Mapeamento de QTL s: Aplicações e Perspectivas
|
|
|
- Andreia Cordeiro Botelho
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas LGN SEMINÁRIOS EM GENÉTICA E MELHORAMENTO DE PLANTAS Mapeamento de QTL s: Aplicações e Perspectivas Aluna: Priscilla Karen Sabadin Orientador: Antonio Augusto Franco Garcia Departamento de Genética Avenida Pádua Dias, 11 - Caixa Postal 83, CEP: Piracicaba - São Paulo - Brasil Telefone: (0xx19) / 4125 / Fax: (0xx19)
2 Característica Quantitativa Natureza complexa; Controlados por muitos genes; Grande influência ambiental; Importância econômica; Importância agronômica. Muito pouco compreendidos
3 Característica Quantitativa Fequência Fenótipo Fenótipo Valor fenotípico Valor genotípico Valor genotípico Figura 1. Características quantitativas. Mackay, T.F.C. Nature Reviews Genetics, 2:11-20, 2001.
4 O que é um QTL?? G01 Do inglês: Quantitative Trait Loci locos controladores de características quantitativas G02 G03 G04 G05 G06 QTL Regiões ao longo do cromossomo responsáveis pela expressão de características quantitativas G07
5 Algumas questões... Número de locos que controlam os caracteres Localização destes nos cromossomos Interação dos QTL s (epistasia) Interação de QTL s com o ambiente
6 Princípio básico do mapeamento: Existência de desequilíbrio de ligação entre os alelos do marcador e os alelos do QTL
7 Delineamentos genéticos
8 Do cruzamento de duas linhagens segregantes, obtêm-se progênies com diferentes frações do genoma de cada parental Fenótipo Médio Geração Mackay, T.F.C. Nature Reviews Genetics, 2:11-20, Figura 2. a) Linhagens parentais divergentes. b) Parentais são cruzados gerando indivíduos que contém diferentes frações dos genomas parentais
9 Várias são os tipos de populações segregantes utilizadas. Os mais comuns são: Gerações provenientes de retrocruzamentos; Gerações F 2 ; Conjuntos de linhagens puras recombinantes derivadas de plantas F 2 ; Conjuntos de linhagens duplo-haplóides obtidas de gametas de plantas F 1 ;
10 Parental A X Parental B Parental A ou B X F 1 Cultura de anteras Haplóide RC F 2 População F2 Populações a partir de retrocruzamentos F Duplo-haplóide Linhagem pura recombinante Linhagem duplohaplóide Esquema representativo dos diferentes tipos de gerações utilizadas no mapeamento genético (Coelho, 2000)
11 Marcadores Moleculares
12 O primeiro passo na identificação e localização dos QTLs é estimar a ordem linear dos marcadores Figura 3. Mapa genético do cromossomo 11 de rato. Doerge, W.R. Nature Reviews Genetics, 3:43-52, 2002.
13 Marcadores Moleculares Deve-se levar em conta: 1. Tipo de marcador genético a ser utilizado: Maior conteúdo informativo: natureza codominante 2. Número de marcadores que devem ser mapeados e número de indivíduos genotipados; 3. Custo, tempo e dificuldades práticas;
14 Com isso: Depois que as análises fenotípicas são realizadas de cada indivíduo, associações estatísticas entre os fenótipos dos marcadores e as características quantitativas são estabelecidas através de aproximações estatísticas que vão desde a análise de variância até modelos mais complexos que incluem vários marcadores e interações.
15 Cada ponto terá uma determinada distância de cada um dos marcadores. Quanto maior for a distância, menor a probabilidade de que o marcador esteja detectando os efeitos daquele ponto. A probabilidade de recombinação aumenta com a distância. Calculamos para cada ponto os efeitos detectados para cada um dos marcadores e multiplicamos por uma função que é inversamente proporcional à distância entre o ponto e o marcador.
16 Um exemplo: 1. Teste t (retângulo preto); 2. Mapeamento por Intervalo Simples (linha azul); 3. Mapeamento por Intervalo Composto (linha verde); 4. Nível de significância de 95% (linha vermelha). Teste Distância em Morgans Figura 4. Análise do cromossomo 11 de rato para a característica severidade Doerge, W.R. Nature Reviews Genetics, 3:43-52, 2002.
17 A altura da linha de significância dependerá: Do tamanho da amostra. Da densidade de marcadores. Da distribuição dos marcadores ao longo do cromossomo. Do número de características fenotípicas considerado no estudo.
18 Métodos de Mapeamento
19 Vários são os métodos de mapeamento: Teste t; Análise de variância; Regressão Linear; Mapeamento por Intervalo Simples; Mapeamento por Intervalo Composto; Mapeamento Múltiplas Características ou Ambientes; Mapeamento de Múltiplos Intervalos;
20 Mapeamento por intervalo Composto (CIM) (Zeng, 1994) Utiliza um método de regressão com cofatores; QTL s fora do intervalo em questão são considerados ligados a marcas como covariáveis, eliminando esses efeitos Evita que toda a variação devida a outros QTL s fora do intervalo sejam residuais, elevando a precisão das estimativas; E que QTL s ligados ao intervalo em questão interferiram no processo de estimação, levando a declaração dos chamados falsos QTL s.
