Orçamento para Obras Públicas
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- Ana Luiza Garrido Estrada
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1 Introdução Orçamento para Obras Públicas Oferecer ao participante os conhecimentos, informações e técnicas necessárias para a elaboração eficiente e consistente de orçamentos de obras de engenharia, a partir da determinação da produtividade das equipes mecânicas, dos coeficientes de produtividade da mão-de-obra, dos coeficientes de consumo de materiais e dos custos dos insumos. Os preços dos serviços deverão ser obtidos e apresentados adequadamente de acordo com as previsões legais e atendendo às especificações devidas e ao necessário grau de detalhamento e qualidade técnica empregando corretamente as técnicas legais para cada fase do processo licitatório, inclusive na gestão contratual. O curso de Orçamento para Obras Públicas foca tanto o ponto de vista do tomador do serviço o administrador responsável - como o prestador ou fornecedor que deve atender aos diversos requisitos licitatórios e contratuais. Resumo I Adquirirá habilidades necessárias para melhorar o relacionamento e Comunicação com seus interlocutores no ambiente negocial Se tornará um profissional diferenciado no mercado, a partir de todo o conhecimento em orçamento adquirido O que você vai aprender I II Fazer orçamentos e julgamentos críticos com qualidade Verificar a exequibilidade e aceitabilidade dos preços ofertados, bem como sua eventual inexequibilidade e as alternativas para a correção de impropriedades Conhecimento jurídico necessário à compreensão do ambiente privado e da administração pública Público-alvo Profissionais do sistema Confea/Crea, Orçamentistas, servidores, funcionários, integrantes de comissões de licitação, Advogados, assessores jurídicos, procuradores, Profissionais que atuam nos departamentos de controle e gerenciamento de contratos, Agentes envolvidos no
2 planejamento e processamento de documentos técnicos, administrativos e jurídicos Carga Horária 20 horas Programa Aspectos Gerais a. Princípios e legislação que disciplina a matéria (Lei Federal n 8.666/93, Lei Federal nº 5.194/66, Resoluções e Atos do Sistema Confea/Crea) a. Quais os principais princípios jurídicos concernentes à elaboração de orçamento para obras públicas? b. Quais as atividades que só podem ser executadas por profissionais (pessoas físicas) e quais podem ser executadas por empresas (construtoras e empreiteiras), ou todas as atividades podem ser executadas por pessoas físicas e jurídicas, indistintamente? c. O que é exercício ilegal da profissão no âmbito da engenharia, arquitetura e agronomia, e quando ocorre? Quais as consequências para o técnico e a instituição para o qual ele trabalha? d. O que se entende por profissional legalmente habilitado com atribuições específicas, na área da engenharia, arquitetura e agronomia? e. A responsabilidade técnica é da pessoa jurídica ou do responsável técnico? Qual a diferença entre a responsabilidade: técnica e ético-profissional, civil, penal e criminal e trabalhista? O responsável técnico pode responder pelas mesmas? f. Que profissional, do ponto de vista legal, pode proceder à medição e atestar às respectivas faturas? g. Qual é o conceito de obra de engenharia? Distinção entre construção, reforma, fabricação, recuperação e ampliação. E entre serviço e serviço de engenharia. Como se deve proceder à elaboração do orçamento para cada caso? h. Quando a obra ou serviço de engenharia é de grande vulto? Sua classificação é função do valor do orçamento? De uma obra? Ou para o somatório de obras? i. O que entende por ART? E quanto à obrigatoriedade da ART para o caso de orçamento? No caso de coautoria e corresponsabilidade, quem deve fazer a Anotação de Responsabilidade Técnica ART? j. TCU orientações, determinações, súmulas, decisões e acórdãos. I Aspectos Técnicos a. Aspectos que norteiam o anteprojeto, o projeto básico e o executivo a. O que se entende por anteprojeto da obra ou serviço de engenharia? Qual sua finalidade e quais os serviços preliminares necessários para sua elaboração? Como se elabora o respectivo orçamento? b. O anteprojeto pode ser considerado um projeto básico? O projeto básico é o projeto
3 básico arquitetônico? Como se elabora o orçamento do projeto básico? c. Quais os documentos técnicos que fazem parte do projeto básico? Qual a distinção entre memorial descritivo, especificações técnicas e caderno de encargos para fins de elaboração de orçamento? d. O que se entende por projeto executivo e no que difere do projeto básico? Qual a precisão na elaboração do seu orçamento? e. Qual deve ser a precisão de elaboração do projeto básico e/ou do executivo? Existe alguma limitação legal? Caso positivo. Está relacionado ao orçamento? b. b) Aspectos que norteiam o orçamento 1. Qual a diferença entre Custo e Preço? Quando se aplica um e quando o outro? 2. O que se entende por: insumos, serviços e encargos sociais (LS)? 3. Quais são os tributos/impostos a serem considerados na elaboração de um orçamento? 