Elastografia Hepática: Qualidade do Exame e Sua Interpretação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Elastografia Hepática: Qualidade do Exame e Sua Interpretação"

Transcrição

1 Elastografia Hepática: Qualidade do Exame e Sua Interpretação Dr. Paulo Roberto Abrão Ferreira Prof. Afiliado da Disciplina de Infectologia UNIFESP CRT DST Aids de São Paulo

2 Conflito de interesse Atividades de pesquisa clínica: Roche, BMS, Janssen, Boehringer, ABBVIE. Palestrante: Roche, Janssen, ABBVIE, GSK, Gilead. Apoio para atividades de educação médica: Roche, Janssen, ABBVIE, GSK, MSD, BMS. Realização de elastografia hepática pelo FIBROSCAN, em medicina privada e pública. Funcionário público federal e estadual. Membro do comitê técnico assessor de Hepatites Virais da SBI Membro do comitê técnico assessor do programa estadual de hepatites virais de São Paulo.

3 Medindo a Rigidez Hepática ET / FibroScan pswe / ARFI 2D-SWE / AIXPLORER

4 ET Tem Alta Acurácia para o Diagnóstico de Cirrose correctly classified 92 % 83% 17% F<4 96% 3.5 % misclassified (n=1007 patients with various CLD, 165 with cirrhosis) F=4 74% 4.5% misclassified Ganne-Carrié et al. Hepatology 2006; 44:

5 Combinação de Marcadores F4 F>2 Algoritmos Acurácia Biópsias Evitadas Acurácia Biópsias Evitadas SAFE 1 APRI FT 89-91% 75-79% 90-97% 44-48% Bordeux 2 FS + FT 96% 79% 88% 72% Angers 3 FS+FM 91% 90,7% 91,6% 80% 1. Sebastiani G et al. APT 2012; 2. Castéra L et al. J Hepatol 2010;3. Boursier J et al Liver Int 2009

6 F3 7

7 Falsos Positivos e Negativos - Elastografia Falso negativo: 7% dos F2 eram F4 Menor atividade necroinflamatória (METAVIR < A2 vs A2 - OR=2.03, 95%CI= ) Falso positivo: 28% dos F2 eram F1 Fragmento de biópsia < 20mm (OR=2.58, 95%CI= ) 8

8 Desafios para a Medida da Elasticidade ET / FibroScan pswe / ARFI 2D-SWE / AIXPLORER

9 Metodologia dos Estudos Tamanho do fragmento de biópsia (padrão-ouro?) Aplicabilidade do método (intensão de diagnóstico) Comparação de métodos no mesmo grupo de pacientes Evitar comparações binárias (ex. cirrose ou não) Critérios de qualidade de cada técnica para os resultados Valores de referência específicos para cada doença e para cada dispositivo Prevalência das alterações na população estudada Dietrich CF et al. EFSUMB Guidelines and Ultraschall in Med, 2017

10 Confundidores para a Rigidez Hepática Resumo para a Prática Clínica Esteatose Extrema? Amiloidose, linfoma, hematopoiese extramedular Tapper, Castera & Afdhal. Clin Gastroenterol Hepatol 2014

11 Características Técnicas Importantes Treinamento do operador (30, 100, 500 exames?) Posição do paciente, janela, escolha do segmento avaliado, ascite Cooperação do paciente para apneia, durante o exame de ultrassom Local de avaliação abaixo da cápsula (1-2 cm) Posição do transdutor Dietrich CF et al. EFSUMB Guidelines and Ultraschall in Med, 2017

12 2 mm Elastografia pelo Fibroscan Geração de onda de cisalhamento & Ultrassom mm Profundidade de US 20 mm Pele Transdutor de ultrassom 20 ms 80 ms Ultrassom de 3.5 MHz Tempo 80 mm 0 PRF = 6kHz Tempo 80 ms Computação das movimentações na propagação da onda de cisalhamento 10 MEDIDAS VÁLIDAS e IQR/M 30% 13

13 Apresentação do Dispositivo Q0 (mínima) Conceitos Estatísticos 10 medições válidas Ordenadas em ordem crescente (de M1 a M10) M1 M2 M3 M4 M5 M6 M7 M8 M9 M10 Q1 Q2 (mediana) Q3 IQR (intervalo interquartil) = Q3-Q1 Q4 (máxima) Echosens Tous droits réservés. Toute reproduction totale ou partielle sur quelque support que ce soit ou utilisation du contenu de ce document est interdite sans l autorisation écrite préalable d Echosens 07/2011 CONFIDENTIAL 14

14 Exame do Paciente Elastogramas Corretos A onda de cisalhamento deve ser visível através de toda a profundidade da imagem do elastograma. As bordas da tira preta representam a onda de cisalhamento e devem fornecer um caminho paralelo um ao outro. Echosens Tous droits réservés. Toute reproduction totale ou partielle sur quelque support que ce soit ou utilisation du contenu de ce document est interdite sans l autorisation écrite préalable d Echosens 07/2011 CONFIDENTIAL 23