21 Mapeamento por intervalo Composto (CIM) (Zeng, 1994) Desvantagens: Não permite estimar os efeitos epistáticos;
22 Mapeamento por Intervalo Composto para Múltiplas Características ou Ambientes (mcim) (Jiang e Zeng, 1995) É uma extensão do Mapeamento por Intervalo Composto; Estimação da interação QTL x ambiente; Mapeamento de mais de uma característica simultaneamente Característica correlacionadas devido a ligação ou à pleiotropia; Aumenta poder de detecção dos QTL s; Precisão na estimação de seus efeitos.
23 Mapeamento por Intervalo Composto para Múltiplas Características ou Ambientes (mcim) Desvantagem: Não considera os efeitos epistáticos
24 Mapeamento por Múltiplos Intervalos (MIM) (Kao et al., 1999) Considera múltiplos intervalos simultaneamente; Incorpora parâmetros de epistasia no modelo; Maior eficiência e precisão na identificação dos QTL s; Os efeitos são estimados sem viés;
25 Mapeamento por Múltiplos Intervalos (MIM) Desvantagem: Não se sabe ao certo quão eficientes são os procedimentos que guiam a procura por associações marcador-qtl.
26 Aplicações A caracterização da sintenia entre espécies, inferindo sobre sua filogenia; No melhoramento genético: Na seleção assistida por marcadores, o mapeamento precisa ser utilizado
27 Aplicações Direcionamento de cruzamentos entre cultivares específicos; A identificação individual permite a clonagem do QTL; Identificação de marcadores candidatos que apresentam uma maior probabilidade de estarem ligados a poligenes
28 Alguns exemplos da literatura
29 Kulwal, P.L.; Roy, J.k.; Balyan, H.S.; Gupta, P.K. QTL mapping for growth and leaf characters in bread wheat. Plant Science, v. 164, p , 2003.
30 Características avaliadas no trigo: Hábito de crescimento precoce; Dias para poda; Dias de maturação; Altura de planta; Métodos utilizados: Mapeamento por Intervalo Composto (CIM) Mapeamento por Intervalo Composto para Múltiplas Características (mcim) 3 características correlacionadas (excluindo altura de planta)
31 Conclusões: CIM detectou um total de 16 QTL s: Característica Efeito do QTL (%) hábito de crescimento precoce (4 QTL s) 73,19 dias para poda (5 QTL s) 90,61 dias de maturação (5 QTL s) 67,92 altura de planta (2 QTL s) 16,27
32 Conclusões: mcim detectou 12 QTL s para as 3 características correlacionadas 6 foram comuns tanto para CIM como para o mcim. Alguns dos QTL s identificados afetaram mais de uma característica cada, indicando possíveis efeitos pleiotrópicos ou de forte ligação. Não foram estimadas a interação QTL x ambientes
33 Figura 5. Cromossomo 2D usando CIM para dias de maturação
34 Hábito de crescimento precoce Dias para poda Dias de maturidade Atura de planta Figura 6. Mapa genético dos cromossomos do trigo contendo QTL s
35 Stuber, C.W.; Sisco, P.H. Marker-facilited transfer of alleles between elite inbred lines and responses in hibrids. 46TH Annual Corn & Sorghum Research Conference, 1991.
36 O esquema é muito útil em programas de melhoramento de milho Objetivo foi melhorar um híbrido simples elite oriundo do cruzamento de duas linhagens elites (LA e LB) Provenientes de dois grupos heteróticos distintos I e II.
37 Grupo Heterótico I Grupo Heterótico II Linhagem elite Linhagem elite LZ x A x LT B P1 Mapeamento dos QTL s P2 Mapeamento dos QTL s Transferência via retrocruzamento assistido nas linhagens elites Transferência via retrocruzamento assistido nas linhagens elites Linhagem elite A melhorada x Linhagem elite B melhorada Híbrido Figura 7. Esquema para obtenção do híbrido.
38 Foram obtidas diversas linhagens elites melhoradas Com alelos favoráveis de outras linhagens não elites; Foram cruzadas e avaliadas em experimentos com repetições. Resultados favoráveis: Aumento na produção de grãos de forma considerável nos híbridos oriundos das LA e LB melhoradas
39 José Ubirajara Vieira Moreira Mapeamento de QTLs para reação à doença mancha de Phaeosphaeria em milho Tese de doutorado, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, 2004.
40 A população foi composta por linhagens endogâmicas, genotipadas com 143 marcadores microssatélites; Mapeamento por Múltiplos Intervalos (MIM). O objetivo foi mapear QTL s para estudar a herança e para identificar alelos favoráveis de reação à mancha foliar de Phaeosphaeira em uma população de milho tropical
41 Foram detectados 6 QTL s distribuídos ao longo dos cromossomos: 1, 3, 4, 6 e 8 os QTL s explicaram, em conjunto, 41,62% da variância fenotípica.
42 Conclusão: Coeficiente de herdabilidade elevado do caráter: A seleção fenotípica individual pode acarretar progressos substanciais com seleção Baixa interação genótipo por ambiente; Epistasia dominante x dominante foi detectada entre os QTL s mapeados no cromossomo 8; Todos os QTL s mapeados encontram-se próximos a QTL s mapeados para reação a outros patógenos.
43 Michel Choary de Moraes Mapas de ligação e mapeamento de QTL ( Quantitative Trait Loci ) em maracujá-amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa Deg.) Tese de Doutorado, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, 2005.
