Plano de Desempenho 2015
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- Nathan Cesário de Caminha
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1 Plano de Desempenho 2015
2 Director Executivo António Manuel Pinto Brochado Moreira de Morais Conselho Clínico e da Saúde Presidente - Maria João Samora Vogais - Almerinda Rodrigues Marques Fernando Lopes Zita Caetano Ângela Jacob Responsável - Carlos Marcedo Unidade de Apoio à Gestão Coordenação da edição: António Morais Carlos Marcedo Sandra Lourenço Colaboração: Armanda Oliveira, Delfina Cardoso, Eduardo Duarte e Manuel Ventura Coimbra, 28 de Novembro de 2014
3 Índice Capitulo I... 8 Caracterização do ACeS Baixo Mondego... 8 População residente (N.º) e discriminação por género e grupos etários-chave... 9 Indicadores Demográficos Evolução intercensitária da população residente, População residente e estrutura etária Estrutura etária Densidade populacional (N.º/ km²) Índice de envelhecimento e de dependência Indicadores sociodemográficos Situação perante o emprego Suporte Social Educação Hospitais de referência do ACeS Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados no ACeS do Baixo Mondego Indicadores de Saúde Esperança de vida Natalidade Mortalidade Morbilidades Indicadores de qualidade - Registos Efetuados Principais Problemas de Saúde VIH/Sida Tuberculose Rastreios Oncológicos no ACeS do Baixo Mondego Capítulo II Linhas estratégicas e Plano de Ação Planeamento estratégico Missão Visão Valores Estratégias Plano de Ação Projectos Específicos... 41
4 Diabetes Gestão de Risco Qualidade e Segurança Capítulo III Plano de Formação Plano de Formação Plano de Formação por área Capítulo IV Estrutura Organizacional Estrutura organizacional do ACeS Baixo Mondego Estrutura Orgânica do ACeS Baixo Mondego Rede de Cuidados de Saúde Primários e (re)organização dos Serviços Capitulo V Mapa de equipamentos Mapa de equipamentos do ACeS Baixo Mondego Capitulo VI Mapa de Recursos Humanos Mapa de recursos humanos Distribuição dos recursos humanos por Unidade Funcional Capitulo VII Produção dos cuidados de saúde Indicadores de Desempenho População inscrita por unidades funcionais do ACeS Baixo Mondego Indicadores de qualidade - Registos Efectuados Monitorização e avaliação dos indicadores de desempenho do ACeS Baixo Mondego Plano de contratualização externa do ACeS Baixo Mondego Plano de contratualização externa do ACeS Baixo Mondego Capitulo VIII Plano de Investimentos Plano de Investimentos Capitulo IX Orçamento Económico Orçamento Económico Anexo I Acções de Formação por área temática Anexo II Mapa de Equipamentos Mapas de equipamentos Anexo III Indicadores de Desempenho das UCSP Anexo IV Indicadores de Desempenho das USF Anexo V
5 Plano de Investimentos Anexo VI Orçamento Económico Índice de figuras Figura n.º 1 - Âmbito territorial do ACeS Baixo Mondego a 31/12/ Gráfico n.º 1 - Evolução dos cinco principais diagnósticos ICPC-2, cumulativo por trimestre (2012) Quadro n.º 1 EVOLUÇÃO INTERCENSITÁRIA DA POPULAÇÃOO RESIDENTE DA ÁREA TERRITORIAL DO ACeS DO BAIXO MONDEGO, 2001 e Quadro n.º 2 POPULAÇÃO RESIDENTE NO ACeS DO BAIXO MONDEGO, POR GRUPO ETÁRIO (CICLOS DE VIDA), CENSOS Quadro n.º 3 POPULAÇÃO REDIDENTE (CENSOS 2011), POR GÉNERO Quadro n.º 4 PIRÂMIDE ETÁRIA NO ACES BAIXO MONDEGO, POR SEXO E GRUPO ETÁRIO (1991 e 2012) Quadro n.º 5 PIRÂMIDE ETÁRIA NA ARS CENTRO E NO ACES BAIXO MONDEGO (ESTIMATIVAS 2012) Quadro n.º 6 - ÍNDICES DE ENVELHECIMENTO E DE DEPENDÊNCIA (1991, 2001, 2011 e 2012) Quadro n.º 7 - EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO, Quadro n.º 8 - EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE DEPENDÊNCIA DE JOVENS, Quadro n.º 9 - NÚMERO DE DESEMPREGADOS INSCRITOS NO INSTITUTO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL (IEFP), VARIAÇÃO HOMÓLOGA E DESEMPREGADOS INSCRITOS POR 1000 HABITANTES (15+ ANOS) 18 Quadro n.º 10 - EVOLUÇÃO MENSAL DO NÚMERO DE DESEMPREGADOS INSCRITOS NO INSTITUTO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL (IEFP) NO ACES BAIXO MONDEGO, POR GÉNERO (JAN-04 A JUN-13) Quadro n.º 11 - DISTRIBUIÇÃO (%) DA POPULAÇÃO EMPREGADA POR SETOR DE ATIVIDADE ECONÓMICA (CENSOS 2001 E 2011) Quadro n.º 12 - EVOLUÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL POR 1000 HABITANTES DA POPULAÇÃO ATIVA (15+ ANOS), Quadro n.º 13 - EVOLUÇÃO DOS PENSIONISTAS DA SEGURANÇA SOCIAL /1000 HABITANTES DA POPULAÇÃO ATIVA (15+ ANOS), Quadro n.º 14 - DISTRIBUIÇÃO (%) DA POPULAÇÃO RESIDENTE POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE MIAS ELEVADO COMPLETO (CENSOS 2001 E 2011) Quadro n.º 15 REDE DE CUIDADOS E (RE)ORGANIZAÇÃO DE SERVIÇOS Quadro n.º 16 UNIDADES DE CUIDADOS CONTINUADOS E SUA CAPACIDADE NO ACeS DO BAIXO MONDEGO Quadro n.º 17 - ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA, TRIÉNIOS e Quadro n.º 18 - EVOLUÇÃO DA ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA PARA O SEXO MASCULINO, TRIÉNIOS A Quadro n.º 19 - EVOLUÇÃO DA ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA PARA O SEXO FEMININO, TRIÉNIOS A Quadro n.º 20 - TAXA BRUTA DE NATALIDADE (/1000 HABITANTES), (ANUAL) Quadro n.º 21 - PROPORÇÃO DE NASCIMENTOS EM MULHERES COM IDADE INFERIOR A 20 ANOS (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 22 - PROPORÇÃO DE NASCIMENTOS EM MULHERES COM IDADE IGUAL OU SUPERIOR A 35 ANOS (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 23 - PROPORÇÃO DE CRIANÇAS COM BAIXO PESO À NASCENÇA (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 24 - PROPORÇÃO DE NASCIMENTOS PRÉ-TERMO (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 25 - ÍNDICE SINTÉTICO DE FECUNDIDADE (ISF), (ANUAL) Quadro n.º 26 - EVOLUÇÃO DE INDICADORES DE MORTALIDADE INFANTIL E COMPONENTES NO ACES BAIXO MONDEGO ( A Quadro n.º 27 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 28 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS)... 27
6 Quadro n.º 29 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 30 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE PÓS-NEONATAL (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 31 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE FETAL TARDIA (/1000 (NV+FM 28+ SEM)), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 32 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE PERINATAL (/1000 (NV+FM 28+ SEM)), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Quadro n.º 33 - MORTALIDADE PROPORCIONAL POR GRANDES GRUPOS DE CAUSAS DE MORTE NO TRIÉNIO , PARA TODAS AS IDADES E AMBOS OS SEXOS Quadro n.º 34 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE PADRONIZADA (/ HABITANTES) NO TRIÉNIO (MÉDIA ANUAL), NA POPULAÇÃO COM IDADE INFERIOR A 75 ANOS E POR SEXO Quadro n.º 35 EVOLUÇÃO DA QUALIDADE DOS REGISTOS DA CONSULTA MÉDICA: % DE CONSULTAS COM UM OU MAIS ICPC s PREENCHIDOS Quadro n.º 36 PROPORÇÃO DE INSCRITOS (%) POR DIAGNÓSTICO ATIVO, POR TRIMESTRE EM Quadro n.º 37 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE INCIDÊNCIA (/ HABITANTES) DE SIDA, Quadro n.º 38 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE INCIDÊNCIA (/ HABITANTES) DA INFEÇÃO VIH (CRS+PA+SIDA), Quadro n.º 39 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE INCIDÊNCIA (/ HABITANTES) DE TUBERCULOSE, Quadro n.º 40 TAXAS DE PARTICIPAÇÃO NO RASTREIO DO CANCRO DA MAMA NA ÚLTIMA VOLTA (2011/2012) 34 Quadro n.º 41 COBERTURA E RESULTADOS DO RASTREIO DO CANCRO DO COLO UTERINO NA VOLTA DE 2010/ Quadro n.º 42 EQUIPAMENTOS POR CENTROS DE SAÚDE DO ACeS DO BAIXO MONDEGO Quadro n.º 43 UTENTES INSCRITOS POR UNIDADE FUNCIONAL Quadro n.º 44 EVOLUÇÃO DA QUALIDADE DOS REGISTOS DA CONSULTA MÉDICA: % DE CONSULTAS COM UM OU MAIS ICPC s PREENCHIDOS Quadro n.º 45 INDICADORES DE MORBILIDADES ( ) Quadro n.º 46 AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO DAS UCSP E USF, Quadro n.º 47 ACÇÕES DE FORMAÇÃO POR ÁREA TEMÁTICA... 98
7 Lista de siglas e abreviaturas ACeS Agrupamentos de Centros de Saúde ARSC Administração Regional de Saúde do Centro, IP CHUC Centro Hospitalar Universitário de Coimbra CHPC Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra CSP Cuidados de Saúde Primários CS Centros de Saúde PF Planeamento Familiar UC Unidade de Convalescença UCP Unidade de Cuidados Paliativos UAG Unidade de Apoio à Gestão UCC Unidade de Cuidados na Comunidade UCSP Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados CDP Centro Diagnóstico Pneumológico URAP Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados USF Unidade de Saúde Familiar USP Unidade de Saúde Pública Ext. Extensão diab. Diabetes C/ Med. Fam Com médico de família S/ Med. Fam Sem médico de família S/ por opção Sem médico de família por opção UC Unidade de Convalescença UMDR Unidade de Média Duração e Reabilitação ULDM Unidade de Longa Duração e Manutenção UP Unidade de Paliativos
8 Capitulo I Caracterização do ACeS Baixo Mondego
9 População residente (N.º) e discriminação por género e grupos etários-chave O ACES Baixo Mondego, criado pela Portaria nº 394-A/2012, de 29 de Novembro, é um serviço desconcentrado da Administração Regional de Saúde do Centro, IP, sujeito ao seu poder de direção. A área geográfica do ACES Baixo Mondego abrange os concelhos de Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Mortágua, Penacova, Soure. O ACES Baixo Mondego integra os Centros de Saúde de Cantanhede, Celas, Eiras, Fernão de Magalhães, Norton de Matos, Santa Clara, São Martinho, Condeixa-a- Nova, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Mortágua, Penacova e Soure. O ACES Baixo Mondego é constituído por unidades funcionais, que operam nos Centros de Saúde que o integram, individualizadas pela sua missão, localização e denominação. O ACES Baixo Mondego é identificado mediante logótipo próprio, que respeita as orientações superiores. O ACES Baixo Mondego tem a sua sede na Avenida Bissaya Barreto nº 52, 2.º, , em Coimbra. Figura n.º 1 - Âmbito territorial do ACeS Baixo Mondego a 31/12/2013 Fonte: ARSC, IP 9
10 Indicadores Demográficos Evolução intercensitária da população residente, A comparação da população total dos Concelhos do ACeS Baixo Mondego, segundo os Censos definitivos de 2001 e 2011, revela-nos uma redução de 2,4% do número de residentes, situação idêntica à Região de Saúde do Centro (2,1%), enquanto em Portugal Continente observamos um crescimento populacional de 1,8%. Quadro n.º 1 EVOLUÇÃO INTERCENSITÁRIA DA POPULAÇÃOO RESIDENTE DA ÁREA TERRITORIAL DO ACeS DO BAIXO MONDEGO, 2001 e 2011 Censos 2001 Censos 2011 Crescimento populacional Nº Nº Nº % Continente ,8 Região Centro ,1 Baixo Mondego ,4 Cantanhede ,5 Coimbra ,4 Condeixa-a-Nova ,3 Figueira da Foz ,8 Mealhada ,6 Mira ,2 Montemor-o-Velho ,7 Mortágua ,4 Penacova ,8 Soure ,1 Fonte: INE Os resultados dos Censos de 2011 contabilizam residentes no âmbito territorial do ACeS Baixo Mondego correspondendo a 21% da população residente na Região Centro. No período intercensitário , observamos um crescimento populacional no Conselho de Condeixa-a-Nova (11,3%) e do Concelho de Montemor-o-Velho (2,7%), todos os restantes Concelhos apresentam um decréscimo populacional. 10
11 Continente Região Centro Baixo Mondego Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Mealhada Mira Montemor-o-Velho Mortágua Penacova Soure Crescimento populacional nos concelhos do ACeS Baixo Mondego, ,0-5,0-5,0 10,0 15,0 Percentagem Fonte: INE População residente e estrutura etária Estrutura etária Em 2011, 22,2% 2% da população residente no ACeS tinha 65 e mais anos e apenas 12,7% tinha menos de 15 anos de idade. O grupo etário dos 25 aos 64 anos corresponde a 55,2% da população residente. Quadro n.º 2 POPULAÇÃO RESIDENTE NO ACeS DO BAIXO MONDEGO, POR GRUPO ETÁRIO (CICLOS DE VIDA), CENSOS N.º Var.% N.º Var.% N.º Var.% N.º Var.% 75 + N.º Var.% Continente , , , , ,5 Região Centro , , , , ,4 Baixo Mondego , , , , ,2 Cantanhede , , , , ,5 Coimbra , , , , ,8 Condeixa-a-Nova , , , , ,2 Figueira da Foz , , , , ,3 Mealhada , , , , ,4 Mira , , , , ,2 Montemor-o- Velho , , , , ,4 Mortágua , , , , ,7 Penacova , , , , ,4 Soure , , , , ,2 Fonte: INE 11
12 A diminuição mais notória de residentes, evidenciada no período intercensitário , ocorreu nos adultos jovens entre os 15 e 24 anos de idade (-30,7%). Contrariamente, o quadro anterior revela-nos que a prevalência a dos idosos (75 e mais anos), aumentou neste período em 34,2% no ACeS. Os Concelhos de Mealhada (43,4%), Mira (39,2%), Cantanhede (38,5%),, Figueira da Foz (37,3%), e Coimbra (36,8%), apresentam o maior aumento efetivo desta população na última década. População residente nos concelhos do ACeS Baixo Mondego, por grupos etários, Censos 2011 Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Mealhada Mira Montemor-o-Velho Mortágua Penacova Soure % 20% 40% 60% 80% 100% Fonte: INE Quadro n.º 3 POPULAÇÃO REDIDENTE (CENSOS 2011), POR GÉNERO Continente Região Centro Baixo Mondego Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Mealhada Mira Montemor-o-Velho Mortágua Penacova Soure Fonte: INE HM H % M % , , ,0 47, ,0 52, ,0 47, ,0 52, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,4 12
13 Quadro n.º 4 PIRÂMIDE ETÁRIA NO ACES BAIXO MONDEGO, POR SEXO E GRUPO ETÁRIO (1991 e 2012) Nº Homens (1991) Mulheres (1991) Homens (2012) Mulheres (2012) Quadro n.º 5 PIRÂMIDE ETÁRIA NA ARS CENTRO E NO ACES BAIXO MONDEGO (ESTIMATIVAS 2012) % Homens (ARS Centro) Homens (ACeS Baixo Mondego) Mulheres (ARS Centro) Mulheres (ACeS Baixo Mondego) Fonte: INE 13
14 Densidade populacional (N.º/ km²) A densidade populacional foi calculada com base nos Censos de 2011, apresentando 149 habitantes/km2 no ACeS Baixo Mondego. Os Concelhos de Coimbra, Mealhada e da Figueira da Foz, são os que apresentam maior densidade populacional. Densidade Populacional (Hab./Km2) Continente 108,96 Região de Saúde do Centro 74,64 ACeS Baixo Mondego 149,44 Cantanhede 93,6 Coimbra 449,0 Condeixa-a-Nova 123,1 Figueira da Foz 163,9 Mealhada 184,5 Mira 100,5 Montemor-o-Velho 114,3 Mortágua 38,2 Penacova 70,4 Soure 72,60 Fonte: INE Índice de envelhecimento e de dependência Em 2012, o índice de envelhecimento no ACeS Baixo Mondego (173,7%) continua superior ao da Região Centro (170%) e de Portugal Continental (134%). A população dependente tem vindo a aumentar gradualmente em relação à população dos 15 aos 64 anos, sobretudo à custa do aumento da população idosa. O quadro seguinte revela-nos que consistentemente os índices de dependência de idosos são superiores a 30% na maioria dos Concelhos do ACeS Baixo Mondego. Concomitantemente, no índice de dependência de jovens observa-se uma diminuição de 2001 (20,7%) para 2012 (19,8%) no ACeS Baixo Mondego, comparativamente ao da Região Centro e de Portugal Continental. 14
15 Quadro n.º 6 - ÍNDICES DE ENVELHECIMENTO E DE DEPENDÊNCIA (1991, 2001, 2011 e 2012) Local de Residência Índice de Envelhecimento Continente 73,6 104,8 130,5 134,0 ARS Centro 91,8 131,3 166,0 170,0 ACeS Baixo Mondego 89,8 136,6 173,3 177,5 Índice de Dependência de Jovens Continente 28,5 23,7 22,5 22,4 ARS Centro 28,6 23,1 20,8 20,5 ACeS Baixo Mondego 26,0 20,7 19,8 19,8 Índice de Dependência de Idosos Continente 21,0 24,8 29,3 30,0 ARS Centro 26,3 30,3 34,5 34,9 ACeS Baixo Mondego 23,3 28,3 34,2 35,0 Fonte: INE Quadro n.º 7 - EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO, Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: INE Quadro n.º 8 - EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE DEPENDÊNCIA DE JOVENS, Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Este cenário de envelhecimento da população reflete-se no aumento do índice de dependência de idosos e na diminuição do índice de dependência dos jovens nas últimas décadas. O ACeS do Baixo Mondego é, assim, mais envelhecido que a Região Centro e que o Continente. 15
16 Evolução do indice de envelhecimento (%) nos Concelhos do ACeS Baixo Mondego, Censos 2001 e 2011 Soure Penacova Mortágua Montemor-o-Velho Mira Mealhada Figueira da Foz Condeixa-a-Nova Coimbra Cantanhede Censos 2011 Censos 2001 Evolução do Índices de dependência total (%)nos Concelhos do ACeS Baixo Mondego, Censos 2001 e 2011 Soure Penacova Mortágua Montemor-o-Velho Mira Mealhada Figueira da Foz Condeixa-a-Nova Coimbra Cantanhede Censos 2011 Censos
17 Evolução do Índices de dependência de jovens (%) nos Concelhos do ACeS Baixo Mondego, Censos 2001 e 2011 Soure Penacova Mortágua Montemor-o-Velho Mira Mealhada Figueira da Foz Condeixa-a-Nova Coimbra Cantanhede Fonte: INE Censos 2011 Censos 2001 Evolução do Índices de dependência de idosos (%) nos Concelhos do ACeS Baixo Mondego, Censos 2001 e 2011 Soure Penacova Mortágua Montemor-o-Velho Mira Mealhada Figueira da Foz Condeixa-a-Nova Coimbra Cantanhede Censos 2011 Censos 2001 Fonte: INE 17
18 Indicadores sociodemográficos Situação perante o emprego Quadro n.º 9 - NÚMERO DE DESEMPREGADOS INSCRITOS NO INSTITUTO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL (IEFP), VARIAÇÃO HOMÓLOGA E DESEMPREGADOS INSCRITOS POR 1000 HABITANTES (15+ ANOS) Local de Residência Dez-11 Dez-12 Jun-13 Número de desempregados inscritos no IEFP Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Homens Mulheres Variação homóloga * do nº de desempregados inscritos no IEFP Continente 10,9 17,2 6,5 ARS Centro 11,4 20,6 8,8 ACeS Baixo Mondego 18,4 25,0 8,1 Desempregados inscritos no IEFP / 1000 habitantes (15-64 anos) Continente 67,4 79,4 76,8 ARS Centro 55,0 66,7 64,9 ACeS Baixo Mondego 54,0 68,1 65,9 Fonte: IEFP Quadro n.º 10 - EVOLUÇÃO MENSAL DO NÚMERO DE DESEMPREGADOS INSCRITOS NO INSTITUTO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL (IEFP) NO ACES BAIXO MONDEGO, POR GÉNERO (JAN- 04 A JUN-13) Jan-04 Jul-04 Jan-05 Jul-05 Desemprego registado (IEFP) Jan-06 Jul-06 Jan-07 Jul-07 Jan-08 Jul-08 Jan-09 Jul-09 Jan-10 Jul-10 Jan-11 Jul-11 Jan-12 Jul-12 Jan-13 Homens Mulheres Fonte: IEFP 18
