Controle de Processos Aula: Introdução ao controle de processos
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- Fernando Valgueiro Rijo
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1 Controle de Processos Aula: Introdução ao controle de processos Prof. Eduardo Stockler Tognetti Departamento de Engenharia Elétrica Universidade de Brasília UnB 1 o Semestre 2015 E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 1/18
2 Sumário 1 Introdução 2 Elementos de controle 3 Configurações de controle E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 1/18
3 Introdução Processo Conversão de um material de entrada num produto por meio de operações químicas e físicas. Controle de processos Manutenção de variáveis de processo (pressão, temperatura, fluxo, ph, composição etc) em algum valor operacional desejado. Processo Entradas/ distúrbios Saídas E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 2/18
4 Trocador de Calor Problema: Considere o problema de controle de temperatura de um trocador de calor tendo como fonte de energia o calor latente da condensação do vapor Figura Objetivo: Aquecer fluido que entra a uma temperatura T e(t) até uma temperatura desejada T r(t) T v(t), f v(t) T e(t), f(t) vapor água fria T(t) condensado água quente E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 3/18
5 Sumário 1 Introdução 2 Elementos de controle 3 Configurações de controle E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 3/18
6 Elementos do controle automático Elementos de medição (simbologia de medição de temperatura) Sensor (elemento primário): TE converte a variável de processo em uma forma mensurável; montado diretamente junto ao processo. Exemplo: termopar, termístores etc. Transmissor (elemento secundário): TT converte o valor da variável medida em um sinal eletrônico ou pneumático padrão adequado à transmissão ao controlador ou indicador. Conversor: TY dispositivo que converte um sinal em outro tipo de sinal; normalmente instalado entre o sensor/ transmissor e o controlador/ indicador ou entre o controlador e o elemento final de controle. Exemplo: conversor de corrente (4 20mA) para tensão (0 10V), conversor elétrico-pneumático P/I ou I/P (4 20mA para 3 15psi) Transdutor: transforma uma forma de energia em outra; muitos são classificados como sensores. Exemplo: termopar (converte temperatura em tensão) E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 4/18
7 Elementos do controle automático Elementos de controle e atuação (simbologia de controle de temperatura) Controlador: TC ou TIC instrumento cuja saída é modificada para regular uma variável controlada. Pode ser elétrico ou pneumático, analógico ou digital Elemento final de controle: TV instrumento que atua diretamente no processo manipulando uma variável conveniente (variável manipulada) em função do sinal de comando recebido. Em processos contínuos, normalmente é uma válvula de controle mas pode ser bombas de velocidade variável, motores elétricos, aquecedores elétricos etc Atuador: Parte do elemento final de controle que recebe o sinal de acionamento; pode ser elétricos, pneumáticos ou hidráulicos. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 5/18
8 Elementos do controle automático Classificação de variáveis de processo Variáveis de entrada: Variáveis manipuladas (MV) Distúrbios (d) Variáveis de saída: Variáveis medidas ou não medidas Variáveis controladas (CV) ou não controladas d (medido) d (não medido) MV s Processo saídas medidas saídas não medidas E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 6/18
9 Elementos do controle automático Variável controlada (CV, do inglês controlled variable): variável que deve ser mantida ou controlada em determinado valor desejado. Pode ser medida ou calculada (inferência). O termo variável de processo (PV, do inglês process variable) também pode ser empregado. Referência ou ponto fixo (SP, do inglês set-point): valor desejado da CV. Variável manipulada (MV, do inglês manipulated variable): variável cujo valor é ajustado por um operador humano ou controlador automático para manter a CV em seu SP. Variável de distúrbio: Qualquer variável cujo valor não é resultado de um ajuste de um operador ou controlador que faça com que a CV se desvie de seu SP. Não são influenciáveis e podem ou não ser medidas. Também chamadas de perturbação de carga ou de alimentação (variável de entrada). Variações nas variáveis de saída não controladas que podem provocar pertubações no processo são chamadas de dstúrbios de demanda. Objetivo do controle de processo Propor algoritmos para ajustar a variável manipulada para manter a variável controlada em seu ponto fixo independentemente da ocorrência de distúrbios. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 7/18
