-Aperto final dos parafusos Indústria Metalúrgica Ltda. - 14 -
7.4-Procedimento de montagem do acoplamento para os tamanhos 22 a 79 Figura 20-Esquema de montagem do Pino Fixe os cubos (1) nos respectivos eixos (2). Aproxime os cubos, já em sua posição final, e com o relógio comparador (3) realizar o alinhamento das faces do cubo e dos eixos, (figura 20) de acordo com a tabela 12. Monte os pinos (4) com as arruelas de pressão (8) e com os parafusos (11) de maneira cruzada (figura 21). Fixe os parafusos (11) utilizando o torque de aperto da tabela 13. Figura 21-Montagem dos eixos e alinhamento Após prender os pinos (4) monte o elemento elástico (5) com a arruela de encosto (6) e o anel elástico (12) (figura 22). Figura 22- Introdução dos pinos Figura 23- Final da montagem. Indústria Metalúrgica Ltda. - 15 -
8-Alinhamento O desalinhamento das partes pode afetar o desempenho, através de vibrações, temperatura, ruído, etc., e diminuir a vida útil dos elementos e das máquinas acionadas. O desalinhamento, tanto radial como axial das pontas de eixo, devem ser mínimos de modo a prolongar a vida dos anéis elásticos nas condições de operação. A montagem deve ser feita de acordo com as instruções e obedecer aos espaçamentos. (figuras 24 e 25; tabela 12). Figura 24- Ajuste da montagem do acoplamento S1 Durante a montagem, o encaixe entre as partes acopladas devem se ajustados para a dimensão S 1 com as tolerâncias permitidas. Possíveis desalinhamentos 1) Radial 2) Angular 3) Axial Desalinhamento radial I r. Desalinhamento angular I w ou alternativamente L 1 como a diferença medida entre as dimensões de encaixe. Figura 25- Desalinhamento possível Desalinhamento axial I a Durante operação, um desalinhamento dinâmico axial de 10 Hz é permitido. Indústria Metalúrgica Ltda. - 16 -
Os desalinhamentos radial, angular e axial permitido podem ser calculados como a s Tam. Ir perm. = L1 perm = Ia perm = 0,1+ Onde: Ajuste do afastamento durante a montagem da x 40 39,37 n n: Velocidade do acoplamento (min-1) da: Tamanho do acoplamento (in) Ir perm: Desalinhamento radial permitido (mm) L1 pem: Desalinhamento angular permitido (mm) Ia perm: Desalinhamento axial permitido (mm) espaçamento do eixo(valor arredondado), para desalinhamento radial, angular e axial permitido durante a montagem Velocidade Velocidade Velocidade Velocidade d a L1 min L1 máx 500 min -1 1000 min -1 1500 min -1 3000 min -1 in mm mm 4) Grau 5) mm 4) Grau 5) mm 4) Grau 5) mm 4) Grau 5) 4 2 4 0,35 0,20 0,25 0,14 0,20 0,11 0,15 0,08 5 2 4 0,40 0,18 0,30 1,13 0,25 0,11 0,15 0,07 5,5 2 4 0,45 0,18 0,30 1,12 0,25 0,10 0,20 0,07 6 2 5 0,45 0,17 0,35 1,12 0,25 0,10 0,20 0,07 7 2 5 0,50 0,16 0,35 0,11 0,30 0,09 0,20 0,06 8 2 5 0,50 0,15 0,40 0,11 0,30 0,09 0,20 0,06 9 2 5 0,60 0,15 0,40 0,10 0,35 0,09 0,25 0,06 10 2 5 0,65 0,14 0,45 0,10 0,35 0,08 0,25 0,06 11 3 6 0,70 0,14 0,50 0,10 0,40 0,08 0,30 0,06 13 3 6 0,75 0,13 0,55 0,09 0,45 0,08 0,30 0,06 14 3 6 0,80 0,13 0,60 0,09 0,50 0,08 0,35 0,05 16 3 6 0,90 0,13 0,65 0,09 0,50 0,07 18 4 7 1,00 0,12 0,70 0,09 0,55 0,07 20 4 7 1,10 0,12 0,75 0,09 0,60 0,07 22 4 8 1,20 0,12 0,85 0,08 0,70 0,07 25 4 8 1,30 0,12 0,90 0,08 0,75 0,07 28 5 9 1,45 0,12 1,00 0,08 0,85 0,07 31,5 5 9 1,60 0,12 1,10 0,08 36 5 10 1,80 0,11 1,30 0,08 40 5 10 2,00 0,11 1,40 0,08 44 6 11 2,20 0,11 1,50 0,08 49 6 11 2,40 0,11 55 6 12 2,70 0,11 63 6 12 3,00 0,11 71 8 16 3,40 0,11 79 8 16 3,80 0,11 Tabela 12- Tolerância de alinhamento 4) I r perm, L 1 perm, I a perm 5) I w perm Indústria Metalúrgica Ltda. - 17 -
9-Torques recomendados para Parafusos Parafuso(mm) Torque de aperto(kgf.m) M6 1,5 M8 3 M10 5 M12 9 M14 14 M16 20 M18 30 M20 35 M22 45 M24 60 M27 80 M30 110 M36 265 Tabela 13- Torque de aperto 10-Balanceamento segundo a NBR 8008 O balanceamento dos cubos dos acoplamentos Henflex HXP seguem os critérios da NBR 8008. Para n=1500 RPM ou Vmáx=30m/s, realizar balanceamento em um só plano com qualidade G16. Para n>1500 RPM ou velocidade periférica > 30m/s realizar o balanceamento em dois planos, caso seja necessário, com qualidade G6,3. Os cubos serão fornecidos balanceados se for informando a rotação de trabalho e estiver dentro da região apresentada no gráfico da figura 26. Figura 26- rotação periférica para seleção de balanceamento 11-Manutenção Checar os elementos elásticos e o equipamento a cada 2000 horas, ou nas paradas programadas. Substituir os elementos sempre que estes apresentarem deterioração, trincas ou ressecamento. Indústria Metalúrgica Ltda. - 18 -