Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT)
|
|
|
- Maria do Pilar Gama Alcântara
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 JOSÉ XAVIER DE MELO FILHO O foi um estudo randomizado, de prevenção primária, realizado com a finalidade de se estudar o impacto da eliminação de três dos maiores fatores de risco cardiovascular (hipercolesterolemia, hipertensão arterial e fumo) sobre a mortalidade decorrente de doença arterial coronariana. Os participantes foram randomizados para dois grupos: um denominado de intervenção especial (IE) e outro, de tratamento usual (TU). No grupo IE foi instituído tratamento escalonado para a hipertensão arterial, aconselhamento para não fumar, e orientação dietética para a redução dos níveis sanguíneos de colesterol. Os pacientes incluídos no TU eram encaminhados às fontes de tratamento médico usual de que dispunham em suas comunidades. Baseados no dados dos estudos de Framingham, os pesqui- sadores do MRFIT projetaram uma taxa de mortalidade por doença coronária de 6 anos de 29 mortes por mil pacientes no grupo TU e de 21,3 mortes por mil pacientes no grupo IE (redução de 26,6%). Os resultados não foram aqueles projetados pelos pesquisadores. No final de 7 anos de seguimento, a mortalidade por doença coronária foi de 19,3 por mil pacientes no grupo TU e de 17,9 por mil pacientes no grupo IE diferença não significante entre os grupos. Palavras-chave: fatores de risco, hipertensão, colesterol, fumo. HiperAtivo 1998;1:48-52 Setor de Cardiologia Clínica do UDI Hospital Endereço para correspondência: Rua do Passeio, 362 CEP São Luís MA INTRODUÇÃO O foi idealizado pelo Instituto Nacional do Coração e Pulmão (NHLBI), dos Estados Unidos, entre os anos de 1972 e Trata-se de um amplo estudo longitudinal, de intervenção multifatorial, visando três fatores: tabagismo, hipertensão arterial e hipercolesterolemia. (1) O desenho do MRFIT foi feito a partir do levantamento de homens oriundos de 22 centros clínicos. Foram recrutados, como amostra final, homens entre 35 e 57 anos de idade. Foram excluídos os pacientes com doença coronariana conhecida, diabéticos, colesterolemia acima de 350 mg/dl e pressão diastólica acima de 115 mmhg. A elegibilidade foi determinada em três sucessivas visitas de triagem. Na primeira visita, determinou-se o risco para doença arterial coronária (DAC), a pressão arterial, o número de cigarros fumados por dia e os níveis de colesterol total. Foram excluídos homens com baixo risco de DAC, com história de infarto agudo do miocárdio, com diabetes melito que necessitassem uso de medicamentos, pacientes com necessidade de deslocamentos geográfico freqüentes, colesterol total acima de 350 mg/dl, ou pressão arterial diastólica (PAD) igual ou acima de 115 mmhg. Na segunda visita de triagem com outros testes, eram realizados: a) história clínica e exame físico; b) quatro medidas de PA; c) eletrocardiograma; d) coleta de colesterol total e frações, triglicerídeos, tiocinato sérico, glicemia e potássio; e) teste de função pulmonar; f) radiografia de tórax; g) consentimento de participação no programa de intervenção. Por fim, na terceira visita de seleção incluiu-se um teste ergométrico e um questionário detalhado sobre o consumo de cigarros. (2) Após a seleção inicial, pacientes foram randomizados em dois grupos. Foram pacientes para o grupo de intervenção especial (IE) e para o grupo de tratamento usual (TU). A primeira randomização foi em Dezembro de 1973 e a última, em Fevereiro de (3) 48 HiperAtivo, Vol 5, N o 1, Janeiro/Março de 1998
2 PROGRAMA DE INTERVENÇÃO No grupo TU, não houve programa especial de intervenção, apenas o seguimento habitual com o médico da comunidade onde o paciente residia. O retorno era marcado para um ano, ocasião em que se realizavam história clínica completa, exame físico e perfil laboratorial. O grupo IE, após a randomização, foi iniciado imediatamente em tratamento escalonado para hipertensão arterial. Os medicamentos inicialmente prescritos foram hidroclorotiazida e clortalidona, seguidos seqüencialmente de reserpina, hidralazina, guanetidina ou outras drogas, até serem atingidas as metas designadas como controle da pressão arterial (redução de 10 ou mais mmhg na pressão arterial diastólica ou obtenção de pressão arterial diastólica abaixo de 89 mmhg). Além do tratamento da pressão arterial, os pacientes foram colocados num programa dietético de emagrecimento e controle do colesterol, sendo também orientados a não fumar. Foram montados grupos de discussão com protocolos comuns e material educativo versando sobre os três fatores de risco. Cada grupo incluía dez homens, que se encontraram em dez sessões (4). Após a fase inicial de intervenção, coordenada por uma equipe multiprofissional que incluía médicos, enfermeiros, nutricionistas, etc., os participantes eram orientados