APRESENTAÇÃO DEFINIÇÕES E CONCEITOS
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- Esther di Castro Capistrano
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1 APRESENTAÇÃO DEFINIÇÕES E CONCEITOS
2 APRESENTAÇÃO CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS CIÊNCIA SEM NOME CIÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES HERBOLOGIA MATOLOGIA Significa: mata Origem(lat.): matta Local onde habita plantas agrestes Plantas agrestes = plantas daninhas Significa: ciência Origem (gr): logia
3 PLANTA DANINHA SINÔNIMOS PLANTA DANINHA planta invasora planta infestante infestantes inço erva daninha
4 PLANTA DANINHA conceito html.ricondelvago.com (19/10/07) Conceito ecológico Plantas que colonizam e dominam o estágio inicial de uma sucessão vegetal numa terra perturbada pelo homem ou por fatores naturais com facilidade de adaptação às condições edafoclimáticas.
5 PLANTA DANINHA conceito Conceito biológico planta com características específicas que facilita sua sobrevivência e dispersão. mundoeducacao.com.br painelflorestal.com.br
6 PLANTA DANINHA DEFINIÇÃO Conceito agronômico plantas não necessariamente nocivas, as circunstâncias do local e momento determinam se são desejadas, indiferentes ou indesejadas. Definições Toda e qualquer planta que ocorre onde não é desejada. OLIVEIRA JR & CONSTANTIN (2001) Qualquer ser vegetal que cresce onde não é desejado. (LORENZI, 2006) Plantas naturalizadas que produzem descendentes em número muito elevado e que conseguem se dispersar a grandes distâncias da planta mãe e que prontamente competem com as espécies nativas, expandindo-se agressivamente em comunidades naturais, onde sua abundância perturba a estrutura do ecossistema invadido. (SCHNEIDER, 2007)
7 PLANTA DANINHA conceito Conceito agronômico plantas que não são necessariamente nocivas, as circunstâncias do local e momento determinam as que são desejadas, indiferentes ou indesejadas. Pastagem com Cynodon dactylon agronomia.com.br Plantas de porte pequeno em pomar inforagro.wordpress.com Corda-deviola em cana-deaçúcar
8 CONCEITO DE PLANTAS DANINHAS Planta daninha é uma população de plantas com características específicas de agressividade, as quais conferem a capacidade de pioneirismos (colonização primária), devido a ampla adaptação as diversas condições edafoclimáticas. Mas, quando se estabelecerem em dada cultura interferem sobre o desenvolvimento das plantas cultivadas, podendo até mesmo reduzir a produtividade agrícola, principalmente devido à elevada capacidade de competição pelos recursos do meio e fatores alelopáticos. Fonte: diversas e adaptada por Azania (2016)
9 PLANTA DANINHA Conceito vídeo
10 ORIGEM
11 ORIGEM DAS PLANTAS DANINHAS
12 ORIGEM DAS PLANTAS DANINHAS linha do tempo milênios de anos EVOLUÇÃO (plantas daninhas)
13 ORIGEM DAS PLANTAS DANINHAS DISTÚRBIOS remoção total das plantas (fogo, predadores, revolvimento) linha do tempo EVOLUÇÃO Plantas influenciadas Estratégias evolutivas ESTRESSES fenômenos externos que limitam o crescimento das plantas (luz, água, nutriente) Cataclismas: era glacial terremotos vulcões inundações distúrbio alto baixo alto Negligenciáveis (musgos) Estresse tolerante (pastagens) estresse baixo Ruderais (hortas Competidoras (pomar) Cataclismas: mudanças na atmosfera ciclos chuvas oscilações temperaturas PLANTAS Processos evolutivos mutação gênica alteração cromossomos recombinação gênica Isolamento reprodutivo seleção natural
14 HISTÓRICO CIÊNCIA DAS PDS
15 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Ano 0 a 72 d.c. - acredita-se ser o primeiro relato na literatura sobre plantas daninhas Evangelho segundo São Mateus 13:24-30:... enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio.... Queres que vamos e arranquemos o joio?... O joio (Lolium temulentum) é uma planta similar ao trigo, porém, suas espiguetas podem abrigar os fungos Endoconidium temulentum e Chaetonium kunzeanum, que produzem como toxinas o alcalóide temulina e um glicosídio chamado lonina (kissmann, 1997). Essas quando misturadas as sementes de trigo podem intoxicar as pessoas e causar náuseas, vômitos, distúrbios neurológicos (cefaléia, tonturas, vertigens, sonolência, torpor e coma, convulsões e distúrbios visuais. INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2010)
16 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Ano 1792 distribuição de sal sobre a terra para erradicação de plantas na ocasião da morte de Tiradentes, as autoridades ordenaram a distribuição de sal sobre a terra de sua cidade natal, objetivando a emergência de qualquer planta sobre o solo (KISSMANN, 2004). atual cidade de Tiradentes, MG, fundada em 1702.
