INVENTÁRIO FLORESTAL



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Transcrição:

Universidade de Lisboa - Instituto Superior de Agronomia INVENTÁRIO FLORESTAL PROGRAMA DA DISCIPLINA bibliografia aconselhada métodos de avaliação de conhecimentos Margarida Tomé Ano lectivo de 2013/2014

INVENTÁRIO FLORESTAL PROGRAMA DA DISCIPLINA Ano lectivo de 2013/14 I INTRODUÇÃO 1. A necessidade de inventariação e monitorização de recursos florestais 2. Elementos a obter num inventário florestal 2.1 Descrição da área florestal e avaliação de áreas 2.2 Caracterização dos povoamentos florestais e matos 2.2.1 Informação não dendrométrica 2.2.2 Variáveis dendrométricas ao nível da árvore 2.2.3 Variáveis dendrométricas por unidade de área 2.2.4 Avaliação de acréscimos e percas 2.2.5 Avaliação de indicadores de gestão florestal sustentável 2.2.6 O papel da amostragem na caracterização dos povoamentos 2.2.7 Avaliação de variáveis dendrométricas por unidade de área 3. Monitorização dos povoamentos 3.1 Monitorização de indicadores de gestão florestal sustentável 3.2 Avaliação de acréscimos 3.3 Avaliação de percas 4. Erros de observação e medição 4.1 Causas dos erros de medição e observação 4.2 Tipos de erros de medição e observação 4.3 Os conceitos de enviesamento, exactidão e precisão 5. Planeamento de um inventário florestal 5.1 Definição de objectivos 1

5.2 Compilação e estudo de dados sobre a zona a inventariar 5.3 Tempo e orçamento associados à realização do inventário 5.4 Decisões a tomar na fase de planeamento de um inventário II CARACTERIZAÇÃO E MONITORIZAÇÃO DE POVOAMENTOS FLORESTAIS E MATOS 1. Introdução 2. Informação não dendrométrica 2.1 Identificação da parcela 2.2 Acesso à parcela e tempos de trabalho 2.3 Caracterização da parcela e do povoamento envolvente 2.3.1 Verificação da fotointerpretação 2.3.2 Caracterização fisiográfica 2.3.3 Outras características 2.3.4 Observações e inquirição local 2.3.5 Caracterização do povoamento envolvente 2.4 Caracterização da diversidade vegetal da parcela de inventário 2.4.1 Utilização do sub-coberto 2.4.2 Avaliação da biomassa do sub-bosque ou dos matos 2.4.3 Estrutura vertical do povoamento 2.4.4 Regeneração 2.5 Caracterização da madeira morta 2.5.1 Snags 2.5.2 Logs 2.5.3 Cepos 2.5.4 Estado de decomposição 2.6 Amostragem do solo e da folhada 2.6.1 Recolha de amostras de solo 2.6.2 Recolha de amostras de folhada 2.7 Caracterização das árvores 2.7.1 Classe social 2

2.7.2 Efeito de bordadura 2.7.3 Fitossanidade 2.7.4 Codificação de árvores 3. Medição e avaliação de variáveis da árvore 3.1 Idade 3.1.1 Observação 3.1.2 Contagem de verticilos 3.1.3 Contagem de anéis de crescimento 3.1.3.1 Contagem de anéis de crescimento em rodelas 3.1.3.2 Contagem de anéis de crescimento em verrumadas 3.2 Diâmetros, perímetro e área seccional 3.2.1 O diâmetro à altura do peito 3.2.2 Regras para a medição de diâmetros 3.2.3 Aparelhos para medição de diâmetros e perímetros à altura do peito 3.2.3.1 Sutas 3.2.3.2 Fita de diâmetros 3.2.4 Erros associados à medição do diâmetro à altura do peito 3.2.4.1 Erros decorrentes das características do objecto a medir. O problema da irregularidade da secção transversal do fuste 3.2.4.2 Erros dos instrumentos 3.2.4.3 Erros de medição 3.2.4.4 Erros devidos a alterações estacionais do diâmetro 3.2.5 Diâmetros a alturas superiores 3.2.5.1 Medição com a árvore abatida 3.2.5.2 Medição com a árvore em pé 3.2.6 Relação entre o diâmetro à altura do peito e outros diâmetros 3.3 Casca 3.3.1 Avaliação da espessura de casca 3.3.2 Relação entre a espessura da casca e o diâmetro à altura do peito 3.3.3 Espessura da casca ao longo do tronco 3.3.4 O caso particular da cortiça 3.4 Altura total 3.4.1 Métodos para a medição de alturas 3