a retornar em quatro meses. A hipertensão era considerada presente se houvesse prescrição de medicamentos anti-hipertensivos prévios, ou então se houvesse níveis pressóricos de PAD superiores a 90 mmhg. As drogas eram prescritas de acordo com o protocolo escalonado, iniciando-se com hidroclorotiazida ou clortalidona como primeira escolha. Seqüencialmente, poderiam ser adicionadas outras drogas, como reserpina, hidralazina e guanetidina, ou qualquer outra droga alternativa. O protocolo também incluía a restrição de sódio. Os participantes do grupo IE, acompanhados por médicos assistentes e com drogas anti-hipertensivas prévias, eram transferidos para o Estudo MRFIT, caso houvesse permissão. (5) O programa nutricional foi baseado na intervenção individual, com orientação para consumir alimentos pobres em colesterol, com redução inicial de 10% das calorias, dieta abaixo de 800 mg/dia de alimentos ricos em colesterol e o incremento de 10% de gorduras poliinsaturadas. Em 1976, a orientação foi modificada para redução de 8% na redução de calorias, dieta de colesterol menor que 250 mg/dia, redução de peso e incremento de atividade física. (6) O programa de intervenção no tabagismo foi baseado na intervenção do hábito de fumar, na redução de nicotina, em técnicas de hipnose e em reuniões de grupo. (7) Todos os participantes foram seguidos no mínimo por seis anos, com um período médio de 7 anos. Todas as mortes foram catalogadas por familiares ou amigos. As causas de mortes eram revisadas por um comitê de três membros, cardiologistas não associados ao centro MRFIT, revisando prontuários clínicos e hospitalares, biópsias, atestados de óbito e autópsias (31% no IE e 33% no TU). As mortes descritas por DAC foram subclassificadas em: 1) infarto agudo do miocardio (IAM) (documentação clínica ou autópsia), com a morte ocorrendo dentro de 30 dias do início dos sintomas ou durante a hospitalização por IAM; 2) morte súbita, dentro de 24 horas do início dos sintomas e sem documentação de IAM; 3) insuficiência cardíaca congestiva (ICC); ou 4) morte durante a hospitalização para cirurgia de DAC ou complicação operatória. No planejamento do MRFIT, os objetivos a serem alcançados eram: a) morte por DAC (objetivo primário); b) morte por doença cardiovascular (DCV); c) morte por qualquer causa; d) combinação de DAC fatal e IAM não-fatal. Os objetivos projetados previamente eram os seguintes: 1) redução de 10% dos níveis de colesterol, se igual ou superior a 220 mg/dl; 2) redução de 10% de PAD; 3) redução do hábito de fumar: 25% de redução nos fumantes de 40 ou mais cigarros/dia, de 40% para fumantes de 20 a 39 cigarros/dia, e 55% de redução para fumantes de menos de 20 cigarros/dia. Em cada aniversário de randomização, participantes de ambos grupos retornavam para serem avaliados quanto aos fatores de risco e situação da morbidade. Eram dosados, nos centros de controle de doenças (CCD), os níveis de colesterol, triglicerídeos, lipoproteínas, creatinina, potássio, glicose, ácido úrico, transaminases e tiocinato. (8) Os pacientes eram submetidos a teste ergométrico de acordo com o protocolo de Bruce, e checavam-se as informações quanto ao consumo ou interrupção do fumo. RESULTADOS Redução dos fatores de risco No grupo IE a média de PAD na primeira visita de triagem foi de 99,2 mmhg e na terceira visita, de 91 mmhg. Após 12 meses, a redução da PAD no grupo IE foi de 6,3 mmhg e no grupo TU, de 2,5 mmhg. Com 72 meses, a redução da PAD foi de 10,5 mmhg e de 7,3 mmhg, respectivamente, nos grupos IE e TU. No início da randomização, 59% de todos os pacientes eram fumantes. Na primeira visita, a taxa de redução do fumo foi de 43% para o grupo IE e de 14% para o grupo TU. E no final de 72 meses a redução chegava a 50% no grupo IE e a 29% no grupo TU. (9) Os níveis de colesterol total após seis anos de randomização reduziram em 12,1 mg/dl no grupo IE e em 7,5 mg/dl no grupo TU em relação ao período basal. (10) Resultados da mortalidade Após o período médio de seguimento de 7 anos, houve 260 mortes no grupo controle, das quais 124 decorreram de DAC e 145, de DCV. No grupo IE, houve 265 mortes, das quais 115 foram atribuídas a DAC e 138, a DCV (Tabelas I e HiperAtivo, Vol 5, N o 1, Janeiro/Março de
