PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL
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- Luca Fernandes Freire
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1 PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL
2 Divisão de Áreas
3 Introdução Para a realização de um loteamento, o primeiro passo é o levantamento topográfico do terreno. Depois, a elaboração do projeto arquitetônico, que exige um conhecimento da legislação específica do município para o parcelamento de solo. Com base no projeto arquitetônico é feito o projeto geométrico, que geralmente é representado através de uma poligonal de referência com a posição dos elementos principais (lotes, arruamentos, etc.) calculados por programas específicos para este fim.
4 Introdução Fase inicial: levantamento topográfico Figura 1 - Variações de malhas em função da declividade do terreno (Adaptado de MASCARÓ, 1994, p. 59).
5 Introdução Elaboração do projeto arquitetônico:necessidade de conhecimento de legislação específica, tamanho de lotes, ruas, etc. Projeto geométrico: cálculo analítico das posições dos elementos principais do loteamento. Planejamento da técnica a ser empregada e uso de CAD Projeto de Locação: elementos que possam servir para definir a posição de pontos no terreno (poligonal base e detalhes) Aprovação na Prefeitura, execução da Locação, verificação e se necessário, projeto definitivo
6 Introdução -GLEBA é a área de terra que ainda não foi objeto de ou Desmembramento
7 Introdução -QUADRA é a área resultante do loteamento, delimitada por vias de circulação de veículos, e podendo, quando proveniente de aprovado, ter como limites as divisas desse mesmo
8 Introdução LOTE é a parcela de terreno contida em uma quadra, resultante de, Desmembramento ou Desdobro, e com pelo menos uma divisa lindeira à via de circulação
9 Introdução LOTE: considera-se lote o terreno servido de infra-estrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal para a zona em que se situe. Consideram-se infra-estrutura básica os equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário e abastecimento de água potável, e de energia elétrica pública e domiciliar e as vias de circulação pavimentadas ou não (Lei 6766/79).
10 Introdução LOTEAMENTO é a subdivisão de glebas em lotes destinados à edificação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias já existentes (Lei 6766/79).
11 Introdução COMEC (2012)
12 Introdução
13 Introdução LOGRADOURO PÚBLICO é a expressão que designa, entre outros: Rua, Avenida, Travessa, Passagem, Via de Pedestre, Viela, Viela Sanitária, Balão de Retorno, Passarela, Praça, Parque, Alameda, Largo, Beco, Ladeira, Viaduto, Ponte, Túnel, Rodovia, Estrada ou Caminho de uso público.
14 Introdução DESMEMBRAMENTO é a subdivisão de glebas em lotes destinados à edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique a abertura de novas vias e logradouros públicos, nem o prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes (Lei 6766/79).
15 Introdução
16 Introdução DESDOBRO é a divisão de lote resultante de loteamento ou desmembramento aprovado para a formação de novos lotes; SISTEMA VIÁRIO é o conjunto de vias e respectivas interconexões, acessos e travessias, destinados à circulação de veículos e pedestres e não condicionados por trilhos ou outros elementos que fixem os percursos;
17 Introdução REMEMBRAMENTO de glebas ou de lotes é a soma das áreas de duas ou mais glebas ou lotes para a formação de novas glebas ou lotes; Lote B Lote A Lote Novo Lote A
18 Introdução FAIXA NON AEDIFICANDI é a limitação que não retira a propriedade nem impede que o dono da terra utilize em qualquer outro fim que não seja a edificação na faixa estabelecida
19 Introdução A figura da faixa non aedificandi tem por finalidade proibir a construção de qualquer natureza em zonas urbanas, suburbanas, de expansão urbana ou rural, em faixa de reserva de 15 metros, adjacente a cada lado da faixa de domínio da rodovia, conforme preconizado na Lei 6766, de O Poder Público competente poderá complementarmente exigir a reserva da faixa non aedificandi destinada a equipamentos urbanos, a implantação de dutos de gás, óleo, cabos telefônicos, etc. (DNIT, 2005)
20 Introdução A figura da faixa non aedificandi tem por finalidade proibir a construção de qualquer natureza em zonas urbanas, suburbanas, de expansão urbana ou rural, em faixa de reserva de 15 metros, adjacente a cada lado da faixa de domínio da rodovia, conforme preconizado na Lei 6766, de O Poder Público competente poderá complementarmente exigir a reserva da faixa non aedificandi destinada a equipamentos urbanos, a implantação de dutos de gás, óleo, cabos telefônicos, etc. (DNIT, 2005)
