Cons. José Fernando Maia Vinagre

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cons. José Fernando Maia Vinagre"

Transcrição

1 PARECER CFM nº 20/14 INTERESSADO: Dr. M.A. ASSUNTO: Urgências e emergências oculares RELATOR: Cons. José Fernando Maia Vinagre EMENTA: Define critérios para classificação de urgências e emergências em oftalmologia. DA CONSULTA Parecer sobre urgência e emergências oculares, originário do termo de ajustamento de conduta assinado entre o Cerof/UFG (centro de oftalmologia), Secretaria Estadual de Saúde e a 53ª Promotoria de Justiça de Goiás, estabelecendo realização de mutirões de cirurgias para correção de patologias oculares. O TAC presume que se deva estabelecer parâmetros técnicos para definição de critérios de fila com descrição das situações cirúrgicas com seus respectivos prazos adequados para realização das intervenções necessárias e que esse procedimento deverá ser feito através de consulta ao Conselho Federal de Medicina. DO PARECER: Embora do ponto de vista vernacular, haja pouca (ou nenhuma) diferença entre um e outro verbete, eles são encarados, do ponto de vista médico, como situações diferentes, não só em relação aos cuidados requeridos como às comorbidades que ambos envolvem. Os dicionaristas (Houaiss, 2001, por exemplo) tratam ambos como situações graves e perigosas, arrolando-os como sinônimos. Ao registrar que urgência é uma situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre as outras, Houaiss considera uma e outra como sinônimas. Etimologicamente, emergência, vem do lat., emergens, entis, situação grave, contingência, com influência do ing. emergency, combinação inesperada de circunstâncias imprevistas (ou o que delas resulta) e que exige ação imediata.

2 Urgência também tem origem latina, de urgentia, ae, significando urgência, grande aperto, necessidade, derivado do lat. urgere, apertar, comprimir, impelir, perseguir, ameaçar, apressar, insistir. Todavia, na definição registrada no site do Ministério da Saúde, encontramos diferença entre ambos os verbetes, encarados como conceitos de suma importância para a decisão de prioridades de atendimento em serviços de pronto-socorro, conforme definido na Resolução CFM nº 1451/95. Urgência ocorrência ou situação perigosa, de aparecimento súbito ou imprevisto, necessitando de imediata solução. A diferença entre emergência e urgência reside em dois pontos: Na emergência o aparecimento é súbito e imprevisto, na segunda não; A emergência exige solução imediata; a segunda, em curto prazo, havendo apenas premência ou insistência de solução. Ambas têm em comum a periculosidade. Na área médica, ainda segundo se lê no site citado, as definições seriam: Emergência médica: quadro grave, clínico ou cirúrgico ou misto, de aparecimento ou agravamento súbito e imprevisto, causando risco de vida ou grande sofrimento ao paciente e necessitando de solução imediata, a fim de evitar mal irreversível ou morte. Urgência médica: quadro grave, clínico ou cirúrgico ou misto, de aparecimento ou agravamento rápido, mas não necessariamente imprevisto e súbito, podendo causar risco de vida ou grande sofrimento ao paciente, necessitando de tratamento em curto prazo, a fim de evitar mal irreversível ou morte. E completa: Ambos têm em comum serem quadros nosológicos graves, e que, se não tratados, podem causar mal irreversível ou morte. Diferem: na emergência o aparecimento ou agravamento é súbito e imprevisto, necessitando de solução imediata é um estado de agudeza; na urgência o aparecimento é rápido, mas não súbito e imprevisto e a solução pode ser em curto prazo é um estado de semi-agudeza. Em Oftalmologia, as emergências e as urgências não envolvem letalidade (morte do paciente). A relação causal entre morte e emergências oculares (por exemplo, 2

3 em consequência a traumas) estará sempre relacionada a lesões mais ou menos graves de outros órgãos ou sistemas da economia afetados ou envolvidos no episódio traumático. Sequelas temporárias ou permanentes de quadros emergenciais (comorbidades) também, em geral, são locais, limitando-se ao olho ou olhos afetados. Há alguns aspectos que o urgentista ou emergentista deve levar em conta ao atender o paciente queixando-se de uma situação emergencial. Nem sempre as queixas ou sinais oculares relatados pelo paciente caracterizam um quadro clínico de urgência ou emergência. Embora isso ocorra com relativa frequência, o estado emocional, a insegurança e a dúvida do paciente devem merecer atenção do médico, exigindo-lhe, pelo menos, a palavra, a orientação e o aconselhamento correto do paciente. Rocha, em suas Noções de Oftalmologia Para o Médico Prático, dedica um capítulo às Emergências Oculares, detendo-se no que o médico não especializado deve saber sobre os estados oculares de urgência ou emergências oculares. O autor abre o capítulo com o título de Emergências Oculares e no corpo do texto trata ambas como sinônimas, ora falando em urgências, ora em emergências. Não são muitos os sinais de olhos em situações emergenciais ou de urgência: hiperemia (olho vermelho), edema, quemose e purgação. Entre as queixas do pacientes (sintomas) temos dor (de moderada a intensa), baixa de visão (parcial ou total), desconforto, fotofobia e plurido. Esquematicamente, podemos arrolar entre as emergências (que exigem atendimento imediato) e as urgências (que requerem tratamento a curto prazo) os quadros seguintes: A) EMERGÊNCIAS a. Olho vermelho: conjuntivites infecciosas, irites, ceratites, glaucoma de ângulo fechado ( glaucoma agudo ); b. Traumatismos: contuso, penetrantes e lacerantes (palpebrais e superciliares); c. Corpos estranhos: epibulbares e intraoculares; 3

4 d. Queimaduras; e. Picadas de insetos; f. Endoftalmite. B) URGÊNCIAS a. Olho vermelho: hordéolo (terçol), conjuntivites não infecciosas, hemorragias subconjuntivais e dacriocistite; b. Corpos estranhos: intraorbitários. 1. OLHO VERMELHO Um olho vermelho, em princípio, deve nos levar a pensar em cinco hipóteses (excluímos por enquanto as hemorragias e as queimaduras, objeto de revisão adiante): a. Conjuntivite; b. Ceratite; c. Irite e iridociclite; d. Glaucoma de ângulo fechado; e. Hordéolo ( terçol ) e dacriocistite. 2. CONJUNTIVITES Entre os microorganismos envolvidos na etiologia das conjuntivites, devemos citar: pneumococo, estafilococo, estreptococo, gonococo, bacilo de Koch-Weeks (Haemophilus conjunctividis), diplobaciclo de Morax-Axenfeld (Haemophilis lacunatus ou Moraxella lacunata), bacilo de Löffler (Corynebacterium diphtheriae), além de diversos vírus, como o do tracoma, especialmente. O quadro abaixo (Quadro 1) reúne os sinais e sintomas que nos ajudarão a diferençar a conjuntivite de algumas outras congestões oculares. 4

