CARTA DE COMPROMISSO
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- Izabel de Barros Delgado
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1 CARTA DE COMPROMISSO USF Servir Saúde O Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) ACES Almada / Seixal, representado pelo seu Diretor Executivo, Dr(a). Luís Amaro e a USF Servir Saúde pelo seu Coordenador, Dr(a). Isabel Maria Liz Castro Santos Ribeiro Mateus Alves, constituída nos termos da lei vigente assumem nesta data a presente Carta de Compromisso, com efeitos para o ano civil de 2017, que se rege pelas seguintes condições: 1. A USF Servir Saúde é parte integrante do ACES Almada / Seixal, sendo constituída por uma equipa multiprofissional cuja constituição atual se encontra descrita no ponto nº 1 do Plano de Ação. 2. A USF Servir Saúde tem à data de 31 de Dezembro de 2016 ou nas UF constituídas depois de , a data do nº de inscritos/up que estão no PAUF, inscritos a que correspondem unidades ponderadas, calculadas de acordo com o nº 4 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 73/ A UF e o ACES negociaram e comprometem-se a assegurar o cumprimento do Plano de Ação, nas suas diferentes áreas e subáreas, conforme previsto na Portaria nº 212/2017 e em anexo a esta Carta de Compromisso. O Compromisso Assistencial agora contratualizado inclui ainda: i. Assegurar o preconizado no artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 73/2017 e no artigo 10º do Decreto-Lei 28/2008, e o previsto no âmbito dos Cuidados de Saúde Primários na Portaria n.º 87/2015, quanto aos tempos máximos de resposta garantidos e na Lei n.º 15/2014, que define os Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde; ii. Assegurar o cumprimento dos serviços mínimos estabelecidos no regulamento interno da UF nas situações previstas no nº 1 do artigo 24.º do Decreto-Lei n.º 73/ A UF apresenta igualmente proposta de aplicação dos incentivos institucionais caso obtenha um IDG igual ou superior a 75% conforme ponto nº 7 do Plano de Ação. 5. O ACES Almada / Seixal deve garantir as condições de funcionamento adequadas, de modo a que a UF cumpra as atividades previstas no Plano de Ação para o período em questão, disponibilizando os recursos mencionados no ponto nº 4 do mesmo. 1 de 3
2 6. A USF Servir Saúde compromete-se a utilizar e a zelar, de forma eficiente, os recursos que lhe sejam disponibilizados pelo ACES, desde as instalações até aos equipamentos e outros meios técnicos, que contribuam para a realização da sua atividade. 7. Se circunstâncias imprevisíveis determinarem a inadequação das atividades definidas no presente Plano de Ação, as partes contratantes assumem o compromisso de rever os referidos termos, durante o ano em curso. 8. A USF Servir Saúde compromete-se a efetuar os registos de todos os dados necessários à análise da sua atividade, em todo o sistema de informação em uso, rigorosa e sistematicamente, sem os quais esta não poderá ser considerada em sede de contratualização. 9. A USF Servir Saúde aceita e disponibiliza-se para prestar a colaboração necessária à realização de auditorias e ações de acompanhamento que venham a ser determinadas pela Administração Regional de Saúde ou outras entidades para tal mandatadas pelo Ministro da Saúde, segundo a alínea h) do nº 4 do artigo 6º do Decreto-Lei nº 73/ A USF Servir Saúde deve elaborar e remeter para o Diretor Executivo até 15 de março de 2018 um Relatório de Atividades, com base nos dados fornecidos automaticamente pela plataforma IDG e dados locais validados pelo Conselho Clínico e de Saúde, que será submetido ao Conselho Diretivo da ARS para validação, após o parecer do Conselho Clínico e de Saúde do ACES. 11. O acompanhamento interno do desempenho da UF compete ao CCS do respetivo ACES com o apoio do Departamento de Contratualização da ARS, conforme previsto na Portaria n.