Teste de Software Parte 3. Prof.: Jonas Potros
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- Renata Neves Sabala
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1 Teste de Software Parte 3 Prof.: Jonas Potros
2 Conteúdo Teste Funcional
3 Teste Funcional Técnica de projeto de casos de teste na qual o programa ou sistema é considerado uma caixapreta. Para testá-lo, são fornecidas entradas e avaliadas as saídas geradas para verificar se estão em conformidade com os objetivos especificados. Estabelece critérios para particionar o domínio de entrada em subdomínios, a partir dos quais serão definidos os casos de teste (Delamaro et al., 2007).
4 Teste Funcional Alguns critérios: Particionamento de Equivalência Análise de Valor Limite Teste Funcional Sistemático Todos os critérios das técnicas funcionais baseiamse apenas na especificação do produto testado e, portanto, o teste funcional depende fortemente da qualidade da especificação de requisitos. Podem ser aplicados em todas as fases de teste e são independentes de paradigma, pois não levam em consideração a implementação.
5 Particionamento de Equivalência Divide o domínio de entrada em classes de equivalência, de acordo com a especificação do programa. Uma classe de equivalência representa um conjunto de estados válidos ou inválidos para as condições de entrada. Caso as classes de equivalência se sobreponham ou os elementos de uma mesma classe não se comportem da mesma maneira, elas devem ser revistas, a fim de torná-las distintas (Delamaro et al., 2007).
6 Particionamento de Equivalência Uma vez identificadas as classes de equivalência, devem-se definir os casos de teste, escolhendo um elemento de cada classe. Qualquer elemento da classe pode ser considerado um representante desta e, portanto, basta definir um caso de teste por classe de equivalência (Delamaro et al., 2007).
7 Particionamento de Equivalência Passos: Identificar as classes de equivalência, tomando por base a especificação e, sobretudo, as entradas e as saídas; Gerar casos de teste selecionando um elemento de cada classe, de modo a ter o menor número possível de casos de teste (Delamaro et al., 2007).
8 Exemplo 1: Programa Cadeia de Caracteres Especificação: Curso Normal: O usuário informa uma cadeia de caracteres contendo de 1 a 20 caracteres e um caractere a ser procurado. O sistema informa a posição na cadeia em que o caractere foi encontrado pela primeira vez. Curso Alternativo: O caractere informado não está presente na cadeia previamente informada. Uma mensagem é exibida informando que o caractere não pertence à cadeia informada. Curso de Exceção: A cadeia informada está vazia ou seu tamanho é maior do que 20. Uma mensagem de erro é exibida indicando que a cadeia de caracteres deve ter tamanho de 1 a 20. Curso de Exceção: Não é informado um caractere a ser procurado ou é informado mais de um caractere. Uma mensagem de erro é exibida indicando que um caractere a ser procurado deve ser informado.
9 Exemplo 1: Programa Cadeia de Caracteres Entradas: Cadeia de caracteres Caractere a ser procurado Saídas possíveis: A posição da primeira ocorrência do caractere a ser procurado na cadeia. Mensagem informando que o caractere não pertence à cadeia informada. Mensagem de erro informando que a cadeia é inválida. Mensagem de erro informando que o caractere a ser procurado é inválido.
10 Exemplo 1: Programa Cadeia de Caracteres Classes de Equivalência: Entrada Classes de Equivalência Válidas Classes de Equivalência Inválidas Cadeia de caracteres Caractere a ser procurado Qualquer cadeia de tamanho T, tal que 1 T 20. Caractere que pertence à cadeia. Qualquer cadeia de tamanho T, tal que T T < 1 e T > 20. Caractere não informado. Caractere que não pertence à cadeia. Mais de um caractere é informado.
11 Exemplo 1: Programa Cadeia de Caracteres Casos de Teste: Cadeia de Caracteres Caractere a ser procurado Saída Esperada abc b 2 abc d O caractere não pertence à cadeia informada. abcdefghijklm nopqrstuvxyz <<qualquer>> Erro: Cadeia inválida. abc xyz Erro: Mais de um caractere informado. abc <<caractere não informado>> Erro: Nenhum caractere informado.
