Processo Módulo M NPS
|
|
|
- Ana Laura Fernanda Santarém Gonçalves
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Processo Módulo M BásicoB NPS Objetivo: Adquirir ganho de performance, diminuindo tráfego de rede e gerando outras vantagens competitivas através da utilização da tecnologia NPS (N-Tier Process and Scheduler).
2 Pré-Requisito do Processo: Manual de Treinamento; Acesso aos produtos Datasul.
3 Objetivos do Processo: Conceituar NPS, RPC e RPW; Conhecer a Manutenção Servidor RPC; Conhecer a Manutenção de Aplicativo; Conhecer a Manutenção de Programa; Conhecer a Manutenção Configuração RPC;
4 Objetivos do Processo: Conhecer a Manutenção Servidor Execução; Conhecer a Criação do Pedido de Execução; Conhecer a Ativação Servidor de Execução; Conhecer o Monitoramento de Pedidos de Execução; Conhecer a Eliminação Pedidos de Execução; Conhecer a Agenda Automática.
5 Benefícios para o Usuário As principal vantagem que o usuário deste processo irá obter são: Executar tarefas do produto em servidores de aplicação; Obter melhor performance na execução das tarefas.
6 Objetivos Específicos do Treinamento Após o treinamento neste processo, você deverá estar apto a: Configurar o NPS; Executar programas através do NPS.
7 Conceito: Arquitetura Estrutura dos componentes de uma aplicação: sua forma de agrupamento, de distribuição e de comunicação. Cliente/Servidor Arquitetura em que vários computadores (clientes) executam suas tarefas e, quando é necessário obter alguma funcionalidade centralizada, solicitam-na a um computador servidor. Servidores são geralmente computadores de alta capacidade para que consigam atender eficientemente os pedidos dos clientes.
8 Conceito: Servidor de Arquivos Computador servidor especializado em oferecer arquivos aos computadores clientes, geralmente possuindo discos com volume alto e rotação rápida. Servidor de Aplicativos Computador servidor especializado em oferecer tarefas de uma aplicação aos computadores clientes. Geralmente seu maior requisito é memória e velocidade de processamento. Servidor de Banco de Dados Computador servidor especializado em prover acesso a banco de dados. Como requisitos, memória e rápido acesso ao disco.
9 Conceito: Host-Based Arquitetura baseada em servidor. Todo o processamento é executado pelo computador servidor, e apenas informações de tela e teclado são trocadas entre o servidor e os terminais. Tier(Camada) Agrupamento dos componentes de um software com uma funcionalidade comum, permitindo níveis de abstração.
10 Conceito: Two-Tier (Duas Camadas) Arquitetura em que a interface e a lógica de uma aplicação são executadas nos computadores clientes, enquanto que os dados são gerenciados pelo computador servidor. Pode também aplicar-se à situação em que parte da lógica da aplicação está sendo executada pelo sistema gerenciador de banco de dados. Three-Tier (Três Camadas) Arquitetura em que a interface de uma aplicação é executada nos computadores clientes, a lógica é executada nos clientes e em um servidor de aplicação, e os dados são gerenciados pelo servidor de banco de dados.
11 Conceito: N-Tier (Diversas Camadas) Arquitetura em que a interface de uma aplicação é executada nos computadores clientes, a lógica é executada nos clientes e em vários servidores de aplicação, e os dados são gerenciados pelo servidor de banco de dados. Execução Distribuída Forma de execução na qual programas que compõem uma aplicação são executados em máquinas distintas. Agenda Automática Permitir programar a execução de programas via RPW (Remote Procedure Wait) baseando-se em calendários.
12 Conceito: Execução Síncrona Forma de execução em que um programa chama um outro programa e espera por seu término para poder continuar o processamento. Execução Assíncrona Forma de execução em que um programa chama um outro programa e não espera por seu término para poder continuar o processamento. A execução não é imediata, e pode-se ou não predizer o momento de início do processamento.
