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- Sophia Sabrosa Aleixo
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1 1 n janeiro Enraizamento de estacas semilenhosas de oliveira em estufa baixa: alternativa para o pequeno produtor 1 João Vieira Neto 2 Adelson Francisco de Oliveira 3 Emerson Dias Gonçalves 4 Hugo Adelande de Mesquita 5 Luiz Fernando de Oliveira da Silva 6 Nilton Caetano de Oliveira 7 Rafael Pio 8 Daniel Fernandes da Silva 9 INTRODUÇÃO A estaquia é o método de propagação mais utilizado na produção de mudas de oliveira. Nesse caso, utiliza-se o enraizamento de estacas semilenhosas sob nebulização intermitente, em casa de vegetação, instalações estas de custo elevado, o que inviabiliza a tecnologia para pequenos produtores (OLIVEIRA et al., 2008). Esse sistema resume-se em três fases: o enraizamento, durante o qual se tem a emissão de raízes adventícias na base das estacas; a aclimatação, onde se promove a funcionalidade do sistema radicular obtido, e, finalmente, a formação das mudas em viveiro (CABALLERO, 1981; OLIVEIRA, 2001; SOARES; LIMA; CRISÓSTOMO, 2007). A etapa mais onerosa desse sistema de multiplicação consiste na primeira fase, pelo alto custo das instalações, da casa de vegetação e dos canteiros de enraizamento com nebulizadores intermitentes. Visando atender o pequeno produtor, para que tenha condições de produzir suas mudas, em pequenas quantidades, esta Circular Técnica propõe, de maneira simples, a construção de pequenas estufas utilizando materiais existentes na própria fazenda e de baixos custos. 1 Circular Técnica produzida pela Unidade Regional EPAMIG Sul de Minas (U.R. EPAMIG SM). Tel.: (35) Correio eletrônico: [email protected] 2 Eng o Agr o, D.Sc., Pesq. U.R. EPAMIG SM - FEMF/Bolsista FAPEMIG, CEP Maria da Fé - MG. Correio eletrônico: [email protected] 3 Eng o Agr o, D.Sc., Pesq. U.R. EPAMIG SM/Bolsista FAPEMIG, Caixa Postal 176, CEP Lavras - MG. Correio eletrônico: [email protected] 4 Eng o Agr o, D.Sc., Pesq. U.R. EPAMIG SM/Bolsista FAPEMIG, CEP Maria da Fé - MG. Correio eletrônico: [email protected] 5 Eng o Agr o, D.Sc., Pesq. U.R. EPAMIG SM/Bolsista FAPEMIG, Caixa Postal 176, CEP Lavras - MG. Correio eletrônico: [email protected] 6 Eng o Agr o, Bolsista FAPEMIG/ U.R. EPAMIG SM - FEMF, CEP Maria da Fé - MG. Correio eletrônico: [email protected] 7 Biólogo, U.R. EPAMIG SM - FEMF, CEP Maria da Fé - MG. Correio eletrônico: [email protected] 8 Eng o Agr o, D.Sc., Prof. UFLA-Dept o Agricultura/Bolsista CNPq, CEP Lavras - MG. Correio eletrônico: [email protected] 9 Téc. Agrícola, Prefeitura Municipal de Maria da Fé/ U.R. EPAMIG SM - FEMF, CEP Maria da Fé - MG. Correio eletrônico: [email protected]
2 2 MATERIAL PROPAGATIVO Antes de pensar na construção da estufa, é necessário que o produtor tenha material propagativo para abastecê-la. O material pode ser retirado de olivais já instalados na propriedade e que estejam identificados, nas épocas da realização de podas de formação. Entretanto, essa prática, além de não fornecer material na quantidade necessária, muitas vezes leva o produtor a retirar de suas plantas mais do que o necessário, comprometendo o desenvolvimento e, consequentemente, a produção. Para contornar esse problema, o produtor pode instalar um pequeno jardim clonal, com a função única de fornecer material propagativo de alta qualidade. O jardim clonal assegura a coleta de ramos propagativos com alto vigor vegetativo durante todo o ano, favorecendo o enraizamento das estacas (CABALLERO, 1981). Vale