15 Características de la Sonda XL Efeito da Parede Abdominal Exemplo do efeito da parede abdominal : Devido aos parámetros de software da sonda XL e ao efeito da parede abdominal, podem aparecer elastogramas com anomalías visuais. Advertência Somente com a Sonda XL No entanto, a onda elástica é seguida por ultrassom no fígado O Valor expresso da dureza (kpa) não e aceitável Echosens Tous droits réservés. Toute reproduction totale ou partielle sur quelque support que ce soit ou utilisation du contenu de ce document est interdite sans l autorisation écrite préalable d Echosens 07/2011 CONFIDENTIAL 24

16 Exame do Paciente Validade da Medição e Contadores Qualidade das Medições A qualidade da vibração depende da calibração da sonda Qualidade do Elastograma: ao se conseguir um bom seguimento da propagação da onda elástica dentro do fígado Validade das medições Ambos critérios de qualidade devem ser alcançados. Contadores de Medições Número de medições inválidas Índice de sucesso (%) Echosens Tous droits réservés. Toute reproduction totale ou partielle sur quelque support que ce soit ou utilisation du contenu de ce document est interdite sans l autorisation écrite préalable d Echosens 07/2011 CONFIDENTIAL 25

17 Exame do Paciente Devido às costelas: Ondas de Tipo A Pode levar à superestimação da dureza do fígado. É necessário evitar este efeito, encontrando um lugar em que o espaço intercostal seja maior, pois, do contrário, o exame deverá ser recusado. sobrestimação Não sobrestimação Echosens Tous droits réservés. Toute reproduction totale ou partielle sur quelque support que ce soit ou utilisation du contenu de ce document est interdite sans l autorisation écrite préalable d Echosens 07/2011 CONFIDENTIAL 27

18 Exame do Paciente Ondas de Tipo E (alargadas) Também devido às costelas: Sempre traz consigo a sobrestimação da dureza do fígado. É necessário evitá-las, encontrando um lugar em que o espaço intercostal seja maior, pois, do contrário, o exame deverá ser recusado. Onda E = sobrestimação Echosens Tous droits réservés. Toute reproduction totale ou partielle sur quelque support que ce soit ou utilisation du contenu de ce document est interdite sans l autorisation écrite préalable d Echosens 07/2011 CONFIDENTIAL 28

19 Exame do Paciente Ondas Anguladas O fígado está localizado muito profundo por debaixo da pele Saturação das imagnes do modo TM e A Pode ter como consequência a sobrestimação da dureza do fígado É necessário evitá-las, encontrando um lugar em que o espaço intercostal seja maior, pois, do contrário, o exame deverá ser recusado. Saturação dos modos A e TM Declive correto Sobrestimação As ondas anguladas também podem gerar a sobrestimação dos valores do CAP Echosens Tous droits réservés. Toute reproduction totale ou partielle sur quelque support que ce soit ou utilisation du contenu de ce document est interdite sans l autorisation écrite préalable d Echosens 07/2011 CONFIDENTIAL 29

20 Elastografia Qualidade

21 Morfometria Fibrose e Estetatose

22

23 Qualidade do CAP vs. Morfometria 312 pacientes. Média da rigidez hepática 8.7 +/- 2.1kPa. Morfometria digital: S0 (<5%) 29 (9.3%), S1 (>5% to <33%) 99 (31.7%), S2 (>33% to <66%) 164 (53.5%) e S3 (>66%) 20 (6.4%). Medidas do CAP: S0 (<248db/m) 35 (11.2%), S1 (<268db/m) 83 (26.6%), S2 (<280db/m) 177 (56.7%) e S3 (>280dm/m) 17 (5.4%). Coeficiente de Spearman mostrou correlação independente entre CAP e morfometria digital (r=0.48, p<0.05), exceto para diferenciar entre S1 e S2 (p=0.11). AUROCs para S0 vs S1,2,3 foi de 0.944, Para diferenciação entre S1, S2 e S3 foram 0.812, and O IQR do CAP foi independentemente associado com a acurácia (<40db vs >40db, OR 2.81, 95% CI ), assim como a rigidez elevada (>20kPa vs <20kPa, OR 0.78, 95% CI ). Mendes LC, et al, AASLD 2017, Poster aceito.

24 Qualidade do CAP vs. Morfometria 3242 medidas (312 pacientes) com elastograma e CAP. Morfometria digital: S0 (<5%) 29 (9.3%), S1 (>5% to <33%) 99 (31.7%), S2 (>33% to <66%) 164 (53.5%) e S3 (>66%) 20 (6.4%). CAP: S0 (<248db/m) 246 (7.6%), S1 (<268db/m) 940 (29%), S2 (<280db/m) 1784 (55%) e S3 (>280dm/m) 272 (8.4%). Qualidade do Elastograma: 1345 classe I (41.5%), 1174 classe II (36.2%) e 723 (22,3%) classe III. Correlação de Spearman AUROC para o grau de esteatose para S0 vs S123 e S012 vs S3 foi similar entre classes de elastograma (p=0.18). Para distinguir entre S1 e S2, AUROC para elastograma classe I (0.911) foi significativamente maior que para as classes II e III (0.838 and 0.799, respectivamente, r=0.70, p<0,05). Na análise multivariada, a qualidade do elastograma permaneceu independentemente associada à acurácia do CAP ajustados para variabilidade do CAP <40 vs >40db e LS <20kPa vs >20kPa. Mendes LC, et al, AASLD 2017, Poster aceito.