3.4.1.1 Métodos directos 3.4.1.2 Medição indirecta 3.4.2 Regras para amedição de alturas 3.4.3 Erros associados à medição de alturas 3.4.3.1 Erros decorrentes das características do objecto a medir 3.4.3.2 Erros dos instrumentos 3.4.3.3 Erros de medição 3.4.4 Estimação da altura com recurso a relações hipsométricas 3.4.4.1 Relações hipsométricas locais 3.4.4.2 Relações hipsométricas gerais 3.5 A copa da árvore 3.5.1 A altura da base da copa, a profundidade da copa e a proporção de copaa 3.5.1.1 Avaliação por medição directa um indirecta 3.5.1.2 Avaliação por estimação 3.5.2 Raios da copa e área de copa 3.5.2.1 Medição directa 3.5.2.2 Avaliação por estimação 3.5.3 Área foliar 3.5.3.1 Avaliação por pesagem total 3.5.3.2 Estimação com relações alométricas 3.6 Forma 3.6.1 A família das parábolas generalizadas 3.6.2 Parabolóides de revolução 3.6.3 Coeficientes e quocientes de forma 3.6.3.1 Coeficientes de forma 3.6.3.2 Quocientes de forma 3.6.4 O perfil do tronco 3.7 Volume 3.7.1 Tipos de volumes da árvore 3.7.1.1 Volume total e por categorias de aproveitamento 3.7.1.2 Volume com e sem casca 3.7.2 Cubagem de parabolóides de revolução 3.7.3 Métodos de cubagem directa 3.7.4 Métodos de cubagem indirecta 4

3.7.4.1 Cubagem rigorosa por toros com recurso à fórmula de Smalian 3.7.4.2 O método de Hohenadl 3.7.4.3 A fórmula de Pressler 3.7.4.4 O método da altura formal 3.7.5 Métodos de estimação de volume 3.7.5.1 Equações de volume total (EVT) 3.7.5.2 Equações de volume percentual (EVP) 3.7.5.3 Equações de perfil do tronco (EPT) 3.7.5.4 Compatibilidade entre EVT, EVP e EPT 3.7.5.5 Compatibilidade entre volumes com e sem casca 3.8 Biomassa 3.8.1 Biomassa total e por componentes 3.8.2 Avaliação directa 3.8.3 Estimação com recurso a equações alométricas 3.8.4 O caso particular da cortiça 3.9 Avaliação do estado sanitário das árvores 3.9.1 Desfoliação e descoloração 3.9.2 Identificação do agente patogénico 3.10 Codificação de árvores 4. Avaliação de variáveis do povoamento com base em parcelas 4.1 Algumas considerações sobre as parcelas 4.1.1 Forma das parcelas e respectiva delimitação no terreno 4.1.1.1 Parcelas rectangulares e quadradas 4.1.1.2 Parcelas circulares 4.1.1.3 Faixas de amostragem 4.1.2 Delimitação de parcelas de amostragem em terreno declivoso 4.1.2.1 Apresentação do problema 4.1.2.2 Determinação do declive para derivação de um processo de correcção 4.1.2.3 Correcções a fazer nos diversos tipos de parcelas 4.1.3 O problema das árvores de bordadura 4.1.4 Marcação de parcelas permanentes 4.1.5 Parcelas na bordadura do povoamento 5

4.2 Número de árvores por ha 4.3 Diâmetros e área basal 4.3.1 Distribuições de diâmetros 4.3.2 A área basal do povoamento 4.3.3 Avaliação da área basal 4.3.3.1 Enumeração completa 4.3.3.2 Utilização da distribuição de diâmetros 4.3.4 Area seccional média e diâmetro médio 4.4 Lotação e densidade do povoamento 4.4.1 Avaliação da lotação 4.4.2 Medidas para Avaliação da densidade 4.4.2.1 Área basal 4.4.2.2 Número de árvores por ha 4.4.2.3 Indice de densidade do povoamento 4.4.2.4 Factor de competição das copas 4.4.2.5 Indice de espaçamento ou espaçamento relativo 4.4.2.6 Coeficiente de espaçamento 4.5 Alturas dos povoamentos 4.5.1 Altura média do povoamento 4.5.2 Altura dominante 4.5.3 Relação hipsométrica de um povoamento 4.6 Qualidade da estação 4.6.1 Avaliação da qualidade da estação 4.6.2 O índice de qualidade da estação 4.6.3 Curvas de classe de qualidade 4.6.4 Estimação do índice de qualidade da estação com funções de crescimento em altura dominante 4.6.5 Equações para a predição do índice de qualidade da estação 4.7 Volume por unidade de área 4.7.1 Volume total e volumes por categorias de aproveitamento 4.7.2 Avaliação directa do volume por unidade de área 4.7.2.1 Enumeração completa de volumes 4.7.2.2 Métodos das árvores modelo de volume 4.7.2.3 Métodos das árvores modelo de forma 6