º 212/2017. No entanto, sempre que necessário, a USF deve disponibilizar-se para prestar os esclarecimentos considerados como relevantes e solicitados pelo Diretor Executivo do ACES. 12. O acompanhamento externo é assegurado pela comissão de acompanhamento da ARS, nos termos previstos na Portaria n.º 212/ De acordo com a Portaria n.º 212/2017, a ARS, por intermédio do ACES, comunica à UF a decisão relativa à atribuição de incentivos institucionais até 30 de abril de Caso haja lugar à atribuição de incentivos, a sua aplicação faz-se de acordo com o previsto nesta Carta de Compromisso, após a UF confirmar a sua proposta em documento técnico criado para o efeito e o mesmo ter parecer positivo do Conselho Clínico e de Saúde. 2 de 3
3 14. Até 30 de junho de 2018, a ARS aprova o plano de aplicação dos incentivos institucionais proposto pela USF ou negoceia com a USF a sua aplicação em consonância com a estratégia regional de saúde. 15. O não cumprimento do articulado deste compromisso, por parte da USF Servir Saúde, poderá exclui-la da atribuição dos incentivos institucionais, ou conduzir a uma reavaliação do processo de constituição e de desenvolvimento da UF, nos termos do artigo 19.º do DL 73/ Nos termos do n.º 4 do artigo 8º da Portaria 212/2017, para efeitos de atribuição dos incentivos institucionais não é considerada a não obtenção do IDG necessário para o efeito, desde que tal fique diretamente a dever-se à não disponibilização no prazo acordado, dos meios necessários, fixados na Carta de Compromisso se este facto não for imputável aos beneficiários dos incentivos. O Diretor Executivo do ACES Almada / Seixal, O Coordenador da USF Servir Saúde, ACES Almada / Seixal, 6 de Dezembro de de 3
4 PLANO DE AÇÃO 2017 USF Servir Saúde ACES Almada / Seixal, ARS Lisboa e Vale do Tejo Enviado Compromisso
5 ÍNDICE 1. QUEM SOMOS - Página 1 2. QUEM SERVIMOS - Página 8 3. PROBLEMAS E OBJETIVOS - Página 9 4. PLANO DE AÇÃO (IDG) - Página PLANO DE FORMAÇÃO - Página RECURSOS - Página PROPOSTA DE APLICAÇÃO DOS INCENTIVOS INSTITUCIONAIS - Página 30
6 QUEM SOMOS IDENTIFICAÇÃO USF Servir Saúde, ACES Almada / Seixal, ARS Lisboa e Vale do Tejo Morada Rua dos Cactos, Qta do Brasileiro Corroios Modelo USF-B Data início atividade modelo A Data início atividade modelo B COORDENAÇÃO Coordenador Isabel Maria Liz Castro Santos Ribeiro Mateus Alves CONSELHO TÉCNICO Médico de Família Rodrigo Alexandre Silva Neves Enfermeiro de Família Ana Paula Lopes Simoes Secretário Clínico Sandra Cristina Pontes Ribeiro PROFISSIONAIS Médicos Agustin Saez Clavero Isabel Maria Liz Castro Santos Ribeiro Mateus Alves 1 de 30
7 Jorge Martins Pires Maria Clara Simoes Balinha Maria Zelia Santos Godinho Parreira Raquel Monteiro Almeida Eca Rodrigo Alexandre Silva Neves Rui Manuel Ferreira Capote Total 8.0 Médicos 2 de 30
8 Enfermeiros Ana Cristina Vasques Mateus Ana Margarida Martinho Henriques Ana Paula Lopes Simoes Anabela Fernandes Lage Silva Carla Sofia Ramalho Conchinha Maria Elizabete Sousa Pereira 3 de 30
9 Maria Isabel Silva Ramos Gouveia Antunes Sandra Maria Martins Viana Monteiro Jorge Total 8.0 Enfermeiros Secretários Clínicos Ana Paula Costa Aguiam Arsénia Sandra Cabral Rosário - Aguarda Colocação; Tempo 100 % Elizabeth Gomes Vieira Maria Gabriela Gomes Duarte Pinto Sobral 4 de 30
10 Sandra Cristina Pontes Ribeiro Total 5.0 Secretários Clínicos Internos Andre Santos Ribeiro Vínculo CTFP a Termo Resolutivo Incerto - Internos Provimento CTFP - T.R.Incerto - Período Experimental Joana Estrela Felício Reis Vínculo CTFP a Termo Resolutivo Incerto - Internos Provimento CTFP - T.R.Incerto - Período Experimental Marisa Alexandra Sousa Reis Vínculo CTFP a Termo Resolutivo Incerto - Internos Provimento Não especificado Paulo Diogo Terroso Mesquita Oliveira Vínculo CTFP a Termo Resolutivo Incerto - Internos Provimento CTFP - T.R.Incerto - Período Experimental Sara Alexandra Godinho Rita Vínculo CTFP a Termo Resolutivo Incerto - Internos Provimento CTFP - T.R.Incerto - Período Experimental 5 de 30