21 Introdução Caso o proprietário lindeiro não atenda ao recuo de 15 metros, o mesmo poderá sofrer ação judicial de natureza demolitória, actio de opere demoliendo, ainda que tivesse autorização da Prefeitura do Município da localidade, a qual seria responsabilizada como liticonsorte. Todavia, para aquelas construções realizadas nas faixas non aedificandi antes da vigência da lei, bem como aquelas que ali se encontravam antes da execução de um projeto de uma nova estrada, devem ser indenizadas para que sejam demolidas. Portanto, fica bem claro que para construções edificadas anteriormente ao advento da lei, sua demolição depende da prévia indenização ao proprietário,ao passo que para as construções realizadas após a vigência da lei nenhuma indenização é devida, posto que, será considerada ilegal a edificação (DNIT, 2005)
22 Legislação Cada município apresenta legislação específica para o parcelamento do solo. Em Curitiba, as leis que regem este procedimento são: Lei Municipal 2942/66 e Lei de zoneamento e uso do solo 9800/2000, a qual estabelece o tamanho mínimo dos lotes conforme a zona em que se situa (PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA, 2003). As leis municipais devem seguir os preceitos estabelecidos pelas leis Federais. A Lei Federal n.º 6.766, de dezembro de trata do parcelamento do solo para fins urbanos, tratando de disposições urbanísticas sob as modalidades de loteamento e desmembramento, estabelecendo requisitos mínimos para a efetivação de loteamentos e procurando compatibilizar o parcelamento regional e local. Esta legislação sofreu algumas alterações em 1.999, pela Lei Federal n.º Partes do capítulo III da lei 6766/79 modificado pela lei 9.875/99 são apresentados a seguir, destacando alguns pontos relacionados à questão da topografia.
23 Legislação Capítulo III do projeto do loteamento Art. 6º - Antes da elaboração do projeto de loteamento, o interessado deverá solicitar à Prefeitura Municipal, ou ao Distrito Federal quando for o caso, que defina as diretrizes para o uso do solo, traçado dos lotes, do sistema viário, dos espaços livres e das áreas reservadas para equipamento urbano e comunitário, apresentando, para este fim, requerimento e planta do imóvel contendo, pelo menos: I as divisas da gleba a ser loteada; II as curvas os nível à distância adequada, quando exigidas por lei estadual ou municipal; III a localização dos cursos d água, bosques e construções existentes;
24 Legislação Art. 9º - Orientado pelo traçado e diretrizes oficiais, quando houver, o projeto, contendo desenhos, memorial descritivo e cronograma de execução das obras com duração máxima de quatro anos, será apresentado à Prefeitura Municipal, ou ao Distrito Federal quando for o caso, acompanhado de certidão atualizada da matrícula da gleba, expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis competente, de certidão negativa de tributos municipais e do competente instrumento de garantia, ressalvado o disposto no 4º do art. 18º. (... e... do título de propriedade, certidão de ônus reais e certidão negativa de tributos municipais, todos relativos ao imóvel). 1º - Os desenhos conterão pelo menos: I a subdivisão das quadras em lotes, com as respectivas dimensões e numeração; II o sistema de vias com a respectiva hierarquia;
25 Legislação II o sistema de vias com a respectiva hierarquia; III as dimensões lineares e angulares ou projeto, com raios, cordas, arcos, pontos de tangência e ângulos centrais das vias; IV os perfis longitudinais e transversais de todas as vias de circulação e praças; V a indicação dos marcos de alinhamento e nivelamento localizados nos ângulos de curvas e vias projetadas; VI a indicação em planta e perfis de todas as linhas de escoamento das águas pluviais
26 Requisitos Urbanísticos Não será permitido o parcelamento do solo nas seguintes condições: Em terrenos alagadiços e sujeitos a inundações, antes de tomadas as providências para assegurar o escoamento das águas. Em terrenos que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde pública, sem que sejam previamente saneados. Em terrenos com declividade igual ou superior a 30%, salvo se atendidas exigências específicas das autoridades competentes. Em terrenos onde as condições geológicas não aconselham a edificação. Em áreas de preservação ecológica ou naquelas onde a poluição impeça condições sanitárias suportáveis, até a sua correção.