19 Quadro n.º 11 - DISTRIBUIÇÃO ÃO (%) DA POPULAÇÃO EMPREGADA POR SETOR DE ATIVIDADE ECONÓMICA (CENSOS 2001 E 2011) 2011 % ,5 59,7 65,7 70,2 65,7 74,4 60 Setor Terciário 40 Setor Secundário ,8 35,5 31,0 26,9 29,3 23,0 4,8 2,9 6,7 3,4 5,0 2, Continente ARS Centro Setor Primário ACeS Baixo Mondego Fonte: INE Suporte Social /1000 habitantes (15+ anos) Quadro n.º 12 - EVOLUÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL POR 1000 HABITANTES H DA POPULAÇÃO ATIVA (15+ ANOS), Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: INE 19
20 /1000 habitantes (15+ anos) Quadro n.º 13 - EVOLUÇÃO DOS PENSIONISTAS DA SEGURANÇA SOCIAL /1000 HABITANTES DA POPULAÇÃO ATIVA (15+ ANOS), Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: INE Educação Quadro n.º 14 - DISTRIBUIÇÃO (%) DA POPULAÇÃO RESIDENTE POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE MIAS ELEVADO COMPLETO (CENSOS 2001 E 2011) % 100 6,6 5,5 9,9 11,9 11,8 13,1 14, ,4 12,6 14,3 55,4 55,4 8,5 11,0 56,0 54,9 52,5 51, ,2 29,2 18,8 20,0 26,4 18, Continente Nenhum 2011 ARS Centro Básico Secundário ACeS Baixo Mondego Superior Fonte: INE 20
21 Hospitais de referência do ACeS A rede de cuidados primários no ACeS do Baixo Mondego, inclui 15 centros de saúde. As unidades funcionais do ACeS asseguram, nos termos legais, a prestação de cuidados de saúde primários à população da área geodemográfica. A rede hospitalar deste ACeS compreende 6 hospitais de referência, entre os quais, 2 são hospitais centrais. Quadro n.º 15 REDE DE CUIDADOS E (RE)ORGANIZAÇÃO DE SERVIÇOS ACES CONCELHOS CENTROS DE SAÚDE CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES Baixo Mondego Hospital Arcebispo João Crisóstomo - Cantanhede Cantanhede Cantanhede Centro de Medicina e Reabilitação da Região Centro Rovisco Pais Coimbra Condeixa-a- Nova Celas Eiras Fernão de Magalhães Norton de Matos Santa Clara S. Martinho do Bispo Condeixa-a-Nova Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE - HUC Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE - CHC Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE - CHPC (Sobral Cid) Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil, EPE Figueira da Foz Figueira da Foz Hospital Distrital da Figueira Foz, EPE Mealhada Mira Montemor-o- Velho Mortágua Mealhada Mira Montemor-o-Velho Mortágua Penacova Penacova Soure Soure Fonte: ARSC,IP Legislação consultada: (Portaria nº 394-A/2012, de 29 novembro; Decreto-Lei nº 253/2012, de 27 novembro; Lei nº 21/2010, de 23 de agosto; Declaração de Rectificação nº 20/2008, de 22 de abril; Decreto-Lei nº 28/2008, de 22 de fevereiro) 21
22 Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados no ACeS do Baixo Mondego Quadro n.º 16 UNIDADES DE CUIDADOS CONTINUADOS E SUA CAPACIDADE NO ACeS DO BAIXO MONDEGO Ace'S Distrito Unidade UC UMDR ULDM UP TOTAL Aveiro SCM Mealhada Cantanhede SCM Cantanhede Coimbra Casa de Repouso de Coimbra Coimbra Cáritas Coimbra Farol Coimbra Associação Fernão Mendes Pinto (Coimbra) Coimbra Doce Viver, Lda (Bruscos - Condeixa-a-Nova) Baixo Mondego Coimbra Solar BillaDonnes Lar de 3ª Idade, Lda Coimbra Residências Montepio - Serviços de Saúde, S.A Coimbra Lorsenior - Actividades Sociais, Lda Coimbra Hospital Arcebispo João Crisóstomo (Cantanhede) Coimbra Centro de Desenvolvimento Educativo de Cantanhede, Lda (Lagoa de Mira) Coimbra Hospital Rovisco Pais Viseu SCM Mortágua ACeS Baixo Mondego Nota: Dados reportados a 31/12/2013 Das camas da ARSC, IP, 521 (28,16%), localizam-se no ACeS do Baixo Mondego, das quais a ECL Litoral com 181 camas e a ECL Urbana com 340 camas. 22
23 Indicadores de Saúde Esperança de vida A esperança de vida à nascença no ACeS Baixo Mondego é de 81,1 anos em , ligeiramente superior à Região Centro (80,8) e ao Continente (80,6). Mantemse um aumento contínuo nos últimos anos (Quadros 18 e 19). Quadro n.º 17 - ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA, TRIÉNIOS e Esperança de vida Triénio ,8 ACeS Baixo Continente ARS Centro Mondego HM H M HM H M HM H M 72,2 79,4 76,6 73,1 80,1 76,8 73,4 80,2 Triénio ,6 77,3 83,7 80,8 77,6 83,8 81,1 HM - Homens e Mulheres H - Homens M Mulheres 77,6 84,3 No ACeS Baixo Mondego a esperança de vida à nascença no sexo feminino é de 84,3 anos e no sexo masculino de 77,6 anos. Verifica-se uma tendência regional e local crescente e sustentada neste indicador de saúde. Quadro n.º 18 - EVOLUÇÃO DA ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA PARA O SEXO MASCULINO, TRIÉNIOS A Quadro n.º 19 - EVOLUÇÃO DA ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA PARA O SEXO FEMININO, TRIÉNIOS A Anos Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Anos Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: ARSC,IP 23
24 Natalidade Em 2012, verificou-se uma diminuição da taxa bruta de natalidade no ACeS do Baixo Mondego, correspondendo 7,4%0, situação idêntica à da Região de Saúde do Centro, o que constitui um problema social importante futuro na saúde das populações. Quadro n.º 20 - TAXA BRUTA DE NATALIDADE (/1000 HABITANTES), (ANUAL) Continente 9,4 9,6 9,1 8,5 Região Centro 7,9 8,0 7,8 7,3 ACeS Baixo Mondego 7,9 8,1 8,1 7, Continente Região Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: ARSC, IP Quadro n.º 21 - PROPORÇÃO DE NASCIMENTOS EM MULHERES COM IDADE INFERIOR A 20 ANOS (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Continente 4,3 4,1 3,9 3,7 Região Centro 3,7 3,6 3,4 3,2 ACeS Baixo Mondego 3,1 2,6 2,5 2,5 6 4 Continente 2 Região Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: ARSC, IP 24
25 A Gravidez na Adolescência é um problema que, embora persista como tal, tem vindo a diminuir progressivamente. É contudo preocupante o aumento da gravidez acima dos 35 anos, indicador em que o ACeS do Baixo Mondego está pior que a Região Centro e o Continente. Este indicador pode ter influência no crescimento do n.º de crianças com Baixo Peso à Nascença que apresenta valores preocupantes (Quadro 23) Quadro n.º 22 - PROPORÇÃO DE NASCIMENTOS EM MULHERES COM IDADE IGUAL OU SUPERIOR A 35 ANOS (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Continente 19,4 20,6 22,2 23,7 Região Centro 18,7 20,0 21,5 23,3 ACeS Baixo Mondego 19,9 21,7 24,3 26, Continente Região Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: ARSC, IP Quadro n.º 23 - PROPORÇÃO DE CRIANÇAS COM BAIXO PESO À NASCENÇA (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Continente 7,9 8,1 8,3 8,4 Região Centro 7,6 7,9 8,2 8,2 ACeS Baixo Mondego 7,9 8,4 8,8 8, Continente Região Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: ARSC, IP 25
26 Quadro n.º 24 - PROPORÇÃO DE NASCIMENTOS PRÉ-TERMO (%), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) Continente 9,0 8,5 8,0 7,7 Região Centro 9,7 8,9 8,2 7,9 ACeS Baixo Mondego 10,2 9,4 9,0 8, Continente Região Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: ARSC, IP Igualmente preocupante é a taxa de fecundidade no ACeS do Baixo Mondego, mantendo-se, tal como a região, em valores muito baixos (Quadro 25) Quadro n.º 25 - ÍNDICE SINTÉTICO DE FECUNDIDADE (ISF), (ANUAL) Continente 1,3 1,4 1,3 1,3 Região Centro 1,2 1,2 1,2 1,2 ACeS Baixo Mondego 1,2 1,2 1,2 1, Continente Região Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: ARSC, IP 26
27 Mortalidade A mortalidade Infantil no ACeS do Baixo Mondego tem mantido valores consolidadamente baixos, tal como a Região e o Continente. Quadro n.º 26 - EVOLUÇÃO DE INDICADORES DE MORTALIDADE INFANTIL E COMPONENTES NO ACES BAIXO MONDEGO ( A Indicador Taxa de mortalidade infantil 4,2 4,0 3,8 2,8 2,4 2,5 2,7 2,4 2,5 2,5 Taxa de mortalidade neonatal 2,0 2,4 2,4 1,7 1,5 1,6 1,9 1,8 2,2 2,0 Taxa de mortalidade neonatal precoce 1,0 1,3 1,4 1,3 1,3 1,2 1,3 1,1 1,5 1,5 Taxa de mortalidade pós-neonatal 2,2 1,6 1,4 1,2 0,9 0,9 0,8 0,6 0,3 0,5 Taxa de mortalidade fetal tardia 3,2 2,7 2,3 2,5 2,7 2,7 2,1 2,1 2,1 2,5 Taxa de mortalidade perinatal 4,2 4,0 3,8 3,8 4,0 3,9 3,5 3,3 3,5 4,0 Quadro n.º 27 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) /1000 nados vivos Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Quadro n.º 28 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) /1000 nados vivos Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego 27
28 Quadro n.º 29 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) /1000 nados vivos Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Quadro n.º 30 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE PÓS-NEONATAL (/1000 NADOS VIVOS), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) /1000 nados vivos Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Quadro n.º 31 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE FETAL TARDIA (/1000 (NV+FM 28+ SEM)), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) /1000 (nv+fm 28+ sem) Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Quadro n.º 32 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE PERINATAL (/1000 (NV+FM 28+ SEM)), (MÉDIA ANUAL POR TRIÉNIOS) /1000 (nv+fm 28+ sem) Fonte: INE Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego 28
29 A análise da mortalidade proporcional no ACeS Baixo Mondego e no triénio pretende, dar a conhecer qual o peso relativo de cada causa de morte no total dos óbitos (todas as idades) e ocorridos nesse período de tempo e nos óbitos prematuros (antes do 75 anos de idade), para ambos os sexos e por sexo. No ACeS Baixo Mondego, no triénio , a maior proporção de óbitos verificou-se em relação às doenças do aparelho circulatório (mortalidade proporcional de 32,2%), seguindo-se os tumores malignos (21,3%) e as doenças do aparelho respiratório (13,5%). Quadro n.º 33 - MORTALIDADE PROPORCIONAL POR GRANDES GRUPOS DE CAUSAS DE MORTE NO TRIÉNIO , PARA TODAS AS IDADES E AMBOS OS SEXOS % Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego 35 32, , ,5 10 9,8 7,9 5 2,3 4,3 4,4 4,4 0 Doenças infeciosas Tumores malignos Doenças endócrinas Doenças ap circulatório Doenças ap respiratório Doenças ap digestivo SSA não classificados Causas externas Outras causas Fonte: INE A probabilidade de morrer aumenta fortemente com a idade, pelo que se usa a taxa de mortalidade padronizada pela idade (TMP) para retirar (ou atenuar) esse efeito e obter um valor único que permita a comparação de diferentes populações com estruturas etárias distintas. Foram calculadas as TMP médias anuais no triénio usando a população padrão europeia com grupos etários quinquenais. No ACeS Baixo Mondego, a taxa de mortalidade padronizada na população com idade inferior a 75 anos foi de 258,7 %000 habitantes em todas as causas de morte, 29
30 para ambos os sexos, valor inferior ao da Região Centro (269,9%000) e do Continente (284,1%000) (Quadro 34). Quadro n.º 34 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE PADRONIZADA (/ HABITANTES) NO TRIÉNIO (MÉDIA ANUAL), NA POPULAÇÃO COM IDADE INFERIOR A 75 ANOS E POR SEXO Grandes grupos de causas de morte Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego HM H M HM H M HM H M Todas as causas 284,1 402,9 179,7 269,9 382,0 171,3 258,7 371,6 162,0 Sintomas, sinais e achados anormais não classificados 27,7 42,4 14,5 31,5 49,4 15,3 29,7 47,1 14,5 Algumas doenças infeciosas e parasitárias 10,7 16,2 5,7 6,4 9,0 4,1 7,1 10,2 4,4 Tuberculose 0,8 1,4 0,3 0,4 0,6 0,3 0,5 0,6 0,4 VIH / sida 5,7 9,1 2,4 1,9 3,1 0,8 2,5 4,2 1,1 Tumores malignos 106,1 143,6 73,8 94,8 125,1 68,7 91,7 119,3 68,7 Tumor maligno do lábio, cavidade oral e faringe 4,7 8,8 1,0 4,6 8,9 0,7 4,1 7,9 0,8 Tumor maligno do aparelho digestivo e peritoneu 37,9 55,4 22,7 34,8 50,4 21,2 30,6 46,0 17,6 Tumor maligno do esôfago 3,4 6,4 0,5 7,5 5,9 0,6 1,0 7,6 0,2 Tumor maligno do estômago 9,8 14,0 6,1 8,0 11,4 5,0 6,6 9,7 4,0 Tumor maligno do cólon e reto 13,3 18,2 9,2 12,8 17,5 8,9 10,7 13,8 8,1 Tumor maligno do pâncreas 5,2 7,1 3,5 4,3 5,7 3,0 3,3 5,3 1,7 Tumor maligno do aparelho respiratório 21,8 38,7 7,1 15,7 27,3 5,5 15,7 27,2 5,9 Tumor maligno da traqueia, brônquios e pulmão 19,0 33,2 6,7 13,3 22,7 5,1 13,9 23,6 5,6 Tumor maligno dos ossos, pele e mama 10,3 2,8 17,0 9,4 2,4 15,7 9,8 2,1 16,4 Tumor maligno da mama (feminina) 15,3 14,0 14,7 Tumor maligno dos órgãos geniturinários 12,4 14,0 11,3 11,0 12,4 10,1 11,5 13,1 10,3 Tumor maligno do colo do útero 2,9 2,2 2,3 Tumor maligno da próstata 6,9 6,7 6,0 Tumor maligno da bexiga 2,2 4,1 0,7 1,6 3,0 0,5 2,2 4,2 0,6 Tumor maligno de outras localizações e de local. não esp. 9,6 12,3 7,2 9,3 11,7 7,3 8,3 10,1 6,9 Tumor maligno do tecido linfático e orgão hematopoéticos 8,0 10,0 6,3 8,7 10,7 37,2 10,1 11,0 2,5 Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas 11,0 13,3 9,0 9,7 11,8 7,9 7,6 9,5 6,1 Diabetes Mellitus 8,8 11,0 6,9 7,4 9,5 5,7 4,7 6,5 3,2 Doenças do aparelho circulatório 51,4 73,6 32,3 44,1 62,4 28,5 44,7 64,0 28,7 Doença isquémica do coração 16,8 26,8 8,1 10,5 17,1 5,0 11,2 18,8 4,9 Doenças cerebrovasculares 20,1 27,0 14,2 19,7 27,1 13,4 19,7 27,3 13,4 Doenças do aparelho respiratório 15,1 22,8 8,6 14,8 22,0 8,8 15,7 24,0 9,0 Pneumonia 5,7 8,5 3,3 6,5 9,6 3,9 7,4 11,3 4,3 Doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) 3,7 6,5 1,4 2,7 4,5 1,2 2,7 5,0 1,0 Doenças do aparelho digestivo 17,2 26,9 8,5 17,6 28,0 8,4 15,4 26,0 6,2 Doença crónica do fígado e cirrose 9,3 15,8 3,6 11,2 18,7 4,6 10,0 16,9 4,0 Causas externas de mortalidade 24,8 39,9 10,8 31,1 49,9 13,6 27,9 48,0 9,6 Acidentes de transporte 8,0 12,9 3,3 10,6 17,2 4,2 8,6 15,4 2,4 Acidentes de veículos a motor 7,5 12,2 3,1 10,0 16,4 4,0 8,3 14,9 2,2 Lesões autoprovocadas intencionalmente (suicídios) 6,9 11,0 3,1 7,5 11,9 3,4 6,7 11,8 2,1 Fonte: INE Nota: os dados estão subordinados à Lei do Sistema Estatístico Nacional. Apenas nas Doenças do Aparelho Respiratório o ACeS do BM apresenta valores superiores à Região e ao Continente 30
31 Morbilidades Indicadores de qualidade - Registos Efetuados Os registos de morbilidade realizados no Sistema de Informação são um instrumento fundamental de monitorização e governação clínica. Atualmente 83,7% do total das consultas (90.34% das consultas presenciais) são codificadas, o que permite inferir uma aproximação à morbilidade dos utilizadores, conforme o quadro seguinte do registo ICPC-2. Quadro n.º 35 EVOLUÇÃO DA QUALIDADE DOS REGISTOS DA CONSULTA MÉDICA: % DE CONSULTAS COM UM OU MAIS ICPC s PREENCHIDOS Ano % de consultas com 1 ou + ICPC's preenchidos 78,1 80,1 81,4 83,7 Nº Consultas (MC) Nº ICPC preenchidos Nº de Consultas com 1 ou + ICPC's preenchido Fonte: SIARS Quadro n.º 36 PROPORÇÃO DE INSCRITOS (%) POR DIAGNÓSTICO ATIVO, POR TRIMESTRE EM 2013 Proporção (%)Proporção (%)Proporção (%)Proporção (%) ICPC-2 Nº Ind Designação do indicador 2013-T T T T4 K86+K87 8 HIPERTENSÃO 22,0 23,6 25,1 25,4 T93 5 ALTERAÇÕES DO METABOLISMO DOS LÍPIDOS 20,6 22,2 23,9 24,5 T89+T90 14 DIABETES 7,3 7,8 8,4 8,5 T90 15 DIABETES - NÃO INSULINO DEPENDENTE 6,6 7,1 7,6 7,7 D82 29 DOENÇAS DOS DENTES E GENGIVAS 6,4 6,6 7,3 7,3 T82 7 OBESIDADE 5,6 5,9 6,6 6,8 L90 26 OSTEOARTROSE DO JOELHO 4,4 4,7 5,1 5,3 T83 6 EXCESSO DE PESO 3,7 3,9 4,5 4,8 L95 28 OSTEOPOROSE 3,1 3,3 3,6 3,6 R96 11 ASMA 2,4 2,6 2,8 2,9 L89 27 OSTEOARTROSE DA ANCA 1,9 2,0 2,2 2,2 K74+K76 19 DOENÇA CARDÍACA ISQUÉMICA 1,8 1,9 2,1 2,1 X76 23 NEOPLASIA MALIGNA DA MAMA FEMININA 1,3 1,3 1,4 1,5 R79 12 BRONQUITE CRÓNICA 1,3 1,4 1,4 1,5 K90 17 TROMBOSE / ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL 1,1 1,2 1,3 1,3 Y77 20 NEOPLASIA MALIGNA DA PRÓSTATA 1,0 1,2 1,2 1,3 R95 13 DPOC 0,8 0,8 0,9 0,9 T89 16 DIABETES - INSULINO DEPENDENTE 0,7 0,7 0,8 0,8 K75 18 ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO 0,5 0,5 0,6 0,6 D75 22 NEOPLASIA MALIGNA DO CÓLON / RECTO 0,4 0,4 0,4 0,5 X75 21 NEOPLASIA MALIGNA DO COLO DO ÚTERO 0,1 0,2 0,2 0,2 D74 25 NEOPLASIA MALIGNA DO ESTÔMAGO 0,1 0,1 0,1 0,1 R84 24 NEOPLASIA MALIGNA DO BRÔNQUIO / PULMÃO 0,1 0,1 0,1 0,1 Determinantes de Saúde - Registo nos Cuidados de Saúde Primários P17 3 ABUSO DO TABACO 3,8 4,2 4,6 4,9 P19 4 ABUSO DE DROGAS 0,3 0,3 0,3 0,3 P15 2 ABUSO CRÓNICO DO ÁLCOOL 1,3 1,4 1,5 1,5 P70 10 DEMÊNCIA 0,6 0,6 0,7 0,7 P76 9 PERTURBAÇÕES DEPRESSIVAS 10,0 10,9 11,5 11,7 Fonte: SIARS 31
32 Gráfico n.º 1 - Evolução dos seis principais diagnósticos ICPC-2, cumulativo por trimestre (2013) 30,0 % 25,0 20,0 15,0 HIPERTENSÃO ALTERAÇÕES DO METABOLISMO DOS LÍPIDOS DIABETES 10,0 5,0 0, T T T T4 DIABETES -NÃO INSULINO DEPENDENTE DOENÇAS DOS DENTES E GENGIVAS OBESIDADE Fonte: SIARS Principais Problemas de Saúde VIH/Sida Em 2012, a taxa de incidência de sida no ACeS Baixo Mondego foi 2,5%000 habitantes, superior à taxa da Região Centro (1,8%000). Quadro n.º 37 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE INCIDÊNCIA (/ HABITANTES) DE SIDA, Taxa de incidência de sida (/ hab) Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego 32
