DDK GUI. Parte 8. Tecnologia
|
|
|
- João Gabriel Nobre da Fonseca
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DDK GUI Parte 8 Tecnologia 1
2 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza Filho Manutenção de Filhos 2
3 Agenda Pai x Filho Atualiza Ambos Manutenção de Pais Consulta Simples Consulta Complexa Consulta Relacionamento Relatórios / Cálculos / Fechamentos Parâmetros Únicos Parâmetros Múltiplos Formação Formação sem Navegação 3
4 Agenda Importação Exportação Pesquisa Vá Para Digitação Rápida Painéis Funções Relatórios Relacionados Funções Consultas Relacionadas Menu de Barra 4
5 Agenda Parte 2 Construção SmartQuery SmartViewer Padrão SmartViewer Sem Campos de Tabela SmartViewer Só com Campos Chave Parte 3 CustomBrowser Inclui/Modifica CustomBrowser Zoom Wizard Vá Para Pesquisa 5
6 Agenda Cadastro Simples Parte 4 Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Inclui/Modifica Filho Cadastro Pai x Filho Atualiza Filho Cadastro Inclui/Modifica Pai Cadastro Pai x Filho Atualiza Ambos Parte 5 Consulta Simples 6
7 Agenda Consulta Complexa Consulta Relacionamentos Parâmetros Únicos Formação Parte 6 Relatórios Importação Exportação CustomBrowser Digitação Digitação Rápida 7
8 Agenda Parte 7 Includes e Utilitários Padrão UT_FIELD.I UT-RTLBL.I UT-RUN.I UT-MSGS.P IND01-10.I, IND11-50.I E IND51500.I UT-TABLE.I UT-LITER.I UT-LIMIT.P 8
9 Agenda UT-GLOB.I I-FREEAC.I UT-DIR.P BTB917ZX.P BTB917ZY.P BTB917ZZ.P UT-VRBIN.P UT-FINFO.P UT-CMDLN.P 9
10 Agenda UT-OSVER.I I-COUNTDS.I UT-WIN.I UT-TRACE.P Parte 8 Validações Validações de Tela Validações Triggers de Dicionário Mensagens Regras para Criação de Mensagens 10
11 Agenda Mensagens em Outros Idiomas Procedures Reutilizáveis Portabilidade de RCODES Customizações API - Application Program Interface UPC - User Program Call 11
12 Validações Validações 12
13 Validações de Tela Validações na Navegação de Registros Em certos casos, é necessário validar um registro assim que é acessado através da navegação na tabela. Deve-se ter cuidado com esse tipo de validação, pois cada vez que o usuário navegar na tabela, a validação será feita, podendo prejudicar a performance do programa. 13
14 Validações de Tela Validações Antes da Alteração Para evitar que a validação acabe afetando a performance do programa, deve-se fazer a validação apenas quando houver a tentativa de alteração, incluindo o código a seguir antes do dispatch padrão da procedure Local-Enable-Fields 14
15 Validações de Tela define variable c-p-cadsim as character no-undo. if not adm-new-record and available <tabela> then do: if <condição> then do: RUN get-link-handle IN adm-broker-hdl (INPUT THIS-PROCEDURE, INPUT "TableIO-Source", OUTPUT c-p-cadsim). if valid-handle(widget-handle(c-p-cadsim)) then do: RUN pi-cancelar IN widget-handle(c-pcadsim). <mensagem>. return "ADM-ERROR":U. end. end. end. 15
16 Validações de Tela Onde: <tabela>: a tabela que está sendo utilizada na manutenção; <condição>: uma condição qualquer que indica que o registro não pode ser alterado; <mensagem>: uma mensagem a ser apresentada ao usuário informando impossibilidade da alteração para o registro. 16
17 Validações de Tela Essa técnica deve ser evitada, pois o usuário verá o botão de alteração habilitado e ao tentar alterar o registro a mensagem irá interrompê-lo, contradizendo a função do botão. 17
18 Validações de Tela Validações em Entrada de Dados As validações feitas para valores de entradas de dados devem ser feitas sempre no momento de sua confirmação; Na ocorrência de alguma inconformidade em qualquer dos valores requisitados pelo programa, este deverá apresentar uma mensagem de erro por intermédio do utilitário utmsgs.p. 18
19 Validações de Tela Validações em Cadastro Simples As validações em um Cadastro Simples devem ser feitas antes do dispatch da procedure Local-assign-record da Viewer. 19
20 Validações de Tela Validações em Cadastro Complexo As validações dos dados de entrada em um Cadastro Complexo são feitas nas procedures pi-validate das Viewers que compõem o cadastro. 20
21 Validações de Tela Validações para Window Relatório Pelo fato da Window Relatório ser um Template não composto por SmartObjects, a validação de seus valores tem as seguintes características: 21
22 Validações de Tela Páginas de Parâmetros, Seleção e Classificação Os valores dessas páginas são validados dentro da procedure pi-executar, após o comentário: /* Coloque aqui as validações das outras páginas, lembrando que elas devem apresentar uma mensagem de erro cadastrada, posicionar na página com problemas e colocar o foco no campo com problemas */ 22
