MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO ESTRUTURAL
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- Manoel Gabeira Palmeira
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1 GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES E OBRAS PÚBLICAS - SETOP INSTITUTO DE OBRAS PÚBLICAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO IOPES MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO ESTRUTURAL RECONSTRUÇÃO DE PONTE SOBRE O RIO SÃO JOSÉ MUNICÍPIO DE ÁGUIA BRANCA ES META 07 GEPLAN Planejamento, Projetos e Gerenciamento de Obras Ltda. CONTRATO: 0004/2014 IOPES
2 É autorizado pelo Autor, Bruno Sarcinelli, a utilização deste documento única e exclusivamente para a obra da reconstrução da ponte sobre o Rio São José Meta 07, sendo vedado seu uso em qualquer outra obra ou para qualquer outro fim que onde não haja relação direta com a construção. Denominam-se pontes, construções cuja finalidade é transpor obstáculos, havendo compatibilidade das cargas atuantes na estrutura com o sistema estrutural proposto. Pontes vicinais são aquelas cuja finalidade e transpor obstáculos de estradas que ligam propriedades e fazendas vizinhas. Este memorial descritivo contempla pontes vicinais classe 45 da NBR 7188/84 conforme figura 01. Carga por eixo com 15 tf, carga por roda com 7,5 tf e carga de multidão com 500 kg/m². Figura 01: Trem-Tipo Classe 45
3 Descrição da estrutura Fundação com estaca raiz com diâmetro de 310 mm, blocos em concreto armado servindo de sustentação das vigas metálicas mistas e do tabuleiro em concreto armado. Projetos elaborados O escopo do serviço foi a elaboração do projeto estrutural básico de concreto armado e da estrutura metálica da ponte. Projetos complementares não fazem parte do escopo dos serviços. Foi elaborado o projeto atendendo, sempre que possível, as condições do levantamento topográfico/projeto geométrico. As especificações de serviço a seguir são fundamentais para garantir que os parâmetros adotados nos projetos sejam efetivamente obtidos na construção. Execução de armadura passiva para concreto armado 1. Referências A execução da armadura passiva deve estar obrigatoriamente de acordo com o Projeto Estrutural elaborado pelo Autor desta especificação, bem como atender a todos os critérios cabíveis nas normas técnicas indicadas adiante. Nenhuma modificação poderá ser feita sem prévia autorização escrita do Autor. 2. Execução Os aços de categoria CA-50 ou CA-60 não podem ser dobrados em posição qualquer senão naquelas indicadas em projeto, quer para o transporte, quer para facilitar a montagem ou o travamento de fôrmas nas dilatações. Não pode ser empregado aço de qualidade diferente da especificada em projeto, sem aprovação prévia do autor do projeto estrutural.
4 A armadura deve ser colocada limpa na fôrma (isenta de crostas soltas de ferrugem, terra, óleo ou graxa) e ser fixada de forma tal que não apresente risco de deslocamento durante a concretagem. A armação deve ser mantida afastada da fôrma por meio de espaçadores plásticos industrializados. Estes devem estar solidamente, amarrados à armadura, ter resistência igual ou superior à do concreto das peças estruturais às quais estão incorporados e, ainda, devem estar limpos, isentos de ferrugem ou poeira. Os espaçadores devem ter dimensões que atendam ao cobrimento nominal indicado em projeto. Observação: A critério e responsabilidade da fiscalização, pode-se permitir o uso de espaçadores moldados na obra, que deverão ter desempenho equivalente aos industrializados. As emendas não projetadas só devem ser aprovadas pela Fiscalização se estiverem de acordo com as normas técnicas ou mediante aprovação do autor do projeto estrutural. Na hipótese de determinadas peças da estrutura exigirem o emprego de armaduras com comprimento maior que o limite comercial de 12m, as emendas decorrentes devem obedecer rigorosamente o prescrito nas normas técnicas da ABNT. Não utilizar superposições com mais de duas telas soldadas. A ancoragem reta das telas soldadas deve estar caracterizada pela presença de pelo menos 2 nós soldados na região considerada de ancoragem; caso contrário deve ser utilizado gancho. 3. Recebimento O serviço pode ser recebido se atendidas todas as condições de fornecimento de materiais, projeto e execução em conformidade com as normas técnicas da ABNT. Os materiais devem ser ensaiados de acordo com as normas técnicas. Em caso de resultado não satisfatório, deve ser feito ensaio de contraprova. Se no ensaio de contraprova, houver pelo menos um resultado que não satisfaça às exigências da norma, o lote deve ser rejeitado. Verificar se as armaduras estão de acordo com o indicado no projeto estrutural.