ressaltar que as mudas que formarão o jardim clonal devem ser criteriosamente selecionadas, livres de quaisquer pragas e doenças e ser originárias de matrizes com excelente potencial produtivo, já que as mudas propagadas a partir dessas plantas terão as mesmas características genéticas da planta-matriz. DIMENSIONAMENTO DO JARDIM CLONAL Os trabalhos experimentais evidenciaram que cada planta mantida no jardim clonal fornece, após 12 meses de plantio, em média 60 estacas com 12 cm de comprimento e dois pares de folhas (Fig. 1). Assim, é necessário instalar um jardim clonal com 35 plantas (espaçamento de 2 x 0,5 m), para garantir o número de estacas suficientes para o plantio de 1 ha de oliveira. Levando em consideração o espaçamento de 6 e 4 m, serão necessárias 417 mudas para o plantio de 1 ha de oliveira. Com base nessa informação e tendo como média uma eficiência de enraizamento em estufas baixas em torno de 20%, resultados experimentais obtidos na Fazenda Experimental de Maria da Fé (FEMF), da Unidade Regional EPAMIG Sul de Minas (U.R. EPAMIG SM), deverão ser introduzidas na estufa estacas. Se o produtor desejar fazer mais mudas a partir do mesmo jardim clonal, deve deixar as plantas rebrotarem e, após 12 meses, efetuar novo corte para retirada das estacas. Esse procedimento podese repetir por um período de 5 anos, desde que as plantas sejam mantidas adubadas e sob tratamento fitossanitário. DIMENSIONAMENTO DA ESTUFA Para facilitar o manejo, a estufa deve ter uma largura fixa de 100 cm, e comprimento variável conforme produção desejada. No caso de produção de mudas para 1 ha (2.085 estacas), o comprimento deve ser de 260 cm. O pé direito da estufa deve ter 80 cm e a altura do arco central 100 cm. A profundidade do substrato deve ser de 20 cm, e as estacas devem ser plantadas no espaçamento de 4 x 3 cm. CONSTRUÇÃO DA ESTUFA A seguir são apresentados no Quadro 1 os materiais necessários para a construção da estufa baixa, visando obter mudas para plantio em 1 ha. A C Figura 1 - Processo de produção de estacas de oliveira NOTA: A - Planta de oliveira; B - Corte na base a 40 cm de altura do solo deixando o pulmão; C - Detalhe da estaca com dois pares de folha; D - Tratamento com solução de ácido indolbutírico (AIB), diluída em 50% de álcool etílico (92,8º INPM) e 50% de água, na concentração de 3g/L, por 5 segundos. Primeiro, devem-se fixar os caibros que serão os cantos, determinando as dimensões da estufa (1 x 2,6 m). Em seguida, com as ripas fecha-se o retângulo, formando a base da estufa, onde será colocado o substrato. Após essa etapa, devem-se fixar os arcos na parte superior, espaçados entre si por 130 cm, totalizando três arcos, conforme Figuras 2A e 2B. B Fotos: Luiz Fernando de Oliveira da Silva D
3 3 QUADRO 1 - Coeficientes técnicos para construção da estufa (área de 2,6 m 2 ) Material Quantidade Valor unitário (R$) Valor total (R$) Tábua (20 x 2,3 cm) 7,20 m 3,60 25,92 Caibro (6 x 5 cm) 3,00 m 2,30 6,90 Ripa (3 x 2,5 cm) 18,75 m 0,58 10,88 Areia média 0,52 m 3 65,00 33,80 (2) Prego (13x15; 2 e 3,44) 0,25 kg 7,00 1,75 Plástico leitoso 4,12 m 2 1,50 6,18 Sombrite 50% 5,00 m 2 3,00 15,00 Total R$ 100,43 Altura e espessura. (2) Bitola-diâmetro (mm) e comprimento (cm). Toda estrutura, com exceção da frente, deverá ser fechada com plástico leitoso (filme de polietileno, espessura de 150 microns) e presa com grampos, permitindo a passagem da quantidade correta de luz, além de proteger as estacas e garantir um microclima ideal para o enraizamento. A base