3 N o de mortes Morte por homens Todas as Todas as DAC DCV causas DAC DCV causas Ano IE TU IE TU IE TU IE TU IE TU EI TU ,7 1,4 2,2 1,6 3,0 2, ,4 4,5 4,4 5,1 6,4 7, ,9 7,3 7,0 8,2 10,9 13, ,4 9,8 9,8 11,1 10,2 19, ,7 12,2 13,8 14,0 24,3 25, ,4 16,3 17,5 19,2 32,8 34,0 6-anos Total /2/ ,9 19,3 21,5 22,5 41,2 40, DAC, doença arterial coronária; DCV, doença cardiovascular; IE, intervenção especial; TU, tratamento usual. Tabela I. Número de mortes e mortalidade cumulativa (por 1.000)/ano no seguimento do MRFIT. II). Quanto à mortalidade para DAC, houve 17,9 mortes/1.000 no grupo de intervenção especial e 19,3/1.000 no grupo controle de cuidados habituais. A taxa de mortalidade total foi de 41,2/1.000 no grupo IE e de 40,4 mortes/1.000 no grupo TU. Os achados de diferença de porcentagem de somente +7%, +5% e -2% para DAC, DCV e mortalidade por todas as causas, respectivamente, merecem cuidadoso exame. A seguir encontram-se as possíveis explicações a ser consideradas: 1) o programa de intervenção especial não trouxe benefícios em termos de queda de mortalidade; 2) o programa de intervenção afeta a mortalidade por DAC, mas o benefício não foi observado nesse estudo; 3) um ou mais constituintes do programa de intervenção podem ter tido efeito desfavorável na sobrevivência de algum subgrupo. COMENTÁRIOS Vários questionamentos são feitos para tentar explicar os resultados do estudo MRFIT. Antes desse estudo, apenas um trabalho havia sido executado para testar o benefício da redução ou da interrupção no uso de cigarros, cujos resultados, embora inconclusivos, apresentavam tendência favorável à redução de mortalidade por DAC. (9) Outros estudos demonstravam que a redução do consumo de cigarros prolongava a expectativa de vida. (11) Merece destaque, entre os trabalhos de intervenção multifatorial, o estudo de Oslo, com homens, que apresentava evidências de alto risco cardiovascular para os pacientes com níveis de colesterol entre 290 mg/dl e 380 mg/dl. Esses pacientes foram randomizados para constituir um grupo controle e um outro grupo que se submeteu a modificações dietéticas relacionadas à redução de gorduras saturadas e discreta elevação das poliinsaturadas, além de orientação quanto à diminuição do hábito de fumar no grupo sob intervenção dietética. Após cinco anos, o grupo sob intervenção teve redução de 13% do colesterol sérico e diminuição significativa do número de cigarros, reduzindo em 45%, 41,4% e 71% a incidência de eventos coronarianos, doenças cardiovasculares e morte súbita, respectivamente. As modificações do hábito de fumar responderam por 25% da diferença e o restante foi decorrente da efetiva diminuição da (11, 12) colesterolemia. Várias são as tentativas de explicação para os resultados inicialmente decepcionantes do MRFIT. Uma possível justificativa para a quase nenhuma diferença significativa na taxa de mortalidade dos dois grupos de pacientes do MRFIT seria a substancial redução dos três fatores de risco em ambos os grupos. Os pesquisadores estimaram, inicialmente, que não haveria declínio na pressão arterial, no colesterol sanguíneo e no consumo de cigarros no grupo TU. Entretanto, tal fato não aconteceu. Foi observada substancial redução nos três fatores de risco em ambos os grupos. Por exemplo, a média da pressão arterial diastólica no grupo TU declinou de 90,9 mmhg para 83,6 mmhg, em contraste com a redução de 91 mmhg para 80,5 mmhg no grupo IE. O colesterol sanguíneo também diminuiu no grupo TU de 254 mg/dl para 240 mg/dl, e o número de fumantes nesse grupo reduziu-se de 59% para 46%. Além disso, o número de homens recebendo medicação anti-hipertensiva no grupo TU aumentou de 19% para 47%. Outra possibilidade para explicar a similaridade de resul- 50 HiperAtivo, Vol 5, N o 1, Janeiro/Março de 1998
4 Grupo de intervenção Grupo de tratamento Causas de morte especial (% do total) usual (% do total) Doença arterial coronária 115 (43,4) 124 (47,7) Infarto do miocárdio 38 (14,3) 35 (47,7) Morte súbita (sem documentos de infarto agudo do miocárdio) Dentro dos primeiros 60 min 54 (20,4) 58 (21,5) Dentro das 24 h 18 (6,8) 25 (9,6) Insuficiência cardíaca congestiva 1 (0,4) 4 (1,5) Morte em cirurgia cardíaca 4 (1,5) 4 (1,5) Outras doenças cardiovasculares 23 (8,7) 21 (8,1) Acidente vascular cerebral 13 (4,9) 11 (4,2) HAS + IVE 0 (0,0) 1 (0,4) Embolia pulmonar 3 (1,1) 3 (1,2) Outros 7 (2,6) 6 (2,3) Doenças não-cardiovasculares 116 (43,8) 109 (41,9) Neoplasias 81 (30,6) 69 (26,5) Pulmão Colorretal 8 6 Outras gastrointestinais Outras Hepatopatia 4 (1,5) 4 (1,5) Pneumopatia 2 (0,8) 2 (0,8) Suicídio 7 (2,6) 8 (3,1) Homicídio 5 (1,9) 5 (1,9) Acidente 10 (3,8) 14 (5,4) Outros 7 (2,6) 7 (2,7) Causas desconhecidas de morte 11 (4,2) 6 (2,3) Total 265 (100,0) 260 (100,0) Tabela II. Distribuição das causas de morte no MRFIT. tados entre os dois grupos poderia ser algum efeito deletério da própria medicação anti-hipertensiva sobre os pacientes do grupo IE. Quando os pacientes hipertensos que apresentavam alterações eletrocardiográficas na entrada do estudo foram estudados, observou-se mortalidade de 60/1.000 no grupo IE contra 39,7/1.000 no grupo TU. Por outro lado, quando essas anormalidades eletrocardiográficas estavam ausentes, a mortalidade no grupo IE foi de 35,9/1.000 em contraste com 43,4/ no grupo TU. (13-15) Quando os investigadores do MRFIT analisaram o esquema terapêutico contra aquele do Hypertension, Detection and Follow-up Program (HDFP), observaram que haviam administrado clortalidona e hidroclorotiazida em doses de até 100 mg por dia, em contraste com as doses de, no máximo, 50 mg por dia no HDFP. Acreditamos também no impacto psicossocial dos médicos assistentes e pacientes recrutados para o grupo TU, que foram influenciados pelos programas educativos nos Estados Unidos, com o objetivo de modificar os três fatores de risco. Ressalte-se, ainda, que os resultados podem ter sido influenciados pelo declínio da mortalidade por DAC na população geral, que se verificou no mesmo período (em torno de 25%). HiperAtivo, Vol 5, N o 1, Janeiro/Março de