17 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Ano 1896 utilização de sulfato de cobre como controle seletivo de plantas daninhas Na França e na Inglaterra o sulfato de cobre foi usado para controle de plantas daninhas em culturas de cereais. A seletividade era devido a menor recepção de calda pelas folhas estreitas das culturas, enquanto as folhas largas das plantas daninhas recebiam maior quantidade da calda (KISSMANN, 2004).
18 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Ano 1900 a 1930 utilização de ácido sulfúrico, sulfato de ferro e clorato de sódio na Europa e EUA Desuso devido a corrosão de equipamentos Foi usado em ferrovias, áreas não agrícolas Atualmente usado na Inglaterra para musgos e Sagina sp. em gramado Fonte: (KISSMANN, 2004)
19 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 40 surgimento do ácido 2,4-D-diclorofenoxiacético e de suas formulações Na época não havia o nome herbicida, então a Basf lançou o 2,4-D na Alemanha pela sigla U-46, referência a palavra Unkrautbehämpfungsmittel (produto para combater ervas daninhas) e 46 ao ano de lançamento Nessa época a Europa havia pouca oferta de trabalhadores na lavoura, fato que impulsionou a desenvolvimento das moléculas. As dificuldades de controle sobre algumas latifolicidas forçaram ao desenvolvimento de novas versões de 2,4-D: MCPA methyl chlorophenoxy acetic acid 2,4-DB - ( 2,4-dichlorophenoxy) ácido butanóico) 2,4-DP - (2,4-dichlorophenoxy) ácido propanóico) MCPB methyl chloro phenoxy butiric acid MCPP - methyl chloro phenoxy propionic acid 2,4,5-T - 2,4,5 tricloro phenoxi acético acid (plantas de folhas largas lenhosas) INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2010)
20 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 40 surgimento dos primeiros herbicidas no Brasil do ácido e d suas formulações 10/01/ registro do 2,4-diclorofenoxiacético com o nome de mata mato, representado pela Sherwin Willians do Brasil S.A. 03/12/1948 registro do MCPA (methyl chlorophenoxy acetic acid) com o nome de Agroxone., representado pela Indústrias químicas Brasileiras (correspondente da ICI da Inglaterra).
21 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 50 registro de muitas moléculas herbicidas no Brasil A maior parte eram moléculas derivadas do 2,4-D, sendo que em 1951 foram registradas 22 moléculas. A adoção pelos produtores ficou prejudicada devido: recursos humanos para trabalhar nas lavouras o elevado custos dos herbicidas a pouca informação técnica falta de equipamentos par aplicação INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2010)
22 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Fonte: Década de 50- Surgimento das moléculas 3-(4-clorofenil)-1,1 dimetil (Monuron) e do ácido tricloro fenoxi acético (TCA), que originaram o herbicida Monuron TCA Do grupo das uréias substituídas, esse foi o primeiro herbicida fora do grupo dos ácidos fenóxicos. Usado em culturas de grãos na Europa. INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2010)
23 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 50- surgimento do herbicida Dalapon Fonte:
24 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 50 Surgimento do 2,4-D e suas derivações (folhas largas), Monuron TCA e Dalapon (folhas estreitas) criou um conceito errôneo entre os produtores foi criada nos EUA a Weed Science of Society American (WSSA), que foi a primeira sociedade científica para estudos de plantas Daninhas Na ocasião a existência de herbicidas unicamente para folhas largas (2,4-D) ou unicamente para folhas estreitas (Monuron TCA), dificultou nas próximas décadas a aceitação de um herbicida capaz de controlar folhas largas e também estreitas.
