Guia do professor. Introdução



Documentos relacionados
Desenhando perspectiva isométrica

Guia Didático do Professor

Química. Resolução das atividades complementares. Q7 Gráficos de mudança de fase

Áudio GUIA DO PROFESSOR. Idéias evolucionistas e evolução biológica

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos.

Data 23/01/2008. Guia do Professor. Introdução

Guia do Professor As Fases da Lua

Densímetro de posto de gasolina

Energia Eólica. Atividade de Aprendizagem 3. Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia / vida e ambiente

ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO E ACESSO AO CURSO

Guia do Professor Introdução

Software. GUIA DO PROFESSOR Fluxo de energia. Duração da Animação/simulação: 1 hora-aula

UTILIZANDO O BARCO POP POP COMO UM EXPERIMENTO PROBLEMATIZADOR PARA O ENSINO DE FÍSICA

Gráficos estatísticos: histograma. Série Software ferramenta

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA

INTEGRAÇÃO E MOVIMENTO- INICIAÇÃO CIENTÍFICA E.E. JOÃO XXIII SALA 15 - Sessão 2

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Medição tridimensional

Utilização do Software de Simulações PhET como estratégia didática para o ensino dos conceitos de soluções

(index.html) UTILIZAÇÃO DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA A SUPERAÇÃO DE OBSTÁCULOS EPISTEMOLÓGICOS.

PIBID - FÍSICA. Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Relatório Semestral. Fabiane de Carvalho Milagres Pereira.

Calculando RPM. O s conjuntos formados por polias e correias

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

Guia do Professor. Fazer o estudante perceber a semelhança gráfica e pronúncia das palavras e seus significados diferenciados.

08/05/2009. Cursos Superiores de. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Disciplina: PIP - Projeto Integrador de Pesquisa. Objetivos gerais e específicos

Escola Secundária José Saramago Mafra. Cursos Profissionais. Guião para os Professores

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de

ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA.

2.ª Chamada de Gestão da Informação

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ANÁLISE DAS CARACTERÍSTICAS DOS SITES QUE DISPONIBILIZAM OBJETOS DE APRENDIZAGEM DE ESTATÍSTICA PARA O ENSINO MÉDIO 1

Guia do Professor. Festa de Aniversário: Primeiros Passos na Matemática

A presente seção apresenta e especifica as hipótese que se buscou testar com o experimento. A seção 5 vai detalhar o desenho do experimento.

MiniLabEletroMag-RA. Raryel C. Souza, Claudio Kirner. DMC Depto. de Matemática e Computação. UNIFEI Universidade Federal de Itajubá

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Departamento de Patologia Básica Pós-Graduação em Microbiologia, Parasitologia e Patologia

Guia do Professor Introdução

Plano de aula. 5. Metodologia: Aula expositiva dialógica orientada pela interação: alunos professor conhecimento.

BSI Letramento Digital Prof. André Di Thommazo. Organização pessoal

O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica

Departamento de Química Inorgânica 2. SOLUÇÕES

A INFORMÁTICA E O ENSINO DA MATEMÁTICA

Aula 9 EXCEL. Patrícia Soares de Lima. META Discutir a importância da utilização do Excel no preenchimento de planilhas.

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PRÁTICA 12: VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS

Manual de Instalação SIM/SINASC

Atividade Proporcionalidade (vídeo)

DGAJ/DF. Curso em E-learning

PESQUISA EM INFORMÁTICA -ESTILOS DE PESQUISA EM COMPUTAÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição.

Guia: como instalar o Ubuntu Linux

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I

Software. GUIA DO PROFESSOR Qual é a palavra? Genética humana e saúde

REGISTRO DE PROJETOS

Aula 1: Demonstrações e atividades experimentais tradicionais e inovadoras

Desenhando padrões no plano. Série Software ferramenta

Estudo das Propriedades Físico Mecânicas do Papel a ser submetido ao 4º EETCG- Encontro de Engenharia e Tecnologia dos Campos Gerais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo PLANO DE CURSO. Área Profissional: Saúde

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)