5 Verificar o emprego de espaçadores que garantem o cobrimento indicado em projeto e se a amarração das armaduras e telas à fôrma não apresenta risco de deslocamento durante a concretagem. 4. Normas de referência NBR Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado NBR Telas de aço soldada, para armadura de concreto NBR Execução de estruturas de concreto NBR Projeto de estruturas de concreto - procedimento NBR Projeto e execução de fundações - Procedimento NBR Concreto - Preparo, controle e recebimento - Procedimento Execução de formas e escoramento de madeira 1. Referências A execução de formas de madeira deve garantir as dimensões finais das peças, bem como sua estabilidade durante a execução. Devem atender a todos os critérios cabíveis nas normas técnicas indicadas adiante. 2. Execução A execução das fôrmas e seus escoramentos devem garantir nivelamento, prumo, esquadro, paralelismo, alinhamento das peças e impedir o aparecimento de ondulações na superfície do concreto acabado; a Construtora deve dimensionar os travamentos e escoramentos das fôrmas de acordo com os esforços e por meio de elementos de resistência adequada e em quantidade suficiente, considerando o efeito do adensamento. Utilizar amarrações passantes na peça a ser concretada, protegidas por tubos plásticos, para retirada posterior.
6 Exceto quando forem previstos planos especiais de concretagem, as fôrmas dos pilares/blocos/sapatas/cabeceiras/alas devem ter abertura intermediária para o lançamento do concreto. Pontaletes com mais de 3m de altura devem ser contraventados para impedir a flambagem. As fôrmas plastificadas devem propiciar acabamento uniforme à peça concretada, especialmente nos casos do concreto aparente; as juntas entre as peças de madeira devem ser vedadas com massa plástica para evitar a fuga da nata de cimento durante a vibração. Nas fôrmas de tábua maciça, deve ser aplicado, antes da colocação da armadura, produto desmoldante destinado a evitar aderência com o concreto. Não pode ser usado óleo queimado ou outro produto que prejudique a uniformidade de coloração do concreto. As fôrmas de tábua maciça devem ser escovadas, rejuntadas e molhadas, antes da concretagem para não haver absorção da água destinada à hidratação do concreto. Só é permitido o reaproveitamento do material e das próprias peças no caso de elementos repetitivos, e desde que se faça a limpeza conveniente e que o material não apresente deformações inaceitáveis. As fôrmas e escoramentos devem ser retirados de acordo com as normas da ABNT; no caso de tetos e marquises, essa retirada deverá ser feita de maneira progressiva, especialmente no caso de peças em balanço, de maneira a impedir o aparecimento de fissuras. 3. Recebimento As fôrmas e escoramentos podem ser recebidos, preliminarmente, se atendidas todas as condições de fornecimento e execução. Verificar nas vigas, o espaçamento máximo de 45cm entre gravatas ou travamentos laterais e de 1,20m entre pontaletes. As fôrmas e escoramentos devem ser novamente, inspecionados antes das concretagens, verificando se não apresentam deformidades causadas pela exposição ao tempo e
7 eventuais modificações ocasionadas pelos armadores; ainda, verificar os ajustes finais, a limpeza e se as fôrmas estão adequadamente molhadas para recebimento do concreto. A retirada antecipada das fôrmas só pode ser feita se a Fiscalização autorizar a utilização de aceleradores de pega. A tolerância para dimensões da peça, cotas e alinhamentos deverá ser a estabelecida na Norma, não devendo ser superior a 5mm. 4. Normas de referência NBR Projeto de estruturas de concreto - procedimento NBR Chapas de madeira compensada NBR 4931 Execução de estruturas de concreto
