Fundamentos de Agronomia



Documentos relacionados
CARACTERIZAÇÃO DO RESÍDUO INDUSTRIAL CASCA DE ARROZ COM VISTAS A SUA UTILIZAÇÃO COMO BIOMASSA

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

DEFUMAÇÃO. Aplicação da defumação. Defumação: DEFUMAÇÃO. Efeito conservante da defumação MECANISMO DE AÇÃO DA FUMAÇA

Geradores de Vapor. 4º ano Aula 3

Albaenergy Solutions, Lda. Ar Condicionado

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará

DESINFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL

NUTRIÇÃO DE GATOS. DUTRA, Lara S. 1 ; CENTENARO, Vanessa B. 2 ; ARALDI, Daniele Furian 3. Palavras-chave: Nutrição. Gatos. Alimentação.

PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN

MÓDULO DA AULA TEMÁTICA / BIOLOGIA E FÍSICA / ENERGIA

Milho: Produção, Armazenamento e sua utilização na elaboração de ração para Aves

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas

WOOD BRIQUETE BIOBRIQUETE BAGAÇO CANA BIOBRIQUETE CASCA CAFÉ

Termelétrica de Ciclo Combinado

As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate)

Universidade Federal do Paraná BIOMASSA. Disciplina: Planejamento de Sistemas Elétricos de Potência Aluno: Paulo Ricardo Vriesman da Silva

Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja

TRATAMENTO QUÍMICO DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS COM SOLUÇÃO DE URÉIA NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES

Energia e Desenvolvimento Humano

4º ano. Atividade de Estudo - Ciências. Nome:

PROCESSO DE PRODUÇÃO DO ARROZ DA COOPERJA

A ENERGIA NO CENTRO DAS ATENÇÕES

Fontes de potência para acionamento de máquinas agrícolas

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.

Compostagem Paula Lazaro Pinto 17/06/2013

Aquecimento Doméstico

A ETAR de Setúbal encontra-se dimensionada para as seguintes condições de base: Habitantes equivalentes Fração de caudal industrial 28%

A qualidade da alimentação escolar e o fornecimento da Agricultura Familiar

O Batido. O leite e a fruta apresentam na sua constituição um. Os batidos constituem-se como uma excelente fonte de

1 Introdução simulação numérica termoacumulação


Análise sensorial de diferentes formulações de Smoothie

16/04/2015. Aldeídos, cetonas, ácidos, alcoóis e peróxidos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA TÓPICOS ESPECIAIS EM TECNOLOGIA INORGÂNICA I CARVÃO MINERAL

Características da Carne de Frango

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO III ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 5. o ANO/EF

REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA

Compostagem. Gersina N. da R. Carmo Junior

Exposição o minério de Barroso

TORRES DE RESFRIAMENTO REFERVEDORES CONDENSADORES CALDEIRAS

Utilização do óleo vegetal em motores diesel

11.1 EQUAÇÃO GERAL DOS BALANÇOS DE ENERGIA. Acúmulo = Entrada Saída + Geração Consumo. Acúmulo = acúmulo de energia dentro do sistema

Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo:

Monitoramento de Biogás Manual de aplicação

Compostagem doméstica: como fazer?

Água Quente Sanitária. Climatização Passiva. Aquecimento e Arrefecimento. Aquecimento

Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: Fone/Fax: (12) rm@rm-gpc.com.

Tecnologias de Micro-Geração e Sistemas Periféricos PARTE II Tecnologias de Aproveitamento de Calor -

LIGHT STEEL FRAMING. Em Portugal o sistema é vulgarmente conhecido por Estrutura em Aço Leve.

Sistema de aquecimento solar Bosch. Tecnologia de alta eficiência para aquecimento de água.

Introdução ao Tratamento de Esgoto. Prof. Dra Gersina Nobre da R.C.Junior

FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Nutrientes. E suas funções no organismo humano

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS - 9 ANO

ENERGIA DO HIDROGÊNIO - Célula de Combustível Alcalina

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO

Carolina Luiza Rizental Machado

MANUAL PRÁTICO DE AVALIAÇÃO E CONTROLE DE CALOR PPRA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

factos e mitos ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS BEBIDAS REFRESCANTES NÃO ALCOÓLICAS

Eficiência na transferência de calor de processos industriais

Classificação dos Sistemas Fotovoltaicos

Soluções Energéticas para o seu negócio

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE. 1.0 Introdução

Enfª Karin Bienemann

Instituto Politécnico de Coimbra Escola Superior Agrária de Coimbra

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

Reconhecimento e explicação da importância da evolução tecnológica no nosso conhecimento atual sobre o Universo.