12 Exemplo 2: Programa Fibonacci Especificação: Curso Normal: O usuário informa um número n, inteiro maior do que zero. O enésimo termo da série de Fibonacci é calculado e apresentado. A série de Fibonacci tem a seguinte formação: O dois primeiros termos da série são iguais a 1. O enésimo termo (n > 2) é calculado da seguinte forma: Fn = Fn-1 + Fn-2. Portanto, a série de Fibonacci tem a seguinte forma: 1,1,2,3,5,8,13,21,34... Curso de Exceção: O número informado é menor do que 1. Uma mensagem de erro é exibida indicando que o número deve ser maior do que 0. Curso de Exceção: O valor informado não é um número inteiro. Uma mensagem de erro é exibida indicando que um número inteiro positivo deve ser informado.
13 Exemplo 2: Programa Fibonacci Entrada: Número inteiro n. Saídas possíveis: Enésimo termo da série de Fibonacci. Mensagem de erro informando que n deve ser maior do que 0. Mensagem de erro informando que o valor informado deve ser um número inteiro positivo.
14 Exemplo 2: Programa Fibonacci Classes de Equivalência: Entrada Classes de Equivalência Válidas Classes de Equivalência Inválidas n n é um número inteiro positivo. n é um número inteiro menor que 0. n não é um número inteiro.
15 Exemplo 2: Programa Fibonacci Casos de Teste: n Saída Esperada Erro: n deve ser maior do que 0. a Erro: Entre com um número inteiro positivo.
16 Avaliação do Critério Possibilita uma boa redução do tamanho do domínio de entrada. É especialmente adequado para aplicações em que as variáveis de entrada podem ser facilmente identificadas e assumem valores específicos. Não é tão facilmente aplicável quando o domínio de entrada é simples, mas o processamento é complexo.
17 Exemplo 1: Programa Cadeia de Caracteres Casos de Teste adicionais: Cadeia de Caracteres Caractere a ser procurado Saída Esperada abcdefghijkl mnopqrstu <<qualquer>> <<qualquer>> a a 1 Erro: Cadeia inválida. Entre com uma cadeia contendo de 1 a 20 caracteres. Erro: Cadeia inválida. Entre com uma cadeia contendo de 1 a 20 caracteres. a x O caractere não pertence à cadeia informada.
18 Exemplo 1: Programa Cadeia de Caracteres Casos de Teste: Cadeia de Caracteres Caractere a ser procurado Saída Esperada abcdefghijkl mnopqrst abcdefghijkl mnopqrst a 1 t 20 abc xy Erro: Mais de um caractere informado.
19 Exemplo 2: Programa Fibonacci Casos de Teste adicionais: n Saída Esperada Erro: n deve ser maior do que 0.
20 Avaliação do Critério As vantagens e desvantagens deste critério são as mesmas do critério Particionamento de Equivalência.
21 Teste Funcional Sistemático Uma vez que os domínios de entrada e de saída tenham sido particionados, este critério requer ao menos dois casos de teste de cada partição para minimizar o problema de defeitos coincidentes que mascaram falhas (Delamaro et al., 2007).
22 Exemplo 1: Programa Cadeia de Caracteres Casos de Teste adicionais: Cadeia de Caracteres Caractere a ser procurado Saída Esperada! ` O caractere não pertence à cadeia informada.! #$%&()*+ / ! 1 &
23 Exemplo 2: Programa Fibonacci Casos de Teste: n Saída Esperada 1.0 Erro: Entre com um número inteiro positivo. -1 Erro: n deve ser maior do que 0. xyz Erro: Entre com um número inteiro positivo
24 Teste Funcional: Considerações Finais Como os critérios funcionais se baseiam apenas na especificação, não podem assegurar que partes críticas e essenciais do código tenham sido cobertas. Além disso, os próprios critérios apresentam limitações. Assim, é fundamental que outras técnicas sejam aplicadas em conjunto, para que o software seja explorado por diferentes pontos de vista (Delamaro et al., 2007).
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