44 População composta por 97 indivíduos; IAPAR-06 e IAPAR-123 Características avaliadas: produção e qualidade dos frutos: velocidade de crescimento; produção total; número total de frutos; peso médio de frutos; comprimento e largura média dos frutos; porcentagem de polpa; teor de sólidos solúveis totais; formato médio dos frutos. Mapeamento por intervalo composto
45 Foram encontrados um total de 41 QTL s: 6 QTL s para produção total; 7 QTL s para número total de frutos; 4 QTL s para peso médio de frutos; 5 QTL s para comprimento médio de frutos; 4 QTL s para largura média de frutos; 4 QTL s para porcentagem de polpa; 7 QTL s para teor de sólidos solúveis; 4 QTL s para formato médio dos frutos; 90% eram QTL s de efeitos moderados, explicando até 15% da variação fenotípica QTL s de grande efeito foram detectados para produção de frutos (15,02%), número total de frutos (16,49%) e formato médio de frutos (21,82 e 20,12%).
46 Conclusão: A população oriunda do cruzamento da plantas IAPAR-06 e IAPAR-123 apresenta ampla variabilidade genética que pode ser explorada para seleção dos melhores clones; Ambos os acessos avaliados possuem QTL s favoráveis para características de produção e qualidade dos frutos.
47 Dyeme Antonio Vieira Bento Mapeamento de QTLs para produção de grãos e seus componentes em uma população de milho tropical. Tese de doutorado, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, 2006.
48 Foram utilizadas 256 progênies F 2:3 ; Avaliadas em diversos ambientes; Mapa genético composto por 139 marcadores microssatélites; Mapeamento por Intervalo Composto expandido para Múltiplos Ambientes (mcim);
49 Caracteres avaliados: Produção de grãos; Prolificidade; Peso de 500 grãos; Comprimento da espiga; Diâmetro da espiga; Diâmetro do sabugo; Profundidade de grãos; Número de fileiras; Número de grãos por fileira
50 Conclusão: Detectou-se 44 regiões de coincidência para a presença de QTL s para produção de grãos e seus componentes; 24 QTL s para produção de grãos segundo maior relatado na literatura. Os QTL s mapeados foram distribuídos irregularmente nos cromossomos, não ocorrendo regiões de concentração; Ocorrência de QTL s para diversos caracteres em regiões genômicas coincidentes pode ser considerada indício de pleiotropia ou ligação gênica.
51 Conclusão: Na maior parte dos QTL s mapeados para todos os caracteres constatou-se interação genótipo x ambiente; Em pelo metade dos QTL s para os caracteres; Em produção de grãos e diâmetro da espiga foi constatada em todos os QTL s mapeados Os QTL s reportados podem ser utilizados em programas de melhoramento que incorporem a SAM para introgressão em outros germoplasmas.
52 Perspectivas no mapeamento de QTL s
53 Perspectivas Grandes avanços podem ser visto no mapeamento, como: No melhoramento: Disponibilidade de marcadores fortemente ligados a genes de interesse; Possibilidade de seleção de QTL s estáveis nos ambientes e épocas de cultivo.
54 Perspectivas Ainda no melhoramento: Modelos mais complexos permitirão detalhar melhor as causas da correlação genética entre caracteres; Pleiotropia; Ligação gênica
55 Perspectivas Uso do conhecimento prévio de vias metabólicas gerado por trabalhos na área de biologia molecular, seja útil para criar um modelo poligênico;
56 Perspectivas Mapas genéticos mais densos e a disponibilidade de marcadores codominantes, multialélicos e transportáveis, representariam uma melhoria na habilidade de conduzir mapeamento de ligação e análise de QTL em algumas espécies. Redução dos custos dos programas de QTL s, assim como a mão de obra envolvida.
Quantitative Trait Loci
Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Departamento de Fitotecnia - Programa de Pós-Graduação em Agronomia Quantitative Trait Loci (LOCOS DE CARACTERES QUANTITATIVOS) Alunos
Aula 2 Caracteres Qualitativos e Quantitativos
Aula Caracteres Qualitativos e Quantitativos Piracicaba, 011 1 -Introdução Caracteres controlados por muitos genes são denominados de caracteres poligênicos, e como se referem a mensurações de quantidades
Retrocruzamento. Allard, Cap. 14 Fehr, Cap. 28
Retrocruzamento Allard, Cap. 14 Fehr, Cap. 28 Retrocruzamento Retrocruzamento (RC) Hibridação recorrente pela qual uma característica desejável é transferida para uma cultivar (que seja deficiente nesse
Bases genéticas dos caracteres quantitativos e qualitativos e componentes de variação fenotípica
Universidade Federal de Rondônia Curso de Eng. Florestal Melhoramento genético Florestal Bases genéticas dos caracteres quantitativos e qualitativos e componentes de variação fenotípica Emanuel Maia www.lahorta.acagea.net
Aula 10: Genética Quantitativa II
LGN215 - Genética Geral Aula 10: Genética Quantitativa II Prof. Dr. Antonio Augusto Franco Garcia Monitora: Maria Marta Pastina Piracicaba SP Caracteres Quantitativos Caracteres controlados por muitos
LGN215 - Genética Geral
LGN215 - Genética Geral Aula 6: Ligação II Prof. Dr. Antonio Augusto Franco Garcia Colaboradora: Maria Marta Pastina Piracicaba SP Ligação 2ª lei de Mendel: Lei da Segregação Independente Para genes situados
Base Genética dos Caracteres Qualitativos e Quantitativos, Componentes da Variação Fenotípica, Coeficiente de Herdabilidade e Progresso com Seleção
Aula 0 Base Genética dos Caracteres Qualitativos e Quantitativos, Componentes da Variação Fenotípica, Coeficiente de Herdabilidade e Progresso com INTRODUÇÃO Caracteres qualitativos são controlados por
Ligação, permuta e mapas genéticos: ligação e permuta genética, estimativa da freqüência de permuta
Universidade Federal de Pelotas FAEM - DZ Curso de Zootecnia Genética Aplicada à Produção Animal Ligação, permuta e mapas genéticos: ligação e permuta genética, estimativa da freqüência de permuta Após
Melhoramento de autógamas por hibridação. João Carlos Bespalhok Filho
Melhoramento de autógamas por hibridação João Carlos Bespalhok Filho O que necessitamos para fazer melhoramento? Variabilidade genética Populações com diferentes genótipos Como criar variabilidade genética?
