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1 8 5 Análise dos Resultados. Para a determinação das pontes rolantes críticas, utilizou-se o método qualitativo, utilizado em análise baseada em risco [3], através da elaboração de uma matriz de risco x, conforme mostrado na Figura Pontes Rolantes Críticas. As pontes rolantes críticas foram definidas através da matriz de risco COF x FOF (conseqüência da ocorrência de falhas x freqüência de ocorrência das falhas). 5.. Matriz de Risco. O objetivo da identificação das pontes rolantes críticas, é a priorização das mesmas no programa de inspeção e manutenção, objeto do estudo, através da aplicação dos métodos e freqüências de inspeção determinados no, para os componentes críticos.

2 9 Alto Muito Alto FOF Médio 9 7 Baixo 3 COF Figura 5. Pontes Rolantes Plotadas na Matriz de Risco Encontram-se posicionadas na matriz de risco (Figura 5.) as pontes rolantes, sendo que as seis pontes críticas, ou seja, as consideradas de risco alto e muito alto para a empresa são as pontes, 7, 3,, e 33. Conforme mostra com maiores detalhes o, estas pontes rolantes estão instaladas em 3 áreas distintas da empresa, as pontes rolantes, 7 e 3 na área de fusão de ferro fundido (fornos a indução), a e a na área de moldação automatizada pesada (ponte no setor de vazamento de metal líquido nos moldes e, na confecção dos moldes) e a 33, na área de fundição de virabrequins (linha de vazamento de metal líquido). A Tabela 5. mostra as horas paradas para correção das pontes rolantes críticas e o percentual representativo do total de horas para correção da família de pontes rolantes no período de janeiro de 995 à junho de, o que constata que as mesmas são críticas, pois são responsáveis por mais de 5% do total de horas da família de pontes rolantes. A Tabela 5.3 apresenta o risco total calculado para as pontes rolantes e a Tabela 5. o risco calculado para as pontes rolantes críticas, o que reafirma o mostrado na Tabela 5., sendo estes equipamentos críticos

3 5 responsáveis por 8,7% do risco total calculado para a família das pontes rolantes. O risco foi calculado através da fórmula: Risco = H i * C n i= i S Total de Horas Paradas Por Ponte (h) % das pontes críticas / Total de horas da família de pontes 37,38,% 7 9,5,3% 3 7,7,9%,3,5% 9,7 5,7% 33 75,3 7,% TOTAL 7,9 5,98% Tabela 5. Percentual Representativo das Pontes Rolantes Críticas na Família Pontes Rolantes Pontes Cálculo do Risco Total Para as Pontes Rolantes Total de Horas Paradas Custo com Parada / hora Risco jan/95 a jun/ ( H i h ) ( C i R$/h ) ( H i x C i R$ ) 9, 9,88.,9 3 39,, ,33 35,98 9,88 3.8,8 5 77,77, ,75.37,38,8 57.5,5 7.9,5, ,7 398, 7,.79,7 3.7,7 7,9 3.55,79 7, 5,9 5.77, , 93, ,7 9 5,75 8, ,3, 7,9.538,,3.75,5.39,8 9,7.75, ,3 5 5,7 9,77.7, 7 9,,.9,38 8 9,9 93,3 7.78,7 9 38,33 55,88.38, ,3 3,7.8,89, 7,8 8.5, Total ( ) Pontes.5,99.73,8.8.9,9 Tabela 5.3 Cálculo do Risco Total Para as Pontes Rolantes Cálculo do Risco Para as Pontes Rolantes Críticas Total de Horas Paradas Custo com Parada / hora Risco jan/95 a jun/ ( H i h ) ( C i R$/h ) ( H i x C i R$ ).37,38,8 57.5,5 7.9,5, ,7 3.7,7 7,9 3.55,79,3.75,5.39,8 9,7.75, , ,3 3,7.8,89 Total ( ).7,9 3.3, ,7 Tabela 5. Cálculo do Risco Total Para as Pontes Rolantes Críticas