25 J. Hepatol. 2017, 67,

26 ARFI (VirtualTouch ) p-swe Nightingale et al. UMB 2002 ; 28: Friedrich-Rust et al. Radiology 2009 ; 252: MEDIDAS VÁLIDAS e IQR/M 30%

27 Desempenho Diagnóstico Metanálise N = 518 patients Friedrich-Rust et al. J Viral Hepat 2012; 19: 212-9

28 ARFI pswe vs. Fibroscan Metanálise: fibrose significante ARFI TE Se = 74% Sp = 83% Se = 78% Sp = 84% N= 1063 patients with CLD; 13 studies Bota et al. Liver Int 2013; 33:

29 ARFI p-swe vs. Fibroscan Metanálise: fibrose significante ARFI TE Se = 87% Sp = 87% Se = 89% Sp = 87% Falha: 2.1% vs. 6.6 % (p<0.001) N= 1063 patients with CLD; 13 studies Bota et al. Liver Int 2013; 33:

30 Supersonic Shear Imaging (Aixplorer ) 2D-SWE 3-15 MEDIDAS VÁLIDAS e IQR/M 30% Muller et al. UMB 2009; 35: Bavu et al. UMB 2011;37:

31 Supersonic shear Imaging (Aixplorer ) 2D-SWE Comparação com Fibroscan em Hepatite B & C Significant fibrosis P=0.002 N= 226 HBV patients N= 121 HCV patients Ferrraioli et al. Hepatology 2012; 56: Leung et al. Radiology 2013; 269: 910-8

32 Supersonic shear Imaging (Aixplorer ) 2D-SWE Comparação com Fibroscan e ARFI em DHC n = 349 F1 F2 F3 F4 SSI 0.89 ( ) Fibroscan 0.84 ( ) ARFI 0.81 ( ) 0.89 ( ) 0.83 ( ) 0.81 ( ) 0.92 ( ) 0.86 ( ) 0.85 ( ) 0.92 ( ) 0.90 ( ) 0.84 ( ) N = 349 patients with CLD Cassinoto et al. J Hepatol 2014; 61: 550-7

33 Mensagens Finais Conhecer o método para saber indicar Qualificação do operador. Alcançar os critérios de qualidade validados (rigor técnico 10 medidas, IQR, morfologia do elastograma) Conhecer as limitações e os fatores capazes de reduzir a acurácia dos métodos Bom senso na interpretação conforme o caso

34 À beira do leito, na prática clínica... Exame clínico Avaliação funcional Marcadores séricos Biópsia hepática Elasticidade Imagem (US, Doppler, TC, RNM, EDA)

35 MUITO OBRIGADO! HEPATOAIDS DE JUNHO HOTEL MAKSOUD PLAZA SÃO PAULO - SP

36 Testes Não Invasivos: Diretrizes EASL-ALEH Clinical practice Guidelines. J Hepatol 2015; 63:

37 Recomendações pswe/arfi tem melhor desempenho para o diagnóstico de cirrose do que fibrose significante e está melhor validada em hepatite C do que B, HIV-HCV, DHGNA e outras doenças hepáticas (A1) pswe/arfi mostra desempenho semelhante ao Fibroscan para detectar fibrose significante e cirrose (A1) 2D-SWE e RM são técnicas promissoras, ainda sob investigação. Parecem equivalentes ao Fibroscan e pswe (B1)

A Atualidade e o Futuro da Elastografia Hepática

A Atualidade e o Futuro da Elastografia Hepática A Atualidade e o Futuro da Elastografia Hepática Dr. Paulo Roberto Abrão Ferreira Prof. Afiliado da Disciplina de Infectologia UNIFESP CRT DST Aids de São Paulo Conflito de interesse Atividades de pesquisa

Leia mais

RAQUEL LONGHI BRINGHENTI

RAQUEL LONGHI BRINGHENTI RAQUEL LONGHI BRINGHENTI ELASTOGRAFIA HEPÁTICA MÉTODO NÃO INVASIVO PARA O DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO DE FIBROSE HEPÁTICA, ATRAVÉS DA ANÁLISE DA RIGIDEZ DO PARÊNQUIMA HEPÁTICO. A FIBROSE HEPÁTICA É O PRINCIPAL

Leia mais

Mesa redonda Doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) DHGNA/NASH: diagnóstico Invasivo x não invasivo

Mesa redonda Doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) DHGNA/NASH: diagnóstico Invasivo x não invasivo Mesa redonda Doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) DHGNA/NASH: diagnóstico Invasivo x não invasivo Prof Ana Martinelli Departamento de Clinica Médica FMRP-USP Pontos para discutir DHGNA: definição

