DESAFIOS e RUMOS. da Saúde Suplementar
|
|
|
- Liliana Carreira de Abreu
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 e RUMOS da Saúde Suplementar
2 Perspectivas de Saúde Suplementar Na visão de uma Seguradora Especializada
3 Operadoras O Mercado de Saúde Suplementar Modalidade Qtde. Beneficiários (%) Receita (%) Despesa Assistencial (%) Medicina de Grupo ,0 29,0 28,1 Cooperativa Médica ,6 35,5 35,8 Odontologia de Grupo ,0 1,9 1,0 Autogestão 202 8,2 10,8 12,3 Cooperativa Odontológica 119 4,0 0,6 0,4 Filantropia 89 2,5 2,2 2,2 Seguradora Especializada em Saúde 13 9,6 19,5 20, ,1 milhões R$ 86 bilhões/11 R$ 68,9 bilhões/11 Fontes: Demonstrações contábeis das operadoras/ans Extraído em 15/06/12 Tabnet/ANS Extraído em 14/09/12
4 Fontes e usos da receita bilhões (R$) em 2011 FenaSaúde Entidade representativa que congrega 15 grupos de operadoras de planos de saúde, incluindo as seguradoras especializadas em saúde e um conjunto das líderes em medicina de grupo e odontologia de grupo. Juntas, estas empresas são responsáveis pela assistência a 23,9 milhões de brasileiros, o equivalente a 36,7% dos beneficiários atendidos por todo o setor. 32,4 bi receitas 31,1 bi despesas assistencial administrativa c/ comercialização Fontes: Demonstrações contábeis das operadoras/ans Extraído em 15/06/12
5 Fontes e usos da receita bilhões (R$) em 2011 FenaSaúde X 32,4 bi receitas 31,1 bi despesas Entidade representativa que congrega 15 grupos de operadoras de planos de saúde, incluindo as seguradoras especializadas em saúde e um conjunto das líderes em medicina de grupo e odontologia de grupo. Juntas, estas empresas são responsáveis pela assistência a 23,9 milhões de brasileiros, o equivalente a 36,7% dos beneficiários atendidos por todo o setor. A despesa assistencial consumiu 79,5%da receita. A cada R$ 100 arrecadados na forma de mensalidade de planos, R$ 80custearam as despesas dos beneficiários com prestação de serviços de assistência assistencial administrativa c/ comercialização Fontes: Demonstrações contábeis das operadoras/ans Extraído em 15/06/12
6 Fontes e usos da receita bilhões (R$) em impostos 1,3 bi resultado Operacional 32,4 bi receitas 31,1 bi despesas FenaSaúde Entidade representativa que congrega 15 grupos de operadoras de planos de saúde, incluindo as seguradoras especializadas em saúde e um conjunto das líderes em medicina de grupo e odontologia de grupo. Juntas, estas empresas são responsáveis pela assistência a 23,9 milhões de brasileiros, o equivalente a 36,7% dos beneficiários atendidos por todo o setor assistencial administrativa c/ comercialização Fontes: Demonstrações contábeis das operadoras/ans Extraído em 15/06/12
7 1,3bilhões: representa 3,9%da receita. É com o resultado que se remunera os investidores e que se financiam os investimentos futuros. X A cada R$ 100 arrecadados, apenas R$ 4se destinam a remunerar os investidores.