11 Sara Maria Santos Ferreira Vínculo CTFP a Termo Resolutivo Incerto - Internos Provimento CTFP - T.R.Incerto - Período Experimental Sergio Goncalves Costa Marques Vínculo CTFP a Termo Resolutivo Incerto - Internos Provimento CTFP - T.R.Incerto - Período Experimental Total 7.0 Internos Observações Nenhuma observação. 6 de 30
12 UTENTES E UNIDADES PONDERADAS Valor por Médico Agustin Saez Clavero Utentes 1898 UP Isabel Maria Liz Castro Santos Ribeiro Mateus Alves Utentes 1839 UP Jorge Martins Pires Utentes 1846 UP Maria Clara Simoes Balinha Utentes 1801 UP Maria Zelia Santos Godinho Parreira Utentes 1808 UP Raquel Monteiro Almeida Eca Utentes 1820 UP Rodrigo Alexandre Silva Neves Utentes 1829 UP Rui Manuel Ferreira Capote Utentes 1885 UP Valor médio por Enfermeiro Utentes UP Valor médio por Secretário Clínico Utentes UP de 30
13 QUEM SERVIMOS INSCRITOS Inscritos UP Índices de dependência Jovens % Idosos % Total % GRUPOS ETÁRIOS DL 298/2007 Grupo Homens Mulheres Total UP 6 anos anos anos anos GRUPOS ESPECÍFICOS Grupo Homens Mulheres Total UP < 1 ano anos anos anos PIRÂMIDE ETÁRIA 8 de 30
14 PROBLEMAS E OBJETIVOS Problema 1 VACINAÇÃO 1) vacina do tétano a > 25 anos; Objetivo 1 1) Aumentar a taxa de vacinação para o tétano a maiores de 25 anos a) em 2018 para 85% e em 2019 para mais de 92%; Problema 2 DPOC 1) Prevalência de DPOC subestimada na USF; Objetivo 1 1) Identificar os utentes com DPOC não diagnosticados ou que não tenham a codificação do problema na lista de problemas no M1, aproximando a prevalência da doença identificada na USF da estimada para a apopulação portuguesa (em 2018 aumentando em 5% e 2019 para 8 %) Problema 3 Gestão de doença aguda; Objetivo 1 1) Aumentar os tempos disponíveis para agendamentos programados, para 70% das vagas disponíveis, direccionando as consultas de doença aguda para as consultas de apoio; Problema 4 Baixa de taxa de utiização de consultas de enfermagem Objetivo 1 Aumentar a taxa de utilização de consultas de enfermagem em 2018 em 5% e em 10% em 2019; Problema 5 Reduzido número de secretários clínicos em actividade relativamente ao aprovado no momento de constituição da equipa (Aprovados 6 secretários clínicos e actualemente existem emfunções apenas 4, aguardando-se a integração de novos elementos) Objetivo 1 Obter a colocação de 2 secretários clínicos até totalizar 6 elementos. 9 de 30
15 Problema 6 Incapacidade de garantir atendimento telefónico adequado às necessidades da população Objetivo 1 Substituir a central telefónica (que aguardamos há cerca de 5 anos); Objetivo 2 Garantir a colocação de secretários clínicos até totalizar 6 elementos. Problema 7 Parque informático da USF incapaz de corresponder às necessidades da Unidade. Objetivo 1 Obter renovação de material informático que não está operacional; 10 de 30
16 PLANO DE AÇÃO (IDG) VISÃO GLOBAL IDG IDG Desempenho IDS IDS Acesso Atendimento Telefónico Cobertura ou Utilização Consulta no Próprio Dia Distribuição das Consultas Presenciais no Dia Personalização Tempos Máximos de Resposta Garantidos Trajeto do Utente na Unidade Funcional Resultado Sub-Área Gestão da Saúde Saúde da Mulher Saúde do Adulto Saúde do Idoso Saúde Infantil e Juvenil Resultado Sub-Área Gestão da Doença Diabetes Mellitus Doenças Aparelho Respiratório Hipertensão Arterial Multimorbilidade e Outros Tipos de Doenças Resultado Sub-Área Qualificação da Prescrição Prescrição de Cuidados Prescrição Farmacoterapêutica Prescrição MCDT's Resultado Sub-Área Satisfação Utentes Satisfação de Utentes Resultado Sub-Área Serviços IDS IDS de 30