8 Execução de concreto estrutural 1. Referências A execução de concreto deve estar obrigatoriamente de acordo com o Projeto Estrutural elaborado pelo Autor desta especificação, bem como atender a todos os critérios cabíveis nas normas técnicas indicadas adiante. Nenhuma modificação poderá ser feita sem prévia autorização escrita do Autor. 2. Execução O concreto estrutural deverá ser dosado em central. Para a solicitação do concreto dosado, deve-se ter em mãos os seguintes dados: - indicações precisas da localização da obra; - o volume calculado medindo-se as formas; - a resistência característica do concreto à compressão (fck) e demais propriedades conforme o projeto; - o tamanho do agregado graúdo; - o abatimento ("slump test") adequado ao tipo de peça a ser concretada. Verificar se a obra dispõe de vibradores suficientes, se os equipamentos de transporte estão em bom estado, se a equipe operacional está dimensionada para o volante, bem como o prazo de concretagem previsto. As regras para a reposição de água perdida por evaporação são especificadas pela NBR De forma geral, a adição de água permitida não deve ultrapassar a medida do abatimento solicitada pela obra e especificada no documento de entrega do concreto. Os aditivos, quando aprovados pela Fiscalização, são adicionados de forma a assegurar a sua distribuição uniforme na massa de concreto, admitindo-se desvio máximo de dosagem não superior a 5% da quantidade nominal, em valor absoluto. Na obra, o trajeto a ser percorrido pelo caminhão betoneira até o ponto de descarga do concreto deve estar limpo e ser realizado em terreno firme.
9 O "slump test" deve ser executado com amostra de concreto depois de descarregar 0,5m³ de concreto do caminhão e em volume aproximado de 30 litros. Depois de o concreto ser aceito por meio do ensaio de abatimento ("slump test"), deve-se coletar uma amostra para o ensaio de resistência. A retirada de amostras deve seguir as especificações das Normas Brasileiras. A amostra deve ser colhida no terço médio da mistura, retirando-se 50% maior que o volume necessário e nunca menor que 30 litros. O transporte do concreto até o ponto de lançamento pode ser feito por meio convencional (carrinhos de mão, giricas, gruas etc.) ou através de bombas (tubulação metálica). Nenhum conjunto de elementos estruturais pode ser concretado sem prévia autorização e verificação por parte da Fiscalização da perfeita disposição, dimensões, ligações e escoramentos das fôrmas e armaduras correspondentes, sendo necessário também o exame da correta colocação das tubulações elétricas, hidráulicas e outras, que ficarão embutidas na massa de concreto. Conferir as medidas e posição das fôrmas, verificando se as suas dimensões estão dentro das tolerâncias previstas no projeto. As formas devem estar limpas e suas juntas, vedadas. Quando necessitar desmoldante, a aplicação deve ser feita antes da colocação da armadura. Não lançar o concreto de altura superior a 3 metros, nem jogá-lo a grande distância com pá, para evitar a separação da brita. Utilizar anteparos ou funil para altura muito elevada. Preencher as fôrmas em camadas de, no máximo, 50cm para obter um adensamento adequado. Assim que o concreto é colocado nas fôrmas, deve-se iniciar o adensamento de modo a torná-lo o mais compacto possível. O método mais utilizado é por meio de vibradores de imersão. Aplicar sempre o vibrador na vertical, sendo que o comprimento da agulha deve ser maior que a camada a ser concretada, devendo a agulha penetrar 5cm da camada inferior. Ao realizar as juntas de concretagem, deve-se remover toda a nata de cimento (parte vitrificada), por jateamento de abrasivo ou por apicoamento, com posterior lavagem, de
