ECOLOGIA MICROBIANA DA
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- Maria do Mar Cipriano Vasques
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1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Microbiologia ECOLOGIA MICROBIANA DA CAVIDADE BUCAL Prof. Dr. Mario Julio Avila-Campos
2 Ecologia Microbiana Organismos Ambiente Interação entre eles; Interação com habitat (ambiente) Fatores bióticos e abióticos ( físicos e químicos)
3 Ecossistemas Fatores bióticos e abióticos Comunidades microbianas em equilíbrio HABITAT
4 Importância de Estudo dos Ecossistemas Presença de microrganismos Natureza e extensão de suas atividades metabólicas Como e para quê os microrganismos habitam superfícies de organismos superiores, e até intracelularmente em plantas e animais.
5 Comunidade ou População CONCEITOS Organismos da mesma espécie que vivem em uma determinada área geográfica. Biota ou Biocenose Conjunto de organismos de diferentes espécies que vivem numa mesma região. Biótopo Constitui os aspectos físicos e químicos do meio. Ex. saliva (água e minerais); atmosfera (gases, umidade, T o, luminosidade) Biocenose + biótopo = Ecossistema
6 CONCEITOS Habitat Local ou residência de organismos Nicho ecológico Residência grupos de organismos, mas relacionados ao papel ou às funções que exerce no ambiente ou ecossistema. Biofilme Comunidades ou biotas microbianas aderidas às superfícies por polissacarídeos celulares.
7 Formação de Biofilme
8
9 BIOFILMES Medicina humana e veterinária Implantes médicos Placa dental: cárie, DP Importância indústria Corrosão de tubulações (oleodutos) e casco de barcos
10 Objetivos do estudo da Ecologia da Cavidade Bucal 1. Estuda os mecanismos de implantação e colonização bacteriana; 2. Estuda a influência da microbiota bucal sobre o hospedeiro; 3. Estuda as relações bióticas entre os componentes da microbiota bucal; e 4. Estuda as relações abióticas (influência do meio ambiental - hospedeiro) sobre a microbiota bucal.
11 ECOSSISTEMAS BUCAIS 1. Epitélio bucal. Cocos Gram-positivos aeróbios 2. Dorso lingual. Cocos Gram-negativos facultativos e anaeróbios
12 ECOSSISTEMAS BUCAIS 3. Superfície dental supragengival. Cocos e bacilos Gram-positivos aeróbios e facultativos 4. Região subgengival: superfície dental e superfície epitelial. Cocos e bacilos Gram-negativos anaeróbios
13 Formação da microbiota residente da cavidade bucal NASCIMENTO: Microbiota cervical materna Grupos microbianos em sítios corporais Microbiota indígena, autóctone ou residente. Pele, boca, Trato gastrointestinal, Trato respiratório COMUNIDADE CLIMAX
14 ETAPAS ECOLÓGICAS NA FORMAÇÃO DE UMA MICROBIOTA Transmissão Aquisição Espécies pioneiras Sucessão microbiana Aumento da diversidade microbiana Estabelecimento da comunidade clímax
15 TIPOS DE MICROBIOTA 1. MICROBIOTA RESIDENTE, INDÍGENA AUTÓCTONE OU ENDÓGENA Bactérias indígenas: > 1% da microbiota Bactérias suplementares: < 1% da microbiota 2. MICROBIOTA TRANSITÓRIA, ALÓCTONE OU EXÓGENA
16 Determinantes na colonização microbiana às superfícies celulares - Habilidade de aderir - Receptores análogos - Disponibilidade de nutrientes: qualidade e quantidade - Interação microbiana: competição e cooperação - Disponibilidade do oxigênio - Resistência para: * fluxo de fluídos da superfície epitelial, * sistema de limpeza muco-ciliar, * movimento celular-epitelial, * sistema imune local * antimicrobianos não específicos do hospedeiro * variação do ph e Eh.