25 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 60 surgiram as questões ambientais sobre os defensivos agrícolas da ocasião: herbicidas (2,4-D, Monuron TCA) e inseticidas (DDT e BHC) Essas moléculas foram as primeiras a serem sintetizadas como defensivos agrícolas e em um contexto histórico apresentado sociedades destruídas pela Segunda Guerra Mundial. A falta de pessoas para trabalhar no campos e a necessidade de produção de alimentos possivelmente pressionaram a comercialização, antes mesmos que testes tenham sido realizados. Surgiu o livro primavera silenciosa relatando os efeitos do inseticida DDT (diclorodifenil-tricloroetano) sobre a fauna, flora e meio ambiente.
26 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 60 uso do agente laranja (associação do 2,4-D + 2,4,5-T) na Guerra do Vietnã Aplicação agente laranja 1969 Crianças vitímas da do agente laranja Os EUA pulverizaram sobre as florestas vietnamitas de forma discriminada a associação entre os herbicidas. O objetivo era desfolhar as árvores para melhor visualização dos inimigos. O 2,4,5-T utilizada foi pouco purificado no processo de produção, deixando quantidades de dioxina (tetraclorodibenzodioxina) extremamente elevadas. A quantidade da substância no ambiente pode deformar os fetos durante a gestação.
27 OCORRÊNCIAS HISTÓRICAS NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Década de 60 questões ambientais no Brasil O uso de substâncias químicas (arsenito de sódio) para controle de plantas daninhas foi intensificado pelo uso em áreas industriais, a exemplo das ferrovias. Essa substância foi transportada pelas chuvas até cursos d água e pastagens, causando mortalidade, particularmente, entre bovinos. Ocorreu inúmeras indenizações. As empresas optaram, então, pelo uso do Telvar (monuron), que embora mais oneroso seria mais seguro Na mesma época foi criada a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD). O arsênio e seus compostos absorvidos por inalação ou ingestão são extremamente tóxicos, especialmente o arsênio inorgânico. A dose de 140 mg de arsênio inorgânico trivalente causa a morte de um ser humano adulto por dano à respiração celular, em poucas horas ou dias. O arsênio pode induzir a produção de metalotioneína, uma proteína que se liga a esse metal e também ao cádmio, mercúrio e a muitos metais essenciais, causando doenças no sistemas nervoso, cardíaco, respiratório, etc. Os alimentos mais contaminados por arsênio orgânico são peixes e crustáceos, apresentando-o geralmente na forma de arsenobetaína.
28 FUTURO NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS Resistência de plantas daninhas a herbicidas * Brachiaria plantaginea inibidores do ACCase * Euphorbia heterophylla a inibidores da ALS * Bidens pilosa e Bidens subalternans a inibidores da ALS * Echinochloa spp. a mimetizadores de auxina * Sagitaria montevidensis a inibidores da ALS w3.ufsm.br B. Pilosa drralph.net ESTRATÉGIAS Pesquisa: Conhecimento bioquímico dos vegetais com finalidade de encontrar sítios (locais) específicos que permita o bloqueio de uma reação essencial, ocasionando a morte da planta. Extensão: instruir o produtor a procurar a empresa detentora da molécula ou órgãos públicos para informar possíveis casos de resistência, para, então, adotar manejos diferenciados. victoria-adventure.org B. subalternans dbiodbs.units.it www-public.jcu.edu.au
29 FUTURO NA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS ENGENHARIA GENÉTICA Incorporação de genes a uma planta com a finalidade de obter uma resistência artificial. As plantas obtidas são denominadas transgênicas ou organismos geneticamente modificados (OGM). EXEMPLOS ATUAIS FUTURO Combinação de efeitos: dois ou mais genes incorporados na planta de modo que resulte em resistência a herbicidas, insetos, fungos, etc. Efeito residual: resistência de plantas para herbicidas residuais, evitando-se reaplicações de herbicidas. Soja RR resistência ao Roundup IMPACTO FUTURO Milho Liberty resistência ao glufosinato de amônio Arroz Clearfield resistência a imidazolinonas Aplicação continua de uma mesma molécula poderá induzir resistência.