23 Validações de Tela Browser Digitação Os valores do browse de digitação devem ser validados no momento em que o usuário sai do registro, no evento Row- Leave do browse. 23
24 Validações de Tela Página de Impressão A página de impressão não precisa sofrer qualquer tipo de validação. O Template se encarrega de confirmar os valores para essa página. 24
25 Validações Triggers de Dicionário As validações de dicionário de dados podem acarretar o mau funcionamento nos Templates, já que esse tipo de validação não pode retornar informações do problema ocorrido para que seja tratado conforme necessário. 25
26 Validações Triggers de Dicionário As validações de dicionário devem ser replicadas nos programas, nos locais indicados conforme o Template utilizado, fazendo com que seja possível o tratamento dos problemas que possam ocorrer no andamento das validações. 26
27 Mensagens Mensagens 27
28 Mensagens Observação: A manutenção do cadastro das mensagens, assim como a inclusão de novas mensagens só podem ser realizadas pela Datasul. Para clientes e parceiros é autorizada somente a utilização das mensagens já cadastradas. 28
29 Regras para a Criação de Mensagens Estas regras devem ser seguidas por todos os programadores e analistas que estão desenvolvendo os produtos da Datasul As mesmas visam facilitar o controle das mensagens (para que não haja o acúmulo de informações que não serão utilizadas ou então repetitivas) e, também, facilitar o trabalho de tradução, pois seguindo estas normas o número de mensagens criadas diminui. 29
30 Regras para a Criação de Mensagens Não utilizar ponto de exclamação ou ponto final, a não ser que haja sentença posterior. As reticências podem ser utilizadas somente nos casos de uso do gerúndio. Quando o programador tiver a necessidade de ressaltar a mensagem, utilizar a função "alert-box warning". Não utilizar ponto ao abreviar palavra. Utilizar acentuação sempre. 30
31 Regras para a Criação de Mensagens Revisar possíveis erros gramaticais, de concordância e de grafia. Não utilizar letras maiúsculas no meio da frase sem que seja nome próprio. Evitar repetir a mesma palavra várias vezes. Não utilizar palavras ou jargões técnicos. Procurar ser formal. Não utilizar gírias. Não utilizar o tratamento VOCÊ. Utilizar somente o idioma português. 31
32 Regras para a Criação de Mensagens Não utilizar sinais ortográficos ou espaços em branco no início das mensagens. Não criar mensagens sem sentido. A mensagem deve ser o mais clara e sucinta possível. Qualquer necessidade de detalhamento, utilizar o help; Utilizar o help da mensagem somente se necessário, se houver algo a acrescentar. Não utilizá-lo somente para repetir a mesma mensagem. 32
33 Regras para a Criação de Mensagens Não criar mensagem somente com letras maiúsculas. Antes de criar uma nova mensagem verificar se não há outra similar que possa ser utilizada. Para auxiliar esta operação, o Sistema de Mensagens possui o botão Pesquisa, onde você pode buscar por Código ou pelo Texto da Mensagem. Além disso, ainda possui a opção de Filtro onde você informa palavras que deseja procurar dentro do sistema. 33
34 Mensagens em Outros Idiomas Utilizar os mesmo cuidados para criação de mensagens novas. No caso de dúvidas, deve-se consultar o glossário ou a equipe de Tradução. 34
35 Procedures Reutilizáveis Procedures Reutilizáveis 35
36 Procedures Reutilizáveis Procedures Internas reutilizáveis são definidas em includes que devem ser incorporados aos programas. Se forem incorporadas a programas.w, não devem fazer acesso muito grande a dados pois se isto acontecer devem ser transformadas em API(s). 36
37 Procedures Reutilizáveis Nomenclatura A nomenclatura dos includes que contém este tipo de procedure interna deve ser a seguinte: XXINC999.i 37
38 Procedures Reutilizáveis Onde: XX - Sigla do Módulo INC Fixo Seqüencial. Exemplo: cdp\cdinc001.i 38
39 Portabilidade de RCODES Portabilidade de RCODES 39
40 Portabilidade de RCODES Objetivo Validar o funcionamento dos programas compilados em ambiente Windows e executados em ambientes Unix. Isto se faz necessário porque programas que respeitam as regras para portabilidade de RCODE, podem ser executados via RPW/RPC em ambiente Unix. 40
41 Portabilidade de RCODES Ao executar programas no Unix, compilados em ambiente Windows e que não tenha respeitado as regras de portabilidade, é apresentado o erro Program <program-name> was compiled under another incompatible display environment. Cannot run without recompile. (4438) 41
42 Portabilidade de RCODES Regras Para que seja possível a portabilidade de RCODES, três regras básicas devem ser obedecidas, caso contrário, existe a necessidade de recompilação do programa. 42