MAPEAMENTO CROMOSSÔMICO
LOCOS DE CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS HERANÇA QUANTITATIVA Onde estão os genes que contribuem com as características quantitativas? MAPEAMENTO CROMOSSÔMICO 1 LOCOS DE CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS MAPEAMENTO
Ligação e Recombinação Gênica Elaboração de Mapas Cromossômicos QTLs e sua detecção
Ligação e Recombinação Gênica Miguel H.A. Santana [email protected] Genética Básica e Evolução (ZVM 0215) Quarta, 21 de Setembro 2016 Visão geral Meta Importância dos princípios que regem a diversidade
MARCADORES MOLECULARES
ESALQ/USP MARCADORES MOLECULARES Base genética dos marcadores e usos no melhoramento de plantas e em estudos de diversidade genética e conservação Departamento de Genética ESTUDO DIRIGIDO 1. O que são
Genética Quantitativa. Genética de características com herança complexa
Genética Quantitativa Genética de características com herança complexa DIFERENÇAS ENTRE CARÁTER QUANTITATIVO 1 E QUALITATIVO 2 1 herança poligênica 1 estudadas em nível de população; descritas através
Melhoramento de espécies autógamas
Universidade Federal de Rondônia Curso de Eng. Florestal Melhoramento genético Florestal Melhoramento de espécies autógamas Emanuel Maia www.lahorta.acagea.net [email protected] Apresentação Introdução Efeitos
GENÉTICA QUANTITATIVA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA MELHORAMENTO ANIMAL GENÉTICA QUANTITATIVA CONCEITOS ESTATÍSTICOS USADOS NO MELHORAMENTO
LGN215 - Genética Geral
LGN215 - Genética Geral Aula 5: Ligação I Prof. Dr. Antonio Augusto Franco Garcia Maria Marta Pastina Piracicaba SP Ligação Dois genes próximos no mesmo par cromossômico não segregam independentemente
Exercícios Genética e Evolução Curso: Tecnológicos Campus Palotina
Exercícios Genética e Evolução Curso: Tecnológicos Campus Palotina Professor: Robson Fernando Missio 1ª Avaliação 1) Um pesquisador trabalhando com o melhoramento de milho realizou o cruzamento controlado
Melhoramento de espécies alógamas
Disciplina LGN0313 Melhoramento Genético Melhoramento de espécies alógamas Luciana Gonçalves Chaves Piracicaba, Novembro de 2011 Introdução - Alógamas -Naturalmente predomínio de cruzamentos - > 95% -Troca
MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR SELEÇÃO
MELHORAMENTO DE PLANTAS AUTÓGAMAS POR SELEÇÃO 6 INTRODUÇÃO A seleção é uma das principais ferramentas do melhorista independente do tipo de método de melhoramento utilizado. A seleção é utilizada tanto
Segunda Lei de Mendel e Ligação Gênica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano Campus Guanambi CURSO: Ensino Médio Integrado ANO: 3º DISCIPLINA: Biologia PROFESSORA: Dra. Jaqueline Figuerêdo Rosa Segunda Lei de Mendel e Ligação
Ação Gênica. Dr. Minos E. Carvalho Pos doc do Grupo de Melhoramento Animal e Biotecnologia Dep. Medicina Veterinária
Ação Gênica Dr. Minos E. Carvalho Pos doc do Grupo de Melhoramento Animal e Biotecnologia Dep. Medicina Veterinária Disciplina: Genética Básica e Biologia Molecular Responsável: Prof. Dr. José Bento Sterman
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO DAG4097 - Análise Multivariada Aplicada à Agricultura Ementa: Distribuições multinormal, Wishart e T2 de Hotelling. Análise
Aula 4: Genética da Transmissão III
LGN215 - Genética Geral Aula 4: Genética da Transmissão III Prof. Dr. Antonio Augusto Franco Garcia Monitora: Maria Marta Pastina Experimentos de Mendel Inicialmente, Mendel estudou cruzamentos considerando
Colégio Argumento Interação Gênica e Herança Quantitativa
Colégio Argumento Interação Gênica e Herança Quantitativa 1ª lei de Mendel 1 par de genes 1 característica genética Ex: Aa x Aa proporção 3:1 2ª lei de Mendel 2 pares de genes 2 características genéticas
Método Genealógico ( Pedigree )
Método Genealógico ( Pedigree ) Usado durante as etapas de autofecundação de populações para o desenvolvimento de linhas homozigotas Histórico: pedigree selection : seleção de uma planta para isolar linhas
Melhoramento de. Melhoramento de Espécies Alógamas. (cont.) SELEÇÃO COM TESTE DE PROGÊNIE. Teste de progênie: avaliação do genótipo
Aula 11 SELEÇÃO COM TESTE DE PROGÊNIE Melhoramento de Espécies Alógamas (cont.) Teste de progênie: avaliação do genótipo dos progenitores com base no fenótipo dos seus descendentes. 1. Seleção espiga por
CARACTERIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE MILHO CRIOULO
CARACTERIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE MILHO CRIOULO CARDOSO Aron, H.L. Freitas, Celso, R.. Discentes Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva COUTO, Wedner, Rogério do. Docente Faculdade
METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE FAMÍLIAS RB DA SÉRIE 07 NAS FASES INICIAIS DO MELHORAMENTO DE CANA-DE-AÇÚCAR
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA MELHORAMENTO GENÉTICO DE PLANTAS METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE FAMÍLIAS RB DA SÉRIE 07 NAS FASES INICIAIS DO MELHORAMENTO DE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXATAS CCNE DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA DISCIPLINA DE GENÉTICA AGRONOMIA
1. Introdução UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E EXATAS CCNE DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA DISCIPLINA DE GENÉTICA AGRONOMIA Unidade 8 Um poligene é definido como um gene que,
Identificação de alelos que conferem o fenótipo de milho-doce no banco ativo de germoplasma de milho 1
Identificação de alelos que conferem o fenótipo de milho-doce no banco ativo de germoplasma de milho 1 Aline Martineli Batista 2 e Flavia França Teixeira 3 1 Trabalho financiado pela FAPEMIG 2 Estudante
Aula 6 Melhoramento de Espécies com Propagação Assexuada
Aula 6 Melhoramento de Espécies com Propagação Assexuada Prof. Dr. Isaias Olívio Geraldi Piracicaba, 2011 Cronograma de Aula 1. Objetivos do Melhoramento 2. Vantagens do Uso da Propagação Assexuada 3.
Variedades Híbridas: obtenção e predição. João Carlos Bespalhok Filho
Variedades Híbridas: obtenção e predição João Carlos Bespalhok Filho Histórico Shull (1909) Esquema básico para produção de sementes de milho híbrido Donald F. Jones (1918) Híbrido duplo Krug (1939) Primeiro
ESTUDO DO PROGRESSO GENÉTICO NA POPULAÇÃO UFG- SAMAMBAIA, SUBMETIDA A DIFERENTES MÉTODOS DE SELEÇÃO.
ESTUDO DO PROGRESSO GENÉTICO NA POPULAÇÃO UFG- SAMAMBAIA, SUBMETIDA A DIFERENTES MÉTODOS DE SELEÇÃO RAMOS, Michele Ribeiro 1 ; BRASIL, Edward Madureira 2 Palavras-chave: progresso genético, métodos de
MELHORAMENTO DE POPULAÇÕES POR MEIO DE SELEÇÃO INTRODUÇÃO
MELHORAMENTO DE POPULAÇÕES POR MEIO DE SELEÇÃO 12 INTRODUÇÃO Os métodos de melhoramento de plantas alógamas podem ser divididos em duas categorias: (a) Melhoramento de Populações, e (b) Variedades Híbridas
Ação gênica Dominância, recessividade e aditividade. Epistasia, pleiotropia e alelos múltiplos.
Ação gênica Dominância, recessividade e aditividade. Epistasia, pleiotropia e alelos múltiplos. ZMV 0215 Genética Básica e Evolução Prof. Drº José Bento Sterman ferraz Convidada: Msc. Laís Grigoletto Genética
Prof. Manoel Victor. Genética Quantitativa
Genética Quantitativa Modos de ação dos genes ação qualitativa expressão de genes seguindo padrões e modelos como os descritos por Mendel AA Aa aa (genes qualitativos) Fenótipos Genótipos Modos de ação
Ligação Gênica e Mapeamento
Ligação Gênica e Mapeamento 09/02/2017 Profa. Dra. Angela Ikeda Adaptada da aula da Profa. Dra. Vanessa Kava 1 Princípio Mendeliano 2 Segregação Independente 3 Número de CROMOSSOMOS x Número de GENES 4
Endogamia & Heterose. Leandro S. A. Gonçalves Dr. Genética e Melhoramento de Plantas
Endogamia & Heterose Leandro S. A. Gonçalves Dr. Genética e Melhoramento de Plantas - Endogamia - Conceito: Acasalamento entre indivíduos aparentados (FEHR, 1987) - Histórico: Desde os primeiros tempos
Genética. Gregor Mendel (1866)
Genética Gregor Mendel (1866) Fundamentos da genética moderna Experimentos com Pisum sativum Sucesso dos resultados deveu-se ao controle dos cruzamentos, reprodução rápida, características contrastantes
a) do DNAmt, transmitido ao longo da linhagem materna, pois, em cada célula humana, há várias cópias dessa molécula.
01 - (ENEM) Uma vítima de acidente de carro foi encontrada carbonizada devido a uma explosão. Indícios, como certos adereços de metal usados pela vítima, sugerem que a mesma seja filha de um determinado
Variação ambiental Poligenes
Fenótipo é qualquer característica mensurável. Genótipos Mendelianos são sempre discretos, mas fenótipos podem ser discretos ou contínuos. Ronald A. Fisher Encerrou toda oposição séria ao Mendelismo, e
Coelhos Himalaia. c h c h c h c h c h c h c h c h. Acima de 29 C. Abaixo de 2 C. Próximo a 15 C
Coelhos Himalaia c h c h c h c h c h c h c h c h c h c h Próximo a 15 C Acima de 29 C Abaixo de 2 C Herança Multifatorial Genética Mendeliana Os sete traços que Mendel observava em suas ervilhas eram os
a) Baseando-se nos resultados acima, qual é a sequência mais provável desses 4 genes no cromossomo, a partir do gene A? b) Justifique sua resposta.