33 Quadro n.º 38 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE INCIDÊNCIA (/ HABITANTES) DA INFEÇÃO VIH (CRS+PA+SIDA), Taxa de incidência da infecção VIH (/ hab) Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: DDI-URVE Nota: Casos declarados até 31/12/2012. CRS - Complexo Relacionado com Sida; PA - Portadores Assintomáticos; sida - síndrome de imunodefeciência adquirida Tuberculose Em 2012, a taxa de incidência de Tuberculose no ACeS Baixo Mondego foi 10,3%000 habitantes, inferior à taxa da Região Centro (11,5%000), e do Continente (23,6%000). Quadro n.º 39 - EVOLUÇÃO DA TAXA DE INCIDÊNCIA (/ HABITANTES) DE TUBERCULOSE, Taxa de incidência de tuberculose (/ hab) Continente ARS Centro ACeS Baixo Mondego Fonte: SVIG-TB 33
34 Rastreios Oncológicos no ACeS do Baixo Mondego A cobertura da população feminina dos no rastreio do Cancro da Mama é de 57,9%, inferior à da Região Centro (Quadro 40) Quadro n.º 40 TAXAS DE PARTICIPAÇÃO NO RASTREIO DO CANCRO DA MAMA NA ÚLTIMA VOLTA (2011/2012) Residentes anos Mulheres convidadas Mulheres rastreadas Cobertura (%) Participação (%) Região Centro ,1 65,0 Baixo Mondego ,0 57,9 Fonte: Instituto Nacional de Estatística, Liga Portuguesa Contra o Cancro. A cobertura da população feminina dos anos no Rastreio do Cancro do Colo do Útero é de 62,8%, superior à da Região Centro (Quadro 41) Quadro n.º 41 COBERTURA E RESULTADOS DO RASTREIO DO CANCRO DO COLO UTERINO NA VOLTA DE 2010/12 ACeS/ULS Pop elegível estimada Citologias Cobertura (%) Neg Resultados (2010/12) ASCUS HSIL Ins AGC LSIL ASCH Ca Região Centro , Baixo Mondego , Fonte: ARSC, IP 34
35 Capítulo II Linhas estratégicas e Plano de Ação
36 Planeamento estratégico Gestão estratégica de uma organização, corresponde à possibilidade mais credível de atingir os objectivos institucionais pretendidos. O maior desafio da gestão estratégica está relacionado com a efectividade prática no alcance dos objectivos organizacionais e pressupõe uma dinâmica permanente de análise, planeamento, execução, monitorização, avaliação e correcção. Missão O ACeS Baixo Mondego tem por missão garantir a prestação de cuidados de saúde primários à população da sua área geográfica, com eficiência e qualidade, procurando manter os princípios da equidade e acessibilidade, de uma forma multidisciplinar e articulada com os restantes serviços do Serviço Nacional de Saúde, no sentido de potenciar os ganhos em saúde na população que serve. Faz, ainda, parte da missão, a vigilância epidemiológica, a participação no ensino e formação de profissionais de saúde, e o desenvolvimento de projetos e programas em saúde e em serviços de saúde. Visão Constituir-se como uma referência na prestação de cuidados de Saúde Primários da população abrangida, garantindo acessibilidade, qualidade no atendimento, solidariedade e cidadania. Valores No desenvolvimento da sua atividade, o ACES Baixo Mondego e os seus colaboradores regem-se pelos seguintes valores: Qualidade procura a excelência na prestação de cuidados, na prevenção da doença e na promoção da saúde, através de práticas de melhoria contínua. Ética e Responsabilidade Social advoga os mais elevados princípios de conduta em todas as ações e decisões, como base para a confiança pública. 36
37 Respeito pelo indivíduo procura responder às necessidades do cidadão e dos profissionais, prestando os cuidados adequados, no momento certo e no local consentâneo, com respeito pela privacidade e dignidade. Desempenho utiliza os recursos recursos colocados ao seu dispor com eficiência, eficácia e efetividade. Inovação incentiva a exploração de novas ideias, desenvolvimento de novas formas de atuação e de organização e o desenvolvimento de competências profissionais. Trabalho em equipa dinamiza dinamiza o trabalho em equipa, a complementaridade e a intersubstituição como sustentáculo organizativo. Orientação para os resultados implementa modelos de contratualização interna e de governação clínica. Estratégias O Plano do ACeS do Baixo Mondego tem tem como estratégia a prestação de cuidados de saúde primários maximizando os ganhos em saúde aos cidadãos da sua área de abrangência. Tem como pilares fundamentais a dinamização dos Planos Nacional e Regional de Saúde na sua área de influência, focalizando-se focalizando se nos seus eixos estratégicos, nomeadamente: Instrumentos de Gestão Formação Interna Dinamização da Governação Clínica Cultura da Informação Dinamização do PNS Observatório da Saúde Melhorar a acessibilidade Reforço das Parcerias Capacitação do Cidadão 37
38 Melhoria da acessibilidade, procurando garantir o acesso universal, equitativo e célere aos cuidados de saúde primários, permitindo dar resposta a uma procura adequada e oportuna de serviços. Melhoria contínua de qualidade em saúde, através da implementação e monitorização dos programas prioritários, da garantia de vigilância individual da saúde em todas as etapas do ciclo de vida, da implementação de programas de promoção da saúde e prevenção da doença, alicerçadas em instrumentos de gestão, de governança clínica e de formação contínua. Cidadania em Saúde, através do incremento da comunicação entre os serviços e o cidadão, promovendo a participação destes nas actividades do ACeS do Baixo Mondego, garantindo a harmonização dos serviços e o reforço das parcerias com as forças vivas da comunidade, nomeadamente, Autarquias, rede social, associações e IPSS s. Implementação de políticas saudáveis, baseadas no conhecimento transmitido pelo Observatório de Saúde quer permitirá adoptar as políticas de saúde às necessidades da população, intervindo nos problemas de saúde e seus determinantes, com a finalidade última de obter ganhos em saúde e melhorar a qualidade de vida aos cidadãos. Plano de Ação O Plano de Ação do ACeS do Baixo Mondego, num horizonte trienal, perspectiva as intervenções organizacionais, de promoção e prevenção da saúde e de prestação de cuidados por forma a desempenhar cabalmente a sua missão. Assim: A nível organizacional, são compromissos do ACeS do Baixo Mondego: a) A reorganização das unidades de prestação de cuidados de saúde às populações, promovendo a acessibilidade e a qualidade assistencial através de: Concluir a formalização das UCSP s capacitando-as para uma gestão por objectivos; Abertura de 1 USF e criar as condições para novas candidaturas; Abertura de 1 UCC e criar as condições para novas candidaturas; Dinamização da URAP; Redução significativa de utentes sem médico de família atribuído com reorganização das listas de utentes; 38
39 Adequar os horários das unidades funcionais; Incentivo à marcação prévia de consultas (programadas) em detrimento de consultas não programadas quando a situação clínica do utente o permite, utilizando o telefone e agenda electrónica; Incremento do apoio ao cidadão e desenvolvimento de um processo de articulação eficaz entre os serviços do ACeS do Baixo Mondego, nomeadamente: serviço social, psicologia, nutrição, equipa local de cuidados continuados, na tentativa de proporcionar uma resposta ampla aos problemas dos utentes. b) Promover a segurança dos utentes e dos profissionais: Definindo uma política e uma programa de gestão de risco clínico e não clínico; Desenvolver o programa de controlo de infecção no ACeS do Baixo Mondego. c) Desenvolver uma cultura de Formação, Qualidade e Boas Práticas através de: Definição, implementação e acompanhamento de um plano de formação dirigido aos profissionais; Promoção da análise organizacional e divulgação de informação pertinente às Unidades Funcionais; Elaboração, divulgação e implementação de Manuais de Boas Práticas; Envolvimento da comissão de Medicina Geral e Familiar e de Enfermagem, na elaboração de planos operacionais de implementação das Normas Técnicas nas Unidades Funcionais; Monitorização, avaliação e implementação de medidas correctivas sobre boas práticas de prescrição; Dinamização da Direcção de Enfermagem do ACeS do Baixo Mondego d) Promover a articulação interna e externa no ACeS do BM e nos serviços, pela: Implementação de protocolos de referenciação interna e externa; Optimização dos recursos da URAP; Estabelecimento de parcerias internas e externas visando a eficiência de actuação. e) Apoiar o Desenvolvimento Organizacional e Assistencial das Unidades Funcionais: 39
40 Promover a elaboração de Planos de Actividades das Unidades em alinhamento com os dos níveis Local, Regional e Nacional; Estabelecer contratualização interna com as USF s, UCSP s, UCC s, USP e URAP, criando condições para a progressiva coresponsabilização e autonomia das unidades. A nível de Promoção e Prevenção, procuraremos desenvolver os programas e projectos que permitam um conhecimento aprofundado dos problemas de saúde e seus determinantes de modo a planear intervenções efectivas: a) Gestão da Informação em Saúde: Implantar o Observatório Local de Saúde; Actualizar o Diagnóstico de Situação em Saúde; Vigilância do Estado da Saúde das populações; Monitorizar os programas de saúde; Avaliar o Impacto das Intervenções; Propor programas prioritários dirigidos às necessidades das populações; Promover a articulação com outros níveis de Prestação de Cuidados b) Vigilância Epidemiológica e Protecção de Saúde: Vigilância sanitária ambiental; Promoção do Plano Nacional de Vacinação; Incremento de uma política de Gestão de Risco; Promoção do Sistema de DDO com aposta em gestão on line ; Vigilância de grupos específicos com especial enfoque na população escolarizada; Promoção da Saúde Ocupacional e de Higiene e Segurança no Trabalho; Promoção de Prevenção e Controle de Infecções e Resistência aos Antimicrobianos A nível de Prestação de Cuidados: a) Organizar cuidados dirigidos ao Ciclo de Vida: Implementação dos Programas prioritários que permitem a prevenção primária, secundária e terciária dos principais problemas de saúde: Doenças Cardiovasculares, Diabetes, Doenças Oncológicas, Doenças Respiratórias, VIH/Sida e Doenças Mentais; Promoção do Novo Programa Nacional em Saúde Infantil e Juvenil; Monitorização da actividade das Unidades Coordenadoras Funcionais de Saúde Materna e Neonatal e de UCF da Criança e do Adolescente; 40
41 Aumento da acessibilidade à população jovem em Cuidados de Saúde Primários; Reforço dos programas de promoção de comportamentos saudáveis com especial ênfase na alimentação saudável, exercício físico, adição de álcool e tabaco; Implementar e Dinamizar as Unidades Coordenadoras Funcionais de Diabetes; Melhorar a organização dos serviços dirigidos à saúde do idoso quer na prevenção e promoção da saúde quer sobretudo assistencial e de continuidade de cuidados; Implementar a Comissão da Qualidade e Segurança no ACeS. Projectos Específicos Em 2015, além dos programas que integram já o Plano de Actividades corrente desenvolvemos e monitorizamos de acordo com o Plano Nacional de Saúde e o Plano Regional de Saúde, propomo-nos a implementar projectos específicos decorrentes das prioridades de cuidados no ACeS. Diabetes A diabetes mellitus (DM) é uma doença metabólica crónica, caracterizada por hiperglicemia, que carece de cuidados médicos de continuidade. A Organização Mundial de Saúde alerta para a epidemia global emergente da diabetes tipo 2 no contexto do rápido aumento da prevalência de factores de risco modificáveis. Os registos clínicos ICPC2 retirados do SIARS, apresentam a prevalência de 7,86% de diabéticos tipo 1 e 2 no ACES Baixo Mondego, bastante inferior à prevista para o País que, segundo o Relatório Anual do Observatório da Diabetes (2012), atingiu 12,7% da população portuguesa com idade compreendida entre os 20 e os 79 anos. Projecto PREVID Enquadramento Na perspectiva da identificação e controlo dos fatores de risco modificáveis e do diagnóstico precoce da doença considera-se fulcral a implementação na prática clínica diária da avaliação do risco de diabetes tipo 2 através da ficha de avaliação 41
42 própria que recentemente foi disponibilizada nos Sistemas de Informação das Unidades Funcionais. Com a sua implementação, pretende-se uma identificação e estratificação dos doentes em risco para a Diabetes tipo 2, a adopção de medidas para a redução desse risco e por outro lado, a redução do subdiagnóstico. Esta maior acuidade diagnóstica e consequente vigilância considera-se uma mais-valia em termos de saúde, evitando a progressão da doença e suas complicações, mas também implicaria ganhos concomitantes significativos que potenciariam melhor qualidade de vida por mais anos, bem como uma utilização racional dos cuidados de saúde. A vigilância da diabetes tipo 2 exige um envolvimento da comunidade, de cada doente e dos profissionais e serviços de saúde. A consulta programada de Diabetes é uma realidade em todas as Unidades de Saúde do ACeS Baixo Mondego e é objectivo do ACeS a uniformização dos procedimentos em prol de uma efectiva qualidade clínica e organizacional. O ACeS do Baixo Mondego, desde 2002, tem implementado o rastreio da retinopatia diabética, no entanto não se encontra implementada na maioria das unidades funcionais a consulta do Pé Diabético. Em 2012, a taxa de amputações major em. diabéticos no ACES Baixo Mondego foi de É de elevada pertinência a implementação da consulta integrada do pé nas Unidades Funcionais. Nesse sentido, no biénio , iremos desenvolver o programa PREVID dirigido à população adulta inscrita nas unidades de saúde do ACES Baixo Mondego, com a avaliação de risco de diabetes, tipo 2 e Diabéticos já diagnosticados, com e sem complicações da doença. Objectivos Gerais: Aumentar a capacidade diagnóstica e de vigilância da diabetes nas unidades de saúde do ACES; Reduzir a incidência de complicações micro e macrovasculares da diabetes; Reduzir a morbilidade e mortalidade por diabetes. Específicos: Reduzir a percentagem de sub-diagnóstico; Avaliar o risco de diabetes em 50% dos utentes do ACES, entre os 20 e 74 anos através da ficha de avaliação de risco; Monitorizar a prevalência das complicações da diabetes; 42
43 Estratégias de intervenção Desenvolver a articulação entre as Unidades Funcionais e a Unidade Coordenadora Funcional da Diabetes do ACES; Promover a acção da Unidade Funcional Coordenadora da Diabetes na articulação entre os vários níveis de cuidados de saúde ao diabético. Aplicação sistemática da ficha de avaliação do risco de Diabetes tipo 2 em todas as unidades de saúde do ACES. Criação da consulta do Pé Diabético em todas as unidades de saúde do ACES Indicadores de monitorização do projecto Adesão ao programa de Avaliação de Risco de Diabetes tipo 2 (Nº de utentes utilizadores de anos com Ficha de Risco de Diabetes tipo 2 preenchida/ Nº utentes utilizadores de anos) x 100 Taxa de adesão à consulta de Risco de Diabetes tipo 2 (Nº de consultas de Risco de Diabetes a 6 Meses aos utentes com risco elevado/ Nº utentes identificados com risco elevado) x 100 Acção de educação para a saúde para os utentes de risco Número de Unidades que realizaram acções aos utentes de risco/nº total de Unidades Adesão ao Programa de Diabetes Unidades Funcionais com consulta programada/unidades Funcionais do ACES Prevalência anual de Diabetes (Nº utentes utilizadores com diagnóstico de Diabetes/Total de utilizadores da Unidade) x 100 Adesão ao programa de Pé Diabético (Nº utentes com, pelo menos, uma consulta de avaliação do Pé/ Nº diabéticos) x 100 Referenciação (Nº de diabéticos em vigilância na consulta do Pé Diabético referenciados ao hospital/ nº total de doentes em vigilância na consulta do pé) x 100 Incidência de amputação major no membro inferior (Nº total de diabéticos com registo de amputação major/nº total de diabéticos em vigilância) 43
44 UCF Diabetes Enquadramento O diagnóstico precoce e a intervenção atempada diminuem significativamente o risco de complicações da diabetes. A monitorização contínua do risco desta doença permite a adequação da assistência nos vários níveis de prevenção da doença. O incremento no controlo da diabetes potenciará a elevação dos níveis de saúde e da qualidade de vida da população. A coordenação entre os cuidados de saúde primários e hospitalares é essencial para o desenvolvimento de todo este processo, melhorando o acesso, a qualidade de cuidados e a eficiência através da criação de circuitos de referenciação e agilização da circulação da informação clínica. No ACeS do Baixo Mondego, são criadas 2 UCFD s articulando as unidades funcionais dos CSP com os respectivos Hospitais de referência CHUC e HD Figueira da Foz. Objectivos Aprofundar o conhecimento sobre a doença no ACeS do BM; Articular as consultas de diabetologia entre os dois níveis de cuidados; Monitorizar a prevalência das complicações da diabetes; Estratégias de intervenção Eixo Gestionário: Seleção de indicadores Diagnóstico da Situação Regulamento Interno; Interlocutores nas Unidades Funcionais Eixo de Governação: Plano de Ação - (Diagnóstico precoce, vigilância da retinopatia diabética e do pé diabético, referenciação hospitalar) Manuais de boas práticas Monitorização, Coaching Eixo de Promoção: Formação profissional Divulgação Promoção da saúde, literacia em saúde. Indicadores de monitorização do projecto Adesão ao programa de Avaliação de Risco de Diabetes tipo 2 44