4.7.3 Estimação do volume por unidade de área 4.7.3.1 Equações de cubagem de povoamento 4.7.3.2 Métodos baseados em equações de volume 4.8 Índice de área foliar 4.8.1 Avaliação com equações alométricas 4.8.2 Avaliação indirecta com base na luz interceptada 4.9 Biomassa do povoamento 4.9.1 Biomassa total e por componentes 4.9.2 Avaliação directa da biomassa do povoamento 4.9.2.1 Enumeração completa 4.9.2.2 Métodos das árvores modelo de biomassa 4.9.3 Estimação indirecta com base em equações alométricas 4.9.3.1 Equações de biomassa do povoamento 4.9.3.2 Métodos baseados em equações de biomassa de árvores 5. Avaliação de variáveis do povoamento pelo método de Bitterlich 5.1 Avaliação de área basal pelo método de Bitterlich 5.2 Aparelhos para a amostragem pontual horizontal 5.3 Selecção de um factor de área basal 5.4 Avaliação das variáveis dendrométricas do povoamento com amostragem pontual horizontal 5.5 Comparação entre a amostragem pontual e a amostragem por parcelas 6. Avaliação de produtos florestais para fins comerciais 6.1 Venda de madeira após inventário florestal 6.1.1 Inventariação total 6.1.2 Amostragem 6.1.3 Inventário expedito pelo método da altura formal média 6.2 Avaliação de madeira em pilhas 6.2.1 O estere 6.2.2 Conteúdo sólido da madeira empilhada. Coeficiente de empilhamento 6.3 Avaliação de madeira por pesagem 7

6.3.1 Vantagens da pesagem 6.3.2 Métodos de pesagem de madeira 6.3.2.1 Sem medição do teor de humidade 6.3.2.2 Com medição do teor de humidade 6.3.3 Equações de peso 6.4 Avaliação de cortiça para venda 6.4.1 Inventário de cortiça no campo 6.4.2 Pesagem após a extracção 6.4.2.1 Sem medição do teor de humidade 6.4.2.2 Com medição do teor de humidade 6.4.3 Avaliação da cortiça empilhada IV AMOSTRAGEM APLICADA AO INVENTÁRIO FLORESTAL 1. Revisão de alguns conceitos de estatística 1.1 População 1.1.1 Definição e exemplos 1.1.2 Caracterização: parâmetros 1.1.3 Características mensuráveis e variáveis aleatórias 1.2 Modelos de variáveis aleatórias mais importantes 1.3 Teoremas sobre distribuições 1.4 Amostra. Representatividade da amostra. Sorteio com e sem reposição 1.5 Estatísticas e distribuições de amostragem. Estatísticas correspondentes aos parâmetros 1.6 Estimação 1.6.1 Estimação pontual 1.6.1.1 Propriedades dos estimadores 1.6.1.2 Estimadores para a média, variância e variância da média (amostragem com reposição) 1.6.1.3 Factor de correcção para a média, variância e variância da média quando a amostragem é feita sem reposição. 1.6.2 Estimação por intervalos 1.6.3 A amostragem e a teoria da estimação 8