MANUAL DO ALUNO DO CURSO DE INGLÊS EF

Themis Serviços On Line - Publicações

Guia do professor. Introdução

EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO

2 METODOLOGIA DA PESQUISA

DICAS PARA UM ESTUDO EFICAZ

Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas

Regulação Bimestral do Processo Ensino Aprendizagem 3º bimestre Ano: 2º ano Ensino Médio Data:

Tópicos Avançados em Banco de Dados Gerenciamento de Transações em Banco de Dados. Prof. Hugo Souza

GUIA DO COORDENADOR DE PROJETOS

Cotagem de elementos

PRINCÍPIOS DE INFORMÁTICA PRÁTICA OBJETIVO 2. BASE TEÓRICA. 2.1 Definição de Planilha Eletrônica

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução

1. REGISTRO DE PROJETOS

LISTA DE INTERVALO DE CONFIANÇA E TESTE DE HIPÓTESES

Boletim Eletrônico de Recolhimento Manual do Sistema. Boletim Eletrônico de Recolhimento. Manual do Sistema

PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Bacharelado em Sistemas de Informação Trabalho de Diplomação

Librix. A LIBERDADE DO LINUX COM A QUALIDADE ITAUTEC Guia de referência

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 04. Física Geral e Experimental III 2012/1

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

COM O BROFFICE IMPRESS

Plano de Aula de Matemática. Competência 3: Aplicar os conhecimentos, adquiridos, adequando-os à sua realidade.

ATIVIDADES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS NO LABORATÓRIO

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

Planejamento Semanal

Gasolina ou Álcool. Série Matemática na Escola

Roteiro para Elaboração de Relatório de Aulas Práticas, Visitas técnicas e Trabalhos Acadêmicos

Capítulo 1 APRESENTAÇÃO DO PACON Introdução

PREPRAÇÃO DE SORO CASEIRO: UMA SITUAÇÃO PROBLEMA NA CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE SOLUÇÕES QUÍMICAS

Tarcia Paulino da Silva Universidade Estadual da Paraíba Roseane Albuquerque Ribeiro Universidade Estadual da Paraíba

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1

Aula 9 ESCALA GRÁFICA. Antônio Carlos Campos

De repente sua bateria LiPO fica grávida. O que fazer?

3 Método 3.1. Entrevistas iniciais

Primeiros passos das Planilhas de Obra v2.6

Transcrição:

Guia do professor Introdução Um dos objetivos comuns ao ensino de química e de física é a caracterização da matéria a partir de suas propriedades. Uma substância pode ser definida como uma porção de matéria que apresenta propriedades específicas. São exemplos de propriedades específicas estudadas no ensino médio: densidade, temperatura de ebulição, temperatura de fusão, solubilidade (especialmente em água), entalpia de fusão e entalpia de vaporização, calor específico, coeficiente de dilatação, índice de refração, calor latente de fusão e calor latente de vaporização, entre outros. Entretanto, essas grandezas são, geralmente, apresentadas de maneira independente pelas disciplinas de química e de física, e muitas vezes sem que haja referência à sua importância ou sua aplicação na caracterização das substâncias. Frequentemente, esse papel é relegado apenas aos conceitos de densidade, temperatura de fusão, temperatura de ebulição e solubilidade. Compreender o significado do que é uma substância e perceber como a ciência classifica e caracteriza os diferentes materiais são processos fundamentais para o desenvolvimento do conhecimento científico. A partir dessa caracterização é que serão estabelecidos os modelos atômicos e os modelos de ligação química e de interações intermoleculares, procurando explicar as diferenças entre os materiais e suas propriedades. O presente objeto de aprendizagem se propõe a simular a caracterização de substâncias a partir de sua curva de aquecimento. São seis amostras a serem analisadas. O aluno/pesquisador deve escolher a amostra a ser investigada (A a F), sua temperatura inicial, sua massa e o tempo de aquecimento. O resultado da análise é fornecido através da curva de aquecimento da amostra selecionada, nas condições escolhidas e uma animação indica o seu estado físico. O aluno deve realizar, pelo menos, mais uma análise com a mesma amostra em condições diferentes para, então, tentar