45 (Nº de utentes utilizadores de anos com Ficha de Risco de Diabetes tipo 2 preenchida/ Nº utentes utilizadores de anos) x 100 Taxa de adesão à consulta de Risco de Diabetes tipo 2 (Nº de consultas de Risco de Diabetes a 6 Meses aos utentes com risco elevado/ Nº utentes identificados com risco elevado) x 100 Acção de educação para a saúde para os utentes de risco Número de Unidades que realizaram acções aos utentes de risco/nº total de Unidades Adesão ao Programa de Diabetes Unidades Funcionais com consulta programada/unidades Funcionais do ACES Prevalência anual de Diabetes (Nº utentes utilizadores com diagnóstico de Diabetes/Total de utilizadores da Unidade) x 100 Adesão ao programa de Pé Diabético (Nº utentes com, pelo menos, uma consulta de avaliação do Pé/ Nº diabéticos) x 100 Referenciação (Nº de diabéticos em vigilância na consulta do Pé Diabético referenciados ao hospital/ nº total de doentes em vigilância na consulta do pé) x 100 Incidência de amputação major no membro inferior (Nº total de diabéticos com registo de amputação major/nº total de diabéticos em vigilância) Gestão de Risco A prestação de cuidados de saúde é uma atividade complexa, envolvida por algum grau de incerteza no seu resultado e, reconhecidamente, com potencial para desencadear riscos quer aos doentes/utentes quer aos profissionais de saúde. O risco está presente, em maior ou menor grau, na maior parte das ações desenvolvidas aos diferentes níveis de um ACeS. Neste programa desenvolvemos especialmente 2 projectos, com especial relevância na actividade clínica, bem como na segurança dos profissionais e utentes. Projecto Rede de Frio, Medicamentos e Produtos Farmacêuticos Enquadramento A melhoria da cultura de segurança dos doentes nas instituições prestadoras de cuidados de saúde, é um imperativo e uma prioridade consignada na estratégia 45
46 Nacional para a Qualidade na Saúde, estabelecida pelo despacho nº 14223/2009. A segurança do utente é uma componente da qualidade da prestação de cuidados de saúde, que visa reduzir riscos desnecessários. Eventos adversos podem ocorrer de forma imprevisível, colocando em risco a segurança dos utilizadores. Há evidência que sensivelmente metade dos eventos adversos evitáveis é consequência de erros na medicação. Os distintos eventos adversos, associados a cada etapa do processo de utilização de produtos farmacêuticos/medicamentos (prescrição, acondicionamento, administração e avaliação), podem ser minimizados pela implementação de procedimentos de acções preventivos. As vacinas são produtos farmacêuticos que merecem a maior atenção dado que a sua eficácia depende de uma manutenção em da Rede de Frio. O objectivo da rede de frio é assegurar que todas as vacinas mantêm as suas características, conferindo a imunização pretendida. Objectivos Gerais: Criar uma política de gestão do risco clínico no ACES através de uma actividade operacional coordenada, focalizada e sistematizada. Implementar processos sistemáticos de garantia da segurança do utente. Reduzir o número de eventos adversos associados à utilização de produtos farmacêuticos. Específicos: Garantir a temperatura adequada das vacinas no frigorífico e no transporte; Garantir o armazenamento e acondicionamento de medicamentos e vacinas de acordo com a Norma; Garantir Rede de frio nas Unidades Funcionais; Normalizar procedimentos de acondicionamento dos produtos farmacêuticos. Estratégias de intervenção Proporcionar informação adequada aos profissionais sobre cuidados e procedimentos a respeitar no transporte, armazenamento, validade e manipulação de medicamentos (incluindo vacinas); Definir um conjunto de procedimentos /normas relacionados com o transporte, armazenamento e manipulação de medicamentos e vacinas; 46
47 Normalizar a metodologia de trabalho relacionada com o transporte, armazenamento e manipulação de medicamentos e vacinas; Assegurar adequadamente a rede de frio. Identificar por unidade funcional, um interlocutor (enfermeiro) que assegure a implementação da norma, o seu desenvolvimento e monitorização e que se responsabilize pelo envio mensal da informação relativa à sua aplicação, ao Conselho Clínico do ACES (lista de verificação, registo de temperatura e registo de incidentes na rede). Indicadores de monitorização do projecto % de unidades funcionais com adequada higiene e ventilação na farmácia e armazém; % de unidades funcionais com adequada dimensão para armazenamento de produtos e medicamentos; % de unidades funcionais com ordenação dos medicamentos por prazo de validade; % de unidades funcionais com registo de incidentes no âmbito da rede de frio; % de unidades funcionais com registo diário da temperatura do frigorifico de vacinas; % de unidades funcionais com correcto acondicionamento de vacinas e de medicamentos; Projecto de gestão do risco clínico e não clínico Enquadramento A segurança dos doentes e dos profissionais de saúde deva ser encarada como uma componente fundamental na estratégia de melhoria contínua da qualidade, sendo a gestão do risco (clínico e não clínico) um aspeto crucial para a promoção dessa segurança. Objetivos Gerais: Melhorar a segurança dos utentes e dos profissionais de saúde através da avaliação e gestão do risco nas UF do ACeS; Diminuir o risco para a saúde associado a acidentes com exposição a material potencialmente contaminado, com a armazenagem de 47
48 medicamentos/produtos farmacêuticos e com algumas doenças transmissíveis evitáveis pela vacinação. Específicos: Implementar um sistema de avaliação e gestão do risco clínico e não clínico em 10% das UF; Implementar e desenvolver no ACeS Baixo Mondego o Sistema Nacional de Notificação de Incidentes e Eventos Adversos; Promover a protecção dos profissionais de saúde contra o risco de contraírem infecções associadas à prestação de cuidados preveníveis através da vacinação contra a gripe, o sarampo e a hepatite B; Promover a revisão/atualização do protocolo de exposição acidental a material potencialmente contaminado (EAMPC) para implementar nas UF. Estratégias de intervenção Envolver os profissionais de saúde: de acordo com as suas competências e áreas de trabalho, incentivando a sua participação na identificação de riscos e na elaboração dos planos de gestão respetivos; Implementar a utilização da metodologia de avaliação e gestão do risco a fim de estimar o risco, combinando a probabilidade de ocorrência de um incidente com a gravidade de danos resultante, seguida de medidas de gestão de riscos planeadas de acordo com a avaliação efetuada; Desenvolver faseadamente, de forma gradual e progressiva o sistema de avaliação e gestão do risco; Promover a articulação entre Conselho Clínico e de Saúde, Comissão de Qualidade e Segurança, Comissão de Controlo da Infeção e Serviço de Saúde Ocupacional, no âmbito deste projeto. Indicadores de monitorização do projecto Adesão das UF à implementação do sistema de avaliação e gestão do risco: (nº de UF aderentes/ total de UF) x100 Percentagem de notificações validadas existentes no SNNIEA que são seguidas de acompanhamento e registo das medidas implementadas (nº de notificações com planos de gestão implementados/nº de notificações validadas) x100 Taxa de cobertura vacinal (Hepatite B, Gripe, Sarampo) dos profissionais de saúde 48
49 Adesão das UF à monitorização e registo periódico de medicamentos e produtos farmacêuticos armazenados (nº de UF com projecto implementado/ total de UF com armazenagem) x100 Revisão efectiva do protocolo EAMPC Qualidade e Segurança Enquadramento Após a consolidação da cobertura territorial e da universalidade da prestação de cuidados de saúde, os desafios da qualidade e da segurança surgem, em primeiro plano, como uma das principais prioridades do sistema de saúde português. A segurança do doente, enquanto componente chave da qualidade dos cuidados de saúde, assumiu uma relevância particular, tanto para os doentes e familiares que desejam sentir-se seguros e confiantes relativamente aos cuidados de saúde, como para os gestores e profissionais que querem prestar cuidados seguros, efetivos e eficientes. A Organização Mundial de Saúde (OMS), a Organização Pan Americana da Saúde e o Comité de Saúde do Conselho Europeu, assim como diversas agências e organismos internacionais, desenvolveram nos últimos anos estratégias que, através de planos, ações e medidas legislativas, permitem um maior controlo sobre os eventos adversos evitáveis na prática clínica. Os eventos adversos devem-se à crescente complexidade na gestão dos doentes, em que interferem fatores organizacionais, fatores pessoais dos profissionais e fatores relacionados com a doença.. Objectivos Implementar normas de orientação clínica e organizacional que ajudem os profissionais de saúde a utilizarem melhores práticas profissionais nas diferentes áreas de atuação. Divulgar as normas de orientação clínica e as diversas orientações da DGS Identificar necessidades de Formação Elaborar questionário de avaliação de necessidades formativas 49
50 Promover reuniões de formação conjuntas com os hospitais de referência Promover momentos de discussão das práticas clínicas; Realizar reuniões de discussão das temáticas das NOCs com as UF Monitorizar o grau de implementação das Normas; Realizar auditorias internas para verificação da implementação das NOCs Participar nas auditorias clínicas/facilitar a realização de auditorias às normas Avaliar e monitorizar o cumprimento das respostas dadas pelos Gabinetes do Cidadão dentro dos prazos legais às exposições, reclamações e sugestões apresentadas pelos cidadãos; Reuniões de avaliação e divulgação dos resultados do sistema sim cidadão Reuniões periódicas dos GC do ACeS e do HDFF Avaliar o grau de satisfação dos utilizadores do sistema de saúde e dos seus profissionais Através do GC do ACES, elaborar e aplicar questionário de satisfação dos utentes e profissionais Assegurar mecanismos de controlo de infeções e de resistências aos antibióticos Participar nas Redes de vigilância HELICS e Resistências aos antibióticos; Colaborar na identificação dos casos de infeção e criar canal próprio de referenciação dos casos identificados Implementar e monitorizar as Normas/Orientações sobre: Precauções Básicas do Controlo da Infeção, Higiene das Mãos nas Unidades de Saúde, Vigilância Epidemiológica das Resistências aos Antimicrobianos, Princípios gerais de antibioterapia, Comissões de Antimicrobianos, Terapêutica de infeções do aparelho urinário (comunidade), Utilização de Ampicilina, Amocacilina e Amoxacilina/ácido Clavulânico e sobre Enterobacteriaceae produtoras da carbapenemase New Delhi metalo-ß-lactamase 1 (NDM-1); Divulgar as NOCs para terapêutica em ambulatório 50
51 Programa de Prevenção e Controlo de Infecção e Resistência aos Antimicrobianos (PPCIRA) Enquadramento Portugal é um dos países da Europa com elevadas taxas de infecções hospitalares e onde a utilização de antibióticos merece maior atenção e racionalidade. Reduzir as taxas de prevalência das Infeções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) e das estirpes multirresistentes passa (i) pela implementação de um plano eficaz de prevenção e controlo de IACS (ii) e relevância da utilização racional de antibioterapia (iii) e a população em geral, enquanto interveniente importante no seu processo terapêutico. Sendo estas perspectivas indissociáveis, em prol da melhoria da qualidade dos cuidados, é fundamental e muito positivo o trabalho de sinergia e a partilha de responsabilidade na segurança clínica entre os ex Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Infeção e Programa Nacional de Prevenção de Resistências aos Antimicrobianos. Esta fusão deu origem ao Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos (PPCIRA), criado pelo Despacho Nº 2902/2013 de 22 de fevereiro e a que foi dado carácter prioritário. Objetivos Geral: Reduzir a taxa de IACS e de microrganismos com resistência aos antimicrobianos. Específicos: Os Objetivos Específicos e as atividades foram delineados de acordo com as Orientações Programáticas do PPCIRA e tendo presente o Plano de Ação do Grupo Coordenador Regional. Normalizar estruturar, procedimentos e práticas clínicas: Identificação de estruturas físicas das unidades do ACES - em 100% das Unidades. Harmonização de procedimentos de acordo com as estruturas físicas analisadas - em 20%. Estabelecer parceria com os Elos de Ligação / Membros Dinamizadores 90% das unidades funcionais. Elaboração do Manual de Boas Práticas em Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos (PCIRA) em pelo menos 5 normas. 51
52 Auditoria a práticas clínicas em 10% das unidades funcionais. Desenvolver actividades de formação/informação: Divulgação do Manual de Boas Práticas em Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos (PCIRA) em 100% das unidades funcionais. Promoção de acções de formação sobre PCIRA para Elos de Ligação / Membros Dinamizadores em 95%. Colaboração com os elos de Ligação / Membros Dinamizadores nas acções de formação em serviço em 90% das solicitações. Desenvolver Vigilância Epidemiológica: Implementação da Campanha de Higiene das Mãos - em 40%. Implementação de um sistema de vigilância de Infeções do Trato Urinário em utentes com sonda vesical em 5% das unidades funcionais. A avaliação deste Programa será efectuada com recurso a indicadores de estrutura, processo e resultados e apresentado em relatório final com evidência do nível de concretização das actividades assim como das medidas de impacto e dos recursos a utilizar. 52
53 Capítulo III Plano de Formação
54 Plano de Formação A formação profissional é o processo global e permanente através do qual os funcionários e agentes, bem como os candidatos a funcionários, se preparam para o exercício de uma actividade profissional, através da aquisição e do desenvolvimento de capacidades ou competências, cuja síntese e integração possibilitem a adopção dos comportamentos adequados ao desempenho profissional e à valorização pessoal e profissional (art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 50/98, de 11 de Março). Atendendo a que o ACeS Baixo Mondego, não possui um Centro de Formação acreditado pela tutela, nem autonomia financeira para desenvolver acções de formação para além das que desenvolve com os recursos próprios, em contexto de trabalho, foram remetidas para o Departamento de Formação da ARS Centro (entidade com competência para desencadear o processo formativo) as Acções de Formação por área temática que constam do Anexo I. Com o plano de formação, do ACeS do Baixo Mondego, pretende-se atingir os seguintes objectivos: Identificar áreas formativas chave que permitam reforçar/actualizar as competências dos profissionais de saúde do ACeS do Baixo Mondego, melhorando a qualidade da sua prestação no âmbito dos cuidados de saúde; Identificar áreas formativas que promovam a articulação, qualidade, segurança e a integração dos diferentes níveis de prestação de cuidados; Alinhar as propostas formativas expressas pelos profissionais de saúde, com as necessidades formativas identificadas pelo órgão de gestão do ACeS, necessárias à concretização do plano de acção; Harmonizar conceitos e terminologias e uniformizar práticas de prestação de cuidados de saúde; Articular e cooperar com o Gabinete de Formação da ARSC, IP na organização e implementação das acções de formação identificadas. 54
55 Plano de Formação por área Os temas de formação foram estruturados tendo em consideração os principais vectores estratégicos estabelecidos no plano de acção do ACeS do Baixo Mondego, sendo de realçar as seguintes áreas temáticas: Qualidade e Segurança na prestação de Cuidados de Saúde Acesso a Cuidados de Saúde; Comunicação e Sistemas de Informação; Prestação de Cuidados. 55
56 Capítulo IV Estrutura Organizacional
57 Estrutura organizacional do ACeS Baixo Mondego São órgãos de Administração e Fiscalização do ACeS Baixo Mondego, o Director Executivo, o Conselho Executivo, o Conselho Clínico e de Saúde e o Conselho da Comunidade, cuja designação, composição e competências, são as que estão definidas no Decreto-Lei n.º 28/2008, de 22 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 253/2013, de 27 de Novembro. Organização interna do ACeS Baixo Mondego Diretor Executivo Conselho da Comunidade Conselho Clínico e de Saúde Conselho Executivo Unidade de Apoio à Gestão Gabinete do Cidadão USF UCSP USP URAP UCC No ACeS do Baixo Mondego funcionam, na dependência do Director Executivo, como Serviços de Apoio, a Unidade de Apoio à Gestão, organizada numa lógica de concentração de serviços não assistenciais, is, com as áreas de Recursos Humanos, Gestão Financeira e Contabilidade, Serviços Gerais e Aprovisionamento e Sistemas de Informação, o Gabinete do Cidadão e a Equipa Coordenadora Local no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados que integra duas equipas locais uma sediada no CS S. Martinho do Bispo e a outra sediada no CS Cantanhede. Serviços de Apoio Director Executivo Gabinete do Cidadão Unidade de Apoio à Gestão Equipa Coordenadora Local da RNCCI Recursos Humanos Contabilidade e Gestão Financeira Serviços Gerais e Aprovisionamento Sistemas de Informação 57
58 Estrutura Orgânica do ACeS Baixo Mondego Director Executivo Conselho Executivo Unidade de Apoio à Gestão Conselho da Comunidade Gabinete do Cidadão Conselho Clínico e de Saúde Unidade Recursos Assistenciais Partilhados Unidade de Saúde Pública Equipa Coordenadora Local RNCCI Cantanhede Celas Condeixa-a- Nova Eiras Fernão Magalhães Figueira da Foz Mealhada Mira Montemor-o- Velho Mortágua Norton de Matos Penacova Santa Clara S. Martinho do Bispo Soure UCSP Cantanhede UCSP Celas USF Condeixa UCSP Eiras UCSP Fernão Magalhães UCSP Figueira Norte UCSP Mealhada UCSP Mira UCSP Montemor-o-Velho UCSP Juiz de Fora UCSP Norton de Matos UCSP Penacova UCSP Santa Clara / Cernache UCSP S. Martinho UCSP Soure USF As Gândras USF Cruz de Celas USF Fernando Namora USF Topázio UCSP Figueira Urbana UCC Bairradina USF Araceti UCC Mortágua USF Briosa USF Raínha Santa Isabel USF Mondego USF Vitassaurium USF Marquês de Marialva USF CelaSaúde UCSP Figueira Sul UCC Montemor-o- Velho UCC Norton de Matos USF Coimbra Sul UCC S. Martinho do Bispo UCC Soure USF Progresso e Saúde UCC Celas USF S. Julião UCC Cantanhede USF Buarcos UCC Farol do Mondego 58