4 5 5. Componentes Críticos. Para determinação dos cinco componentes críticos do conjunto de pontes rolantes foram determinados os cinco componentes responsáveis pelo maior número de horas em que cada uma das pontes rolantes tiveram seu funcionamento interrompido para manutenção. Após a identificação destes 5 componentes para cada ponte rolante, foram determinados os cinco componentes críticos gerais, baseados nos 5 piores componentes de cada uma das pontes rolantes, considerando a quantidade de horas em que estas permaneceram paradas gerando perdas de negócios. A Tabela 5.5 relaciona os 5 componentes com maiores freqüências de manutenção para cada uma das pontes rolantes e na Tabela 5. estão identificados os cinco componentes críticos gerais da família de pontes rolantes e das pontes rolantes críticas. Para aplicação do programa de inspeção baseado em risco deverá ser levada em consideração a conseqüência de ocorrência de falha referente à segurança, no momento da determinação dos componentes críticos.

5 5 COMP. CRÍTICO Horas COMP. CRÍTICO Horas COMP. CRÍTICO 3 Horas COMP. CRÍTICO Horas COMP. CRÍTICO 5 Horas 8 7,9 DO 55, 9,9 CABO DE AÇO DA TRAÇÃO DA TRAÇÃO DO CARRO 3,8 CABO DE AÇO 95,83 DO,85,5 VIGA PRINCIPAL DA 33,5 TRAÇÃO DO CARRO TRAÇÃO 83, CABO DE AÇO,5 TRAÇÃO DO 5 DA 5,5,83 DA CARRO 5 8, DO 57,83 CABO DE AÇO 37,5 TRILHO DA,83 TRAÇÃO DA 3 5, TRILHO DA 95,9 93,3 TRAÇÃO DA, DO CARRO DA TRAÇÃO DA 7 TRILHO DA 9,5 DA,8 TRAÇÃO DA 8,7 CABO DE AÇO 3,3,8 TRAÇÃO DA 7,58 TRAÇÃO DA 5,8 VIGA PRINCIPAL DA 3,5 CABO DE AÇO 3,5 DA ,89 RODA MOVIDA DA 88,9 DA CABO DE AÇO 37,7 9 TRAÇÃO DA 98,3 CABO DE AÇO 9, TRAÇÃO DA 8,5 8,5 DA 5,5 TRILHO DA 7,5 TRAÇÃO DA 7 9,5 DO 9,3 CABO DE AÇO 8,5 7,7 CARRO DA 39 TRAÇÃO DO CARRO 9 5,75 TRAÇÃO DA,5 DA CABO DE AÇO 53,7 5, DO RODA MOVIDA DA TRAÇÃO DA,5 DO 3 CARRO DA,5 TRILHO DA 7,33 CABO DE AÇO 57,5 DA, 5, TRAÇÃO DA TRAÇÃO DO CARRO 39,8 DO 78, CABO DE AÇO 57,5,3 39,5 DA TRAÇÃO DA 5 38,3 CABO DE AÇO 5,5 DO,5 33,3,75 DA TRAÇÃO DA 7 CABO DE AÇO 3,5 DO VIGA PRINCIPAL DA 3, ,3 DO 53,9 TRAÇÃO DO,5,5 3,5 DA CARRO TRAÇÃO DO CARRO 9 DA 9,83 CABO DE AÇO,5 TRILHO DA 33 TRAÇÃO DA 7,7 RODA MOVIDA DA 33 TRAÇÃO 88,97 DA,5,5 CABO DE AÇO 7,3 RODA MOVIDA DA 5,3 DA CABO DE AÇO Tabela 5.5 Cinco Componentes Responsáveis Pelas Maiores Freqüências de Manutenção de Cada Ponte Rolante