4. O que é custo direto? 5. Quais tributos que devem ser considerados na composição do custo direto? 6. Qual é a diferença entre custo indireto e despesa indireta? Eles integram a planilha orçamentária ou o BDI? 7. O que se entende por lucro operacional e lucro líquido? Qual a relação entre eles? Na elaboração do orçamento deve ser considerado o lucro operacional ou o lucro líquido? 8. Quais os tributos/impostos que incidem sobre o faturamento? E quais não incidem sobre o faturamento? 9. Qual é a importância e as características do orçamento? 10. Qual é a importância da prioridade de execução do objeto, na elaboração do orçamento? 11. Qual a diferença entre Planilha de Custos, Planilha de Preços e Planilha Orçamentária? Ou é a mesma coisa? 12. O que distingue a etapa, da atividade e do serviço? 13. Distinção entre orçamento: estimativo (noção de custo), sintético (preliminar) e analítico (detalhado)? c. c) Elaboração do orçamento, inclusive BDI, curva ABC e cronogramas a. Como se processa a elaboração (fluxograma) de um orçamento? b. Qual a finalidade da obrigatoriedade do orçamentista fazer uma visita técnica ao local onde será executado a obra para elaborar um orçamento? c. Qual a rotina a ser empregada para determinar, a partir dos projetos e demais documentos técnicos, o rol dos serviços e as respectivas quantidades? Como proceder no caso de ter havido erro na quantificação do serviço ajustagem no preço? d. Como proceder a quantificação dos insumos que compõem um serviço composição do serviço? e. Como determinar a produtividade das equipes mecânicas (cálculo das horas de máquinas e equipamentos)? f. Como determinar o coeficiente de produtividade da mão-de-obra? Aspectos do custo real e relativo da mão-de-obra? g. Como determinar o consumo de insumos para o serviço? Como considerar as perdas
4 de materiais? Como minimizá-los? h. De que forma se pode fazer a pesquisa de preços e condições de fornecimento dos insumos? i. O que se entende por BDI ou LD Ele pode ser fixado em edital? Como calcular a taxa do BDI? É viável que numa mesma proposta se apresente vários BDI, com valores distintos? j. Existem meios de desonerar o BDI? k. Como determinar as despesas indiretas da sede e filiais de uma empresa? l. Cálculo dos custos indiretos e despesas indiretas, do local da obra? m. Qual a distinção entre o custo direto global de uma obra e o preço global de uma obra? n. Como elaborar uma planilha orçamentária de uma obra? o. Existe prescrição legal para a validade jurídica do orçamento, e da Carta-proposta? Quando o orçamento ou a Carta-proposta não tem valor jurídico? p. O que se entende por Cronograma físico, financeiro, físico-financeiro e de suprimento de materiais? q. Quem deve elaborar e subscrever os cronogramas? r. O que é Curva ABC e qual sua composição? s. Como se elabora uma Curva ABC? Qual sua empregabilidade? A administração pública deve determinar a Curva ABC para todas as obras? t. Qual a origem do jogo de planilhas ( desequilíbrio físico-financeiro, desbalanceamento ou maquiagem ) nos orçamento das obras ou dos serviços de engenharia? u. Qual a técnica a ser empregada para evitar o jogo de planilhas sem utilizar o mecanismo da desclassificação? v. Quais são os critérios que devem ser adotados quanto à aceitabilidade dos preços ofertados? w. Como se deve proceder na análise de uma proposta de preços? E a análise dos preços que indicam uma forte tendência de inexequibilidade? x. TCU orientações, determinações, súmulas, decisões e acórdãos. Instrutores Prof. Esp. Rolf Dieter Oskar F. Bräunert Professor da Universidade Federal do Paraná. Pós-graduação em Planejamento e Projetos de Desenvolvimento Regional na Universidade de Hannover Alemanha. Especialização em Planejamento, Projetos e Construções na Universidade de Stuttgart Alemanha. Estágio no Departamento de Edificações no Hochbauamt Stadt Köln em Colônia (Alemanha). Professor de pós-graduação da UNIBRASIL Licitações e Contratos Administrativos desde Palestrante na Universidade de Hannover. Especialista em licitações no âmbito nacional e internacional, há mais de
5 40 anos. Consultor do Programa das Nações Unidas para o Desen-volvimento (PNUD) em órgãos federais e estaduais em licitações financiadas com recursos do BID e BIRD. Presidente de inúmeras Comissões de Licitação, como: Museu Oscar Niemeyer Curitiba, Arquivo Público Curitiba, ampliação da TVE do Paraná e palestrante em inúmeros eventos realizados no Brasil.Autor de vários livros e publicações em revistas sobre licitações e contratos na área de Obras e Serviços de Engenharia. Responsável pela publicação de: Manuais de Licitação e regulamentos na mesma área Confira as datas e locais em que o curso será realizado. Outros descontos (não cumulativos) 1. Grupos de 3 ou mais inscritos da mesma organização: 10% 2. Participação em 2 cursos: 10% 3. Participação em 3 cursos: 15% 4. Participação em 4 cursos: 20% 5. Participação em 5 ou mais cursos: 25%
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