RESUMO Nº 3 3º TRIMESTRE



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Transcrição:

7 O ANO EF CIÊNCIAS RESUMO Thiago Judice RESUMO Nº 3 3º TRIMESTRE Leia o resumo com atenção e traga as dúvidas para a sala de aula. Para melhor compreensão da origem dos animais estudados, leia os textos em sequência (peixesanfíbios-répteis-aves-mamíferos) e aproveite o resumo em tópicos para facilitar a assimilação dos termos científicos. A resolução dos exercícios do livro didático é fundamental para a compreensão e fixação dos conteúdos, por isso, faça sempre os deveres de casa. Bons estudos! RÉPTEIS O grupo dos répteis inclui tuataras, lagartos, serpentes, tartarugas e os crocodilianos, juntamente com vários grupos extintos. Tuatara Lagarto Serpente Tartaruga Crocodiliano

Diferentemente dos anfíbios, os répteis possuem escamas que contém a proteína queratina (assim como as unhas dos humanos). As escamas ajudam a proteger a pele do animal da dessecação. Além disso, a maioria dos répteis deposita os ovos com casca na terra. A fertilização deve ocorrer internamente antes de a casca ser secretada. Muitas espécies de cobras e lagartos são vivíparas; nessas espécies, membranas extraembrionárias formam um tipo de placenta que permite ao embrião obter nutrientes da mãe. Os répteis são ectotérmicos, isto é, não utilizam o metabolismo para controlar a temperatura do corpo, eles a regulam ao se deslocarem para ambientes mais ensolarados ou mais sombreados. O fóssil de réptil mais velho encontrado, em rochas da Nova Escócia, Canadá, é do final do período Carbonífero, a aproximadamente 310 milhões de anos. Um dos primeiros répteis a surgir foram os pararrépteis, em sua maioria herbívoros, quadrupedes, grandes e fortes. Alguns pararrépteis tinham placas na pele que talvez os auxiliasse na defesa contra predadores. Os pararrépteis desapareceram há aproximadamente 200 milhões de anos, no final do Triássico. À medida que os pararrépteis foram desaparecendo, outro grupo antigo de répteis, os diapsídeos, foi se diversificando. Os diapsídeos são compostos por duas linhagens principais. Uma linhagem deu origem aos lepidossauros, que incluem tuataras, lagartos e serpentes. Essa linhagem também produziu vários répteis marinhos, incluindo o gigante mosassauro. Algumas dessas espécies marinhas competiram em comprimento com as baleias atuais. Todas estão extintas. Mosassauro A outra linhagem de diapsídeos, os arcossauros, produziram crocodilianos, pterossauros e dinossauros. Os pterossauros, que se originaram no final do Triássico, foram os primeiros tetrápodes a exibir voo propulsionado. A asa do psterossauro era completamente diferente das asas das aves e morcegos. Elas consistiam em uma membrana reforçada por colágeno que se alongava entre o tronco ou a pata traseira e um dedo muito longo na pata dianteira.

Os menores pterossauros não eram maiores do que um pardal, e o maior possuía envergadura de asa de quase 11 metros. No final do período cretáceo, há 65 milhões de anos, os pterossauros se extinguiram. Pterossauro Na terra, os dinossauros se diversificaram em uma ampla faixa de tamanhos e formas, de bípedes tão pequenos quanto um pombo a quadrupedes com 45 m de comprimento e pescoço grande o suficiente para conseguir forragear na copa das arvores. Uma linhagem de dinossauros chamada terópodes, carnívoros bípedes, incluía o famoso Tyrannosaurus rex e também os ancestrais das aves. Tyrannosaurus rex Existem hipóteses de que pelo menos alguns dinossauros eram endotérmicos, tendo os paleontólogos encontrado fósseis de dinossauros na Antártica e no Ártico. O dinossauro que originou as aves certamente era endotérmico, assim como todas as aves. Paleontólogos também descobriram evidências de que alguns dinossauros construíam ninhos e chocavam os ovos, como as aves fazem hoje. Todos os dinossauros, exceto os que originaram as aves, se extinguiram no final do período cretáceo. A sua extinção pode ter sido causada pelo impacto de um asteroide ou cometa que levantou muita poeira para a atmosfera, bloqueando a luz do sol. Sem sol, as plantas não puderam mais realizar a fotossíntese e morreram; sem

boa parte das plantas, os dinossauros herbívoros desapareceram e sem dinossauros herbívoros, os dinossauros carnívoros também desapareceram. Uma linhagem sobrevivente de lepidossauro é representada por duas espécies de répteis semelhantes a lagartos chamadas tuataras. A evidência fóssil indica que os parentes da tuatara viveram há pelo menos 22 milhões de anos. Hoje as tuataras são encontradas somente em 30 ilhas perto da costa da Nova Zelândia. Estes animais podem viver mais de 100 anos. A outra linhagem principal de leptossauros atuais é composta pelos lagartos e cobras, ou escamados, que contam com aproximadamente 7.900 espécies. Os lagartos são os répteis mais numerosos e diversos vivos atualmente. Sua maioria é pequena; o lagarto Jaragua (Sphaerodactylus ariasae), por exemplo, tem apenas 16 mm de comprimento. Por outro lado, o dragão de Komodo da Indonésia pode alcançar 3 metros de comprimento. lagarto Jaragua Dragão de Komodo As cobras são lepdossauros sem patas, carnívoras e com varias adaptações para caçar e comer a presa. Elas têm sensores químicos agudos, e, embora não tenham tímpano, são sensíveis à vibração do chão, o que as ajuda a detectar movimentos da presa. Há também órgãos detectores de calor entre os olhos e as narinas das víboras, incluindo as cascavéis, que são sensíveis a leves mudanças de temperatura, habilitando esses caçadores noturnos a localizar animais quentes. Cobras venenosas injetam seu veneno por meio de um par de dentes pontiagudos, ocos ou sulcados. A língua longa não é venenosa, mas ajuda a levar odores na direção dos órgãos olfativos no céu da boca. Tartarugas As tartarugas foram o grupo mais distinto de répteis atuais. Todas têm carapaça em forma de caixa fundida as vértebras, clavículas e costelas e, embora as primeiras não conseguissem retrair a cabeça para dentro da carapaça, mecanismos para isso evoluíram independentemente em dois grupos de tartarugas.