43 Portabilidade de RCODES 1º Regra Códigos que não possuem comandos de User-Interface (especificamente, códigos que não criam frames, tanto explícitas como implícitas). Como exemplo, estão os programas em batch (RPW); 43
44 Portabilidade de RCODES 2º Regra Mesmo tipo de banco de dados; 3º Regra Mesma classe de plataforma de servidor, deve ter o mesmo tamanho de palavra e alinhamento de bytes. 44
45 Portabilidade de RCODES Exemplo: Para que o erro 4438 ocorra, é necessário compilar um programa que possui frame em ambiente Windows e tentar executar o mesmo (RCODE) em ambiente UNIX: output to value(c-arquivo) find emitente where emitente.cod-emitente = 10 no-lock. display emitente.cod-emitente. 45
46 Portabilidade de RCODES O comando DISPLAY cria uma FRAME, impossibilitando o uso do programa compilado em ambiente Windows, em um ambiente Unix ou vice-versa. Para solucionar este problema de incompatibilidade, é necessário utilizar a função STREAM-IO para reformatar a saída para texto puro, sem formatação de fonte: 46
47 Portabilidade de RCODES output to value(c-arquivo) find emitente where emitente.cod-emitente = 10 nolock. display emitente.cod-emitente with stream-io. ou utilizar o comando PUT: output to value(c-arquivo) find emitente where emitente.cod-emitente = 10 nolock. put emitente.cod-emitente. 47
48 Portabilidade de RCODES Caso Especial A partir da regra de não utilizar comandos que criam FRAMES explícitas ou implícitas, alguns problemas foram detectados com a descoberta de comandos que criam FRAMES implícitas. 48
49 Portabilidade de RCODES Até o momento, foi constatado o problema nos comandos CREATE SERVER e EXPORT. Para solucionar o problema, é necessário identificar se existe outra maneira para realizar a tarefa desejada. Caso contrário, será necessário manter RCODES para cada ambiente existente. 49
50 Portabilidade de RCODES O comando EXPORT pode ser substituído por PUT ou DISPLAY (utilizando a opção STREAM-IO). Para o comando CREATE SERVER, será necessário manter um RCODE por ambiente existente, isto é, um RCODE para ambiente Windows e outro para ambiente Unix. 50
51 Customizações Customizações 51
52 Customizações Objetivo Existem duas tecnologias criadas para facilitar as customizações, visando padronizá-las e principalmente facilitá-las, sem necessitar de conhecimento da Base de Dados e seus relacionamentos. 52
53 Customizações API - Application Program Interface. UPC - User Program Call. 53
54 API - Application Program Interface É um programa que recebe parâmetros e executa uma determinada tarefa no Datasul EMS Framework. Interface aberta para as funções de negócio do produto; Aplicação Específica API Datasul EMS Framework 54
55 API - Application Program Interface A partir da chamada de uma API e entrada dos devidos parâmetros ou de dados para uma atualização, podem ocorrer três situações: 1. A API pode fazer um acesso ao produto Datasul EMS Framework e receber uma resposta que podem ser dados lidos da base ou o resultado de alguma função. Este é repassado para o programa chamador. 55
56 API - Application Program Interface 1. A API pode fazer uma extração de dados, gerando um gráfico, um relatório ou uma consulta. 2. A API pode realizar uma função, por exemplo de eliminação de dados e retornar. Se a execução foi correta, OK ou incorreta, NOK. 56
57 API - Application Program Interface Entrada API Saída OK / NOK Acesso Extração de dados Datasul EMS 57
58 API - Application Program Interface Vantagens As APIs possuem parâmetros de entrada bem definidos e processos que são executados de maneira correta sobre o produto; As APIs executam tarefas de acordo com o objetivo, os usuários não precisam saber de que forma o processo é executado, apenas que, sendo realizadas as entradas corretas, a API executa o processo esperado de maneira transparente; 58
59 API - Application Program Interface As integrações entre módulos do produto Datasul EMS Framework são realizadas através das APIs, portanto este, é o caminho natural para que customizadores integrem outras soluções com o produto; A tecnologia empregada e as regras de negócio de uma API podem evoluir, fazendo com que o cliente usufrua destes benefícios sem a necessidade de reescrever seus programas. 59
60 API - Application Program Interface Exemplo: run utp/utapi001.p (input table tt-atributos, input table tt-points, input table tt-sets, input table tt-dados, input table tt-ylabels, output table tt-erros). 60
61 UPC - User Program Call São chamadas a programas desenvolvidos pelo usuário, em pontos pré-definidos do produto, possibilitando a sua adaptação e integração com outras aplicações. Aplicação Específica UPC Datasul EMS framework API 61