Universidade Paulista Unip

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

ENERGIA. Em busca da sustentabilidade

TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL

EXCEDENTE REATIVO (EFEITOS NAS REDES E INSTALAÇÕES)

TGM TURBINAS TECNOLOGIA E SOLUÇÕES PARA MELHOR EFICIÊNCIA NA GERAÇÃO DE ENERGIA CICLO A VAPOR COM AQUECIMENTO REGENERATIVO

ELOBiomass.com. Como Comprar a Energia da Biomassa Lignocelulósica!

SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial

Obtenção e Uso do Carvão Vegetal

Curso de embalagens. Embalagem Cartonada Asséptica Ministrante: Assunta Camilo 2014 São Paulo - SP

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CONTROLE DA UMIDADE

Título Economia de baixo carbono, desafios e oportunidades para o setor elétrico Veículo Canal Energia Data 16 dezembro 2015 Autor Claudio J. D.

A PRÁTICA DA GESTÃO AMBIENTAL AGROINDUSTRIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA AGROINDÚSTRIA QUE PRODUZ ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DA CASCA DO ARROZ

Tabela 1 - conteúdo de umidade em alguns alimentos:

Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 5 - Poluição e Degradação do Solo. Professor: Sandro Donnini Mancini.

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre

Teste seus conhecimentos: Caça-Palavras

IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL

Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Engenharia

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração.

FILTRAÇÃO POR MEMBRANAS

Os cereais. Trigo Arroz Centeio Milho Aveia Cevada Sorgo

Ecologia Industrial Existem empresas que não têm possibilidade de simbiose?

Energia. Fontes e formas de energia

PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO

TERMOQUÍMICA. Desta forma podemos dizer que qualquer mudança química geralmente envolve energia.

Transcrição:

Fundamentos de Agronomia Uso da casca de Arroz para produção de Energia Térmica e Elétrica. Bruno Farias Daiane Casarin Milton Fábrica Renan Fontoura

Casca de Arroz

Ibamaembarga e autua depósito de casca de arroz no RS Porto Alegre (11/10/2012) O Ibamarealizou vistoria, em 09/10/2012, em atendimento à demanda da Divisão Técnica do Ibama/RS, com objetivo de verificar recuperação de área degradada, onde se encontra depósito de cascas de arroz estabelecido na Serrinha-Município de Dom Pedrito/RS (localizado na região da Campanha, distante 441 quilômetros da Capital) objeto do Auto de Infração. No local, os fiscais constaram que no depósito de Resíduos Sólidos Classe II não havia nenhum responsável. Além de constatar a deposição recente de grande quantidade de casca de arroz no local, (a área do depósito é de aproximadamente 15 hectares) foi verificado o lançamento de chorume para fora da área de armazenamento. Segundo o analista ambiental Sergei Weschenfelder, chefe do Escritório Regional do Ibamaem Bagé, o percolado gerado estaria fluindo para quatro pequenos reservatórios escavados próximos a área do depósito, transbordando diretamente para o meio ambiente, em área de campo. Devido ao terreno em declive o chorumeescorre em direção a área de banhado. Ainda de acordo com Sergei Weschenfelder, o sistema de drenagem, que deveria desviar a água proveniente de precipitações pluviométricas para fora dos limites do armazenamento não é eficaz. Com base no que foi constatado na vistoria, foi lavrada notificação e encaminhada via AR para a empresa, a qual deverá apresentar Licença de Operação (LO) do depósito de cascas de arroz.em julho último foi realizada uma vistoria anterior no local e na ocasião foi solicitada a apresentação da Licença de Operação, pedido que não foi atendido pela empresa. Em razão disso a empresa foi multada em R$ 50 mil.