2. Principais tipos de amostragem 2.1 Amostragem quantitativa e qualitativa 2.2 Amostragem aleatória, selectiva e sistemática 2.3 Amostragem com probabilidades iguais e amostragem com probabilidades diferentes 3. Realização prática de uma amostragem 4. Inventários baseados em parcelas de amostragem 4.1 Amostragem simples 4.1.1 Amostragem quantitativa por parcelas 4.1.2 Amostragem quantitativa por faichas 4.1.3 Amostragem qualitativa 4.2 Amostragem estratificada (estratificação "a priori") 4.3 Amostragem por grupos 4.3.1 Estimação de proporções com amostragem por grupos 4.3.2 Amostragem por grupos separados no espaço 4.4 Referência a outros tipos de amostragem 4.4.1 Amostragem por faixas de comprimento variável 4.4.2 Amostragem de parcelas de área variável 4.4.3 Subamostragem (em duas e três fases, amostragem de parcelas em linhas) 4.4.4 Dupla amostragem V. ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS DE INVENTÁRIO FLORESTAL 1. Introdução ao ACCESS 1.1 Noção de base de dados relacional 1.2 O modelo entidade-relação 1.3 Tipos de relações 9

1.4 Chaves primárias e chaves estrangeiras 1.5 Integridade referencial e de entidades 1.6 Validação de dados: validação de domínio e validação entre variáveis do mesmo registo 2. Análise do primeiro caso estudo: amostragem simples de um povoamento puro de eucalipto 2.1 Análise do problema 2.2 Implementação no ACCESS 2.3 Processamento dos dados ao nível da árvore: área basal, estimação de alturas, volume total e volume mercantil 2.4 Processamento dos dados ao nível da parcela: altura dominante, área basal, número de árvores, volume total, volume mercantil 2.5 Processamento de distribuições de diâmetros 2.6 Cálculo de intervalos de confiança para as diversas variáveis e dos correspondentes erros percentuais 2.7 Elaboração de relatório 3. Análise do segundo caso estudo: amostragem estratificada numa unidade de gestão com povoamentos puros e mistos de sobreiro e pinheiro manso 3.1 Análise do problema 3.2 Implementação no ACCESS 3.3 Processamento dos dados ao nível da árvore: área basal, estimação de alturas, volume total e volume por categorias de aproveitamento (pinheiro) e produção de cortiça (sobreiro) 3.4 Processamento dos dados ao nível da parcela: altura dominante, área basal, número de árvores, volume total e por categorias de aproveitamento, percentagem de coberto, produção de cortiça 3.5 Processamento de distribuições de diâmetros 10

3.6 Processamento dos dados por ha: volume total, volumes por categorias de aproveitamento, produção de cortiça 3.7 Cálculo de intervalos de confiança para as diversas variáveis e dos correspondentes erros percentuais 3.8 Elaboração de relatório 4. Análise de um terceiro caso estudo: trabalho individual de cada aluno V. ESTÁGIO DE INVENTÁRIO FLORESTAL 1. Planeamento do inventário 1.1 Delimitação da area a amostrar no ortofotomapa 1.2 Definição dos estratos e preparação do protocolo de fotointerpretação 1.3 Fotointerpretação 1.4 Cálculo da grandeza da amostra 1.5 Preparação da grelha de pontos e sua implantação no ortofotomapa 1.6 Preparação do protocolo de campo 2. Recolha de dados no campo 3. Elaboração do relatório final 11

BIBLIOGRAFIA ACONSELHADA O estudo das matérias apresentadas nas aulas baseia-se em três elementos de estudo: 1. Bibliografia base, de consulta obrigatória, constituída por apontamentos preparados pelo docente, disponíveis para download na página da disciplina. 2. Bibliografia suplementar, constituída por um conjunto de textos que complementam os apontamentos da disciplina e que compreendem, entre outros: texto sobre a simbologia a utilizar em inventário floreestal, instruções de funcionamento de aparelhos, exemplos de protocolos de campo e de protocolos de fotointerpretação. Estes textos encontram-se também disponíveis na página da disciplina. 3. Livros texto, existentes na biblioteca ou disponibilizados pelo docente. Os livros indicados não são de consulta obrigatória, mas sim uma leitura complementar aos apontamentos fornecidos na aula. BIBLIOGRAFIA BASE Tomé, M, 2007a. Inventariação de recursos florestais, volume I - Introdução à inventariação e monitorização de recursos florestais. Publicações GIMREF, TP 2/2007. Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Centro de Estudos Florestais, Lisboa, Portugal. Tomé, M, 2007b. Inventariação de recursos florestais, volume II - Caracterização e monitorização de povoamentos florestais e matos. Publicações GIMREF, TP 2/2007. Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Centro de Estudos Florestais, Lisboa, Portugal. Tomé, M, 2003. Inventariação de recursos florestais, volume IV - Amostragem aplicada à inventariação de recursos florestais. Publicações GIMREF, TP 1/2003. Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Centro de Estudos Florestais, Lisboa, Portugal. BIBLIOGRAFIA SUPLEMENTAR Barreiro S., Tomé M., 2005. Manual de utilização. GPS Trimble GeoExplorer II. Publicações GIMREF - RT2/2005. Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa. Barreiro S., Tomé M., 2005. Manual de utilização. Hipsómetro Vertex III. Publicações GIMREF - RT1/2005. Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa.Barreiro, S., Tomé, M., 2004. Manuais de utilização. Hipsómetro de Blume-Leiss e hipsómetro Vertex 4.1. Publicações GIMREF - RT3/2004. Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa. Barreiro, S., Tomé, M., Luís, M., 2004. Manuais de utilização. Relascópio de espelhos de Bitterlich e Telerelascópio. Publicações GIMREF - RT2/2004. Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa. 12