8 Fontes e usos da receita bilhões (R$) em ,6 bi impostos receitas despesas 1,3 bi 610 impostos resultado Operacional 32,4 bi receitas 31,1 bi despesas (17) resultado Operacional FenaSaúde Mercado de Saúde Suplementar Fontes: Demonstrações contábeis das operadoras/ans Extraído em 15/06/12
9 Indicadores Assistenciais FenaSaúde-2011 Quantidade, percentual e taxa per capita ano de consultas/sessões Médicas Outros Profissionais da Saúde Quantidade % Taxa per capita ano ,5 5, ,5 3,18 Fisioterapeutas ,2 0,74 Fonoaudiólogos ,9 0,09 Nutricionistas ,6 0,02 Psicólogos ,0 0,16 Terapeutas Ocupacionais ,3 0,01 Outras consultas/sessões* ,0 2, *Outras consultas/sessões/atendimentos ambulatoriais (acupuntura, atendimento pediátrico e gestantes, aconselhamentos e atividades educativas para o planejamento familiar, acompanhamento pós-transplantes, etc.) Fonte: SIP/ANS Extraído em 25/04/12
10 Indicadores Assistenciais Taxa de ressonância nuclear magnética p/ habitantes Taxa de tomografia computadorizada p/ habitantes 46,7 / 126,9 46,7 Canadá 96,2 / 145,4 96,2 França 61,7 / 117,2 Dinamarca 95,2 / 117,1 Alemanha 97,7 / 97,7 265 USA 18,2 / 118,5 Coréia Brasil 4,2 SUS 108,4 FenaSaúde 17,6 SUS 108,4 FenaSaúde 107,8 FenaSaúde 23,9 / 23,9 90,6 Austrália Fontes: Ministério da Saúde/DATASUS e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), SIP/ANS, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), de 03/07/2012
11 Indicadores Assistenciais Taxa de consultas médicas per capita ano em diversos países 5,5 Canadá 6,7 França 8,9 Alemanha 2,9 México 3,9 USA Brasil 3,5 SUS 5,6 FenaSaúde 6,7 Austrália 7,3 Turquia Fontes: Ministério da Saúde/DATASUS e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), SIP/ANS, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), de 03/07/2012
12 ... N Novo Perfil da População Novo Perfil da População N
13 Novo Perfil da População Pirâmides etárias Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação da População e Indicadores Sociais, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o período Revisão
14 Novo Perfil da População Pirâmides etárias Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação da População e Indicadores Sociais, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o período Revisão
15 Novo Perfil da População Pirâmides etárias Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação da População e Indicadores Sociais, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o período Revisão
16 Elevação dos Custos da Saúde Incidência de doenças e condições crônicas por idade Brasil PNAD Arthrites and Reumatism Column and Back Pain Hipertension Heart Disease Depression Diabetes asthma and bronchitis 5 0 Fonte: IESS e IBGE; Elaboração: IESS.
17 Novo Perfil da População Doenças Crônicas Prevalência por idade Doenças Crônicas Prevalência por faixa etária (% população da faixa) Coluna ou Costas Câncer Diabete Hipertensão Coração 1,17 6,52 13,27 21,9 30,16 35,14 35,24 0,04 0,13 0,29 0,6 1,22 1,93 3,2 0,18 0,52 1,4 4,0 9,18 15,35 17,04 0,25 2,86 8,9 19,3 35,53 50,46 56,48 0,69 0,98 1,89 4,0 8,36 13,88 21,16 Fonte: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar IESS / PNAD 2008 (ibge)
18 Utilização SUS Taxa de Utilização do SUS por Faixa Etária ,00% 20,00% Homens Mulheres 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% < Fonte: Data SUS 2011
19 Cuidados Curativos Perfil Etário dos gastos Fonte: Westerhout e Pellikaan (2005: pg.8)
20 Preço Unitário e Frequência - IESS Internações Fonte: IESS
21 Preço Unitário e Frequência - IESS Internações Fonte: IESS 8,8 vezes
22 Novo Perfil da População Custo assistencial por faixa etária Lei % ou mais 7 faixas etárias Fonte: Pesquisa unidas Dados de 2009.
23 Novo Perfil da População Custo assistencial por faixa etária Estatuto do idoso 105% ou mais Fonte: Pesquisa unidas Dados de faixas etárias
24 Gasto em Saúde -%PIB
25 Gasto per capita e% de idosos na população R$ %
26 Impacto do envelhecimento Faixa Etária Médio Assistencial Custo Médio % POP Custo Médio % POP , , , , , ,8 2,3 3,4 43,1%
27 Alimentação Saudável Tabagismo Prática de atividades esportivas/físicas
28
29
30 Financiamento aos prestadores Modelo de Remuneração - Diárias globalizadas; -Pacotes; - Compartilhamento de risco;
31 Perspectivas
32 Marco Antunes Diretor de Operações e Relações Institucionais da SulAmérica - SP
Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Defesa do Consumidor. Brasília 03.abril.2013
Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Defesa do Consumidor Brasília 03.abril.2013 Federação Nacional de Saúde Suplementar Associadas: 15 grupos empresariais Beneficiários: 25 milhões (37.2%)
8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviço de Saúde. José Cechin SP, 24.mai.2013
8º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviço de Saúde José Cechin SP, 24.mai.2013 1 Gestão da Qualidade Adote o processo, escolha depois 2 FENASAUDE 3 FenaSaúde Associadas: 17 grupos empresariais