determinar qual é a substância procurada. Para isso, durante todo o processo, o usuário pode acessar uma tabela de propriedades. Pretende-se que o aluno perceba a regularidade das curvas de aquecimento de uma substância sob fonte de calor constante. Essas curvas apresentam elevação de temperatura linear em função do tempo e patamares com temperatura constante durante as mudanças de fase (sólido-líquido e líquido-gás). A atividade permite verificar que as temperaturas de fusão e ebulição são características da substância, e independem do tempo de aquecimento, da massa da amostra ou da temperatura de início de aquecimento e, portanto, podem ser um parâmetro prático para a identificação da amostra. O programa também permite uma análise quantitativa das curvas de aquecimento obtidas, possibilitando o desenvolvimento dos conceitos de calor latente de fusão e ebulição e de calor específico. Dessa forma, esse objeto de aprendizagem permite o diálogo entre as disciplinas química e física, aproximando conceitos trabalhados, geralmente, de forma independente em cada disciplina. O aluno compreende que os conceitos desenvolvidos nas duas disciplinas apresentam o objetivo comum de caracterizar a matéria e o seu comportamento frente ao aquecimento. Para o desenvolvimento do segundo objetivo é necessário preparar um roteiro que incentive a análise dos gráficos obtidos, seja das retas de aquecimento, seja dos patamares de mudança de estado. O aluno deve perceber que o tempo de mudança de estado ou de determinado intervalo de aquecimento depende da substância e da massa envolvida, para uma mesma fonte de aquecimento constante. Objetivos O presente objeto de aprendizagem permite que o aluno seja capaz de analisar e interpretar curvas de aquecimento; estabelecer o conceito funcional de substância; reconhecer as temperaturas de fusão e ebulição como propriedades específicas da matéria;

reconhecer o calor específico, calor latente de fusão e vaporização como propriedades específicas da matéria; determinar graficamente o calor específico e calores latente de fusão e ebulição. Pré-requisitos Os pré-requisitos necessários dependem de como o professor pretende aplicar o objeto de aprendizagem e quais os seus principais objetivos. Essa atividade pode tanto servir para despertar o aluno para o desenvolvimento dos conceitos para posterior sistematização em sala de aula, como ainda, para consolidar conceitos desenvolvidos previamente. Sugerimos, abaixo, algumas situações de aprendizagem. a) Desenvolvimento dos conceitos de propriedades específicas. Pré-requisitos: noções do conceito de substância, leitura de gráficos, noções de temperatura e calor. b) Consolidação dos conceitos de propriedades específicas caracterização das curvas de aquecimento. Pré-requisitos: conceito de substância e de suas propriedades específicas; temperatura de fusão, temperatura de ebulição, densidade e solubilidade; noções de temperatura e calor. c) Apresentação das propriedades calor específico e calor latente. Pré-requisitos: conceito de substância e de suas propriedades específicas; temperatura de fusão, temperatura de ebulição, densidade e solubilidade; noções de temperatura e calor. d) Determinação dos valores de calor específico e de calor latente. Pré-requisitos: conceito de substância e de suas propriedades específicas: temperatura de fusão, temperatura de ebulição, densidade e solubilidade; noções de temperatura e calor; conceito de calor específico e de calor latente de mudança de estado.

Tempo previsto para a atividade A atividade em si pode ser realizada em uma aula (50 minutos) na sala de informática. Os gráficos podem ser analisados em outra aula, buscando regularidades. Se entre os objetivos estiver a determinação dos calores específicos e dos calores latentes das substâncias, recomenda-se a utilização de mais uma aula para os cálculos. Na sala de aula Acreditamos não haver a necessidade de uma aula preparatória. Na sala de computadores: Preparação Aconselhamos que o professor execute o programa com antecedência para se familiarizar com a sua execução, facilitando a orientação dos alunos. Nesse tipo de atividade, convém testar o programa em cada máquina, prevenindo transtornos durante a atividade com os alunos. Caso o objetivo principal da atividade seja a caracterização de substâncias utilizando-se a análise das curvas de aquecimento, não há necessidade de um roteiro específico. Para essa situação, recomendamos que os alunos sejam instruídos a observar atentamente os gráficos obtidos, fazendo um esboço do mesmo em papel milimetrado, utilizando as coordenadas dos principais pontos (basta passar o mouse sobre a curva). Para esse caso, necessita-se de papel milimetrado, régua e lápis. A análise do gráfico é bastante útil para o desenvolvimento do conceito de calor específico e de calor latente de fusão e vaporização. Para essa situação, recomendamos a utilização de roteiro para facilitar a obtenção de dados interessantes para análise (em anexo). Se a proposta for a resolução de problemas, procurando desenvolver habilidades referentes à aquisição de dados em busca de regularidades, pode-se deixar tudo a cargo do aluno, mas o tempo reservado para a atividade poderá ser maior.