59 Rede de Cuidados de Saúde Primários e (re)organização dos Serviços Unidade de Saúde Pública (USP) A USP tem por missão planear, organizar e assegurar atividades no âmbito da proteção e promoção da saúde da comunidade, com incidência nos determinantes da saúde ao nível dos comportamentos e do ambiente em geral e em meios específicos, bem como a prestação de cuidados no âmbito comunitário, designadamente no que se refere a grupos populacionais particularmente vulneráveis e problemas de grande impacte social. Cabe à USP ser o Observatório de Saúde da área geodemográfica do ACES Baixo Mondego, promover a investigação e a vigilância epidemiológicas, bem como desenvolver as estratégias locais de saúde que mais se adequem à gestão de programas de intervenção que consubstanciem o desenvolvimento (ou a implementação) dos Planos Regionais e Nacionais de Saúde, sem detrimento dos que forem prioritários de acordo com as necessidades em saúde da área geodemográfica. A USP compromete-se a elaborar a proposta do Plano Local de Saúde, tendo em atenção as necessidades em saúde e adequando-o à oferta de serviços existentes e aos recursos disponíveis no ACES Baixo Mondego, bem como acompanhar a sua execução. A USP do Baixo Mondego, com sede no centro de saúde de Santa Clara e delegações em todos os concelhos, para o ano de 2015, compromete-se com os objectivos acordados com o ACeS e o Departamento de Saúde Pública da ARS Centro, IP, contratualizando internamente objectivos específicos. Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) As unidades de cuidados na comunidade, desenvolvem a sua acção com autonomia organizacional e técnica, tendo como área de intervenção a comunidade, numa lógica de base populacional. Através do seu plano de acção as UCC comprometem-se a assegurar um conjunto de actividades na prestação de cuidados de saúde de forma personalizada, domiciliária e comunitária, nas vertentes: acessibilidade, desempenho assistencial, satisfação do utente, qualidade e eficiência. 59
60 O compromisso assistencial nos diversos programas e projectos que inclui, tem em conta as características demográficas e necessidades da população abrangida e devem desenvolver-se em estreita articulação com as Unidades de Saúde Familiar (USF), Unidades de Cuidados de saúde Personalizados (UCSP), Unidade de Saúde Publica (USP) e Equipa Coordenadora Local no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados. O ACES Baixo Mondego integra 9 UCC: Bairradina, Farol do Mondego, Soure, Mortágua, Cantanhede, Celas, Montemor-o-Velho, Norton de Matos e S. Martinho do Bispo. Prevê-se que em 2015 inicie a sua actividade mais 1 UCC, designadamente Mira. Em 2015 vai ser implementada a contratualização interna com estas unidades criando condições para a progressiva co-responsabilização e autonomia das mesmas. Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados (URAP) A URAP concentra, organiza e disponibiliza, no contexto global do ACeS do Baixo Mondego, a oferta de cuidados em áreas como: a psicologia, serviço social, fisioterapia, higiene oral, nutrição, radiologia, cardio-pneumologia, higiene e segurança, reabilitação, pediatria e medicina escolar. É uma equipa multidisciplinar que atua com autonomia organizativa e técnica, em inter cooperação com as demais unidades funcionais do ACES, sem prejuízo da necessária articulação interinstitucional e intersectorial, indispensável ao cumprimento dos seus objetivos, nomeadamente: a) Prestar serviços de consultadoria e assistenciais às diferentes unidades funcionais (UF) e organizar ligações funcionais aos serviços hospitalares. b)desenvolver programas, projetos e ações de intervenção no âmbito da prevenção e promoção da saúde da população em geral ou de grupos específicos, no quadro dos programas nacionais, regionais ou locais; c) Integrar projetos de saúde de outras UF do ACES; Tem a missão de contribuir para a promoção da saúde e prevenção da doença na população da sua área geográfica, procurando obter ganhos em saúde sustentáveis ao longo do ciclo de vida contribuindo para comunidades mais saudáveis. Tem por visão a complementaridade, a transversalidade e o respeito pelas 60
61 competências de cada profissional procurando deste modo a satisfação individual e da equipa, de forma a ser desenvolvido um sentimento de identidade e com isso maior ganho em saúde. Os valores pelos quais se regem os elementos que integram a URAP do ACeS do Baixo Mondego são: ética profissional, transparência, confiança, integridade, respeito, cooperação, acessibilidade (equidade, efetividade e eficiência na atuação). A URAP assegura respostas integradas, articuladas, diferenciadas e de proximidade, de acordo com as necessidades de cuidados de saúde da população, regendo-se pelos seguintes princípios: Centralidade no cidadão; Qualidade e excelência; Acessibilidade aos cidadãos; Criatividade e inovação; Autonomia na organização funcional e técnica; Rentabilização de recursos instalados; Cooperação com as outras unidades funcionais; Articulação com outras instituições, potenciando os meios instalados, com destaque para os hospitais de referência, privilegiando o estabelecimento de protocolos; Gestão participativa de todos os profissionais; Sinergia de todos os elementos da equipa para a concretização dos objetivos da acessibilidade, da globalidade e da continuidade dos cuidados de saúde; Avaliação contínua, visando a adoção de medidas corretivas de eventuais desvios à persecução dos objetivos definidos. A Estrutura de Coordenação da URAP Baixo Mondego é constituída por um Coordenador e dois vogais. O Conselho de Representantes é constituído por um representante designado anualmente (ou renovável por igual período) entre os profissionais de cada uma das áreas profissionais constitutivas da URAP. A carteira de serviços integra-se no Plano de Ação do ACeS, em estreita articulação com as outras UF e em ligação com as estruturas hospitalares, bem como em consonância com as orientações técnicas definidas pelo Conselho Clínico. À URAP compete assegurar as funções expressas no compromisso assistencial, que se contextualiza no seu plano de ação. 61
62 O compromisso assistencial é constituído pela prestação de cuidados constantes da carteira de serviços. À URAP cumpre proceder à partilha dos recursos que, segundo o princípio da economia de meios, devem ser comuns às diversas UF do ACeS. Para 2015, vai ser implementada a contratualização interna com esta unidade criando condições para a progressiva co-responsabilização e autonomia da mesma. Gabinete do Cidadão O Gabinete do Cidadão (GC) do ACES BM é um serviço de apoio à gestão e tem por missão Promover e desenvolver o exercício dos direitos e deveres dos cidadãos, incentivando a sua participação na definição de prioridades, estratégias e ações do ACES, bem como na organização e funcionamento dos serviços, com vista à melhoria contínua da qualidade assegurando a mediação entre ambos. São competências do GC, verificar as condições de acesso dos utentes aos cuidados de saúde; informar os utentes dos seus direitos e deveres como utilizadores dos cuidados de saúde primários; receber observações, sugestões e reclamações dos utentes, relativas aos cuidados prestados e responder às mesmas; verificar regularmente o grau de satisfação dos utentes do ACES; estabelecer canais de comunicação com as Unidades de Saúde. Com base nestas competências, destaca como uma das suas atividades previstas para 2015, dar continuidade ao desenvolvimento do Projeto Promoção da Cidadania em Saúde Cidadãos informados, cidadãos capacitados para a utilização dos serviços de saúde O desafio é criar junto dos cidadãos e dos profissionais uma dinâmica em desenvolvimento contínuo, que vise fundamentalmente novas formas de relacionamento, de responsabilidade partilhada, e de maior sensibilidade às necessidades e expectativas dos cidadãos. Consta de um conjunto de actividades de âmbito global, (ACeS) dirigidas aos cidadãos e aos profissionais, e outras de âmbito mais local (US) dirigidas essencialmente aos cidadãos, e à requalificação dos espaços das US, indo ao encontro das prioridades locais. O projeto foi iniciado em 2013 e prolongar-se-á até 2016, estando previstas para 2015 as ações dirigidas à prossecução dos seus objectivos: Objetivo Estratégico: Potenciar a informação ao cidadão 62
63 Objetivo Operacional - Reforçar as competências relacionais e comunicacionais dos profissionais de saúde: Desenvolvimento de ações sobre atendimento: Relações interpessoais, gestão de conflitos, técnicas de comunicação, etc Esclarecimento/sensibilização sobre direitos de acesso dos utentes pertencentes a minorias étnicas: diplomas legais; acordos internacionais, orientações da tutela Criação de pasta pública com legislação tipificada Criação/implementação, ao nível do ACES, de um mediador de informação Objetivo Operacional - Requalificar, dinamizar e humanizar os espaços de acolhimento dos utentes - Adequar a informação e a comunicação às necessidades dos cidadãos: Organização e agregação de informação por temas, disponível nos placards das Unidades Atualização periódica da informação disponível Colocações de sinalética nas Unidades que não a possuem Criação do site do ACES, para divulgar diverso tipo de informação, nomeadamente valências e horários de serviços assegurados pelas UF, legislação de saúde, notícias e outras informações úteis. Elaboração nas US que ainda não possuem, do Guia de Acolhimento ao cidadão e respectiva divulgação Objetivo Estratégico: Desenvolvimento de estratégias locais de promoção da cidadania em saúde Objetivo Operacional Possibilitar que cada UF, com base na sua experiência e percepção das necessidades, organize ações sobre capacitação do cidadão para a utilização dos serviços de saúde. Cada US através das suas equipas constituídas, deverá promover a Semana da Cidadania em Saúde Unidade de Apoio à Gestão (UAG) A UAG, é o núcleo de apoio administrativo e logístico, organizado numa lógica de concentração dos serviços não assistenciais do ACeS presta apoio administrativo e geral ao director executivo, ao conselho clínico e de saúde e às Unidades Funcionais que fazem parte do ACeS do Baixo Mondego. 63
64 Entre outras funções, compete à UAG, prestar assessoria técnica em todos os domínios da gestão do ACeS do Baixo Mondego; acompanhar a execução dos contratos-programa celebrados entre o ACeS do Baixo Mondego e o Conselho Directivo da ARSCentro, IP; colaborar na elaboração dos planos de actividade e orçamentos e acompanhar a respectiva execução; analisar a eficácia das políticas de gestão de recursos humanos, dos equipamentos e financeira e elaborar os respectivos relatórios anualmente; monitorizar e disponibilizar informação sobre facturação e prescrição; assegurar e organizar os procedimentos administrativos respeitantes à gestão de bens e equipamentos afectos ao ACeS do Baixo Mondego e garantir o controlo de consumos; assegurar o aprovisionamento, gestão e controlo de vacinas, contraceptivos e demais medicamentos e material de consumo clínico e coordenar os serviços de segurança, apoio e vigilância ao ACeS do Baixo Mondego e suas unidades funcionais. Sendo a descentralização da gestão para o nível local e a autonomia administrativa dos ACeS uma das vertentes importantes da reforma dos cuidados de saúde primários, a UAG assume um papel determinante no cumprimento deste objectivo. O ACeS do Baixo Mondego, é constituído por várias unidades funcionais que têm por missão garantir a prestação de cuidados de saúde primários à população da respectiva área geográfica. Cada unidade funcional assenta numa equipa multiprofissional, com autonomia organizativa e técnica, estando garantida a intercooperação com as demais unidades do Centro de Saúde e do ACeS. Unidades Funcionais de Prestação de Cuidados e Utentes Inscritos Cantanhede Cantanhede USF Progresso e Saúde (Tocha) UCC Cantanhede UCSP Cantanhede USF Gandras (Febres) USF Marques Marialva Cadima Bolho Murtede Sepins Covões Ançã 64
65 O Centro de Saúde de Cantanhede tem como área geográfica de influência, todas as freguesias do Concelho de Cantanhede. Possui como unidades assistenciais a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Cantanhede,, com 5 Unidades Descentralizadas: Bolho, Murtede, Sepins, Covões e Ançã, a Unidade de Saúde Familiar Progresso e Saúde, como sede na Tocha e um pólo em Cadima, a Unidade de Saúde Familiar As Gandras,, com sede em Febres, a Unidade de Saúde Familiar Marquês de Marialva,, com sede em Cantanhede e a Unidade de Cuidados na Comunidade Cantanhede. UCSP CANTANHEDE USF AS GANDRAS USF MARQUES DE MARIALVA USF PROGRESSO E SAUDE TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Inscritos sem Inscritos com Inscritos sem Médico de Médico de MF por Opção Família Família Soma Total de Inscritos Mealhada Mealhada UCC Mealhada UCSP Mealhada Luso Vacariça Barcouço Ventosa do Bairro Pampilhosa O Centro de Saúde da Mealhada tem como área geográfica de influência, todas as freguesias do Concelho da Mealhada. Possui como unidades assistenciais, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados da Mealhada,, com sede na Mealhada e com 5 Unidades 65
66 Descentralizadas: Luso, Vacariça, Barcouço, Ventosa do Bairro e Pampilhosa e a Unidade de Cuidados na Comunidade Bairradina. Inscritos sem Médico de Família Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família UCSP MEALHADA TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Soma Total de Inscritos Mira Mira UCSP Mira Seixo Praia de Mira Lentisqueira Carapelhos Barra O Centro de Saúde da Mira tem como área geográfica de influência, todas as freguesias do Concelho de Mira. Tem como unidade assistencial, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Mira,, com sede em Mira, com 5 Unidades Descentralizadas: Seixo, Praia de Mira, Lentisqueira, Carapelhos e Barra. Inscritos sem Médico Inscritos sem MF Inscritos com Médico de Família por Opção de Família UCSP MIRA TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Soma Total de Inscritos
67 Mortágua Mortágua UCSP Juiz de Fora UCC Mortágua Espinho O Centro de Saúde de Mortágua tem como área geográfica de influência, todas as freguesias do Concelho de Mortágua. Tem como unidades assistenciais, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Juiz de Fora,, com sede em Mortágua, com uma Unidade Descentralizada em Espinho e a Unidade de Cuidados na Comunidade Mortágua. Inscritos sem Médico de Família Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família UCSP JUIZ DE FORA TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Soma Total de Inscritos Figueira da Foz Figueira da Foz UCSP Figueira Norte USF Buarcos UCSP Figueira Sul USF S. Julião UCSP Figueira Urbana Bom Sucesso Maiorca Santana Lavos Marinha das Ondas Cova da Gala Quiaios Vila Verde Brenha O Centro de Saúde da Figueira da Foz tem como área geográfica de influência, todas as freguesias do Concelho da Figueira da Foz. 67
68 Possui como unidades assistenciais a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Figueira Norte, com sede nas Alhadas e com 3 Unidades Descentralizadas: Bom Sucesso, Maiorca e Santana, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Figueira Sul com sede em Paião e com 3 Unidades Descentralizadas: Lavos, Marinha das Ondas e Cova da Gala, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados Figueira Urbana,, com sede em Buarcos e com 3 Unidades Descentralizadas: Quiaios, Vila Verde e Brenha, a Unidade de Saúde Familiar Buarcos, a Unidade de Saúde Familiar S. Julião, ambas com sede na Figueira da Foz e a Unidade de Cuidados na Comunidade Farol do Mondego que tem como população alvo, os residentes do concelho da Figueira da Foz. Inscritos sem Inscritos com Inscritos sem Médico de Médico de MF por Opção Família Família UCSP FIGUEIRA DA FOZ NORTE UCSP FIGUEIRA DA FOZ SUL UCSP FIGUEIRA DA FOZ URBANA USF BUARCOS USF S JULIAO Soma Total de Inscritos TOTAL Fonte: SIARS 31/10/ Montemor-o-Velho Montemor-o-Velho USF Araceti UCSP Montemor UCC Montemor Abrunheira Carapinheira Meãs do Campo Pereira Santo Varão Tentúgal O Centro de Saúde de Montemor-o-Velho tem como área geográfica de influência todas as freguesias do concelho de Montemor-o-Velho. Possui como unidades assistenciais a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Montemor-o-Velho,, com sede em Montemor e com 6 Unidades 68