17 Relações microbianas 1. Simbiose: Viver junto 2. Mutualismo: tipo de simbiose que beneficia ambos organismos. 3. Protocooperação ou sinergismo: aumento do efeito produzido em associação.
18 Relações microbianas 4. Comensalismo: - Um organismo é beneficiado sem afetar o outro. 5. Parasitismo: Um organismo é beneficiado às custas do outro.
19 Relações microbianas 6. Competição: Estreptococos bucais contra A. actinomycetemcomitans. 7. Antibiose, antagonismo ou amensalismo: - Produção de substâncias antagonísticas: bacteriocinas.
20 Relações da Microbiota - Hospedeiro 1. Equilíbrio e Cooperação com benefícios mútuos. 2. A microbiota contribui com a defesa local, nutrição e desenvolvimento de órgãos e tecidos do hospedeiro. 3. A maioria dos microrganismos são considerados Parasitas Facultativos e outros poucos como Parasitas Obrigatórios (S. mutans, A. viscosus, A. israelii). 4. A microbiota residente é anfibiôntica e pode causar infecções de natureza endógena (doença periodontal, candidíase, etc).
21 Streptococcus Actinomyces lactato Veillonella O 2 açúcar PABA formato CO 2 S.mutans CO 2 Capnocytophaga Eikenella corrodens A. actinomycetemcomitans Saliva, dieta e fluido gengival Fusobacterium Eubacterium Bacteroides Peptococcus Peptostreptococcus NH + 4 Amino- ácidos acetato menadiona Eubacterium alactolyticum Campylobacter Wolinella recta Prevotella melaninogenica Porphyromonas gingivaiis hemina Treponema denticola α 2 -globulina Relações Microbiota - Hospedeiro
22 Fatores que interferem na aquisição e/ou no equilíbrio da microbiota bucal 1. Fatores Endógenos: Físico-químico: Temperatura, Eh, ph Hospedeiro: Saliva, fluido gengival Microbianos: Adesão, retenção mecânica 2. Fatores Exógenos: Higiene bucal Dieta Antimicrobianos
23 Fatores Endógenos: Físicos-químicos Temperatura - Temperatura média corporal (35 o C 37 o C), adequada para o desenvolvimento e manutenção de microrganismos. - Em casos adversos, a microbiota residente deve ser resistente às variações de temperatura que eventualmente podem ocorrer.
24 Fatores Endógenos Influência da variação de temperatura: Influenciar na atividade enzimática e no metabolismo bacteriano: psicrófilos, mesófilos e termófilos.
25 Fatores Endógenos Potencial de óxido-redução (Eh) - O Eh é um fator determinante ambiental da microbiota estabelecida, Ex. mucosa, sulco gengival, bolsa periodontal. - A predominância bacteriana é de facultativos e anaeróbios estritos; havendo poucos aeróbios, microaerófilos e capnofílicos.
26 Potencial de óxido-redução (Eh) Fatores Endógenos Valores em mv - Eh + : > [O 2 ], mais oxidado será o ambiente. - Eh - : < [O 2 ], mais reduzido será o ambiente.
27 ph Fatores Endógenos - ph salivar: 6,75-7,25. - O consumo de dieta rica em sacarose, colabora na seleção de bactérias acidúricas, produzindo a placa cariogênica. - Acidófilos: 0,1 5,4 - Neutrófilos: 5,4 8,5 - Alcalófilos: 7,0 11,5
28 Nutrientes: Fatores Endógenos Produtos do hospedeiro: - Saliva principal nutriente da microbiota supragengival. Produtos microbianos: - cadeia alimentar e metabolismo bacteriano.