Queima da casca de Arroz O debate sobre os impactos causados pela dependência de combustíveis fósseis contribui para o interesse mundial por soluções sustentáveis no segmento de geração de energia elétrica através de fontes limpas e renováveis. Durante muitos anos discutiram-se as vantagens, desvantagens, importância e dificuldades para a utilização dessa fonte primária renovável para a produção comercial de energia elétrica e térmica através da biomassa. A casca de arroz, devido a seu enorme volume, pode-se utilizar de maneira sustentável na produção destas energias. A sua queima em caldeiras para produção de energia térmica e o uso da turbina a vapor na geração de energia elétrica apresenta-se como alternativa viável para a maioria das indústrias de beneficiamento de arroz, pois pode suprir a demanda total da indústria com o menor custo. Desta maneira, a empresa beneficiadora de arroz dispõe de uma vantagem competitiva, diminuindo os custos de produção através da geração de eletricidade, com a possibilidade de comercializar os créditos de carbono, e o excedente de energia gerada.

Principais Aplicações do Vapor Geração de eletricidade em centrais termoelétricas, com ciclo de vapor Fonte de calor para processos industriais diversos Aproveitamento energético de resíduos sólidos urbanos, dos efluentes da industria do papel e da biomassa Geração de energia mecânica Fonte de calor para conforto térmico Cogeração e tri-geração

Caldeira: Um GV tem como principal função a geração de vapor, em condições de pressão e/ou temperatura que dependem dos requisitos do processo, que o tornou necessário Num GV estão presentes condições para a libertação confinada de elevadas potências térmicas e condições de aproveitamento desse mesmo calor para a vaporização controlada de água que passa em circuitos com milhares de metros de comprimento de tubo. O arranjo dos tubos e a configuração desse circuito CAV Circuito de Água e Vapor constitui o gerador de vapor. Os geradores de vapor (GV) são parte de um complexo sistema de conversão de energia. Recebem calor de uma determinada fonte (sistema de queima de combustível, reator nuclear, sistema de queima de biomassa ou resíduos sólidos urbanos, eletricidade) e transferem-no para a água que circula no CAV

CALDEIRA FOGOTUBULAR

CALDEIRA AQUATUBULAR

CALDEIRA MISTA

Grandezas Físicas e Unidades - Pressão Atmosférica -Pressão Manométrica, Relativa e Absoluta -Calor e Temperatura -Transferências de calor -Calor Sensível e Latente -Vapor Saturado e Superaquecido

Transformação de Energia Usina termoelétrica Biomassa Caldeira Turbina Gerador Rede Elétrica Consumidor

PARBOILIZADO Consiste no processo no qual a ação da água sobre o material do grão nela solúvel, como vitaminas hidrossolúveis e sais minerais. Estando estes microconstituintes concentrados nas camadas externas, a água promove a migração para o interior do grãos por lixiviação ou arraste, deixando o meio do grão mais rico sob o ponto de vista nutricional. Uma vez transferidos para o interior do grão, os nutrientes são fixados através da gelatinização do amido, pelo calor. (Franco Gariboldi + Gilberto Amato)

PARBOILIZADO (F.A.O. Food and Agriculture Organization) Parboilizando, obtémse de uma certa quantidade de arroz em casca mais arroz polido e com menos quebrados;...permite obter um produto que se conserva muito mais tempo que o arroz comumente produzido e retém mais elementos nutritivos durante o seu processamento... Como consequencia positiva da parboilização resulta uma grande economia de arroz e, o que é mais importante ainda, de valiosas vitaminas e de minerais.

ARROZ Casca Constituição semelhante a madeira (uso combustão); Película Farelo + Gérmen micronutrientes (vitaminas Complexo B), proteínas, lipídeos, fibras e enzimas lipolíticas (ranço); Grão Endosperma amiláceo (parte branca que sobra após o processo de beneficiamento).

PARBOILIZADO Inglês PARBOILED PARTIAL (Parcialmente) + BOILED (Cozido) Pré Cozimento; Sobreaquecimento; Tratamento hidrotérmico do arroz. Submetido o arroz EM CASCA OU ESBRAMADO antes de ser beneficiado. Água (rede) Calor (vapor)

Finalidade: PARBOILIZADO Provocar modificações FÍSICAS, QUÍMICAS SENSORIAIS com VANTAGENS ECONÔMICAS, NUTRICIONAIS E PRÁTICAS. E As principais modificações: Aumento de grãos inteiros: gelatinização Maior vida-de-prateleira Processo hidrotérmico = esterilização: Microrganismos / Enzimas Armazenamento: Menores perdas por metabolismo (respiração dos grãos)

PARBOILIZADO Modificações vinculadas às técnicas empregadas desvirtuamento das ações; a inexperiência na parboilização. Anular as vantagens descritas; Reduzir o valor nutritivo original. Deixar fermentar o arroz em casca, durante ou depois do encharcamento; Não autoclavado de maneira eficiente; Não é seco adequadamente; Gosto, o aroma, o odor e a cor do produto podem transformá-lo em inaceitável para o consumo.