Caso o foco do trabalho seja a determinação do calor específico e dos calores latentes, é recomendável a utilização de um roteiro que indique como obter as curvas de aquecimento que serão posteriormente analisadas (em anexo). Acreditamos que a formação em duplas seja a mais proveitosa para a atividade, pois pode ocorrer a análise e a discussão dos resultados em conjunto, com boa visualização para todos. Grupos maiores podem ser utilizados caso haja limitação de máquinas. Material necessário Pode-se preparar um roteiro para análise das curvas obtidas, principalmente, caso o foco seja a determinação do calor específico e dos calores latentes. Requerimentos técnicos Configuração mínima processador Pentium II ou equivalente, 64 Mb de memória RAM e software Flash player 7.0 instalado (ou superior). Durante a atividade Sugerimos que a atividade seja introduzida como um problema a ser resolvido pelos alunos. Assim que os alunos começarem a realizar os primeiros experimentos virtuais, recomendamos que sejam alertados quanto à necessidade de se analisar as curvas de aquecimento, posteriormente. O roteiro de estudo pode ser distribuído nesse momento, com um detalhamento de como se deve obter as curvas de aquecimento para a análise posterior. Depois da atividade

Recomendamos uma aula após a atividade para a discussão dos resultados e formalização dos conceitos desenvolvidos. Caso haja interesse na determinação dos calores específicos e dos calores latentes das substâncias, recomenda-se a utilização de mais uma aula para os cálculos. Questões para discussão Para a aula seguinte após a atividade com o objeto de aprendizagem, sugerimos a divisão da turma em pequenos grupos de alunos (3 a 5 integrantes). Pode-se pedir para que cada grupo resuma suas observações e analise as curvas de aquecimento obtidas durante a atividade. Frequentemente, utilizamos o recurso de um aluno de cada grupo ficar responsável por anotar e resumir as conclusões da equipe. Desse modo, fica mais fácil a socialização das análises entre os grupos, mediada pelo professor. Dica: caso os alunos tenham dificuldade em chegar a uma generalização, recomenda-se orientá-los pedindo para que comparem os gráficos e levantem semelhanças e diferenças entre as curvas de aquecimento de uma mesma substância e entre as curvas de aquecimento de substâncias diferentes. Caso a atividade seja a de determinação dos calores específicos e dos calores latentes das substâncias, é necessário fornecer a potência da fonte de calor (bico de Bunsen), que no caso do experimento em questão é de 4,0 kcal.min 1. Avaliação A avaliação da atividade pode ser realizada a partir da análise dos roteiros, o que de certa forma evidencia se os alunos atingiram os objetivos propostos. O êxito da proposta pode ser avaliado por meio da análise de curvas de aquecimento de substâncias distintas e da capacidade dos alunos em retirar as informações relevantes das mesmas. Sendo capaz de identificar substâncias,

determinar temperatura de fusão, temperatura de ebulição, calor específico e os calores latentes de fusão e de vaporização. Para saber mais GREF, Física 2: física térmica e óptica. 5 a ed. São Paulo: EDUSP, 2002. Alvarenga, B. e Máximo, Curso de Física. 5ª ed. São Paulo: editora Scipione, 2000. Mortimer, E.F. e Machado, A.H. Química para o ensino médio. 1 a ed. São Paulo: editora Scipione série parâmetros, 2003. Silva, E.R, Nóbrega, O.S. e Silva, R.H. Química conceitos básicos. 1 a ed. São Paulo: editora Ática, 2001. Beltran, N.O. e Liegel, R.M. Química ensino médio, volume 1. 1 a ed. Brasília: CIB Cisbrasil, 2005.