27 Requisitos Urbanísticos Os lotes terão área mínima de 125 m2 e frente mínima de 5 metros, salvo situações específicas (ver legislação) Ao longo de águas correntes e dormentes e das faixas de domínio público das rodovias, ferrovias e dutos, será obrigatório a reserva de uma faixa non aedificandi de 15 metros de cada lado, salvo maiores exigências da legislação específica. As vias de loteamento deverão articular-se com as vias adjacentes oficiais, existentes ou projetadas, e harmonizar-se com a topografia local.
28 Requisitos Urbanísticos A percentagem de área públicas não poderá ser inferior a 35% da gleba, salvo nos loteamentos destinados ao uso industrial cujos lotes forem maiores de m2, caso em que a percentagem poderá ser reduzida. Como área pública entende-se como aquelas destinadas a sistema de circulação, a implantação de equipamento urbano e equipamento comunitário, bem como espaços livres de uso público..
29 Projeto do Solicitar a Prefeitura as diretrizes para o loteamento. Fazer um requerimento e apresentar a planta: -Divisas da Gleba a ser loteada; -Curvas de Nível (1 metro de equidistância) - Localização de cursos d água, bosques e construções existentes; - Planta de situação com arruamentos, vias de comunicação, equipamentos urbanos e comunitários e áreas livres existentes; -Tipo de uso predominante do -Levantamento Planialtimétrico - Escalas 1:1000 ou 1:500
30 Projeto do
31 Projeto do Poligonal III P: Método das direções com duas séries de leituras em PD e PI, vertical e horizontal. Distâncias com distanciômetro eletrônico classe 1 (desvio padrão de + ou - 10mm + 10ppm x D). Nivelamento IIN: nivelamento geométrico a ser executado com nível classe 2 (precisão média e desvio padrão menor ou igual a + ou 10mm/km).
32 Projeto do A Prefeitura indicará: as ruas ou estradas existentes ou projetadas, que compõem o sistema viário da cidade e do município, relacionadas com o loteamento pretendido e a serem respeitadas; o traçado básico do sistema viário principal; a localização aproximada dos terrenos destinados a equipamento urbano e comunitário e das áreas livres de uso público; as faixas sanitários do terreno necessárias ao escoamento das águas pluviais e as faixas não edificáveis; a zona ou zonas de uso predominante da área, com indicação dos usos compatíveis.
33 Projeto do De acordo com BORGES (1997, p.215), o projeto completo será composto por: plantas, com detalhes planimétricos existentes, curvas de nível e projeto planimétrico completo das ruas, quadras e lotes; perfis longitudinais dos eixos das ruas; memorial descritivo; perfil transversal de cada tipo de rua.
34 Projeto do
35 Projeto do
36 Projeto do Memorial Descritivo: a. A descrição sucinta do loteamento, com as suas características e a fixação da zona ou zonas de uso predominante; b. As condições urbanísticas do loteamento e as limitações que incidem sobre os lotes e suas construções, além daquelas constantes das diretrizes fixadas; c. A indicação das áreas públicas que passarão ao domínio do município no ato de registro do loteamento; d. A enumeração dos equipamentos urbanos, comunitários e dos serviços públicos ou de utilidade pública, já existentes no loteamento e adjacências.