5 Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT) JOSÉ XAVIER DE MELO FILHO The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT) was carried out in order to determine whether coronary disease mortality could be lowered by eliminating three major correctable risk factors (high cholesterol, hypertension, and smoking). The participants were randomly assigned to one of two groups: one named special intervention (IE), which included stepped-care treatment for hypertension, counseling for cigarette smoking and dietary advice for lowering blood cholesterol levels. Patients in the other group (TU) were referred to their usual sources of care in the community. Based on Framingham data, MRFIT researchers predicted 6-year coronary mortality rates of 29 and 21 deaths/1,000 for TU and IE groups, respectively. The results were not what the study designers had projected. At the end of 7 years follow-up, the death rate from coronary heart disease was 19.3 per thousand in the TU group and 17.9 per thousand in the IE group a nonsignificant difference. The overall mortality rate in the IE group was 41.2 per 1,000 as opposed to 40.4 in the TU group. Key words: risk factor, hypertension, smoking, hypercholesterolemia. HiperAtivo 1998;1:48-52 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Zukel WJ, Paul O, Schnaper HW. The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT): I. Historical perspectives. Prev Med 1981;10: Sherwin R, Kaelber CT, Kezdi P et al. The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT): II. The development of the protocol. Prev Med 1981;10: The Multiple Risk Factor Intervention Trial Group. Statistical design considerations in the NHLI Multiple Risk Factor Intervention Trial. J Chronic Dis 1977;30: Benfari RC. The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT): III. The model for intervention. Prev Med 1981;10: Cohen JD, Grimm Jr RH, Smith WM. The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT): VI. Intervention on blood pressure. Prev Med 1981;10: Caggiula AW, Christakis G, Farrand M et al. The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT): VI. Intervention on blood lipids. Prev Med 1981;10: Hughes GH, Hymowitz N, Ockene JK et al. The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT): V. Intervention on smoking. Prev Med 1981;10: Butts WC, Kuehneman M, Widdowson GM. Automated method for determining serum thiocyanate to distinguish smokers from nonsmokers. Clin Chem 1974;20: Rose G, Hamilton PJS, Colwell L et al. A randomized controlled trial of antismoking advice: ten-year results. J Epidemiol Commun Health 1982;36: Neaton JD, Broste S, Cohen L et al. The Multiple Risk Factor Intervention Trial (MRFIT): VII. A comparison of risk factor changes between the two study groups. Prev Med 1981;10: Kuller L, Meilahn E, Townsend M et al. Control of cigarette smoking from a medical perspective. Ann Ver Publ Health 1982;3: Multiple Risk Factor Intervention Trial Research Group. Multiple risk factor intervention trial. Risk factor changes and mortality results. JAMA 1982;248: Report by the Management Committee: The Australian Therapeutic Trial in Mild Hypertension. Lancet 1980;1: Veterans Administration Cooperative Study Group on Antihypertensive Agents. Effects of treatment on morbidity in hypertension: II. Results in patients with diastolic blood pressure averaging 90 through 114 mmhg. JAMA 1970;231: Hjermann I, Velve Byre K, Holme I et al. Effect of diet and smoking intervention on the incidence of coronary heart disease, report from the Oslo Study Group of a Randomized Trial in Healthy Men. Lancet 1981;2: HiperAtivo, Vol 5, N o 1, Janeiro/Março de 1998
Medical Research Council (MRC) Study
DANTE MARCELO ARTIGAS GIORGI A pesquisa do Medical Research Council sobre hipertensão arterial leve é um dos principais estudos que norteiam o tratamento da hipertensão arterial. O rigor científico e sua
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doença Cardiovascular Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos - As doenças cardiovasculares estão relacionadas à aterosclerose, sua principal contribuição,
QUAL O NÍVEL DE PRESSÃO ARTERIAL IDEAL A SER ATINGIDO PELOS PACIENTES HIPERTENSOS?