5 Quadro 1 Diagnóstico diferencial das várias causas da congestão ocular (olho vermelho) Olho vermelho Pressão Visão Pupila Congestão Exsudação Opacidade corneana Glaucoma ++ < Midríase Pericerática Não ± de ângulo fechado ou ciliar Irite N < Miose Pericerática Não Não ou ciliar Ceratite N < N Pericerática Não ++ ou ciliar Conjuntivite N N N Não Sim Não pericerática N = normal A congestão ciliar forma um anel vermelho-violáceo bem torno da córnea, ela é percebida como mais profunda. É diferente da congestão das conjuntivites (não periceráticas): mais superficial e, principalmente, mais intensa nos fórnices conjuntivais. A distinção entre ambas é, em geral, fácil. Se há dúvidas, instilamos fenilefrina (ou adrenalina milesimal): a isquemia que se segue é nítida na congestão das conjuntivites (não pericerática) e pouco manifesta quando se trata da congestão ciliar. Devemos ter sempre em mente que a congestão cilar ou pericerática é sempre de prognóstico mais reservado. O exsudato é o selo da conjuntivite e como tal serve de base a sua classificação. As conjuntivites são reunidas em catarrais (agudas, subagudas e crônicas), purulentas, membranosas (e pseudomembranosas) e com granulações. Normalmente de bom prognóstico, ela torna-se grave quando há envolvimento corneano (gonococo e bacilo de Löffler). As conjuntivites catarrais agudas e subagudas estão etiologicamente ligadas aos cocos (pneumo, estáfilo, estrepto, micrococo) e também ao bacilo de Koch-Weeks (Haemophilus conjunctividis ou aegyptius). 5

6 A diferenciação clínica e bacteriológica entre os bacilos de Koch-Weeks e de Pfeiffer (Haemophilus influenzae) nem sempre é fácil. Do ponto de vista clínico, esse esquema pode ser útil: bacilo de Koch-Weeks = conjuntivite aguda (purulenta), bacilo de Pfeiffer = conjuntivite subaguda (mucopurulenta). Merece citação à parte a conjuntivite catarral subaguda, produzida pelo diplobacilo de Morax-Axenfeld (Haemophilus lacunatus ou Moraxella lacunata), produtor de um fermento macerador do epitélio, que é inativado pela lágrima, de modo que seus sinais aparecem nas áreas menos irrigadas pelas lágrimas: a região pericerática, sempre umedecida, é menos vulnerável. As lesões manifestam-se sob o aspecto de congestão conjuntival e palpebral dos ângulos medial e lateral, dando ao quadro um aspecto peculiar, conhecido como conjuntivite angular. As conjuntivites purulentas implicam, ao contrário das catarrais, acometimento agudo: intensa congestão conjuntival e abundante exsudação purulenta, de consistência semifluida e de coloração amarelada. O modelo padrão é a gonocócica, mas qualquer dos cocos, envolvidos na etiologia das conjuntivites catarrais agudas, poderão produzila. Esquema 1 Conjuntivite purulenta 1. Gonocócica Adulto 2. Não gonocócica (pneumo, estáfilo, estreptococo) 1. Gonocócica Recém-nascidos (ophthalmia neonatorum) 2. Não gonocócica Microbiana (estáfilo, estrepto, pneumo, Pfeiffer). De inclusão (vírus) Entre as conjuntivites infecciosas, incluímos as membranosas e pseudomembranosas. Nessas, o exsudato é fibrinoso, aglutinante, lembrando uma placa ou lençol aderente à conjuntiva. Na conjuntivite membranosa, o exsudato faz corpo com o epitélio conjuntival; na pseudomembranosa, ele apenas está colado ou se justapõe a ele. 6

7 Os cocos, em geral (gono, pneumo e estreptococo) estão por trás das pseudomembranosas e, excepcionalmente, originam a forma membranosa. A difteria (Corynebacterium diphtheriae ou bacilo de Loffler) produz a membrana verdadeira. 3. IRITES E IRIDOCICLITES Congestão pericerática e miose: são os dois sinais característicos no paciente queixando-se de dores, fotofobia, lacrimejamento e baixa de visão. O diagnóstico diferencial inclui as ceratites e o glaucoma primário de ângulo fechado. Nas ceratites há opacidade corneana e falta a miose. No glaucoma de ângulo fechado, há aumento da pressão intraocular, midríase e forte dor ocular, podendo irradiar-se para a órbita e cabeça. (Ver pp. 6-7). Diagnosticada a irite, o elemento dor pode sugerir ou não o comprometimento do corpo ciciar (ciclite): nessa, as dores são mais intensas, tornando quase intolerável o toque do olho, se queremos ter uma ideia da Po. Quer se trate de irite isolada, ou associada à ciclite (írido-ciclite) é a miose que devemos eliminar, pois dela (propiciando a instalação da sinéquia posterior, da seclusão pupilar e oclusão pupilar) podem advir consequências extremamente danosas: glaucoma secundário, cegueira por atrofia do nervo óptico, catarata, hipotrofia ou atrofia do olho. 4. CERATITES Podem ser superficiais (quando o epitélio é lesado) e profundas (epitélio intacto). A prova do corante (fluoresceína sódica a 2%, líquida ou em bastão) decide sobre o acometimento ou não do epitélio: áreas desepitelizadas coram-se de verde pele fluoresceína. A ceratite superficial, em geral de bom prognóstico, pode complicar-se em maior ou menor extensão: se de origem infecciosa e se a infecção não é tratada precoce e eficientemente, pode evoluir para a perfuração corneana e endoftalmite. 5. GLAUCOMA DE ÂNGULO FECHADO O Quadro 1 sintetiza os sinais característicos dos vários quadros de olho vermelho, entre os está o glaucoma agudo de ângulo fechado. O diagnóstico é 7

