LGN 313 Melhoramento Genético
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- Alexandra Brezinski Canela
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1 LGN 313 Melhoramento Genético Professores: Antonio Augusto Franco Garcia José Baldin Pinheiro Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Genética - ESALQ/USP Segundo semestre [email protected] [email protected]
2 4 Base Genética dos Caracteres Qualitativos e Quantitativos
3 4.1 Introdução Johann (Gregor) Mendel nasceu em Heinzendorf (naquela época, pertencia à Áustria, mas hoje faz parte da República Tcheca), a 22 de junho de 1822, e morreu em Brno, Morávia (atual República Tcheca), a 6 de janeiro de 1844
4 4.1 Introdução Jardins do convento onde Mendel iniciou, em 1856, as experiências sobre hibridação com ervilhas
5 4.1 Introdução Fundação da estufa de Mendel, no pátio do mosteiro
6 4.1 Introdução Mosteiro de Brno (atual República Tcheca)
7 4.1 Introdução Mosteiro de Brno
8 4.1 Introdução Caracteres qualitativos: são controlados por um ou poucos genes (classes fenotípicas distinguíveis umas das outras). Ex.: cor de flor, hipocótilo, textura dos grãos de milho, etc... Caracteres quantitativos: são controlados por muitos genes (caracteres poligênicos, multifatoriais) e as classes não são facilmente distinguíveis, havendo uma distribuição contínua do fenótipo. Referem-se a mensurações de quantidades (pesos, volumes, medidas: kg, m, cm, g, m2, etc).
9 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Qualitativos: Segregações conhecidas: 3:1 ou 1:2:1 e 9:3:3:1 para um e dois locos, respectivamente; Dominância, dominância parcial; Os estudos são feitos a nível de indivíduos e a interpretação da herança é feita com base na contagem e nas proporções definidas pelos resultados observados nas descendências dos cruzamentos. Os genótipos são classificados em grupos fenotípicos distintos
10 Exemplo 01 Primeira geração Amarelo (yy) Verde (YY) (Yy) (Yy) (Yy) (Yy) F1 100% verdes Segunda geração Verde (Yy) (YY) Verde (Yy) (Yy) F2: ¾ verdes e ¼ amarelas (Yy) (yy) Mary S. Gibbs (GNN)
11 Exemplo 02 Cor do tegumento de grãos de milho
12 Exemplo 03 Milho doce normal doce Num F2 323 grãos normais e 97 grãos doces.
13 Exemplo 04 Milho normal: Br2Br2 Milho anão (braquítico): br2br2
14 Exemplo 05 Gene dwarf em arroz
15 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Quantitativos: Herança poligênica: regulados por vários genes; Impossibilidade de serem classificados em grupos fenotípicos distintos; O estudo é feito em populações, com base na estimação de parâmetros como média, variância e covariância; Variação contínua (em geral, ajustam-se a uma distribuição normal).
16 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Exemplos: Produção de grãos, leite, resistência a algumas doenças, altura, peso, etc...
17 Exemplo 06 Altura da espiga (cm) de 100 plantas F2 de milho
18 Exemplo 06 Histograma: Altura de Espiga Distribuição Normal Esperada
19 Exemplo 07 Peso de colmos (Kg) de uma população F1 de cana-de-açúcar
20 Exemplo 07 Histograma: Peso de colmos Distribuição Normal Esperada
21 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Explicação: múltiplos genes
22 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Explicação: múltiplos genes
23 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Explicação: múltiplos genes
24 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Distribuição normal 1 f (x) = e σ 2π 1 x µ 2 2 σ
25 Exemplo 08 Efeito do ambiente Caracteres qualitativos pouco influenciados pelo ambiente.
26 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Caracteres quantitativos muito influenciados pelo ambiente. Como cada loco (gene) é influenciado pelo ambiente, e como são muitos os genes controlando os caracteres, a influência total do ambiente é alta. Existem caracteres mais sensíveis que outros às diferenças ambientais. A produção de grãos é muito afetada pelo ambiente, enquanto que a precocidade é menos afetada.
27 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos NÚMERO DE GENES E GENÓTIPOS
28 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos INTERAÇÕES GÊNICAS a) Ação dominante; b) Ação aditiva; c) Ação sobredominante.
29 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos B2B2 µ B1B2 B1B1 d -a +a Valores genotípicos para o loco B. A contribuição dos homozigotos é dada por ± a e do heterozigoto por d, em relação à média (µ).