30 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
31 IMPORTÂNCIA DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS ANÁLISE Dados copilados do prof. Victoria Filho (2011) O crescente número de habitantes no planeta exigirá maior oferta de alimentos, nesse cenário as adequadas práticas culturas deverão ser realizadas com critério, a exemplo do controle das plantas daninhas
32 IMPORTÂNCIA DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS QUESTIONAMENTO Como produzir alimentos sem utilizar de herbicidas para controle das plantas daninhas? Dados copilados do prof. Victoria Filho (2011)
33 PREJUÍZOS DAS PLANTAS DANINHAS Redução da produtividade e do valor da terra Perda da qualidade do produto agrícola Disseminação de pragas e doenças Maior dificuldade e custo no manejo agrícola Problemas em outras áreas da atividade humana Danos causados a vida e saúde do homem
34 PREJUÍZOS DAS PLANTAS DANINHAS Dados copilados do prof. Victoria Filho (2011)
35 PREJUÍZOS DAS PLANTAS DANINHAS Dados copilados do prof. Victoria Filho (2011)
36 BENEFÍCIOS DAS PLANTAS DANINHAS Valor alimentício Alimento para animais Uso medicinal Armadilha para insetos e patógenos (doenças) planta ornamental Controle da poluição Controle da erosão
37 CLASSIFICAÇÃO
38 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas AQUÁTICAS E TERRESTRES
39 CLASSIFICAÇÃO O nível de classificação das espécies na ciência das plantas daninhas inicia-se a partir do taxon CLASSE, então, costumeiramente citase o taxon FAMÍLIA, GÊNERO e ESPÉCIE.
40 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas AQUÁTICAS
41 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas aquáticas
42 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas aquáticas
43 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas aquáticas
44 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas aquáticas
45 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas aquáticas
46 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas aquáticas
47 CLASSIFICAÇÃO Plantas Daninhas TERRESTRES
48 CLASSIFICAÇÃO O nível de classificação das espécies na ciência das plantas daninhas inicia-se a partir do taxon CLASSE, então, costumeiramente citase o taxon FAMÍLIA, GÊNERO e ESPÉCIE. OBS.: Na ciência das plantas daninhas a maioria das espécies terrestres estão classificadas nas classes MONOCOTILEDÔNEAS ou EUDICOTILEDÔNEAS. Algumas samambaias, que são daninhas, pertencem a classe FILICES e algumas algas a ordem BRYOPHITA.
49 CLASSIFICAÇÃO CLASSE MONOCOTILEDONEAS OU EUDICOTILEDONEAS Brachiaria decumbens Euphorbia heterophylla
50 CLASSIFICAÇÃO EXEMPLOS Nome popular: Fedegoso Classe: Eudicotiledoneae Família: Caesalpiniaceae Gênero: Cassia Espécie: Cassia tora Nome popular: Tiririca Classe: Monocotiledoneae Família: Cyperaceae Gênero: Cyperus Espécie: Cyperus rotundus
51 CLASSIFICAÇÃO Famílias da classe Monocotiledoneae INFORMAÇÃO EXTRA Poaceae: família mais numerosa, >60 sp. no Brasil. Cyperaceae: >44 sp. no Brasil As plantas da classe monocotiledônea são conhecidas como pds de folhas estreitas ou gramíneas. A classe possui mais de 300 sp. como pds.
52 CLASSIFICAÇÃO Famílias da classe Eudicotiledoneae INFORMAÇÃO EXTRA Asteraceae: família mais numerosa - >70 sp. Amaranthaceae, Solanaceae, Euphorbiaceae, Caesalpiniaceae e Rubiaceae: >10 sp cada. As plantas da classe eudicotiledôneas são conhecidas como pds de folhas largas ou latifolicidas e possuem mais de 300 sp como pds.
53 CLASSIFICAÇÃO OBSERVAÇÃO O correto reconhecimento das plantas daninhas é de extrema importância. Na prática, existem herbicidas que controlam determinadas espécies de plantas daninhas e outros herbicidas que controlam espécies diferentes. Nessa observação é interessante preconizar que na pesquisa a avaliação de controle de plantas daninhas somente será eficaz se o observador (pesquisador) reconhecer as espécies corretamente. dicasdeciencias.com INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2011)
54 CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA: Os conhecimentos botânicos permitem a classificação das espécies, que por sua vez, auxilia na identificação das mesmas. A identificação das espécies é de fundamental importância na ciência das plantas daninhas por ser a base dos estudos de eficácia. Somente pode-se fazer avaliações precisas se as espécies presentes na flora forem devidamente identificadas. O reconhecimento entre essas espécies é difícil de ser feito visualmente, porém, a sensibilidade aos herbicidas é totalmente diferente. Nesse exemplo, a classificação correta permitiu observar que o ausência de controle é devida a sensibilidade diferenciada entre as espécies e não a resistência de plantas daninhas. Exemplo: diferenças entre espécies de Digitaria DIAS (2004)
55 CLASSIFICAÇÃO
56 CLASSIFICAÇÃO Ciclo C3 da fotossíntese Plantas menos competitivas, é a minoria das plantas daninhas. Infestam culturas de sombra: cacau, guaraná. Ciclo C4 da fotossíntese Plantas competitivas, representa a maioria das plantas daninhas no Brasil. Infestam cultura de sol. Alternanthera tenella, Amaranthus deflexus, amaranthus hibridus, Amaranthus retroflexus, Amaranthus viridis, Cyperus rotundus, Euphorbia heterophylla, Ricinus communis, Brachiaria decumbens, Cynodon dactylon, Digitaria horizontalis, Panicum maximum, eleusina indica.