8 usualmente fácil e, ao lado dos sinais (Po elevada, midríase, congestão pericerática), temos forte dor ocular e baixa de visão. O tratamento impõe-se de imediato: salvar a visão e aliviar o desconforto do paciente. 6. TRAUMATISMOS Podemos separá-los em palpebrais (e superciliares), orbitários e oculares. Genericamente, os traumas oculares sob dois aspectos: a) contusões e laceração; e b) penetrante. Os traumas palpebrais e superciliares, pela natureza frouxa dos tecidos subcutâneo palpebral, predispõem ao acúmulo de líquidos (edema, hemorragia), ou gás (enfisema). Ao lado do repouso, a terapia antinfecciosa e antitetânica, conforme a natureza do traumatismo podem se justificar. Os componentes oftalmológicos dos traumas orbitários (fraturas orbitárias diretas ou indiretas), e que devem motivar os cuidados do urgentista são: a) Enfisema e hematoma orbitários; b) Oftalmoplegias (estrabismo paralítico); c) Afundamento do osso malar; d) Enoftalmo e fratura do assoalho da órbita; e) Compressão do nervo óptico; f) Exoftalmo pulsátil (fistula carótido-cavernosa). É importante ter sempre em mente, em princípio, a gravidade e o desdobramento desses traumas. Por isso, além da participação do oftalmologista, é indispensável o concurso multidisciplinar, incluindo o radiologista, o cirurgião de órbita e, às vezes, o neurologista Traumas oculares As diversas estruturas oculares podem ser afetadas pelo trauma: conjuntiva, córnea (e esclera), íris e corpo ciliar, cristalino e retina. 8

9 Traumas conjuntivais: hemorragia, edema (quemose) e soluções de continuidade. As hemorragias conjuntivais por trauma local são inócuas: intraconjuntivais, vermelho-vivo, regridem espontaneamente, sem reliquat. São hemorragias benignas e devem ser diferenciadas das hemorragias subconjuntivais resultantes de fratura da base do crânio: essas são de aparecimento tardio (24h pós-trauma), mais escuras e têm preferência pela conjuntiva nasal inferior e pálpebras inferior. Os traumas corneanos e esclerais merecem atenção especial do urgentista, devendo ser considerada a necessidade de sutura e a busca da presença possível de corpo estranho intraocular (ecografia, radiologia, tomografia). Nos traumas da íris e corpo ciliar conseqüentes a roturas córneo-esclerais ameaçam a úvea: hérnia e inflamação. O prognóstico é sempre mais grave quando há envolvimento do corpo ciliar. A inflamação do corpo ciliar (ciclite) é mais ameaçadora que a irite isolada: mais dor, mais refratária ao tratamento, complicações mais frequentes e bem m ais graves (catarata, atrofia do olho, endoftalmite e a oftalmia simpática). Os traumas lenticulares podem levar à luxação (posterior, anterior e subconjuntival) e à catarata traumática (contusão ou ferida penetrante) Traumas e retina Num trauma ocular, seja contuso ou penetrante, a retina sempre pode ser afetada: hemorragia, roturas, descolamento de reina. São situações graves, sempre exigindo, em geral, a participação de uma equipe multidisciplinar (se há comprometimento traumático de outras estruturas) ou do só retinólogo, se as repercussões do trauma afetaram unicamente a retina (hemorragia vítreorretiniana, roturas, descolamento). 7. CORPOS ESTRANHOS 7.1. Epibulbares de preferência na córnea e conjuntiva palpebral superior. A remoção não oferece maior dificuldade. 9

10 7.2. Intraoculares requer propedêutica mais refinada, mais exaustiva, sempre com a participação do cirurgião de retina. O uso de eletro-imã está descartado (riscos de tração vitreorretiniana com descolamento de retina) e a retirada do corpo estranho intra-ocular requer a realização da vitrectomia para localização, afastamento de todo o vítreo aderido a ele e sua remoção com micropinças especializadas. A intervenção (cirurgia vitreoretiniana) para a retirada do corpo estranho (vidro, pedra, metal, fragmentos de madeira, etc.) divide as opiniões e deve ser bem avaliada quanto ao tempo de execução: se feita a quente ou se deve ser postergada (uma semana) para que se esfrie o processo inflamatório. De qualquer forma essa é uma avaliação criteriosa a ser feita pelo cirurgião de retina e vítreo. Atenção especial aos corpos estranhos intraoculares de madeira (fragmentos) pela possibilidade de ocorrência da temível endoftalmite fúngica. 8. QUEIMADURAS A gravidade das queimaduras oculares está na dependência de alguns fatores: natureza do cáustico, seu estado físico (gás, líquido ou sólido), sua solubilidade na córnea, sua concentração e tempo de contato com o olho. As queimaduras com álcalis (entre esses, a cal) são mais danosas que com ácidos. A queimadura com cal leva à necrose da conjuntiva bulbar, que fica exangue, de coloração branco-acinzentada. Córnea baça, aporcelanada. Cuidados iniciais e indispensáveis: lavagem exaustiva e minuciosa do olho acometido. A reparação cirúrgica (substituição da conjuntiva necrosada por mucosa labial, por exemplo) se necessária, deve ser feita precocemente. Queimaduras por raios ulltravioletas não são infrequentes, principalmente em olhos expostos as esses agentes, como na indústria, hospitais, laboratórios, etc. Esses causam a chamada fotoftalmia. A ação abiótica desses raios atingem as células do epitélio corneano: vacuolização, necrose e descamação. É o quadro clássico da fotoceratite, comum nos soldadores sem óculos protetores. 10

11 Após uma latência de aproximadamente seis horas, dor intensa. O exame à lâmpada de fenda (se necessário, corar com fluoresceína sódica) confirma o comprometimento epitelial. Finalmente, vale ressaltar, que não são consideradas urgências e emergências causas de BAV (baixa de acuidade visual) que não levam a perda secundária irreversível da visão, como catarata, pterígio etc. CONCLUSÃO Com a definição das situações de urgências e emergências em oftalmologia feitas acima, entendemos que as cirurgias realizadas em caráter de mutirão não podem incluir as referidas situações. Este é o parecer, SMJ. Brasília-DF, 22 de outubro de JOSÉ FERNANDO MAIA VINAGRE Conselheiro relator 11

www.saudedireta.com.br

www.saudedireta.com.br H00-H59 CAPÍTULO VII : Doenças do olho e anexos H00-H06 Transtornos da pálpebra, do aparelho lacrimal e da órbita H10-H13 Transtornos da conjuntiva H15-H19 Transtornos da esclera e da córnea H20-H22 Transtornos