QUAL O NÍVEL DE PRESSÃO ARTERIAL IDEAL A SER ATINGIDO PELOS PACIENTES HIPERTENSOS? QUAL O NÍVEL DE PRESSÃO ARTERIAL IDEAL A SER ATINGIDO PELOS PACIENTES HIPERTENSOS? Níveis pressóricos persistentemente
PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES
PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES Dra Fabrícia de Oliveira Assis Cantadori Cardiologista do HUJM Cuiabá, maio de 2015 UFMT PREVENÇÃO É procurar e utilizar métodos para prevenir doenças e/ou suas complicações,
ONTARGET - Telmisartan, Ramipril, or Both in Patients at High Risk for Vascular Events N Engl J Med 2008;358:
ONTARGET - Telmisartan, Ramipril, or Both in Patients at High Risk for Vascular Events N Engl J Med 2008;358:1547-59 Alexandre Alessi Doutor em Ciências da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do
Protocolo de Prevenção Clínica de Doença Cardiovascular e Renal Crônica
Protocolo de Prevenção Clínica de Doença Cardiovascular e Renal Crônica Regiane Maio Pesquisadora-visitante do CSEGSF Objetivos da Apresentação 1. Apresentar o protocolo que será trabalhado no Seminário
Hipertensão arterial e insuficiência cardíaca
339 Hipertensão arterial e insuficiência cardíaca Antonio Carlos Pereira Barretto Resumo A elevação da pressão arterial sistólica isolada ou da sisto-diastólica aumenta a incidência de quadros de insuficiência
ENFERMAGEM ATENÇÃO BÁSICA E SAÚDE DA FAMÍLIA. Parte 26. Profª. Lívia Bahia
ENFERMAGEM ATENÇÃO BÁSICA E SAÚDE DA FAMÍLIA Parte 26 Profª. Lívia Bahia Estratégias para o cuidado ao paciente com doença crônica na atenção básica Hipertensão A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é
O objetivo primordial do tratamento da hipertensão arterial é a redução da morbidade e da mortalidade cardiovascular do paciente hipertenso
Controvérsias em Hipertensão Arterial Metas Pressóricas Já é hora de redefinirmos? Ambulatório de Doença Cardiovascular Hipertensiva Grave UDAC / HUPES / UFBA Cristiano Macedo O objetivo primordial do
Registro Brasileiros Cardiovasculares. REgistro do pacientes de Alto risco Cardiovascular na prática clínica
Registro Brasileiros Cardiovasculares REgistro do pacientes de Alto risco Cardiovascular na prática clínica Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Julho de 2011 Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Agosto
PREVALÊNCIA DE SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES HOSPITALIZADOS
PREVALÊNCIA DE SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES HOSPITALIZADOS Resumo GORZONI, J. H.; BRANDÃO, N. Estudos têm demonstrado o crescimento da síndrome metabólica. No entanto, esta pesquisa tem por objetivo
Atividade Física e Cardiopatia
AF e GR ESPECIAIS Cardiopatia Atividade Física e Cardiopatia Prof. Ivan Wallan Tertuliano E-mail: [email protected] Cardiopatias Anormalidade da estrutura ou função do coração. Exemplos de
6º Simposio de Ensino de Graduação PERFIL DE POPULAÇÃO HIPERTENSA ATENDIDA EM UM SERVIÇO DE ATENÇÃO FARMACÊUTICA, TIETÊ-SP, 2008.
6º Simposio de Ensino de Graduação PERFIL DE POPULAÇÃO HIPERTENSA ATENDIDA EM UM SERVIÇO DE ATENÇÃO FARMACÊUTICA, TIETÊ-SP, 2008. Autor(es) DAIANE CAROLINA SANTAROSSA Orientador(es) CLÁUDIA FEGADOLI 1.
Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b
Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b à hipertensão arterial Construindo Estratégias e Avaliando a Implementação de Diretrizes Clínicas no SUS Edital 37/2004 CNPq ENSP/FIOCRUZ
TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO DE DIFÍCIL CONTROLE
Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Sub-Secretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Gerência do Programa de Hipertensão TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO DE DIFÍCIL CONTROLE São assim
CORONARY ARTERY DISEASE EDUCATION QUESTIONNAIRE CADE-Q VERSÃO EM PORTUGUÊS (PORTUGAL)
CORONARY ARTERY DISEASE EDUCATION QUESTIONNAIRE CADE-Q VERSÃO EM PORTUGUÊS (PORTUGAL) Autor: João Paulo Moreira Eusébio E-mail: [email protected] Título do trabalho Reabilitação Cardíaca - Educação
RASTREAMENTO DE PRESSÃO ARTERIAL E GLICEMIA
RASTREAMENTO DE PRESSÃO ARTERIAL E GLICEMIA Andreza de Jesus Dutra Silva Mestre em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente - UniFOA Arielly Cristina VillarinhoVimar Mestranda em Ensino em Ciências
AUSÊNCIA DE EFEITO DO ÔMEGA-3 NA PREVENÇÃO DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES
AUSÊNCIA DE EFEITO DO ÔMEGA-3 NA PREVENÇÃO DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES AUSÊNCIA DE EFEITO DO ÔMEGA-3 NA PREVENÇÃO DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES A suplementação de ácidos graxos polinsaturados ômega-3 é
Indicadores Estratégicos
Indicadores Estratégicos DR. ALEXANDRE VIEIRA RIBEIRO DA SILVA INDICADORES ESTRATÉGICOS INDICADORES E AVALIAÇÃO ASSISTENCIAL Monitoramento da Informação Assistêncial Discussão dos resultados Padrões assistenciais
E APÓS UM INFARTO DO CORAÇÃO, O QUE FAZER? Reabilitação Cardiovascular
E APÓS UM INFARTO DO CORAÇÃO, O QUE FAZER? Reabilitação Cardiovascular Reabilitação Cardiovascular Recomendação de Atividade Física Recomendação populacional Todo adulto deve realizar pelo menos 30 minutos
Estudos sugerem medida ideal de doses de álcool ao dia para segurança cardiovascular.
