9. CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
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1 CULTURA DO ARROZ
2 9. CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
3 Interferência x Oryza sativa L. Luz H 2 O Competição por água, luz, nutrientes e CO 2 (capacidade adaptativa) N P K Ca Mg S micros Ação alelopática
4 Interferência - Indireta -Hospedeiros de insetos-praga e patógenos; -Reduz a qualidade do arroz (arroz vermelho e preto); -Reduz o rendimento operacional de colheita; -Aumenta o custo de produção pela necessidade de manutenção de canais de irrigação e drenagem. 4
5 Arroz - Planta C 3 Desvantagem fisiológica em relação a plantas daninhas C 4 ; Desenvolvimento inicial lento; Elevada sensibilidade à deficiência hídrica 5
6 Consequências da interferência Produtividade Qualidade Colheita Eficiência da irrigação e drenagem Acamamento Gasto de energia para seu controle Redução no valor e qualidade da terra 6
7 Período crítico de competição fase inicial de desenvolvimento Período crítico Espécie planta (DAE) daninha gramíneas e folhas largas gramíneas e folhas largas gramíneas e folhas largas gramíneas e folhas largas Fonte Prusty et al. (1993) Shelke et al. (1985) Varshney (1985) Singh & Ram (1982), Ishiy & Lovato (1974) 7
8 Quando realizar o controle das plantas daninhas? SILVA e DURIGAN, (2006)
9 Grau de Interferência Época Duração Período de convivência Cultivar Espécies Espaçamento Cultura Grau de interferência Plantas Daninhas Densidade Densidade Distribuição Manejo Ambiente Arroz inundado Arroz de Terras altas Solo Clima Adaptado de PITELLI (1985)
10 Grau de Interferência CULTURA Cultivar Densidade Espaçamento Evitar cultivares de arroz: -Porte baixo -Pouco perfilhamento Fechamento rápido da área
11 Grau de Interferência PLANTAS DANINHAS Espécies Densidade Distribuição Arroz inundado Arroz de terras altas
12 Arroz irrigado Principais plantas daninhas Arroz daninho (Oryzasativa L.): Vermelho e o preto; Arroz-vermelho: permitido 2 sementes em 500g de amostra; Arroz-preto: proibido. 12
13 Principais espécies de plantas daninhas Arroz de terras altas Capim-carrapicho Trapoeraba Urochloa spp. Capim arroz Corda-de-viola Cyperus sp capim-colchão 13
14 Outras plantas daninhas Sistema de cultivo Nome científico Nome comum Terras altas Várzea Acanthospermum australe carrapicho-rasteiro X s X Acanthospermum hispidum carrapicho-de-carneiro X X Ageratum conyzoides Mentrasto X X Amaranthus spp Caruru X X Cenchrus echinatus capim-carrapicho X X Aeschynomene spp angiquinho X Luziolaperuviana Juss grama-boiadeira X Cynodon dactylon grama-seda X X Digitaria horinzontalis capim-colchão X X Eleusine indica capim-pé-de-galinha X X Emilia sonchifolia falsa-serralha X X Ludwigia longifolia cruz-de-malta X Nicandra physaloides joá-de-capote X X Pennisetum setosum capim-custódio X Portulaca oleracea Beldroega X X Richardia brasiliensis poaia-branca X X
15 Controle preventivo; Controle cultural; Controle mecânico; Controle biológico; Controle químico. 15
16 Controle Preventivo Introdução, estabelecimento e disseminação -Sementes certificadas; -Limpeza de equipamentos; -Fertilizantes orgânicos; -Manejo da água; -Roguing ou arranquio; -Controle na entressafra; 16
17 Controle Cultural Qualquer ação agrícola que proporcione maior competitividade do arroz; - Cultivar adaptado para a região; - Espaçamento entrelinhas e densidade de semeadura; - Adubação adequada; - Rotação de culturas (feijão, milho, sorgo, trigo); - Sistema de semeadura e manejo da água; 17
18 Controle Mecânico Ação físico-mecânica, como a capina manual e o cultivo mecânico - Capina manual Pequenas áreas; Elevado custo; Escassez de mão-de-obra. 18
19 -Cultivo mecânico Cultivadores tracionados por animal ou por trator; Figura. Tipos de enxadas usadas em cultivador de tração animal. 19
20 - Cultivo mecânico (tratorizado) Figura. O uso correto do cultivador a tração mecânica. 20
21 - Cultivo mecânico (pontos fracos) -Plantas daninhas nos estádios iniciais de crescimento; -Pode danificar o sistema radicular do arroz; -Não controla plantas daninhas na linha do arroz; -Não éeficiente em dias chuvosos. 21
22 Controle Biológico Marrecos-de-pequim, no período de entressafra do arroz; Rizipiscicultura, peixes no período de safra e entressafra. Aves e peixes alimenta-se de sementes de arrozvermelho e de outras espécies existentes no solo; Fonte de renda complementar ao produtor. 22
23 Controle biológico
24 Rizipiscicultura consome sementes de plantas invasoras como: arroz vermelho, capim arroz, ciperáceas, ceas, grama boiadeira e outras plantas aquáticas Espécie de peixes Vantagens Carpa Húngara 70% Carpa Capim 20% Carpas filtradoras 10% Aumento de produtividade Redução de custos Redução de uso de máquinas Redução de infestação de arroz vermelho 24
25 Controle Químico Arroz irrigado: Maior praticidade e eficiência Épocas chuvosas e áreas encharcadas onde o controle mecânico éineficiente: Cuidados -Baixo custo -Mínimo impacto ambiental 25
26 Controle Químico Épocas de aplicação de herbicidas: Pré-semeadura; Pré-plantio incorporado (PPI); Pré-emergência (PRÉ); Pós-emergência (PÓS); Pós-emergência depois da inundação BENZEDURA 26
27 Controle químico Fatores que influenciam a eficiência dos herbicidas: -Solo (teor de argila e M.O.) -PRÉ -Umidade do solo (PPI e PRÉ), -Umidade relativa do ar (> 55%); -Temperatura do ar (< 30 o C); -Ventos (3 a 8 km h -1 ); 27