17 Serviços Assistenciais Serviços Assistenciais Resultado Sub-Área Serviços não Assistenciais Ativ. não Ass. em ARS ou Ser. Centrais MS Governação Clínica Resultado Sub-Área Qualidade Organizacional IDS IDS Melhoria Contínua Acesso Prog. Melh. Contínua Qual. e Proc. Assist. Integr Resultado Sub-Área Segurança Gestão dos Riscos Segurança de Profissionais Segurança de Utentes Resultado Sub-Área Centralidade no Cidadão Centralidade no Cidadão Resultado Sub-Área Satisfação Profissional Satisfação Profissional Resultado Sub-Área Formação IDS IDS Formação Interna Formação da Equipa Multiprofissional Formação de Internos e Alunos Resultado Sub-Área Formação Externa Serviços de Formação Externa Resultado Sub-Área Atividade Cientifica IDS IDS de 30
18 Artigos, Comunicações e Conferências Artigos, Comunicações e Conferências Resultado Sub-Área Trabalhos de Investigação Trabalhos de Investigação Resultado Sub-Área VISÃO DESCRITIVA Desempenho Acesso Atividade 1 COBERTURA OU UTILIZAÇÃO 1) Aumentar a taxa de consulta de enfermagem a 1 e a 3 ano: a) Melhorando o registo da consulta de enfermagem; b) Implementando a consulta de Enfermagem de Hipertensão de Saúde de Adulto; c) Implementando a consulta de Enfermagem de Hipocoagulação; Cobertura ou Utilização Trajeto do Utente na Unidade Funcional Personalização 13 de 30
19 Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Desempenho Gestão da Saúde Atividade 1 (307) Proporção de grávidas com ecografia no 1º trimestre; 1 auditoria de registos clínicos; a. verificar se é registada a data em que a ecografia é efectuada e não a data do pedido de exame; Saúde da Mulher Atividade 2 (98) Proporção de utentes com mais de 25 anos com vacina do tétano actualizada; 1) vacinação oportunística em qualquer contacto de utente não vacinado; Saúde do Adulto 14 de 30
20 Atividade 3 (262) Proporção de utentes com avaliação do risco para DM2 nos últimos 3 anos; 1) registo sistemático, por médico ou enfermeiro, da tabela de risco de desenvolver Diabetes que se encontra no módulo Riscos Clínicos do Medicine One; Saúde do Adulto Saúde do Idoso Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Atividade de 30
21 Desempenho Gestão da Doença Atividade 1 (261) Proporção de utentes com diabetes com registo de risco de úlcera do pé; 1) registo sistemático, por médico ou enfermeiro, da tabela de risco de desenvolver úlcera de pé no utente diabético que se encontra no módulo Riscos Clínicos do Medicine One; Diabetes Mellitus Multimorbilidade e Outros Tipos de Doenças Atividade 2 (275) Proporção de novos diagnósticos de DM2 que iniciam terapêutica com metformina em monoterapia; Na data de registo dos problemas T89 e T90 deve constar a data aproximada do início efectivo do diagnóstico e não a data em que é registado no sistema informático na lista de problemas; Diabetes Mellitus 16 de 30
22 Atividade 3 (49) Proporção de utentes com DPOC com pelo menos 1 registo de FEV1 nos últimos 3 anos; 1) Fazer levantamento dos utentes com diagnóstico de DPOC 2) Verificar nos diagnosticados se têm espirometria realizada nos últimos 3 anos e se o resultado está correctamente registado; Prescrever Espirometria; Doenças Aparelho Respiratório Multimorbilidade e Outros Tipos de Doenças Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Atividade de 30
23 Desempenho Qualificação da Prescrição Atividade 1 (341) despesa PVP com medicamentos prescritos comparticipados por inscrito padrão: Rever as listas de medicação crónica e manter a sua actualização no PEM; Prescrição Farmacoterapêutica Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade 1 Desempenho Satisfação Utentes Nenhuma atividade definida. 18 de 30