62 UPC - User Program Call Objetivos Possibilitar a customização e integração do produto Datasul EMS pelos usuários, respectivamente, de uma forma padronizada e controlada; Possibilitar localizações do Datasul EMS que não devem ser incorporadas ao produto standard pela própria Datasul; 62
63 UPC - User Program Call Possibilitar ao usuário a administração de suas customizações, identificando por intermédio do Datasul EMS, quais programas e tabelas do produto possuem customização; Possibilitar a administração de integrações desenvolvidas por usuários da Datasul sobre o produto Datasul EMS; 63
64 UPC - User Program Call Customização: Clientes - Necessidades específicas e especialistas: User Program Call UPC Integração: Parceiros - Integrações com outros softwares: Application Partner Program Call - APPC 64
65 UPC - User Program Call Localização: Datasul S.A. - Adaptação do produto para um país: Datasul Program Call DPC 65
66 UPC - User Program Call Características Pontos pré-definidos e inalteráveis; Passagem padrão de parâmetros; Parâmetros e pontos estão documentados; UPCs são ligadas a programas e tabelas do datasul EMS framework nos módulos Menu e Básico. 66
67 UPC - User Program Call Viewer 67
68 UPC - User Program Call Browser 68
69 UPC - User Program Call Container 69
70 UPC - User Program Call Exemplo: Garantir a integridade de uma tabela extensão de clientes de um sistema especialista de assistência técnica; Manter campos desta tabela extensão no próprio programa de Manutenção de Clientes do Datasul EMS framework; 70
71 UPC - User Program Call 71
72 UPC - User Program Call Importante Após cadastrada, a UPC será sempre executada; O cadastro incorreto gera erro Progress; Não retirar objetos de programas Datasul; Cuidado com sobreposição de eventos padrão importantes para o programa. 72
73 UPC - User Program Call 73
74 Obrigada Obrigada! Este material é de propriedade da DATASUL S.A., sendo proibida a sua reprodução em qualquer meio, total ou parcial, sem aprovação por escrito. Todos os direitos estão reservados. A informação contida aqui é confidencial e não pode ser utilizada fora da empresa ou das franquias que fazem parte da nossa rede, não podendo ser divulgada para clientes, parceiros ou outra empresa ou indivíduo sem o prévio consentimento de um diretor da DATASUL S.A. As opiniões expressas aqui estão sujeitas a modificação sem aviso prévio. 74
DDK GUI. Parte 4. Tecnologia
DDK GUI Parte 4 Tecnologia 1 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza
Curso de Técnicas de Desenvolvimento Utilizando o UIB
Curso de Técnicas de Desenvolvimento Utilizando o UIB Objetivos definir padrões de desenvolvimento para programas de interface gatilhos de dicionário procedures internas widgets... diminuir tempo no desenvolvimento
DDK GUI. Parte 3. Tecnologia
DDK GUI Parte 3 Tecnologia 1 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza
DDK GUI. Parte 2. Tecnologia
DDK GUI Parte 2 Tecnologia 1 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza
DDK GUI. Parte 5. Tecnologia
DDK GUI Parte 5 Tecnologia 1 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza
DDK GUI. Parte 7. Tecnologia
DDK GUI Parte 7 Tecnologia 1 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza
DDK GUI. Parte 6. Tecnologia
DDK GUI Parte 6 Tecnologia 1 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza
DDK GUI. Parte 1. Tecnologia
DDK GUI Parte 1 Tecnologia 1 Agenda 1 Parte Nomenclatura Estilos Cadastro Simples Cadastro Simples Alteração Cadastro Simples Inclusão Cadastro Complexo Cadastro Complexo Alteração Pai x Filho Atualiza
ThinTemplates Parte 2
ThinTemplates Parte 2 Tecnologia 1 Agenda Parte 1 Conceitos Características ThinMaintenance ThinMasterDetail Parte 2 ThinMaintenanceNoNavigation Parte 3 ThinWindow ThinReport 2 Agenda ThinFormation Parte
Técnicas de Uso de DBOs. Tecnologia
Técnicas de Uso de DBOs Tecnologia 1 Agenda Como Utilizar DBOs Métodos Básicos Considerações Gerais 2 Como Utilizar DBOs Como Utilizar DBOs 3 Como Utilizar DBOs Para utilizar um DBO devem ser seguidos
Progress DCA Desenvolvendo Aplicações Caracter Parte 1
Progress DCA Desenvolvendo Aplicações Caracter Parte 1 Tecnologia 1 Agenda Parte 1 Introdução ao Progress Movimentação dos Dados Manipulando os Dados Blocos Localizando Registros Variáveis Processamento
Progress DCA Desenvolvendo Aplicações Caracter Parte 3
Progress DCA Desenvolvendo Aplicações Caracter Parte 3 Tecnologia 1 Agenda Parte 1 Introdução ao Progress Movimentação dos Dados Manipulando os Dados Blocos Localizando Registros Variáveis Processamento