Estudos sugerem medida ideal de doses de álcool ao dia para segurança cardiovascular. A partir dos anos 1960, quando os estudos populacionais identificaram os clássicos fatores de risco cardiovascular,
J. Health Biol Sci. 2016; 4(2):82-87 doi: / jhbs.v4i2.659.p
doi:10.12662/2317-3076jhbs.v4i2.659.p82-87.2016 ARTIGO ORIGINAL Análise de tendência da mortalidade por doenças do aparelho circulatório no Rio Grande do Sul, 1998 a 2012 Trend analysis of mortality from
DATA HORÁRIO TITULO. A MAPA e seu valor de preditividade para doença hipertensiva gestacional em adolescentes primíparas.
DATA HORÁRIO TITULO 27/10/2011 (quinta-feira) 10h30min A MAPA e seu valor de preditividade para doença hipertensiva gestacional em adolescentes primíparas. 27/10/2011 (quinta-feira) 10h45min 27/10/2011
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR Março de 2016 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS... 3 3. ESTRATIFICAÇÃO INDIVIDUAL DE RISCO CARDIOVASCULAR... 4 4. CALCULE O SEU RISCO E DE SEUS
Saúde do Homem. Medidas de prevenção que devem fazer parte da rotina.
Saúde do Homem Medidas de prevenção que devem fazer parte da rotina. saúde do Homem O Ministério da Saúde assinala que muitos agravos poderiam ser evitados caso os homens realizassem, com regularidade,
XXXV Congresso Português de Cardiologia Abril ú ç
XXXV Congresso Português de Cardiologia Abril 2014 é í é A Diabetes em Portugal Prevalência elevada - 39,2% (20-79 anos) Diabetes ou Pré-Diabetes Aumento de 80% na incidência na última década Uma das principais
Avaliação pré participação em exercícios. Prof. Dra. Bruna Oneda
Avaliação pré participação em exercícios Prof. Dra. Bruna Oneda Fatores de risco cardiovascular NÃO MODIFICÁVEIS IDADE GÊNERO HEREDITARIEDADE RAÇA MODIFICÁVEIS COLESTEROL DIABETES HIPERTENSÃO OBESIDADE
FATORES DE RISCOS CARDIOVASCULARES EM PACIENTES HIPERTENSOS E DIABETICOS ATENDIDOS EM UM CENTRO DE TRATAMENTO EM RIO VERDE/GO.
FATORES DE RISCOS CARDIOVASCULARES EM PACIENTES HIPERTENSOS E DIABETICOS ATENDIDOS EM UM CENTRO DE TRATAMENTO EM RIO VERDE/GO. Área temática: Saúde RESUMO Coordenador da ação: Lidiane Bernardes Faria Vilela¹
Hipertensão Arterial. Educação em saúde. Profa Telma L. Souza
Hipertensão Arterial Educação em saúde Profa Telma L. Souza Introdução Conceito Importância HAS DHEG Metas Estratégica Classificação de pressão Fatores de risco Tratamento Introdução Conceito Pressão arterial
Simpósio Coração da Mulher: Antigo Desafio, Novos Conhecimentos. Anticoncepção. Nilson Roberto de Melo
Simpósio Coração da Mulher: Antigo Desafio, Novos Conhecimentos Anticoncepção Nilson Roberto de Melo Critérios Médicos de Elegibilidade para Métodos Anticoncepcionais (OMS) 3 4 Condição sem restrição para
Tabagismo e Câncer de Pulmão
FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO 1 Série Vigilância em Saúde Pública EXERCÍCIO Nº 3 Tabagismo e Câncer de Pulmão Exercício e Manual do Instrutor Tradução:
COMO CONTROLAR HIPERTENSÃO ARTERIAL?