24 Serviços Serviços Assistenciais Atividade 1 Consulta de Hipocoagulação para os utentes sem médico da UCSP Corroios: Objectivo: assegurar a consulta de hipocogulação aos utentes sem médico de família da UCSP de Corroios; Carga horária: 1 hora por semana pelos Médicos e Enfermeiros da USF Local: a realizar nas instalações da UCSP e com material da mesma; Indicadores de monitorização: Proporção de consultas efectivadas a doentes hipocoagulados sem MF da UCSP de Corroios; Serviços Assistenciais Atividade 2 1) Prestão de serviço no SAG Seixal em 2017: médicos assistentes; 10 h (Novembro e DEZEMBRO) médicos internos: 14 h (Novembro e DEZEMBRO) enfermagem: 8h (Novembro e DEZEMBRO) secretários clínicos: 8h (Novembro e DEZEMBRO) 2) Prestão de serviço no SAG Seixal em 2018 e 2019: a definir de acordo com as necessidades do ACES, Serviços Assistenciais Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade de 30
25 Serviços Serviços não Assistenciais Atividade 1 Rever, discutir e actualizar o manual de procedimentos internos da USF. Monitorizar a sua implementação na actividade diária da USF. Ativ. não Ass. em ARS ou Ser. Centrais MS Governação Clínica Atividade 2 Discussão dos critérios de prescrição de Medicina Fisica e Reabilitação: - auditar a prescrição de MFR - formação por Médico Fisiatra na USF Ativ. não Ass. em ARS ou Ser. Centrais MS Governação Clínica Atividade 3 Disponibilização de até 6 h /mês de trabalho para auditoria clínica de apoio ao Conselho Clínico; ( 0.8 x 8 = 6,4H/mês) Governação Clínica Ativ. não Ass. em ARS ou Ser. Centrais MS Atividade 4 None Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Atividade Atividade de 30
26 Qualidade Organizacional Melhoria Contínua Atividade 1 PAI DPOC (fase1) - avaliação da situação - conhecer a prevalência de DPOC nos utentes da USF - comparar essa prevalência com a esperada - verificar se os utentes com diagnóstico de DPOC tem espirometria realizada nos últimos 3 anos, com registo de FEV1 no M1 Prog. Melh. Contínua Qual. e Proc. Assist. Integr. Atividade 2 PAI - Falta às consultas agendadas; Análise de 1 semana aleatorizada a cada 2 meses identificando faltas à consulta agendada identificando: 1) tipo de consulta; 2) Iniciativa de agendamento de consulta; 3) diferença temporal entre a data de consulta e o seu agendamento; 4) grupo profissional que agendou a consulta Prog. Melh. Contínua Qual. e Proc. Assist. Integr. Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Qualidade Organizacional Segurança Nenhuma atividade definida. 21 de 30
27 Qualidade Organizacional Centralidade no Cidadão Atividade 1 Incentivar os utentes a realizar sugestões sobre o funcionamento da USF, nomeadamente: - nas reclamações - nos períodos de maior afluência - quando transmitem verbalmente opiniões Centralidade no Cidadão Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Qualidade Organizacional Satisfação Profissional Nenhuma atividade definida. Formação Formação Interna Atividade 1 - Apresentação e discussão de casos clínicos e temas de revisão, uma a duas vezes por mês, às terças feiras no horário da reunião. avaliação: - % de reuniões formativas realizadas; - % de profissionais, por grupo, presentes; Saúde da Mulher Saúde do Adulto Saúde do Idoso Saúde Infantil e Juvenil 22 de 30
28 Atividade 2 - Apresentação das "take-home messages" das formações externas avaliação: - % de reuniões formativas externas partilhadas na USF; Saúde do Adulto Saúde Infantil e Juvenil Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Formação Formação Externa Atividade 1 Formações dirigidas à comunidade (escolas, associações de idosos) sobre os temas: - sexualidade e planeamento familiar - higiene do sono - envelhecimento activo/prevenção de quedas - cessação tabágia Serviços de Formação Externa Atividade 2 Apresentação de temas em congressos Apresentação de posters em congressos Serviços de Formação Externa Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade de 30
