ND CÁLCULO DE DEMANDA
|
|
|
- Ângelo Lemos Peralta
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ND CONSIDERAÇÕES GERAIS CÁLCULO DE DEMANDA O dimensionamento dos componentes de entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada, alimentadores) das edificações de uso coletivo e dos agrupamentos (não previstos na Tabela 3, página 6-3), deve ser feito pela demanda da edificação. Na determinação desta demanda, o engenheiro responsável pelo projeto elétrico, pode adotar o critério que julgar conveniente, desde que o mesmo não apresente valores de demanda inferiores aos calculados pelo critério estabelecido nesta norma. 2. CRITÉRIO DE CÁLCULO DA PROTEÇÃO GERAL DA EDIFICAÇÃO (MÉTODO DESENVOLVIDO DE ACORDO COM O RTD 27 DO CODI) D = D1 + D2 Sendo : D1 = ( 1, 4 f. a )... D2 =... (kva) demanda dos apartamentos residenciais demanda do condomínio, lojas e outros Onde: a = demanda por apartamento em função de sua área útil (Tabela 7 ); f = fator de multiplicação de demanda ( Tabela 6 ); NOTAS: 1 As previsões de aumento de carga deve ser considerado no cálculo da demanda. 2 No Anexo A são apresentados exemplos típicos de dimensionamentos da proteção geral e das proteções das unidades consumidoras. 3 - Caso a proteção geral das edificações de uso coletivo seja menor ou igual a uma das proteções da unidade consumidora, deverá ser tomado um valor de corrente nominal imediatamente acima do maior valor de proteção das unidades consumidoras (considerando o critério de coordenação e seletividade da proteção). 4 - A critério do engenheiro projetista, as proteções dimensionadas devem ser verificadas pelo critério da coordenação/seletividade, mesmo que a proteção geral tenha valor de corrente nominal superior as demais. Em função deste estudo a proteção geral pode ser redimensionada, implicando assim em alteração na faixa de atendimento. 5 - Nas edificações de uso coletivo somente às unidades consumidoras residenciais é aplicável o RTD 27 (cálculo de demanda em função da área e da quantidade de apartamentos). Às unidades consumidoras não residenciais e ao condomínio é aplicável o processo tradicional que considera os grupos de carga e os respectivos fatores de demanda, função do total da carga ou da quantidade de equipamentos de cada grupo. 6 - Em edificações de uso coletivo com grupos de apartamentos de áreas diferentes, o cálculo da demanda por área / nº de apartamentos pode ser efetuado de duas formas: - considerando isoladamente cada conjunto de apartamentos e somando as demandas dos vários conjuntos (desde que nenhum dos conjuntos tenha menos que 4 apartamentos, já que o RD 27 só é válido para o número de apartamentos superior a 3); - considerando a média ponderada das áreas envolvidas e aplicando o fator de multiplicação correspondente ao total de apartamentos em conjunto com a demanda relativa a área média obtida. 7- O cálculo da proteção das unidades consumidoras deverá ser como a seguir: - unidades consumidoras com carga instalada até 10kW (Tabela 4, página 6-4, faixas A1 ou A2): proteção monofásica, em função da carga instalada.