6º Seminário SINDHOSP e Grupo Fleury
6º Seminário SINDHOSP e Grupo Fleury Saúde Suplementar Oportunidades e Desafios para o Crescimento São Paulo 16.abril.2013 Federação Nacional de Saúde Suplementar FENASAÚDE 2 Federação Nacional de Saúde
Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014
Debates GVsaúde Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões Denise Eloi Maio/2014 Sistema de Saúde Suplementar 1.274 operadoras de planos de saúde com beneficiários Mais
Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde:
Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas Prof. Marcos Mendes 26 de novembro de 2015 A Regulação da Saúde no Brasil é Realizada pelo Ministério da Saúde: Diretamente sobre os sistemas públicos
INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO
INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar
Painel da Saúde Suplementar no Brasil
Painel da Saúde Suplementar no Brasil Fundamentos da Auditoria na Saúde Suplementar 10h às 12h A ANS, a regulamentação e os Planos de Saúde. Goldete Priszkulnik (30 ) A Auditoria em Saúde assessorando
Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico
Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Dezembro/ 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas
José Cechin Allianz 15 out 2009
PLANOS E SEGUROS DE SAÚDE PARA DESLIGADOS José Cechin Allianz 15 out 2009 Agenda 1. Demografia 2. Perfil dos gastos por faixa etária 3. Cobertura para desligados demitidos e aposentados 2 1. DEMOGRAFIA
A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO
A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO IBDESS Fevereiro/2010 Fausto Pereira dos Santos Diretor-Presidente Vínculos a planos privados de assistência à saúde e registros no cadastro: Brasil (2000 2009) (milhões)
Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico
Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Março / 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas
Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais
Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto
José Cechin Bradesco, SP 29jun2010 55 11 3706.9747
MERCADO DE SAÚDE TENDÊNCIAS REGULATÓRIAS INFLAÇÃO MÉDICA José Cechin Bradesco, SP 29jun2010 [email protected] 55 11 3706.9747 Agenda Mercado VCMH custos crescentes Perspectivas Operadoras Consolidação
Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde
Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Francine Leite Apresentação Este trabalho introduz o tema Envelhecimento
ALTERNATIVAS PARA A APOSENTADORIA. Visão geral de previdência
ALTERNATIVAS PARA A APOSENTADORIA Visão geral de previdência Agenda 4Conceitos assistência, previdência, seguro 4Regimes e grandes números 4Sustentabilidade 4Previdência privada 4Saúde-Previdência 2 CONCEITOS
Impacto do Envelhecimento sobre os gastos com saúde no setor de saúde Suplementar
Impacto do Envelhecimento sobre os gastos com saúde no setor de saúde Suplementar Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar O rápido envelhecimento populacional
RELACIONAMENTO ENTRE OPERADORAS E PRESTADORES E SEUS REFLEXOS NAS NEGOCIAÇÕES CONFLITO X COOPERAÇÃO
RELACIONAMENTO ENTRE OPERADORAS E PRESTADORES E SEUS REFLEXOS NAS NEGOCIAÇÕES CONFLITO X COOPERAÇÃO Moisés Warszawiak/junho 2011 Moisés Warszawiak/junho 2011 OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE PRESTADO R DE SERVIÇO
2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos
2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,
Regulaçã. ção o Atuarial dos Planos de Saúde. Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT
Regulaçã ção o Atuarial dos Planos de Saúde Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT Gerência-Geral Geral Econômico-Financeiro dos Produtos GGEFP/DIPRO Regulação do Setor
Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde
Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Consultoria Técnica para a Gestão da Sinistralidade Suporte para Organização das Auditorias Operadora Consultoria Técnica em OPME Auditorias,
Panorama das Operadoras de Planos de Saúde no País e a Realidade do Sistema Unimed
Panorama das Operadoras de Planos de Saúde no País e a Realidade do Sistema Unimed Dr. Orestes Barrozo Medeiros Pullin Vice - Presidente da Unimed do Brasil Fórum de Dirigentes Unimed Problemas e Soluções
A representação institucional do mercado segurador
A representação institucional do mercado segurador A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização CNseg é a entidade de representação
conceitos em saúde suplementar José Cechin EPM/SP 26 setembro 2008
SAÚDE: pública p e privada conceitos em saúde suplementar José Cechin EPM/SP 26 setembro 2008 Agenda 1. Saúde: público e privado 2. Conceitos 3. Lei 9.656/98, temas e alterações 4. Risco e precificação
O conceito de assistência à saúde...