29 Fatores Endógenos SALIVA: Função de defesa Aglutinação de bactérias Ação antimicrobiana Ligação de anticorpos às células (mucosas) Remoção de células e microrganismos
30 Fatores Endógenos - Saliva: componentes antimicrobianos 1. IgA: fator específico, agregante. 2. lisozima: hidrolisa peptidoglicano. 3. Lactoferrina: glicoproteína ligante de Fe Sistema lactoperoxidase: forma ácido hipotiociânico que inibe a glicólise. 5. Histatinas: regulam níveis de leveduras bucais. 6. Cistatinas: suprimem o crescimento e a atividade das proteases de patógenos periodontais.
31 Fatores Endógenos Saliva - Capacidade tamponante - Durante refeições, refrigerantes, sucos, e pelo metabolismo bacteriano, o ph da cavidade bucal diminui drasticamente. Dieta H + livre (ph ) + H 2 CO 3 Anidrase carbônica H 2 O + CO 2 HCO 3- (saliva) (ânion bicarbonato) (Ácido carbônico) Ácido Alcalino
32 Fluido gengival Fatores Endógenos a) Principal nutriente da microbiota subgengival. b) Atividade mecânica de limpeza: fluxo contínuo do fluido gengival. c) Atividade antimicrobiana no interior do sulco gengival. : Ig G, Ig M, Ig A, sistema complemento, fagócitos. Sulco gengival normal Bolsa periodontal
33 Fatores sistêmicos do hospedeiro Fatores Endógenos Redução do fluxo salivar: estresse, diabetes, medicamentos, radioterapia. Defeito na quimiotaxia de leucócitos: Diabetes mellitus dependente de insulina; periodontite agressiva. Gravidez (2º trimestre): elevada concentração de progesterona e estradiol que favorecem o crescimento de P. intermedia.
34 Leucemia Imunodeficiências Diabetes Obesidade Defeitos na quimiotaxia de neutrófilos Quimioterapia anti-câncer
35 Fatores microbianos: Aderência ou adesão Fatores Endógenos Processo pelo qual bactérias específicas têm predileção para colonizar superfícies específicas. O alto grau de especificidade, há a participação de um complexo sistema de reconhecimento (receptores). Aderência de Fusobacterium nucleatum às células epiteliais bucais
36 Aderência ou Adesão Fatores Endógenos Adesão às superfícies bucais - dentes e mucosas: Aderência interbacteriana co-agregação e co-adesão. - Adesinas (lectinas com afinidade por carboidratos, e hidrofóbicas); - Interação eletrostática (Ca ++ salivar): S. mutans - Interação via IgA-S (salivar): S. sanguinis - Interação com enzimas como glicosil-transferase (GTF), amilase salivar, fragmentos bacterianos e outros receptores.
37 Fatores Endógenos Co-agregação bacteriana
38 Retenção bacteriana mecânica Fatores Endógenos Colonização de microrganismos que não possuem mecanismos de ligação às superfícies bucais ou às bactérias já instaladas. - Sulcos e fissuras do esmalte, lesões de cárie, áreas retentivas inter-proximais, sulco gengival, bolsa periodontal. - Lactobacillus, bactérias móveis, leveduras.
39 Dieta do hospedeiro Fatores Exógenos - Composição (sacarose, glicose, adoçantes, leite e derivados, lectinas, etc.) - Consistência. - Frequência de ingestão. Carboidratos fermentáveis ácidos Sacarose Glicose: GTF Frutose:FTF glucanos (mutano e dextrano) frutanos (levano)
40 Higienização bucal Fatores Exógenos - Uso adequado de fio e escova dental - Limpeza periódica do dorso lingual (saburra) - Remoção periódica de biofilme bacteriano e tártaro.
41 Antimicrobianos Fatores Exógenos Uso Inadequado ou indiscriminado Desequilíbrio da microbiota residente Afeta órgãos do hospedeiro Doença e morte
42 Referências bibliográficas complementares - José Luiz de Lorenzo Microbiologia para o estudante de Odontologia - José Luiz de Lorenzo Microbiologia, ecologia e imunologia aplicadas à clínica odontológica - Tortora et al. Microbiologia. 10ª. Edição. 2012,
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