10 Elementos do controle automático Identifique as variáveis do trocador de calor Variáveis de entrada: Variáveis manipuladas Distúrbios Variáveis de saída: Variáveis controladas Variáveis não controladas T v(t), f v(t) vapor Figura Variáveis medidas definem estratégia de controle T e(t), f(t) água fria T(t) condensado água quente E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 8/18
11 Sumário 1 Introdução 2 Elementos de controle 3 Configurações de controle E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 8/18
12 Configurações de controle Realimentação Usa as medidas diretas das variáveis de controle para ajustar as variáveis manipuladas. d (medido) d (não medido) MV s Processo saídas medidas CV s saídas não medidas Controlador E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 9/18
13 Configurações de controle Inferencial Usa medidas secundárias para ajustar as variáveis manipuladas pois as variáveis de controle não podem ser medidas. O estimador usa as variáveis medidas e as informações do modelo do processo para computar matematicamente (estimar) os valores das variáveis de controle. d (medido) d (não medido) MV s Processo saídas medidas saídas não medidas CV s Estimador Controlador Estimação das CV s E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 10/18
14 Configurações de controle Antecipatório Usa as medidas dos distúrbios para ajustar as variáveis manipuladas de forma a antecipar o efeito das primeiras sobre as variáveis controladas por meio da informação do modelo matemático do processo. Raramente esta estratégia é utilizada isoladamente devido aos erros de modelagem. d (medido) d (não medido) Controlador MV s Processo saídas medidas saídas não medidas CV s E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 11/18
15 Configurações de controle Antecipatório e Realmentação Controlador Antecipatório d (medido) d (não medido) MV s Processo saídas medidas CV s saídas não medidas Controlador Realimentação E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 12/18
16 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
17 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
18 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
19 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
20 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
21 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
22 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
23 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
24 Configurações de controle Configurações de controle para o trocador de calor: Modo 1 Modo 2 Modo 3 FB medir T(t) comparar com valor desejado manipular válvula de vapor para corrigir desvio ação? FF medir T i (t) avaliar efeito na mudança de T(t) manipular válvula de vapor para antecipar desvio ação? FB-FF E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 13/18
25 Configurações de controle Diagrama de blocos: Controle de Realimentação e Antecipatório Distúrbio Processo Distúrbio Controlador Antecipatório Transmissor Distúrbio Elemento Computacional Antecipatório CO: controlled output PV: process value CV: controlled value SP: set-point MV: manipulated output SP CV (PV) E Controlador CO FB CO FF Elemento MV Final de Controle CO Processo CV (PV) Transmissor E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 14/18
26 Tanque aquecido com agitação f e, T e T f v T v Classificação de variáveis h f, T Variáveis de entrada distúrbios, MV s? Variáveis de saída CV s? Variáveis medidas e não medidas? Estratégias de controle Objetivos 1 Manter a temperatura do fluido de saída (efluente) T no valor desejado T r 2 Manter o nível do tanque h no valor desejado h r TT, TIC, LT, LIC Propor possíveis estratégias para o controle de nível e de temperatura E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 15/18
27 Ações direta e reversa dos elementos da malha r b l e Controlador u E.F.C m Processo c Sensor-transmissor Convenção: realimentação negativa: e = r b e realimentação positiva: e = r +b assumi-se todos os elementos com ação direta Realimentação negativa na prática Número ímpar de elementos com ação reversa e os demais com ação direta: 1 sensor-transmissor 2 controlador 3 elemento final de controle (E.F.C) 4 processo E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 16/18
28 Ações direta e reversa dos elementos da malha entrada Elemento saída Ação direta. entrada Elemento saída Ação reversa. E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 17/18
29 Ações direta e reversa dos elementos da malha Trocador de calor T v(t), f v(t) T e(t), f(t) vapor água fria T(t) condensado água quente Ações direta e reversa Processo Válvula de controle TV Sensor de temperatura TT Controlador TC E. S. Tognetti (UnB) Controle de processos 18/18
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