69 Descentralizadas: Abrunheira, Carapinheira, Meãs do Campo, Pereira, Santo Varão e Tentúgal, a Unidade de Saúde Familiar Araceti, com sede em Arazede e a Unidade de Cuidados na Comunidade Montemor-o-Velho. Inscritos sem Médico de Família Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família Soma Total de Inscritos USF ARACETI UCSP MONTEMOR-O-VELHO TOTAL Fonte: SIARS 31/10/ Soure Soure USF Vitasaurium UCSP Soure UCC Soure Alfarelos Degracias Figueiró do Campo Granja do Ulmeiro Samuel V. N. Anços Vinha da Raínha O Centro de Saúde de Soure tem como área geográfica de influência todas as freguesias do Concelho de Soure. Possui como unidades assistenciais a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Soure,, com sede em Soure e com 7 Unidades Descentralizadas: Alfarelos, Degracias, Figueiró do Campo, Granja do Ulmeiro, Samuel, Vila Nova de Anços e Vinha da Raínha, a Unidade de Saúde Familiar VitaSaurium, com sede em Soure e a Unidade de Cuidados na Comunidade de Soure que, tem como população alvo, os residentes do referido concelho. Inscritos sem Inscritos sem MF Inscritos com Soma Total de Médico de Família por Opção Médico de Família Inscritos UCSP SOURE USF VITA SAURIUM TOTAL Fonte: SIARS 31/10/
70 Celas Celas USF Cruz de Celas USF CelaSaúde UCSP Celas UCC Celas O Centro de Saúde de Celas tem como área geográfica de influência as freguesias de Santo António dos Olivais e a União de Freguesias de Coimbra: S. Bartolomeu, Sé Nova, Almedina e Santa Cruz. Possui como unidades assistenciais a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Celas, com sede em Coimbra, a Unidade de Saúde Familiar Cruz de Celas, a Unidade de Saúde Familiar CelaSaúde,, ambas com sede em Coimbra e a Unidade de Cuidados na Comunidade de Celas. Inscritos sem Médico de Família Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família Soma Total de Inscritos UCSP CELAS USF CELASAUDE USF CRUZ DE CELAS TOTAL Fonte: SIARS 31/10/ Condeixa-a-Nova Condeixa-a-Nova USF Condeixa USF Fernando Namora O Centro de Saúde de Condeixa-a-Nova tem como área geográfica de influência todas as freguesias do Concelho de Condeixa. 70
71 Possui como unidades assistenciais, a Unidade de Saúde Familiar Condeixa e a Unidade de Saúde Familiar Fernando Namora, ambas com sede em Condeixa-a- Nova. USF CONDEIXA USF FERNANDO NAMORA TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Inscritos sem Médico de Família Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família Soma Total de Inscritos Eiras Eiras UCSP Eiras USF Topázio Brasfemes Souselas O Centro de Saúde de Eiras tem como área geográfica de influência as freguesias de Brasfemes, União de Freguesias de Eiras e S. Paulo de Frades e União de Freguesias de Souselas e Botão, do Concelho de Coimbra. Possui como unidades assistenciais, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Eiras, constituída por 2 Extensões de Saúde: Brasfemes e Souselas e a Unidade de Saúde Familiar Topázio ambas com sede em Eiras, Coimbra. Inscritos sem Médico de Família UCSP EIRAS 327 USF TOPÁZIO 0 TOTAL 327 Fonte: SIARS 31/10/2014 Inscritos sem MF Inscritos com Médico por Opção de Família Soma Total de Inscritos
72 Fernão Magalhães Fernão Magalhães UCSP Fernão Magalhães Adémia Antuzede Ardazubre S. João do Campo S. Silvestre O Centro de Saúde Fernão Magalhães tem como área geográfica de influência, as freguesias da União de Freguesias de Coimbra, Santa Cruz e S. Bartolomeu, da União de Freguesias de Antuzede e Vil de Matos, da União de Freguesias de Eiras e São Paulo de Frades, da União de Freguesias de S. Martinho da Árvore e Lamarosa, da União de Freguesias de Trouxemil e Torre de Vilela, de S. João do Campo e de S. Silvestre, do Concelho de Coimbra. Possui uma unidade assistencial, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Fernão Magalhães,, com sede em Coimbra e é constituída por 5 Unidades Descentralizadas: Adémia, Antuzede, Ardazubre, S. João do Campo e S. Silvestre. UCSP FERNAO MAGALHAES TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Inscritos sem Médico de Família Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família Soma Total de Inscritos
73 Norton de Matos Norton de Matos USF Pulsar USF Briosa UCSP Norton de Matos UCC Norton de Matos Ceira O Centro de Saúde Norton de Matos tem como área geográfica de influência as freguesias de Ceira, S. António dos Olivais, Torres do Mondego, Almalaguês e União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas, do Concelho de Coimbra. Possui como unidades assistenciais, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Norton de Matos,, com sede em Coimbra, com uma Extensão de Saúde em Ceira, a Unidade de Saúde Familiar Briosa,, com sede em Coimbra e a Unidade de Cuidados na Comunidade Norton de Matos. Em 2015 será constituída a Unidade de Saúde Familiar Pulsar. UCSP NORTON DE MATOS USF BRIOSA TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Inscritos sem Médico de Família Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família Soma Total de Inscritos Penacova Penacova UCSP Penacova Figueira do Lorvão Lorvão S. Pedro d'alva 73
74 O Centro de Saúde de Penacova tem como área geográfica de influência todas as freguesias do Concelho de Penacova. Possui uma unidade assistencial, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Penacova, com sede em Penacova e é constituída por 3 Unidades Descentralizadas: Figueira do Lorvão, Lorvão e S. Pedro d Alva. Inscritos sem Médico de Família UCSP PENACOVA 360 TOTAL 360 Fonte: SIARS 31/10/2014 Inscritos sem MF por Opção Inscritos com Médico de Família Soma Total de Inscritos Santa Clara Santa Clara USF Coimbra Sul USF Rainha Santa UCSP Santa Clara / Cernache Marco dos Pereiros Almalaguês Antanhol O Centro de Saúde de Santa Clara tem como área geográfica de influência as freguesias de União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas, de União de Freguesias de Assafarge e Antanhol, de Cernache e de Almalaguês, todas do Concelho de Coimbra. Possui como unidades assistenciais, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Santa Clara, com sede em Cernache, a Unidade de Saúde Familiar Rainha Santa, com sede em Santa Clara, com 2 unidades Descentralizadas, Almalaguês e Antanhol e a Unidade de Saúde Familiar Coimbra Sul,, com sede em Santa Clara e com 1 Extensão de Saúde de Marco dos Pereiros. Inscritos sem Inscritos com Inscritos sem Médico de Médico de MF por Opção Família Família UCSP SANTA CLARA/CERNACHE USF RAINHA SANTA ISABEL USF COIMBRA SUL Soma Total de Inscritos TOTAL Fonte: SIARS 31/10/
75 S. Martinho do Bispo S. Martinho do Bispo UCSP S. Martinho do Bispo USF Mondego UCC S. Martinho do Bispo Taveiro O Centro de Saúde de S. Martinho do Bispo tem como área geográfica de influência as freguesias da União de Freguesias de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades e da União de Freguesias de Taveiro, Ameal e Arzila, do Concelho de Coimbra. Possui como unidades assistenciais, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de S. Martinho do Bispo,, com sede em S. Martinho do Bispo com uma Extensão de Saúde em Taveiro, a Unidade de Saúde Familiar Mondego, com sede em S. Martinho do Bispo e a Unidade de Cuidados na Comunidade S. Martinho do Bispo. UCSP S MARTINHO DO BISPO USF MONDEGO TOTAL Fonte: SIARS 31/10/2014 Inscritos sem Inscritos com Inscritos sem Médico de Médico de MF por Opção Família Família Soma Total de Inscritos
76 Capitulo V Mapa de equipamentos
77 Mapa de equipamentos do ACeS Baixo Mondego O ACeS do Baixo Mondego integra 15 Centros de Saúde conforme organigrama das Unidades (pág. 59). Todas as sedes dos ex-centros de Saúde são propriedade do Ministério da Saúde, havendo a considerar 28 extensões próprias/cedidas e 31 extensões arrendadas. As unidades de saúde estão equipadas de forma a garantir a prestação dos cuidados de saúde primários. Além do equipamento básico por unidade (anexo II) há unidades que dispõem de equipamento específico, designadamente: Quadro n.º 42 EQUIPAMENTOS POR CENTROS DE SAÚDE DO ACeS DO BAIXO MONDEGO N.º Eletrocardiografia 2 Centros de Saúde CS Celas CS Mortágua Fisioterapia Radiologia 2 3 CS São Martinho do Bispo CS Mira CS Soure CS Mortágua CS Mira Laboratório de patologia Clínica 0 CS Soure Espirometria 4 CS Norton de Matos CS Celas CS Montemor-o-Velho CS Mortágua Ventiloterapia 3 CS Mira CS da Mealhada Outros equipamentos 1 CS Soure Nota: Dados reportados a 31/12/2013 Fonte: DGS/INE 77
78 Capitulo VI Mapa de Recursos Humanos
79 Mapa de recursos humanos Os recursos humanos são o elemento vital de uma organização. Representam o activo mais determinante e são, claramente, o fator decisivo para o sucesso ou insucesso no cumprimento da missão do ACeS do Baixo Mondego. O ACeS do Baixo Mondego tem ao seu serviço, em 31 de Outubro de 2014, 951 profissionais, distribuídos por vários grupos profissionais como consta no mapa seguinte: Grupo Profissional Efectivos Pessoal Médico 240 Pessoal Técnico Superior de Saúde 9 Pessoal Técnico Superior 25 Pessoal de Enfermagem 283 Pessoal Técnico de Diagnóstico e Terapêutica 30 Assistente Técnico 228 Assistente Operacional 100 TOTAL 915 Atendendo a que o ACeS do Baixo Mondego, como já foi referido anteriormente, é constituído por várias unidades funcionais, remete-se a análise da distribuição dos efectivos por unidade funcional. Distribuição dos recursos humanos por Unidade Funcional Unidade Funcional Médicos Técnico Superior Saúde Técnico Superior Enfermagem. TDT Assistente Técnico Assistente Operacional UAG Gabinete do Cidadão URAP USP CDP UCSP Celas USF Cruz Celas USF CelaSaúde UCSP Eiras USF Topázio UCSP Fernão Magalhães
80 Unidade Funcional Médicos Técnico Superior Saúde Técnico Superior Enfermagem. TDT Assistente Técnico Assistente Operacional UCSP Norton de Matos USF Briosa UCSP Penacova USF Rainha Santa UCSP Santa Clara UCSP S. Martinho Bispo UCCI/ECL USF Mondego UCSP Condeixa USF Condeixa USF Fernando Namora UCSP Figueira Norte UCSP Figueira Sul UCSP Figueira Urbana USF Buarcos USF S. Julião USF Araceti UCSP Montemor Velho UCSP Soure USF Vitasaurium UCC Farol do Mondego UCC Soure UCSP Cantanhede USF Marquês Marialva USF As Gandras USF Progresso e Saúde UCSP Mealhada UCC Bairradina UCSP Mira UCSP Juiz de Fora UCC Mortágua TOTAL Fonte: RHV/ACeS Os 6 Coordenadores Técnicos do ACES, não tendo sido considerados nas Unidades de Saúde, pela reorganização dos cuidados de saúde primários, deveriam constar no seu total, na UAG. No entanto deixamo-los distribuídos de acordo com o local onde estão a exercer as funções de elo de ligação à UAG. Os Assistentes Operacionais do ACES, não tendo sido considerados nas Unidades de Saúde, pela reorganização dos cuidados de saúde primários, deveriam constar no 80
81 seu total, na UAG. No entanto deixamo-los distribuídos de acordo com o local onde estão a exercer as suas funções. Existem profissionais colocados no Mapa de Pessoal do ACeS do Baixo Mondego, que nunca exerceram funções no ACeS por se manterem na ARSCentro, desde a integração da ex-sub-região de Saúde de Coimbra, designadamente, 1 Técnico Superior de Regime Geral, 10 Assistentes Técnicos e 9 Assistentes Operacionais. 81
82 Capitulo VII Produção dos cuidados de saúde
83 Indicadores de Desempenho População inscrita por unidades funcionais do ACeS Baixo Mondego Em Outubro de 2014, o ACeS Baixo Mondego tinha um total de utentes inscritos, correspondendo a 21,44% do total dos inscritos na Região Centro. A proporção dos utentes sem médico de família era de 6,87%, tendo sido notoriamente mais elevada na UCSP Figueira da Foz Sul, UCSP Norton de Matos, UCSP Mealhada e na UCSP Cantanhede. Quadro n.º 43 UTENTES INSCRITOS POR UNIDADE FUNCIONAL Unidade Funcionais Total C/ Médico S/ Médico S/ MF por Família Família opção UCSP CANTANHEDE USF AS GANDRAS USF MARQUES DE MARIALVA USF PROGRESSO E SAUDE UCSP MEALHADA UCSP MIRA UCSP JUIZ DE FORA UCSP FIGUEIRA DA FOZ NORTE UCSP FIGUEIRA DA FOZ SUL UCSP FIGUEIRA DA FOZ URBANA USF BUARCOS USF S JULIAO UCSP MONTEMOR-O-VELHO USF ARACETI UCSP SOURE USF VITA SAURIUM UCSP CELAS USF CELASAUDE USF CRUZ DE CELAS USF CONDEIXA USF FERNANDO NAMORA UCSP EIRAS USF TOPÁZIO UCSP FERNAO MAGALHAES UCSP NORTON DE MATOS USF BRIOSA UCSP PENACOVA UCSP SANTA CLARA/Cernache USF COIMBRA SUL USF RAINHA SANTA ISABEL UCSP S MARTINHO DO BISPO USF MONDEGO Total Geral Fonte: SIARS (situação a 31/10/2014) 83
84 Utentes inscritos nos Concelhos do ACeS Baixo Mondego, 2013 Fonte: ARSC, IP Desde do ano de 2009 que assistíamos a uma diminuição do número de utentes inscritos no ACeS Baixo Mondego. Em 2014, o ACeS apresentou uma ligeira subida de 1,24% dos utentes inscritos, comparativamente ao ano anterior, a exemplo do ocorrido na Região Centro. Evolução do total de utentes inscritos, Região Centro Baixo Mondego Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Mealhada Mira Montemor-o-Velho Mortágua Penacova Soure Fonte: SIARS (situação em 31/10/2014) 84
85 Variação Percentual de inscritos nos concelhos do ACeS do Baixo Mondego, Região Centro Baixo Mondego Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Mealhada Mira Montemor-o-Velho Mortágua Penacova Soure -0,82% 0,15% 0,41% 1,20% 1,23% 0,90% 0,93% 0,95% 0,72% 0,82% 1,63% 1,98% Fonte: SIARS (Dados de 31/10/2014) O Concelho de Coimbra é o que apresenta um aumento maior (1,98%), logo seguido de Condeixa-a-Nova (1,63%). O concelho de Soure é o único que apresenta uma diminuição de -0,82% Utentes Inscritos por sexo no ACeS do Baixo Mondego, 2014 Sexo, grupos etários e variação percentual Total HM Var. % H Var. % M Var. % Região Centro ,20% ,7% ,7% Baixo Mondego ,23% ,7% ,8% Cantanhede ,90% ,5% ,4% Coimbra ,98% ,6% ,4% Condeixa-a-Nova ,63% ,6% ,6% Figueira da Foz ,93% ,3% ,6% Mealhada ,41% ,4% ,4% Mira ,95% ,4% ,6% Montemor-o-Velho ,72% ,2% ,2% Mortágua ,15% ,5% ,2% Penacova ,82% ,1% ,5% Soure ,82% ,6% ,0% Fonte: SIARS (Dados de 31/10/2014) 85
86 Utentes inscritos nos concelhos do ACeS Baixo Mondego, por grupos etários, 2013 Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Mealhada Mira Montemor-o-Velho Mortágua Penacova Soure % 20% 40% 60% 80% 100% Fonte: SIARS (Dados de 31/10/2014) A evolução da população residente por grupos etários resulta numa pirâmide etária característica dos países mais envelhecidos ( duplo envelhecimento de base e de topo). Esta evolução é bem visível nas pirâmides de 2013 e de Pirâmide etária quinquenal dos utentes inscritos no ACeS Baixo Mondego, Mulheres Fonte: SIARS (Dados de 31/10/2014) 86
87 Em 2014, no grupo etário 0-14, houve uma diminuição do n.º de utentes inscritos em todos os concelhos do ACeS Baixo Mondego. No grupo etário 15-24, registou-se uma diminuição no número de utentes inscritos nos concelhos de Cantanhede, Montemor-o-Velho, Penacova e Soure. No grupo etário 25-64, só o concelho de Soure registou uma diminuição do número de utentes inscritos. Utentes inscritos por grupo etário no ACeS Baixo Mondego, 2014 Região Centro ,68% Baixo Mondego ,45% Grupos etários e variação percentual, Nº Var.% Nº Var.% Nº Var.% Nº Var.% Nº Var.% Cantanhede ,26% ,39% ,50% ,06% ,35% Coimbra ,43% ,27% ,02% ,20% ,32% Condeixa-a-Nova ,31% Figueira da Foz ,98% Mealhada ,96% ,52% ,13% ,23% ,44% Mira ,69% ,67% ,51% ,74% ,10% Montemor-o-Velho ,39% 1,68% ,20% ,40% ,45% ,40% ,35% ,31% ,09% ,54% ,98% ,72% ,92% ,39% ,08% ,48% ,75% ,89% 1,75% ,98% 3,07% ,55% 0,84% ,51% 0,97% ,62% Mortágua ,86% 972 0,21% ,18% ,50% ,84% Penacova ,90% ,32% ,86% ,43% ,02% Soure ,03% ,33% ,79% ,27% ,00% Fonte: SIARS (Dados de 31/10/2014) No grupo etário dos anos e mais de 75 anos, todos os concelhos, apresentaram um aumento no n.º de utentes inscritos, sendo Condeixa-a-Nova o concelho que maior aumento teve (3,55%), logo seguido de Figueira da Foz (3,51%). Variação % de inscritos por grupo etário, nos concelhos do ACeS do Baixo Mondego, ,00% 3,00% 2,00% 1,00% 0,00% -1,00% -2,00% -3,00% -4,00% -5,00% 0-14 Var Var Var Var Var. Fonte: SIARS (Dados 31/10/2014) 87
88 Indicadores de qualidade - Registos Efectuados Os registos de morbilidade realizados no Sistema de Informação são um instrumento fundamental de monitorização e governação clínica. Actualmente 83,7% do total de consultas são codificadas, o que permite inferir uma aproximação à morbilidade dos utilizadores, conforme o quadro seguinte do registo ICPC-2. Quadro n.º 44 EVOLUÇÃO DA QUALIDADE DOS REGISTOS DA CONSULTA MÉDICA: % DE CONSULTAS COM UM OU MAIS ICPC s PREENCHIDOS (Out.) % de consultas com 1 ou + ICPC's preenchidos 78,1 80,1 81,4 83,7 87,3 Nº Consultas (MC) Nº ICPC preenchidos Nº de Consultas com 1 ou + ICPC's preenchido Fonte: SIARS (dados de Outubro de 2014) Quadro n.º 45 INDICADORES DE MORBILIDADES (2012 a 2014) Problemas por 1000 N.º de problemas inscritos ICPC-2 Designação do Problema (Out.) (Out.) D74 NEOPLASIA MALIGNA DO ESTÔMAGO ,92 0,92 0,88 D75 NEOPLASIA MALIGNA DO CÓLON / RECTO ,71 3,69 3,89 K74+K76 DOENÇA CARDÍACA ISQUÉMICA ,80 17,71 18,03 K75 ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO ,60 4,68 4,94 K86+K87 HIPERTENSÃO ,98 212,41 215,63 K90 TROMBOSE / ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ,06 11,12 11,48 L89 OSTEOARTROSE DA ANCA ,01 19,48 20,71 L90 OSTEOARTROSE DO JOELHO ,63 44,72 47,26 L95 OSTEOPOROSE ,94 30,35 30,82 P15 ABUSO CRÓNICO DO ÁLCOOL ,85 13,14 13,59 P17 ABUSO DO TABACO ,38 42,61 48,66 P19 ABUSO DE DROGAS ,84 2,80 2,94 P70 DEMÊNCIA ,88 6,19 6,85 P76 PERTURBAÇÕES DEPRESSIVAS ,73 103,27 109,04 R79 BRONQUITE CRÓNICA ,05 13,17 12,84 R84 NEOPLASIA MALIGNA DO BRÔNQUIO / PULMÃO ,57 0,60 0,66 R95 DPOC ,43 7,44 8,48 R96 ASMA ,37 22,83 24,44 T82 OBESIDADE ,98 53,78 58,66 T83 EXCESSO DE PESO ,31 39,40 46,23 T89 DIABETES - INSULINO DEPENDENTE ,56 6,16 6,19 T89+T90 DIABETES ,80 69,06 70,04 T90 DIABETES - NÃO INSULINO DEPENDENTE ,24 62,90 63,85 T93 ALTERAÇÕES DO METABOLISMO DOS LÍPIDOS ,66 202,26 210,30 X75 NEOPLASIA MALIGNA DO COLO DO ÚTERO ,72 0,77 0,75 X76 NEOPLASIA MALIGNA DA MAMA FEMININA ,43 6,56 6,85 Y77 NEOPLASIA MALIGNA DA PRÓSTATA ,89 4,94 5,12 Fonte: SIARS (Dados de Outubro de 2014) Observa-se uma maior acuidade diagnóstica nas patologias alterações do Metabolismo dos Lípidos, Obesidade, Abuso do Tabaco, Depressão e Hipertensão. 88