10 modo a deixar aparente a brita, para que haja uma melhor aderência com o concreto a ser lançado. Para a cura, molhar continuamente a superfície do concreto logo após o endurecimento, durante os primeiros 7 dias. As fôrmas e os escoramentos só podem ser retirados quando o concreto resistir com segurança e quando não sofrerem deformações o seu peso próprio e as cargas atuantes. De modo geral, quando se trata de concreto convencional, os prazos para retirada das fôrmas são os seguintes: - faces laterais da forma: 3 dias; -faces inferiores, mantendo-se os pontaletes bem encunhados e convenientemente espaçados: 14 dias; - faces inferiores, sem pontaletes: 21 dias; - peças em balanço: 28 dias. 3. Recebimento Atendidas as condições de fornecimento e execução, o controle da resistência do concreto à compressão deve seguir o controle estatístico por amostragem parcial de acordo com a NBR A Fiscalização deve solicitar provas de carga e pode solicitar ensaios especiais para verificação de dosagem, trabalhabilidade, constituintes e resistência do concreto. O resultado final do concreto aparente deve apresentar uniformidade na coloração, textura homogênea e superfície sem ondulações, orifícios, pedras ou ferros visíveis. 4. Normas de referência NBR Projeto de estruturas de concreto - procedimento NBR Execução de concreto dosado em central - Procedimento. NBR Preparo, controle e recebimento de concreto. NBR Execução de estruturas de concreto
11 Superestrutura de Aço 1. Aço Estrutural Os aços estruturais aplicados às estruturas de aço obedecem às prescrições: Perfis laminados: ASTM A572. fy 345MPa; fu 450MPa Perfis conformados a frio: USI-SAC 300. fy 300MPa; fu 400MPa Conectores de cisalhamento: ASTM A36. fy 250MPa; fu 400MPa Chapas: ASTM A572. fy 345MPa; fu 450MPa 2. Normas: NBR Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios; NBR6120- Cargas para o cálculo de estruturas de edificações; NBR6123- Forças devidas ao vento em edificações; AWS D1.1 - American Welding Society. 3. Sistema de Pintura Todos os elementos de aço das estruturas devem ter proteção contra corrosão conforme sistema de pintura especificado em projeto. Os serviços de pintura deverão ser executados por profissionais especializados. 4. Ligações As ligações são projetadas prioritariamente para serem soldadas. As ligações soldadas devem ser executadas por profissional certificado com o uso de eletrodo compatível e especificado em especial obedecendo às prescrições da AWS D1.1 Structural Welding Code. O aço para os parafusos, porcas e arruelas de alta resistência deverá seguir o prescrito acima e em projeto, assim como as especificações contidas na ASTM correspondente. O aperto dos parafusos deverá ser feito por meio de chave calibrada ou pelo método da rotação da porca. O aperto deverá seguir progressivamente da parte mais rígida para as
12 extremidades das juntas parafusadas. As ligações deverão ser ajustadas de modo que os parafusos possam ser colocados à mão ou com auxílio de pequeno esforço aplicado por ferramenta manual. 5. Montagem Deve ser apresentado previamente à fiscalização, para aprovação, os documentos de procedimentos de montagem. Deverá também tomar todas as providências para que a estrutura permaneça estável durante a montagem, utilizando contraventamentos provisórios, estaiamentos e ligações provisórias de montagem, em quantidade adequada e com resistência suficiente para que possam suportar os esforços atuantes durante a montagem. 6. Disposições Finais São de responsabilidade da empresa executora todo o transporte, içamento e a montagem e todos os serviços que se façam necessários para o perfeito andamento e montagem da estrutura metálica da ponte. Qualquer dúvida a respeito dos materiais ou procedimentos, deverá ser esclarecida junto à fiscalização. Será de inteira responsabilidade da empresa executora e instaladora o uso de equipamento de segurança por parte de seus funcionários (EPI). Os materiais e serviços ficarão sujeitos a aprovação da fiscalização, que poderá a qualquer tempo rejeitá-los se os julgar de qualidade inferior, bem como exigir atestado de qualidade dos mesmos, ficando os custos por conta da empresa responsável pela execução e instalação. Qualquer alteração que se julgar necessária, deverá ser consultada previamente a fiscalização, necessitando para tanto a autorização da mesma por escrito.
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