2 ND unidades consumidoras com carga instalada entre 10,1kW e 15,0kW (Tabela 4, página 6-4, tipo B): proteção bifásica em função da carga instalada. - unidades consumidoras com carga instalada superior a 15,0kW e inferior a 75kW (Tabela 4, página 6-4, tipo D): proteção trifásica em função da demanda provável, calculada considerando a demanda referente a iluminação e tomadas, aparelhos condicionadores de ar, aparelhos de aquecimento e de motores elétricos, tanto para unidades consumidoras residenciais como para as comerciais. - unidades consumidoras com carga instalada superior a 75kW (Tabelas 1 e 2, páginas 6-1 a 6-2, tipo G): proteção trifásica em função da demanda provável, calculada considerando a demanda referente a iluminação e tomadas, aparelhos condicionadores de ar, aparelhos de aquecimento e de motores elétricos, tanto para unidades consumidoras residenciais como para as comerciais. - unidades consumidoras com carga instalada até 10kW, mas que terão o seu fornecimento de energia elétrica a 3 fios ( Tabela 5, página 6-5, tipo H ) proteção bifásica em função da carga instalada. - unidades consumidoras com carga instalada até 15kW, mas que terão o seu fornecimento de energia elétrica a 4 fios ( Tabela 5, página 6-5, tipo I ) proteção trifásica em função da carga instalada. 3. CRITÉRIO DE CÁLCULO DA PROTEÇÃO GERAL DA EDIFICAÇÃO COM AQUECIMENTO CENTRAL (MÉTODO DESENVOLVIDO DE ACORDO COM O RTD 27 DO CODI) D = D1 + D2 (kva) Sendo : D1 = ( 1, 05 f. a )... D2 =... demanda dos apartamentos residenciais demanda do condomínio residencial Onde: a = demanda por apartamento em função de sua área útil (Tabela 7 ); f = fator de multiplicação de demanda ( Tabela 6 ); NOTAS: 1 o desconto de 25% no cálculo da demanda geral residencial deverá ser aplicado também no cálculo para o dimensionamento das prumadas residenciais. 2 No condomínio e unidades residenciais não pode constar chuveiro elétrico (inclusive nos banheiros de dependência de empregadas), aquecedor elétrico de acumulação, boiler, aquecedor de passagem central, torneira elétrica e aquecedor de hidromassagem e nem tomadas na parede para futura ligação destes equipamentos. Isto deverá constar em nota no projeto elétrico. 3 - O valor das resistências do sistema central devem ser consideradas com fator demanda 1 nas cargas do condomínio (D2).
3
4
5
6
7
8
9
Projetos Elétricos. Estimativas de Cargas ou Potência Instalada e Demanda.
Projetos Elétricos Estimativas de Cargas ou Potência Instalada e Demanda. Julho 2016 01/07/2016 1 / 30 Introdução Estimativas de iluminação; Estimativa de tomadas; Demanda de energia; Dimensionamento da
COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT CÁLCULO DE DEMANDA DE EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS DE USO COLETIVO
1. OBJETIVO COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT 01-07 CÁLCULO DE DEMANDA DE EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS DE USO COLETIVO Este comunicado técnico tem por objetivo estabelecer um novo processo de cálculo de demanda para
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS CÁLCULO DA DEMANDA E OUTRAS PROVIDÊNCIAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS CÁLCULO DA DEMANDA E OUTRAS PROVIDÊNCIAS Prof. Marcos Fergütz Outubro/2016 INTRODUÇÃO Para a elaboração de um projeto para edifício de uso coletivo, em Santa Catarina, deve-se
COMUNICADO TÉCNICO Nº 03
Página 1 de 1 COMUNICADO TÉCNICO Nº 03 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO COLETIVO 1.OBJETIVO Visando a redução de custos de expansão do sistema elétrico
DETERMINAÇÃO DA CARGA INSTALADA E DA DEMANDA
Profª Cida Medeiros 2 Determinação da carga instalada: Define o tipo de fornecimento; Somatório das potências (kw) dos aparelhos ligados a unidade consumidora; Os cálculos devem considerar aparelhos com
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO INSTRUÇÕES GERAIS
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO INSTRUÇÕES GERAIS FASCÍCULO Edição de Julho de 2.002 OBJETIVO Este fascículo compõe um regulamento geral, que tem por objetivo estabelecer
COMUNICADO TÉCNICO Nº 04 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO COLETIVO
Página 1 de 3 COMUNICADO TÉCNICO Nº 04 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO COLETIVO 1. OBJETIVO Visando a redução de custos de expansão do sistema
SIMULADOR PARA CÁLCULO DE DEMANDA DE ENTRADAS INDIVIDUAIS E COLETIVAS
SIMULADOR PARA CÁLCULO DE DEMANDA DE ENTRADAS INDIVIDUAIS E COLETIVAS Objetivo Este documento tem o intuito de auxiliar o uso correto do simulador para cálculos de demanda de entradas individuais e coletivas
Instrução de Trabalho no Versão no.01 data: 02/03/2018
CONTEÚDO 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO... 3 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 3 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 3 4. REFERÊNCIAS... 3 5. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE... 3 6. DESCRIÇÃO...
REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO)
REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO) 5ª Edição Versão 1.0 MAIO/2018 1 REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS 1. OBJETIVO Este ADENDO tem por objetivo especificar
lectra Material Didático INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Centro de Formação Profissional
lectra Centro de Formação Profissional Material Didático INSTALAÇÕES ELÉTRICAS WWW.ESCOLAELECTRA.COM.BR ÍNDICE 1 Introdução - 5 Definição de eletricidade. Causas e efeitos da eletricidade. Geração, transmissão
Instalações Elétricas
Curso de Engenharia Civil Instalações Elétricas Prof.ª Letícia Chaves Fonseca Normas Técnicas: Instalações Elétricas ABNT NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão CELG-D: NTC-04 Fornecimento de Energia
EDIFICAÇÃO DE USO COLETIVO COM DISJUNTOR GERAL, ATENDIMENTO HÍBRIDO e EDIFICAÇÃO INDIVIDUAL ACIMA DE 75 kw - BT
EDIFICAÇÃO DE USO COLETIVO COM DISJUNTOR GERAL, ATENDIMENTO HÍBRIDO e EDIFICAÇÃO INDIVIDUAL ACIMA DE 75 kw - BT Orientações Importantes: O formulário deverá ser preenchido pelo Responsável Técnico para
[Ano] Levantamento de Cargas. Campus Virtual Cruzeiro do Sul
[Ano] Levantamento de Cargas Unidade - Levantamento de Cargas MATERIAL TEÓRICO Revisão Textual: Profa. Dr. Patricia Silvestre Leite Di Iorio 2 Apresentação Como apresentado, os conceitos vistos na Unidade
Capítulo 03 Levantamentos de carga instalada das instalações elétricas, divisão de circuitos de iluminação, força e divisão de cargas:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Capítulo 03 Levantamentos de carga instalada das instalações elétricas, divisão de circuitos de iluminação, força e divisão de cargas:
CAPÍTULO 3 SELEÇÃO DE CONDUTORES
CAPÍTULO 3 SELEÇÃO DE CONDUTORES Versão 2.0 Direitos Reservados PROCOBRE 2009 INTRODUÇÃO Um correto dimensionamento dos condutores é tão importante quanto o próprio condutor utilizado. Realizar o cálculo
Aula 2 Planejamento da instalação elétrica
Aula 2 Planejamento da instalação elétrica Prof. Dr. Gustavo Della Colletta Universidade federal de Itajubá-UNIFEI 1 / 28 Agenda 1 Demanda e curva de carga Demanda Curva de carga 2 Fatores de projeto Fator
Potência total de iluminação prevista (VA) = 900 (VA)
MEMORAL DESCRTVO E DE CÁLCULO PROJETO......... ELÉTRCO PREDAL RESDECAL ORA............FSC. LOCALDADE...... Rua Pavão, 13,37 Costa e Silva - Joinville. PROPREDADE..... Dilma Rousseff. OJETVO........ APROVAÇÃO
Os gases combustíveis e a eficiência nas edificações
Os gases combustíveis e a eficiência nas edificações Apresentação Eficiência energética em edificações Panorama internacional O caso Brasileiro PBE Edificação Custos nas instalações Eficiência energética
Instalações Elétricas. Robledo Carazzai AULA 12
Robledo Carazzai [email protected] AULA 12 INTRODUÇÃO A DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO Tipos de Disjuntores Termomagnéticos; Diferencial Residual. Diferencial
CAPÍTULO 2 PARÂMETROS ELÉTRICOS PARA A SELEÇÃO DE CONDUTORES
CAPÍTULO 2 PARÂMETROS ELÉTRICOS PARA A SELEÇÃO DE CONDUTORES Versão 2.0 Direitos Reservados PROCOBRE 2009 INTRODUÇÃO Para iniciar todo projeto para o fornecimento de energia elétrica em instalações internas
Fundamentos. Prof. Dr. Gustavo Della Colletta 1 / 27
Fundamentos Prof. Dr. Gustavo Della Colletta Universidade federal de Itajubá-UNIFEI 1 / 27 Agenda 1 Introdução Definições 2 Legislação NBR 5410 Normas específicas 3 Componentes das instalações Componente
Instalações Elétricas Prediais. 9/23/2010 UTFPR Campus Curitiba DAELT Instalações Prediais 1
Instalações Elétricas Prediais 9/23/2010 UTFPR Campus Curitiba DAELT Instalações Prediais 1 Nesta seção os seguintes assuntos serão abordados: Cargas de iluminação Cargas de tomadas -TUG s Cargas de tomadas