13 Conceito: Progress AppServer O Progress AppServer é uma ferramenta para ambiente de produção que permite a distribuição e execução da camada de lógica em servidores remotos; também suporta aplicativos distribuídos de negócio "à prova de futuro" que preservam investimentos existentes, suportam novas tecnologias, e se comunicam com outros aplicativos conforme a necesssidade.
14 Fluxograma: NPS (N-tier Process and Scheduler) RPC (Remote Procedure Call) RPW (Remote Procedure Wait)
15 Fluxograma:
16 Fluxograma: Progress Appserver/RPC
17 Contexto: RPC Execução de programas de forma distribuída e síncrona. Exemplo: Cálculo do valor do pedido de venda Tecnologia Progress (Progress Appserver). Vantagens: RPC Redução do tráfego na rede; Redução do tempo de execução.
18 Cliente/Servidor Tradicional Cálculo do total do pedido de venda Solicita pedido Envia dados do pedido GUI Solicita itens do pedido Envia dados dos itens do pedido Solicita tabela de preço Envia dados da tabela de preço Solicita dados do representante Envia dados do representante DB
19 Cliente/Servidor com RPC Cálculo do total do pedido de venda Solicita pedido GUI Envia dados do pedido Solicita cálculo do total do pedido Envia resultado do cálculo DB Progress Appserver
20 Procedimento Progress Explorer. Progress Explorer: Progress Appserver v09
21 Procedimento Manutenção Servidor RPC. Campo Empresa: Datasul EMS 2 e Datasul HR
22 Procedimento Manutenção Aplicativo.
23 Procedimento Manutenção Programa. Datasul EMS 2 e Datasul HR: Campo Template = Programas sem Interface
24 Procedimento Manutenção de Configuração RPC.
25 Procedimento Relatório Programas preparados p/ Execução via RPC. Procedimento: Datasul EMS 2 e Datasul HR
26 Pedidos Execução Fluxograma: RPW 2. Verifica Pedidos a Executar 1. Criação de Pedidos Agenda Automática Servidor RPW 4. Monitoramento 3. Dispara a execução
27 Contexto: RPW Executar programas distribuídos de forma batch e assíncrona. Exemplos: Transferência MultiPlanta; Cálculo Preço Médio; Relatórios; Atualizações. Tecnologia Datasul. Vantagens: RPW Redução do tráfego de rede; Redução do tempo de execução; Agendamento da execução; Dependência de pedidos; Gerenciamento dos arquivos dos usuários; Envio de .
28 Procedimento Manutenção Servidor Execução. Campo Empresa: Datasul EMS 2 e Datasul HR
29 Procedimento Relatório Servidor Execução.
30 Procedimento Relatório Log Servidor Execução.
31 Procedimento Criação do Pedido de Execução. Campo Publicação WebDesk: Datasul EMS 2 e Datasul HR
32 Procedimento Ativação Servidor Execução. Datasul EMS 2 e Datasul HR: btb/btb908za.p Datasul EMS 5: prgtec/btb/btb908za.py
33 Procedimento Monitoramento de Pedidos de Execução.
34 Procedimento Relatório Pedido de Execução.
35 Procedimento Eliminação Pedidos de Execução.
36 Procedimento Agenda Automática - Genéricos. Procedimento: Datasul EMS 2 e Datasul EMS 5 (>= 5.05)
37
38 ERROR: stackunderflow OFFENDING COMMAND: ~ STACK:
Processo Módulo Básico - NPS
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Básico - NPS Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto Datasul EMS/HR, o qual
Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta. CST em Redes de Computadores
Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta CST em Redes de Computadores Introdução Computadores Computadores são compostos, basicamente, de CPU, memória e dispositivos de entrada e saída
Processo Módulo Menu Demonstrativo Execução Programas
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Menu Demonstrativo Execução Programas Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto
O que é um sistema distribuído?