Leia mais

Métodos não-invasivos na avaliação da fibrose hepática. EDISON ROBERTO PARISE Universidade Federal de São Paulo UNIFESP

Métodos não-invasivos na avaliação da fibrose hepática. EDISON ROBERTO PARISE Universidade Federal de São Paulo UNIFESP Métodos não-invasivos na avaliação da fibrose hepática EDISON ROBERTO PARISE Universidade Federal de São Paulo UNIFESP Testes não invasivos de fibrose (TNIF) Marcadores séricos DIRETOS componentes MEC

Leia mais

Métodos Não Invasivos para Avaliação da Fibrose Hepática: Experiência com a Elastografia Hepática

Métodos Não Invasivos para Avaliação da Fibrose Hepática: Experiência com a Elastografia Hepática Métodos Não Invasivos para Avaliação da Fibrose Hepática: Experiência com a Elastografia Hepática Dr. Humberto O. Galizzi Gastro- Hepatologista Membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia Membro do Serviço

Leia mais

Biópsia Hepática e Métodos não invasivos de Avaliação de Hepatites Virais

Biópsia Hepática e Métodos não invasivos de Avaliação de Hepatites Virais Biópsia Hepática e Métodos não invasivos de Avaliação de Hepatites Virais ELODIE BOMFIM HYPPOLITO Comitê Estadual de Hepatites Virais SESA- CE Ambulatório de Hepatites HSJ Serviço de Transplante de Fígado

Leia mais

Thomaz de Figueiredo Mendes 10 de agosto de 1911

Thomaz de Figueiredo Mendes 10 de agosto de 1911 Thomaz de Figueiredo Mendes 10 de agosto de 1911 Marcadores de Fibrose Hepática e a Importância das Novas Técnicas Cláudio G. de Figueiredo Mendes Serviço de Hepatologia Santa Casa do Rio de Janeiro

Leia mais

Diagnóstico Invasivo e Não Invasivo na Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica. Ana Lúcia Farias de Azevedo Salgado 2017

Diagnóstico Invasivo e Não Invasivo na Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica. Ana Lúcia Farias de Azevedo Salgado 2017 Diagnóstico Invasivo e Não Invasivo na Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica Ana Lúcia Farias de Azevedo Salgado 2017 Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica 12%-30% 15%-30% 8% McCullough, 2006 Esteatose

Leia mais

INOVAÇÃO no tratamento de doenças hepáticas

INOVAÇÃO no tratamento de doenças hepáticas POWERED BY VCTE TM INOVAÇÃO no tratamento de doenças hepáticas Solução inteligente na ajuda ao diagnóstico clínico, o FibroScan utiliza a quantificação da fibrose e da esteatose de última geração com a

Leia mais

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA MULTIPARAMÉTRICA DO FÍGADO

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA MULTIPARAMÉTRICA DO FÍGADO RESSONÂNCIA MAGNÉTICA MULTIPARAMÉTRICA DO FÍGADO DR. FERNANDO GAZZONI IMAGEM DO ABDOME HOSPITAL SÃO LUCAS-PUCRS INSCER-PUCRS HCPA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA MULTIPARAMÉTRICA DO FÍGADO 1) Fibrose 2) Gordura

Leia mais

DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO. Helma Pinchemel Cotrim

DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO. Helma Pinchemel Cotrim DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO Helma Pinchemel Cotrim Profa. Titular de Gastro- Hepatologia Faculdade de Medicina Universidade Federal da Bahia DIAGNÓSTICO DA DHGNA

Leia mais

Métodos de Imagem na Avaliação evolutiva da esquistossomose mansônica. Ana Lúcia Coutinho Domingues

Métodos de Imagem na Avaliação evolutiva da esquistossomose mansônica. Ana Lúcia Coutinho Domingues Métodos de Imagem na Avaliação evolutiva da esquistossomose mansônica Ana Lúcia Coutinho Domingues 1 INTRODUÇÃO Esquistossomose mansônica 6-8 milhões de pessoas infectadas pelo Schistosoma mansoni 30 milhões

Leia mais

PROGRAMA DE ELASTOGRAFIA TRANSITÓRIA ITINERANTE

PROGRAMA DE ELASTOGRAFIA TRANSITÓRIA ITINERANTE PROGRAMA DE ELASTOGRAFIA TRANSITÓRIA ITINERANTE EFFECTIVENESS OF DIAGNOSIS AND TREATMENT OF HEPATITIS C IN BRAZIL INFECTED POPULATION 1.400.000 % HCV infected population 100% DIAGNOSED 500.000 36% TREATED

Leia mais

O primeiro dispositivo validado clinicamente

O primeiro dispositivo validado clinicamente POWERED BY O primeiro dispositivo validado clinicamente utilizando ELASTOGRAFIA TRANSITÓRIA C om uma a solução inteligente para auxiliar o diagnóstico clínico, o FibroScan utiliza quantificação de fibrose