Construção de DBOs. Tecnologia
Construção de DBOs Tecnologia 1 Agenda Conceitos Concepção DBO de Entidade Como Construir um DBO Arquitetura de um DBO Construção Utilizando Serviços no DBO Considerações 2 Conceitos Conceitos 3 Conceitos
PROGRESS ACE Ambiente Visual para Construção de Aplicativos. Tecnologia
PROGRESS ACE Ambiente Visual para Construção de Aplicativos Tecnologia 1 Agenda Conceitos Arquitetura Componentes Evolução do Modelo Benefícios Exemplos 2 Agenda Smart Objects SmartContainers SmartQuery
Desenvolvimento de Programas utilizando DDK2000 ThinTemplates + DBOs. Sandro Kellermann de Carvalho Desenvolvedor Progress Acton
Desenvolvimento de Programas utilizando DDK2000 ThinTemplates + DBOs Sandro Kellermann de Carvalho Desenvolvedor Progress Acton O que é DDK2000? DDK2000 Datasul Development Kit; Conjunto de Templates padrões
Arquitetura ADM - Introdução
Progress ACE 1 Detalhes O que é A. C. E.? Ambiente para construção de aplicações com o Progress 8. O que é A. D. M.? É uma estratégia para rápido desenvolvimento, reusabilidade e manutenção de objetos
ThinTemplates Parte 1
ThinTemplates Parte 1 Tecnologia 1 Agenda Parte 1 Conceitos Características ThinMaintenance Parte 2 ThinMaintenanceNoNavigation ThinZoom Parte 3 ThinWindow ThinReport 2 Agenda ThinFormation Parte 4 ThinFormationNoNavigation
Processo Módulo Menu Demonstrativo Execução Programas
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Menu Demonstrativo Execução Programas Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto
Processo Módulo Segurança Administração da Segurança
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Segurança Administração da Segurança Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto
ThinTemplates Parte 4
ThinTemplates Parte 4 Tecnologia 1 Agenda Parte 1 Conceitos Características ThinMaintenance ThinMasterDetail Parte 2 ThinMaintenanceNoNavigation ThinZoom Parte 3 ThinWindow ThinReport 2 Agenda ThinFormation
Guia de Atualização PRODUTO DATASUL
Guia de Atualização PRODUTO DATASUL Unificação de Conceitos Fase 1 1. Processo de Unificação de Conceitos ALERTA: Além desse documento, consulte o guia de atualização para Datasul 11.5.3. Nele está disponível
SINACOR GUIA CONCILIADOR
SINACOR GUIA CONCILIADOR Classificação das Informações 6/6/2016 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 Introdução... 3 2 Interface Visual... 4 3 LOGIN / Acesso... 5 4 Modulo de ordens
SISTEMA ADM ERP - MANUAL DO USUÁRIO. Conceitos Básicos
SISTEMA ADM ERP - MANUAL DO USUÁRIO Conceitos Básicos Sumário Introdução... 3 Acessando o sistema e fazendo Login... 3 Elementos do Sistema... 5 Abas/Guias... 5 Barra de Ferramentas... 5 Cabeçalhos de
Introdução ao IDE Netbeans (Programação Java)
Universidade Federal do ABC Disciplina: Processamento da Informação (BC-05045) Assunto: Introdução ao IDE Netbeans Introdução ao IDE Netbeans (Programação Java) Conteúdo 1. Introdução... 1 1.1. Programas
Processo Módulo M NPS
Processo Módulo M BásicoB NPS Objetivo: Adquirir ganho de performance, diminuindo tráfego de rede e gerando outras vantagens competitivas através da utilização da tecnologia NPS (N-Tier Process and Scheduler).
Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI. Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo
Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo SIGA Versão 3.6A Manual de Operação Conteúdo 1. Sumário Erro!
Processo Módulo Menu Administração do Menu
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Menu Administração do Menu Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto Datasul
Código PD0017. Este documento ter por objetivo auxiliar o usuário no entendimento e utilização do Nexus.
PD07 1.OBJETIVO Este documento ter por objetivo auxiliar o no entendimento e utilização do Nexus. 2. VISÃO GERAL O Nexus é uma plataforma de integração de dados, onde é possível ligar a base de dados do
Diferenças na Programação com Dataserver Oracle
Diferenças na Programação com Dataserver Introdução Existem diferenças entre DB e DB : O Desenvolvedor deve ter estas diferenças em mente quando está construindo seus programas. É preciso saber para quais
MANUAL OFICIAL DE JUSTIÇA 1º GRAU
MANUAL OFICIAL DE JUSTIÇA 1º GRAU PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO MANUAL OFICIAL DE JUSTIÇA ATRIBUIÇÕES DO OFICIAL DE JUSTIÇA OFICIAL DE JUSTIÇA Sumário 1 Acesso ao Sistema...4 1.1 Configurações do Sistema...5
Processo de utilização do EDI - Eletronic Data Interchange
Processo de utilização do EDI - Eletronic Data Interchange DD/MM/AAAA Sumário EDI0001 - Parâmetros do EDI... 3 EDI0002 - Tipos de Processo... 3 EDI0003 - Layouts de Arquivos EDI... 4 EDI0004 - Tipos de