Disciplina: Engenharia de Software 4 Bimestre Aula 1: ENGENHARIA DE SOFTWARE DISTRIBUÍDO O que é um sistema distribuído? Segundo Tanenbaum e Steen (2007) um sistema distribuído é uma coleção de computadores
Aula 5 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MULTI PLAYER. Marcelo Henrique dos Santos
Aula 5 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MULTI PLAYER Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Mestrado em Educação (em andamento) MBA em Negócios em Mídias Digitais MBA em Marketing e
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ COLÉGIO TÉCNICO DE TERESINA-TÉCNICO EM INFORMÁTICA DISCIPLINA: REDES DE COMPUTADORES I PROFESSOR: Valdemir Junior
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ COLÉGIO TÉCNICO DE TERESINA-TÉCNICO EM INFORMÁTICA DISCIPLINA: REDES DE COMPUTADORES I PROFESSOR: Valdemir Junior CAMADA DE APLICAÇÃO Alyson Pereira Barbosa Erisvaldo dos
Parametrização e Utilização do C.T.I. Integração CRM
Integração CRM Sumário 1. Introdução... 3 1.1. Objetivos do Treinamento... 3 1.2. Conceitos Básicos... 3 1.3. Restrições da Funcionalidade... 5 1.4. Parâmetros... 5 1.5. Integração do CTI com o CRM...
Arquitetura de sistemas distribuídos
Arquitetura de sistemas distribuídos 3. Comunicação nos Sistemas Distribuídos 3.1.Introdução aos modelos de comunicação 3.2 Modelo Cliente-Servidor 3.3.Comunicação através de Sockets 3.3 Chamada a procedimento
Nuvem e Virtualização Redes Programáveis
Nuvem e Virtualização Redes Programáveis Visão Geral da Nuvem A computação em nuvem envolve muitos computadores conectados em uma rede, possibilitando que eles sejam fisicamente localizados em qualquer
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Módulo 1 Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Módulo 1 Sistemas Operacionais 1 Competências: SOP 1. Compreender as abstrações de um sistema operacional e operar um sistema operacional Unix/Linux como
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ESTRUTURA DE UM SISTEMA OPERACIONAL PROFESSOR CARLOS MUNIZ
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA ESTRUTURA DE UM SISTEMA PROFESSOR CARLOS MUNIZ ESTRUTURA DE SISTEMAS OPERACIONAIS O sistema operacional tem uma estrutura bem complexa, devido não funcionar como um programa
ADMINISTRANDO O WINDOWS SERVER 2012
20411 - ADMINISTRANDO O WINDOWS SERVER 2012 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Módulo 1: Configurando e Solucionando problemas de sistema de nome de domínio Este módulo explica como configurar e solucionar problemas
Técnicas Avançadas de Programação
Sumário Técnicas Avançadas de Programação Prof. João Marcos M. da Silva Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Agosto de 2011 Prof. João Marcos
ARQUITETURA DE SISTEMAS OPERACIONAIS. VISÃO GERAL DE UM SISTEMA OPERACIONAL Prof. André Luís Alves E. M. DR. LEANDRO FRANCESCHINI
ARQUITETURA DE SISTEMAS OPERACIONAIS VISÃO GERAL DE UM SISTEMA OPERACIONAL Prof. André Luís Alves E. M. DR. LEANDRO FRANCESCHINI INTRODUÇÃO Programas computacionais (ou software) constituem o elo entre
Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MASSIVOS DISTRIBUÍDOS. Marcelo Henrique dos Santos
Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MASSIVOS DISTRIBUÍDOS Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Mestrado em Educação (em andamento) Pós-graduação em Negócios em Mídias Digitais
Processo Módulo Básico Imagem, Som, Vídeo e Documento Anexo
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Básico Imagem, Som, Vídeo e Documento Anexo Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico
Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MASSIVOS DISTRIBUÍDOS. Marcelo Henrique dos Santos
Aula 4 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MASSIVOS DISTRIBUÍDOS Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Email: Site: [email protected] www.marcelohsantos.com.br TECNOLOGIA EM JOGOS
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES Unidade 5 Camada de Transporte e Aplicação. Luiz Leão
Unidade 5 Camada de Transporte e Aplicação Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático 5.1 Protocolo UDP 5.2 Protocolo TCP 5.3 Principias Protocolos de Aplicação 5.3.1 SMTP
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 5ª. Série Programação Distribuída A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido
Guia de estudos 08. Aluno: Data: Curso: Sistemas de Informação. Adm de redes
Guia de estudos 08 Aluno: Data: Curso: Sistemas de Informação Periodo: Objetivo: Gerência de Redes Adm de redes 1 Quais as características da política de configuração e manutenção das redes? e da rede