Leia mais

Trauma ocular Professora Chalita

Trauma ocular Professora Chalita Trauma ocular Professora Chalita Mais comum em homens do que mulheres. Mais comum em jovens. Pode ser classificado em: o Globo fechado (ou trauma contuso) Contusão (como um soco, por exemplo) Laceração

Leia mais

CAUSAS MAIS FREQUENTES OLHO VERMELHO

CAUSAS MAIS FREQUENTES OLHO VERMELHO CAUSAS MAIS FREQUENTES OLHO VERMELHO Conjuntivite Olho seco Hemorragia subconjuntival Blefarite Erosão córnea e corpos estranhos córnea Pós trauma Episclerite Uveite anterior Queimaduras químicas Esclerite

Leia mais

EXOFTALMIA/ ENOFTALMIA. Definição Protusão do globo ocular, de volume normal, provocada por um processo ocupando espaço retrocular.

EXOFTALMIA/ ENOFTALMIA. Definição Protusão do globo ocular, de volume normal, provocada por um processo ocupando espaço retrocular. EXOFTALMIA/ ENOFTALMIA EXOFTALMIA Definição Protusão do globo ocular, de volume normal, provocada por um processo ocupando espaço retrocular. Fisiopatologia Secundário a um aumento do volume de gordura

Leia mais

QUEIMADURAS OCULARES

QUEIMADURAS OCULARES QUEIMADURAS OCULARES As queimaduras oculares classificam-se em químicas e térmicas. As complicações graves da superfície ocular, após uma queimadura ocular, são relativamente raras. No entanto, são uma

Leia mais

Glaucoma. O que é glaucoma? Como acontece?

Glaucoma. O que é glaucoma? Como acontece? Glaucoma O que é glaucoma? Glaucoma é uma doença crônica do olho (que dura toda a vida), que ocorre quando há elevação da pressão intra-ocular (PIO), que provoca lesões no nervo ótico e, como conseqüência,

Leia mais

GLAUCOMA DE ÂNGULO FECHADO

GLAUCOMA DE ÂNGULO FECHADO GLAUCOMA DE ÂNGULO FECHADO Introdução Glaucoma de Ângulo Fechado é um tipo de glaucoma que actualmente é designado Glaucoma por Encerramento do Ângulo. Não é o tipo de glaucoma mais frequente na Europa,

Leia mais

SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS

SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS SEMIOLOGIA DOS OLHOS. Sinais e sintomas: Pupilares. Aparelho neuromuscular dos olhos. Fundo de olho. Manifestações: a) cardiovasculares

Leia mais

Protocolos para exames complementares em oftalmologia

Protocolos para exames complementares em oftalmologia Protocolos para exames complementares em oftalmologia Regulamentar as indicações absolutas para a requisição dos 31 exames complementares oftalmológicos. É necessário entender que cada profissional poderá

Leia mais

AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START. 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester.

AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START. 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester. AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START 1- ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester. Sistema de triagem inicial

Leia mais

EVITANDO ACIDENTES. Como evitar acidentes com os olhos. Cozinhando. Produtos de limpeza. Objetos e crianças. Plantas

EVITANDO ACIDENTES. Como evitar acidentes com os olhos. Cozinhando. Produtos de limpeza. Objetos e crianças. Plantas EVITANDO ACIDENTES Como evitar acidentes com os olhos Quando se trata de acidentes com os olhos, o melhor remédio é a prevenção, pois algumas lesões podem causar desde a perda da qualidade da visão até

Leia mais

A consulta foi analisada pela Câmara Técnica de Oftalmologia do CFM, que emitiu seu parecer, o qual adoto na íntegra:

A consulta foi analisada pela Câmara Técnica de Oftalmologia do CFM, que emitiu seu parecer, o qual adoto na íntegra: PROCESSO-CONSULTA CFM nº 24/13 PARECER CFM nº 17/13 INTERESSADO: Dr. F.J.M.C ASSUNTO: Cirurgia bilateral no mesmo ato cirúrgico RELATOR: Cons. José Fernando Maia Vinagre EMENTA: Não há elementos definitivos

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 060/2012

PROJETO DE LEI Nº 060/2012 PROJETO DE LEI Nº 060/2012 Dispõe sobre a obrigatoriedade da realização do exame para diagnóstico da retinopatia da prematuridade, TESTE DO OLHINHO, nos recém-nascidos, antes da alta hospitalar, em Hospitais

Leia mais

Protocolo de atendimento inicial ao trauma. José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE

Protocolo de atendimento inicial ao trauma. José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE Protocolo de atendimento inicial ao trauma José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE TRIAGEM Significa seleção, estratificação de risco Protocolo de Classificação de Risco para priorização dos

Leia mais

Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo

Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo INTRODUÇÃO Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo Bursite do olécrano é a inflamação de uma pequena bolsa com líquido na ponta do cotovelo. Essa inflamação pode causar muitos problemas no cotovelo.

Leia mais

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se

Leia mais

Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 (pág. 219)

Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 (pág. 219) Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 (pág. 219) Raios de Luz - Alguns filósofos gregos pensavam que nossos olhos emitiam raios que permitiam enxergar os objetos; - Só nos é possível ver quando há luz

Leia mais

Mini Glossário. B Blefarite Inflamação das pálpebras.