Potência total Sala 9,91 12, Potência total. Potênci a. N o 11,0 5 13,
1) Considere a planta baixa da Figura 1, preencher a Tabela 1 com a previsão de cargas de iluminação, TUG s e TUE s, de acordo com as recomendações mínimas necessárias da norma NBR 5410/04. Considere a
Eletricidade Aplicada. Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita
Eletricidade Aplicada Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita Dimensionamento de Condutores Elétricos I Circuitos Elétricos Residenciais Dimensionamento Consiste em determinar a seção mínima
UMA METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO PARA UNIDADES RESIDÊNCIAIS UTILIZANDO O SOFTWARE ALTOQI LUMINE
UMA METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO PARA UNIDADES RESIDÊNCIAIS UTILIZANDO O SOFTWARE ALTOQI LUMINE Icaro Roger Quites Rodrigues*¹, Adélio José de Moraes¹ ¹FEELT Universidade Federal de Uberlândia
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA - IRRIGANTES NTD
Página: 1 de 5 1. Objetivo Este documento define os critérios e padrões dos sistemas de medições a serem observados no fornecimento de energia elétrica para unidades consumidoras classificadas como rural
AGRUPAMENTO DE UNIDADES CONSUMIDORAS NTC Critérios e Orientações
1. Introdução Esta norma define os padrões a serem aplicados no atendimento às entradas de serviço de agrupamentos de unidades consumidoras com fornecimento em baixa tensão. A aplicação pode ser efetuada
Título do Documento: Tipo: FECO-NT-01/14. Alterações FECO-D-04 e Compartilhamento de Infra-Estrutura. Nota Técnica
Título do Documento: Alterações FECO-D-04 e Tipo: FECO-NT-01/14 Nota Técnica Alterações FECO-D-04 e Compartilhamento de Infra-Estrutura NOTA TÉCNICA FECO-NT-01/2014 1 - Alteração da Norma Técnica FECO-D-04,
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 12 Dimensionamento de Condutores (Critério da capacidade de corrente) Porto Alegre - 2012 Tópicos Dimensionamento de condutores
CAPÍTULO 4- INSTALAÇÕES EM RESIDÊNCIAS 4.1- ELEMENTOS COMPONENTES DE UMA INSTALAÇÃO ELÉTRICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Prof.a : CARMINDA CÉLIA M. M. CARVALHO CAPÍTULO 4- INSTALAÇÕES EM RESIDÊNCIAS 4.1-
Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas
Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Laboratório 05 Divisão de circuitos terminais Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino 2016 Lab05: Divisão de circuitos terminais Tarefa: Montar a
Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Previsão de Cargas
Previsão de Cargas NBR-5410 Estabelece condições mínimas que devem ser adotadas para a quantificação, localização e determinação de potências em circuitos de iluminação, tomadas de uso geral (TUG) e tomadas
Estabelecer as condições que as instalações elétricas de baixa tensão devem satisfazer a fim de garantir a segurança de pessoas e animais
OBJETIVO Estabelecer as condições que as instalações elétricas de baixa tensão devem satisfazer a fim de garantir a segurança de pessoas e animais Garantir o funcionamento adequado da instalação e a conservação
Programa Analítico de Disciplina ELT224 Instalações Elétricas I
0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Engenharia Elétrica - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal
GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT
1 OBJETIVO A presente Orientação Técnica altera e complementa as normas de fornecimento contemplando as mudanças ocorridas em conformidade com as alterações da REN 414/2010 da ANEEL, implementadas através
O presente documento contém as alterações, correções e inclusões da versão anterior, contempladas na versão 1.2, de junho de 2014.