Fundamentos da Informática Aula 03 - Sistemas operacionais: Software em segundo plano Exercícios Professor: Danilo Giacobo
Fundamentos da Informática Aula 03 - Sistemas operacionais: Software em segundo plano Exercícios Professor: Danilo Giacobo Múltipla escolha 1. Em que consiste um sistema operacional: a. Um conjunto de
Arquiteturas. capítulo
Arquiteturas capítulo 2 Modelos de arquitetura de sistemas distribuídos Clientes realizam pedidos a servidores Client invocation invocation Server result Server result Client Key: Process: Computer: Modelos
Arquiteturas para SGBD. Laboratório de Bases de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri
Arquiteturas para SGBD Laboratório de Bases de Dados Arquitetura Centralizada Terminal responsável pela exibição dos resultados sem capacidade de processamento Computador central (mainframe) responsável
Sistema Operacional. Prof. Leonardo Barreto Campos. 1/30
Sistema Operacional Prof. Leonardo Barreto Campos 1/30 Sumário Introdução Middleware e SO de Rede SO de Rede Processos e Threads Leitura Complementar Bibliografia 2/30 Introdução A tarefa de qualquer sistema
Arquitetura de Software Parte 2/3-Estilos Arquiteturais. Jorge H. C. Fernandes Junho de 1999
Arquitetura de Software Parte 2/3-Estilos Arquiteturais Jorge H. C. Fernandes Junho de 1999 Estilos Arquiteturais mais Comuns (Mary Shaw, 96) Data flow Batch Pipes e filtros Chamada e retorno Programa
Matéria: Sistema Computacional - SC. Prof.: Esp.: Patrícia Dias da Silva Peixoto
Matéria: Sistema Computacional - SC Prof.: Esp.: Patrícia Dias da Silva Peixoto SISTEMA OPERACIONAL E TIPOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS O QUE É UM SISTEMA OPERACIONAL (S.O.). Por mais complexo que possa parecer,
Redes de Computadores. Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período
Redes de Computadores Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período PARTE II: PROCESSOS E THREADS SUMÁRIO 6. THREAD: 6.1 Introdução; 6.2 Ambiente Monothread; 6.3 Ambiente Multithread; 6.4 Arquitetura
Com esse novo menu será possível suportar o novo padrão de aplicações desenvolvidas em HTML5 através do Framework HTML.
Menu HTML Objetivo O menu HTML tem como principal objetivo atender os requisitos de evolução tecnológica dos softwares da linha Datasul em alternativa ao Flex, sobretudo a redução da dependência de complementos
ALP Algoritmos e Programação. . Um modelo de Computador
ALP Algoritmos e Programação Iniciação aos computadores. Breve Histórico da Computação. Conceito de Informática. 1 . Computador é uma máquina composta de elementos físicos do tipo eletrônico, que executa
Estrutura do Sistema Operacional
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Aula 04 Estrutura do Sistema Operacional 2 1 Estrutura do Sistema Operacional
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Sistemas Operacionais (SOP A2)
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Sistemas Operacionais (SOP A2) Visão Geral Referências: Sistemas Operacionais Modernos. Andrew S. Tanenbaum. Editora Pearson. 3ª ed. 2010. Seção: 1.1
Redes de Computadores
Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Redes de Computadores Prof Pedro Vunge I Semestre de 2017 SUMÁRIO I - Introdução às Redes de Computadores 1.4 Principais componentes de uma rede
Processo Módulo Segurança Administração da Segurança
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Segurança Administração da Segurança Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Sistema Operacional Conteúdo retirado do livro Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado Luiz Paulo
Curso: Redes de Computadores
Curso: Redes de Computadores Cadeira de Introdução a Sistemas Operacionais. Bibliografia Sistemas Operacionais Modernos Andew S. Tanembaum Sistema Operacionais Abraham Silberchatz, Peter Galvin e Greg
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CUP Disk Memoey CUP Memoey Disk Network CUP Memoey Disk Introdução aos Sistemas Distribuídos 1 Sumário Evolução Problema/Contexto O que é um Sistema Distribuído? Vantagens e Desvantagens
Gerenciamento de Redes
Gerenciamento de Redes Áreas Funcionais de Gerenciamento FCAPS Modelo OSI de Gerenciamento Criado pela ISO para situar os cenários de gerenciamento em um quadro estruturado Fault Configuration Account
Introdução à Sistemas Operacionais
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas e Informática IC (2018/02) Introdução Sistema Operacional serve como um intermediário entre o hardware e os softwares aplicativos
Rede de computadores Cliente- servidor. Professor Carlos Muniz
Rede de computadores Professor Carlos Muniz Definição Cliente-servidor é um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores.