Integração Backoffice HCM x Fluig
Integração Backoffice HCM x Fluig Fevereiro/2015 Sumário 1. Integração HCM x Fluig... 3 2. Pré-Requisitos da Integração dos Produtos... 4 3. Parametrização da Integração no Produto, Origem... 10 4. Parametrização
EXTRANET MANUAL DO USUÁRIO
EXTRANET MANUAL DO USUÁRIO 2 Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 E-MAIL DE BOAS VINDAS... 3 3 LOGIN... 4 4 DADOS CADASTRAIS... 4 5 NAVEGAÇÃO... 5 6 FAQ... 6 7 ABERTURA DE OCORRÊNCIA... 7 7.1 Categorização... 7
Estrutura dos Sistemas Operacionais. Adão de Melo Neto
Estrutura dos Sistemas Operacionais Adão de Melo Neto 1 Sistema Operacional - Formas de acessar o KERNEL do SISTEMA OPERACIONAL (SO) - A linguagem de comandos faz parte do SO O Sistema Operacional é formado
IDES E PROGRAMAÇÃO. Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias
1 IDES E PROGRAMAÇÃO Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias {claudio,macdias}@icmc.usp.br 2 Agenda Conceitos Instalação e Configuração Compilação e Execução de Código IDEs Exemplo
SW Ativação Linker SAT II
Manual do Usuário Versão 1.0.1 Setembro/2016 Revisão: 01 Data: 21/01/2014 CONTROLE DE VERSÕES Versão Data Observações 1.0.0 20/04/2016 Versão inicial 1.0.1 09/09/2016 Revisão geral Revisão: 01 Página:
Protótipo de uma ferramenta de apoio para desenvolvimento de sistemas web para WebIntegrator
Protótipo de uma ferramenta de apoio para desenvolvimento de sistemas web para WebIntegrator Ederson Evaristo Jantsch Orientador: Marcel Hugo 09/07/2002 Roteiro Introdução Aplicação multicamadas Tecnologias
ADIANTI FRAMEWORK PARA PHP
ADIANTI FRAMEWORK PARA PHP 9ª edição PABLO DALL'OGLIO Copyright 2012 de Pablo Dall'Oglio. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.160 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo
1 Gerando um XML da Nota fiscal eletrônica (LimerSoft SisVendas versão 12)
1 Gerando um XML da Nota fiscal eletrônica (LimerSoft SisVendas versão 12) No programa LimerSoft SisVendas versão 12 gera o XML da NFe de produtos versão 4.01, porém será necessário programas emissores
Geração Arquivo IN 86 Contabilidade no ambiente DATASUL11
Geração Arquivo IN 86 Contabilidade no ambiente DATASUL11 O processo da IN 86, é uma exigência legal solicitada pela Receita Federal. O Produto está preparado para geração dos arquivos conforme layout
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA
Operador MANUAL SISTEMA ESISLA WEB Versão: 1.0 16 / 09 / 2010. GESTÃO PÚBLICA Controle de Revisão VERSÃO DATA DESCRIÇÃO AUTOR REVISOR 1.0 16/09/2010 Manual Operador GESTÃO PÚBLICA Página 2 de 32 ÍNDICE
SINACOR GUIA UTILIZAÇÃO CADASTRO DE CLIENTES - PCIN
SINACOR GUIA UTILIZAÇÃO CADASTRO DE CLIENTES - PCIN Classificação das Informações 6/6/2016 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 Introdução... 3 2 Interface Visual... 4 3 LOGIN / Acesso...
Benner Corporativo Integração conciliação de cartão
Integração conciliação de cartão www.benner.com.br Atualizado em 10/5/2016 Integração conciliação de cartão Copyright 2016 Benner Software de Gestão de Negócios Todos os direitos reservados. É proibido
GERAÇÃO DO ARQUIVO SPED Contábil
GERAÇÃO DO ARQUIVO SPED Contábil Importante: Caso tenha ocorrido uma extração depois de realizado o preenchimento dos cadastros manuais, é necessário cadastrar novamente os seguintes cadastros: Pessoa,
MANUAL DE INSTALAÇÃO SISTEMA DE GERÊNCIA CONSCIUS
MANUAL DE INSTALAÇÃO SISTEMA DE GERÊNCIA CONSCIUS 1 ÍNDICE ÍNDICE... 2 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REQUISITOS... 3 2.1 Requisitos mínimos para utilização do instalador... 3 2.2 Requisitos mínimos para instalação
Estrutura dos Sistemas Operacionais. Adão de Melo Neto
Estrutura dos Sistemas Operacionais Adão de Melo Neto 1 Sistema Operacional -São partes do SO -São ferramentas de apoio ao usuário -São formas de acessar as rotinas do kernel O Sistema Operacional é formado
Easy Linx - Partilha ICMS
Easy Linx - Partilha ICMS Entrou em vigor no dia 01/01/2016 a Emenda Constitucional 87/2015 que altera a tributação para vendas Interestaduais com consumidor final. Será realizado a partilha da diferença
Processo Módulo Básico Imagem, Som, Vídeo e Documento Anexo
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Básico Imagem, Som, Vídeo e Documento Anexo Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico
Administrador Documentos. Gestão de Documentos. Título do documento
Administrador Documentos Gestão de Documentos Título do documento fluig.com 0800 882 9191 Av. Braz Leme 1717, Casa Verde 02511-000 São Paulo - Brasil 1 Sumário 1. Objetivos do Treinamento... 3 1.1. Aviso...