89 Monitorização e avaliação dos indicadores de desempenho do ACeS Baixo Mondego A monitorização e avaliação dos resultados, assenta nas linhas estratégicas definidas superiormente e teve por base os indicadores de acesso, desempenho assistencial, caracterização e eficiência/sustentabilidade. O processo de contratualização interna envolveu todas as USF e as UCSP do ACeS do Baixo Mondego. Quadro n.º 46 AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO DAS UCSP E USF, 2014 Avaliação dos indicadores de desempenho UCSP USF Média Mínimo Máximo Média Mínimo Máximo Acesso Desempenho Assistencial Eficiência Desempenho Assistencial Desempenho Assistencial Desempenho Assistencial Caracterização Desempenho Assistencial Desempenho Assistencial Taxa de utilização de consultas médicas - 3 anos 86,1 72,9 91,1 84,1 77,5 89,8 Taxa de domicílios enfermagem por inscritos Proporção de grávidas, com acompanhamento adequado Proporção MIF, com acompanhamento adequado em PF Proporção crianças 1 ano, c/ acompanhamento adequado 101,4 33,7 143,6 104,1 72,6 129,7 2,7 0,0 11,9 18,2 3,1 39,7 21,29 8,73 30,82 39,47 31,62 46,87 35,7 6,5 70,2 60,6 29,2 90,2 Proporção idosos, sem ansiol. / sedat. / hipnót. 61,5 57,7 66,1 60,9 54,0 67,7 Proporção utentes >= 14 A, c/ reg. hábit. tabágic. 19,9 6,4 33,3 54,9 37,3 67,3 Proporção hipertensos < 65 A, com PA < 150/90 18,6 11,0 26,3 28,4 16,6 41,5 Proporção DM c/ última HgbA1c <= 8,0 % 30,6 14,6 46,0 34,6 11,9 51,7 Despesa medicamentos prescritos, por utiliz. (PVP) n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. Despesa MCDT sprescrit., por utiliz. (p. conv.) 46,02 35,35 64,45 40,66 29,05 53,52 Proporção de utentes com hipertensão arterial (sem doença cardiovascular nem diabetes), com determinação de risco cardiovascular últ. 3 anos Proporção de utentes com hipertensão arterial, com acompanhamento adequado Proporção de utentes com diabetes, com acompanhamento adequado Proporção de utentes com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar (médicas ou de enfermagem) Proporção de jovens com 14 anos, com peso e altura registados no intervalo [11; 14[ anos Fonte: SIARS 11,4 0,0 33,0 33,5 5,6 57,8 6,4 1,1 12,5 16,3 4,8 29,2 12,3 3,9 21,4 20,8 3,5 32,2 1,0 0,5 1,3 1,1 0,5 2,1 33,6 23,4 46,4 46,0 39,4 54,7 60,1 44,1 88,8 71,2 54,9 86,0 Nesta avaliação optou-se por não contabilizar os resultados das UCSP da Figueira, Urbana, Norte e Sul, USF Buarcos e USF S. Julião, atendendo a que os condicionalismos da aplicação informática, bem como a sua integração com o SIARS, não permitem, à presente data, considerar os dados fidedignos, distorcendo assim a avaliação final. Para uma análise mais detalhada por UCSP e por USF, remete-se a leitura dos anexos III e IV, respectivamente. 89
90 Plano de contratualização externa do ACeS Baixo Mondego O Plano de contratualização externa efectuado entre a ARSC, IP e o ACeS do Baixo Mondego, foi elaborado com base nas necessidades de saúde identificadas, na avaliação dos respectivos indicadores de saúde e nas prioridades de saúde nacionais conhecidas, contribuindo, assim, para a obtenção de ganhos em saúde na população abrangida pelo ACeS do Baixo Mondego. Eixo Nacional Código Indicador Meta Contratualizada Resultado ACeS (Set. 2014) Taxa de utilização global de consultas médicas nos últimos 3 anos 90,0% 84,8% Taxa de consultas de enfermagem no domicílio por inscritos 142,0%0 103,1%0 Proporção de embalagens de medicamentos faturados, que são genéricos Proporção de inscritos com idade igual ou superior a 14 anos, com quantificação de hábitos tabágicos nos últimos 3 anos Proporção de consultas médicas presenciais que deram origem a pelo menos uma codificação ICPC-2 Taxa de internamentos por doença cerebro-vascular, entre GDH residentes com menos de 65 anos Proporção de mulheres em idade fértil, com acompanhamento adequado na área do planeamento familiar 46,0% 42,0% 37,50% 28,9% 94,0% 99,9% 5,8%00 n.d. 35,0% 24,5% GDH Proporção de recém-nascidos de termo, de baixo peso 1,5% n.d GDH Proporção de jovens com 14 anos com consulta médica de vigilância realizada no intervalo [11; 14[ anos e PNV totalmente cumprido até ao 14º aniversário Incidência de amputações major de membro inferior em utentes com diabetes entre utentes residentes Proporção de inscritos com idade igual ou superior a 65 anos, a quem não foram prescritos ansiolíticos, nem sedativos, nem hipnóticos, no período em análise 55,0% 49,0% 0,51% n.d. 67,0% 65,2% -- Percentagem de utilizadores satisfeitos ou muito satisfeitos Despesa média de medicamentos faturados, por utente utilizador (baseado no PVP) Despesa média de MCDTs faturados, por utente utilizador do SNS (baseado no preço convencionado) 168,00 156,50 46,30 45,24 90
91 Eixo Regional Proporção de utentes com hipertensão arterial (sem doença cardiovascular nem diabetes), com determinação de risco cardiovascular últimos 3 anos Proporção de utentes com diabetes, com acompanhamento adequado 21,0% 20,1% 35,0% 15,2% Proporção mulheres [25;60[ anos com colpocitologia (3 anos) 52,0% 39,1% Eixo Local Proporção de utentes com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar (médicas ou de enfermagem) Proporção DM com idade inferior a 65 anos e com HbA1c igual ou inferior a 6,5% 2,0% 0,8% 52,0% 37,4% 34,10% 14,8% Fonte: ARSC, IP (Dados de Setembro de 2014) Plano de contratualização externa do ACeS Baixo Mondego Atendendo aos resultados obtidos no ACeS em Setembro de 2014 para os indicadores do Eixo Nacional, e perspectivando a evolução nos recursos humanos e de suporte à actividade assistencial, foram contratualizados, para 2015 os seguintes objectivos para os indicadores do eixo nacional, que de um modo geral representam ganhos nas vertentes de acesso, desempenho assistencial, eficiência e satisfação do cidadão. Eixo Nacional Código Indicador Taxa de utilização global de consultas médicas nos últimos 3 anos Taxa de consultas de enfermagem no domicílio por inscritos Proporção de embalagens de medicamentos prescritos, que são genéricos Proporção de inscritos com idade igual ou superior a 14 anos, com quantificação de hábitos tabágicos nos últimos 3 anos Proporção de consultas médicas presenciais que deram origem a pelo menos uma codificação ICPC-2 Resultado ACeS (Set. 2014) Metas contratualizadas ,8% 90,0% 103,1%0 144,0%0 n.d. 50,0% 28,9% 50,0% 99,9% 96,0% 91
92 GDH Taxa de internamentos por doença cerebro-vascular, entre residentes com menos de 65 anos n.d. n.d.(%00) Índice de acompanhamento adequado em PF, nas MIF n.d. 0,65 GDH Proporção de recém-nascidos de termo, de baixo peso n.d. n.d GDH Proporção de jovens com 14 anos com consulta médica de vigilância realizada no intervalo [11; 14[ anos e PNV totalmente cumprido até ao 14º aniversário Incidência de amputações major de membro inferior em utentes com diabetes entre utentes residentes Proporção de inscritos com idade igual ou superior a 65 anos, a quem não foram prescritos ansiolíticos, nem sedativos, nem hipnóticos, no período em análise 49,0% 56,0 n.d. n.d. 65,2% 65,5%0 -- Percentagem de utilizadores satisfeitos ou muito satisfeitos - - Despesa média de medicamentos faturados, por utente utilizador (baseado no PVP) Despesa média de MCDTs faturados, por utente utilizador do SNS (baseado no preço real) Fonte: ARSC, IP/SIARS (Dados de Setembro de 2014) 156,50 179,87 n.d. 42,00 Relativamente ao eixo regional e eixo local, foram contratualizados para 2015, os seguintes objectivos: Eixo Regional Código Indicador Proporção de hipertensos com registo de risco cardiovascular (3 anos) Índice de acompanhamento adequado em utentes com diabetes mellitus Proporção de mulheres entre [25; 60[ anos, com colpocitologia nos últimos 3 anos Resultado ACeS (Set. 2014) Metas contratualizadas ,1% 35,0% n.d. 0,69 42,97% 54,0% Proporção de utentes com diagnóstico DPOC 0,9% 1,5% Eixo Local Taxa de utilização de consultas PF (Med/Enf) 42,8% 53,0% Proporção de DM < 65 anos C/ HgbA1c <=6,5% 28,5% 35,0% Fonte: ARSC, IP/SIARS (Dados de Setembro de 2014) 92
93 Capitulo VIII Plano de Investimentos
94 Plano de Investimentos O plano de investimentos do ACeS do Baixo Mondego representa um esforço de melhoria de instalações e equipamentos que associado à reorganização organizativa dos serviços terá impacto na acessibilidade aos serviços de saúde e melhoria da qualidade técnica dos mesmos. Assim, foram inscritas verbas nas rubricas de investimento para a adaptação das instalações: Principais áreas de investimento e montantes - Previsão para 2015 Áreas de Investimento (valor global em euros) Nova Unidade Descentralizada de Lavos ,37 Remodelação das Instalações da USF As Gândras ,88 Beneficiação e manutenção das Instalações da UCSP Penacova ,00 Beneficiação e manutenção das Instalações da UCSP Juiz de Fora - Mortágua Material para Implementação do Projecto do Pé Diabético em pelo menos 8 CS , ,76 Material para Implementação do PPCIRA ,00 Material para Implementação do P. Qualidade e Segurança ,00 Material para PPSOCA 6.000,00 Outro Material de actuação Médica 5.000,00 TOTAL ,01 No sentido de adequar e modernizar o equipamento existente foi prevista dotação nas rubricas específicas do Orçamento, para equipar as Unidades com carências evidenciadas, como pode ser analisado no Anexo V. 94
95 . Capitulo IX Orçamento Económico
96 Orçamento Económico O orçamento económico do ACES do Baixo Mondego constitui uma ferramenta de controlo de gestão e é a expressão quantitativa do plano de acção, consubstanciado na existência de medidas ou compromissos de melhoria do acesso e da qualidade dos cuidados de saúde primários da sua área de influência, proporcionando o envolvimento dos profissionais e a adopção de medidas específicas de racionalização de custos e de obtenção de proveitos. Os mapas do orçamento económico (anexo VI) indicam a previsão dos montantes por rubrica das contas do POCMS, pressupondo ganhos em eficiência técnica devido a intervenções activas de gestão e de aperfeiçoamento organizativo. 96
97 Anexo I Acções de Formação por área temática
98 Quadro n.º 47 ACÇÕES DE FORMAÇÃO POR ÁREA TEMÁTICA Área Temática Conteúdo Programático Qualidade e Segurança Acesso aos Cuidados de Saúde Comunicação e Sistemas de Informação Gestão de Recursos Humanos e Assuntos Jurídicos Prestação de Cuidados de Saúde Fonte: CCS Princípios e dimensões da Qualidade: Excelência Profissional, eficiência no uso dos recursos, segurança do doente, satisfação do utente e do profissional Determinantes da qualidade, impacto da qualidade e segurança em ganhos de saúde Instrumentos de desenvolvimento da qualidade institucional e pessoal e processos de monitorização Avaliação e gestão de riscos clínicos e não clínicos Controlo de Infecção e resistência a antimicrobianos Ébola Gripe Gestão do erro médico Higiene e Segurança no Trabalho Utilização de equipamentos de protecção individual (EPI) em cuidados de Saúde Primários (CSP) Suporte Básico de Vida, Suporte Avançado de Vida e Operar com DAE Avaliação da qualidade e segurança. Organização e implementação de auditorias nesta área. Articulação inter-institucional: Prestação de cuidados baseada na centralidade dos CSP e articulação entre os cuidados secundários, terciários, continuados Princípios dos sistemas de referenciação e comunicação Orientação dos serviços para as pessoas e para uma resposta acessível às suas necessidades Instrumentos para diminuir as desigualdades e melhorar o acesso Acesso dos utentes esporádicos e imigrantes Técnicas de comunicação, comunicação pela assertividade, comunicação em equipas de saúde Gestão de conflitos MIM@UF PEM Sistemas operativos de gestão de utentes SAPE/CIPE Excel Nível Inicial e Avançado Gestão do Tempo e Organização do Trabalho Atendimento, Comunicação e Acolhimento de Utentes Procedimento Administrativo Ética e Deontologia do Serviço Público Contrato e Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas Diabetes: Abordagem do pé diabético Feridas: Diagnóstico, tratamento e acompanhamento
99 Anexo II Mapa de Equipamentos
100 Mapas de equipamentos ARS CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P X UR AP UA G X X USF RAÍNHA SANTA ISABEL (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) A Pólo(s) de USF ALMALAG UÊS; ANTANHO L UCC UCSP SANTA CLARA (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) X Pólos de UCSP CERNACHE ; MARCO DOS PEREIROS USP URAP UAG BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") R LUÍS DE CAMÕES, COIMBRA R SALGUEIR O MAIA COIMBRA R LUÍS DE CAMÕES, COIMBRA RUA AUGUSTO ROCHA, COIMBRA R SALGUEIR O MAIA COIMBRA R SALGUEIR O MAIA COIMBRA Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) COIMBRA COIMBRA COIMBRA COIMBRA COIMBRA COIMBRA Freguesia SANTO ANTÓNIO DOS OLIVAIS SANTA CLARA SANTO ANTÓNIO OLIVAIS SANTO ANTÓNIO OLIVAIS SANTA CLARA; CERNACHE; CASTELO VIEGAS; ASSAFARGE ; ANTANHOL; ALMALAGUÊ S SANTA CLARA; ALMALAGUÊ S; ANTANHOL N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es
101 ARS CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) BRIOSA B Pólo(s) de USF UCC UCSP NORTON DE MATOS (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) EIRAS X FERNÃO MAGALHÃ ES S. MARTINH O DO BISPO Pólos de UCSP X CEIRA BOTÃO; BRASFEME S; S. PAULO DE FRADES; SOUSELAS ; TORRE DE VILELA ADÉMIA; ANTUZEDE ; ARDAZUBR E; S. JOÃO DO CAMPO; S. SILVESTRE X TAVEIRO USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") AV. MENDES SILVA COIMBRA AV. MENDES SILVA COIMBRA R: DR. JOÃO PINHEIRO - EIRAS COIMBRA AV. FERNÃO MAGALHÃ ES, COIMBRA EST. ESPÍRITO SANTO TOUREGA S - QTA DOS VALES COIMBRA Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) COIMBRA COIMBRA COIMBRA COIMBRA COIMBRA Freguesia CEIRA; SANTO ANTÓNIO DOS OLIVAIS SANTO ANTÓNIO OLIVAIS; SÉ NOVA; ALMEDINA EIRAS; S. PAULO DE FRADES EIRAS; SANTA CRUZ S. MARTINHO DO BISPO N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es
102 ARS CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF MONDEG O CRUZ CELAS CELASAU DE (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) A B A Pólo(s) de USF UCC UCSP (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) Pólos de UCSP USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") EST. ESPÍRITO SANTO TOUREGA S - QTA DOS VALES COIMBRA AV. AFONSO HENRIQUE S, N.º 141 R/C E 1.º ANDAR COIMBRA RUA AUGUSTO ROCHA, COIMBRA Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) COIMBRA COIMBRA COIMBRA Freguesia S. MARTINHO DO BISPO S. BARTOLOME U; S. ANTÓNIO DOS OLIVAIS; SÉ NOVA; ALMEDINA; SANTA CRUZ; S. PAULO E FRADES; TORRES MONDEGO S. BARTOLOME U; S. ANTÓNIO DOS OLIVAIS; SÉ NOVA; ALMEDINA; SANTA CRUZ; S. PAULO E FRADES; TORRES MONDEGO N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es
103 ARS CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) Pólo(s) de USF UCC UCSP (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) CELAS X CONDEIX A FERNAND O NAMORA B A Pólos de UCSP USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") RUA AUGUSTO ROCHA, COIMBRA RUA D. ANA LABOREIR O D'EÇA CONDEIXA -A-NOVA RUA D. ANA LABOREIR O D'EÇA CONDEIXA -A-NOVA Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) COIMBRA CONDEIX A-A-NOVA CONDEIX A-A-NOVA Freguesia S. BARTOLOME U; S. ANTÓNIO DOS OLIVAIS; SÉ NOVA CONDEIXA- A- NOVA;COND EIXA-A- VELHA; EGA; SEBAL; ANOBRA; VILASECA; FURADOUR O; ZAMBUJAL CONDEIXA- A- NOVA;COND EIXA-A- VELHA; EGA; SEBAL; ANOBRA; VILASECA; FURADOUR O; ZAMBUJAL N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es
104 ARS CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) Pólo(s) de USF UCC UCSP PENACOV A FIGUEIRA NORTE FIGUEIRA SUL (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) X X Pólos de UCSP FIGUEIRA DO LORVÃO; LORVÃO; S. PEDRO DE ALVA BOM SUCESSO; MAIORCA; SANTANA LAVOS; MARINHA DAS ONDAS; COVA DA GALA USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") AV. JOÃO ANTÓNIO GOMES, N.º PENACOV A RUA 30 DE JUNHO ALHADAS RUA DR. TEIXEIRA DIAS, PAIÃO Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) PENACOV A FIGUEIRA DA FOZ FIGUEIRA DA FOZ Freguesia CARVALHO; FIGUEIRA DE LORVÃO; FRIÚMES; LORVÃO; OLIVEIRA DO MONDEGO; PARADELA; PENACOVA; S. PAIO DE MONDEGO; S. PEDRO DE ALVA; SAZES DO LORVÃO; TRAVANCA DO MONDEGO ALHADAS; MAIORCA; BOM SUCESSO; FERREIRA- A-NOVA; SANTANA; MOINHOS DA GÂNDARA PAIÃO; LAVOS; M. ONDAS; COVA DA GALA; ALQUEIDÃO; S. PEDRO; BORDA DO CAMPO N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es
105 ARS CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) BUARCOS B S. JULIÃO A Pólo(s) de USF UCC UCSP FIGUEIRA SUL FIGUEIRA URBANA (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) X X Pólos de UCSP LAVOS; MARINHA DAS ONDAS; COVA DA GALA QUIAIOS; VILA VERDE; BRENHA USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") RUA DR. TEIXEIRA DIAS, PAIÃO RODOVIA URBANA- BUARCOS FIGUEIRA DA FOZ RODOVIA URBANA- BUARCOS FIGUEIRA DA FOZ RUA DE MOÇAMBI QUE, FIGUEIRA DA FOZ Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) FIGUEIRA DA FOZ FIGUEIRA DA FOZ FIGUEIRA DA FOZ FIGUEIRA DA FOZ Freguesia PAIÃO; LAVOS; MARINHA DAS ONDAS; COVA DA GALA; ALQUEIDÃO; S. PEDRO; BORDA DO CAMPO QUIAIOS; VILA VERDE; BRENHA; BUARCOS; TAVAREDE BUARCOS; TAVAREDE; S. JULIÃO BUARCOS; TAVAREDE; S. JULIÃO N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es