COMO CONTROLAR HIPERTENSÃO ARTERIAL? Profa. Dra. Rosália Morais Torres VI Diretrizes Brasileiras de hipertensão arterial Arq Bras Cardiol 2010; 95 (1 supl.1): 1-51 HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA (HAS)
Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares
Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares Camila Belonci Internato em Cirurgia Cardíaca Prof. Mário Augusto Cray da Costa Medicina UEPG Uso do AAS na Prevenção Primária de Eventos Cardiovasculares
Avaliação Pré Teste. Anamnese Estratificação de Risco Cardíaco Questionário PAR-Q e Triagem autoorientada. Medidas de repouso: FC e PA
Avaliação Pré Teste Anamnese Estratificação de Risco Cardíaco Questionário PAR-Q e Triagem autoorientada para atividade física. Medidas de repouso: FC e PA 1 ANAMNESE Aná = trazer de novo; Mnesis = memória
PERFIL LIPIDÊMICO EM PACIENTES DE UMA COMUNIDADE RURAL ATENDIDOS PELO PROGRAMA CRUTAC NO DISTRITO DE ITAICOCA NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA - PR
110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PERFIL LIPIDÊMICO EM PACIENTES
Avaliação/Fluxo Inicial Doença Cardiovascular e Diabetes na Atenção Básica
Avaliação/Fluxo Inicial Doença Cardiovascular e Diabetes na Atenção Básica 1 Proposta de Avaliação do Risco Cardiovascular na Atenção Básica Propõe-se a utilização da tabela de Framingham, para estratificação
PERFIL CLÍNICO E BIOQUÍMICO DOS HIPERTENSOS DE MACEIÓ (AL) de Nutrição em Cardiologia (Ufal/Fanut/NUTRICARDIO )
PERFIL CLÍNICO E BIOQUÍMICO DOS HIPERTENSOS DE MACEIÓ (AL) Andreza Ferreira da Silva 1 [email protected] Juliana Bittencourt Duarte dos Santos 1 [email protected] Isadora Bianco
Diretriz Assistencial. Ataque Isquêmico Transitório
Diretriz Assistencial Ataque Isquêmico Transitório Versão eletrônica atualizada em Março- 2010 Introdução: O ataque isquêmico transitório (AIT) é definido como um episódio transitório de disfunção neurológica
OVO UM ALIMENTO FUNCIONAL. Gabriel de Carvalho
OVO UM ALIMENTO FUNCIONAL Gabriel de Carvalho Nutricionista Funcional e Farmacêutico Diplomado pelo The Institute for Functional Medicine Professor do Curso de Extensão em Nutrição Funcional desde 1999
Hipertensão Arterial e a Prevenção Quaternária
Hipertensão Arterial e a Prevenção Quaternária Luiz Henrique Picolo Furlan Especialista em Saúde Coletiva e Cardiologia Mestre em Medicina Interna MBA em Gestão em Saúde Potenciais conflitos de interesse
Estatística Médica Silvia Shimakura
Estatística Médica Silvia Shimakura [email protected] Laboratório de Estatística e Geoinformação Introdução Avanços na medicina são primeiramente relatados em artigos publicados em periódicos de
COLESTEROL ALTO. Por isso que, mesmo pessoas que se alimentam bem, podem ter colesterol alto.
COLESTEROL ALTO Colesterol é uma substância essencial ao organismo, mas quando em excesso, pode prejudicar. Cerca de 40% da população tem colesterol alto. MAS O Colesterol Total não é o valor perigoso,
AVALIAÇÃO DE DISLIPIDEMIA EM ADULTOS DE UMA COMUNIDADE SITUADA NA PERIFERIA DE CAMPINA GRANDE-PB.
AVALIAÇÃO DE DISLIPIDEMIA EM ADULTOS DE UMA COMUNIDADE SITUADA NA PERIFERIA DE CAMPINA GRANDE-PB. PEIXOTO, Maria do Socorro Rocha Melo 1 Farmacêutica Bioquímica; Professora efetiva da disciplina de Parasitologia
2017 DIRETRIZ PARA PREVENÇÃO, DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM ADULTOS
Urgência e Emergência Prof.ª André Rodrigues 2017 DIRETRIZ PARA PREVENÇÃO, DETECÇÃO, AVALIAÇÃO E TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM ADULTOS Colégio Americano de Cardiologia Associação Americana do Coração
CREF13/BA MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA AVALIAÇÃO PRÉ-PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMAS DE ATIVIDADES FÍSICAS
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA AVALIAÇÃO PRÉ-PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMAS DE ATIVIDADES FÍSICAS APRESENTAÇÃO O presente documento tem como principal objetivo criar rotina de procedimentos para avaliação pré-participação
NOVAS DIRETRIZES PARA HIPERTENSÃO ARTERIAL NA INFÂNCIA: AAP Guideline Updates Practice for Pediatric Hypertension
NOVAS DIRETRIZES PARA HIPERTENSÃO ARTERIAL NA INFÂNCIA: AAP Guideline Updates Practice for Pediatric Hypertension August 2017 From the American Academy of Pediatrics Clinical Practice Guideline Pediatrics.