Virtualização do System302 em ambiente VMWARE
GUIA DO USUÁRIO Virtualização do System302 em ambiente VMWARE ABR / 17 SYSTEM302 DOC-0149-00 smar www.smar.com.br Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. Informações
Impressora GDI no Datasul
Encontro de hoje: Impressora GDI no Datasul DICAS: O evento será gravado e disponibilizado no término da apresentação. Deixe suas perguntas na área de chat. Iremos responde-las até o final do evento. Ajude-nos
Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S Dispositivos de E/S Discos Magnéticos Desempenho, redundância, proteção de dados
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência de Dispositivos Subsistemas de E/S Device Driver Controlador de E/S
Introdução a Computação em Nuvem
Introdução a Computação em Nuvem Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia
Gerência de Dispositivos. Adão de Melo Neto
Gerência de Dispositivos Adão de Melo Neto 1 Gerência de Dispositivos Introdução Acesso ao Subsistema de E/S Subsistema de E/S Device Drivers Controladores Dispositivos de E/S Discos Magnéticos Desempenho,
MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA GERENCIADOR DE SENHAS VERSÃO SERVIDOR
MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA GERENCIADOR DE SENHAS VERSÃO 22.4.0 SERVIDOR SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. INSTALAÇÃO DO SOFTWARE 4 3. UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE 6 ANEXO 1 GUIA DE REFERÊNCIA RÁPIDA 17 ANEXO 2 SOLUÇÕES
Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais
Sistemas de Informação Sistemas Operacionais PROCESSOS E THREADS PARTE II SUMÁRIO 3. THREAD: 3.1 Introdução; 3.2 Ambiente Monothread; 3.3 Ambiente Multithread; 3.4 Arquitetura e Implementação; 3.5 Modelos
Sistemas Distribuídos Capítulo 3 - Aula 3
Sistemas Distribuídos Capítulo 3 - Aula 3 Aula passada Arquitetura de SDs Estilo Arquitetônico Arquitetura de Sistemas Sistemas Autogerenciáveis Aula de hoje Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos
Arquitectura de Sistemas Paralelos e Distribuídos Modelos de Sistemas
Modelos de Sistemas MSc. Eugénio Alberto Macumbe Modelos de Sistemas Um modelo de arquitectura de SD está preocupado com a localização das partes e o relacionamento entre elas. Os exemplos incluem os modelos
Sistemas Operacionais. Visão Geral
Sistemas Operacionais P R O F. B R U N O A L B U Q U E R Q U E S C R I G N O L I Visão Geral Organização da Apresentação Introdução Componentes de um Sistema de Computação Conceito de SO Objetivos de um
Camada de Aplicação da Arquitetura TCP/IP
Arquitetura de Redes de Computadores e Tecnologia de Implementação de Redes 2016.1 Camada de Aplicação da Arquitetura TCP/IP Curso Técnico Integrado em Informática Turma: INT.INF.3M Arquitetura de Redes
Redes de Computadores. Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período
Redes de Computadores Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período PARTE I: CONCEITOS BÁSICOS SUMÁRIO 1. VISÃO GERAL: 1.1 Introdução; 1.2 Funções Básicas; 1.3 Máquina de Camadas; 1.5 Tipos de Sistemas
Sistemas Operacionais. Tipos de SO
Sistemas Operacionais Tipos de SO Tipos de Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais Sistemas Monoprogramáveis/ Monotarefas Sistemas Multiprogramáveis/ Multitarefas Sistemas com Múltiplos Processadores