Atualmente algumas tartarugas conseguem retrair o pescoço para dentro da carapaça, outras dobram o pescoço horizontalmente. As tartarugas estão agrupadas na ordem dos Quelônios. Quando vivem na terra são chamadas de jabutis, quando são semiaquáticos, realizam parte de suas atividades dentro da água e parte fora da água são chamados de cágados. Quando vivem todo o tempo dentro da água saindo apenas para desovar ou tomar sol são chamadas de tartarugas. Jacarés e crocodilos Os jacarés e crocodilos pertencem à ordem dos crocodilianos e surgiram no final do Triássico. Os primeiros membros dessa linhagem eram pequenos quadrupedes terrestres com patas longas e finas. Espécies posteriores se tornaram maiores e adaptadas a hábitats aquáticos, respirando pelas narinas voltadas para cima. Alguns crocodilianos do Mesozoico atingiram 12 m de comprimento e talvez tenham atacado dinossauros e outras presas nas margens da água. As 23 espécies de crocodilianos atuais conhecidas estão confinadas a regiões quentes do globo. Resumo em tópicos sobre os Répteis: Ordem Squamata (escamados). Ex.: serpentes e lagartos. Ordem Chelonia (quelônios). Ex.: tartarugas marinhas e de água doce, cágados e jabutis. Ordem Crocolilia (crocodilianos). Ex.: Jacarés e crocodilos. Corpo coberto por uma grossa camada impermeável constituída pela proteína queratina. Sistema digestório completo, com fígado, pâncreas e terminado em cloaca. Respiração pulmonar. Sistema circulatório fechado. Coração com três cavidades, dois átrios e um ventrículo. No coração ocorre a mistura parcial de sangue rico em oxigênio e sangue rico em gás carbônico. Nos répteis crocodilianos o coração apresenta quatro cavidades, dois átrios e dois ventrículos e não ocorre mistura de sangue. Obs.: veja a síntese sobre o sistema circulatório no fim deste resumo. Sistema nervoso com cérebro e medula espinal protegida por vértebras, formando a coluna vertebral.

Ectotérmicos temperatura do corpo varia de acordo com a temperatura do ambiente em que o animal se encontra. Fecundação interna. Desenvolvimento direto. Ovos com casca, para evitar a desidratação Anatomia interna de um réptil Coração e circulação dos répteis Circulação dos répteis (escamados e quelônios) Circulação dos répteis crocodilianos Simplificando o sistema circulatório dos répteis (escamados e quelônios) O coração dos répteis (escamados e quelônios) apresenta três câmaras (três cavidades): dois átrios e um ventrículo (parcialmente dividido); Ao sair do coração, parte do sangue irá para os pulmões e parte do sangue irá para o resto do corpo levar nutrientes e oxigênio às células; O sangue que vai para os pulmões pelo do ventrículo por uma artéria;

Ao chegar aos pulmões, o sangue recebe oxigênio e elimina o gás carbônico que já tinha; O sangue sai dos pulmões por veias e entra no coração pelo átrio; Do átrio, o sangue vai para o ventrículo; Ao mesmo tempo, o sangue que vai para o resto do corpo sai pelo ventrículo por uma artéria; Percorre os outras artérias até encontrar as células; Quando encontra as células, o sangue entrega o oxigênio que tem e recebe gás carbônico da célula. O sangue sai das células por veias; O sangue volta ao coração pelo átrio e vai para o ventrículo; No ventrículo, o sangue rico em oxigênio que veio dos pulmões se mistura parcialmente ao sangue rico em gás carbônico que veio do resto do corpo; Essa mistura ocorre em menor proporção do que nos anfíbios; A circulação recomeça. Simplificando o sistema circulatório dos répteis crocodilianos O coração dos crocodilianos possui quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos sem comunicação entre si; O sangue que vai para os pulmões sai do coração pelo ventrículo; Nos pulmões o sangue recebe oxigênio e libera o gás carbônico que recebeu das células do corpo; O sangue, agora oxigenado, volta ao coração pelo átrio; O sangue desce para o ventrículo e é bombeado para uma artéria, que irá leva-lo para as diversas células do corpo; Nas células, o sangue deixa o oxigênio e recebe o gás carbônico; O sangue volta ao coração pelo átrio e desce para o ventrículo, recomeçando a circulação.

Referencias Amabis, José Mariano. Fundamentos da Biologia Moderna: volume único. 4. Ed. São Paulo: Moderna, 2006. Campbell, Neil. Biologia. 8. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Gewandsznajder, Fernando. Projeto Teláris: ciencias. 1. Ed. São Paulo: Ática, 2012.