O presente documento contém as alterações, correções e inclusões da versão anterior, contempladas na versão 1.2, de junho de 2014. TEXTO 3.16 Condutor de proteção Condutor que liga as massas e os elementos
LUIZ RICARDO SOBENKO PROJETO ELÉTRICO
LUIZ RICARDO SOBENKO ROJETO ELÉTRICO CURITIBA 2013 LUIZ RICARDO SOBENKO ROJETO ELÉTRICO Trabalho de graduação apresentado à disciplina de Eletrificação Rural do curso de Agronomia do Setor de Ciências
CONHEÇA AQUI O PADRÃO PARA NOVA LIGAÇÃO
CONHEÇA AQUI O PADRÃO PARA NOVA LIGAÇÃO Para que a Celpa ligue a sua luz pela primeira vez, você precisa estar com o padrão de entrada de energia instalado corretamente. Chamamos de Padrão de Entrada Celpa
Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais
Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais 22/05/2014 Agenda Conceitos do Ambiente Regulado Metodologia de Avaliação: fundamentos Processo da RECON BT Nova realidade? Ponto de Atenção: Tarifa Branca
Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas
Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Aula 03 Padrão de entrada. Ramal de ligação, poste particular e pontalete. Quadro de medição. Quadro de distribuição. Prof. Dra. Giovana Tripoloni
05/01/2017. Introdução Previsão de carga de iluminação Previsão de tomadas de uso geral Previsão de tomadas de uso específico
Introdução Previsão de carga de iluminação Previsão de tomadas de uso geral Previsão de tomadas de uso específico Previsão de cargas Demanda e padrão de entrada Simulador de consumo Copel As cargas de
Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada. Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria
Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria Condutores e Isolantes Isolantes Materiais que não conduzem eletricidade; Condutores
TE243 Eletricidade Aplicada li. Capítulo 2 Previsão de cargas em instalações elétricas
TE243 Eletricidade Aplicada li Capítulo 2 Previsão de cargas em instalações elétricas 1. Conceitos Básicos CARGA: Qualquer equipamento ou conjunto de equipamentos ligados a um sistema elétrico e absorvendo
Padrões de Entradas de Serviço para Atendimento à Resolução ANEEL 384/2009 e Programa Luz Legal
Padrões de Entradas de Serviço para Atendimento à Resolução ANEEL 384/2009 e Programa Luz Legal DDI/SCD/SED Maio/2010 Notas sobre esta revisão (maio/2010) Este manual, originalmente desenvolvido para Entrada
LEVANTAMENTO DA CARGA DE ILUMINAÇÃO - NBR 5410
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS - I NBR 5410 Segundo a NBR5410 o levantamento das potências é feito mediante uma previsão das potências mínimas (neste caso, cargas mínimas) de iluminação e tomadas,
η= = VALORES NOMINAIS DOS MOTORES POTÊNCIA CORRENTE (A) NO EIXO ABSORVIDA FP η (220 V) (CV) DA REDE (KW)
(c) Rendimento É a relação entre a potência fornecida ao eixo e a potência elétrica de entrada, ou seja, (Veja Tabela 3), P P util η= = total P P mecanica eletrica (d) Fator de potência Relação entre a
COMUNICADO TÉCNICO Nº 05 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL
Página 1 de 2 COMUNICADO TÉCNICO Nº 05 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL 1. OBJETIVO Visando a redução de custos de expansão do sistema
APLICATIVO PARA CÁLCULO DE DEMANDAS SEGUNDO AS NORMAS DE DISTRIBUIÇÃO DA CEB E DIMENSIONAMENTOS BÁSICOS
APLICATIVO PARA CÁLCULO DE DEMANDAS SEGUNDO AS NORMAS DE DISTRIBUIÇÃO DA CEB E DIMENSIONAMENTOS BÁSICOS Michell Viudes Garcia Martins 09/41999 Paulo Takeo Komatsu 07/57101 ORIENTADOR: MAURO MOURA SEVERINO
AGRUPAMENTOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS Critérios e Orientações
1. Introdução Esta norma define os padrões a serem aplicados no atendimento às entradas de serviço de agrupamentos de unidades consumidoras com fornecimento em baixa tensão. A aplicação pode ser efetuada
Disciplina: Instalações Elétricas Residenciais e Prediais
Disciplina: Instalações Elétricas Residenciais e Prediais UNIDADE II: CIRCUITOS RESIDENCIAIS E PREDIAIS 2.1. FUNDAMENTOS DE PROJETO ELÉTRICO. 2.1.1.Simbolos e Normas de Referência 2.1.2. Roteiros para
Instalações elétricas de baixa tensão
Instalações elétricas de baixa tensão Conceitos gerais de projeto Eletrotécnica Geral Depto. de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Escola Politécnica da USP 2 de dezembro de 2016 EPUSP Eletrotécnica
Disposições Gerais do Fornecimento em BT para Algumas Concessionárias
11.1 Disposições Gerais do Fornecimento em BT para Algumas Concessionárias Este capítulo, apresentado como orientação para o projeto de entrada de energia elétrica nas edificações em BT, está baseado nos
Cálculo de Demanda Rede para Acréscimo de Novas Cargas na Rede de Distribuição de Baixa Tensão
XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil álculo de Demanda Rede para Acréscimo de Novas argas na Rede de Distribuição de Baixa
NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ATENDIMENTO DE SOLICITAÇÕES TÉCNICAS PARA ATENDER A RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL N 670 DE 14 DE JULHO DE 2015