Plataforma Sage Resumo da Escrituração
Plataforma Sage Resumo da Escrituração Objetivo Disponibilizado na Plataforma Sage um painel de controle e acompanhamento sobre o status das importações das notas fiscais de saída e entrada, de forma a
ThinTemplates Parte 3
ThinTemplates Parte 3 Tecnologia 1 Agenda Parte 1 Conceitos Características ThinMaintenance ThinMasterDetail Parte 2 ThinMaintenanceNoNavigation ThinZoom Parte 3 ThinWindow ThinReport 2 Agenda ThinFormation
Versão 6.04 Novembro/2013
Versão 6.04 Novembro/2013 Integração ERP Pirâmide X Bionexo Doc-To-Help Standard Template Sumário i ii Introdução Doc-To-Help Standard Template Sumário Introdução 1 A Integração entre Pirâmide e Bionexo...
Manual de acesso ao Portal do Contribuinte - SIGET
Manual de acesso ao Portal do Contribuinte - SIGET Versão 1.0 (Atualizado em 04/05/2016) - 2011 - Governo do Estado do Ceará - Todos os direitos reservados. Conteúdo Requisitos de Instalação... 3 Área
Progress ADE Application Development Environment. Tecnologia
Progress ADE Application Development Environment Tecnologia 1 Agenda Objetivos Processo Ambientação ADE Formas de Conexão Parâmetros da Seção Progress Programas Progress Laboratório Ambiente de Desenvolvimento
Parametrização para Documentos Fiscais
Parametrização para Documentos Fiscais O sistema da Ommega Data é interativo e permite realizar as configurações necessárias conforme a necessidade da sua empresa. É importante que as configurações sejam
PROCEDIMENTO DE INVENTARIO MIM. 1. Logar com usuário e senha no MIM
PROCEDIMENTO DE INVENTARIO MIM 1. Logar com usuário e senha no MIM 2. Verificar o ponto (código da loja com 4 dígitos) - Clicar: Síntese de trabalho - Alterar o centro. 3. Clicar no Inventario Físico:
DT Geração Automática Informações Adicionais da Apuração Geração Informações Adicionais da Apuração
DT Geração Automática Informações Adicionais da Apuração Geração Informações Adicionais da Apuração Características do Requisito Linha de Produto: Segmento: Módulo: Rotina: Tickets relacionados Requisito/Story/Issue
Boletim Técnico. Melhorias na Integração EEC x FIN PROCEDIMENTOS PARA IMPLEMENTAÇÃO. Produto : Microsiga Protheus Easy Export Control versão 10
Melhorias na Integração EEC x FIN Produto : Microsiga Protheus Easy Export Control versão 10 Chamado : TFRGMC Data da publicação : 30/08/12 País(es) : Brasil Banco(s) de Dados : Todos Esta melhoria depende
D igitação de Eventos
Digitação de Eventos Índice 1. PLATAFORMA SAGE... 3 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 1.5. Primeiro Acesso... 4 Conhecendo a Plataforma... 5 Seleção da Empresa de Trabalho... 6 Sair do Sistema/ Minhas configurações...
A c c e s s B á s i c o
A c c e s s B á s i c o (referencial): 25 horas A informação na ponta dos dedos, o programa perfeito para cadastros de clientes e fornecedores, controle de estoque, pesquisas relatórios. O Microsoft Access
MANUAL. Certificado de Origem Digital PERFIL PRODUTOR. Versão
MANUAL Certificado de Origem Digital PERFIL PRODUTOR Versão 2.2.15 Sumário 1. INICIALIZANDO NO SISTEMA... 2 2. ACESSANDO O SISTEMA... 3 3. MENSAGEM ENCAMINHADA PELO SISTEMA.... 4 4. CADASTRANDO SUAS MERCADORIAS...
Dicas de Performance. Objetivo
Dicas de Performance Objetivo Este documento tem como objetivo informar algumas dicas rápidas de performance que podem ser aplicadas no dia-a-dia. As regras são simples e seus efeitos, isoladamente, podem
A c c e s s. Data Lógica Informática. Ambiente Real Conhecimento de Verdade. Carga Horária (referencial): 30 horas. Pré-requisito: Windows
A c c e s s (referencial): 30 horas O Access permite que o usuário, mesmo sem ser especialista, crie e gerencie bancos de dados de forma fácil, para desenvolver soluções que otimizam a entrada, filtros
Instalação... 1 Configuração... 1 UPC de validação campo a campo... 2 Configurando o monitoramento de cada campo... 3 Criação das UPCs...
TUTORIAL DE INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E USO DO SISTEMA CAMPO A CAMPO Sumário Instalação... 1 Configuração... 1 UPC de validação campo a campo... 2 Configurando o monitoramento de cada campo... 3 Criação
Boas Práticas de Programação
Boas Práticas de Programação Tópicos que veremos Práticas de programação Performance Práticas de programação Veremos: SHARE-LOCK e LOCKS de Registros TRANSAÇÕES LOCK de registro O PROGRESS suporta três
É recomendado cuidado no uso deste recurso pois: - Não é "debugável" - Só é interceptado por telas (alguns BAPIs não passam pela FIELD EXIT).