106 ARS CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) Pólo(s) de USF UCC UCSP MONTEM OR-O- VELHO (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) SOURE X X Pólos de UCSP ABRUNHEI RA; CARAPINH EIRA; MEÂS DO CAMPO; PEREIRA; SANTO VARÃO; TENTÚGAL; ARAZEDE ALFARELO S; DEGRACIA S; FIGUEIRÓ DO CAMPO; GRANJA DO ULMEIRO; SAMUEL; V. NOVA DE ANÇOS; VINHA DA RAÍNHA USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") AV. BOMBEIR OS VOLUNTÁ RIOS MONTEMO R-O- VELHO URBANIZA ÇÃO DA CRUZ NOVA SOURE Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) MONTEM OR-O- VELHO SOURE Freguesia ABRUNHEIR A; CARAPINHEI RA; MEÂS DO CAMPO; PEREIRA; SANTO VARÃO; TENTÚGAL; GATÕES; MONTEMOR- O-VELHO; VERRIDE; VILA NOVA DA BARCA; EREIRA; ARAZEDE; LICEIA; SEIXO DE GATÕES ALFARELOS; DEGRACIAS; FIGUEIRÓ DO CAMPO; GESTEIRA; GRANJA DO ULMEIRO; POMBALINH O; SAMUEL; V. NOVA DE ANÇOS; VINHA DA RAÍNHA N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia 585 N.º TOT AL de utent es
107 ARS CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF VITASAU RIUM AS GÂNDRAS MARQUÊ S DE MARIALV A PROGRE SSO E SAÚDE (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) A A A Pólo(s) de USF A TOCHA UCC UCSP CANTANH EDE (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) X Pólos de UCSP BOLHO; MURTEDE; SEPINS; COVÕES; ANÇÃ USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") URBANIZA ÇÃO DA CRUZ NOVA SOURE LARGO FLORINDO JOSÉ FROTA FEBRES AV. 25 DE ABRIL, CANTANH EDE RUA AIRES DA COSTA CADIMA AV. 25 DE ABRIL, CANTANH EDE Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA Concelho (indicar o nome) SOURE CANTANH EDE CANTANH EDE CANTANH EDE CANTANH EDE Freguesia SOURE; BRUNHÓS; TAPEUS FEBRES; SÃO CAETANO; VILAMAR; CORTICEIRO DE CIMA CANTANHED E; CORDINHÃ; OURENTÃ; OUTIL; POCARIÇA; PORTUNHO S CADIMA; TOCHA; SANGUINHEI RA CANTANHED E; BOLHO; MURTEDE; SEPINS; COVÕES; ANCÃ; CAMARNEIR A N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es
108 ARS CENT RO ACES BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) Pólo(s) de USF UCC UCSP MEALHAD A (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) X Pólos de UCSP LUSO; VACARIÇA; BARCOUÇ O; VENTOSA DO BAIRRO; PAMPILHO SA USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") RUA DA MISERICÓ RDIA MEALHAD A Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) (ddmmaaaa) Distrit o (indicar o nome) AVEIR O Concelho (indicar o nome) MEALHAD A Freguesia LUSO; VACARIÇA; BARCOUÇO; VENTOSA DO BAIRRO; PAMPILHOS A N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es CENT RO CENT RO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO MIRA X MORTÁG UA MIRA; PRAIA DE MIRA; SEIXO; LENTISQU EIRA; CARAPELH OS; BARRA X ESPINHO RUA DOS BOMBEIR OS VOLUNTÁ RIOS MIRA RUA DR. ANTÓNIO JOSÉ B. FONSECA, MORTÁGU A COIMB RA VISEU MIRA MORTÁG UA MIRA; PRAIA DE MIRA; SEIXO; LENTISQUEI RA; CARAPELHO S; BARRA MORTÁGUA; ALMAÇA; CERCOSA; CORTEGAÇ A; ESPINHO; MARMELEIR A; PALA; SOBRAL; TREZÓI; VALE DE REMÍGIO
109 ARS CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO CENT RO ACES BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO BAIXO MONDE GO Númer o de residen tes no ACES (CENS OS 2011) US P UR AP UA G USF (se USF, indicar o modelo seleccion ando a opção na célula) Pólo(s) de USF UCC SOURE ARACETI A TOPÁZIO A Fonte: ACeS/ARSC, IP FAROL DO MONDE GO BAIRRA DINA MORTÁG UA UCSP (se for CS não organizado em unidade funcional,ass inalar com um X seleccionand o a opção na célula) Pólos de UCSP USP URAP UAG Morada da unidade de saúde ("morada", "Código postal") EDIFÍCIO DO EX- SLAT SR. DOS AFLITOS SOURE RODOVIA URBANA- BUARCOS FIGUEIRA DA FOZ RUA FURRIEL ANTÓNIO JOSÉ RAMA FIDALGO ARAZEDE : DR. JOÃO PINHEIRO - EIRAS COIMBRA RUA DA MISERICÓ RDIA MEALHAD A RUA DR. ANTÓNIO JOSÉ B. FONSECA, MOR- TÁGUA Data da abertu ra (ou previs ão, se por abrir) Distrit o (indicar o nome) COIMB RA COIMB RA COIMB RA COIMB RA AVEIR O VISEU Concelho (indicar o nome) Freguesia N.º de utent es COM médi co de famíl ia N.º de utent es SEM médi co de famíl ia N.º TOT AL de utent es SOURE SOURE 0 FIGUEIRA DA FOZ MONTEM OR-O- VELHO FIGUEIRA DA FOZ ARAZEDE; LICEIA; SEIXO DE GATÕES COIMBRA EIRAS MEALHAD A MORTÁG UA LUSO; VACARIÇA; BARCOUÇO VENTOSA BAIRRO; PAMPILHOSA MORTÁGUA ALMAÇA; CERCOSA CORTEGAÇA; ESPINHO; MARMELEIRA; PALA; SOBRAL
110 Anexo III Indicadores de Desempenho das UCSP
111 Indicadores de desempenho das UCSP, 2014 EIXO Indicadores de Contratualização UCSP CANTANHEDE UCSP CELAS UCSP EIRAS UCSP FERNAO MAGALHAES UCSP FIGUEIRA DA FOZ NORTE UCSP FIGUEIRA DA FOZ SUL UCSP FIGUEIRA DA FOZ URBANA UCSP JUIZ DE FORA MORTÁGUA Taxa de utilização de consultas médicas - 3 anos 89,6 72,9 83,6 86,4 81,1 77,8 54,9 90,9 Taxa de domicílios enfermagem por inscritos 118,9 48,5 138,1 124,4 126,3 60,4 34,4 106,4 Proporção de grávidas, com acompanhamento adequado 2,2 0,0 0,0 0,9 0,0 0,0 0,0 0,0 Proporção MIF, com acompanhamento adequado em PF 23,1 14,2 17,4 23,2 0,3 0,1 0,2 20,3 Nacional Proporção crianças 1 ano, c/ acompanhamento adequado 13,3 6,5 27,9 40,4 2,2 1,2 0,0 30,8 Proporção idosos, sem ansiol. / sedat. / hipnót. 62,7 60,3 64,1 59,3 87,8 85,4 82,9 63,3 Proporção utentes >= 14 A, c/ reg. hábit. tabágic. 10,7 32,2 10,0 23,1 0,4 4,7 0,7 6,4 Proporção hipertensos < 65 A, com PA < 150/90 11,3 17,8 11,5 24,8 0,0 0,0 0,0 13,3 Proporção DM c/ última HgbA1c <= 8,0 % 14,6 14,9 35,1 40,4 0,0 0,0 0,0 26,1 Despesa medicamentos prescritos, por utiliz. (PVP) n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. Despesa MCDTs prescritos, por utiliz. (p conv) 42,88 62,62 39,92 46,06 52,13 17,64 22,24 40,84 Regional Proporção de utentes com hipertensão arterial (sem doença cardiovascular nem diabetes), com determinação de risco cardiovascular últ. 3 anos 2,2 0,0 6,9 13,0 0,0 0,0 0,0 0,7 Proporção de utentes com hipertensão arterial, com acompanhamento adequado 3,1 1,1 6,7 7,0 0,0 0,0 0,0 2,6 Proporção de utentes com diabetes, com acompanhamento adequado 3,9 5,2 15,3 10,4 0,0 0,0 0,0 12,6 Proporção de utentes com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) 1,1 0,5 1,1 1,3 0,9 1,1 1,0 1,0 Local Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar (médicas ou de enfermagem) 40,0 23,4 26,1 38,3 30,1 20,7 24,8 29,9 Proporção de jovens com 14 anos, com peso e altura registados no intervalo [11; 14[ anos Fonte: SIARS (Dados de Setembro de 2014 Indicadores Tipo Período Fixo com excepção do e ) 49,6 46,3 44,1 57,1 35,0 39,2 21,4 80,2
112 Indicadores de desempenho das UCSP, 2014 EIXO Indicadores de Contratualização UCSP MEALHADA UCSP MIRA UCSP MONTEMOR- -O-VELHO UCSP NORTON DE MATOS UCSP PENACOVA UCSP S. MARTINHO DO BISPO UCSP SANTA CLARA UCSP SOURE Taxa de utilização de consultas médicas - 3 anos 86,3 88,6 88,8 80,0 91,1 84,7 85,8 90,1 Taxa de domicílios enfermagem por inscritos 92,3 143,6 92,6 33,7 84,2 142,0 81,5 111,4 Proporção de grávidas, com acompanhamento adequado 4,2 11,86 0,0 0,0 9,23 0,0 7,02 0,0 Proporção MIF, com acompanhamento adequado em PF 30,8 24,1 25,2 17,4 29,8 8,7 21,5 21,2 Nacional Proporção crianças 1 ano, c/ acompanhamento adequado 70,2 51,8 63,3 28,0 51,6 36,5 18,3 26,1 Proporção idosos, sem ansiol. / sedat. / hipnót. 57,7 66,1 58,4 63,2 59,4 64,0 60,1 60,6 Proporção utentes >= 14 A, c/ reg. hábit. tabágic. 28,4 32,8 33,3 12,6 28,3 9,9 9,3 21,3 Proporção hipertensos < 65 A, com PA < 150/90 26,3 21,9 23,6 11,0 23,9 13,2 21,0 21,7 Proporção DM c/ última HgbA1c <= 8,0 % 41,1 37,7 37,5 15,7 39,0 20,3 29,4 46,0 Despesa medicamentos prescritos, por utiliz. (PVP) n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. Despesa MCDT s prescritos, por utiliz. (p. conv.) 53,00 39,41 44,61 46,86 39,01 43,30 64,45 35,35 Regional Local Proporção de utentes com hipertensão arterial (sem doença cardiovascular nem diabetes), com determinação de risco cardiovascular últ. 3 anos Proporção de utentes com hipertensão arterial, com acompanhamento adequado 19,8 23,6 33,0 5,8 22,4 0,7 2,4 18,4 11,7 11,5 12,5 2,5 7,9 3,3 3,4 10,0 Proporção de utentes com diabetes, com acompanhamento adequado 15,4 21,4 18,9 5,6 19,2 6,4 6,0 20,2 Proporção de utentes com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar (médicas ou de enfermagem) Proporção de jovens com 14 anos, com peso e altura registados no intervalo [11; 14[ anos 0,9 0,9 0,8 0,7 1,2 0,0 0,0 0,0 37,5 29,2 36,2 27,7 46,4 33,9 34,1 34,0 77,8 48,3 59,4 50,3 88,8 47,7 56,9 74,7 Fonte: SIARS (Dados de Setembro de 2014 Indicadores Tipo Período Fixo com excepção do e )
113 Anexo IV Indicadores de Desempenho das USF
114 Indicadores de desempenho das USF, 2014 EIXO Indicadores de Contratualização USF ARACETI USF AS GÂNDRAS USF BRIOSA USF BUARCOS USF CELASAUDE USF CONDEIXA USF CRUZ DE CELAS Taxa de utilização de consultas médicas - 3 anos 78,7 82,9 87,8 80,6 77,5 89,0 87,4 Taxa de domicílios enfermagem por inscritos 106,9 77,4 93,7 76,6 112,7 105,5 72,6 Proporção de grávidas, com acompanhamento adequado 23,5 17,7 39,7 24,5 26,1 19,4 Proporção MIF, com acompanhamento adequado em PF 46,9 37,5 37,4 1,4 31,6 43,6 44,8 Nacional Proporção crianças 1 ano, c/ acompanhamento adequado 90,2 64,3 76,9 11,2 62,0 49,2 60,0 Proporção idosos, sem ansiol. / sedat. / hipnót. 65,1 67,7 54,0 89,9 59,2 62,6 60,1 Proporção utentes >= 14 A, c/ reg. hábit. tabágic. 61,6 37,3 50,3 18,3 56,1 51,5 53,4 Proporção hipertensos < 65 A, com PA < 150/90 34,0 23,9 27,5 0,0 21,1 28,8 23,8 Proporção DM c/ última HgbA1c <= 8,0 % 47,3 29,0 25,1 0,0 11,9 39,7 19,3 Despesa medicamentos prescritos, por utiliz. (PVP) n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. Despesa MCDT s prescritos, por utiliz. (p. conv.) 36,55 29,05 42,38 50,78 53,52 35,48 38,88 Regional Local Proporção de utentes com hipertensão arterial (sem doença cardiovascular nem diabetes), com determinação de risco cardiovascular últ. 3 anos Proporção de utentes com hipertensão arterial, com acompanhamento adequado 38,9 44,1 10,4 0,0 5,6 32,9 14,2 16,9 14,7 9,8 0,0 4,8 18,4 7,6 Proporção de utentes com diabetes, com acompanhamento adequado 32,2 15,9 3,5 0,0 5,2 27,5 7,5 Proporção de utentes com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar (médicas ou de enfermagem) Proporção de jovens com 14 anos, com peso e altura registados no intervalo [11; 14[ anos 0,7 1,1 1,5 0,8 0,8 0,5 1,3 49,9 47,3 39,4 48,2 41,2 45,5 46,8 84,5 69,5 68,3 79,6 56,6 86,0 73,2 Fonte: SIARS (Dados de Setembro de 2014 Indicadores Tipo Período Fixo com excepção do e )
115 Indicadores de desempenho das USF, 2014 EIXO Indicadores de Contratualização USF FERNANDO NAMORA USF MARQUÊS DE MARIALVA USF MONDEGO USF PROGRESSO E SAÚDE USF RAINHA STA ISABEL USF S. JULIÃO USF TOPÁZIO USF VITASAURIUM Taxa de utilização de consultas médicas - 3 anos 84,8 84,0 85,4 87,0 79,6 81,1 80,0 89,8 Taxa de domicílios enfermagem por inscritos 114,5 97,2 123,7 123,8 94,5 84,7 101,7 129,7 Proporção de grávidas, com acompanhamento adequado 5,3 10,9 16,3 3,1 8,1 0,0 12,5 30,0 Proporção MIF, com acompanhamento adequado em PF 44,4 40,1 42,0 35,0 37,4 0,4 38,1 34,4 Nacional Proporção crianças 1 ano, c/ acompanhamento adequado 72,9 44,6 70,8 50,0 29,2 1,6 60,7 57,6 Proporção idosos, sem ansiol. / sedat. / hipnót. 59,2 59,0 59,2 63,5 60,7 82,1 57,9 63,3 Proporção utentes >= 14 A, c/ reg. hábit. tabágic. 63,3 56,6 65,1 39,7 48,1 1,7 67,3 63,2 Proporção hipertensos < 65 A, com PA < 150/90 29,2 33,1 33,8 16,6 23,4 0,0 32,8 41,5 Proporção DM c/ última HgbA1c <= 8,0 % 45,3 39,7 51,7 21,7 36,3 0,0 41,0 42,4 Despesa medicamentos prescritos, por utiliz. (PVP) n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. Despesa MCDT s prescritos, por utiliz. (p. conv.) 41,12 48,34 38,96 45,40 40,87 23,43 40,38 37,61 Regional Local Proporção de utentes com hipertensão arterial (sem doença cardiovascular nem diabetes), com determinação de risco cardiovascular últ. 3 anos Proporção de utentes com hipertensão arterial, com acompanhamento adequado 48,0 57,8 42,7 25,7 39,4 0,0 25,0 50,9 23,4 29,2 20,6 6,6 19,8 0,0 16,8 23,1 Proporção de utentes com diabetes, com acompanhamento adequado 29,1 29,7 30,5 12,0 28,0 0,0 25,3 23,5 Proporção de utentes com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar (médicas ou de enfermagem) Proporção de jovens com 14 anos, com peso e altura registados no intervalo [11; 14[ anos 1,3 1,0 1,2 0,9 2,1 0,9 0,0 0,0 53,9 47,4 54,7 43,8 40,2 22,1 42,5 45,8 83,5 54,9 70,9 73,9 68,3 50,4 70,1 65,8 Fonte: SIARS (Dados de Setembro de 2014 Indicadores Tipo Período Fixo com excepção do e )
116 Anexo V Plano de Investimentos
117 Distribuição do valor global por rubricas do POCMS Código de Contas Designação Previsto para Investimentos Financeiros 42 Imobilizações Corpóreas , Terrenos e Recursos naturais 422 Edifícios e outras construções , Médico-cirúrgico , De imagiologia 4233 De laboratório 4234 Mobiliário hospitalar 4235 De desinfecção e esterilização 4236 De hotelaria 4239 Outros , Equipamentos de transporte 425 Ferramentas e Utensílios 426 Equipamento administrativo , Taras e vasilhames 429 Outras imobilizações corpóreas 43 Imobilizações Incorpóreas 44 Imobilizações em curso Imobilizações em curso de investimentos financeiros 442 Imobilizações em curso de imobilizações corpóreas 447 Adiantamentos por conta de investimentos financeiros 448 Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas 449 Adiantamentos por conta de imobilizações incorpóreas 48 Amortizações acumuladas Fonte: ARSC, IP 49 Provisões para Investimentos Financeiros TOTAL ,01
118 Anexo VI Orçamento Económico
119 ACeS do Baixo Mondego MAPA: Orçamento Económico (em ) Contas Contratualizado Realizado Previsão Designação POCMS (Set.) Mercadorias 616 CMVMC , , ,00 Sub-total , , ,00 % s/ total geral 2,09% 2,22% 1,87% 621 Sub-contratos , , , Assistência ambulatória 6212 Meios complementares de diagnóstico , , , Meios complementares de terapêutica , , , Produtos vendidos nas farmácias , , , Internamentos 6216 Transporte de doentes , , , Aparelhos complementares de terapêutica , , Trabalhos executados no exterior , Outros subcontratos , , ,00 Sub-total , , ,00 % s/ total geral 58,01% 50,61% 51,80% 622 Fornecimentos de Serviços , , ,00 Sub-total , , ,00 % s/ total geral 2,77% 2,15% 2,47% 63 Transf. correntes concedidas e prestações sociais 64 Custos com Pessoal , , , Remuneração dos órgãos directivos , , , Remuneração base do pessoal , , , Suplementos de remuneração , , , Prestações sociais directas , , , Subsídio de férias e Natal , , Outras rubricas de Encargos com Pessoal Sub-total , , , , , ,32 % s/ total Geral 37,13% 45,01% 43,86% 65 Outros Custos e perdas operacionais 0,00 980,33 0,00 66 Amortizações exercício 67 Provisões exercício 68 Custos e perdas financeiras 0, ,47 0,00 69 Custos e perdas extraordinárias 0, ,55 0,00 Sub-total 0, ,35 0,00 0,00% 0,00% 0,00% TOTAL GERAL , , ,32 Fonte: ARSCentro Notas 1. Em 2014, os valores disponibilizados pela contabilidade analítica são de Setembro ainda que digam respeito aos acumulado de Janeiro a Julho, pelo que houve necessidade de extrapolar os valores para 12 meses 2. Em 2014, os valores disponibilizados pelo SIARS relativamente a MCD e Medicamentos dizem respeito a Setembro, pelo que houve necessidade de estrapolar os valores para 12 meses 3. Em 2015, optou-se por uma previsãoigual aocontratualizado coma excepçãodas rúbricas de encargos com pessoal dado quese prevê um aumento de ptrofissionais m,édicos e de enfermagem e não a sua redução.
120 MAPA: Orçamento Económico Contas POCMS Designação ACeS do Baixo Mondego (em ) Realizado Realizado Estimativa Previsão n-2 n-1 n n Prestações de Serviços , , , , Internamento 4.449, , Consulta , , , , Urgência/SAP 1.245, , a Hospital de Dia e MCDT 3.663, , , Taxas Moderadoras , , , , Serviço domiciliário , Outras prestações de serviços 3.315, ,88 Sub-total % s/ total geral , , , ,43 0,80% 1,66% 1,38% 1,38% 72 Impostos e taxas , , , ,43 73 Proveitos Suplementares 0,00 0, , ,80 74 Transferências e subsídios correntes obtidos , , , ,31 % s/ total geral 99,19% 98,33% 98,62% 98,62% 75 Trabalhos para a própria entidade 0,00 76 Outros Proveitos Operacionais 3.042, , , , Reembolsos 1.573, ,28 639,33 639, a 769 Outros 1.468,95 695,25 653,57 653,57 Sub-total 3.042, , , ,90 % s/ total geral 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 78 Proveitos e ganhos financeiros 50,48 151,61 48,19 48,19 79 Proveitos e ganhos extraordinários 6.391, ,40 364,54 364,54 TOTAL GERAL , , , ,60 Fonte: ARSCentro Notas 1. Em 2012, só foi possível apurar na aplicação informática, a contabilidade analítica de Maio a Dezembro, pelo que houve a necessidade de extrapolar os valores para 12 meses 2. Em 2013, só foi possível apurar na aplicação informática, a contabilidade analítica de Janeiro a Novembro, pelo que houve a necessidade de extrapolar os valores para 12 meses 3. Em 2014, os valores disponibilizados pela contabilidade analítica são de Setembro ainda que digam respeito aos acumulado de Janeiro a Julho, pelo que houve necessidade de extrapolar os valores para 12 meses 4. Na previsão para 2015, foram tomados em consideração os valores estimados para 2014
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