PROGRAMAÇÃO - 21/05/2014



Documentos relacionados
amazonas a força tarefa Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas Histórico e contexto de criação

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS PARA O COMBATE AO DESMATAMENTO

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica

TERMOS DE REFERÊNCIA

ELEMENTOS PARA ESTRATÉGIA NACIONAL DE REDD+ DO BRASIL

Políticas públicas e Projetos privados de REDD+ no Brasil. Marina Piatto Iniciativa de Clima e Agricultura

Padrões Sociais e Ambientais de REDD+ no Programa ISA Carbono do SISA : Ações e Resultados. Rio Branco, 10 de Maio de 2013

Identificação Contratação de consultoria pessoa física para desempenhar a função de Gerente de Projetos Pleno.

WORKSHOP INTERNACIONAL SOBRE MERCADOS DE CARBONO NA AMÉRICA LATINA. São Paulo Setembro

A RELAÇÃO DE SINERGIA ENTRE BIOCOMÉRCIO E REDD+ uma proposta de implementação conjunta FERNANDA SIQUEIRA

Política Ambiental janeiro 2010

Política Ambiental do Sistema Eletrobrás

A Floresta Amazônica, as mudanças climáticas e a agricultura no Brasil

I Curso sobre Pagamentos por Serviços Ambientais Porto Seguro, 1 de junho de Chris Holvorcem Instituto BioAtlântica

PLANO DE GESTÃO DA TERRA INDIGENA SETE DE SETEMBRO EM CACOAL-RONDÔNIA-BRASIL. PAITER X PROJETO REDD+

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

Termo de Referência INTRODUÇÃO E CONTEXTO

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES NO ESTADO DE SÃO PAULO. Programa Operacional do GEF: OP#15 (sustainable land management)

Marcio Halla

Proteção e Uso Sustentável das Florestas Tropicais

ANEXO III TERMO DE REFERÊNCIA

Análise da Submissão Brasileira sobre os Níveis de Referência para REDD+ no Bioma Amazônico à UNFCCC 1

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Inventário de Emissões e Estratégias de Neutralização. Desafios dos Projetos de Crédito de Carbono

Joci Aguiar inicia a reunião agradecendo a presença dos membros e convidados.

A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico. gico-econômico

TERMO DE REFERÊNCIA. Cursos itinerantes sobre REDD+

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Inventário Corporativo de Emissões Diretas e Indiretas de Gases de Efeito Estufa (GEE) Ano referência: Emissões de 2010

Inventário de emissões de gases de efeito estufa. Elaboração e uso como ferramenta de gestão

GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ ESTRATÉGIAS PARA REDD NO AMAPÁ

5 Objetivos Principais

Oportunidades Rumo à Rio + 20

Povos Indígenas e Serviços Ambientais Considerações Gerais e Recomendações da Funai

Serviços Ambientais. Programa Comunidades - Forest Trends

CONSULTA PÚBLICA Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima Plano Indústria

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014

MANIFESTO SOBRE PRINCÍPIOS E SALVAGUARDAS PARA O REDD

IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA. A VISÃO DO GOVERNO PARA A COP 21

TERMO DE REFERÊNCIA. Local de atuação: Brasília/DF com disponibilidade para viagens em todo o território nacional.

Projeto de Assistência Técnica para a Agenda da Sustentabilidade Ambiental TAL Ambiental

Legislação brasileira sobre mudança do clima

O Gerenciamento Organizacional de Projetos (GOP) pode ser descrito como uma estrutura de execução da estratégia coorporativa, com objetivo de

Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro

Panorama de atores e iniciativas no Brasil sobre mudanças do clima

Relatos de Sustentabilidade

CERTIFICAÇÃO SOCIOAMBIENTAL

Apoio a Programas de Conservação

Levantamento do Perfil de Responsabilidade Socioambiental nas Organizações

Desafios e iniciativas do Pará na agenda de clima da Amazônia

Contexto. O fenômeno das cheias e vazantes na Amazônia acontece há seculos e as populações tradicionais sabem conviver com ele.