Descrição de uma FIELD EXIT Quando há necessidade de consistências adicionais para um determinado campo na tela, o SAP disponibiliza o recurso de FIELD EXIT. Trata-se de uma pequena rotina em ABAP que
Laboratório 01 NetBeans
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação GGI030 Programação Orientada a Objetos 2o. Semestre de 2017 Prof. Renato Pimentel Atividade individual. Laboratório 01 NetBeans 1 Introdução Os
* Procedimentos de definição DE-PARA DE CONTAS EMS5
* Procedimentos de definição DE-PARA DE CONTAS EMS5 O acesso ao programa é através do módulo da Contabilidade Fiscal, opção do menu Manutenção / Conta Contábil / Matriz Tradução Conta Externa ( prgint/utb/utb119aa.r
Livros: indicar qual o Livro que será extraído as informações:
LF0302 - EXTRATOR SPED CONTÁBIL Executar o programa de Extrator SPED Contábil (LF0302). Esse programa tem objetivo de buscar as informações necessárias para gerar o arquivo do SPED Contábil. O arquivo
Boletim Técnico. Nota Fiscal Eletrônica CAEA Argentina PROCEDIMENTO PARA IMPLEMENTAÇÃO
Nota Fiscal Eletrônica CAEA Argentina Produto : Microsiga Protheus Livros Fiscais - Versão 11 Data da publicação : 08/02/13 País(es) : Argentina Banco(s) de Dados : Todos Chamado : TGHD19 Esta melhoria
RECURSOS HUMANOS. Introdução ao Benner RH. Núcleo da Solução
RECURSOS HUMANOS Introdução ao Benner RH Núcleo da Solução Sumário Introdução... 4 Módulos do Sistema Benner Recursos Humanos.... 5 Apresentação do Sistema.... 6 Gerenciamento de atualizações... 8 Gerenciamento
Programando em SQL. Triggers, Stored Procedures e funções. Profa. Késsia Marchi
Programando em SQL Triggers, Stored Procedures e funções Objetivo Descrever as funcionalidades de triggers, store procedures e funções; Apresentar vantagens e benefícios; Criação e Gerenciamento de Store
Construção de Programas
Manual de thintemplates Construção de Programas Dezembro/2005 Copyright 1999 DATASUL S.A. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste documento pode ser copiada, reproduzida, traduzida ou transmitida
Esta melhoria depende de execução do update de base U_UPDFIN2, conforme Procedimentos para Implementação.
Criação campo ED_RECIRRF e C5_NATUREZ Produto Microsiga Protheus Financeiro versão 11 Chamado THRWDP Data da publicação 05/08/14 País(es) Brasil Banco(s) de Dados Todos Esta melhoria depende de execução
Cadastro de múltiplos documentos através do XML
Cadastro de múltiplos documentos através do XML Introdução O processo de importação de documentos fiscais que possuem XML foi otimizado na interface CF014 Cadastro de documento através de arquivo XML permitindo
MANUAL PARA APLICAR NOTAS
MANUAL PARA APLICAR NOTAS Criar os Grupos de Autorização na transação SE54 Em tabela/visão informar ZYCE Marcar Grupos de Autorização Clicar em Criar/modificar Como Criar um Grupo de Autorização Informar:
Boletim Técnico. Movimentações entre Filiais PROCEDIMENTOS PARA IMPLEMENTAÇÃO. Produto : Microsiga Protheus Metrologia versão 11
Movimentações entre Filiais Produto : Microsiga Protheus Metrologia versão 11 Chamado : SDKW30 Data da publicação : 05/09/12 País(es) : Todos Banco(s) de Dados : Todos Esta melhoria depende de execução
Documento de Requisitos SISTEMA DE APOIO À ESCRITA (SAPES)
1. Introdução 1.1 Propósito Documento de Requisitos SISTEMA DE APOIO À ESCRITA (SAPES) O propósito deste documento de especificação de requisitos é definir os requisitos do sistema SAPES - Sistema de Apoio
VKN: Integração com o sistema VIPS (Volvo)
VKN: Integração com o sistema VIPS (Volvo) OBJETIVO Integração com o sistema da Volvo entre TI9 e VIPS para o processo de pedido de vendas e nota fiscal. O sistema funcionará da seguinte forma: importará
PORTAL B2B FUNCIONAL
PORTAL B2B FUNCIONAL RMS Software S.A. - Uma Empresa TOTVS Todos os direitos reservados. A RMS Software é a maior fornecedora nacional de software de gestão corporativa para o mercado de comércio e varejo.
Este manual destina-se a ativação do DMI, para posterior utilização.
Este manual destina-se a ativação do DMI, para posterior utilização. Imagem ilustrativa Manual de ativação 1-Visão Geral... 2 2- Primeiro acesso ao DMI... 2 3 - Ativação do DMI... 6 Versão Descrição 1.00
Portal MGS No Portal MGS, o usuário fará o login na Área Cliente, usando o seu CPF e a senha fornecida pela MGS.
Portal MGS WWW.MGS.SRV.BR O usuário deverá acessar o Portal MGS, através do endereço WWW.MGS.SRV.BR No Portal MGS, o usuário fará o login na Área Cliente, usando o seu CPF e a senha fornecida pela MGS.