ANEXO 1: Roteiro de estudo sugerido OBS. Esse roteiro de estudo é recomendado caso o objetivo do trabalho seja desenvolvimento dos conceitos de calor específico e calor latente de fusão e de ebulição. Objetivos: Determinar 6 (seis) substâncias desconhecidas utilizando suas propriedades específicas. Comparar curvas de aquecimento, procurando regularidades em seu comportamento para uma mesma substância e entre substâncias distintas. Resumo teórico: Na determinação destas substâncias, você deverá obter curvas de aquecimento das mesmas. Através da análise destas curvas, você poderá encontrar algumas regularidades. Para isto, considere que a fonte de aquecimento apresenta potência constante de 4.000 cal/min. Procedimento: 1. Através da seqüência de telas da atividade, você deverá escolher a primeira substância a ser determinada. Neste momento, anote as propriedades específicas da substância que você escolheu para caracterizá-las: 2. A dupla deverá repetir a atividade para a substância 1, alterando seu tempo de aquecimento e sua massa. A cada etapa, anote os valores escolhidos para uma determinada substância 1: Dica: se você procura relações no comportamento das substâncias, procure fixar algumas variáveis mantendo as demais fixas até perceber quais são as alterações significativas. Substância: Temperatura inicial 1: Temperatura inicial 2: Massa 1: Massa 2 : Tempo de aquecimento 1: Tempo de aquecimento 2: 3. Esboce as curvas de aquecimento da substância em uma folha de papel milimetrado (ou papel sulfite) Não se esqueça de anotar as coordenadas dos principais pontos da curva passando o mouse pela tela; 4. Repita os procedimentos anteriores para as demais substâncias (explore pelo menos 3). Não se esqueça que você pretende comparar as curvas de aquecimento de substâncias distintas, procure fixar as demais variáveis para uma análise mais fácil. 5. Analise os gráficos obtidos para uma mesma substância. Quais propriedades são independentes das condições do experimento? É possível relacionar algum comportamento do gráfico em relação às massas das amostras? Explique.

6. Compare os gráficos obtidos para substâncias diferentes, quais as semelhanças e quais as diferenças? O que pode ser considerado como propriedade específica da substância, ou seja, independente da massa da amostra. Anote as impressões do grupo e aguarde a discussão coordenada pelo professor com toda a classe.

ANEXO 2: Roteiro de estudo sugerido OBS. Esse roteiro de estudo é recomendado caso o objetivo do trabalho seja a determinação dos valores de calor específico e calor latente de fusão e de ebulição. Objetivo: Determinar 2 (duas) substâncias desconhecidas utilizando, para tanto, pelo menos 3 (três) propriedades específicas destas substâncias. Resumo teórico: Na determinação destas substâncias, você deverá obter curvas de aquecimento das mesmas. Através da análise destas curvas, você poderá calcular quantidades como calor específico e calor latente de determinadas fases da substância. Para isto, é necessário conhecer a potência da fonte de calor: adote o valor de 4.000 cal/min. Procedimento: 1. Através da seqüência de telas da atividade, você deverá escolher a primeira substância a ser determinada. Neste momento, anote as propriedades específicas da substância que você escolheu para caracterizá-las: Substância 1: Propriedade 1: Propriedade 2: Propriedade 3: 2. O grupo deverá repetir a atividade para a substância 1, alterando seu tempo de aquecimento e sua massa. A cada etapa, anote os valores escolhidos para a substância 1; Substância 1: Massa 1: Massa 2 : Tempo de aquecimento 1: Tempo de aquecimento 2: 3. Esboce as curvas de aquecimento da substância em uma folha de papel milimetrado (ou papel sulfite) Não se esqueça de anotar as coordenadas dos principais pontos da curva passando o mouse pela tela; 4. A seguir, o grupo deverá anotar os valores obtidos a partir das curvas de aquecimento (no caso de temperatura de fusão, ebulição e etc.), das propriedades escolhidas ou calcular os calores específico ou latente para as diferentes fases da substância escolhida. Com estes valores, identifique a substância escolhida;

5. Repita os procedimentos anteriores para a segunda substância escolhida pelo grupo.