CT 145, 2003. Norma Portuguesa NP 4406. Sistemas de Gestão Florestal Sustentável. Aplicação dos critérios pan-europeus para a gestão florestal sustentável. Instituto Português de Qualidade, Caparica, Portugal. Liaison Unit Vienna, 2003. Background information for improved Pan-European indicators for sustainable forest management. Ministerial Conference on the Protection of Forests in Europe. Liaison Unit Vienna, Austria. Liason Unit Lisbon, 1998. Declaração geral e resoluções adoptadas na Terceira Conferência Ministerial para a Protecção das Florestas na Europa. Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Lisboa, Portugal. Faias S, Tomé M, Beito S, Páscoa F, Salas R, 2005. Protocolo de medição de parcelas do dispositivo de inventário para as zonas piloto de Portugal Concelho da Lousã e área do Vale do Sousa. Projecto FORSEE uma rede europeia de zonas piloto com vista à definição de metodologias operacionais para a monitorização da gestão florestal sustentável. GIMREF, 2007. Lista de símbolos utilizados na inventariação e modelação de recuroso florestais. Publicações GIMREF RT1/2007. LIVROS TEXTO CARACTERIZAÇÃO E MONITORIZAÇÃO DE POVOAMENTOS FLORESTAIS E MATOS Husch, B., 1971. Planification de un inventário florestal. FAO Estudios de silvicultura y productos forestales nº 17. Organizacion de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion, Roma. Avery, T. E. e H. E. Burkhart, 1994. Forest Measurements, 4ª ed. McGraw-Hill Book Company, New York. Clutter, J. L., J. C. Forstson, L. I. Pienaar, G. H. Briester e R. L. Bailey, 1983. Timber Management: a Quantitative Aproach. John Wiley & Sons. Philip, M. S., 1994. Measuring Trees and Forests, 2ª ed. CAB International. AMOSTRAGEM APLICADA AO INVENTÁRIO FLORESTAL Avery, T. E. e H. E. Burkhart, 1994. Forest Measurements, 4ª ed. McGraw-Hill Book Company, New York. Shiver, B. D. e Borders, B. E., 1996. Sampling Techniques for Forest Resource Inventory. John Wiley & Sons. Cochran, W. G., 1977. Sampling Techniques, 3ª ed. Wiley series in probability and mathematical statistics. John Wiley & Sons, New York. Loetsch, F., e K. E., 1973. Forest Inventory. Vol. I. BLV Verlagsgesellschaft Müchen, Bern, Wien (trad. inglês de E. F. Brünig). TRATAMENTO DE DADOS DE INVENTÁRIO FLORESTAL Sousa, S., 1999. Domine a 100% ACCESS 2000. FCA Editora de Informática. Lisboa, Portugal. 13

AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS O método de avaliação de conhecimentos é o seguinte: 1. A frequência na disciplina é obtida por: frequência de 75% das aulas teóricas e práticas (há faltas!) nota 10 no teste de medição de árvores e povoamentos (T4) frequência do estágio de inventário florestal (E), com uma classificação superior ou igual a 10. 2. A avaliação de conhecimentos é obtida pela realização de 4 testes: T1 variáveis da árvore T2 variáveis do povoamento T3 introdução ao inventário florestal, amostragem aplicada ao inventário florestal e inventários florestais em Portugal T4 medição de árvores e povoamentos Classificação: T 4 E T1 T 2 T 3 2 Nota 4 (T1, T2, T3>=7, T4>=10, E>=10) 14