6 53 º COMPONENTE Ocorrências º COMPONENTE Ocorrências 3º COMPONENTE Ocorrências º COMPONENTE/ Ocorrências 5º COMPONENTE Ocorrências Total de POR S POR S POR S POR S POR S Horas Geral DA 8 DA 3 DA DA DA 5, TOTAL HORAS 88,78 379,3 7 3 CABO DE AÇO CABO DE AÇO CABO DE AÇO CABO DE AÇO CABO DE AÇO 93,83 TOTAL HORAS 5,8 5 7,73 75,5 3 3, 8,7 5 TOTAL HORAS 89,57 5, 3,7 8 7,8 3 TRAÇÃO TRAÇÃO DA TRAÇÃO DA TRAÇÃO DA DA TRAÇÃO DA 5,7 3 TOTAL HORAS 7,37,5 8,7, 89,5 TRILHO DA TRILHO DA TRILHO DA TRILHO DA TRILHO DA TOTAL HORAS 9,5 95,9 DO DO 5 TOTAL HORAS 35,7 DE TRAÇÃO DA DE TRAÇÃO DA TOTAL HORAS RODA MOVIDA DA TOTAL HORAS TRAÇÃO DO CARRO TOTAL HORAS VIGA PRINCIPAL DA TOTAL HORAS DE TRAÇÃO DO CARRO TOTAL HORAS CARRO DA TOTAL HORAS DO CARRO TOTAL HORAS Ordem do Comp. Crítico por Horas 5,8 33,83 5, 5 DO DO DO 538, 7,77 DE TRAÇÃO DA TRAÇÃO DA DE TRAÇÃO DA 97,8 3 77, 7,89 7,35 5,3 RODA MOVIDA RODA MOVIDA RODA MOVIDA DA RODA MOVIDA DA DA DA 93, ,9 9,3 TRAÇÃO TRAÇÃO DO TRAÇÃO DO DO CARRO TRAÇÃO DO CARRO CARRO CARRO 7,5 7,5 VIGA PRINCIPAL VIGA PRINCIPAL VIGA PRINCIPAL DA VIGA PRINCIPAL DA DA DA 83 9,5 33,5 DE TRAÇÃO DO CARRO DE TRAÇÃO DO CARRO TRAÇÃO DO CARRO 3 DE TRAÇÃO DO CARRO 7,79 9,9 8,7 CARRO DA CARRO DA CARRO DA CARRO DA 59,5 3,5 39 DO DO CARRO DO CARRO CARRO DO CARRO TOTAL ,8 Tabela 5. Matriz Para Determinação dos Cinco Componentes Críticos da Família de Pontes Rolantes Conforme mostrado na Tabela 5., os cinco componentes críticos para a família de pontes rolantes são: Componente Crítico : Roda Motriz do Sistema de Translação da Ponte Componente Crítico : Cabo de Aço do Guincho Componente Crítico 3: Eixo Motriz do Sistema de Translação da Ponte Componente Crítico : Motoredutor do Sistema de Translação da Ponte Componente Crítico 5: Guincho da Ponte

7 5 Conforme descrito, os cinco componentes foram os responsáveis pelas maiores perdas de tempo com interrupção dos negócios, devendo assim serem tratados de forma especial conforme veremos no. Os componentes críticos estão relacionados na Tabela 5.7 com as respectivas horas submetidas a correção de falhas. O total de horas dos cinco componentes críticos representam mais de 5% do total de horas da família de pontes rolantes, o que comprova que os mesmos são críticos e necessitam de cuidado especial no programa de inspeção. COMPONENTES CRÍTICOS TOTAL DE HORAS % do comp. / Total de horas das pontes % do comp. / Total dos Comp. Críticos Roda Motriz da Ponte 5,,9% 37,% Cabo de Aço 93,83,%,8% Eixo de Tração da Ponte 5,7 9,%,9% Motoredutor de Tração da Ponte 97,8 8,5% 3,% Guincho 8,7 8,8%,5% TOTAL 853,53,33%,% Tabela 5.7 Componentes Críticos das Pontes Rolantes