CAP. 08: HERANÇA QUANTITATIVA OU POLIGENICA CAP. 09: MAPAS DE LIGAÇÃO GÊNICA - LINKAGE CAP. 10: O MATERIAL GENÉTICO E A GENÉTICA DO FUNCIONAMENTO DOS GENES 1. Considere dois genes e seus respectivos alelos:
Ligação, Recombinação e Mapeamento gênico em eucariotas
Ligação, Recombinação e Mapeamento gênico em eucariotas A lei da segregação independente estelece que: Em um cruzamento envolvendo mais de um gene, os genes diferentes se separam ou segregam independentemente
QUESTÕES DE GENÉTICA - PROFESSORA: THAÍS ALVES 30/05/2015
QUESTÕES DE GENÉTICA - PROFESSORA: THAÍS ALVES 30/05/2015 01. Em situações problemas relacionadas à genética mendeliana, um dos cálculos probabilísticos utilizados é a aplicação da denominada regra da
HERANÇA MONOGÊNICA. 1ª Lei de Mendel. Interações Alélicas
HERANÇA MONOGÊNICA 1ª Lei de Mendel Interações Alélicas Introdução à Genética Mendeliana Conceito de gene (mas não o termo) => foi proposto pela 1ª vez por Gregor Mendel em 1865. Até então, a noção que
AU04. Ligação gênica: segregação dependente. Bruna Mayumi Sugita. Doutoranda PPG-GEN
AU04 Ligação gênica: segregação dependente Bruna Mayumi Sugita Doutoranda PPG-GEN [email protected] Leis de Mendel (1865) Primeira Lei de Mendel Cada característica é determinada por um par de fatores
CORRELAÇÃO FENOTÍPICA EM ACESSOS DIPLOIDES (AA) MELHORADOS DE BANANEIRA
CORRELAÇÃO FENOTÍPICA EM ACESSOS DIPLOIDES (AA) MELHORADOS DE BANANEIRA DANIELA CARVALHO VELAME 1 ; TAMYRES BARBOSA DO AMORIM 1 ; ZALMAR SANTANA 1 ; EDSON PERITO AMORIM 2 ; LAURO SARAIVA LESSA 2 ;VALQUIRIA
Melhoramento de. vegetativa
Aula 05 Melhoramento de espécies de propagação vegetativa Introdução Em espécies em que existe uma variabilidade intra e interespecífica como: produção de biomassa, taxa de crescimento, resistência a geadas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética BG403 - GENÉTICA ANIMAL. Lista de Exercícios
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética Profa Angelica Boldt BG403 - GENÉTICA ANIMAL Lista de Exercícios T7 GENÉTICA DE POPULAÇÕES 1) As propriedades genéticas
Genética II: Ligação e a Teoria Cromossômica
Genética II: Ligação e a Teoria Cromossômica Um indivíduo possui duas cópias de cada partícula de herança (gene). Essas duas cópias são separadas durante a formação dos gametas e juntam-se novamente quando
Avaliação de Híbridos Simples, Triplo e Duplos e Suas Respectivas Gerações Endogâmicas.
Avaliação de Híbridos Simples, Triplo e Duplos e Suas Respectivas Gerações Endogâmicas. XXIV Congresso Nacional de Milho e Sorgo - 01 a 05 de setembro de 2002 - Florianópolis - SC João Cândido de Souza1;
Herança das Características de Interesse
Herança das Características de Interesse Algumas características dos bovinos podem ser classificadas em classes fenotipicamente distintas Presença de chifres Susceptibilidade a doenças Musculatura dupla
MELHORAMENTO DE PLANTAS. 1. Teoria das Linhas Puras 2. Seleção em Plantas Autógamas
MELHORAMENTO DE PLANTAS 1. Teoria das Linhas Puras 2. Seleção em Plantas Autógamas Espécies autógamas A autofecundação sucessiva leva a homozigose genótipo homozigótico - linhagem - ou mistura de linhas
Modelando microevolução GENÉTICA DE POPULAÇÕES E EVOLUÇÃO
Modelando microevolução GENÉTICA DE POPULAÇÕES E EVOLUÇÃO Modelando microevolução Evolução: mudança na frequência de alelos ou combinações de alelos no pool gênico. Modelos de evolução deve incluir a passagem
Genética Quantitativa I Capítulo 11. Seleção
Genética Quantitativa I Capítulo 11. Seleção Profa. Dra. Sandra Aidar de Queiroz Departamento de Zootecnia FCAV UNESP Outubro de 2012 A resposta e sua predição Mudanças nas propriedades genéticas da população:
J. Neves Martins
23.10.14 J. Neves Martins Tipos de interacção génica em fenótipos da F 2 9 3 A-B- A-bb aab-aabb 3 1 Tipos de interacção génica A base dihíbrida modificada nas frequências fenotípicas da F 2 resulta de
Como os alelos localizam-se em um mesmo. dos gametas, a não ser que ocorra permutação ou crossing over;
Devido um organismo possuir milhares de genes e apenas alguns pares de cromossomos, é de se esperar, portanto, que um número razoável de pares de genes esteja localizado num mesmo par de cromossomos homólogos.