41 ANOS DE EXISTÊNCIA. 942 Médicos Cooperados 71 mil clientes. 1ª Sede Praça Carlos de Campos
41 ANOS DE EXISTÊNCIA 942 Médicos Cooperados 71 mil clientes 1ª Sede Praça Carlos de Campos UNIDADES DE NEGÓCIOS PROGRAMA DR. SAUDÁVEL EQUIPE MEDICINA PREVENTIVA 04 Cooperados Coordenador Médico Supervisor
Velhas doenças, terapêuticas atuais
Velhas doenças, terapêuticas atuais Hipertensão arterial e moduladores do SRAA Sérgio Bravo Baptista Unidade de Cardiologia de Intervenção, Hospital Fernando Fonseca, Amadora Hospital CUF Cascais, Clinica
Exercícios de fixação de conhecimentos
Exercícios de fixação de conhecimentos Curso de Medicina Baseada em Evidências Prof. Robespierre Queiroz da Costa Ribeiro MBE Exercícios DESENHOS & VIÉSES Questões 1 a 4: Para cada situação descrita abaixo
Produção e gestão hospitalar: o caso das ciências laboratoriais
Escola Nacional de Saúde Pública Universidade Nova de Lisboa Produção e gestão hospitalar: o caso das ciências laboratoriais Sílvia Lopes Carlos Costa Modelos de Gestão na Saúde Implicações nas Ciências
JNC 7, 2003; 2007; VI
CHECK-UP NUTRICIONAL NA HIPERTENSÃO ARTERIAL SEVERA CONSIDERAÇÕES INICIAIS JNC 7, 2003; European Society of Hypertension/European Society of Cardiology, 2007; VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão,
Avaliação pré participação em exercícios. Prof. Dra. Bruna Oneda
Avaliação pré participação em exercícios Prof. Dra. Bruna Oneda Fatores de risco cardiovascular NÃO MODIFICÁVEIS IDADE GÊNERO HEREDITARIEDADE RAÇA MODIFICÁVEIS COLESTEROL DIABETES HIPERTENSÃO OBESIDADE
Vitamina D em Pacientes Diabéticos com Doença Arterial Coronariana
Vitamina D em Pacientes Diabéticos com Doença Arterial Coronariana Suplementação Promove Efeitos Positivos Sobre Índice Glicêmico, Marcadores Inflamatórios e Capacidade NO Diabetes Tipo 2 e DAC Importância
15º FÓRUM DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA AUDITÓRIO 10
Fóruns 28 de setembro de 2013 15º FÓRUM DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA AUDITÓRIO 10 Insuficiência Cardíaca Como abordar na: IC Fração de ejeção reduzida / normal IC descompensada IC Crônica IC Chagásica
Abordagem do Paciente Tabagista Hospitalizado
I Encontro de Profissionais de Saúde para Abordagem e Tratamento do Tabagismo na rede SUS 12/09/2012 RJ - INCA Abordagem do Paciente Tabagista Hospitalizado Cristina Cantarino Coordenadora do Centro de
O Custo do Mau Controle do Diabetes para a Saúde Pública
O Custo do Mau Controle do Diabetes para a Saúde Pública DR. AUGUSTO PIMAZONI NETTO Coordenador dos Grupos de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doença Cardiovascular Parte 3 Profª. Tatiane da Silva Campos - A identificação de indivíduos assintomáticos portadores de aterosclerose e sob risco de eventos
TRATAMENTO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL COM BETABLOQUEADORES
TRATAMENTO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL COM BETABLOQUEADORES Luciana Rodrigues Ferreira 1 Núbia Martins Silva Dias 1 Sebastião Alves da Silva 1 Marcelo Elias Pereira 2 Stela Ramirez de Oliveira 2 RESUMO: A
INSUFICIÊNCIA DE VITAMINA D E RISCO CARDIOVASCULAR EM IDOSOS
INSUFICIÊNCIA DE VITAMINA D E RISCO CARDIOVASCULAR EM IDOSOS Jayanne Mayara Magalhães de Melo 1, Janaína da Silva Nascimento 2, Natália Mendes de Melo 3, Marcos Vicente Pinheiro Amorim 4, Luan Gonçalves
PALAVRAS-CHAVE Escore de Framingham. Atenção Básica. Cuidado. PET- Saúde.
12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO
João Morais Cardiologista, Director do Serviço de Cardiologia do Hospital de Santo André, EPE, Leiria.
O ácido acetilsalicilico em prevenção primária. Um desafio para os clínicos. Aspirin in the primary and secondary prevention of vascular disease: collaborative meta-analysis of individual participant data
Anexo III Resumo das características do medicamento, rotulagem e folheto informativo
Anexo III Resumo das características do medicamento, rotulagem e folheto informativo Nota: Estas alterações ao Resumo das Características do Medicamento e ao Folheto Informativo são válidas no momento
PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES EM PACIENTES QUE SE SUBMETERAM AO CATETERISMO CARDÍACO
PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES EM PACIENTES QUE SE SUBMETERAM AO CATETERISMO CARDÍACO RESUMO MEOTTI, Jéssica Nathiele 1 PAGLIARINI, Bárbara Reitmann 2 BASTOS, Luiz de Castro 3 FRONZA,
SISTEMA CARDIOVASCULAR
AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA SISTEMA CARDIOVASCULAR Paulo do Nascimento Junior Departamento de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA: OBJETIVOS GERAIS ESCLARECIMENTO DO
aula 12: estudos de coorte estudos de caso-controle
ACH-1043 Epidemiologia e Microbiologia aula 12: estudos de coorte estudos de caso-controle Helene Mariko Ueno [email protected] Estudo epidemiológico observacional experimental dados agregados dados individuais
AULA 3 Anamnese e Perfil de Risco para Crianças e Adolescentes. Prof.ª Ma. ANA BEATRIZ M DE C MONTEIRO CREF /G 1
AULA 3 Anamnese e Perfil de Risco para Crianças e Adolescentes Prof.ª Ma. ANA BEATRIZ M DE C MONTEIRO CREF 1 2124/G 1 AULA 3 Anamnese e Perfil de Risco para Crianças e Adolescentes SUMÁRIO Anamnese / PAR-Q
COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL EM PACIENTES QUE ADERIRAM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA O CONTROLE DA HIPERTENSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL EM PACIENTES QUE ADERIRAM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA O CONTROLE DA HIPERTENSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA KLEIN, Mônica 1 ; SOUZA, Bernardes Maísa 2 ; CORRÊA, Marinês