29 Atividade Cientifica Artigos, Comunicações e Conferências Atividade 1 Comunicação no Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes (Almada e Sesimbra); Artigos, Comunicações e Conferências Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Cientifica Trabalhos de Investigação Atividade 1 Colaboração com a Rede Médicos Sentinela na colheita de dados para trabalhos de investigação; Trabalhos de Investigação Cronograma Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade de 30
30 PLANO DE FORMAÇÃO Desempenho Acesso Atividade 1 COBERTURA OU UTILIZAÇÃO 1) Aumentar a taxa de consulta de enfermagem a 1 e a 3 ano: a) Melhorando o registo da consulta de enfermagem; b) Implementando a consulta de Enfermagem de Hipertensão de Saúde de Adulto; c) Implementando a consulta de Enfermagem de Hipocoagulação; Cobertura ou Utilização Trajeto do Utente na Unidade Funcional Personalização Serviços Serviços não Assistenciais Atividade 1 Rever, discutir e actualizar o manual de procedimentos internos da USF. Monitorizar a sua implementação na actividade diária da USF. Ativ. não Ass. em ARS ou Ser. Centrais MS Governação Clínica Atividade 2 Discussão dos critérios de prescrição de Medicina Fisica e Reabilitação: - auditar a prescrição de MFR - formação por Médico Fisiatra na USF Ativ. não Ass. em ARS ou Ser. Centrais MS Governação Clínica 25 de 30
31 Formação Formação Interna Atividade 1 - Apresentação e discussão de casos clínicos e temas de revisão, uma a duas vezes por mês, às terças feiras no horário da reunião. avaliação: - % de reuniões formativas realizadas; - % de profissionais, por grupo, presentes; Saúde da Mulher Saúde do Adulto Saúde do Idoso Saúde Infantil e Juvenil Atividade 2 - Apresentação das "take-home messages" das formações externas avaliação: - % de reuniões formativas externas partilhadas na USF; Saúde do Adulto Saúde Infantil e Juvenil Formação Formação Externa Atividade 1 Formações dirigidas à comunidade (escolas, associações de idosos) sobre os temas: - sexualidade e planeamento familiar - higiene do sono - envelhecimento activo/prevenção de quedas - cessação tabágia Serviços de Formação Externa 26 de 30
32 Atividade 2 Apresentação de temas em congressos Apresentação de posters em congressos Serviços de Formação Externa Cronograma Desempenho Acesso Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Serviços Serviços não Assistenciais Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Formação Formação Interna Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade Formação Formação Externa Atividade J F M A M J J A S O N D '18 '19 Atividade Atividade de 30
33 RECURSOS CARTEIRAS ADICIONAIS DE SERVIÇO Área Quando Freq. Hr. atividade SC EF MF Total Utentes s/ equipa saúde familiar Dias semana 1x sem Atividade Sazonal Dias semana Outros Colaboração com outras Unidades Fins de Funcionais semana Outros PROFISSIONAIS Área Quando Freq. Hr. atividade SC EF MF Total 2 secretários clínicos Dias semana 5x sem COMUNICAÇÃO Descrição Qt Valor Substituição de terminais telefónicos inoperantes 6 0 SISTEMA INFORMAÇÃO Descrição Qt Valor Substituição do hardware não funcionante 0 0 AMENIDADES Descrição Qt Valor Guia do utente EQUIPAMENTO CLÍNICO Descrição Qt Valor Equipamento Doppler para medição de IPTB para realização de Terapia Compressiva OUTROS Nenhum recurso. OBRAS Descrição Qt Valor Pintura das instalações de 30
34 FORMAÇÃO Descrição Qt Valor Curso de Terapia compressiva (médicos e enfermeiros) de 30
35 PROPOSTA DE APLICAÇÃO DOS INCENTIVOS INSTITUCIONAIS DOCUMENTOS TÉCNICOS Descrição Qt Valor Obs. 0 0 FORMAÇÃO Descrição Qt Valor Obs. Curso de Terapia compressiva (médicos e enfermeiros) valor estimado INVESTIGAÇÃO Nenhum investimento. AMENIDADES Descrição Qt Valor Obs. Pintura interior das instalações 0 0 Reparação dos aparelhos de ar condicionado 0 0 QUALIDADE Descrição Qt Valor Obs. Equipamento Doppler para medição de IPTB para realização de Terapia Compressiva Aquisição / Substituição de central telefónica, 1 0 ACREDITAÇÃO Nenhum investimento. 30 de 30
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