CT-63 NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ATENDIMENTO DE SOLICITAÇÕES TÉCNICAS PARA ATENDER A RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL N 670 DE 14 DE JULHO DE 2015 Norma Técnica da AES Eletropaulo Diretoria de Planejamento, Engenharia
Disciplina: ELI Eletricidade e Instrumentação. Engenharia de Telecomunicações
A Norma ABNT NBR-5410 Instalações elétricas de baixa tensão estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais,
Norma de Entrada de Instalações Consumidoras em Alta Tensão (NT03 AT)
DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO DEPARTAMENTO DE SERVIÇOS E CONSUMIDORES DIVISÃO DE MEDIÇÃO Norma de Entrada de Instalações Consumidoras em Alta Tensão (NT03 AT) ELABORAÇÃO Grupo de Trabalho criado por Resolução
DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES
DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES 1. Introdução - O dimensionamento dos condutores deve ser realizado seguindo as seguintes etapas: a) cálculo da corrente de projeto; b) dimensionamento pelo critério da máxima
DESENHO TÉCNICO IV SÍMBOLOS ELÉTRICOS
DESENHO TÉCNICO IV SÍMBOLOS ELÉTRICOS 2009.2 Profa. Carolina Puttini e Prof. Gustavo Costa Locação dos Pontos Elétricos Recomendações: Fazer o desenho utilizando um gabarito específico para projetos de
SELEÇÃO DOS CONDUTORES
SELEÇÃO DOS CONDUTORES UNIDADE III 1. INTRODUÇÃO Um correto dimensionamento dos condutores é tão importante quanto o próprio condutor utilizado. Realizar o cálculo e a seleção é necessário quando são instalados
Memorial Técnico Descritivo Projeto Elétrico da Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: Rua General Osório, 979 Canguçu RS
Obra: Edifício Comercial Proprietário: Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: R.General Osório, 979 - Canguçu - RS Data: Março de 2009 Responsável Técnico: Arquiteto Charles de Almeida Ferreira 1- Generalidades:
SUBESTAÇÃO AÉREA 225KVA PNT IND E COM DE PLASTICOS LTDA.
Memorial descritivo e de cálculo SUBESTAÇÃO AÉREA 225KVA PNT IND E COM DE PLASTICOS LTDA. 1 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO 2. IDENTIFICAÇÃO 3. CARACTERÍSTICAS DA SUBESTAÇÃO 4. PROJETO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO
VISÃO GERA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS
VISÃO GERA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Absalão Coelho Netto RESUMO Nesse artigo falarei dos principais materiais utilizados em instalações elétricas, bem como suas funções, especificações e uma
Manual para Execução da Entrada de Serviço
Manual para Execução da Entrada de Serviço DDI/SCD Junho/2009 MANUAL PARA EXECUÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO Versão: junho/2009 ÍNDICE Introdução 1. Padrões Construtivos 1.1. Entradas de Serviço Comercializadas
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES Os seis critérios de dimensionamento de circuitos de BT: 1. Seção mínima; 2. Capacidade de condução de corrente; 3. Queda de tensão; 4. Proteção contra sobrecargas; 5. Proteção
MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-119 ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO EM BAIXA TENSÃO 220/ 127 V
ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO EM BAIXA TENSÃO 220/ 127 V DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DISTRIBUIÇÃO GERÊNCIA DE MEDIÇÃO MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO MAN-TDE NORMATIZAÇÃO MAN-TDE-100
ETIQUETAGEM DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS
ETIQUETAGEM DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM RESIDENCIAIS Roberto Lamberts, PhD. Universidade Federal de Santa Catarina Laboratório de Eficiência Energética em Edificações Conselho Brasileiro de Construção
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS GARANTA UMA INSTALAÇÃO ELÉTRICA SEGURA APRESENTAÇÃO A importância da eletricidade em nossas vidas é inquestionável. Ela ilumina nossos lares, movimenta nossos eletrodomésticos,
INE. Prof. Carlos T. Matsumi Área de Eletroeletrônica Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Campus Joinville
Projetos e Instalações Elétricas INE Prof. Carlos T. Matsumi Área de Eletroeletrônica Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Campus Joinville Projeto Residencial Planta Baixa; Determinar a iluminação
PEA 2401 LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I
PEA 2401 LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 1 OBJETIVO DA DISCIPLINA A disciplina tem por objetivo apresentar as bases teóricas e as aplicações dos principais dispositivos, materiais e equipamentos
UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA FELIPE LAURINDO RIBEIRO
UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA FELIPE LAURINDO RIBEIRO ETAPAS PARA APROVAÇÃO DE PROJETO DE ENTRADA DE ENERGIA EM BAIXA TENSÃO
Projetos. Alguns conceitos básicos sobre tensão, corrente e potência elétrica são necessários para determinarmos o valor da corrente de projeto.