37 Projeto Geométrico e Locação Somente um projeto de loteamento bem elaborado não basta, é necessário que a locação do mesmo seja feita corretamente para evitar problemas futuros, como terrenos com dimensões incorretas. De acordo com BORGES(1997, p. 216) a locação do loteamento é realizada em duas fases: a primeira chamada de locação provisória ou parcial, seguida depois pela locação definitiva.
38 Projeto Geométrico e Locação Na locação provisória são locados os eixos das ruas bem como as curvas horizontais. Então é executada a terraplenagem, que seguirá os perfis longitudinais das ruas. Este é o motivo de não realizar a locação definitiva, pois durante a terraplenagem, os pontos locados são arrancados ou soterrados. Após o término deste trabalho de movimentação de terra, os eixos são relocados e os demais elementos necessários para a materialização do loteamento são também locados de forma definitiva.
39 Projeto de, Geométrico e Locação
40 Projeto de, Geométrico e Locação
41 Projeto de, Geométrico e Locação
42 Condomínio Fração Ideal Parte ideal ou fração ideal corresponde à percentagem que determinada pessoa ou empresa possui em conjunto com outrem, não podendo esta parte ser individualizada.
43 Condomínio Condomínios Entende-se como condomínio, o conjunto de duas ou mais unidades, com um ou mais pavimentos, construídos sob a forma de unidades isoladas entre si, destinadas a fins residenciais ou não residenciais, constituindo cada unidade, propriedade autônoma, sujeita às limitações da Lei. linguagem jurídica, significa o direito exercido simultaneamente por várias pessoas sobre o mesmo objeto.
44 Condomínio Condomínios A figura do condomínio não é considerada parcelamento do solo, uma vez que não gera novas matrículas, sendo todos os condôminos proprietários do imóvel, cabendo a cada um deles uma fração ou parte ideal do mesmo. O condomínio conta, ainda, com uma área comum e é responsável pela implantação e manutenção da infra-estrutura interna ao mesmo, como: sistema viário, iluminação pública, coleta de resíduos, etc.
45 Condomínio Condomínios No condomínio, regido pelas regras do Código Civil, além da Lei nº 4591/64 (Lei dos condomínios e incorporações imobiliárias), os condôminos são coproprietários da coisa, sendo cada um dono de uma quota ideal sobre o terreno em sua totalidade. Dessa forma, nos condomínios há propriedade exclusiva, perante a fração ideal, e propriedade comum sobre as demais áreas. Por isso, nos condomínios é permitido que, dentro dos limites da propriedade condominial, sejam instituídas áreas de uso comum, ainda que não apresentem especificação. No loteamento, por sua vez, tais áreas com destinação comum não pertencem ao loteamento, mas sim ao poder público, o qual são transferidas as respectivas áreas tão somente pelo ato de registro, independente de doação.
46 Matrícula e Registro A matrícula é como um retrato do imóvel nos livros do Cartório. É o ato que individualiza o imóvel, identificando-o por meio de sua correta localização e descrição. Nela serão feitos os atos de registro e averbação, mostrando o real o estado do imóvel. O registro é o ato que declara quem é o verdadeiro proprietário do imóvel, ou se a propriedade deste bem está sendo transmitida de uma pessoa para outra. Toda vez que se leva uma escritura de compra e venda ou hipoteca de um imóvel ao Cartório, por exemplo, ela é registrada na matrícula, ou seja, os dados referentes ao negócio que se efetivou são anotados na matrícula do imóvel ao qual diz respeito.
47 Bibliografia ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Vol2. Ed. Edgard Blucher Ltda. São Paulo - SP BRASIL. Lei n 9.785, de 29 de janeiro de Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 29 de janeiro de COMEC. Formas de parcelamento e ocupação do solo. Dis[ponível em: < Acesso em fev.2012 GRIPP JR, Joel. Projeto Geométrico, Regularização e Execução. Universidade Federal de Viçosa. Notas de aula MASCARÓ, Juan Luis. Manual de e Urbanização. Ed. Sagra. Porto Alegre RS SÃO PAULO (Município). Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano. Parcelamento do solo: roteiro técnico / Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano São Paulo: Peni, 1991 (Caderno Geral)
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