28 Controle químico Arroz irrigado. Semeadura em solo seco. Métodos utilizados: - 1) Pré-semeadura.
29 Preparo mecânico mínimo no inverno e/ou primavera Herbicida para dessecação (glyphosato) Figura. Esquema de controle de arroz-daninho com preparo mínimo do solo.
30 Controle químico Arroz irrigado: Sistema de arroz pré-germinado. 2) Pré-semeadura em água ( benzedura ). Aplicação do herbicida na lâmina de água ; Herbicidas utilizados: Ronstar(i.a.oxadiazon) e Goal(i.a. oxyfluorfen); Utilizado em áreas de produção de sementes de arroz; Porém, altamente danoso ao meio ambiente.
31 Controle Químico Figura. Esquema para controle de plantas daninhas no sistema Pré-semeadura em água pelo método da benzedura.
32 Arroz de Terras altas Controle Químico 3) Aplicação de herbicidas em pré-emergência das plantas daninhas. Condição fundamental: presença de umidade no solo; Baixa eficiência em área com plantio direto, devido a camada de palha dificultar a formação de um filme contínuo sobre o solo.
33 Controle Químico Arroz irrigado e de Terras altas 4) Aplicação de herbicidas em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar o herbicida quando as plantas daninhas apresentarem 2 a 3 folhas (pós-emergência precoce);
34 Controle Químico Figura. Esquema para aplicação de herbicida em pós-emergência no solo drenado, no sistema de arroz irrigado e utilizando sementes pré-germinadas.
35 Controle Químico Figura. Esquema para aplicação de herbicida em pós-emergência, na forma de benzedura, no sistema de arroz irrigado e utilizando sementes pré-germinadas.
36 Plantio direto Ronstar em PRÉ
37 Moléculas: Arroz de terras altas 2,4 D (Pós); 2,4 D + picloram (Pós); Bentazon (Pós); Clomazone (Fitotoxixidade); Cyhalofop-bultyl; Fenoxaprop-p-ethyl; Glyphosate; iodosulfuron-methyl; Metsulfuron-methyl (Pós); Oxadiazon; Paraquat; Pedimenthalin (Fitotoxixidade); Penoxsulfan; Profoxydim; Propanil(Pós); Propanil+ thiobencard; Triclopyr; Trifluralin (Fitotoxixidade); Sendo: Total de 18 moléculas registradas; Pedimenthalin e trifluralin: baixa solubilidade em água e adsorção nos colóides do solo Fonte: Rodrigues e Almeida, Guia de herbicidas,
38 Moléculas Clearfield Imazapic+ imazethapyr Fonte: Rodrigues e Almeida, Guia de herbicidas,
39 Cultivar Primavera CL Herbicida Kifix Selvíria (MS), 2010/11
40 Moléculas Arroz Inundado 2,4 D; azimsulfuron; bentazon; bispyribac-sodium; carfentrazone-ethyl; carfentrazone-ethyl+ Clomazone clomazone; ethoxysulfuron; glyphosate; oxadiazon; oxyfluorfen; profoxydim; propanil; propanil+ thiobencard; pyrazosulfuron-ethyl; quinclorac; thiobencard; Total de 17 moléculas Sendo 7 moléculas registradas p/ arroz de terras altas Fonte: Rodrigues e Almeida, Guia de herbicidas,
41 Controle de plantas daninhas de folhas estreitas Figura: Estratégias para controle de plantas daninhas de folhas estreitas na cultura do arroz de terras altas. Fonte: Circular Técnica
42 Controle de plantas daninhas de folhas largas Figura: Estratégias para controle de plantas daninhas de folhas largas na cultura do arroz de terras altas. Fonte: Circular Técnica
43 Controle de infestações mistas Controle em pós-emergência Pulverizações separadas (intervalos de 7 dias) 1º -infestação mais intensa (Mono ou Dicotiledôneas) 43
44 Considerações finais Não existe receita ou pacote pronto. A cada safra a estratégia de controle das infestantes pode ser alterado em função de clima, nível de infestação, quantidade de cobertura, cultivar utilizado, mercado, entre outras. 44
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