Leia mais

Elastografia hepática ultrassônica no diagnóstico da fibrose hepática

Elastografia hepática ultrassônica no diagnóstico da fibrose hepática Elastografia hepática ultrassônica no diagnóstico da fibrose hepática N o 170 Setembro/2015 1 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e

Leia mais

Local de realização do exame: Unidade Morumbi. Elastografia US Fígado e Tireóide

Local de realização do exame: Unidade Morumbi. Elastografia US Fígado e Tireóide Local de realização do exame: Unidade Morumbi Elastografia US Fígado e Tireóide O que é Elastografia Hepática por Ultrassonografia? É uma técnica avançada e não invasiva associada à ultrassonografia convencional,

Leia mais

Fernanda Fernandes Souza Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo

Fernanda Fernandes Souza Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo Fernanda Fernandes Souza Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo DECLARAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSE Em conformidade com a RDC 96 de 17/12/2008 declaro

Leia mais

Avaliação Clínica do Paciente com Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica

Avaliação Clínica do Paciente com Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica XVI WORKSHOP INTERNACIONAL DE HEPATITES VIRAIS DE PERNAMBUCO V SIMPÓSIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO E HIPERTENSÃO PORTA BRASIL/INGLATERRA RECIFE 03 E 05 DE MAIO DE 2012 Avaliação Clínica do Paciente com Doença

Leia mais

NECESSIDADE DE BIOPSIA HEPÁTICA EM DHGNA: Argumentação contrária

NECESSIDADE DE BIOPSIA HEPÁTICA EM DHGNA: Argumentação contrária NECESSIDADE DE BIOPSIA HEPÁTICA EM DHGNA: Argumentação contrária Monotemático Esteatose e Esteato-hepatite não alcoólicas APEF-2007 Ana Martinelli Divisão de Gastroenterologia FMRP-USP DHGNA: Necessidade

Leia mais

Caso Clínico Genótipo 3

Caso Clínico Genótipo 3 Caso Clínico Genótipo 3 Hamilton Bonilha de Moraes Instituto de Vacinação e Infectologia de Piracicaba Ex-Presidente da Sociedade Paulista de Infectologia São Paulo, 24 de outubro de 2015 Caso Clínico

Leia mais

Vale a pena tratar o Imunotolerante na Hepatite Crônica B? Patrícia LofêgoGonçalves HUCAM-UFES

Vale a pena tratar o Imunotolerante na Hepatite Crônica B? Patrícia LofêgoGonçalves HUCAM-UFES Vale a pena tratar o Imunotolerante na Hepatite Crônica B? Patrícia LofêgoGonçalves HUCAM-UFES Introdução Fases da infecção pelo VHB Considerações sobre tratamento da hepatite crônica B Razões para não

Leia mais

OPÇÕES DE TRATAMENTO DA HEPATITE C GENÓTIPO 1. Em pacientes Cirróticos

OPÇÕES DE TRATAMENTO DA HEPATITE C GENÓTIPO 1. Em pacientes Cirróticos OPÇÕES DE TRATAMENTO DA HEPATITE C GENÓTIPO 1 Em pacientes Cirróticos 1 ALVOS PARA AÇÃO DOS DAA CONTRA O HCV Receptor binding and endocytosis Transport and release Fusion and uncoating (+) RNA Virion assembly

Leia mais

Fazer um diagnóstico. Testes Diagnósticos. Necessidade dos testes. Foco principal

Fazer um diagnóstico. Testes Diagnósticos. Necessidade dos testes. Foco principal Testes Diagnósticos Avaliação Crítica Fazer um diagnóstico tentativa de tomar uma decisão adequada usando informações inadequadas resultado de testes diminuir a incerteza do diagnóstico Ideal saber viver

Leia mais

Fazer um diagnóstico. Necessidade dos testes. Foco principal. Variabilidade do teste. Diminuição das incertezas definição de normal

Fazer um diagnóstico. Necessidade dos testes. Foco principal. Variabilidade do teste. Diminuição das incertezas definição de normal Fazer um diagnóstico Avaliação Crítica tentativa de tomar uma decisão adequada usando informações inadequadas resultado de testes diminuir a incerteza do diagnóstico Ideal saber viver com a incerteza saber

Leia mais

Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica

Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica INDICAÇÃO DE BIÓPSIA HEPÁTICA (Na era dos exames não invasivos) Helma Pinchemel Cotrim Prof. Associada- Doutora- Faculdade Medicina Universidade Federal da Bahia

Leia mais

Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética qual a melhor opção para cada caso?

Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética qual a melhor opção para cada caso? Abordagem diagnóstica de um nódulo hepático o que o cirurgião deve saber? Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética qual a melhor opção para cada caso? Maria Fernanda Arruda Almeida Radiologia

Leia mais

FIBROTEST e FIBROMAX. Diagnóstico não invasivo para doenças do fígado

FIBROTEST e FIBROMAX. Diagnóstico não invasivo para doenças do fígado FIBROTEST e FIBROMAX Diagnóstico não invasivo para doenças do fígado O Hermes Pardini traz para o Brasil, com exclusividade, os testes não invasivos desenvolvidos pela empresa francesa BioPredictive. Os

Leia mais

Journal Club (set/2010)

Journal Club (set/2010) Journal Club (set/2010) van Werven et al Academic Medical Center University of Amsterdam Netherland Thiago Franchi Nunes Orientador: Dr. Rogério Caldana Escola Paulista de Medicina Universidade Federal

Leia mais

USG intra-op necessária mesmo com boa Tomografia e Ressonância?

USG intra-op necessária mesmo com boa Tomografia e Ressonância? USG intra-op necessária mesmo com boa Tomografia e Ressonância? Maria Fernanda Arruda Almeida Médica Radiologista, A.C.Camargo Cancer Center TCBC Antonio Cury Departamento de Cirurgia Abdominal. A.C. Camargo

Leia mais

Avaliação do perfil clínico e mensuração da rigidez hepática através da elastografia por ondas de cisalhamento em pacientes com cirrose hepática

Avaliação do perfil clínico e mensuração da rigidez hepática através da elastografia por ondas de cisalhamento em pacientes com cirrose hepática I UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA Fundada em 18 de Fevereiro de 1808 Monografia Avaliação do perfil clínico e mensuração da rigidez hepática através da elastografia por ondas

Leia mais

HISTOPATOLOGIA DA HEPATITES VIRAIS B e C. Luiz Antônio Rodrigues de Freitas Fundação Oswaldo Cruz (CPqGM Bahia) Faculdade de Medicina da UFBA

HISTOPATOLOGIA DA HEPATITES VIRAIS B e C. Luiz Antônio Rodrigues de Freitas Fundação Oswaldo Cruz (CPqGM Bahia) Faculdade de Medicina da UFBA HISTOPATOLOGIA DA HEPATITES VIRAIS B e C Luiz Antônio Rodrigues de Freitas Fundação Oswaldo Cruz (CPqGM Bahia) Faculdade de Medicina da UFBA HEPATITES CRÔNICAS RACIONAL PARA INDICAÇÃO DE BIÓPSIA HEPÁTICA

Leia mais

TRATAMENTO DA HEPATITE VIRAL B HBeAg (+) e HBeAg (-) CLÁUDIO G. DE FIGUEIREDO MENDES SERVIÇO DE HEPATOLOGIA SANTA CASA DO RIO DE JANEIRO

TRATAMENTO DA HEPATITE VIRAL B HBeAg (+) e HBeAg (-) CLÁUDIO G. DE FIGUEIREDO MENDES SERVIÇO DE HEPATOLOGIA SANTA CASA DO RIO DE JANEIRO TRATAMENTO DA HEPATITE VIRAL B HBeAg (+) e HBeAg (-) CLÁUDIO G. DE FIGUEIREDO MENDES SERVIÇO DE HEPATOLOGIA SANTA CASA DO RIO DE JANEIRO 2 bilhões infecção passada ou atual pelo HBV [1] 350 400 milhões

Leia mais

Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia

Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Encontro de Ligas de Infectologia/SP Associação Paulista de Medicina - APM Mai/2016 - São Paulo - SP - Brasil O material que se segue faz

Leia mais

Comparação entre a acurácia de métodos não invasivos de fibrose e a biópsia hepática em pacientes com hepatite C crônica

Comparação entre a acurácia de métodos não invasivos de fibrose e a biópsia hepática em pacientes com hepatite C crônica TAISA GROTTA RAGAZZO Comparação entre a acurácia de métodos não invasivos de fibrose e a biópsia hepática em pacientes com hepatite C crônica Dissertação apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade

Leia mais

MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C

MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C HEPATITE C PAPEL DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE EDUARDO C. DE OLIVEIRA Infectologista DIVE HCV HCV RNA vírus família Flaviviridae descoberta do HVC (1989) Vírus da hepatite não

Leia mais

Journal Club. Setor Abdome. Apresentação: Lucas Novais Bomfim Orientação: Dr. George Rosas. Data: 10/04/2013

Journal Club. Setor Abdome. Apresentação: Lucas Novais Bomfim Orientação: Dr. George Rosas. Data: 10/04/2013 Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Setor Abdome Journal Club Apresentação: Lucas Novais Bomfim Orientação: Dr. George Rosas Data: 10/04/2013

Leia mais

Imagenologia das Lesões Hepáticas

Imagenologia das Lesões Hepáticas Curso Continuado em Cirurgia Geral do CBCSP 2014 Imagenologia das Lesões Hepáticas Dr. Lucas Scatigno Saad 26/07/2014 Fígado Maior órgão parenquimatoso do corpo 1.000-2.500 g no adulto saudável Hipocôndrio

Leia mais

Recomendações de Orientação Clínica da EASL-ALEH: Testes não invasivos para avaliação da gravidade da doença hepática e do prognóstico