Mini Glossário. B Blefarite Inflamação das pálpebras. A Acomodação Capacidade do olho em focar a várias distâncias, desde o perto ao longe, por alteração da potência dióptrica do cristalino. Acuidade Visual Capacidade de discriminar dois pontos próximos como

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 PARECER CONSULTA CRM-MT Nº 07/2014 DATA DA ENTRADA: 07 de janeiro de 2014 INTERESSADA: Sra. M. C. da S. CONSELHEIRA CONSULTORA: Dra Hildenete Monteiro Fortes ASSUNTO: classificação

Leia mais

1Oftalmologista, mestranda do Programa de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Goiás

1Oftalmologista, mestranda do Programa de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Goiás Análise das causas de atendimento e prevalência das doenças oculares no serviço de urgência do Centro de Referência em Oftalmologia da Universidade Federal de Goiás Maria Nice Araujo Moraes Rocha1, Marcos

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

Imagem da Semana: Tomografia de órbita

Imagem da Semana: Tomografia de órbita Imagem da Semana: Tomografia de órbita Figura: Tomografia computadorizada contrastada de crânio. Enunciado Criança do sexo masculino, 2 anos, natural de Parauapebas (PA), apresentava reflexo branco em

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

O olho vermelho Resumo de diretriz NHG M57 (fevereiro 2006)

O olho vermelho Resumo de diretriz NHG M57 (fevereiro 2006) O olho vermelho Resumo de diretriz NHG M57 (fevereiro 2006) Rietveld RP, Cleveringa JP, Blom GH, Baggen MEJM, Bink D, Oltheten JMT, Van der Weele GM traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto

Leia mais

OZURDEX ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Implante Biodegradável para Uso Oftálmico. Cada implante contém 0,7 mg de dexametasona

OZURDEX ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Implante Biodegradável para Uso Oftálmico. Cada implante contém 0,7 mg de dexametasona OZURDEX ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Implante Biodegradável para Uso Oftálmico Cada implante contém 0,7 mg de dexametasona BULA PARA O PACIENTE APRESENTAÇÕES Implante biodegradável para uso oftálmico

Leia mais

Dificuldade Visual em Adultos e Idosos

Dificuldade Visual em Adultos e Idosos Dificuldade Visual em Adultos e Idosos Jayter Silva de Paula 1, João Marcello Fortes Furtado 2, Fabiano Cade Jorge 2, Eduardo Melani Rocha 1, Luciane Loures dos Santos 3, Maria de Lourdes Veronese Rodrigues

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética

RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética SOLICITANTE DR BRENO REGO PINTO Juizado Especial da Comarca de Monte Santo de Minas/MG NÚMERO

Leia mais

EXERCÍCIO E DIABETES

EXERCÍCIO E DIABETES EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,

Leia mais

TUMORES CEREBRAIS. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

TUMORES CEREBRAIS. Maria da Conceição Muniz Ribeiro TUMORES CEREBRAIS Maria da Conceição Muniz Ribeiro Tumor Cerebral é uma lesão localizada que ocupa o espaço intracerebral e tende a acusar um aumento de PIC. Em adulto, a maior parte dos tumores se origina

Leia mais

Lesões Oculares. Entretanto, aparecem com mais freqüência e intensidade no nosso ambiente de trabalho, principalmente em atividades industriais;

Lesões Oculares. Entretanto, aparecem com mais freqüência e intensidade no nosso ambiente de trabalho, principalmente em atividades industriais; Lesões Oculares Como outras lesões, elas ocorrem basicamente pela falta de percepção dos riscos e adoção de medidas que os eliminem e/ ou neutralizem. Principalmente na falta do uso de proteções adequadas,

Leia mais

Projeto de Lei Nº 5534, de 2005 (Do Senado Federal)

Projeto de Lei Nº 5534, de 2005 (Do Senado Federal) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA Projeto de Lei Nº 5534, de 2005 (Do Senado Federal) Torna obrigatória a proteção contra radiação ultravioleta nos óculos de sol e dá outras providências. Autor:

Leia mais

CERATOCONE. A palavra ceratocone se deriva de duas palavras gregas : karato que significa córnea e konos que significa cone.

CERATOCONE. A palavra ceratocone se deriva de duas palavras gregas : karato que significa córnea e konos que significa cone. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira CERATOCONE QUE É CERATOCONE? O ceratocone, ou córnea cônica é uma desordem não inflamatória, na qual

Leia mais

CRITÉRIOS DE INCLUSÃO/EXCLUSÃO NAS SEGUINTES PATOLOGIAS: CATARATA E GLAUCOMA

CRITÉRIOS DE INCLUSÃO/EXCLUSÃO NAS SEGUINTES PATOLOGIAS: CATARATA E GLAUCOMA CRITÉRIOS DE INCLUSÃO/EXCLUSÃO NAS SEGUINTES PATOLOGIAS: CATARATA E GLAUCOMA CATARATA CRITÉRIOS DE INCLUSÃO Esta indicada em portadores de opacidade do cristalino que, mesmo com melhor correção óptica,

Leia mais

CRESEMS, CISCOPAR e 20ª. Regional de Saúde Toledo PR PROTOCOLOS CLÍNICOS ESPECIALIZADOS

CRESEMS, CISCOPAR e 20ª. Regional de Saúde Toledo PR PROTOCOLOS CLÍNICOS ESPECIALIZADOS CRESEMS, CISCOPAR e 20ª. Regional de Saúde PROTOCOLOS CLÍNICOS ESPECIALIZADOS OFTALMOLOGIA Pré-requisitos: História clínica detalhada; Exame físico completo; Exames complementares essenciais conforme o

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA.

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. CITOLOGIA CLÍNICA O exame citológico é uma das grandes ferramentas para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e na tomada de

Leia mais

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou

Leia mais

Estrutura do OLHO HUMANO:

Estrutura do OLHO HUMANO: ÓPTICA DA VISÃO Estrutura do OLHO HUMANO: É um fino tecido muscular que tem, no centro, uma abertura circular ajustável chamada de pupila. Ajustam a forma do cristalino. Com o envelhecimento eles perdem

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

CEGUEIRA E CATARATA. Perguntas e respostas

CEGUEIRA E CATARATA. Perguntas e respostas CEGUEIRA E CATARATA Perguntas e respostas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira 14. O que torna a pessoa cega? Somado aos acidentes e defeitos

Leia mais

DIPLOPIA DIPLOPIA MONOCULAR

DIPLOPIA DIPLOPIA MONOCULAR DIPLOPIA Definição - Visão dupla dum objecto único. 1) DIPLOPIA MONOCULAR Diplopia que desaparece com a oclusão dum olho atingido 2) DIPLOPIA BINOCULAR ligada a um desequilíbrio binocular de oculomotricidade

Leia mais

LUMIGAN ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

LUMIGAN ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA LUMIGAN ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Solução Oftálmica Estéril bimatoprosta (0,03%) BULA PARA O PACIENTE Bula para o Paciente Pág. 1 de 7 APRESENTAÇÕES Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico

Leia mais

TÍTULO: RELATO DE CASO - OCT de segmento anterior na avaliação de edema de córnea

TÍTULO: RELATO DE CASO - OCT de segmento anterior na avaliação de edema de córnea NÚMERO: 18 TÍTULO: RELATO DE CASO - OCT de segmento anterior na avaliação de edema de córnea AUTORES: Nayara Nakamura Hirota¹, Eduardo Buzolin Barbosa¹, Renata Tiemi Kashiwabuchi² 1 Residente do terceiro

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DAS CEFALEIAS (IHS 2004)

CLASSIFICAÇÃO DAS CEFALEIAS (IHS 2004) CLASSIFICAÇÃO DAS CEFALEIAS (IHS 2004) ENXAQUECAS Enxaqueca sem aura De acordo com a IHS, a enxaqueca sem aura é uma síndroma clínica caracterizada por cefaleia com características específicas e sintomas

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Retinopatia Diabética

Retinopatia Diabética Retinopatia Diabética A diabetes mellitus é uma desordem metabólica crónica caracterizada pelo excesso de níveis de glicose no sangue. A causa da hiper glicemia (concentração de glicose igual ou superior

Leia mais

AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE

AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE 4.1 - Tabela de Temporalidade Como é cediço todos os arquivos possuem um ciclo vital, composto pelas fases corrente, intermediária e permanente. Mas como saber quando

Leia mais

CONSULTA EM OFTALMOLOGIA GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2

CONSULTA EM OFTALMOLOGIA GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 CONSULTA EM OFTALMOLOGIA GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 Motivos para o encaminhamento: 1. Déficit Visual; 2. Cefaléia acompanhada de baixa acuidade visual 3. Retinopatia Diabética 4. Inflamação Ocular;

Leia mais

O que é Hemofilia? O que são os fatores de coagulação? A hemofilia tem cura?

O que é Hemofilia? O que são os fatores de coagulação? A hemofilia tem cura? Volume1 O que é? O que é Hemofilia? Hemofilia é uma alteração hereditária da coagulação do sangue que causa hemorragias e é provocada por uma deficiência na quantidade ou qualidade dos fatores VIII (oito)

Leia mais

Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida.

Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida. 1/5 1. OBJETIVO Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida. 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO Curativo - Curativo ou penso é um material aplicado diretamente sobre feridas

Leia mais

VISÃO: MITOS E VERDADES

VISÃO: MITOS E VERDADES Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira VISÃO: MITOS E VERDADES Quem usa óculos enxerga pior à noite? Os míopes enxergam menos à noite, mesmo

Leia mais

Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR).

Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR). Diretriz de tratamento da Catarata Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR). Participantes: Dr. Armando

Leia mais

Relatório Sintético de Procedimentos

Relatório Sintético de Procedimentos Apêndice E Procedimentos em Oftalmologia da Tabela Unificada do SUS Procedimentos que exigem habilitação como Centro de Atenção Oftalmológico (504) ou Unidade de Atenção Especializada em Oftalmologia (503)

Leia mais

ALREX. BL Indústria Ótica Ltda Suspensão oftálmica 2 mg/ml

ALREX. BL Indústria Ótica Ltda Suspensão oftálmica 2 mg/ml ALREX BL Indústria Ótica Ltda Suspensão oftálmica 2 mg/ml ALREX etabonato de loteprednol APRESENTAÇÕES Suspensão estéril para uso oftálmico 2 mg/ml: frasco gotejador contendo 5 ml. USO TÓPICO OCULAR USO

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Resposta: Diagnóstico 1. Coriorretinopatia Serosa Central. Exames 1. Angiografia fluoresceínica 2. Tomografia de coerência óptica

PADRÃO DE RESPOSTA. Resposta: Diagnóstico 1. Coriorretinopatia Serosa Central. Exames 1. Angiografia fluoresceínica 2. Tomografia de coerência óptica PADRÃO DE RESPOSTA Questão 1: Paciente feminino de 35 anos com queixa súbita de baixa visual no OD. Sem comorbidades sistêmicas. Ao exame a acuidade visual era sem correção OD 20/60 com metamorfopsia e

Leia mais

Todo o conjunto que compõe a visão humana é chamado globo ocular.

Todo o conjunto que compõe a visão humana é chamado globo ocular. Olho humano O olho humano é um sistema óptico complexo, formado por vários meios transparentes além de um sistema fisiológico com inúmeros componentes. Olho humano Todo o conjunto que compõe a visão humana

Leia mais

para que serve. Transplante de funciona essa cirurgia. delee que a luz funcionando, ruim. visão vai ficar O transplante que essa córnea são:

para que serve. Transplante de funciona essa cirurgia. delee que a luz funcionando, ruim. visão vai ficar O transplante que essa córnea são: Transplante de Córnea: O que é e serve. para que O Transplante de Córnea é o transplante de órgãos mais realizado no mundo e também o de maior sucesso. Vamos aqui explicar o que é e como funciona essa

Leia mais

Luz, olho humano e óculos Capítulo 12

Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 Luz, olho humano e óculos Capítulo 12 O olho humano O papel da retina e do cérebro A Pupila - É a estrutura do olho responsável por regular a entrada da quantidade de luz para a formação da imagem; - Em

Leia mais

O conceito de assistência à saúde...

O conceito de assistência à saúde... Prof. Humberto Medrado [email protected] O conceito de assistência à saúde... Estabelecer prioridades Planejar, avaliar e implementar continuamente ações de assistência integral à saúde

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

Pesquisa com células tronco para tratamento de doenças da retina

Pesquisa com células tronco para tratamento de doenças da retina Pesquisa com células tronco para tratamento de doenças da retina O Setor de Retina da Divisão de Oftalmologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto- USP(HCRP-FMRP-USP) está

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Óptica Visual e. Instrumentação

Óptica Visual e. Instrumentação Óptica Visual e Instrumentação Trabalho elaborado por: Andreia Fonseca 13220 Elia Coelho 13846 Gonçalo Heleno 13007 Ensino de Física e Química Página 1 Objectivos: Este trabalho experimental tem como principais

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE GUIAS DE REFERÊNCIA EM OFTALMOLOGIA. Área de abrangência do DRS XIII

CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE GUIAS DE REFERÊNCIA EM OFTALMOLOGIA. Área de abrangência do DRS XIII CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE GUIAS DE REFERÊNCIA EM OFTALMOLOGIA Área de abrangência do DRS XIII HOSPITAL DAS CLINICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Leia mais

Fraturas do Terço Médio da Face

Fraturas do Terço Médio da Face Fraturas do Terço Médio da Face Epidemiologia: Pico de incidência entre 15 e 30 anos Homens correspondem a 60-80% As principais causas são acidente automobilístico, agressão, esportes radicais e quedas

Leia mais

Primeiros Socorros Volume I

Primeiros Socorros Volume I Manual Primeiros Socorros Volume I um Manual de Junho de 2008 Rua Braancamp, 52-4º 1250-051 Lisboa Tel. 212476500 [email protected] Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode

Leia mais

CAMPANHA NACIONAL HOSPITAIS SEGUROS FRENTE AOS DESASTRES

CAMPANHA NACIONAL HOSPITAIS SEGUROS FRENTE AOS DESASTRES CAMPANHA NACIONAL HOSPITAIS SEGUROS FRENTE AOS DESASTRES Realização: Ministério da Integração Nacional Logo após um desastre, os governos e as comunidades que atuam em emergências, e também os meios

Leia mais

OLHO VERMELHO OBJETIVOS DE APRENDIZADO

OLHO VERMELHO OBJETIVOS DE APRENDIZADO ESTUDO DIRIGIDO OLHO VERMELHO Jailton Vieira Silva 1 Hugo Siquera Robert Pinto 2 Bruno Fortaleza de Aquino Ferreira 2 OBJETIVOS DE APRENDIZADO Realizar o diagnóstico diferencial das causas de olho vermelho;

Leia mais

SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS

SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS FASCÍCULO DO BENEFICIÁRIO VERSÃO 2013 Instituto Curitiba de Saúde ICS - Plano Padrão ÍNDICE APRESENTAÇÃO 03 1. CONSULTA/ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA EM PRONTO ATENDIMENTO

Leia mais

18/06/2012. Magnificação. Postura PRINCÍPIOS DA MICROCIRURGIA OCULAR

18/06/2012. Magnificação. Postura PRINCÍPIOS DA MICROCIRURGIA OCULAR PRINCÍPIOS DA MICROCIRURGIA OCULAR Dr. João Alfredo Kleiner MV, MSc Vetweb Oftalmologia Veterinária www.vetweb.com.br Magnificação Desde 1960 teve uma enorme influência nos avanços do ato cirúrgico e instrumentação.

Leia mais

DISLEXIA PERGUNTAS E RESPOSTAS

DISLEXIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DISLEXIA PERGUNTAS E RESPOSTAS A avaliação é importante? Muito importante. Ela é fundamental para

Leia mais

António Ramalho UVEITES

António Ramalho UVEITES UVEITES CLASSIFICAÇÃO ANATÓMICA ANTERIOR o Irite o Iridociclite o Ciclite anterior INTERMEDIÁRIA o Pars planite o Hialite o Cilcite posterior POSTERIOR o Coroidite focal o Coroidite multifocal o Coroidite

Leia mais

ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Suspensão oftálmica estéril de gatifloxacino (3 mg/ml) e acetato de prednisolona (10 mg/ml), contendo frasco plástico conta-gotas de 3 ml e 6 ml APRESENTAÇÕES

Leia mais

Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção. Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca)

Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção. Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca) Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca) O que é? É o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não

Leia mais

Recarga dos Extintores

Recarga dos Extintores Recarga dos Extintores Orçamentos fechados ou abertos, qual a melhor opção? Com cada vez mais incidentes de incêndio em condomínios nos últimos anos, a atenção dos síndicos e administradores vem sendo

Leia mais

Composição Cada grama contém: 2 mg de carbômer; Excipientes: cetrimida 0,1 mg (conservante), sorbitol, edetato dissódico e hidróxido de sódio.

Composição Cada grama contém: 2 mg de carbômer; Excipientes: cetrimida 0,1 mg (conservante), sorbitol, edetato dissódico e hidróxido de sódio. VISCOTEARS carbômer 2 mg / g Lágrima artificial Forma farmacêutica e apresentação Gel líquido oftálmico: tubo de 10 g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO Composição Cada grama contém: 2 mg de carbômer; Excipientes:

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO]

www.drapriscilaalves.com.br [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO] [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO] 2 Complexo Respiratório Viral Felino É um conjunto de sintomas causado pelas doenças Rinotraqueíte Felina e Calicivirose Felina. São doenças virais cujos sinais clínicos

Leia mais

Displasia coxofemoral (DCF): o que é, quais os sinais clínicos e como tratar

Displasia coxofemoral (DCF): o que é, quais os sinais clínicos e como tratar Displasia coxofemoral (DCF): o que é, quais os sinais clínicos e como tratar A displasia coxofemoral (DCF) canina é uma doença ortopédica caracterizada pelo desenvolvimento inadequado da articulação coxofemoral.

Leia mais

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária INDICAÇÕES BIOEASY Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária 1- ANIGEN RAPID CPV AG TEST BIOEASY PARVOVIROSE Vendas de Filhotes:

Leia mais

4 Segmentação. 4.1. Algoritmo proposto

4 Segmentação. 4.1. Algoritmo proposto 4 Segmentação Este capítulo apresenta primeiramente o algoritmo proposto para a segmentação do áudio em detalhes. Em seguida, são analisadas as inovações apresentadas. É importante mencionar que as mudanças

Leia mais

CIRURGIA DE OTOPLASTIA (PLÁSTICA DE ORELHAS) Termo de ciência e consentimento livre e esclarecido

CIRURGIA DE OTOPLASTIA (PLÁSTICA DE ORELHAS) Termo de ciência e consentimento livre e esclarecido CIRURGIA DE OTOPLASTIA (PLÁSTICA DE ORELHAS) Termo de ciência e consentimento livre e esclarecido Eu, RG n solicito e autorizo o Dr. Fausto A. de Paula Jr, CRM-SP 103073, medico otorrinolaringologista,

Leia mais

Biofísica da visão II. Ondas eletromagnéticas, o olho humano, Funcionamento da visão, Defeitos da visão.