VALOR NUTRICIONAL CONSTITUINTE ARROZ BRANCO ARROZ PARBO Proteina (%) 6,70 7,00 Gordura (%) 0,37 0,60 Cinzas (%) 0,36 0,45 Fibra (%) 0,16 0,25 Carboidratos (%) 92,00 91,00 Cálcio (mg/100g) 10,00 14,00 Fósforo (mg/100g) 94,00 200,00 Ferro (mg/100g) 0,90 1,00 Tiamina (mg/100g) 0,15 0,40 Riboflavona (mg/100g) 0,015 0,020 Niacina (mg/100g) 1,8 4,7 Vitamina E (mg/100g) Traços 8,18

OPERAÇÕES UNITÁRIAS Conceito geral: Tratamento hidrotérmico a que é submetido o arroz em casca, pela ação tão somente da água e do calor, sem qualquer agente químico. 3 etapas principais ENCHARCAMENTO GELATINIZAÇÃO SECAGEM

ENCHARCAMENTO ARROZ H2O QUENTE Potável, restrito aos aspectos microbiológicos, de remanescência de pesticidas e seus metabolitos e de metais pesados. TEMPO As vitaminas e sais minerais que se encontram concentradas na película e no gérmen são solubilizados na água que está sendo conduzida para o centro do grão, enriquecendo-o

ENCHARCAMENTO OBJETIVO PREPARAR O GRÃO PARA GELATINIZAÇÃO (UMIDADE ALTA FACILITA A TRANSMISSÃO DE CALOR)

ENCHARCAMENTO META CHEGAR A 30-3232 % DE UMIDADE UNIFORMEMENTE RAPIDAMENTE COM A MÍNIMA ABERTURA DE CASCA TEMPO X TEMPERATURA X UMIDADE X ABERTURA CASCA

GELATINIZAÇÃO ARROZ (30% umidade) CALOR (VAPOR DIRETO/INDIRETO) TEMPO Principal etapa do processo de parboilização Quando o amido do endosperma da cariopse tenha absorvido bastante água, necessita receber aquecimento em temperaturas superiores a de gelatinização (78 C), porém esta temperatura varia conforme a variedade do arroz processado

GELATINIZAÇÃO Por que Utilizar Vapor? Não é extraída umidade (utiliza-se vapor saturado); O conteúdo de calor é elevado e se transmite a uma temperatura constante; É produzido utilizando água que existe em abundancia, uma vez que em uma industria de parboilizado é primordial a existência de água disponível; Efeito esterelizante, sem odor nem sabor; Produz primeiro energia (alta pressão), depois consumo (baixa pressão).

GELATINIZAÇÃO OBJETIVO Soldar os grãos que estariam destinados a quebra no Beneficiamento; Fixação de nutrientes transferidos no Encharcamento; Destruição ou inativação dos processos biológicos em andamento ou latentes (germinação, esporos de fungos, insetos e seus ovos); Facilitar o descascamento; INCHAMENTO DO GRANULO DE AMIDO (GELATINIZAÇÃO).

Alterações GELATINIZAÇÃO Calor Temp. Vapor Saturado (controlado Pressão); Duração do tratamento de vapor. A ação do vapor deve satisfazer os seguintes requisitos: Todo o lote de arroz fique igualmente exposto ao vapor, evitando toda a diferença de temperatura ou de tempo de tratamento ao vapor entre uma e outra parte; Que possam ser variados os tempos de aquecimento e as temperaturas segundo a variedade que esteja sendo processada e as características desejadas para o produto final; Que seja evitada uma excessiva umidade pelo condensado durante a operação, o que provocaria a formação de aberturas excessivas de casca e deformações.

SECAGEM VÁCUO (UMIDADE) ARROZ CALOR (VAPOR INDIRETO) TEMPO Reduzir o teor de umidade para beneficiamento e armazenagem; Obter máximo rendimento de engenho.