Recomendações de Orientação Clínica da EASL-ALEH: Testes não invasivos para avaliação da gravidade da doença hepática e do prognóstico da EASL-ALEH: Testes não invasivos para avaliação da gravidade da doença hepática e do prognóstico Associação Europeia para o Estudo do Fígado*, Asociación Latinoamericana para el Estudio del Hígado Introdução

Leia mais

Métodos Sorológicos Complexos (Comerciais) VII WIAH 29 e 30 de agosto de 2014 Prof Dra Dominique Muzzillo - UFPR

Métodos Sorológicos Complexos (Comerciais) VII WIAH 29 e 30 de agosto de 2014 Prof Dra Dominique Muzzillo - UFPR Métodos Sorológicos Complexos (Comerciais) VII WIAH 29 e 30 de agosto de 2014 Prof Dra Dominique Muzzillo - UFPR 1.Por que usar métodos não invasivos? 1.Por que usar métodos não invasivos? Para tentar

Leia mais

US + Elastografia+ Doppler: funcionam no rastreamento?

US + Elastografia+ Doppler: funcionam no rastreamento? OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA ULTRASSONOGRAFIA MAMÁRIA Encontrar lesões malignas não detectadas no rastreamento mamográfico em pacientes assintomáticas US + Elastografia+ Doppler: funcionam no rastreamento?

Leia mais

Especializanda: Renata Lilian Bormann - E4 Orientadora: Patrícia Prando Data: 16/05/2012

Especializanda: Renata Lilian Bormann - E4 Orientadora: Patrícia Prando Data: 16/05/2012 Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Especificidade da TC sem contraste no diagnóstico não invasivo da esteatose hepática: implicações na

Leia mais

XVI WORKSHOP INTERNACIONAL DE HEPATITES VIRAIS DE PERNAMBUCO V SIMPÓSIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO E HIPERTENSÃO PORTA BRASIL / INGLATERRA MAIO 2012

XVI WORKSHOP INTERNACIONAL DE HEPATITES VIRAIS DE PERNAMBUCO V SIMPÓSIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO E HIPERTENSÃO PORTA BRASIL / INGLATERRA MAIO 2012 XVI WORKSHOP INTERNACIONAL DE HEPATITES VIRAIS DE PERNAMBUCO V SIMPÓSIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO E HIPERTENSÃO PORTA BRASIL / INGLATERRA MAIO 2012 Dominique Araújo Muzzillo Profª Adjunto - UFPR Tratamento

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes moles é?

1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes moles é? Exercícios de Física 1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? a) 15 Hz b) 15 KHz c) 15 MHz d) 17.000 Hz e) 19 KHz 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes

Leia mais

Retratamento da hepatite C crônica: estado atual

Retratamento da hepatite C crônica: estado atual Retratamento da hepatite C crônica: estado atual XV Workshop Internacional de Hepatites Virais de Pernambuco IV Simpósio de Transplante Hepático e Hipertensão Porta Recife - 2011 Rosângela Teixeira RVS:

Leia mais

COMISSÃO COORDENADORA DO TRATAMENTO DAS DOENÇAS LISOSSOMAIS DE SOBRECARGA

COMISSÃO COORDENADORA DO TRATAMENTO DAS DOENÇAS LISOSSOMAIS DE SOBRECARGA COMISSÃO COORDENADORA DO TRATAMENTO DAS DOENÇAS LISOSSOMAIS DE SOBRECARGA REGISTO DE MONITORIZAÇÃO Défice de Lipase Ácida Lisossomal (todos os doentes, excepto doença de Wolman ) (Preencher com letra legível)

Leia mais

Fibrose hepática e marcadores indiretos de fibrose

Fibrose hepática e marcadores indiretos de fibrose Fibrose hepática e marcadores indiretos de fibrose Realização: Apoio: SOCIEDADE BRASILEIRA DE HEPATOLOGIA FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE GASTROENTEROLOGIA A Sociedade Brasileira de Hepatologia tem como um de

Leia mais

RECOMENDAÇÕES DA SBH e SBI PARA TRATAMENTO DA HEPATITE C NO BRASIL COM NOVOS DAAs

RECOMENDAÇÕES DA SBH e SBI PARA TRATAMENTO DA HEPATITE C NO BRASIL COM NOVOS DAAs RECOMENDAÇÕES DA SBH e SBI PARA TRATAMENTO DA HEPATITE C NO BRASIL COM NOVOS DAAs Grau de recomendação segundo a força de evidência científica: A Recomendação baseada em estudos experimentais ou observacionais

Leia mais

Punções: abdominal, vesical e torácica

Punções: abdominal, vesical e torácica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CLÍNICA CIRÚRGICA Disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental Punções: abdominal, vesical e torácica [email protected] http://labtoce.ufsc.br

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO PACIENTE COM DHGNA VICTORINO SPINELLI TOSCANO BARRETO JCPM,

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO PACIENTE COM DHGNA VICTORINO SPINELLI TOSCANO BARRETO JCPM, AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DO PACIENTE COM DHGNA VICTORINO SPINELLI TOSCANO BARRETO JCPM, 09-06-2011 Doença Hepática Gordurosa Alcoólica (DHGNA) Conceitos básicos Primária( Expressão hepática da síndrome Metabólica