30 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos B2B2 µ B1B2 B1B1 d -a +a Grau de dominância : Interação aditiva d/a = 0; Interação dominante d/a = 1; Interação sobredominante d/a
31 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos Da mesma maneira que os caracteres qualitativos, os quantitativos apresentam estas interações gênicas. A diferença é que nunca apenas um dos tipos estará envolvido; o que importa para os caracteres quantitativos é a média destas ações gênicas. Ação dominante e sobredominante presença de heterose produção de híbridos.
32 Exemplo 09 Heterose em plantas: milho Características Agronômicas Tipo: Híbrido simples Ciclo: Precoce Emergência ao florescimento: 61 dias Emergência à maturação: 126 dias Porte da planta: Baixo (1,98 a 2,07) Altura da espiga: Baixa (1,01 a 1,08) Resistência ao acamamento: Boa Resistência ao quebramento: Boa Reação a doenças: Puccinia polysora Moderadamente resistente Physopela zea Moderadamente resistente Phaeosphaeria maydis Resistente Corn stunt Moderadamente resistente Cercospora Moderadamente resistente Tipo de grão: Semiduro Cor o endosperma: Laranja O BRS 1010 tem como ponto forte a alta produtividade aliada à sanidade de plantas
33 Exemplo 10 Heterose em animais Burro Égua X Mula
34 Exemplo 11 Heterose em animais Holandês Gir X Girolando
35 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos CARACTERIZAÇÃO DA HERANÇA POLIGÊNICA a) A segregação ocorre para um grande número de genes que controlam o caráter; b) Pequena contribuição de cada gene para um valor total fenotípico;
36 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos CARACTERIZAÇÃO DA HERANÇA POLIGÊNICA c) Estes genes podem apresentar ações do tipo aditiva, dominante e sobredominante; d) Grande efeito do ambiente sobre a variação fenotípica; Genótipos idênticos fenótipos diferentes; Genótipos diferentes fenótipos idênticos.
37 4.2 Distinção entre Caracteres Qualitativos e Quantitativos CARACTERIZAÇÃO DA HERANÇA POLIGÊNICA e) Pode-se caracterizar o tipo de ação gênica que predomina no controle de um caráter comparando as gerações parentais, F1 e F2; Importância no uso ou não de híbridos. f) Devido a ação conjunta da segregação dos genes e do ambiente, o modelo da distribuição normal se ajusta à distribuição dos dados de um caráter quantitativo.
38 5 Componentes da Variação Fenotípica
39 Componentes da Variação Fenotípica Variância Mede o grau de dispersão dos dados numéricos em torno de um valor médio. n 2 x x i i =1 2 σ = n Variância populacional n 2 x x i i =1 2 σ = n 1 Variância amostral
40 Componentes da Variação Fenotípica
41 Componentes da Variação Fenotípica Fenótipo = Genótipo + Ambiente 2 F F =G E 2 G σ =σ σ σ σ 2 F = variância fenotípica 2 G = variância genotípica 2 E = variância ambiental σ 2 E
42 6 Coeficiente de Herdabilidade
43 Coeficiente de Herdabilidade Coeficiente de Herdabilidade (h2) 2 h= 2 σ σ 2 G 2 F = h % = σ 2 G σ σ σ σ 2 G 2 F Podemos encontrar: 2 G 2 E h2= 80% h2= 10% Como interpretar? x 100 % da variação fenotípica atribuída à variação genotípica.
44 Exemplo 12 Herdabilidade Caracteres h2 Número de sementes/planta de soja 0,11 Produção de leite na raça Holandesa 0,23 Peso de tubérculos de batata 0,34 Produção de espigas de milho despalhadas 0,55 Altura da planta de café 0,74 Número de frutos/racemo de mamoneira 0,93
45 7 Progresso com Seleção
46 Progresso com Seleção Seleção População de milho Indivíduos selecionados O progresso ou ganho com seleção referese ao incremento na média da população original. Depende da herdabilidade do caráter e do diferencial de seleção.
47 Progresso com Seleção x m x o x s ds= x s x o GS=ds x h GS % = 2 GS x 100 x o x o = média da população original; x s = média da população selecionada; x m = média da população melhorada; ds = diferencial de seleção; 2 h = herdabilidade; GS = ganho com a seleção.
48 Referências Bibliográficas 1. Allard, R.W. (1960). Princípios do Melhoramento Genético das Plantas. Editora Edgard Blücher. Capítulos 8, 9 e Falconer, D.S. (1987). Introdução à Genética Quantitativa. Editora UFV. 3. Borém, A. Melhoramento de plantas. Viçosa: UFV, Capítulo 5, 453 p. 4. Ramalho, M.A.P.; Santos, J.B.; Pinto, C.A.B.P. agropecuária. Lavras: UFLA, Capítulo 11, 472 p. Genética na
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