57 verão inverno CLASSIFICAÇÃO CICLO DE VIDA ANUAL BIANUAL PERENE Ipomoea quamoclit Cenchrus echinatus Brachiaria plantaginea Acanthospermum australe (carrapicho rasteiro) Ageratum conyzoides (mentasto) Arctium mimus (carrapichão) Cleome spinosa (mussambê) Cenchrus echinatus Sida rhombipholia Cyperus rotundus Cynodon dactylon Panicum maximum Raphanus raphanistrum (nabiça) Emilia sonchifoifolia Falsa-serralha
58 CLASSIFICAÇÃO CRESCIMENTO PLANTAS CARACTERÍSTICAS ALTURA (m) DIÂMETRO COPA (m) HERBÁCEAS 0 a 1 < 1 SUB-ARBUSTIVAS 0 a 1,5 1 a 1,5 ARBUSTIVAS 0 a 2,5 1 a 1,5 ARBÓREAS > 2,5 > 1,5 TREPADEIRAS volúveis volúveis EPÍFITAS volúveis volúveis ESPÉCIES Bidens pilosa (picão-preto) Senna obtusifolia (fedegoso) Senna ocidentalis (fedegoso) Gocnatia polymorpha (cambará) Ipomoea quamoclit (corda-de-viola) (cipó chumbo)
59 CLASSIFICAÇÃO REPRODUÇÃO SEXUADA OU ASSEXUADA Brachiaria decumbens Euphorbia heterophylla Cyperus rotunduss Cynodon dactylon
60 CLASSIFICAÇÃO Dispersão das sementes Sementes = diásporos gr. dyaspora (dya + sparen)= semear a lanço, espalhar, lado a lado. 1) Autocoria 2) Alocoria 2.1) anemocoria 2.2) hidrocoria 2.3) zoocoria 2.3.1)epizoocoria 2.3.2)endozoocoria 2.4) antropocoria
61 TÓPICOS EM BOTÂNICA DAS PLANTAS DANINHAS classificação CRESCI/O DISPERSÃO CICLO REPRODUÇÃO TIPO CLASSE TERRESTRE OU AQUÁTICA MONOCOTILEDONEAS OU EUDICOTILEDONEAS SEXUADA / ASSEXUADA ANUAL; BIANUAL; PERENE HERBACEA; SUB-ARBUSTIVA; ARBUSTIVA; ARBOREA; TREPADEIRA AUTOCORIA, ALOCORIA (ANEMOCORIA, HIDROCORIA, EPIZOOCORIA, ENDOCORIA, ANTROPOCORIA)
62 ESPÉCIE ORIGEM CLASSIFICAÇÃO DESCRIÇÃO E A BIOLOGIA CULTURAS RELACIONA DAS HERBICIDA S INDICADOS Brachiaria decumbens (Capim-brachiaria) África do Sul, sendo introduzida em diferentes países com finalidade forrageira, usada em pastagens Planta terrestre, da classe monocotiledôneas, de reprodução assexuada e sexuada, com ciclo bianual ou perene, crescimento herbáceo, dispersão por autocoria, endocoria e antropocoria. Planta decumbente com crescimento de até 1m, colmos com nós e entrenós, rizomas e raízes, elevada produção de folhas que são finas e longas, inflorescência na forma de panícula na parte terminal dos colmos com formação de sementes. Desenvolvem-se melhor em condições de verão (temperatura e umidade elevadas), tolera baixa luminosidade, porém, adapta-se melhor em ambientes ensolarados. cana-deaçúcar soja milho... Brachiaria plantaginea Digitaria horizontallis Digitaria nuda Panicum maximum Rottboelia conhinchinensis Cenchrus echinatus Cyperus rotundus Cynodon dactylon Ipomoea quamoclit Ipomoea hederifolia Ipomoea cairica Ipomoea purpurea Ipomoea grandifolia Ipomoea nil Merremia cissoides Merremia aegyptia Mucuna aterrima Luffa aegyptiaca
63 PIONEIRISMO E AGRESSIVIDADE
64 TÓPICOS DE ECOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Introdução html.ricondelvago.com (19/10/07) No estudo ecológico das plantas daninhas o primeiro conceito que surge é de PLANTAS PIONEIRAS ou PIONEIRISMO Informação extra Após a deglaciação do pleistoceno as plantas pioneiras foram importantes na recuperação de áreas. É a habilidade que muitas espécies de plantas possuem em ocupar locais em que a vegetação natural foi extinta e o solo ficou total ou parcialmente exposto (PITELLI, 1990).