Leia mais

Venopatia portal obliterativa (VPO): achados de imagem na TC

Venopatia portal obliterativa (VPO): achados de imagem na TC Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Venopatia portal obliterativa (VPO): achados de imagem na TC Especializando: Eduardo Lima E4 Orientador:

Leia mais

Co- infecção HIV- HCV e comorbidades

Co- infecção HIV- HCV e comorbidades \! I!Workshop!Diagnóstico!e!Acesso!ao!Tratamento: Coinfecção!HIV/HCV!na!Região!Sudeste Rio$de$Janeiro$ $Copacabana$0$21$e$22$de$julho$de$2017$ $ Co- infecção HIV- HCV e comorbidades Evaldo Stanislau Affonso

Leia mais

NASH and diabetologists perspective. Dra. Nathalie Carvalho Leite Serviços de Clínica Médica e Hepatologia do HUCFF- UFRJ

NASH and diabetologists perspective. Dra. Nathalie Carvalho Leite Serviços de Clínica Médica e Hepatologia do HUCFF- UFRJ NASH and diabetologists perspective Dra. Nathalie Carvalho Leite Serviços de Clínica Médica e Hepatologia do HUCFF- UFRJ Diabetes: the slow-motion disaster Prevalence: 8.5% ou 422 million people worldwide

Leia mais

Artículo Especial: Evaluación de la evidencia científica Albert J. Jovell Y Maria D. Navarro-Rubio Med Clin (Barc) 1995;105:

Artículo Especial: Evaluación de la evidencia científica Albert J. Jovell Y Maria D. Navarro-Rubio Med Clin (Barc) 1995;105: Unidade de Pesquisa Clínica Artículo Especial: Evaluación de la evidencia científica Albert J. Jovell Y Maria D. Navarro-Rubio Med Clin (Barc) 1995;105: 740-43 Apresentado em 13 de Maio de 2009 Mireile

Leia mais

Métodos de imagem. Radiologia do fígado. Radiologia do fígado 12/03/2012

Métodos de imagem. Radiologia do fígado. Radiologia do fígado 12/03/2012 Radiologia do fígado Prof. Jorge Elias Jr Radiologia do fígado Revisão anatômica Métodos de imagem na avaliação do fígado Anatomia seccional hepática pelos métodos de imagem Exemplo da utilização dos métodos:

Leia mais

DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA

DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA - maio 2019 DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA Osvaldo Flávio de Melo Couto Mestre em Ciências da Saúde e doutorando em Ciências Aplicadas ao Aparelho digestivo pela Faculdade de Medicina da UFMG.

Leia mais

Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde

Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Secretaria de Vigilância em

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO HEPATOCARCINOMA

DIAGNÓSTICO DO HEPATOCARCINOMA Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia Curitiba, Abril de 2006 DIAGNÓSTICO DO HEPATOCARCINOMA MÁRIO REIS ÁLVARES DA SILVA Hospital de Clínicas de Porto Alegre Universidade Federal do Rio

Leia mais

Vigilância ativa em câncer de próstata. Marcos Tobias Machado Setor de Uro-oncologia

Vigilância ativa em câncer de próstata. Marcos Tobias Machado Setor de Uro-oncologia Vigilância ativa em câncer de próstata Marcos Tobias Machado Setor de Uro-oncologia Argumentos que justificam a vigilância ativa como opção terapêutica Câncer de próstata na era do PSA Apresentação clínica

Leia mais

2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia

2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia 1. Sinonímia: HIV triagem, HIV teste rápido 2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica Utilizado para investigar a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana.

Leia mais

Teoria do ACR BI-RADS : Ultrassonografia Rodrigo Hoffmeister, MD

Teoria do ACR BI-RADS : Ultrassonografia Rodrigo Hoffmeister, MD Teoria do ACR BI-RADS : Ultrassonografia Rodrigo Hoffmeister, MD Médico Radiologista Serviço de imagem da mama. Hospital Mãe de Deus - Porto Alegre/RS CDU- Unimed- Porto Alegre/RS Centro Eco Novo Hamburgo/RS

Leia mais

Recomendações da SBH. para Diagnóstico e Tratamento das Hepatites B e Delta

Recomendações da SBH. para Diagnóstico e Tratamento das Hepatites B e Delta Recomendações da SBH para Diagnóstico e Tratamento Simpósio de Hepatologia da Região Norte Recomendações da SBH para Diagnóstico e Tratamento Redatores documento final Raymundo Paraná, Francisco Souto,

Leia mais

Rastreamento para Câncer de Pulmão

Rastreamento para Câncer de Pulmão Rastreamento para Câncer de Pulmão Rosana S Rodrigues Coordenadora de Pesquisa - Área de Imagem ID Or Médica Radiologista Hospital Copa D Or e HUCFF/UFRJ Rastreamento anual por TC de baixa dose (LDCT)

Leia mais