GENÉTICA MENDELIANA TRANSMISSÃO DE CARACTERÍSTICAS HEREDITÁRIAS
GENÉTICA MENDELIANA TRANSMISSÃO DE CARACTERÍSTICAS HEREDITÁRIAS Unidade 2 - PATRIMÓNIO GENÉTICO Situação Problemática Que desafios se colocam à genética no melhoramento da qualidade de vida? Cap. 1.1 Transmissão
UN.2 -PATRIMÓNIO GENÉTICO E ALTERAÇÕES AO MATERIAL GENÉTICO
UN.2 -PATRIMÓNIO GENÉTICO E ALTERAÇÕES AO MATERIAL GENÉTICO Cap.1.1.Transmissão das Características Hereditárias (1ªParte) Genética Mendeliana Biologia 12º ano UN.2 -PATRIMÓNIO GENÉTICO E ALTERAÇÕES AO
BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 49 GENÉTICA: INTERAÇÃO GÊNICA
BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 49 GENÉTICA: INTERAÇÃO GÊNICA crista ervilha crista rosa crista noz crista simples Como pode cair no enem Epistasia é o fenômeno genético pelo qual um gene de um determinado
Palavras-chave: Oryza sativa, melhoramento de arroz, número ótimo de ambientes.
NÚMERO ÓTIMO DE ANOS AGRÍCOLAS PARA AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE ARROZ IRRIGADO NO ESTADO DE MINAS GERAIS Antônio Carlos da Silva Júnior 1 ; Plínio César Soares 2 ; Iara Gonçalves dos Santos 3 ; Francyse
7.012 Conjunto de Problemas 2
Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 2 Pergunta 1 Nos unicórnios, a cor da pelagem (marrom ou branca) é controlada por um único gene com dois alelos, A e a. O fenótipo marrom é dominante sobre o fenótipo
Predição de Híbridos e Macho Esterilidade Genético Citoplasmática
Universidade de São Paulo - USP Escola Superior de Agricultura Luiz De Queiroz - ESALQ Departamento de Genética LGN-313 Melhoramento Genético Predição de Híbridos e Macho Esterilidade Genético Citoplasmática
LGN 313 Melhoramento Genético
LGN 313 Melhoramento Genético Professores: Antonio Augusto Franco Garcia José Baldin Pinheiro Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Genética - ESALQ/USP Segundo semestre - 2010
GENÉTICA (BIO0203) ALELOS MÚLTIPLOS (E8) 2017
GENÉTICA (BIO0203) ALELOS MÚLTIPLOS (E8) 2017 1. A herança da cor da pelagem de gado (Bos taurus) depende de vários locos, em um deles existe uma série de alelos múltiplos com a seguinte relação de dominância:
2 vertical: 5 letras, plural. 1 vertical: 11 letras
1 vertical: 11 letras São organismos originados da alteração molecular do DNA. 2 vertical: 5 letras, plural Fatores que condicionam as características genéticas de um organismo, sendo um proveniente do
GENÉTICA DE POPULAÇÃO
GENÉTICA DE POPULAÇÃO Eng. Agr. Msc. Franco Romero Silva Muniz Doutorando em Genética e Melhoramento de Soja Departamento de Produção Vegetal UNESP Jaboticabal/SP Molecular e Biotecnologia Quantitativa
Controle Genético do Número de Fileiras da Espiga do Milho. Fernando H. Toledo¹, Gustavo A. Cardoso², Guilherme B. Abreu³, Magno A. P.
Controle Genético do Número de Fileiras da Espiga do Milho Fernando H. Toledo¹, Gustavo A. Cardoso², Guilherme B. Abreu³, Magno A. P. Ramalho 4 ¹Mestrando do Programa em Genética e Melhoramento da Universidade
SELEÇÃO DE FAMÍLIAS DE MEIOS IRMÃOS DE MILHO PIPOCA COM ENFASE NA PRODUTIVIDADE E NA CAPACIDADE DE EXPANSÃO.
SELEÇÃO DE FAMÍLIAS DE MEIOS IRMÃOS DE MILHO PIPOCA COM ENFASE NA PRODUTIVIDADE E NA CAPACIDADE DE EXPANSÃO. Wilma Dias Santana 1, Aurélio Vaz-de-Melo ², Rubens Ribeiro da Silva 3 1 Aluno do Curso de Agronomia;
Desequilíbrio de ligação
Desequilíbrio de ligação Associação não aleatória de alelos em loci diferentes. É um indicador sensível das forças da genética de populações que estruturam o genoma. Crescimento de métodos para avaliar
Compreende o mecanismo em que dois ou mais pares de genes com distribuição independente, condicionam conjuntamente um único caráter.