65 TÓPICOS DE ECOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Introdução historianet.com.br Antes da Agricultura: plantas pioneiras e desejáveis pelo homem conviviam em equilíbrio no ambiente. O homem vivia de coleta de grãos. As espécies pioneiras não são desejadas pelo homem e passaram a ser chamadas de plantas daninhas. A partir da origem da Agricultura ( anos): a perturbação dos solos imposta pela agricultura criou condições de nichos, habitat, crescimento e desenvolvimento às plantas pioneiras. O homem objetiva as plantas semeadas e a natureza a retomada do equilíbrio pelas espécies pioneiras. (PITELLI, 1990)
66 TÓPICOS DE ECOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS introdução Na agricultura moderna, as plantas daninhas podem ter duas origens: plantas daninhas plantas pioneiras alóctones autóctones
67 TÓPICOS DE ECOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Introdução O desinteresse pelas plantas pioneiras nas lavouras levou o homem a desenvolver meios de controle. A monda, capina manual e a capina com tração animal foram as primeiras técnicas. O revolvimento do solo (controle mecânico) e o químico surgiram com a evolução da agricultura. A AGRESSIVIDADE foi adquirida pelas plantas daninhas no processo de evolução. Essas técnicas serviram para seleção das espécies pioneiras (plantas daninhas) pelo próprio homem, persistindo as mais agressivas.
68 TÓPICOS DE ECOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Agressividade Desde o surgimento da agricultura a plantas daninhas passaram por um longo processo de evolução. A evolução permitiu o desenvolvimento de estratégias evolutivas (características da agressividade)pelas plantas daninhas, para ocupação dos ecossistemas (GRIME, 1979). Essas estratégias foram desenvolvidas alicerçadas dois fatores limitantes: ESTRESSE e DISTÚRBIO. ESTRESSE: fenômeno externo que impõem barreiras ao desenvolvimento das plantas. Disponibilidade de água, luz, temperatura, etc. DISTÚRBIO: Alterações externas com destruição total e parcial do ambiente. Fogo, cataclismas, ceifa, cultivo, etc.
69 TÓPICOS DE ECOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Agressividade Intensidade do distúrbio alto baixo alto Negligenciáveis (musgos) Tolerantes ao estresse (pastagens) Intensidade do estresse baixo Ruderais (hortas Competidoras (pomar) Possuem características de agressividade que garantem a sobrevivência no ambiente pouco estressante, porém, muito perturbado. Possuem características de agressividade que garantem a sobrevivência no ambiente desfavorável. Possuem características de agressividade que garantem a sobrevivência no ambiente favorável. CONCLUSÃO: A comunidade vegetal que habita espontaneamente no agroecossistema é função do manejo agrícola empregado, especialmente em termos de mobilização (distúrbio) do solo e manejo dos fatores limitantes ao crescimento vegetal (estresse). (PITELLI & DURIGAN)
70 TÓPICOS DE ECOLOGIA DAS PLANTAS DANINHAS Agressividade CARACTERÍSTICAS DE AGRESSIVIDADE 1) Elevada capacidade de produção de diásporos 2) Grande longevidade dos dissemínulos 3) Desuniformidade no processo germinativo 4) Capacidade de desenvolvimento de sementes viáveis a partir de estruturas florais em desenvolvimento 5) Utilização de mecanismos alternativos de reprodução 6) Facilidade de disseminação dos propágulos 7) Capacidade dos diásporos de germinar e emergir de grandes profundidades 8) Rápido crescimento e desenvolvimento inicial
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