BANCO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO INTEGRAL
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- Igor de Miranda Aldeia
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1 BANCO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO INTEGRAL O QUÊ? Banco de Práticas Pedagógicas alinhadas com a Política de Educação Integral da rede. PARA QUÊ? O conjunto de indicações de práticas pedagógicas respondem aos fundamentos do Currículo na Educação Integral, e por consequência, aos princípios da política. Ele deve ser utilizado tanto como referência nas atividades de construção coletiva da Matriz Curricular na rede, quanto para a construção coletiva dos Projeto Político- Pedagógicos (PPP) das escolas, seus Planos Anuais e respectivos Planos de Trabalho dos professores e outros agentes da rede de educadores. A ideia é que as indicações possam inspirar transformações nas práticas pedagógicas, que então, deverão ser sistematizadas. O instrumento foi construído com base na experiência do município de Ipatinga (MG), que sistematizou mais de 300 práticas construídas localmente.
2 COMO? 1) Acessem coletiva e individualmente as plataformas e instrumentos indicados ao final deste instrumento 2) Mobilizem as escolas e organizações sociais participantes da política para acessarem e conhecerem os conteúdos indicados, convidando-as a testarem práticas indicadas 3) Estimulem que os educadores as adaptem, criem novas e as sistematizem em um formato comum 4) Combinem um período para a sistematização das práticas e coletem todas as atividades sistematizadas pelos educadores 5) Revisem todas as práticas, tendo bastante atenção à clareza da sistematização. A ideia é que estas práticas possam ser replicadas! 6) Desenvolvam um blog ou um site para reunir todo o conteúdo sistematizado, referendando e validando a produção autoral da rede 7) Divulguem e encorajem que todos os educadores tenham acesso ao Banco de Práticas Pedagógicas da Rede 8) Promova novas edições para atualizar o Banco produzido
3 CONCEITO NORTEADOR DO BANCO O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL O conceito de desenvolvimento integral no contexto da educação integral diz respeito à compreensão de que a educação, enquanto processo formativo, deve atuar pelo desenvolvimento dos indivíduos nas suas múltiplas dimensões: física, intelectual, social, emocional e simbólica. Isso significa que na educação integral, além do desenvolvimento intelectual privilegiado no modelo educacional tradicional, a educação passa a se ocupar também das demais dimensões do desenvolvimento humano. Compreende-se, inclusive, que o desenvolvimento intelectual depende das demais dimensões para acontecer na sua plenitude: por exemplo, um corpo limitado na sua expressão ou uma sociabilidade comprometida impactam diretamente nos processos cognitivos. Para a pesquisadora e fundadora da Associação dos Pesquisadores de Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente (NECA), Isa Maria Guará, essa perspectiva compreende o homem como ser uno e integral, que precisa evoluir plenamente num processo de educação que se articula com o desenvolvimento humano. Nesse sentido, a educação integral se concretiza em propostas que integram diferentes tempos, espaços e agentes educativos para além da sala de aula, das disciplinas e do professor. Essas diferentes interações permitem que os estudantes acessem e experimentem linguagens, contextos e ritmos diversificados que permitem o desenvolvimento de capacidades físicas, sociais, afetivas, além das intelectuais. PROCESSO EDUCATIVO: O DIÁLOGO DA INTEGRALIDADE Tendo em mente que para garantir o desenvolvimento integral dos sujeitos, precisamos de processos educativos que deem a oportunidade a todos e todas de se desenvolverem nos diferentes aspectos de sua formação. Convidamos você, agora, a refletir sobre suas práticas cotidianas, de gestão da sala de aula e/ou espaço educador, de ensino e aprendizagem e de diálogo e interação com os estudantes.
4 INSPIRAÇÕES Todos os conteúdos indicados são gratuitos e organizados por instituições sem fins lucrativos. FAZ SENTIDO Seção da Plataforma Faz Sentido, dedicada a recomendações e práticas para melhorar a qualidade do ensino fundamental II. Em Recomendações, explore dicas acerca de temas relevantes sobre o ensino fundamental II. Em Práticas, soluções e experiências que podem ser aplicadas na sua escola ou rede. Embora voltadas ao fundamental II, as práticas podem ser adaptadas às necessidades de diferentes públicos. Entre as áreas temáticas, encontram-se recomendações e práticas para qualificar o currículo na perspectiva integral da educação, para articulação das famílias e comunidades, para qualificação do ambiente escolar e novas formas de avaliação e certificação dos estudantes. Acessem: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO INTEGRAL O Centro de Referências em Educação Integral, com o apoio de diversos parceiros, elaborou este conjunto de materiais que chega às suas mãos com a proposta de trazer subsídios, ferramentas e dicas para que você possa implementar práticas pedagógicas que favoreçam o desenvolvimento integral dos estudantes. As práticas foram elaboradas com base em experiências concretas realizadas por escolas e organizações que atuam para a promoção da Educação Integral em todo o país. Elas valorizam o contexto dos estudantes, propõem formas inovadoras de trabalhar conteúdos e consideram o território como um importante espaço de aprendizagem. Acessem:
5 INSPIRAÇÕES Todos os conteúdos indicados são gratuitos e organizados por instituições sem fins lucrativos. ESCOLA DIGITAL O Escola Digital é uma plataforma gratuita de busca de objetos digitais de aprendizagem (ODA) que reúne e classifica os melhores conteúdos da internet de acordo com vários critérios, como disciplina e ano escolar. Professores, estudantes, gestores escolares e secretarias de educação encontram mais de 18 mil jogos, vídeos, infográficos, animações e simuladores para aprender e ensinar utilizando a tecnologia. A plataforma também oferece: planos de aula e atividades educativas para os alunos; cursos a distância voltados a gestores escolares e professores (com 40 horas de duração e certificado de conclusão reconhecido pelo MEC); E ferramentas que possibilitam a troca de experiências, a interação entre os usuários e um melhor uso dos recursos digitais na prática. Escola Digital atualmente também é uma rede de colaboração entre secretarias municipais e estaduais de educação que constroem juntas o acervo de objetos digitais, práticas pedagógicas e estratégias para formação dos professores e utilização das tecnologias em sala de aula. Todas elas adaptaram Escola Digital conforme as necessidades de suas redes, alterando layout, conteúdo ou funcionalidades. Acessem:
6 BANCO DE OFICINAS O banco reúne sugestões de atividades, dirigidas a educadores de escolas de jornada ampliada e de organizações não governamentais, que desenvolvem trabalhos socioeducativos com crianças, adolescentes e jovens. Tem o objetivo de contribuir na oferta de oportunidades de aprendizagem para ampliar o seu repertório cultural, como garantia de direitos, proteção e inclusão social. Organizadas em sete grupos temáticos, as oficinas são ajustáveis às condições de trabalho e de tempo dos interessados em utilizá-las. Há oficinas que podem ser feitas em uma ou mais sessões de cerca de 90 minutos cada. Todas seguem a mesma estrutura e indicam o público a que se destinam: crianças, adolescentes ou jovens, cabendo aos educadores adequá-las ao perfil de sua turma.
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