Rajella obscura Hydrolagus matallanasi.
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- Ana Luiza Pinho Imperial
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1 Peixes de profundidade do Nordeste do Brasil Dr. Cláudio L. S. Sampaio Universidade Federal de Alagoas
2 Introdução Os primeiros registros de coletas sistemáticas de peixes de águas profundas no Brasil foram realizados somente no Século XIX. O aumento no conhecimento da ictiofauna marinha de águas além da plataforma continental brasileira foi impulsionado, nas ultimas décadas, por programas, como foi o REVIZEE, produzindo um grande número de novos registros e descrições de espécies. Rajella sadowskii Chromis flavicauda
3 Definições
4 Leucogrammuslycus brichius Eptatretus menezesis Myxine sotoi
5 Galeus mincaronei Benthobatis kreffii Rajella obscura Hydrolagus matallanasi.
6 Apesar da crescente importância econômica de algumas espécies típicas de águas profundas, muitas dessas ainda necessitam de considerável atenção taxonômica, filogenética e ecológica. Naturalmente o conhecimento cientifico é essencial para o manejo pesqueiro. Squatina cf. mexicana Synaphobranchus calvus
7 Infra estrutura nem sempre acessível...
8 Operação complexa e nem sempre exitosa...
9 Operações pesqueiras/científicas com elevado custo Teleósteos mais abundantes na costa central brasileira (Costa et al., 2007)
10 Reduzido potencial pesqueiro na região. Gadiformes (Melo et al., 2010) Ipnopidae (Franco et al., 2009)
11 Operação complexa e prazerosa...
12 Clara tendência de redução da riqueza de espécies, mas então como são realizadas essas descobertas nas águas nordestinas? (Olavo et al., 2011) Olavo et al., 2009 Mas que métodos de pesca e que adaptações são essas?
13 Como acessar essa fauna de águas profundas? Parcerias! Monitoramento da pesca artesanal, comercial e esportiva Ongs. Trabalhos em rede (linha e anzol)!
14 Diferencial: criatividade e emprego do conhecimento ecológico local
15 Emprego de equipamentos adaptados da pesca artesanal, esportiva e comercial.
16 Registro e criação de um banco de imagens
17 Surgimento de novos desafios! Myxine sp. Eptatretus multidens
18 Diversidade de Elasmobrânquios
19 Schroederichthys tenuis
20
21 Dipturus sp.
22 Scyliorhinus sp.
23 Scyliorhinus sp. Novíssimos desafios!
24 Surgimento de novas possibilidades! Educação Ambiental
25 Novos recursos? Pesca comercial? Esportiva?
26 Trachipterus jacksonensis
27 Aulopus filamentosus
28 Turistas acidentais ou frequentadores assíduos! Macruronus novaezelandiae
29 Novíssimos registros! Verilus sordidus
30 Descoberta de novas espécies!
31 Utilização de veículos operados remotamente (R.O.V.) Cerca de 90% da produção de petróleo e gás são em estruturas off- shore. Poucos estudos no Brasil (Soto & Costa, 2010; Pereira-Filho, 2011).
32 Surgimento de novos desafios!
33 Problemas parecidos mesmas soluções?
34 Extra! Extra! Peixes de águas profundas são ótimo coletores!
35 Recapitulando: Pescarias de profundidade estão explorando os últimos refúgios de peixes comerciais e não deve ser visto como uma alternativa para o declínio dos recursos em águas mais rasas. Em vez disso, habitats de profundidade devem ser trabalhados como os novos candidatos para a conservação marinha. Peixes de profundidade são altamente vulneráveis a pesca por conta de sua biologia, particularmente os tubarões. Todas as populações estão ao alcance da pesca, não havendo reservas escondidas de biomassa. Os dados atuais são limitados, dificultando a determinação dos efeitos da pesca e das capturas acessórias nas águas profundas.
36 Conclusões A região do talude suporta admiráveis pescarias multiespecíficas, além de serem importantes áreas de desova e alimentação para muitas espécies, sendo extremamente vulneráveis as pressões antrópicas (pesca intensiva, poluição, trafego de embarcações e mineração, atividades em expansão no NE do Brasil). Todos os dados indicam grande importância biológica e econômica para a região, todavia, apesar da sua importância o talude e seus recifes profundos não são incluídos em qualquer AMP do SW Atlântico. Agora que essa importância é reconhecida, espera-se que novos estudos e a implementação de estratégias de manejo adequado, considerando a prioridade na conservação dessas áreas.
37 Agradecimentos Emepec, Projeto TAMAR UFRN UFAL UFBA Alfredo de Carvalho-Filho et al. José Garcia Jr. et al. Álvaro Borba Jr. George Olavo
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