CARTA ABERTA AO BRASIL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA 2015

DIMENSÃO MUDANÇAS CLIMÁTICAS

REDD+ EM MATO GROSSO: RUMO À IMPLEMENTAÇÃO (Lei 9.878/2013)

Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários

Plataforma dos Centros Urbanos

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO SGA & ISO UMA VISÃO GERAL

Observatório de Políticas Públicas de Mudanças Climáticas

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

3.1 Experiência em trabalhos com comunidades de agricultores familiares;

CURSO EMBALAGENS DE PAPELCARTÃO, PAPEL E MICRO-ONDULADO. São Paulo/2013 Fernando Sandri

Plataforma Ambiental para o Brasil

Metodologia. Gestão de Projetos. Gestão do Conhecimento. Visão SAESP

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br)

Trabalho, Mudanças Climáticas e as Conferências do Clima: subsídios para as negociações da UGT na COP-21 Resumo Executivo

Planejamento e gestão ambiental. Fernando Santiago dos Santos fernandoss@cefetsp.br (13)

TERMO DE REFERÊNCIA nº

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE SERVIÇOS DE CONSULTORIA País: Brasil

MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL:

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

SOLUÇÕES PARA A SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA

O que é o Fundo? Que diferença ele fará para SFX? Qual é o objetivo do Fundo?

Tratados internacionais sobre o meio ambiente

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE. Reserva Extrativista Chico Mendes

Ministério do Meio Ambiente

Protocolo de Sustentabilidade do Carvão Vegetal. Rio de Janeiro, 8 de maio de 2013

Reserva da Biosfera da Amazônia Central

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007

EDITAL PARA SELEÇÃO DE TÉCNICOS BOLSISTAS PROJETO CVDS

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

Transcrição:

PROGRAMAÇÃO - 21/05/2014 Horário Atividade Conteúdo 08:30 09:00 Recepção 09:00 09:30 Boas Vindas Grayton Toledo - Secretário de Estado do Meio Ambiente do Amapá Ana Euler- Diretora do Instituto Estadual de Florestas do Amapá (IEF) 09:30 09:45 Apresentação Rodada de apresentação dos participantes 09:45 10:15 Status atual das negociações sobre clima e REDD+ na UNFCCC - Mariana Pavan/ Consultora Atualização sobre Warsaw Framework for REDD+ Perspectivas das definições em 2014 e 2015 (tanto as definições que devem ser tomadas em âmbito nacional quanto internacional) Desafios e oportunidades para Programas Estaduais de REDD+ frente às perspectivas de regulamentação do REDD na UNFCCC 10:15 10:30 Perguntas e discussão 10:30 10:50 - COFFEE BREAK 10:50 11:20 11:20 11:50 Status atual do REDD+ no Brasil e status da ENREDD+ - Alexandre Avelino/MMA Contribuição dos Estados do GCF Brasil para a ENREDD+ - Grayton Toledo/AP e Monica de Los Rios/AC Atualização sobre andamento da ENREDD+ Processo de consultas públicas da ENREDD+ e envolvimento dos Estados e da sociedade civil na construção da estratégia Como tem se dado o diálogo entre governos estaduais e o governo federal? Desafios para a integração dos programas estaduais na ENREDD+ Apresentação da proposta de divisão de benefícios entre Estados e União 11:50 12:20 Perguntas e Discussão - Status da ENREDD+ 12:20 13:30 - ALMOÇO

13:30 14:10 O perfil das emissões de GEE no Brasil: plataforma SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa) - Tasso Azevedo, consultor Apresentação geral do SEEG objetivos, metodologia e setores analisados Emissões e reduções de emissões no setor de uso da terra, em particular na Amazônia, e implicações e oportunidades para os estados amazônicos Próximos passos para a plataforma SEEG: estimativas de emissões em nível estadual e possibilidades de parceria com os estados do GCF 14:10 14:30 Perguntas e Discussão 14:30 15:00 15:00 15:30 Aspectos metodológicos sobre programas jurisdicionais de REDD - Pedro Soares, Idesam Treinamento prático de uso da planilha de cálculo do estoque e fluxo para distribuição de benefícios do REDD+ entre os Estados - Pedro Soares, Idesam Requerimentos JNRI-VCS Arcabouço metodológico FCPF/Banco Mundial Estrutura básica para elaboração de programas jurisdicionais de REDD+ Simulações de cálculos com diferentes projeções e alocações estoque-fluxo 15:30 16:00 - COFFEE BREAK 16:00 16:40 Sistema MRV do Acre - Mônica de Los Rios, Acre Construção metodológica do programa: linha de base e sistema de monitoramento estadual Estimativa das reduções de emissões de acordo com os requerimentos VCS Lições aprendidas com a construção do programa jurisdicional do Acre Recomendações para os demais estados do GCF 16:40 17:00 Perguntas e Discussão