da estufa deve ser revestida com lona preta ou com o próprio plástico leitoso, onde será acomodado o substrato (Fig. 2C). Deve-se tomar o cuidado em deixar saída para drenar o excesso da água de irrigação. Para fechar a estufa, a armação da porta deverá ser construída com ripa e revestida com o mesmo tipo de plástico utilizado para cobrir a estufa. Deverá ser removível, de modo que facilite as operações no interior da estufa. O encaixe para fixar a porta deverá ser feito com um sarrafo de madeira, fixado nos caibros das extremidades, com a folga um pouco maior que a espessura da madeira da porta, facilitando seu encaixe. A estufa deve ser mantida sob estrutura com pé direito de 2,3 m, coberta com sombrite 50%, evitando exposição a pleno sol (Fig. 2D). SUBSTRATO Vários substratos podem ser usados, como: perlita, vermiculita, casca de arroz carbonizada e areia lavada. Pelo baixo custo e facilidade de obtenção, recomenda-se utilizar areia lavada. O volume necessário varia de acordo com as dimensões da estufa. Para leito de substrato com altura de 20 cm, é necessário 0,2 m 3 de substrato para cada metro quadrado de estufa. No caso das dimensões da estufa em discussão, é necessário 0,52 m 3 de substrato. Preparo do substrato Antes do plantio das estacas, o substrato deve ser desinfectado para eliminar a possível presença de patôgenos. Nesse caso, pode-se utilizar solução desinfetante composta por hipoclorito de sódio (10% de cloro ativo). Após a rega da solução com hipoclorito de sódio, o substrato deve ser vedado com lona de polietileno preto durante quatro dias. Para aumentar o porcentual de enraizamento das estacas, recomenda-se enriquecer o substrato com fertilizante orgânico (com 0,2% a 0,3% de Zn) na dosagem de 1,2 ml/l de substrato. No caso em questão, podem-se aplicar 624 ml de fertilizante orgânico comercial, diluído em 10 litros de água sobre o substrato utilizado no enraizamento. MANEJO DA ESTUFA Para garantir o sucesso nesse sistema de enraizamento, deve-se efetuar irrigação sobre as estacas, com regador manual, duas vezes ao dia, 10 litros no início da manhã e 10 litros no meio da tarde, durante 60 dias. Dessa forma, o interior da estufa permanecerá com a umidade suficiente para manter as folhas sempre úmidas. Durante o restante do dia, a estufa deve permanecer sempre fechada.
4 4 B C D E F Fotos: João Vieira Neto A Figura 2 - Processo de construção da estufa NOTA: Figura 2A - Construção da parte estrutural. Figura 2B - Detalhe do arco. Figura 2C - Detalhe da forração do chão, deixando o fundo vazado para escoamento da água. Figura 2D - Estufa finalizada sob sombrite. Figura 2E - Interior da estufa. Figura 2F - Estacas de oliveira.
5 5 REFERÊNCIAS CABALLERO, J. M. Multiplicación del olivo por etaquillado semileñoso bajo nebulización. Madrid: Instituto Nacional de Investigaciones Agrarias, p. (Comunicaciónes INIA. Producción Vegetal, 31). OLIVEIRA, A. F. de. Enraizamento de estacas semilenhosas e cultura de embriões in vitro de oliveira (Olea europaea L.) p. Tese (Doutorado em Fitotecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras. OLIVEIRA, A. F. de et al. Propagação da oliveira por enraizamento de estacas semilenhosas. Belo Horizonte: EPAMIG, p. (EPAMIG. Boletim Técnico, 90). SOARES, I.; LIMA, S. C.; CRISÓSTOMO, L. A. Crescimento e composição mineral de mudas de gravioleira em resposta a doses de fósforo. Revista Ciência Agronômica, Fortaleza, v. 38, n. 4, p , Departamento de Publicações
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