8 Flexa da Viga Principal & Estado de Conservação das Pontes Rolantes Segundo informações obtidas na Companhia Nacional Siderúrgica (CSN) ), [], [3], a flexa admissível da viga principal da ponte rolante deve ser no máximo igual a medida do vão da ponte rolante (medida de centro-a-centro das rodas) dividida por (vão/). Com base neste dado foram verificadas as flexas das vigas principais dos equipamentos objetos do estudo e comparados com a flexa admissível de cada uma. Os resultados obtidos estão plotados nos gráficos da Figura 5.8, Figura 5.9 e Figura 5., os quais apresentam flexas medidas (flexa medida / vão) e flexas admissíveis (vão / ) de cada viga principal das pontes rolantes, sendo que a Figura 5.8 mostra as flexas medidas sem carga, a Figura 5.9 as flexas medidas com carga içada pelo equipamento no centro do vão e a Figura 5. a diferença entre as flexas medidas com carga e a flexas medidas sem carga. Alguns equipamentos possuem flexas mesmo quando sem carga (flexa permanente). A flexa com carga, segundo orientações de técnicos no assunto ), deve ser a flexa medida com a carga máxima do equipamento no centro do vão, sendo o valor medido resultado da flexa permanente mais a flexa devida a carga e é este valor que deve ser levado em consideração no momento da avaliação da viga ). O método utilizado na obtenção das flexas, foi a fixação de um cabo de aço de diâmetro /8 nas extremidades da viga principal da ponte, com auxílio de hastes de cantoneira de aço, esticamento do mesmo e verificação da medida da flexa no centro do vão da viga com auxílio de um paquímetro. Além das flexas, foi determinado também o estado de conservação das pontes rolantes, que por premissa varia de a 5, sendo o melhor estado e 5 o pior. O critério utilizado para definição do estado de conservação foi visual, através do aspecto da ponte rolante, levando em consideração a limpeza, a pintura e o grau de corrosão. Estes estados de conservação estão plotados também nos gráficos. Analisando os gráficos, nota-se que as pontes rolantes e encontramse com flexa maior que a admissível, mesmo sem carga, as pontes rolantes, 3,,, 7,, 3,, 9, 5, 7, 8 e 9 possuem flexas com carga maiores que a admissível e existe também uma relação entre o estado de conservação e a flexa da viga principal da ponte, ou seja, com exceção da ponte rolante, todas

9 5 as pontes com flexas maiores que o limite admissível, possuem os piores estados de conservação. Para aplicação do programa de inspeção baseado em risco deverá ser realizada uma análise criteriosa das vigas principais (perfis - estrutura metálica) das pontes rolantes, por técnicos qualificados levando em consideração a segurança, através da limpeza e análise dos pontos críticos por ensaios não destrutivos (LP - líquido penetrante, por exemplo). ) Engenheiro Yoshio Uemura - Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)

10 57 FLEXA SEM CARGA / VÃO E ESTADO DE CONSERVAÇÃO,5, FLEXA S/ CARGA / VÃO, ,5 - -, - FLEXA ADMISSÍVEL (VÃO / ) -,5 - ESTADO DE CONSERVAÇÃO -, S ROLANTES -8 Figura 5.8 Gráfico - Flexa sem Carga e Flexa Admissível FLEXA COM CARGA / VÃO E ESTADO DE CONSERVAÇÃO,5, FLEXA C/ CARGA / VÃO, ,5 - -, - FLEXA ADMISSÍVEL (VÃO / ) -,5 - -, -8 -,5 - ESTADO DE CONSERVAÇÃO -,3 -,35 S ROLANTES - - Figura 5.9 Gráfico - Flexa com Carga e Flexa Admissível [(FLEXA COM CARGA / VÃO) - (FLEXA SEM CARGA / VÃO)] E ESTADO DE CONSERVAÇÃO,5, [(FLEXA COM CARGA / VÃO) - (FLEXA SEM CARGA / VÃO)], ,5 - -, - FLEXA ADMISSÍVEL (VÃO / ) -,5 - -, -8 -,5 - ESTADO DE CONSERVAÇÃO -,3 -,35 S ROLANTES - - Figura 5. Gráfico - (Flexa com Carga - Flexa sem Carga) e Flexa Admissível

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