PROGRAMAÇÃO - 22/05/2014 Horário Atividade Conteúdo 09:00 09:50 Estado da arte do monitoramento do desmatamento, emissões e mudanças no uso da terra - Antônio Victor, Imazon Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD) e possibilidades de aplicação nos Estados do GCF Diferenças metodológicas entre as análises do Imazon e INPE Estudo de caso Amapá: alternativa para medição do desmatamento no Estado (em função das nuvens) Global Forest Watch: apresentação da ferramenta e utilização pelos Estados 09:50 10:30 Perguntas e discussão 10:30 10:50 - COFFEE BREAK 10:50 11:30 Estado da arte sobre inventário e monitoramento de estoques de carbono - Francisco Higuchi, Hdom Utilização de estimativas de estoques de carbono para os inventários estaduais de emissões (setor de mudanças de uso da terra/desmatamento) São necessários inventários específicos por estado ou existem dados suficientes na bibliografia? Requerimentos do JNR-VCS para inventários de carbono em nível estadual: desafios e implicações 11:30 12:10 Perguntas e discussão 12:10 13:30 - ALMOÇO 13:30-14:10 14:10 15:00 As metas nacionais no PPCDAm e a integração com metas estaduais - Mauro Pires/ consultor Discussão sobre a relação entre as metas estaduais e as nacionais em termos de redução de desmatamento - Mauro Pires/ consultor Bases conceituais para a construção das metas de redução do PPCDAm Desafios para a conciliação das metas do PPCDAm e metas dos planos estaduais A soma das reduções previstas por cada estado é maior ou menor que a meta nacional? Como interligar as metas? 15:00 15:30 COFFEE BREAK 15:30 17:00 Discussão dos estados sobre seus avanços e desafios nas definições de linhas de base, construção de seus sistemas MRV e metas PPCD e resultados alcançados com projetos de REDD - 1 representante por estado Qual o principal entrave/desafio para o avanço do REDD no Estado e quais as perspectivas de avanços? REDD+ na prática: programas, projetos e iniciativas em andamento no Estado. Os benefícios de REDD+ estão chegando em comunidades, produtores rurais e povos indígenas?

PROGRAMAÇÃO - 23/05/2014 SAÍDA DE CAMPO Horário Atividade - Programa Pró-extrativismo do Amapá 7:00-8:00 Deslocamento para propriedade 8:00-12:00 Visita a uma propriedade da Comunidade Mazagão, que participa do Programa de Pró-extrativismo 12:00-13:00 - ALMOÇO 13:00-15:00 Continuação da visita a uma propriedade que participa do Programa de Próextrativismo Avaliação do treinamento 15:00-16:00 Retorno para o hotel e encerramento

ESPECIALISTAS CONVIDADOS Alexandre Avelino - Ministério do Meio Ambiente alexandre.avelino@mma.gov.br Biólogo e Mestre em Ecologia pela Universidade de Brasília. Analista Ambiental desde 2005, trabalhou por 07 anos no Ibama e desde 2011 atua no tema Mudança do Clima e Florestas no Ministério do Meio Ambiente Antônio Victor Galvão da Fonseca - Imazon antoniovictor@imazon.org.br Pesquisador Assistente II integrante do Programa de Monitoramento da Amazônia do Imazon. Atualmente é coordenador técnico do Sistema de Monitoramento de Desmatamento (SAD). Desenvolve atividades de monitoramento de desmatamento e degradação florestal na Amazônia Legal. Grayton Toledo - Sema/Amapá grayton.toledo@gmail.com É engenheiro agrônomo formado pela Escola Agrícola de Costa Rica. Tem MBA em Gestão Empresarial e especialização em Gestão e Direito Ambiental. É consultor de Gestão Agroambiental do Sebrae e instrutor nos setores público, privado e terceiro setor. Tem vasta experiência em ONGs nacionais e internacionais. (retirado de www.agenciaamapa.com.br)