Biofísica da visão II. Ondas eletromagnéticas, o olho humano, Funcionamento da visão, Defeitos da visão. Biofísica da visão II Ondas eletromagnéticas, o olho humano, Funcionamento da visão, Defeitos da visão. Sistema de líquidos do olho Glaucoma: aumento da pressão intra-ocular SIMULAÇÃO DE PERDA NO GLAUCOMA

Leia mais

PROJETO OLHAR BRASIL Dra. Lilia M.Contreiras Corrêa

PROJETO OLHAR BRASIL Dra. Lilia M.Contreiras Corrêa Dra. Lilia M.Contreiras Corrêa Assessora Técnica da Diretoria de Atenção Especializada Oftalmologia/SESAB Reconhecendo as dificuldades do acesso da população brasileira, não só à consulta oftalmológica,

Leia mais

ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA PILOCARPINA ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Solução Oftálmica Estéril cloridrato de pilocarpina 1% / 2% / 4% BULA PARA O PACIENTE APRESENTAÇÃO Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico conta-gotas

Leia mais

ZINCOLOK ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

ZINCOLOK ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA ZINCOLOK ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Frasco plástico gotejador contendo 10 ml de solução oftálmica estéril de sulfato de zinco e cloridrato de nafazolina APRESENTAÇÃO Solução Oftálmica Estéril

Leia mais

Nuno Lopes MD. FEBO.

Nuno Lopes MD. FEBO. Nuno Lopes MD. FEBO. 1ª Parte História Clínica Exame Objectivo 2 História Clínica Fulcral - enquadramento etiológico Orientar Exame Oftalmológico EAD Estabelecer empatia / relação MD Colaboração Satisfação

Leia mais

ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO)

ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO) ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO) As abelhas do gênero Apis (abelha-europa ou abelha-africana), as vespas (marimbondos) e as formigas lava-pés são insetos do gênero dos himenópteros que

Leia mais

EstudoDirigido Exercícios de Fixação Doenças Vasculares TCE Hipertensão Intracraniana Hidrocefalia Meningite

EstudoDirigido Exercícios de Fixação Doenças Vasculares TCE Hipertensão Intracraniana Hidrocefalia Meningite EstudoDirigido Exercícios de Fixação Doenças Vasculares TCE Hipertensão Intracraniana Hidrocefalia Meningite SOMENTE SERÃO ACEITOS OS ESTUDOS DIRIGIDOS COMPLETOS, MANUSCRITOS, NA DATA DA PROVA TERÁ O VALOR

Leia mais

CILODEX Pomada. Cloridrato de Ciprofloxacino (3,5 mg/g) Dexametasona (1,0 mg/g)

CILODEX Pomada. Cloridrato de Ciprofloxacino (3,5 mg/g) Dexametasona (1,0 mg/g) Bula Paciente_ CILODEX Pomada CILODEX Pomada Cloridrato de Ciprofloxacino (3,5 mg/g) Dexametasona (1,0 mg/g) APRESENTAÇÃO Pomada Oftálmica Estéril. Tubo contendo 3,5 g de pomada oftálmica estéril de cloridrato

Leia mais

4º par craneano - nervo troclear

4º par craneano - nervo troclear 4º par craneano - nervo troclear O 4º par craneano é responsável pela inervação do músculo oblíquo superior, tendo este como principal acção a infraducção do olho, principalmente quando este se encontra

Leia mais

APRESENTAÇÕES Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril de flurbiprofeno (0,3 mg/ml).

APRESENTAÇÕES Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril de flurbiprofeno (0,3 mg/ml). APRESENTAÇÕES Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril de flurbiprofeno (0,3 mg/ml). VIA DE ADMINISTRAÇÃO TÓPICA OCULAR USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur

Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur Prof André Montillo Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur Fraturas Proximal do Fêmur: Anatomia: Elementos Ósseos Cabeça do Fêmur Trocanter Maior Colo

Leia mais

NOVEMBRO DOURADO VIVA ESTA IDEIA! VENHA PARTICIPAR!

NOVEMBRO DOURADO VIVA ESTA IDEIA! VENHA PARTICIPAR! NOVEMBRO DOURADO VIVA ESTA IDEIA! VENHA PARTICIPAR! Serviço de OncoHematologia do HIJG DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER NA CRIANÇA E NO ADOLESCENTE O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil (lei

Leia mais

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DAS FICHAS

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DAS FICHAS MANUAL PARA PREENCHIMENTO DAS FICHAS OBJETIVO Este manual foi elaborado para orientar o usuário quanto ao preenchimento das fichas de Coleta de Dados Simplificados (CDS). Esse documento visa descrever

Leia mais

BIAMOTIL-D ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Solução Oftálmica Estéril. cloridrato de ciprofloxacino (3,5 mg/g) dexametasona (1,0 mg/g)

BIAMOTIL-D ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Solução Oftálmica Estéril. cloridrato de ciprofloxacino (3,5 mg/g) dexametasona (1,0 mg/g) BIAMOTIL-D ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Solução Oftálmica Estéril cloridrato de ciprofloxacino (3,5 mg/g) dexametasona (1,0 mg/g) BULA PARA O PACIENTE APRESENTAÇÃO Solução Oftálmica Estéril Frasco

Leia mais

2.O que precisa de saber antes de utilizar Frisolona Forte

2.O que precisa de saber antes de utilizar Frisolona Forte Folheto informativo: Informação para o utilizador Frisolona Forte 10 mg/ml colírio, suspensão Prednisolona, acetato Leia com atenção todo este folheto antes de começar a utilizar este medicamento pois

Leia mais

ANESTÉSICO ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Solução Oftálmica Estéril. cloridrato de tetracaína 1% cloridrato de fenilefrina 0,1%

ANESTÉSICO ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Solução Oftálmica Estéril. cloridrato de tetracaína 1% cloridrato de fenilefrina 0,1% ANESTÉSICO ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Solução Oftálmica Estéril cloridrato de tetracaína 1% cloridrato de fenilefrina 0,1% BULA PARA O PACIENTE anestésico cloridrato de tetracaína 1% cloridrato

Leia mais

Professora Bruna FÍSICA B. Aula 17 Seus Óculos. Página 232

Professora Bruna FÍSICA B. Aula 17 Seus Óculos. Página 232 FÍSICA B Aula 17 Seus Óculos. Página 232 INTRODUÇÃO Na aula de hoje, estudaremos os defeitos da visão e os tipos de lentes indicadas para correção destes defeitos. Para isso, estudaremos primeiramente

Leia mais