Prof. Humberto Medrado [email protected] O conceito de assistência à saúde... Estabelecer prioridades Planejar, avaliar e implementar continuamente ações de assistência integral à saúde
PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR
PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR A ANS, AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR, está estabelecendo novos parâmetros
Elevação dos custos do setor saúde
Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento
A Importância Estratégica da Protecção Social Complementar. Palestrante: Ivan Sant Ana Ernandes
A Importância Estratégica da Protecção Social Complementar Palestrante: Ivan Sant Ana Ernandes PREVIDÊNCIA SOCIAL COMPLEMENTAR Evitamos conversar sobre morte e dinheiro. A previdência cuida de ambos. Ivan
Sustentabilidade do Setor de Saúde Suplementar. Leandro Fonseca Diretor Adjunto de Normas e Habilitação de Operadoras - DIOPE
Seminário Anual de Saúde 2013 Sustentabilidade dos programas de saúde: desafios e oportunidades Leandro Fonseca ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar 16 de maio de 2013 2013 Towers Watson. Todos os
Uma Visão do Setor de Seguros no Brasil. Alexandre H. Leal Neto Superintendente de Regulação
Uma Visão do Setor de Seguros no Brasil Alexandre H. Leal Neto Superintendente de Regulação Pauta da apresentação 1º Estrutura do Setor 2º Representação Institucional do Setor 3º Arrecadação Visão por
Governança Corporativa na Saúde Suplementar
Governança Corporativa na Saúde Suplementar João Carlos Alves da Silva Júnior Gerente-Geral de Regimes Especiais Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras 15 de outubro de 2013 (milhões) Beneficiários
Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos
Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos Núcleo de Atenção Integral à Saúde da Unimed SJC O Núcleo de Ação Integral à Saúde (NAIS) é o setor responsável pela promoção da saúde e prevenção
Panorama dos gastos com cuidados em saúde
Panorama dos gastos com cuidados em saúde 08 de abril de 2008 João Sanches Diretor de Relações Institucionais Cadeia de Valor - Inovação em Saúde Transparência Proteção à propriedade intelectual Mercados
VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA
VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8
Não Conformidade Combatendo o OVER USE no Sistema de Saúde Suplementar
Construindo Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável das Autogestões Não Conformidade Combatendo o OVER USE no Sistema de Saúde Suplementar José Cechin FenaSaúde FENASAÚDE Federação Nacional de Saúde
Ciclo de Encontros Executivos As Melhores Práticas em Gestão de Saúde CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE SAÚDE NO BRASIL. Mozart de Oliveira Júnior
Ciclo de Encontros Executivos As Melhores Práticas em Gestão de Saúde CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE SAÚDE NO BRASIL Mozart de Oliveira Júnior Histórico Atividades caritativas e ação sobre o ambiente
UNIDAS. Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014
UNIDAS Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014 Saúde no Brasil Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado,
Pelos (Des) caminhos da medicina assistencial brasileira
Pelos (Des) caminhos da medicina assistencial brasileira A Transição O Cenário Atual O Futuro Pelos (Des) caminhos da medicina assistencial brasileira Criação da Primeira Santa Casa de Misericórdia no
Núcleo de Estudos e Projetos Dados até Junho de 2015. Estatísticas do Mercado Segurador
Núcleo de Estudos e Projetos Dados até Junho de 215 Estatísticas do Mercado Segurador Mercado Segurador - Visão Geral Arrecadação por segmento - histórico anual 3 Arrecadação por segmento do ano atual
Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade
Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Epidemiologia e Informação - CEInfo Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet Mortalidade Taxa ou Coeficiente
Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar
Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar 1. Informações Gerais No segundo trimestre de 2010, o número de beneficiários de planos de saúde cresceu 1,9%, totalizando 44.012.558
Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar
Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar 1. Informações Gerais Pelo quarto ano consecutivo, a ANS apresenta dados de crescimento do número de beneficiários do setor acima de
Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues
Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues Destaques Presença nacional Operadora líder do mercado brasileiro de saúde suplementar, em faturamento e em vidas 12,4% de Market
Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS
Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS O Envelhecimento Populacional é um fenômeno Mundial Fonte: United Nations Department of Economic
MAPA ASSISTENCIAL DA SAÚDE SUPLEMENTAR
MAPA ASSISTENCIAL DA SAÚDE SUPLEMENTAR Abril de 2013 MAPA ASSISTENCIAL DA SAÚDE SUPLEMENTAR Abril de 2013 Elaboração, edição e distribuição Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria Colegiada
ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho
ANS Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho Diretor de Desenvolvimento Setorial São Paulo, maio de 2011 Plano Coletivo
2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos
2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria
Programa de Atenção Integrada ao Idoso
Programa de Atenção Integrada ao Idoso Valéria Terra¹, Maria Carolina Carmignani¹, Tereza Barczinski² ¹ Metrus Instituto de Seguridade Social ² Programa de Estudos Avançados em Administração Hospitalar
Centro de Iniciação ao Esporte Gestão de Equipamento Esportivo
Centro de Iniciação ao Esporte Gestão de Equipamento Esportivo SNEAR/ME DEZ/14 Objetivo: orientar os entes selecionados a desenvolver o Plano de Gestão. IMPORTÂNCIA PLANO DE GESTÃO PRESTAÇÃO DE CONTAS
Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA
Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Jamil Luminato 1981 Jamil Luminato 1981 2013 Visão Geral Medicina de Grupo de Curitiba 117.187
Renato Meirelles. [email protected] @DataPopularRM 55 11 3218-2222
O CONSUMIDOR EMERGENTE E A DEMANDA POR INCLUSÃO FINANCEIRA Renato Meirelles [email protected] @DataPopularRM 55 11 3218-2222 Critério de Classificação Social Calculado a partir da renda domiciliar
Financiamento da saúde
Financiamento da saúde Sessão de debates temáticos no Senado Federal Senado Federal 19 de setembro de 2013 O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um
Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS
Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Mercado de Saúde Suplementar Tabela 13 - Operadoras em atividade por porte, segundo modalidade (Brasil março/2012) Modalidade da operadora Total Sem beneficiários
CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil
CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA
Apresentação Corretor
Apresentação Corretor Institucional Grupo Caixa Seguros Caixa Econômica 58 Milhões Clientes 62 Milhões contas Presença 100% municípios 44,6 mil pontos atendimento Grupo PAR Caixa Seguro Saúde GRUPO PAR
Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde)
Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Demonstrativo de retorno: modelo formal de representação e descrição documental do padrão TISS sobre o pagamento dos eventos assistenciais realizados
X - CONGRESSO NACIONAL DAS OPERADORAS FILANTRÓPICAS DE PLANOS DE SAÚDE
X - CONGRESSO NACIONAL DAS OPERADORAS FILANTRÓPICAS DE PLANOS DE SAÚDE TEMA: CRIANDO E GERENCIANDO COM SUSTENTABILIDADE PALESTRA: INCENTIVANDO A ABERTURA DE NOVAS OPEREADORAS. NÚMEROS NA SAÚDE: Nº de Beneficiários
REDE HOSPITALAR DE SANTAS CASAS E FILANTRÓPICOS BRASILEIROS
REDE HOSPITALAR DE SANTAS CASAS E FILANTRÓPICOS BRASILEIROS HOSPITAIS ATENDIMENTOS AMBULATORIAIS SUS 240.430.247 1.753 TOTAL SUS LEITOS 170.869 126.883 (74%) INTERNAÇÕES SUS TOTAL 11.590.793 100% FILANTRÓPICOS
Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega
Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega Setor de grande importância Mais de 50 milhões de beneficiários no país. Níveis elevados de satisfação com os serviços. Custos hospitalares
O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios
O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios Jairnilson Paim (Professor Titular da UFBA) Claudia Travassos (Pesquisadora Titular do ICICT/FIOCRUZ) Celia Almeida (Pesquisadora Titular da
Contexto Histórico da Implantação. dos Consórcios de Saúde
Contexto Histórico da Implantação dos Consórcios de Saúde Os Consórcios de Saúde O que são? Iniciativa autônoma de municípios circunvizinhos, associados para gerir e prover, conjuntamente, serviços de
Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado?
Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Mauricio Ceschin Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Agência reguladora
Audiência Pública. DF, 10mai2011
Audiência Pública DF, 10mai2011 FENASAÚDE Associadas 15 grupos empresariais Beneficiários 2010 20,2 milhões 33,6% do mercado planos médicos e odontológicos R$ 21,7 bilhões Despesas Assistenciais: (37,5%)
Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho
A SAÚDE OCULAR NA SAÚDE DO BRASIL Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho CONF. OMS / ALMA- ATA/ URSS-1978 Atenção Primária de Saúde A prevenção da cegueira é parte integrante da atenção primária de saúde. Deve
ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III
ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III PESQUISA SOBRE SAÚDE CORPORATIVA EFETUADA POR UM CONSORCIO DE EMPRESAS DA ÁREA DE SAUDE CONSTATAÇÕES E IMPLICAÇÕES Duração: 4 semanas 44 respondentes Respondentes
Variação dos Custos Médicos Hospitalares VCMH/IESS Data-base - junho de 2010
Variação dos Custos Médicos Hospitalares VCMH/ Data-base - junho de 2010 O VCMH/ é uma medida da variação das despesas médico-hospitalares per capita das operadoras de planos e seguros de saúde. Mede-se
Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas
Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das
Promoção da Saúde e Prevenção de Risco e Doenças no Ambiente de Trabalho. ANS maio/2014
Promoção da Saúde e Prevenção de Risco e Doenças no Ambiente de Trabalho ANS maio/2014 Perfil da Cemig Maior empresa integrada deutilites do Brasil. Composta por 58 empresas e 15 consórcios. Lucro líquido
A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria
A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria Rio de Janeiro, Maio de 2008 Alfredo de Almeida Cardoso Diretor de Normas e Habilitação de Operadoras ANS Boa Tarde!
MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO
MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO Ambiente de Inovação em Saúde EVENTO BRITCHAM LUIZ ARNALDO SZUTAN Diretor do Curso de Medicina Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo SOCIEDADES CONHECIMENTO
Selo Hospital Amigo do Idoso. Centro de Referência do Idoso
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE REGIÕES DE SAÚDE CRS Política de Saúde para o Idoso no Estado de São Paulo Selo Hospital Amigo do Idoso Centro de Referência do Idoso Resolução
Modelo Domiciliar de. Assistência ao Doente. Crônico
Modelo Domiciliar de Modelos Assistenciais Assistência ao Doente Alternativos Crônico Panorama da Saúde no Brasil Aumento do poder aquisitivo Mudanças no Estilo de Vida Crescimento da População com Planos
Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos
Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos Planejamento Urbano O orçamento importa! O Planejamento está subordinado ao orçamento? Restrições orçamentárias ou
O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância. Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015
SEMINÁRIO NACIONAL CURRÍCULO E AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POLÍTICAS PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015 Secretaria
O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA
O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA DAL BEN: SUA PARCEIRA EM CUIDADOS ASSISTENCIAIS A saúde no Brasil continua em constante transformação. As altas taxas de ocupação dos hospitais brasileiros demandam dos profissionais
Avanços da Educação no Brasil. Brasília, 29 de janeiro
Avanços da Educação no Brasil Brasília, 29 de janeiro Objetivos Objetivo 1 - Cuidados na primeira infância e educação; Objetivo 2 - Educação primária universal (EPU); Objetivo 3 - Habilidades para jovens
DATA POPULAR SAÚDE NA NOVA CLASSE MÉDIA BRASILEIRA. RENATO MEIRELLES [email protected]
DATA POPULAR SAÚDE NA NOVA CLASSE MÉDIA BRASILEIRA RENATO MEIRELLES [email protected] NOS ÚLTIMOS ANOS O BRASIL PASSOU POR UMA DAS MAIS PROFUNDAS MUDANÇAS DE SUA HISTÓRIA AB DE % Essa é a classe
Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014
Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 1 Mercado de Planos de Saúde Impactado por 5 Tendências E o Mercado? Continuará a Crescer? 5 Usuário
Macro, Micro Economia e Previdência Previdência: o desafio da longevidade. Marco Antônio Barros
Macro, Micro Economia e Previdência Previdência: o desafio da longevidade Marco Antônio Barros Previdência Social - histórico Fim do imposto inflacionário Envelhecimento da população: aumento da longevidade
PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº
PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº Altera dispositivos da Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012 que Regulamenta o 3 o do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre os valores mínimos a
2º CONGRESSO PERNAMBUCANO DE MUNICÍPIOS O PACTO DE GESTÃO DO SUS E OS MUNICÍPIOS
2º CONGRESSO PERNAMBUCANO DE MUNICÍPIOS O PACTO DE GESTÃO DO SUS E OS MUNICÍPIOS José Iran Costa Júnior Secretário Estadual de Saúde 24/03/2015 Faixa Etária (anos) CARACTERIZAÇÃO SÓCIODEMOGRÁFICA DE PERNAMBUCO