Curso Técnico em Informática Redes TCP/IP 2 o Módulo. Prof. Cristiano da Silveira Colombo
Curso Técnico em Informática Redes TCP/IP 2 o Módulo Prof. Cristiano da Silveira Colombo Objetivos da Aula Apresentar os conceitos de tecnologias e padrões de redes de computadores. Agenda da Aula Padronização
Sistemas Operacionais. Sistema de entrada e Saída
Sistemas Operacionais Sistema de entrada e Saída Sistema de Entrada e Saída I/O É uma das principais tarefas de um sistema computacional Como máquina abstrata o S.O. deve oferecer uma visão padronizada
Sistemas Operacionais. Maria de Fátima de Freitas Bueno Marcílio
Sistemas Operacionais Maria de Fátima de Freitas Bueno Marcílio Introdução O que é um sistema operacional? História dos sistemas operacionais Conceitos dos Sistemas Operacionais Estrutura dos Sistemas
Virtualizando Sistema Operacional
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARAÍBA CAMPUS CAMPINA GRANDE PROFESSOR: RHAVY MAIA GUEDES DATA: 11/05/2011 DISCIPLINA: INFORMÁTICA BÁSICA EXERCÍCIO PRÁTICO Leia com atenção todo o
Processo Módulo Menu Funcionalidades Sofisticadas
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Menu Funcionalidades Sofisticadas Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto
Guia de Integração do SIGAGFE com TOTVS Colaboração 2.0
Guia de Integração do SIGAGFE com TOTVS Colaboração 2.0 Título do documento Sumário 1.1 O que é o TOTVS Colaboração?... 3 1.2 Fluxo de Integração... 4 1.3 JOB TC 2.0... 4 1.4 Função Manutenção de Diretórios
Copyright , Bacula Systems S.A. All rights reserved. Copyright , Bacula Systems S.A. All rights reserved.
Copyright 2008-2016, Bacula Systems S.A. All rights reserved. 2016 Copyright 2008-2016, Bacula Systems S.A. All rights reserved. Agenda Quem somos? A Bacula Systems Arquitetura do Bacula Enterprise Funcionalidades
Processo Módulo Básico - TimeOut
i Manual de Treinamento Administrador do Datasul EMS - BÁSICO Processo Módulo Básico - TimeOut Conheça as funcionalidades tecnológicas dos módulos de Menu, Segurança e Básico do produto Datasul EMS/HR,
Exercícios Cap I. 1.1, 1.2, 1.3 (somente letras (a), (b) e (c)) , 1.8 e 1.12 IC - UFF
Exercícios Cap I 1.1, 1.2, 1.3 (somente letras (a), (b) e (c)) 1.5 1.7, 1.8 e 1.12 Sistemas Operacionais Visão geral e evolução dos SOs Sistema Operacional? Um programa que controla a execução dos programas
Redes de Computadores
Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Redes de Computadores Prof Pedro Vunge I Semestre de 2017 SUMÁRIO I - Introdução às Redes de Computadores 1.1 Considerações iniciais 1.2 O surgimento
Manual de instalação, configuração e utilização do Enviador XML
Manual de instalação, configuração e utilização do Enviador XML 1 Manual de instalação, configuração e utilização do Enviador XML 1. Conceitos e termos importantes XML Empresarial: é um sistema web (roda
INTRODUÇÃO A SISTEMAS OPERACIONAIS
INTRODUÇÃO A SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Me. Hélio Esperidião DEFINIÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL. O sistema operacional é uma camada de software colocada sobre o hardware para gerenciar todos os componentes
SISTEMAS DE BANCOS DE DADOS: CONCEITOS E ARQUITETURA
Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica Instituto de Ensino Superior - FUCAPI SISTEMAS DE BANCOS DE DADOS: CONCEITOS E ARQUITETURA Disciplina: Banco de Dados Prof: Márcio Palheta, Esp.