Francisco Higuchi Hdom fghiguchi@gmail.com Francisco, nascido em Registro-SP, viveu boa parte de sua vida em Manaus. Formou-se em engenharia florestal na UFPR, onde fez seu mestrado. Desde 2007 trabalhando com o laboratório de manejo florestal do Inpa, participou de inúmeros inventários florestais pelo Amazonas, sendo como coordenador de campo de sua maioria. Trabalhou na Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, como Coordenador de Florestas no Centro Estadual de Mudanças Climáticas (Ceclima). Em 2011 ingressou no programa de doutorado na UFPR. Em 2009, com mais três sócios, ajudou a criar e estabelecer a Hdom, empresa de consultoria ambiental. Atualmente é diretor técnico da Hdom. Mariana Pavan - Consultora mrnpavan@gmail.com Mariana vem trabalhando desde 2007 com a área ambiental, principalmente na Amazônia Brasileira, com questões relacionadas a mudanças climáticas, estratégias para redução de emissões do desmatamento e degradação florestal (REDD+) e desenvolvimento sustentável. Tem grande experiência no desenvolvimento e gestão de projetos e trabalhou em diversas iniciativas relacionadas à discussão e construção e de políticas públicas, com grande foco em mobilização e articulação de processos multi-stakeholders e relacionamento institucional. Atualmente, trabalha como consultora independente desenvolvendo projetos. Monica de Los Rios/AC Diretora do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) do Acre monicajulissa.ac@gmail.com Monica Julissa De Los Rios de Leal é atualmente Diretora Executiva do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) do Estado do Acre e tem trabalhado para o Governo do Acre desde 2009. Possui mestrado em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais da Universidade Federal do Acre (Ufac) com o experiência no monitoramento do desmatamento e incêndios florestais no sudoeste da Amazônia nos últimos 10 anos. No IMC, Monica é responsável pela implementação do Sistema de Incentivos para Serviços Ambientais (SISA) do Estado do Acre, que inclui um Programa Jurisdicional de Redução de Emissões (Programa ISA - Carbono) como uma estratégia para estabelecer um desenvolvimento de baixas emissões no nível subnacional.

Mauro Oliveira Pires - Consultor mauro.pires27@gmail.com Mauro Oliveira Pires, 44 anos, é graduado em Ciências Sociais e mestre em Sociologia pela UnB. Por treze anos, trabalhou para o Ministério do Meio Ambiente em diversas funções e cargos, entre esses, o de Diretor do Departamento de Políticas de Combate ao Desmatamento (DPCD), do Departamento de Articulação de Ações para a Amazônia (DAAM) e o de Secretário Executivo Substituto. Foi coordenador dos Planos de Ação PPCDAm e PPCerrado. É analista ambiental, licenciado, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Atualmente, está envolvido em projetos sobre a política florestal brasileira. Pedro Gandolfo Soares - Idesam pedro.soares@idesam.org.br Bacharel em Gestão Ambiental pela ESALQ/USP, Pedro trabalha como Pesquisador do Programa de Mudanças Climáticas e Serviços Ambientais do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (IDESAM) desde o ano de 2009. Sua área de atuação está voltada ao desenvolvimento de projetos de REDD+ e atividades de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) na Amazônia brasileira. Pedro Soares é também coordenador do Programa Carbono Neutro Idesam, que tem como objetivo desenvolver inventários de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) para empresas e promover reflorestamentos em áreas degradadas na RDS Uatumã. Tasso Azevedo - consultor tasso.azevedo@gmail.com Tasso Azevedo é consultor e empreendedor social na áreas de florestas, sustentabilidade e mudanças climáticas e coordenador do Sistema de Estimativas de Gases de Efeito Estufa do Brasil (SEEG). Engenheiro florestal formado pela ESALQ/USP, tem especialização em auditoria e políticas públicas. Tasso foi fundador e diretor geral do Instituto Manejo e certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e Secretário-Geral da Comissão Nacional de Floretas, e primeiro Diretor Geral do Serviço Florestal Brasileiro. Tasso é conselheiro sustentabilidade de empresas e de organizações e iniciativas como o Programa Empresas pelo Clima, Rainforest Alliance, Imazon e WRI Brasil e leciona em programas de pós-gradução e especialização relacionados.