Compreende o mecanismo em que dois ou mais pares de genes com distribuição independente, condicionam conjuntamente um único caráter. Crista Rosa R_ ee Crista Ervilha rr E_ Crista simples rree Crista Noz
INOVAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS E MELHORAMENTO GENÉTICO DO ALGODOEIRO
INOVAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS E MELHORAMENTO GENÉTICO DO ALGODOEIRO MARC GIBAND Cirad / Embrapa Algodão [email protected] [email protected] A produção algodoeira no Brasil: - 5 produtor,
Avaliação de variedades sintéticas de milho em três ambientes do Rio Grande do Sul. Introdução
Avaliação de variedades sintéticas de milho em três ambientes do Rio Grande do Sul Machado, J.R. de A. 1 ; Guimarães, L.J.M. 2 ; Guimarães, P.E.O. 2 ; Emygdio, B.M. 3 Introdução As variedades sintéticas
Olá! Vamos aprender um pouco sobre Biotecnologia? A Biotecnologia é uma ciência que abrange todos estes campos do conhecimento:
Biotecnologia Olá! Vamos aprender um pouco sobre Biotecnologia? A Biotecnologia é uma ciência que abrange todos estes campos do conhecimento: É definida como uma técnica que usa organismo vivo ou parte
Melhoramento genético Evolução e novas tecnologias
24/09/2011 Melhoramento genético Evolução e novas tecnologias Prof. Dr. José Bento Sterman Ferraz Departamento de Ciências Básicas Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos Universidade de São Paulo
GANHO GENÉTICO NA CULTURA DA SOJA. Ivan Schuster
GANHO GENÉTICO NA CULTURA DA SOJA Ivan Schuster Considerações iniciais Ganho Genético ou Ganho por Seleção Diferencial de Seleção (DS): DS = X S - X P Ganho de seleção (GS), ou ganho genético: GS = DSh
Performance de Híbridos e Análise Dialélica de Linhagens de Sorgo Granífero
XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Performance de Híbridos e Análise Dialélica de Linhagens de Sorgo Granífero Isabelle Cristine Souza Vieira 1, Karla
2ª série LISTA: Ensino Médio. Aluno(a): Professor(a): BRUNO RAMELLO DIA: MÊS: 06. Segmento temático: Turma: A ( ) / B ( )
LISTA: 09 2ª série Ensino Médio Professor(a): BRUNO RAMELLO Turma: A ( ) / B ( ) Aluno(a): Segmento temático: 01 - (USP/2015) Localizado no cromossomo Y, o gene SRY é responsável pela síntese de um fator
BIOLOGIA Módulo 1 12º CTec GRUPO I
A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o S é r g i o V. N. G a i a E S C O L A S E C U N D Á R I A / 3 A N T Ó N I O S É R G I O BIOLOGIA Módulo 2º CTec CURSO CIENTÍFICO-HUMANÍSTICO DE CIÊNCIAS
1ª Lei de Mendel. Tema 2: Genética Mendeliana. Prof. Leandro Parussolo
Instituto Federal de Santa Catarina Câmpus Florianópolis Unidade Curricular: Biologia IV Tema 2: Genética Mendeliana 1ª Lei de Mendel Prof. Leandro Parussolo [email protected] Histórico Johann
2ª LEI DE MENDEL Lei da Segregação Independente. DIIBRIDISMO, TRIIBRIDISMO E POLIIBRIDISMO
2ª LEI DE MENDEL Lei da Segregação Independente. DIIBRIDISMO, TRIIBRIDISMO E POLIIBRIDISMO SEGREGAÇÃO INDEPENDENTE DOS CARACTERES Os alelos de dois ou mais genes de um indivíduo segregam-se (separam-se)
AVALIAÇÃO DE CULTIVARES E LINHAGENS DE ALGODOEIRO NO CERRADO MATOGROSSENSE *
AVALIAÇÃO DE CULTIVARES E LINHAGENS DE ALGODOEIRO NO CERRADO MATOGROSSENSE * Fábio Akiyoshi Suinaga 1, Eleusio Curvelo Freire 2, Francisco José Correa Farias 3, Luiz Gonzaga Chitarra 4, Mário Cezar Coelho
Carteando com Mendel MATERIAIS DIDÁTICOS. Carolina Vianna Morgante 1, Jane Eyre Gabriel 2, Tarcísio Dourado Santos 2
MATERIAIS DIDÁTICOS Carteando com Mendel Carolina Vianna Morgante 1, Jane Eyre Gabriel 2, Tarcísio Dourado Santos 2 1 Embrapa Semiárido, Petrolina, PE. 2 Universidade Federal do Vale do São Francisco,
INTERAÇÃO GENÓTIPO x AMBIENTE
INTERAÇÃO GENÓTIPO x AMBIENTE Seleção - baseada no valor Gˆ Variação microambiental Medida pela variação residual ou erro experimental (interação genótipos x blocos) F Variação macroambiental Locais, épocas,
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 41 MONO-HIBRIDISMO
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 41 MONO-HIBRIDISMO GRUPO SANGUÍNEO Antígenos Genótipo M M L M L M N N L N L N MN M e N L M L N Relação de dominância Dominância completa 1ª LEI RG na descendência de um híbrido
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Genética Clássica 1. Conceito: É a ciência voltada para o estudo da hereditariedade, bem como da estrutura e função dos genes. Características Fundamentais
Seleção assistida e utilização de marcadores moleculares no melhoramento florestal (QTL)..
Seleção assistida e utilização de marcadores moleculares no melhoramento florestal (QTL).. Prof. Dr. Celso L. Marino IBB/Unesp Botucatu [email protected] Melhoramento Genético A eficiência do melhoramento
Aula 2: Genética da Transmissão I
LGN215 - Genética Geral Aula 2: Genética da Transmissão I Antonio Augusto Franco Garcia Maria Marta Pastina Primeiro semestre de 2011 Piracicaba SP Conceitos Essenciais A existência de genes pode ser deduzida