Projetos Alguns conceitos básicos sobre tensão, corrente e potência elétrica são necessários para determinarmos o valor da corrente de projeto. 2/2 2 Índice Tensão, corrente elétrica e resistência 2/4
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 13 Dimensionamento de Condutores (Critério do Limite de Queda de Tensão) Porto Alegre - 2012 Tópicos Critério do limite de queda
Planejamento e projeto das instalações elétricas
Planejamento e projeto das instalações elétricas 1) A energia elétrica fornecida aos consumidores residenciais é resultado da conexão do consumidor com: a) Sistema elétrico de geração; b) Sistema de compatibilidade
Principais alterações:
2 Principais alterações: Quantidade de medições De 1 a 2 medições no mesmo terreno Norma Norma número 13 Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição De 3 a 12 medições Unidade consumidora pertencente
Agrupamento com caixas de medição monofásicas Agrupamento com caixas ANP, para medições monofásicas
Agrupamento com caixas de medição monofásicas Agrupamento com caixas ANP, para medições monofásicas Notas 1. Agrupamentos de medições monofásicas: 6 medições de 50 A: 6 caixas ANP + 1 caixa CBP 100 - disjuntor
Roteiro para execução de projetos elétricos residenciais
Roteiro para execução de projetos elétricos residenciais Roteiro 1 Exercício 1: 87 - Previsão de cargas (NBR 5410 OUT 2004 revisada 2008) - Marcação na planta dos pontos de luz (NBR 5413 ABR 1992 revisão
Aula 1 Filosofia de Projeto
Aula 1 Filosofia de Projeto PESQUISA Quantidade de disjuntores Ponto de aterramento Instalação monofásica, bifásica ou trifásica (potência) Metodologia de divisão dos circuitos 1 Um projeto é a apresentação
TABELAS ANEXOS - DESENHOS. Tabela 1 - Dimensões dos Equipamentos e Compartimentos Individuais
TABELAS ANEXOS - DESENHOS Tabela 1 - Dimensões dos Equipamentos e Compartimentos Individuais Peso Equipamento Dimensões (mm) com Óleo (kg) Até 75 1225 825 1040 (1190) 505 112,5 1410 905 1060 (1220) 640
TABELAS ANEXOS - DESENHOS. Tabela 1 - Dimensões dos Equipamentos e Compartimentos Individuais
TABELAS ANEXOS - DESENHOS Tabela 1 - Dimensões dos Equipamentos e Compartimentos Individuais Peso Equipamento Dimensões (mm) com Óleo Comprim. Largura Altura (kg) Até 75 1225 825 1040 (1190) 505 112,5
UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim
UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE 2 Instalações de água quente Generalidades As instalações
XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS. IBAPE/SP NATUREZA DO TRABALHO: PERÍCIA ELÉTRICA EM IMÓVEIS URBANOS
XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS. IBAPE/SP - 2009 NATUREZA DO TRABALHO: PERÍCIA ELÉTRICA EM IMÓVEIS URBANOS Resumo: Este trabalho tem como objetivo não somente apresentar
Projetos Elétricos. Divisão dos Circuitos, Quadro Geral e Eletrodutos. Evandro Junior Rodrigues. Novembro /07/ / 49
Projetos Elétricos Divisão dos Circuitos, Quadro Geral e Eletrodutos Novembro 2016 01/07/2016 1 / 49 Introdução Simbologia; Desenho das iluminações e tomadas em uma planta baixa; Quadro Geral Critérios
Sequência para projeto de instalações 1. Determinar as áreas dos cômodos, com base na planta baixa arquitetônica 2. A partir da entrada de energia,