Sankhya Web Connection. Versão: 02 Criado em: 28/03/2017
0 de 14 Em alguns navegadores de internet, vem se tornando complicado o uso de plugins (um plugin ou módulo de extensão é um programa de computador usado para adicionar funções a outros programas maiores,
Sistemas Distribuídos. Plano de Curso. Plano de Curso 04/03/12 ! EMENTA:
Sistemas Distribuídos Prof. Msc. André Luiz Nasserala Pires [email protected]! EMENTA: Plano de Curso! Conceitos. Comunicação entre processos (IPC). Programação de aplicações cliente- servidor. Sincronização
4) Defina o que vem a ser um algoritmo, e porque, o mesmo depende do processo.
Lista de Exercício 1 Algoritmo e Programação 29/08/2018 (Solução) 1) Escreva conforme a premissas computacionais, o que vem a ser, lógica. R: São as premissas básicas para se executar instruções, alocadas
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Prof. Macêdo Firmino Introdução à Disciplina (Ementa) Macêdo Firmino (IFRN) Sistemas Operacionais Março de 2012 1 / 11 Objetivos Conhecer os princípios básicos de um sistema operacional;
Estruturas de Sistemas Operacionais
Estruturas de Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais - Tópicos Componentes do Sistema Serviços de Sistemas Operacionais Chamadas ao Sistema Estrutura do Sistema Máquinas Virtuais Chamadas ao Sistema
Arquiteturas. Capítulo 2
Arquiteturas Capítulo 2 Agenda Estilos Arquitetônicos Arquiteturas de Sistemas Arquiteturas Centralizadas Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas Híbridas Arquiteturas e Middleware Sistemas Distribuídos
Gerenciamento de Redes: Protocolo SNMP
Gerenciamento de Redes: Protocolo SNMP Protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol Protocolo Simples de Gerência de Rede) é um protocolo usado para gerenciar redes TCP/IP complexas. Com
Aula 1: Introdução aos Sistemas Operacionais. Instituto Federal da Bahia INF009 - Sistemas Operacionais Profª Flávia Maristela
Aula 1: Introdução aos Sistemas Operacionais Instituto Federal da Bahia INF009 - Sistemas Operacionais Profª Flávia Maristela Pensando melhor... Porque cursar a disciplina de S.O.? A disciplina é obrigatória!
Manual de instalação do software CSIBackup Versão 1.0
Manual de instalação do software CSIBackup Versão 1.0 1 Sumário Download do software... 3 Passos para a instalação e utilização... 3 Instalação... 3 Instalando dependências necessárias... 7 Sistema de
GERENCIAMENTO DE REDES: Aluno: Gianluca de Campos Engenharia de Computação
GERENCIAMENTO DE REDES: Aluno: Gianluca de Campos Engenharia de Computação Apresentação da ferramenta A Nagios é um programa open source de monitoramento de redes, que verifica constantemente a disponibilidade
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída. 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Fundamentos Evolução Estrutura
Sistema Operacional. Etapa
Etapa 1-2017 HARDWARE PARTE FÍSICA DA MÁQUINA HARDWARE HARDWARE HARDWARE SOFTWARE PARTE LÓGICA DA MÁQUINA SOFTWARE INTERMEDIÁRIO ENTRE O HARDWARE E O SOFTWARE PRINCIPAL PROGRAMA DO COMPUTADOR Um sistema
POLÍTICA DA CENTRAL DE SERVIÇO DE TI. Versão 1.0 GERÊNCIA CORPORATIVA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
POLÍTICA DA CENTRAL DE SERVIÇO DE TI Versão 1.0 GERÊNCIA CORPORATIVA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVOS... 3 3. ABRANGÊNCIA DA CENTRAL DE SERVIÇO... 3 4. FERRAMENTA UTILIZADA
Visões Arquiteturais. Visões Arquiteturais
Visões Arquiteturais Separar diferentes aspectos em visões separadas com o objetivo de gerenciar complexidade. Cada visão descreve diferentes conceitos da Engenharia. Visões permitem reduzir a quantidade