Projeto de instalações residenciais Um projeto de instalações elétricas possui, basicamente, 4 partes: Memorial técnico projetista justifica e descreve sua solução Conjunto de plantas, esquemas e detalhes
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; frequência nominal; potência ou
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA A EDIFICAÇÕES INDIVIDUAIS NORMA NORMA NC.01. Novembro/2007
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA A EDIFICAÇÕES INDIVIDUAIS NORMA NORMA NC.01 Cooperativa de Energização e de Desenvolvimento do Vale do Mogi Rodovia SP 215 Km 97,5 Porto Ferreira SP
Ckt 1 In = 1500 = 11,81 A - Ip = 11,81 x 1,25 = 14,76 - utilizar disjuntor de 15 A. 127
Ckt 1 In = 1500 = 11,81 A - Ip = 11,81 x 1,25 = 14,76 - utilizar disjuntor de 15 A. 127 Ckt 2 In = 3000 = 13,64 A - Ip = 13,64 x 1,25 = 17,05 A - utilizar disjuntor de 2 x 20 A. 220 Ckt 3 In = 800 = 6,30
MEMORIAL DESCRITIVO SUPRIMENTO DE ENREGIA ELÉTRICA AO EDIFÍCIO CREA - PI INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE BAIXA TENSÃO
MEMORIAL DESCRITIVO SUPRIMENTO DE ENREGIA ELÉTRICA AO EDIFÍCIO CREA - PI INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE BAIXA TENSÃO Teresina Piauí Março 2017 MEMORIAL DESCRITIVO EDIFÍCIO CREA - PI INTALAÇÕES ELÉTRICAS BAIXA
ALIMENTAÇÃO E COMANDO DE MOTORES ELÉTRICOS (Motor de indução trifásico)
FFATEC - SP ELETRICIDADE APLICADA - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ALIMENTAÇÃO E COMANDO DE MOTORES ELÉTRICOS (Motor de indução trifásico) Norberto Nery Na figura, vemos que no momento em que o motor é ligado,
CURSO: Técnico Integrado em Eletroeletrônica PROFESSOR: Ana Barbara K. Sambaqui UNIDADE CURRICULAR: Projetos e Instalações Elétricas Prediais ALUNA:
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JOINVILLE CURSO: Técnico Integrado em Eletroeletrônica MÓDULO: VI PROFESSOR: Ana Barbara K. Sambaqui UNIDADE CURRICULAR: Projetos
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS. Kathiane Queiroz
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Kathiane Queiroz Esquemático Simplificado Instalação residencial 3-Medidor 1-levantamento das potências (cargas) a serem instaladas na residência. NT-001 NT-001 Potência Total instalada
TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS AULA 03. Elaboração: Roberta Fontenelly Engenheira Civil 2017
TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS AULA 03 Elaboração: Roberta Fontenelly Engenheira Civil 2017 Sumário 1 INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE DEFINIÇÕES... 3 1.1 Sistemas de Aquecimento... 3 1.2
Padrão de Entrada de Energia Aéreo
Padrão de Entrada de Energia Aéreo Apresentar a autorização de prefeitura do município que se quer efetuar a ligação (Autorização, habitese ou alvará). Apresentar a escritura ou contrato autenticados em
Medição agrupada para fornecimento em tensão secundária de distribuição SUMÁRIO
SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 3. REFERÊNCIAS 4. TERMINOLOGIA 5. CONDIÇÕES GERAIS 6. LIMITE DE LIGAÇÃO 7. DIMENSIONAMENTO 8. ESQUEMA DE LIGAÇÃO 9. APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E DOCUMENTOS TÉCNICOS
Manual Eficiência Energética em Edificações. Eng J. Jorge Chaguri Jr
Manual Eficiência Energética em Edificações Eng J. Jorge haguri Jr Estrutura da presentação valiação da eficiência do aquecimento de agua a gás Estudo de caso e exemplos Sistema de aquecimento de água
